SEST SENAT e MDS avançam em projeto conjunto de inclusão de pessoas

A iniciativa é voltada para qualificar, gratuitamente, pessoas e famílias de baixa renda, em situação de risco e vulnerabilidade, cadastradas no CadÚnico e inscritos no Programa Bolsa Família O SEST SENAT e o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS) realizaram, nesta semana, uma reunião para avaliar as ações em andamento e estabelecer diretrizes para os projetos conjuntos. A parceria utiliza a expertise do SEST SENAT para oferecer, gratuitamente, qualificação profissional às pessoas e famílias de baixa renda, em situação de vulnerabilidade e risco social, cadastradas no CadÚnico (Cadastro Único) do governo federal, além de beneficiários do Programa Bolsa Família. Participaram da reunião, pelo MDS, o diretor do Departamento de Apoio à Inserção no Trabalho, Saumíneo da Silva Nascimento; o coordenador de Apoio à Inserção no Trabalho, Paulo Lima; e a gerente de projetos, Adriana Correia. Pelo Sistema Transporte, estiveram presentes a gerente executiva de Negócios do SEST SENAT, Luciana Malamin; a gerente executiva de Relações com o Poder Executivo, da CNT, Danielle Bernardes; e a analista do SEST SENAT Sthephanye Gava. Na ocasião, foram definidas as prioridades para 2025, com base nos resultados alcançados neste ano, por meio de um acordo de cooperação firmado entre o presidente do Sistema Transporte, Vander Costa, e o ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Wellington Dias. O SEST SENAT contribuirá compartilhando os cadastros do Programa Mais Motoristas para o cruzamento com a base de dados do CadÚnico. Nesse contexto, está prevista a integração da plataforma Emprega Transporte, do SEST SENAT, com os sistemas correlatos do governo federal, promovendo um maior alinhamento e a eficiência nas iniciativas conjuntas. As Feiras de Empregabilidade e as capacitações do projeto Conexão RH, realizadas pelo SEST SENAT, também devem contar com a participação do MDS. Além disso, será dada prioridade à formação de mulheres nos projetos de qualificação profissional. O Ministério contribuirá com o acesso ao CadÚnico, o apoio técnico e a divulgação das iniciativas. Também fazem parte de suas atribuições o acompanhamento e a avaliação da execução das ações desenvolvidas em parceria, garantindo sua efetividade e seu impacto. Por Agência CNT Transporte Atual

Abralog homenageia CNT pelos 70 anos de atuação em prol do setor transportador

A CNT foi a primeira sócia-apoiadora da Abralog A CNT (Confederação Nacional do Transporte) foi homenageada pelos seus 70 anos de atuação durante a cerimônia do 21º Prêmio Abralog de Logística, realizada nessa quarta-feira (11), na sede da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), na capital paulista. A Confederação tem uma longa parceria com a Abralog (Associação Brasileira de Logística), sendo sua primeira sócia-apoiadora.  Durante a solenidade, Bruno Batista, diretor executivo da CNT e membro do Conselho Consultivo da Abralog, destacou os desafios logísticos enfrentados pelo Brasil, mencionando a infraestrutura precária e o impacto disso nas empresas. Ele apontou que, “apesar das dificuldades, é possível melhorar o desempenho empresarial por meio de dados sólidos e parcerias estratégicas, como a da CNT com a Abralog”.  Bruno Batista enfatizou a importância de estudos técnicos para embasar decisões e melhorar a competitividade, destacando que a qualidade das rodovias brasileiras permanece no mesmo nível de 15 anos atrás. O Prêmio Abralog, segundo ele, celebra empresas que se sobressaem mesmo em um ambiente tão desafiador. Ainda na cerimônia, a Abralog anunciou importantes iniciativas para 2025. Entre as novidades, estão a criação dos Comitês de Multimodalidade, Excelência Operacional e Agronegócio, o projeto de interiorização da logística no Brasil, a 3ª Semana ESG e o fortalecimento do Interlog Summit, que se consolida como um dos principais eventos de logística do país.  A premiação O Prêmio Abralog de Logística é o mais tradicional reconhecimento do setor, destacando as melhores práticas e promovendo uma vitrine para empresas que se destacam em desempenho e inovação, além de valorizar os profissionais que fazem a diferença na área.  O presidente da Abralog, Pedro Moreira, reforça a relevância da premiação: “O Prêmio Abralog de Logística é um marco para o setor, pois não apenas celebra as inovações e melhores práticas, mas também incentiva o crescimento e a profissionalização do mercado logístico brasileiro. Cada edição revela o talento e a criatividade de nossos profissionais e empresas”.   As categorias do Prêmio abrangem diversas áreas estratégicas da logística: Automação, Tecnologia da Informação e Novas Tecnologias; Sistemas de Movimentação, Armazenagem e Embalagem; Logística 4.0, Tecnologias Disruptivas e E-business; Multimodalidade, Infraestrutura, Terminais e Condomínios Logísticos; Colaboração e Parcerias em Logística; ESG, Descarbonização e Transição Energética em Logística; e Estudante de Logística. Por Agência CNT Transporte Atual

