Pesquisa CNT de Rodovias 2026 supera 40% da etapa de campo

Em 15 dias de operação, equipes percorreram mais de 50 mil quilômetros da malha rodoviária brasileira; levantamento segue até o fim do mês A Pesquisa CNT de Rodovias 2026 avança em ritmo acelerado. Em apenas 15 dias de trabalho de campo, as equipes percorreram 50.584 quilômetros da malha rodoviária brasileira, o equivalente a 43,2% dos 117.055 quilômetros previstos para esta edição do levantamento. Os dados consideram o período até 13 de julho. A coleta teve início em 29 de junho e segue até o fim deste mês. Ao todo, 22 pesquisadores avaliam as condições do pavimento, da sinalização e da geometria da via em rodovias federais e estaduais, públicas e concedidas, distribuídas por todo o país. As informações são registradas digitalmente e servirão de base para análises técnicas, estudos setoriais e planejamento de rotas por transportadores, além de subsidiar a formulação de políticas públicas voltadas ao aprimoramento da infraestrutura rodoviária brasileira. Entre as rotas com maior percentual de execução, destaca-se Manaus (AM), que já concluiu 82,8% do percurso previsto. Na sequência aparecem uma das rotas de Maceió (AL), com 57,9%; as duas rotas de Cuiabá (MT), com 55,2% e 54,3%; uma das rotas de Teresina (PI), com 53,3%; e Campo Grande (MS), com 52,6%. Uma das rotas com saída de Curitiba (PR) também já ultrapassou a metade do percurso planejado. A edição de 2026 incorpora novas soluções tecnológicas para ampliar a qualidade das informações coletadas. Entre as inovações estão sensores embarcados para avaliação do pavimento, transmissão de dados e vídeos em tempo real, processamento em nuvem privada da Confederação e uso de inteligência artificial para identificação de características das vias. Os recursos proporcionam mais agilidade na identificação de inconsistências e reforçam a confiabilidade e a rapidez no processamento dos resultados. Realizada há 31 anos, a Pesquisa CNT de Rodovias é a principal referência nacional sobre as condições da infraestrutura rodoviária. O levantamento abrange 100% das rodovias federais pavimentadas, os principais trechos estaduais pavimentados e todas as rodovias concedidas, formando uma série histórica que subsidia decisões de empresas, pesquisadores e gestores públicos. Por Agência CNT Transporte Atual

ITL forma 40 executivos na 71ª turma da especialização em Gestão de Negócios

Pós-graduação realizada em São Paulo qualificou lideranças de empresas de transporte e logística para os desafios da gestão empresarial O ITL formou, na quinta-feira (16), em São Paulo, 40 alunos da 71ª turma da Especialização em Gestão de Negócios. Ao longo da pós-graduação, executivos de empresas de transporte e logística aprofundaram conhecimentos em temas estratégicos para a gestão empresarial, compartilharam experiências e desenvolveram projetos voltados à aplicação prática em suas organizações. A capacitação foi ministrada pela FDC (Fundação Dom Cabral), considerada a quarta melhor escola de negócios do mundo na categoria Programas Abertos, de acordo com o ranking de Educação Executiva do jornal britânico Financial Times. Durante a cerimônia de encerramento, o diretor executivo do ITL, João Victor Mendes, destacou a excelência da especialização e o papel da formação no fortalecimento das lideranças do setor de transporte. “Cada turma que concluímos representa um novo ciclo de transformação para o setor. Nosso desejo é que os projetos desenvolvidos ao longo da especialização sejam implementados, gerando novas soluções e contribuindo para empresas mais competitivas e para um transporte cada vez mais forte”. Também participaram da solenidade o gerente executivo de Finanças e Arrecadação do SEST SENAT, Bruno Rafael de Souza; o presidente do Conselho Regional do SEST SENAT em São Paulo e da Fetcesp (Federação das Empresas de Transportes de Cargas do Estado de São Paulo), Carlos Panzan; o vice-presidente do Conselho Regional do SEST SENAT em São Paulo e presidente da Fetpesp (Federação das Empresas de Transportes de Passageiros do Estado de São Paulo); Mauro Artur Herszkowicz; o supervisor do Conselho Regional de São Paulo, Rafael Marchesi; e a gerente dos programas de pós-graduação da FDC, Mônica Côrtes. A especialização em Gestão de Negócios integra o portfólio de pós-graduações do ITL e tem como objetivo desenvolver competências gerenciais e preparar líderes para enfrentar os desafios da gestão nas empresas de transporte e logística. A formação é oferecida gratuitamente a profissionais de empresas vinculadas ao Sistema Transporte e faz parte do Programa Avançado de Capacitação do Transporte, coordenado pelo ITL e promovido pelo SEST SENAT. Por Agência CNT Transporte Atual

