ITL forma 40 executivos na 71ª turma da especialização em Gestão de Negócios

Pós-graduação realizada em São Paulo qualificou lideranças de empresas de transporte e logística para os desafios da gestão empresarial O ITL formou, na quinta-feira (16), em São Paulo, 40 alunos da 71ª turma da Especialização em Gestão de Negócios. Ao longo da pós-graduação, executivos de empresas de transporte e logística aprofundaram conhecimentos em temas estratégicos para a gestão empresarial, compartilharam experiências e desenvolveram projetos voltados à aplicação prática em suas organizações. A capacitação foi ministrada pela FDC (Fundação Dom Cabral), considerada a quarta melhor escola de negócios do mundo na categoria Programas Abertos, de acordo com o ranking de Educação Executiva do jornal britânico Financial Times. Durante a cerimônia de encerramento, o diretor executivo do ITL, João Victor Mendes, destacou a excelência da especialização e o papel da formação no fortalecimento das lideranças do setor de transporte. “Cada turma que concluímos representa um novo ciclo de transformação para o setor. Nosso desejo é que os projetos desenvolvidos ao longo da especialização sejam implementados, gerando novas soluções e contribuindo para empresas mais competitivas e para um transporte cada vez mais forte”. Também participaram da solenidade o gerente executivo de Finanças e Arrecadação do SEST SENAT, Bruno Rafael de Souza; o presidente do Conselho Regional do SEST SENAT em São Paulo e da Fetcesp (Federação das Empresas de Transportes de Cargas do Estado de São Paulo), Carlos Panzan; o vice-presidente do Conselho Regional do SEST SENAT em São Paulo e presidente da Fetpesp (Federação das Empresas de Transportes de Passageiros do Estado de São Paulo); Mauro Artur Herszkowicz; o supervisor do Conselho Regional de São Paulo, Rafael Marchesi; e a gerente dos programas de pós-graduação da FDC, Mônica Côrtes. A especialização em Gestão de Negócios integra o portfólio de pós-graduações do ITL e tem como objetivo desenvolver competências gerenciais e preparar líderes para enfrentar os desafios da gestão nas empresas de transporte e logística. A formação é oferecida gratuitamente a profissionais de empresas vinculadas ao Sistema Transporte e faz parte do Programa Avançado de Capacitação do Transporte, coordenado pelo ITL e promovido pelo SEST SENAT. Por Agência CNT Transporte Atual

Sistema Transporte recebe desembargador Sérgio Torres e destaca importância da segurança jurídica para o setor

Recém-indicado ao TST, magistrado conheceu a produção técnica da Confederação e tratou da agenda de cooperação com a Academia Brasileira de Direito do Trabalho O presidente do Sistema Transporte, Vander Costa, recebeu, na quarta-feira (15), o desembargador do TRT-6 (Tribunal Regional do Trabalho da 6ª Região), de Pernambuco, e presidente da ABDT (Academia Brasileira de Direito do Trabalho), Sérgio Torres Teixeira, em visita institucional marcada pela recente indicação do magistrado ao cargo de ministro do TST (Tribunal Superior do Trabalho).  Participaram também do encontro a diretora executiva nacional do SEST SENAT, Nicole Goulart, o diretor de Relações Institucionais da CNT, Valter Souza, e o gerente executivo de Relações Trabalhistas e Sindicais da CNT, Frederico Toledo. Durante a reunião, foram abordados temas relacionados à segurança jurídica, à previsibilidade das decisões judiciais e aos desafios das relações de trabalho no setor de transporte, além de uma troca de impressões sobre as demandas inerentes à futura atuação no TST, entre os quais a condução de um gabinete com elevado acervo processual, caso a indicação seja aprovada pelo Senado. A escassez de motoristas profissionais, um dos principais pontos críticos do transporte rodoviário brasileiro, também integrou a pauta. Na oportunidade, o Sistema Transporte colocou à disposição do desembargador estudos, pesquisas e demais trabalhos técnicos produzidos pela CNT, que retratam as especificidades do transporte brasileiro. Ao final do encontro, Vander Costa, Nicole Goulart e Valter Souza cumprimentaram Sérgio Torres pela indicação ao Tribunal Superior do Trabalho e desejaram êxito na sabatina, a ser realizada pelo Senado Federal. Cooperação institucional A reunião também reforçou a parceria institucional já estabelecida entre o Sistema Transporte e a ABDT. No início deste ano, ambas as instituições formalizaram acordo de cooperação para a realização de iniciativas conjuntas voltadas ao debate jurídico e ao aperfeiçoamento das relações de trabalho.  Como resultado dessa parceria, Vander Costa participará, como painelista, do 16º Congresso Internacional de Direito do Trabalho, que discutirá o tema “Direito do Trabalho e Processo do Trabalho em Transformação: Novos Paradigmas”, em setembro, em São Paulo. Nicole Goulart representará o Sistema Transporte no Seminário Internacional da ABDT Brasil–Itália, programado para outubro, em Milão. Ambos os eventos contam com o apoio do Sistema Transporte. Por Agência CNT Transporte Atual

