A Federação das Empresas de Logística e Transporte de Cargas do RS celebra 35 anos de representação de uma atividade vital para a economia do RS. Em um estado onde 85% da matriz modal de transporte compete ao rodoviário, o desafio da produtividade é ainda maior do que em outras unidades da federação. Nossas empresas cumprem uma função estratégica para a integração econômica do Rio Grande do Sul ao sistema nacional.
Compõem a representação da Fetransul doze Sindicatos Empresariais situados em cidades base do transporte rodoviário de cargas. Articulados regionalmente, estes Sindicatos estruturam as demandas de suas bases e trabalham em conjunto com a Federação e a Confederação Nacional do Transporte (CNT) conforme a abrangência das pautas.
Outro papel importante que a Fetransul cumpre, em conjunto com a Fetergs – Federação das Empresas de Transportes Rodoviários do RS (Passageiros), é a representação do Sistema S do Transporte (SEST/SENAT) no RS, por meio de seu Conselho Regional. No estado presentemente funcionam 15 unidades do SEST SENAT.
Ao transcurso dos 35 anos o setor de Transporte e Logística vivencia um período pré-eleitoral quando ganha efervescência o debate de temas cruciais para a economia nacional e do RS. A Federação está trabalhando para que as pautas desta atividade tenham a atenção dos futuros gestores públicos. A adoção de um planejamento de Estado e não apenas de governos possa ganhar espaço, é um dos pressupostos que a Entidade tem levado aos candidatos.
A infraestrutura rodoviária, com particular atenção no RS, demanda investimentos que possibilitem assegurar ganhos de produtividade para toda a economia regional. Francisco Cardoso, presidente da Fetransul, confia que bons projetos de governo podem promover o tão esperado desenvolvimento, sempre alicerçados no diálogo permanente entre a sociedade e os eleitos. “O transportador continua acreditando no potencial do setor, e mesmo diante de um cenário desafiador, trabalha para investir e crescer”, conclui.
*Conteúdo publicado na coluna FETRANSUL do Jornal do Comércio, 17/07