Sistema Transporte recebe desembargador Sérgio Torres e destaca importância da segurança jurídica para o setor

Recém-indicado ao TST, magistrado conheceu a produção técnica da Confederação e tratou da agenda de cooperação com a Academia Brasileira de Direito do Trabalho O presidente do Sistema Transporte, Vander Costa, recebeu, na quarta-feira (15), o desembargador do TRT-6 (Tribunal Regional do Trabalho da 6ª Região), de Pernambuco, e presidente da ABDT (Academia Brasileira de Direito do Trabalho), Sérgio Torres Teixeira, em visita institucional marcada pela recente indicação do magistrado ao cargo de ministro do TST (Tribunal Superior do Trabalho).  Participaram também do encontro a diretora executiva nacional do SEST SENAT, Nicole Goulart, o diretor de Relações Institucionais da CNT, Valter Souza, e o gerente executivo de Relações Trabalhistas e Sindicais da CNT, Frederico Toledo. Durante a reunião, foram abordados temas relacionados à segurança jurídica, à previsibilidade das decisões judiciais e aos desafios das relações de trabalho no setor de transporte, além de uma troca de impressões sobre as demandas inerentes à futura atuação no TST, entre os quais a condução de um gabinete com elevado acervo processual, caso a indicação seja aprovada pelo Senado. A escassez de motoristas profissionais, um dos principais pontos críticos do transporte rodoviário brasileiro, também integrou a pauta. Na oportunidade, o Sistema Transporte colocou à disposição do desembargador estudos, pesquisas e demais trabalhos técnicos produzidos pela CNT, que retratam as especificidades do transporte brasileiro. Ao final do encontro, Vander Costa, Nicole Goulart e Valter Souza cumprimentaram Sérgio Torres pela indicação ao Tribunal Superior do Trabalho e desejaram êxito na sabatina, a ser realizada pelo Senado Federal. Cooperação institucional A reunião também reforçou a parceria institucional já estabelecida entre o Sistema Transporte e a ABDT. No início deste ano, ambas as instituições formalizaram acordo de cooperação para a realização de iniciativas conjuntas voltadas ao debate jurídico e ao aperfeiçoamento das relações de trabalho.  Como resultado dessa parceria, Vander Costa participará, como painelista, do 16º Congresso Internacional de Direito do Trabalho, que discutirá o tema “Direito do Trabalho e Processo do Trabalho em Transformação: Novos Paradigmas”, em setembro, em São Paulo. Nicole Goulart representará o Sistema Transporte no Seminário Internacional da ABDT Brasil–Itália, programado para outubro, em Milão. Ambos os eventos contam com o apoio do Sistema Transporte. Por Agência CNT Transporte Atual