Senado adia votação do Estatuto do Aprendiz após pedido de vista coletiva

Parlamentares defendem aprofundamento do debate sobre os impactos da proposta; CNT reforça necessidade de adequações à realidade do setor de transporte A CAS (Comissão de Assuntos Sociais) do Senado Federal concedeu, na quarta-feira (15), vista coletiva ao Projeto de Lei nº 6.461/2019, que institui o Estatuto do Aprendiz e altera dispositivos da CLT (Consolidação das Leis do Trabalho). A decisão adia a votação da proposta e amplia o prazo para que os senadores aprofundem a análise do texto e das emendas apresentadas. Relator da matéria, o senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB) apresentou parecer favorável à aprovação do texto e pela rejeição das cinco emendas protocoladas. O pedido de vista foi apresentado pelo senador Jaime Bagattoli (PL-RO), que defendeu um debate mais aprofundado sobre os impactos da iniciativa legislativa em setores cujas atividades estão sujeitas a restrições legais e operacionais, como o transporte. “Algumas empresas não têm condições de colocar um menor e cumprir com uma lei generalizada, para todas as pessoas. Isso acontece em transportadoras, frigoríficos, postos de gasolina e tantas outras. Em transportadoras, por exemplo, a maioria dos funcionários é motorista, e não pode ser menor de idade e motorista”, afirmou. Durante a discussão, o senador Laércio Oliveira (PP-SE), que presidiu a audiência pública sobre o tema, realizada na terça-feira (14), também na CAS, manifestou apoio ao aperfeiçoamento da proposta. “Quem tem experiência com empregabilidade no país olha para o texto e enxerga a necessidade de ajustes. Não somos contra a medida, mas precisamos de um enquadramento melhor e definições mais claras sobre o que há no texto e no mundo do trabalho”, disse. Segundo o parlamentar, embora esteja em tramitação desde 2019, as transformações ocorridas no mercado de trabalho reforçam a necessidade de aperfeiçoar o Estatuto do Aprendiz antes de sua aprovação definitiva. CNT defende adequações para o transporte A Confederação Nacional do Transporte reconhece a aprendizagem profissional como uma importante política pública de inclusão social e de formação de jovens para o mercado de trabalho. No entanto, propõe que o projeto considere as especificidades de setores cujas atribuições exijam requisitos técnicos e legais incompatíveis com os contratos de aprendizagem. A entidade apresentou um conjunto de sugestões para adequar o texto à realidade operacional do transporte brasileiro, preservando a efetividade da política de aprendizagem e garantindo mais segurança jurídica às empresas. Entre as sugestões, está a exclusão da base de cálculo das cotas de aprendizagem das ocupações que exigem CNH profissional, idade mínima prevista em lei, cursos especializados obrigatórios, exames toxicológicos, licenças ou autorizações específicas, além de tarefas desenvolvidas em ambientes incompatíveis com a formação de aprendizes. Ao mesmo tempo, o Sistema Transporte sustenta o fortalecimento da aprendizagem em funções plenamente compatíveis com a formação técnico-profissional, como rotinas administrativas, atendimento, tecnologia, logística interna, planejamento, almoxarifado, gestão documental e manutenção realizada em ambientes seguros. Para a CNT, adaptar o Estatuto do Aprendiz às características do setor não significa reduzir oportunidades para os jovens, mas direcionar os contratos de aprendizagem para funções em que o processo formativo possa ocorrer com segurança, efetividade e em conformidade com a legislação. Atualmente, cerca de 45% dos empregos no setor estão concentrados em cargos diretamente relacionados à condução de veículos, atribuições que exigem idade mínima, CNH (Carteira Nacional de Habilitação) profissional, cursos especializados e outros requisitos previstos em lei. Além disso, o setor enfrenta escassez de mão de obra qualificada. Dados da Confederação mostram que 65,1% das empresas apontam o cargo de motorista como o de maior dificuldade de contratação, enquanto 44,6% informam possuir vagas abertas. O transporte rodoviário de cargas responde por 64,85% da matriz nacional de transporte de cargas, concentra cerca de 44% da receita do setor e mantém aproximadamente 1,3 milhão de vínculos formais de trabalho. Por Agência CNT Transporte Atual