PEC da Infraestrutura, principal pleito da Agenda Institucional da CNT, é aprovada na CCJC da Câmara

A proposta que garante reinvestimento de outorgas em transporte é um marco para o setor e segue para nova fase de tramitação na Câmara dos Deputados A PEC (Proposta de Emenda à Constituição) nº 01/2021, que determina o reinvestimento de 70% dos recursos obtidos com outorgas onerosas no setor de infraestrutura, teve sua admissibilidade aprovada pela CCJC (Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania) da Câmara dos Deputados na noite dessa quarta-feira (11). A proposta, fruto de um amplo diálogo entre a CNT (Confederação Nacional do Transporte), a Frenlog (Frente Parlamentar de Logística e Infraestrutura) e o Parlamento, aguarda agora a criação de uma comissão especial que vai deliberar sobre seu mérito antes de ser encaminhada ao Plenário. De autoria do senador Wellington Fagundes (PL/MT) e de outros, a PEC tem como objetivo sanear a defasagem histórica nos investimentos públicos em infraestrutura de transporte no Brasil. O texto estabelece que os valores arrecadados com outorgas de obras e serviços de transporte aéreo, aquaviário e terrestre sejam destinados ao desenvolvimento do próprio setor, com foco em regiões mais carentes e sem viabilidade para serem concedidas. Segundo o diretor de Relações Institucionais da CNT, Valter Souza, a admissibilidade da PEC é uma resposta concreta à necessidade de fortalecer a infraestrutura de transporte no país. “A limitação orçamentária tem comprometido o desenvolvimento de modais fundamentais, como o rodoviário, ferroviário, aéreo e aquaviário. A proposta garante que recursos essenciais sejam reinvestidos no setor, promovendo avanços e corrigindo disparidades regionais”, destaca Valter. Com a admissibilidade aprovada, o próximo passo é a formação de uma comissão especial que avaliará o mérito da proposta. Posteriormente, o texto será submetido à votação em dois turnos no Plenário da Câmara. Caso seja aprovado, representará um avanço significativo para o transporte nacional, garantindo mais eficiência e competitividade ao setor.  A PEC, batizada de PEC da Infraestrutura, insere o art. 175-A na Constituição Federal de 1988 e estabelece um prazo de cinco anos para que os recursos arrecadados sejam aplicados. A proposta já havia sido aprovada pelo Senado e agora avança na Câmara, com a relatoria da deputada federal Laura Carneiro (PSD-RJ) na CCJC. Esse avanço reforça a importância da Agenda Institucional da CNT, que busca soluções estruturais para o setor de transporte, a fim de contribuir, de forma significativa, para o desenvolvimento socioeconômico do Brasil. Por Agência CNT Transporte Atual

Transporte e mobilidade ganham destaque com a CNT no 52º Encontro Nacional de Economia