Senado adia votação do Estatuto do Aprendiz após pedido de vista coletiva

Parlamentares defendem aprofundamento do debate sobre os impactos da proposta; CNT reforça necessidade de adequações à realidade do setor de transporte A CAS (Comissão de Assuntos Sociais) do Senado Federal concedeu, na quarta-feira (15), vista coletiva ao Projeto de Lei nº 6.461/2019, que institui o Estatuto do Aprendiz e altera dispositivos da CLT (Consolidação das Leis do Trabalho). A decisão adia a votação da proposta e amplia o prazo para que os senadores aprofundem a análise do texto e das emendas apresentadas. Relator da matéria, o senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB) apresentou parecer favorável à aprovação do texto e pela rejeição das cinco emendas protocoladas. O pedido de vista foi apresentado pelo senador Jaime Bagattoli (PL-RO), que defendeu um debate mais aprofundado sobre os impactos da iniciativa legislativa em setores cujas atividades estão sujeitas a restrições legais e operacionais, como o transporte. “Algumas empresas não têm condições de colocar um menor e cumprir com uma lei generalizada, para todas as pessoas. Isso acontece em transportadoras, frigoríficos, postos de gasolina e tantas outras. Em transportadoras, por exemplo, a maioria dos funcionários é motorista, e não pode ser menor de idade e motorista”, afirmou. Durante a discussão, o senador Laércio Oliveira (PP-SE), que presidiu a audiência pública sobre o tema, realizada na terça-feira (14), também na CAS, manifestou apoio ao aperfeiçoamento da proposta. “Quem tem experiência com empregabilidade no país olha para o texto e enxerga a necessidade de ajustes. Não somos contra a medida, mas precisamos de um enquadramento melhor e definições mais claras sobre o que há no texto e no mundo do trabalho”, disse. Segundo o parlamentar, embora esteja em tramitação desde 2019, as transformações ocorridas no mercado de trabalho reforçam a necessidade de aperfeiçoar o Estatuto do Aprendiz antes de sua aprovação definitiva. CNT defende adequações para o transporte A Confederação Nacional do Transporte reconhece a aprendizagem profissional como uma importante política pública de inclusão social e de formação de jovens para o mercado de trabalho. No entanto, propõe que o projeto considere as especificidades de setores cujas atribuições exijam requisitos técnicos e legais incompatíveis com os contratos de aprendizagem. A entidade apresentou um conjunto de sugestões para adequar o texto à realidade operacional do transporte brasileiro, preservando a efetividade da política de aprendizagem e garantindo mais segurança jurídica às empresas. Entre as sugestões, está a exclusão da base de cálculo das cotas de aprendizagem das ocupações que exigem CNH profissional, idade mínima prevista em lei, cursos especializados obrigatórios, exames toxicológicos, licenças ou autorizações específicas, além de tarefas desenvolvidas em ambientes incompatíveis com a formação de aprendizes. Ao mesmo tempo, o Sistema Transporte sustenta o fortalecimento da aprendizagem em funções plenamente compatíveis com a formação técnico-profissional, como rotinas administrativas, atendimento, tecnologia, logística interna, planejamento, almoxarifado, gestão documental e manutenção realizada em ambientes seguros. Para a CNT, adaptar o Estatuto do Aprendiz às características do setor não significa reduzir oportunidades para os jovens, mas direcionar os contratos de aprendizagem para funções em que o processo formativo possa ocorrer com segurança, efetividade e em conformidade com a legislação. Atualmente, cerca de 45% dos empregos no setor estão concentrados em cargos diretamente relacionados à condução de veículos, atribuições que exigem idade mínima, CNH (Carteira Nacional de Habilitação) profissional, cursos especializados e outros requisitos previstos em lei. Além disso, o setor enfrenta escassez de mão de obra qualificada. Dados da Confederação mostram que 65,1% das empresas apontam o cargo de motorista como o de maior dificuldade de contratação, enquanto 44,6% informam possuir vagas abertas. O transporte rodoviário de cargas responde por 64,85% da matriz nacional de transporte de cargas, concentra cerca de 44% da receita do setor e mantém aproximadamente 1,3 milhão de vínculos formais de trabalho. Por Agência CNT Transporte Atual

FETRANSUL 35 ANOS – Transporte e Logística vivem um período de grandes desafios

A Federação das Empresas de Logística e Transporte de Cargas do RS celebra 35 anos de representação de uma atividade vital para a economia do RS.  Em um estado onde 85% da matriz modal de transporte compete ao rodoviário, o desafio da produtividade é ainda maior do que em outras unidades da federação. Nossas empresas cumprem uma função estratégica para a integração econômica do Rio Grande do Sul ao sistema nacional. Compõem a representação da Fetransul doze Sindicatos Empresariais situados em cidades base do transporte rodoviário de cargas. Articulados regionalmente, estes Sindicatos estruturam as demandas de suas bases e trabalham em conjunto com a Federação e a Confederação Nacional do Transporte (CNT) conforme a abrangência das pautas. Outro papel importante que a Fetransul cumpre, em conjunto com a Fetergs – Federação das Empresas de Transportes Rodoviários do RS (Passageiros), é a representação do Sistema S do Transporte (SEST/SENAT) no RS, por meio de seu Conselho Regional. No estado presentemente funcionam 15 unidades do SEST SENAT. Ao transcurso dos 35 anos o setor de Transporte e Logística vivencia um período pré-eleitoral quando ganha efervescência o debate de temas cruciais para a economia nacional e do RS. A Federação está trabalhando para que as pautas desta atividade tenham a atenção dos futuros gestores públicos. A adoção de um planejamento de Estado e não apenas de governos possa ganhar espaço, é um dos pressupostos que a Entidade tem levado aos candidatos. A infraestrutura rodoviária, com particular atenção no RS, demanda investimentos que possibilitem assegurar ganhos de produtividade para toda a economia regional. Francisco Cardoso, presidente da Fetransul, confia que bons projetos de governo podem promover o tão esperado desenvolvimento, sempre alicerçados no diálogo permanente entre a sociedade e os eleitos. “O transportador continua acreditando no potencial do setor, e mesmo diante de um cenário desafiador, trabalha para investir e crescer”, conclui. *Conteúdo publicado na coluna FETRANSUL do Jornal do Comércio, 17/07