Fim da escala 6×1 pode custar R$ 12 bi por ano a transportes, estima CNTBrasília

Presidente da entidade acredita que eventual aprovação da medida possa agravar quadro de escassez de mão de obra e pressionar custos do setor A Confederação Nacional do Transporte (CNT) estima impacto anual direto de quase R$ 12 bilhões para o setor, por meio de aumento de custos em todos os modais, caso o Congresso aprove a proposta de emenda à Constituição (PEC) que prevê o fim da escala de trabalho 6×1. Em entrevista ao Valor, o presidente da CNT, Vander Costa, alertou para outros impactos da medida sobre o setor, como o agravamento da escassez de mão de obra, em um momento em que já faltam profissionais para atender à demanda, e o estímulo à informalidade. A proposta também pode afetar o transporte urbano de passageiros, para além do aumento dos custos, com reflexos na prestação dos serviços à população. Segundo Costa, empresas do segmento estão mapeando os possíveis efeitos da mudança e avaliar medidas que poderão ser adotadas. Ele pleiteia que o Senado promova um debate amplo sobre o tema. Como caminho, a CNT defende que as escalas de trabalho sejam definidas por negociações coletivas. “Não entendemos que tem que engessar a jornada em uma emenda constitucional”, diz. Costa ainda ressalta que o custo da medida seria arcado por todos os brasileiros, no custo da passagem e no aumento do custo de carga. Em paralelo, a CNT acompanha outras frentes no Congresso, como a tramitação da Medida Provisória (MP) do Frete, que endurece as regras e as punições para o descumprimento do piso mínimo do frete. O texto, que perde validade na próxima quinta-feira (16), foi aprovado pela Câmara dos Deputados com alterações que, na avaliação da entidade, são de difícil aplicação, como o piso salarial para motoristas de longa distância. Questionado sobre o prazo para a votação da MP no Senado e o risco de uma mobilização dos caminhoneiros, Costa avaliou que a possibilidade é remota. “Só tem medo de greve quem não está no setor”, afirmou. Confira os principais trechos: Escala 6×1Estimamos impacto anual de quase R$ 12 bilhões, mas o que mais nos preocupa não é o impacto financeiro, pois isso vai passar para preço, vai gerar inflação, mas é a falta de mão de obra. Temos hoje 2,5 milhões de trabalhadores no transporte e já está faltando para diversos setores. Estamos realizando simulações para saber o que pode ser feito, apesar de ainda estarmos trabalhando no Senado para o que o debate seja feito de forma mais clara. Esperamos que seja decidido o que for melhor para a sociedade, e não para um grupo. Transporte urbanoO menor impacto que pode ter é o aumento de custos. Ao precisar de mais motorista ou ter que pagar hora extra, o custo da prefeitura será maior e vai se investir no transporte público aquilo que poderia estar para outras atividades. Uma alternativa, que algumas operadoras começaram a simular, é a redução da quantidade de viagens, principalmente no fim de semana. O que aconteceria? O trabalhador, na sua folga, vai ficar na fila de ônibus esperando. Outra opção é aumentar a capacidade dos ônibus, com o biarticulado, mas é uma solução de longo prazo. Proposta da CNTDefendemos que a evolução venha por negociação coletiva, é isso que tem dado certo no Brasil. A Constituição fala de jornada de até 44 horas semanais, a média no Brasil é 38 horas, isso mostra que setores que podem dar mais folgas já trabalham dessa forma. Mas eu não posso colocar isso como regra no transporte, que tem que ser 7×7. “Não entendemos que tem que engessar a jornada em uma emenda constitucional” Regra de transiçãoSe tiver que fazer, defendemos uma regra de transição mais lenta. É mais fácil para o empresário absorver o aumento do custo se for uma hora por ano do que se colocar duas em dois meses. Se tiver um ano para se adaptar, que haja alternativas que façam com que a população não sofra com a inflação. MP do FreteHouve mudanças na Câmara que são quase inaplicáveis, como o salário mínimo para motorista de longa distância. É matéria estranha à MP. Outro ponto que preocupa é em relação ao cadastro do motorista. Para reduzir roubo de carga, tivemos que investir muito em gerenciamento de risco, e essas empresas não autorizam carregar por diversos motivos, como inadimplência, pois o que está com dívida é mais propenso a ser aliciado. Colocaram que só pode ser recusado quem foi condenado com trânsito em julgado. Entendemos que pode abrir mais espaço para roubo de carga. Risco de greveÉ muito difícil ter uma reação da categoria. Só tem medo de greve quem não está no setor. Se por acaso houver alguns motins, se a polícia cumprir a obrigação de dar o direito de manifestação para quem quiser, mas deixar o direito de ir e vir, não tem possibilidade de greve. Subvenção ao combustívelCom a volta dos ataques, tudo pode mudar. Talvez seja melhor aguardar. Pior do que ter diesel caro é não ter diesel. Estou vendo que o governo está fazendo um esforço muito grande para poder ter o menor impacto econômico na bomba, mas tem que ter responsabilidade fiscal também. Para melhorar a situação, tem que aumentar a capacidade de refino, para no futuro não sermos mais dependentes da importação. JurosO juro é alto no Brasil pois o governo gasta muito. Quando começarmos a gerar superávit de forma efetiva, os juros vão cair. O dano do juro alto pode ser pior do que o preço do óleo diesel. Para o setor, traz falta de investimento na renovação da frota. É preciso reduzir a Selic para reduzir o custo do financiamento. Pleitos aos presidenciáveisPretendemos levar sugestões para incentivar o transporte coletivo e continuar a maior capacidade de investimentos na infraestrutura de transporte, nos preocupamos muito com a intermodalidade. Defender investimentos, mas com responsabilidade fiscal. Eventos climáticos extremosTemos investido onde tivemos problemas, mas é muito pouco. Temos empresários mais preocupados com a renovação da frota, estudando combustíveis alternativos. El NiñoSempre que tem uma