Painel promovido pela Confederação destaca soluções para os desafios de infraestrutura no Brasil e a importância da parceria entre investimentos público e privado A CNT (Confederação Nacional do Transporte) marcou presença como patrocinadora do 52º Encontro Nacional de Economia da Anpec (Associação Nacional dos Centros de Pós-Graduação em Economia), que ocorre entre 10 e 13 de dezembro, em Natal (RN). A CNT promoveu um painel especial na tarde dessa quarta-feira (11), com o objetivo de fomentar a discussão sobre os desafios da infraestrutura de transporte e mobilidade no Brasil e sobre como o investimento privado pode complementar o público. O evento é o maior do país na área de economia e reúne pesquisadores, economistas e especialistas para apresentar estudos inéditos e fomentar debates sobre temas de relevâncias nacional e internacional. O painel coordenado pela CNT abordou os desafios da infraestrutura de transporte e mobilidade no Brasil, que contou com a moderação da gerente executiva de Economia da Confederação, Fernanda Schwantes, e a presença de renomados especialistas nacionais e internacionais, como: o assessor do AIIB (Banco Asiático de Investimentos em Infraestrutura) para o Brasil e a América Latina, Boris Utria; o coordenador de estudos e pesquisas do Escritório Técnico de Estudos Econômicos do Banco do Nordeste, Fernando Viana; o superintendente do Banco do Nordeste no Rio Grande do Norte, Sartre Praxedes; e o economista da CNT, Carlos Espinel. O vice-presidente da CNT, Eudo Laranjeiras, prestigiou o evento e ponderou que os problemas nas infraestruturas trazem impactos sociais e ambientais significativos, como o elevado número de acidentes em rodovias e o consumo desnecessário de óleo diesel. Ele também apontou aos bancos que são necessárias novas linhas de crédito, cujos financiamentos contribuam para a descarbonização do setor. Segundo a gerente executiva de Economia da Confederação, Fernanda Schwantes, a CNT monitora constantemente a execução orçamentária do governo federal, especialmente no que diz respeito às obras de infraestrutura. “Observamos que, há décadas, o investimento público é insuficiente para ampliar a oferta e a qualidade das infraestruturas de transporte no país. Por isso, convidamos para esse Encontro especialistas com o intuito de discutirmos o papel da iniciativa privada e como instituições financeiras podem complementar esses investimentos”, explicou. Fernanda Schwantes destacou, ainda, que o debate com a maior rede de economistas do país robustece as análises elaboradas pela CNT. Além disso, a CNT pôde apresentar os principais estudos técnicos que tem desenvolvido na área, nos últimos anos, elaborados para subsidiar a tomada de decisão dos transportadores e as políticas públicas direcionadas ao setor. Durante o painel, os participantes abordaram questões críticas, como a identificação dos problemas de infraestrutura, o impacto da baixa qualidade sobre o setor de transporte e as oportunidades de financiamento para obras prioritárias. O economista da CNT, Carlos Espinel, trouxe números expressivos do setor para enriquecer o debate. “O setor de transporte representa mais de 3% do PIB (Produto Interno Bruto) do país e emprega 5% da força de trabalho formal. Ainda assim, os investimentos em infraestrutura de transporte correspondem a apenas 0,14% do PIB, muito abaixo do nível ideal. Na década de 1970, esse percentual chegou próximo a 2%”, ponderou. O evento é promovido pela Anpec, instituição que, há mais de 50 anos, estimula a troca de conhecimento entre economistas e profissionais de áreas afins. Além de trazer discussões técnicas e científicas, o Encontro Nacional de Economia valoriza debates voltados à realidade brasileira, como a transição energética no Nordeste e as possibilidades de financiamento de infraestrutura resiliente a tragédias climáticas – temas que dialogam diretamente com os desafios enfrentados pelo setor de transporte. Por Agência CNT Transporte Atual

CNT dá início à parceria com a Ambipar para fortalecer o papel do transporte nas ações de descarbonização