Fim da escala 6×1 pode custar R$ 12 bi por ano a transportes, estima CNTBrasília

Presidente da entidade acredita que eventual aprovação da medida possa agravar quadro de escassez de mão de obra e pressionar custos do setor A Confederação Nacional do Transporte (CNT) estima impacto anual direto de quase R$ 12 bilhões para o setor, por meio de aumento de custos em todos os modais, caso o Congresso aprove a proposta de emenda à Constituição (PEC) que prevê o fim da escala de trabalho 6×1. Em entrevista ao Valor, o presidente da CNT, Vander Costa, alertou para outros impactos da medida sobre o setor, como o agravamento da escassez de mão de obra, em um momento em que já faltam profissionais para atender à demanda, e o estímulo à informalidade. A proposta também pode afetar o transporte urbano de passageiros, para além do aumento dos custos, com reflexos na prestação dos serviços à população. Segundo Costa, empresas do segmento estão mapeando os possíveis efeitos da mudança e avaliar medidas que poderão ser adotadas. Ele pleiteia que o Senado promova um debate amplo sobre o tema. Como caminho, a CNT defende que as escalas de trabalho sejam definidas por negociações coletivas. “Não entendemos que tem que engessar a jornada em uma emenda constitucional”, diz. Costa ainda ressalta que o custo da medida seria arcado por todos os brasileiros, no custo da passagem e no aumento do custo de carga. Em paralelo, a CNT acompanha outras frentes no Congresso, como a tramitação da Medida Provisória (MP) do Frete, que endurece as regras e as punições para o descumprimento do piso mínimo do frete. O texto, que perde validade na próxima quinta-feira (16), foi aprovado pela Câmara dos Deputados com alterações que, na avaliação da entidade, são de difícil aplicação, como o piso salarial para motoristas de longa distância. Questionado sobre o prazo para a votação da MP no Senado e o risco de uma mobilização dos caminhoneiros, Costa avaliou que a possibilidade é remota. “Só tem medo de greve quem não está no setor”, afirmou. Confira os principais trechos: Escala 6×1Estimamos impacto anual de quase R$ 12 bilhões, mas o que mais nos preocupa não é o impacto financeiro, pois isso vai passar para preço, vai gerar inflação, mas é a falta de mão de obra. Temos hoje 2,5 milhões de trabalhadores no transporte e já está faltando para diversos setores. Estamos realizando simulações para saber o que pode ser feito, apesar de ainda estarmos trabalhando no Senado para o que o debate seja feito de forma mais clara. Esperamos que seja decidido o que for melhor para a sociedade, e não para um grupo. Transporte urbanoO menor impacto que pode ter é o aumento de custos. Ao precisar de mais motorista ou ter que pagar hora extra, o custo da prefeitura será maior e vai se investir no transporte público aquilo que poderia estar para outras atividades. Uma alternativa, que algumas operadoras começaram a simular, é a redução da quantidade de viagens, principalmente no fim de semana. O que aconteceria? O trabalhador, na sua folga, vai ficar na fila de ônibus esperando. Outra opção é aumentar a capacidade dos ônibus, com o biarticulado, mas é uma solução de longo prazo. Proposta da CNTDefendemos que a evolução venha por negociação coletiva, é isso que tem dado certo no Brasil. A Constituição fala de jornada de até 44 horas semanais, a média no Brasil é 38 horas, isso mostra que setores que podem dar mais folgas já trabalham dessa forma. Mas eu não posso colocar isso como regra no transporte, que tem que ser 7×7. “Não entendemos que tem que engessar a jornada em uma emenda constitucional” Regra de transiçãoSe tiver que fazer, defendemos uma regra de transição mais lenta. É mais fácil para o empresário absorver o aumento do custo se for uma hora por ano do que se colocar duas em dois meses. Se tiver um ano para se adaptar, que haja alternativas que façam com que a população não sofra com a inflação. MP do FreteHouve mudanças na Câmara que são quase inaplicáveis, como o salário mínimo para motorista de longa distância. É matéria estranha à MP. Outro ponto que preocupa é em relação ao cadastro do motorista. Para reduzir roubo de carga, tivemos que investir muito em gerenciamento de risco, e essas empresas não autorizam carregar por diversos motivos, como inadimplência, pois o que está com dívida é mais propenso a ser aliciado. Colocaram que só pode ser recusado quem foi condenado com trânsito em julgado. Entendemos que pode abrir mais espaço para roubo de carga. Risco de greveÉ muito difícil ter uma reação da categoria. Só tem medo de greve quem não está no setor. Se por acaso houver alguns motins, se a polícia cumprir a obrigação de dar o direito de manifestação para quem quiser, mas deixar o direito de ir e vir, não tem possibilidade de greve. Subvenção ao combustívelCom a volta dos ataques, tudo pode mudar. Talvez seja melhor aguardar. Pior do que ter diesel caro é não ter diesel. Estou vendo que o governo está fazendo um esforço muito grande para poder ter o menor impacto econômico na bomba, mas tem que ter responsabilidade fiscal também. Para melhorar a situação, tem que aumentar a capacidade de refino, para no futuro não sermos mais dependentes da importação. JurosO juro é alto no Brasil pois o governo gasta muito. Quando começarmos a gerar superávit de forma efetiva, os juros vão cair. O dano do juro alto pode ser pior do que o preço do óleo diesel. Para o setor, traz falta de investimento na renovação da frota. É preciso reduzir a Selic para reduzir o custo do financiamento. Pleitos aos presidenciáveisPretendemos levar sugestões para incentivar o transporte coletivo e continuar a maior capacidade de investimentos na infraestrutura de transporte, nos preocupamos muito com a intermodalidade. Defender investimentos, mas com responsabilidade fiscal. Eventos climáticos extremosTemos investido onde tivemos problemas, mas é muito pouco. Temos empresários mais preocupados com a renovação da frota, estudando combustíveis alternativos. El NiñoSempre que tem uma