Tráfego na Ponte Anita Garibaldi, no Sul de Santa Catarina, é interrompido para reparo emergencial

A Ponte Anita Garibaldi teve seu tráfego interrompido para veículos na noite da última quinta-feira, 9, segundo comunicado divulgado pela ViaCosteira. De acordo com a concessionária, a interdição é necessária para realização de um reparo emergencial na estrutura, entre os km 312 e 315 da BR-101 Sul/SC, nos sentidos Norte e Sul. Segundo o comunicado, a ViaCosteira realiza monitoramento permanente da ponte Anita Garibaldi, por meio de inspeções e avaliações técnicas periódicas da estrutura. Com base nos resultados mais recentes dessas análises, foi identificada a necessidade de um reparo emergencial. Como medida preventiva para garantir a segurança dos motoristas será necessário o bloqueio total para realização da atividade. Os trabalhos deverão prosseguir até o dia 20 de julho, quando está prevista a liberação parcial do tráfego em ambos os sentidos. Após essa etapa, outras intervenções seguirão sendo executadas na estrutura. Desvio de tráfego durante período das atividades Sentido Norte (Florianópolis) Os veículos deverão acessar o desvio no km 315 (bairro Bananal), passando por baixo da BR-101 e seguindo pela via marginal em direção à Ponte de Cabeçudas. A partir desse ponto, o trajeto continua até as proximidades do Líder Atacadista, pela pista marginal, que operará temporariamente em mão dupla durante o período das obras. Velocidade máxima permitida na via marginal: 20km/h Sentido Sul (Porto Alegre) O desvio será realizado a partir do km 310 da BR-101. Os veículos serão direcionados para a via marginal, seguindo pela Ponte de Cabeçudas até o bairro Bananal, onde poderão retornar à pista expressa. Velocidade máxima permitida na via marginal: 20km/h Atenção a sinalização Os desvios estarão devidamente sinalizados com reforço 24h. A ViaCosteira reforça a importância de os motoristas redobrarem a atenção ao trafegar pela região e respeitarem toda a sinalização implantada, a velocidade limite, bem como as orientações das equipes operacionais. Fonte e foto: ViaCosteira

CNT e Frente Parlamentar Brasil-Asean discutem cooperação para fortalecer transporte e logística