A ideia é realizar conjuntamente o inventário de emissões do setor de transporte no Brasil, para levar à COP30 (Conferência das Partes) e identificar as reais necessidades de mitigação A CNT (Confederação Nacional do Transporte) e a Ambipar, empresa especializada em gestão ambiental, realizaram, nesta semana, a primeira de uma série de reuniões técnicas para criar, em conjunto, o inventário de gases de efeito estufa do setor de transporte brasileiro, que será publicado em 2025. O principal objetivo será atualizar as informações quantitativas de emissões setoriais, incluindo todos os modos de transporte: rodoviário, aquaviário, ferroviário e aéreo. Participaram do encontro, representando a CNT, o diretor executivo, Bruno Batista; o assessor técnico Jader Vaz; a gerente ambiental, Erica Marcos; e o analista sênior Gustavo Willy. Pela Ambipar, estiveram presentes Mayara Ramos (especialista em mudanças climáticas); Bruna Guimarães (especialista em riscos climáticos); Michele Gama (especialista em ESG); Quenia Lyrio (consultora em ESG); Hugo de Andrade (consultor em sustentabilidade); Henrique Dutra (líder em ESG); Ludmila Silva (consultora em ESG); e Luiz Furlan (risk officer da Ambipar ESG). Com essa iniciativa, a CNT busca criar um inventário com base em dados científicos, utilizando metodologias reconhecidas internacionalmente. A expectativa é que o resultado possa subsidiar decisões estratégicas do setor em temas como transição energética e mercado de carbono. Trata-se do primeiro levantamento atualizado e exclusivo sobre esse tema, cujo objetivo é embasar o transporte em negociações internacionais e nacionais que promovam tecnologias limpas e a neutralização de emissões como metas prioritárias. “A medida visa gerar informações confiáveis que permitam identificar o real status de emissões do setor de transporte, viabilizando ações fundamentadas que tragam ganhos ao setor e ao meio ambiente”, destaca Bruno Batista, diretor executivo da CNT. Por Agência CNT Transporte Atual

Tribunal Superior do Trabalho modifica a sistemática recursal nas decisões de admissibilidade do recurso de revista

Comentários sobre Resolução nº 224/2024 e alteração da Instrução Normativa nº 40/2016. O Tribunal Superior do Trabalho (TST) publicou a Resolução nº 224/2024, promovendo importante alteração na regra de processamento de Recurso de Revista. As regras têm vigência para as decisões de admissibilidade recursal publicadas a partir de 28 de dezembro de 2024. A Resolução introduziu o artigo 1°- A na Instrução Normativa n° 40/2016, fixando que as decisões dos Tribunais Regionais denegatórias de seguimento a Recurso de Revista interposto contra acórdão que esteja em conformidade com Precedente Vinculante do T.S.T., em demandas repetitivas, serão recorríveis, exclusivamente, por meio da interposição de Agravo Interno. Dito Agravo Interno será julgado pelos próprios Tribunais Regionais do Trabalho, de acordo com suas regras regimentais, em decisão irrecorrível. A Resolução passa a prever (i) a possibilidade de interposição simultânea de Recursos, em decisões denegatórias não baseadas nos Precedentes Vinculantes do TST; (ii) compatibiliza normas do processo do trabalho com os dispositivos do Código de Processo Civil, como os artigos 988, 1.021 e 1.030, assegurando maior clareza e segurança jurídica nas fases recursais; (iii) evita dúvidas e divergências interpretativas, proporcionando mais previsibilidade às partes envolvidas. A Resolução 224/2024 introduz a obrigação das partes impugnarem simultaneamente as decisões denegatórias, quando se tratarem de questões não relacionadas aos Precedentes. A medida adapta as normas processuais, visando reforçar o papel dos Precedentes/TST, o que contribui para a consolidação de entendimentos uniformes, além de questões já pacificadas. Porto Alegre, 11 de dezembro de 2024. Ronaldo Vanin Assessor jurídico da FETRANSUL

Transportadores de SP mostram confiança na economia atual, mas expectativas para os próximos 6 meses pioram