Tráfego na Ponte Anita Garibaldi, no Sul de Santa Catarina, é interrompido para reparo emergencial

A Ponte Anita Garibaldi teve seu tráfego interrompido para veículos na noite da última quinta-feira, 9, segundo comunicado divulgado pela ViaCosteira. De acordo com a concessionária, a interdição é necessária para realização de um reparo emergencial na estrutura, entre os km 312 e 315 da BR-101 Sul/SC, nos sentidos Norte e Sul. Segundo o comunicado, a ViaCosteira realiza monitoramento permanente da ponte Anita Garibaldi, por meio de inspeções e avaliações técnicas periódicas da estrutura. Com base nos resultados mais recentes dessas análises, foi identificada a necessidade de um reparo emergencial. Como medida preventiva para garantir a segurança dos motoristas será necessário o bloqueio total para realização da atividade. Os trabalhos deverão prosseguir até o dia 20 de julho, quando está prevista a liberação parcial do tráfego em ambos os sentidos. Após essa etapa, outras intervenções seguirão sendo executadas na estrutura. Desvio de tráfego durante período das atividades Sentido Norte (Florianópolis) Os veículos deverão acessar o desvio no km 315 (bairro Bananal), passando por baixo da BR-101 e seguindo pela via marginal em direção à Ponte de Cabeçudas. A partir desse ponto, o trajeto continua até as proximidades do Líder Atacadista, pela pista marginal, que operará temporariamente em mão dupla durante o período das obras. Velocidade máxima permitida na via marginal: 20km/h Sentido Sul (Porto Alegre) O desvio será realizado a partir do km 310 da BR-101. Os veículos serão direcionados para a via marginal, seguindo pela Ponte de Cabeçudas até o bairro Bananal, onde poderão retornar à pista expressa. Velocidade máxima permitida na via marginal: 20km/h Atenção a sinalização Os desvios estarão devidamente sinalizados com reforço 24h. A ViaCosteira reforça a importância de os motoristas redobrarem a atenção ao trafegar pela região e respeitarem toda a sinalização implantada, a velocidade limite, bem como as orientações das equipes operacionais. Fonte e foto: ViaCosteira