Encontro tratou de oportunidades de intercâmbio internacional, inovação, qualificação profissional e aproximação institucional entre o Brasil e os países do Sudeste Asiático A ampliação do diálogo sobre transporte, logística e intercâmbio internacional foi tema de reunião entre o Sistema Transporte e a Frente Parlamentar Mista Brasil-Asean (Associação de Nações do Sudeste Asiático), na quinta-feira (9). A gerente executiva do Poder Legislativo da CNT, Andrea Cavalcanti, recebeu o secretário-geral da Frente, Alex Kawano, para tratar de agendas de interesse do setor transportador. Durante a reunião, Andrea Cavalcanti apresentou a atuação da CNT no acompanhamento das pautas do transporte no Congresso Nacional e na articulação institucional com o poder público, destacando o trabalho desenvolvido pela Confederação em defesa dos interesses do setor. Na ocasião, Alex Kawano apresentou as ações da Frente Parlamentar Mista Brasil-Asean para ampliar as relações entre o Brasil e os países que integram o bloco. A Frente é uma iniciativa multipartidária do Congresso Nacional voltada ao fortalecimento da interlocução e da cooperação com a região, por meio do relacionamento entre parlamentares, representantes diplomáticos e setores público e privado. A Asean reúne dez países do Sudeste Asiático e representa um mercado de mais de 650 milhões de habitantes, com PIB (Produto Interno Bruto) combinado estimado em cerca de US$ 3 trilhões. Alguns dos objetivos do colegiado são a expansão das relações institucionais, comerciais e de investimento, a promoção do intercâmbio de experiências e a identificação de oportunidades de relacionamento entre o Brasil e os países do bloco. Entre os temas debatidos estiveram as missões internacionais promovidas pelas instituições e a possibilidade de aprofundar a troca de experiências sobre tecnologias, modelos operacionais e soluções aplicadas ao transporte e à logística. A reunião também abordou a atuação do IAP (Instituto Ásia-Pacífico), iniciativa vinculada à Frente Brasil-Asean dedicada à produção de conhecimento e à articulação entre os setores público e privado. Foram apresentadas ações nas áreas de inteligência de mercado, relações institucionais, capacitação, eventos e missões comerciais para os países da região. Ao final do encontro, Andrea Cavalcanti entregou a Alex Kawano a Agenda Institucional Transporte & Logística 2026, publicação elaborada anualmente pela CNT que reúne e analisa as principais proposições em tramitação no Congresso Nacional com impacto sobre o setor transportador. O documento apresenta o posicionamento da Confederação sobre os temas acompanhados e subsidia o diálogo com parlamentares e demais atores envolvidos no processo legislativo. Por Agência CNT Transporte Atual

SEST SENAT conquista reconhecimento inédito entre as Melhores Empresas para Trabalhar na Saúde

Instituição conquista a 15ª colocação no ranking GPTW Saúde e amplia a série de reconhecimentos obtidos em 2026 O SEST SENAT passou a integrar, pela primeira vez, o ranking das Melhores Empresas para Trabalhar na Saúde, elaborado pela GPTW (Great Place to Work). Em sua estreia na premiação, a instituição conquistou a 15ª colocação na categoria Grandes Empresas. O resultado foi anunciado durante cerimônia realizada no início de julho, em São Paulo (SP). O ranking reúne organizações que se destacam pela qualidade do ambiente de trabalho e pela experiência oferecida aos colaboradores. Na categoria Saúde, a avaliação considera critérios como confiança, respeito, credibilidade, imparcialidade, orgulho e espírito de equipe, reconhecendo empresas que desenvolvem uma cultura organizacional sólida. Para o SEST SENAT, a conquista reforça a cultura institucional de valorização das pessoas e demonstra que o ambiente de trabalho está alinhado à missão de promover saúde, qualidade de vida e educação para a empregabilidade e a longevidade dos trabalhadores do transporte e de suas empresas. A diretora executiva nacional do SEST SENAT, Nicole Goulart, destaca que investir em um ambiente baseado na confiança, no respeito, na colaboração e no desenvolvimento das pessoas fortalece o engajamento das equipes. “Esta conquista inédita é resultado da dedicação de cada pessoa que faz do SEST SENAT um lugar cada vez melhor para trabalhar e cuidar de pessoas”, afirmou. O gerente executivo de Promoção Social do SEST SENAT, Jean Michel Brault, ressaltou que o resultado é fruto do trabalho desenvolvido em toda a instituição. “Os coordenadores de Promoção Social das Unidades Operacionais e os técnicos que conduzem as equipes no dia a dia tiveram papel fundamental ao transformar as diretrizes institucionais em práticas de cuidado, confiança, respeito e desenvolvimento”, disse. Certificação GPTW O resultado no ranking da Saúde soma-se a outra importante conquista obtida pelo SEST SENAT em 2026. Pelo quarto ano consecutivo, a instituição recebeu a certificação GPTW, concedida às organizações que se destacam pela excelência do ambiente de trabalho. A certificação é baseada na percepção dos próprios colaboradores. Neste ano, 80% do quadro de empregados participou, de forma voluntária e anônima, da Pesquisa de Clima Organizacional. O índice de satisfação alcançou 86%, evidenciando a confiança das equipes e a avaliação positiva sobre o ambiente de trabalho. A certificação reconhece organizações que promovem relações pautadas na credibilidade, no respeito, na colaboração e nas oportunidades de desenvolvimento profissional. Reconhecimentos em 2026 Além dos resultados nacionais, o SEST SENAT também se destacou em rankings regionais da GPTW. Em diferentes estados e regiões do país, Unidades Operacionais figuraram entre as organizações mais bem avaliadas. Em 2026, os resultados foram: O que é a GPTW? Criada há mais de 30 anos, a Great Place to Work é referência mundial na avaliação de clima organizacional. Sua metodologia considera a percepção dos colaboradores sobre a cultura das organizações e reconhece empresas que mantêm ambientes de trabalho baseados em confiança, respeito, ética e desenvolvimento das pessoas. Por Agência CNT Transporte Atual