A constatação está no Índice CNT de Confiança do Transportador, apurado com empresários do transporte rodoviário de cargas no estado Os empresários do transporte rodoviário de cargas (TRC) do estado de São Paulo estão mais confiantes em relação à economia e ao desempenho dos seus negócios. No entanto, a avaliação dos empresários para os próximos seis meses piorou. É o que mostram os resultados da sondagem do Índice de Confiança do Transportador, realizada pela CNT (Confederação Nacional do Transporte) junto ao segmento, divulgada nesta quinta-feira (12). O índice geral de confiança dos transportadores ao final do 2º semestre de 2024 foi de 51,1%, denotando leve redução na confiança em relação ao primeiro semestre do ano, quando o índice foi de 51,9%. A avaliação dos empresários sobre as condições atuais da economia e dos negócios melhorou na comparação entre semestres: o índice foi de 42,0% no primeiro semestre do ano e alcançou 46,3% agora. Apesar da melhora, esse resultado denota baixa confiança, em uma escala que varia de 0 a 100%. O índice de expectativas para os próximos seis meses caiu 3,4 pontos percentuais, passando de 56,9%, no primeiro semestre de 2024, para 53,5% agora, no segundo semestre. “Os empresários estão preocupados com o aumento da carga tributária em função da reforma, uma vez que a alíquota efetiva ainda não foi divulgada, e com o elevado custo para reposição do capital, pois a taxa de juros está elevada”, ressalta Fernanda Schwantes, gerente executiva de economia da CNT. A sondagem do Índice de Confiança do Transportador ocorreu em conjunto com a Fetcesp (Federação das Empresas de Transporte de Cargas do Estado de São Paulo) e a coleta de informações foi realizada entre os dias 5 e 25 de novembro. “A estabilidade no Índice Geral de Confiança dos transportadores rodoviários de cargas aponta para duas direções: o transportador do estado de São Paulo é um lutador, mantendo sua luta e sua jornada de trabalho e uma preocupação, pois a manutenção do índice de confiança no patamar dos 50% aponta que há muito a ser feito e este é o nosso desafio”, presidente da Fetcesp, Carlos Panzan. Acesse aqui a íntegra do relatório Por Agência CNT Transporte Atual

Sistema Transporte divulga tabela de contribuição sindical de 2025

A contribuição sindical está prevista no artigo 149 da Constituição Federal de 1988 e nos artigos 578 a 591 da CLT (Consolidação das Leis do Trabalho). A contribuição é facultativamente recolhida pelos empregadores, no mês de janeiro, e pelos transportadores autônomos, no mês de fevereiro de cada ano. Anteriormente denominada de imposto sindical, a contribuição sindical é essencial para o funcionamento e a manutenção da autonomia das entidades na defesa dos interesses do setor transportador junto às esferas de Poder.  As alíquotas para empregadores e agentes do setor de transporte organizados em firmas ou empresas – e para as entidades ou instituições com capital arbitrado – é escalonada em seis classes, por capital social. Acesse aqui a tabela. Por Agência CNT Transporte Atual

Observatório Fetrancesc: uma plataforma inovadora para acesso de dados do setor de transporte de cargas e logística