CNT e Frente Parlamentar Brasil-Asean discutem cooperação para fortalecer transporte e logística

Encontro tratou de oportunidades de intercâmbio internacional, inovação, qualificação profissional e aproximação institucional entre o Brasil e os países do Sudeste Asiático A ampliação do diálogo sobre transporte, logística e intercâmbio internacional foi tema de reunião entre o Sistema Transporte e a Frente Parlamentar Mista Brasil-Asean (Associação de Nações do Sudeste Asiático), na quinta-feira (9). A gerente executiva do Poder Legislativo da CNT, Andrea Cavalcanti, recebeu o secretário-geral da Frente, Alex Kawano, para tratar de agendas de interesse do setor transportador. Durante a reunião, Andrea Cavalcanti apresentou a atuação da CNT no acompanhamento das pautas do transporte no Congresso Nacional e na articulação institucional com o poder público, destacando o trabalho desenvolvido pela Confederação em defesa dos interesses do setor. Na ocasião, Alex Kawano apresentou as ações da Frente Parlamentar Mista Brasil-Asean para ampliar as relações entre o Brasil e os países que integram o bloco. A Frente é uma iniciativa multipartidária do Congresso Nacional voltada ao fortalecimento da interlocução e da cooperação com a região, por meio do relacionamento entre parlamentares, representantes diplomáticos e setores público e privado. A Asean reúne dez países do Sudeste Asiático e representa um mercado de mais de 650 milhões de habitantes, com PIB (Produto Interno Bruto) combinado estimado em cerca de US$ 3 trilhões. Alguns dos objetivos do colegiado são a expansão das relações institucionais, comerciais e de investimento, a promoção do intercâmbio de experiências e a identificação de oportunidades de relacionamento entre o Brasil e os países do bloco. Entre os temas debatidos estiveram as missões internacionais promovidas pelas instituições e a possibilidade de aprofundar a troca de experiências sobre tecnologias, modelos operacionais e soluções aplicadas ao transporte e à logística. A reunião também abordou a atuação do IAP (Instituto Ásia-Pacífico), iniciativa vinculada à Frente Brasil-Asean dedicada à produção de conhecimento e à articulação entre os setores público e privado. Foram apresentadas ações nas áreas de inteligência de mercado, relações institucionais, capacitação, eventos e missões comerciais para os países da região. Ao final do encontro, Andrea Cavalcanti entregou a Alex Kawano a Agenda Institucional Transporte & Logística 2026, publicação elaborada anualmente pela CNT que reúne e analisa as principais proposições em tramitação no Congresso Nacional com impacto sobre o setor transportador. O documento apresenta o posicionamento da Confederação sobre os temas acompanhados e subsidia o diálogo com parlamentares e demais atores envolvidos no processo legislativo. Por Agência CNT Transporte Atual

SEST SENAT conquista reconhecimento inédito entre as Melhores Empresas para Trabalhar na Saúde