Sistema Transporte recebe lideranças da J&T Express para discutir cooperação e desenvolvimento do setor

Visita institucional abordou qualificação profissional, expansão logística, inovação e oportunidades de cooperação entre as instituições O Sistema Transporte recebeu, na quinta-feira (9), representantes da J&T Express, uma das principais empresas de logística e transporte do país, para uma visita institucional voltada ao fortalecimento do relacionamento entre as instituições e à discussão de iniciativas capazes de impulsionar o desenvolvimento do transporte e da logística no Brasil. Participaram do encontro, pelo Sistema Transporte, o presidente, Vander Costa; o diretor de Relações Institucionais da CNT, Valter Souza; a diretora executiva nacional do SEST SENAT, Nicole Goulart; a diretora adjunta do ITL, Eliana Costa; e a gerente de Relacionamento Corporativo do SEST SENAT, Jamile Antunes. A delegação da J&T Express foi composta pelo vice-presidente, Charlles Wang; pelo diretor regional, Cunchao Wang; e pela gerente jurídica, Bruna Dias. Durante a reunião, os representantes da empresa apresentaram os projetos estratégicos da J&T Express para os próximos anos e um panorama das operações no Brasil. Entre os destaques estiveram a expansão da infraestrutura logística, os investimentos em tecnologia, o crescimento do comércio eletrônico e as perspectivas de expansão da companhia até 2027. Outro tema da pauta foi o relacionamento da empresa com o SEST SENAT. Atualmente, a J&T Express está entre as maiores contribuintes da instituição e vem ampliando o uso dos serviços oferecidos aos trabalhadores do transporte. Dados apresentados durante o encontro apontam crescimento tanto no número de beneficiários atendidos quanto nas contribuições destinadas às ações de qualificação profissional e promoção da qualidade de vida. As instituições também discutiram oportunidades para ampliar essa cooperação por meio de programas de desenvolvimento profissional, soluções corporativas, iniciativas de saúde e segurança, projetos de inclusão e participação em missões internacionais e programas de capacitação executiva promovidos pelo Sistema Transporte. Sobre a J&T Express A J&T Express integra uma rede logística internacional presente em 13 países e iniciou suas operações no Brasil em 2022. Atualmente, atende todos os municípios brasileiros e conta com uma estrutura formada por centenas de pontos de distribuição. A empresa mantém investimentos contínuos em automação, ampliação da capacidade logística e geração de empregos, acompanhando o crescimento acelerado do comércio eletrônico no país. Por Agência CNT Transporte Atual

Workshop debate estratégias para ampliar a participação de mulheres nas carreiras técnicas ferroviárias