A Fetrancesc, Federação das Empresas de Carga e Logística no Estado de Santa Catarina, lançou nesta terça-feira, 10, em sua sede, em Florianópolis, o Observatório Fetrancesc, cuja plataforma inovadora oferece acesso a dados cruciais sobre o setor. Participaram do lançamento autoridades, empresários, sindicatos filiados à federação e membros da imprensa. Desenvolvido ao longo de mais de um ano por uma equipe multidisciplinar, o Observatório representa uma ferramenta essencial para a formulação de políticas públicas, tomada de decisões estratégicas e promoção de soluções para os desafios do transporte. O site reúne dados de fontes oficiais e oferece visualizações por meio de mapas interativos e ferramentas de Business Intelligence (BI). O Observatório Fetrancesc promete ser um recurso valioso para a sociedade e para o desenvolvimento sustentável do setor. Com dados abrangentes sobre infraestrutura, segurança, obras, investimentos, frota de veículos e indicadores econômicos e sociais, a plataforma se posiciona como um pilar de pesquisa e suporte para a tomada de decisões. “Não há como se falar em políticas públicas, sem termos um panorama da importância social e econômica dos nossos instrumentos de transporte, por meio de seus indicadores. Não somente isso, para entender a atual e real situação das nossas rodovias e demais instrumentos de transporte, é necessário compreender os fenômenos ocorridos em nossas vias, como os acidentes mais recorrentes, por tipo e localidade, as multas, as obras futuras e em andamento, os níveis de serviço das rodovias, a quantidade de tráfego, e demais indicadores que nos proporcionem embasamento técnico para a tomada de decisão na avaliação ou reavaliação das políticas públicas de transporte junto aos órgãos competentes”, apontou o coordenador de pesquisa do Observatório Fetrancesc, César Henrique Barzotto Antunes. Durante o evento, o presidente da Fetrancesc, Dagnor Schneider, destacou a importância da iniciativa para o fomento de soluções que atendam às necessidades do setor. “Este projeto reflete o compromisso da Fetrancesc com a inovação e com a busca de soluções eficazes para os desafios enfrentados pelo transporte rodoviário de cargas. Com o Observatório, proporcionamos acesso rápido e preciso a informações essenciais, que servirão como base para decisões estratégicas de empresas, pesquisadores e gestores públicos”, afirmou Schneider. O presidente enfatizou a relevância de oferecer uma ferramenta que permita aos usuários navegarem e explorarem as informações de maneira intuitiva: “Estamos dando um passo importante para um futuro mais informativo e colaborativo, onde as políticas e as práticas do transporte rodoviário são baseadas em dados concretos e análises detalhadas”, completou. O lançamento do Observatório reforça o papel da Fetrancesc como uma entidade proativa e comprometida com o avanço do transporte rodoviário de cargas em Santa Catarina e no Brasil. A nova plataforma já está disponível em www.observatoriofetrancesc.com.br. Pesquisa apresentada A primeira entrega do Observatório Fetrancesc também foi apresentada na tarde desta terça-feira. Trata-se de um estudo que avaliou a proposta de revisão do contrato de concessão da BR-101 Norte pela Autopista Litoral Sul – Arteris. Clique AQUI e acesse o resumo da pesquisa. Fonte: Fetransesc

Cúpula do Mercosul anuncia fechamento de acordo com a União Europeia

Nesta sexta-feira (6/12), ocorreu a 65ª Cúpula de Chefes de Estado do Mercosul, em Montevidéu, no Uruguai. O principal destaque do encontro foi a conclusão definitiva das negociações do Acordo de Parceria entre o Mercosul e a União Europeia, que se estendiam por mais duas décadas. “À luz do progresso alcançado desde 2023, o Acordo de Parceria entre o MERCOSUL e a União Europeia está agora pronto para revisão legal e tradução. Ambos blocos estão determinados para conduzir tais atividades nos próximos meses, com vistas à futura assinatura do acordo”, diz o comunicado conjunto dos estados partes do bloco. Este constitui o maior acordo comercial já concluído pelo Mercosul e uma das maiores áreas de livre comércio bilaterais do mundo. Juntos, os blocos reúnem cerca de 718 milhões de pessoas e economias que, somadas, alcançam aproximadamente US$ 22 trilhões de dólares. Segundo nota do Governo Federal do Brasil, o acordo “abre oportunidades de comércio e investimentos sem comprometer a capacidade para a implementação de políticas públicas em áreas cruciais como saúde, desenvolvimento industrial e inovação”. Também assegura a preservação de espaço para políticas públicas em compromissos sobre compras governamentais, comércio no setor automotivo e exportação de minerais críticos. Os textos acordados serão divulgados nos próximos dias. Em documento divulgado à imprensa, o governo também estimou, sem detalhar, que o acordo terá um impacto de 2,65% sobre as exportações totais (R$ 52,1 bilhões) e de 2,46% sobre as importações (R$ 42,1 bilhões), também em 2044. Apesar da expectativa o acordo ainda terá que passar por longo processo de implementação após a assinatura dos líderes, passando pela análise e aprovação do texto no Congresso de cada país do Mercosul e pelo Parlamento Europeu e pelo Conselho da União Europeia. Cúpula do Mercosul A reunião dos presidentes do Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai marcou o encerramento da presidência pro tempore do Uruguai e sua transferência para a Argentina. No encontro também foi oficializada a entrada do Panamá no bloco de livre comércio do Mercosul. Este é o primeiro país da América Central a se associar ao bloco, que conta com Chile, Colômbia, Equador, Guiana, Peru, Suriname como associados. Eles participam de atividades e reuniões e contam com preferências comerciais. Fonte: ABTI