Instituição conquista a 15ª colocação no ranking GPTW Saúde e amplia a série de reconhecimentos obtidos em 2026 O SEST SENAT passou a integrar, pela primeira vez, o ranking das Melhores Empresas para Trabalhar na Saúde, elaborado pela GPTW (Great Place to Work). Em sua estreia na premiação, a instituição conquistou a 15ª colocação na categoria Grandes Empresas. O resultado foi anunciado durante cerimônia realizada no início de julho, em São Paulo (SP). O ranking reúne organizações que se destacam pela qualidade do ambiente de trabalho e pela experiência oferecida aos colaboradores. Na categoria Saúde, a avaliação considera critérios como confiança, respeito, credibilidade, imparcialidade, orgulho e espírito de equipe, reconhecendo empresas que desenvolvem uma cultura organizacional sólida. Para o SEST SENAT, a conquista reforça a cultura institucional de valorização das pessoas e demonstra que o ambiente de trabalho está alinhado à missão de promover saúde, qualidade de vida e educação para a empregabilidade e a longevidade dos trabalhadores do transporte e de suas empresas. A diretora executiva nacional do SEST SENAT, Nicole Goulart, destaca que investir em um ambiente baseado na confiança, no respeito, na colaboração e no desenvolvimento das pessoas fortalece o engajamento das equipes. “Esta conquista inédita é resultado da dedicação de cada pessoa que faz do SEST SENAT um lugar cada vez melhor para trabalhar e cuidar de pessoas”, afirmou. O gerente executivo de Promoção Social do SEST SENAT, Jean Michel Brault, ressaltou que o resultado é fruto do trabalho desenvolvido em toda a instituição. “Os coordenadores de Promoção Social das Unidades Operacionais e os técnicos que conduzem as equipes no dia a dia tiveram papel fundamental ao transformar as diretrizes institucionais em práticas de cuidado, confiança, respeito e desenvolvimento”, disse. Certificação GPTW O resultado no ranking da Saúde soma-se a outra importante conquista obtida pelo SEST SENAT em 2026. Pelo quarto ano consecutivo, a instituição recebeu a certificação GPTW, concedida às organizações que se destacam pela excelência do ambiente de trabalho. A certificação é baseada na percepção dos próprios colaboradores. Neste ano, 80% do quadro de empregados participou, de forma voluntária e anônima, da Pesquisa de Clima Organizacional. O índice de satisfação alcançou 86%, evidenciando a confiança das equipes e a avaliação positiva sobre o ambiente de trabalho. A certificação reconhece organizações que promovem relações pautadas na credibilidade, no respeito, na colaboração e nas oportunidades de desenvolvimento profissional. Reconhecimentos em 2026 Além dos resultados nacionais, o SEST SENAT também se destacou em rankings regionais da GPTW. Em diferentes estados e regiões do país, Unidades Operacionais figuraram entre as organizações mais bem avaliadas. Em 2026, os resultados foram: O que é a GPTW? Criada há mais de 30 anos, a Great Place to Work é referência mundial na avaliação de clima organizacional. Sua metodologia considera a percepção dos colaboradores sobre a cultura das organizações e reconhece empresas que mantêm ambientes de trabalho baseados em confiança, respeito, ética e desenvolvimento das pessoas. Por Agência CNT Transporte Atual

Sistema Transporte recebe lideranças da J&T Express para discutir cooperação e desenvolvimento do setor

Visita institucional abordou qualificação profissional, expansão logística, inovação e oportunidades de cooperação entre as instituições O Sistema Transporte recebeu, na quinta-feira (9), representantes da J&T Express, uma das principais empresas de logística e transporte do país, para uma visita institucional voltada ao fortalecimento do relacionamento entre as instituições e à discussão de iniciativas capazes de impulsionar o desenvolvimento do transporte e da logística no Brasil. Participaram do encontro, pelo Sistema Transporte, o presidente, Vander Costa; o diretor de Relações Institucionais da CNT, Valter Souza; a diretora executiva nacional do SEST SENAT, Nicole Goulart; a diretora adjunta do ITL, Eliana Costa; e a gerente de Relacionamento Corporativo do SEST SENAT, Jamile Antunes. A delegação da J&T Express foi composta pelo vice-presidente, Charlles Wang; pelo diretor regional, Cunchao Wang; e pela gerente jurídica, Bruna Dias. Durante a reunião, os representantes da empresa apresentaram os projetos estratégicos da J&T Express para os próximos anos e um panorama das operações no Brasil. Entre os destaques estiveram a expansão da infraestrutura logística, os investimentos em tecnologia, o crescimento do comércio eletrônico e as perspectivas de expansão da companhia até 2027. Outro tema da pauta foi o relacionamento da empresa com o SEST SENAT. Atualmente, a J&T Express está entre as maiores contribuintes da instituição e vem ampliando o uso dos serviços oferecidos aos trabalhadores do transporte. Dados apresentados durante o encontro apontam crescimento tanto no número de beneficiários atendidos quanto nas contribuições destinadas às ações de qualificação profissional e promoção da qualidade de vida. As instituições também discutiram oportunidades para ampliar essa cooperação por meio de programas de desenvolvimento profissional, soluções corporativas, iniciativas de saúde e segurança, projetos de inclusão e participação em missões internacionais e programas de capacitação executiva promovidos pelo Sistema Transporte. Sobre a J&T Express A J&T Express integra uma rede logística internacional presente em 13 países e iniciou suas operações no Brasil em 2022. Atualmente, atende todos os municípios brasileiros e conta com uma estrutura formada por centenas de pontos de distribuição. A empresa mantém investimentos contínuos em automação, ampliação da capacidade logística e geração de empregos, acompanhando o crescimento acelerado do comércio eletrônico no país. Por Agência CNT Transporte Atual

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