Evento promovido pela ANTF reuniu representantes do setor para discutir qualificação profissional, inclusão e formação de lideranças femininas nas ferrovias Temas como qualificação profissional, inclusão e desenvolvimento de lideranças femininas marcaram o Workshop ANTF sobre os Desafios e Soluções de Incentivo às Mulheres na Carreira Técnica nas Ferrovias, realizado na terça-feira (7), em Brasília. O encontro reuniu representantes de empresas ferroviárias, entidades do setor e instituições parceiras para debater iniciativas voltadas à ampliação da participação feminina nas carreiras técnicas. Promovido pela ANTF (Associação Nacional dos Transportadores Ferroviários), o workshop incentivou a troca de experiências entre as empresas associadas e a apresentação de soluções para aumentar a presença de mulheres nas atividades técnicas do setor ferroviário. Na abertura do evento, a diretora executiva nacional do SEST SENAT, Nicole Goulart, parabenizou a ANTF pela iniciativa e ressaltou que ampliar a participação feminina em carreiras técnicas é uma estratégia para fortalecer a competitividade do setor. Nicole destacou que as mulheres representam 15% da força de trabalho no transporte ferroviário de cargas e 22% no transporte ferroviário de passageiros. Segundo ela, essa baixa participação está relacionada a fatores como a escassez de formação especializada, a predominância masculina nas áreas técnicas e operacionais, o desconhecimento sobre as oportunidades profissionais além das funções administrativas e a reduzida presença feminina em cargos de liderança. Ao encerrar sua participação, a diretora reforçou o compromisso do SEST SENAT com o desenvolvimento de todos as modalidades de transporte. “Embora as contribuições da instituição sejam provenientes do modo rodoviário, nós acreditamos na integralidade do transporte. O Brasil é multimodal. Apostamos em investimentos nas ferrovias e trabalhamos para isso, para que possamos ter um país mais competitivo e empresas mais fortes“, afirmou. A diretora adjunta do ITL, Eliana Costa, também participou da abertura e defendeu que ampliar a participação feminina passa, necessariamente, pela oferta de oportunidades de qualificação e desenvolvimento profissional. Durante sua apresentação, Eliana mostrou que 1.496 mulheres já participaram das iniciativas educacionais do ITL. Desse total, 208 atuam nos setores ferroviário e metroferroviário, sendo 92 no transporte ferroviário de cargas e 116 no transporte metroferroviário. “Pode parecer pouco, mas é um número expressivo. Se cada uma dessas 208 mulheres assumir um papel ativo no enfrentamento das desigualdades que ainda persistem, daremos um passo importante para superar esses desafios“, afirmou. A diretora também defendeu que as políticas de diversidade e inclusão façam parte do planejamento estratégico das organizações. “O planejamento de inclusão precisa estar inserido no planejamento estratégico das empresas. Não pode ficar apenas no discurso; deve estar formalizado e fazer parte dos objetivos estratégicos”, ressaltou. Setor busca ampliar participação feminina O diretor-presidente da ANTF, Davi Barreto, destacou que o setor ferroviário vive um momento de expansão, impulsionado por novos investimentos, projetos e pela crescente demanda por profissionais qualificados. Segundo ele, ampliar a participação feminina é uma estratégia essencial para atender às necessidades futuras de mão de obra. “A participação das mulheres nas ferrovias de carga passou de 10% para 15% nos últimos quatro anos, mas ainda há um longo caminho para ampliar essa presença nas atividades técnicas”, afirmou. A diretora-presidente da ANPTrilhos (Associação Nacional dos Transportadores de Passageiros sobre Trilhos), Ana Patrizia Lira, apresentou dados do segmento de transporte de passageiros sobre trilhos. Segundo ela, a participação feminina passou de 21,7%, em 2024, para 22,2%, em 2025. Nos cargos de liderança, o percentual aumentou de 17,4% para 23,9% no mesmo período. “Embora a OIT, a ONU e outras instituições debatam amplamente a liderança feminina, ainda se discute pouco a presença das mulheres na área operacional. Precisamos reconhecer a competência técnica dessas profissionais e os desafios que enfrentam, especialmente para conciliar trabalho e família”, destacou. Qualificação profissional fortalece o setor Encerrando o workshop, a analista de projetos educacionais do SEST SENAT, Adriana Resplandes, apresentou as principais iniciativas da instituição voltadas ao fortalecimento da qualificação profissional no setor ferroviário. Entre os destaques está o Projeto Trilhos para o Amanhã, desenvolvido em parceria com a ANTF e a ANPTrilhos. Estruturado com base em estudos técnicos e no mapeamento das demandas do mercado, o projeto reúne um portfólio de cursos voltados às ocupações estratégicas do setor, contribuindo para ampliar a oferta de mão de obra qualificada e apoiar a expansão das ferrovias brasileiras. Como parte dessa iniciativa, foi lançado o Curso Básico em Ferrovias, que terá sua primeira turma exclusiva para mulheres. Com carga horária de 80 horas e aulas na modalidade EaD, a formação será realizada entre agosto e setembro e foi concebida como uma porta de entrada para mulheres interessadas em iniciar uma carreira técnica no setor ferroviário. As inscrições serão divulgadas em breve. Outro destaque é o Eleva – Programa de Desenvolvimento da Liderança Feminina, iniciativa gratuita destinada a mulheres que ocupam cargos de média liderança no transporte, como supervisoras, coordenadoras e encarregadas. O programa busca desenvolver competências de liderança, gestão e tomada de decisão, preparando novas lideranças femininas para os desafios do setor. Ao apresentar essas iniciativas, o SEST SENAT reforçou seu compromisso com a qualificação profissional, a inclusão e o desenvolvimento de talentos, contribuindo para o fortalecimento e a expansão do transporte ferroviário. Por Agência CNT Transporte Atual

Em debate sobre modernização aduaneira, Vander Costa destaca integração e eficiência logística

Presidente do Sistema Transporte abordou conexão entre modalidades, digitalização e agilidade nos processos de exportação e importação durante seminário no Senado Federal Os ganhos de produtividade alcançados pelo Brasil precisam ser acompanhados por avanços na infraestrutura de transporte e nos processos de exportação e importação. A avaliação foi feita pelo presidente do Sistema Transporte, Vander Costa, na quarta-feira (8), durante a abertura do 1º Seminário de Integração Logística e Modernização Aduaneira, realizado no auditório do Interlegis, no Senado Federal. Para Vander Costa, ampliar a competitividade do comércio exterior exige avanços tanto na infraestrutura de transporte quanto nos processos aduaneiros. Nesse contexto, ele destacou o potencial da digitalização e do compartilhamento antecipado de informações para dar mais agilidade às operações sem comprometer a segurança e a fiscalização.  “Acredito que, com a expertise da Receita Federal, que tem colaborado, e, principalmente, com a digitalização dos processos e das notas fiscais, será possível facilitar as exportações e importações com a segurança necessária. Ao transmitir as informações com antecedência, a Receita pode cumprir o papel de fiscalizar e cuidar do Brasil, mas também dar agilidade ao processo”, afirmou. O presidente ressaltou, ainda, que a modernização aduaneira deve caminhar junto com uma melhor integração da infraestrutura de transporte. Segundo ele, a eficiência dos portos depende também das condições de acesso e da conexão entre rodovias, ferrovias e hidrovias. “A CNT tem defendido muito a multimodalidade, e aqui está mais um ponto dessa discussão. Eu tenho que ter portos eficientes, mas, para ter porto eficiente, tenho que ter ligação com o porto. A safra não nasce no porto, eu preciso fazer com que ela chegue lá”, observou. A integração entre os diferentes modos de transporte está entre as pautas defendidas pela CNT para ampliar a eficiência do sistema logístico brasileiro. Na avaliação da entidade, uma matriz mais equilibrada, com melhor aproveitamento das características de cada modal, contribui para reduzir custos, melhorar a movimentação de cargas e avançar na descarbonização do setor. Ao abordar os benefícios ambientais dessa integração, Vander Costa citou estudo apresentado durante a COP30, que reúne dados sobre as emissões das diferentes modalidades e contribui para o debate sobre caminhos para a descarbonização do setor. Competitividade e modernização Promovido pela Frenlogi (Frente Parlamentar Mista de Logística e Infraestrutura), pelo IBL (Instituto Brasil Logística) e pela SkyPostal Brazilian Shipping Solutions, o seminário reuniu autoridades públicas, parlamentares, representantes da Receita Federal do Brasil, especialistas, operadores logísticos, instituições setoriais e representantes da iniciativa privada. Presidente da Frenlogi, o senador Wellington Fagundes (PL-MT) destacou que o seminário busca aproximar o poder público, o setor produtivo e as instituições para discutir soluções capazes de ampliar a eficiência logística e a competitividade do país. Segundo ele, as experiências internacionais apresentadas ao longo do encontro podem contribuir para o aperfeiçoamento dos processos brasileiros, consideradas as características e as necessidades do país.  “Estamos aqui para promover um debate técnico qualificado e institucional, conhecendo experiências internacionais, principalmente as bem-sucedidas, e avaliando de forma responsável aquilo que pode contribuir para aperfeiçoar os processos brasileiros”, afirmou. Na abertura do evento, o subsecretário de Administração Aduaneira da Receita Federal, Fabiano Coelho, apresentou um panorama da modernização dos procedimentos aduaneiros no país e abordou o uso da digitalização, da tecnologia e da gestão de risco para conciliar maior agilidade nas operações com controle e segurança. A mesa de abertura também contou com as presenças de Edinho Bez, diretor de Relações Institucionais da Frenlogi; do deputado federal Júlio Lopes (PP-RJ), presidente da Câmara Temática de Infraestrutura Aeroportuária da Frente; de Jesualdo Silva, presidente do Conselho Gestor do IBL; e de Alberto Javier Hernández, CEO da SkyPostal.  Debates ao longo do dia Após a abertura institucional, o seminário prosseguiu com painéis sobre os desafios do comércio exterior brasileiro, a integração logística e a modernização aduaneira. Os debates abordaram experiências internacionais de inspeção conjunta e processamento unificado de cargas, comércio eletrônico transfronteiriço, gestão de risco, controle e facilitação do comércio exterior, infraestrutura aeroportuária e alfandegada e o papel dos portos secos e dos CLIAs na movimentação de cargas. Assista ao seminário na íntegra. Por Agência CNT Transporte Atual

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