Edital de Esportes do SEST SENAT forma campeões e amplia inclusão pelo esporte

Com mais de 90 projetos em andamento, a iniciativa fortalece o papel social da Instituição e revela atletas de alto rendimento nacional e internacionalmente Em sua terceira edição, o Edital de Esportes do SEST SENAT segue transformando vidas e revelando talentos. O programa reforça o incentivo à prática esportiva entre profissionais do transporte e a comunidade, promovendo saúde, bem-estar e inclusão social por meio de projetos desenvolvidos pelas unidades operacionais em todo o país. A iniciativa consolida o SEST SENAT como referência nacional em esporte, lazer e promoção da saúde. Com mais de 90 projetos simultâneos em 2025, o crescimento expressivo do programa comprova o impacto do edital e sua capilaridade. Do taekwondo ao basquete sobre rodas, passando por natação e artes marciais, o SEST SENAT, por meio do Edital de Esportes, tem revelado atletas de alto rendimento e ampliado a presença da Instituição nos cenários esportivos nacional e internacional. Conheça mais sobre os projetos vinculados ao Edital. Polo Olímpico e vitrine de talentos O projeto Polo Olímpico Esportivo Taubaté, desenvolvido pela unidade do município, é referência nas modalidades de taekwondo e judô e tem revelado atletas que já vestem a camisa do Brasil. Larissa Torino Rigueto, por exemplo, representou o país no Pan-Americano Cadete e Júnior de Taekwondo, realizado no México, e garantiu vaga na Seleção Brasileira Cadete 2025, tornando-se a primeira atleta da unidade de Taubaté a competir em nível internacional. Outro nome promissor é Ashley Pereira, que desponta como aposta da categoria juvenil. Outro nome de grande destaque no projeto é o do instrutor de esportes e técnico da equipe de taekwondo, Diego Costa. Além de ser responsável direto pela formação de atletas como Larissa Torino e Ashley Pereira, Diego também se destaca como atleta de alto rendimento. Em 2025, ele integra oficialmente a Seleção Paulista de Taekwondo, representando o estado de São Paulo no campeonato brasileiro da modalidade. A equipe da unidade conquistou diversas medalhas no 27º Torneio Jarbas Dias Ferreira, sob o comando técnico do instrutor da unidade. Nesse torneio, a equipe de Taubaté conquistou a nona colocação geral. No judô, Brayan Amorim de Nardi competiu no 21º Meeting Nacional da CBJ (Confederação Brasileira de Judô), elevando ainda mais o nome da Entidade. Campeões nas piscinas O projeto Geração Campeã, desenvolvido pela unidade de Campo Grande, vem revelando talentos que elevam o nome do SEST SENAT em competições nacionais e internacionais. João Paulo Barbosa Nunes Cunha é um dos destaques: top 10 mundial no nado peito, na categoria master, e atual campeão brasileiro 35+. Letícia Aguilar Leite de Oliveira, da categoria Infantil 2, brilhou no Latam Grand Prix, no Paraguai, com quatro medalhas (uma de ouro, uma de prata e duas de bronze), entre mais de 600 nadadores latino-americanos. Inclusão sobre rodas O apoio ao basquete sobre rodas, modalidade paralímpica, é mais uma iniciativa que reforça o papel social do SEST SENAT. Em Patos de Minas, o projeto tem oferecido oportunidades reais de prática esportiva para pessoas com deficiência, promovendo inclusão, reabilitação e autoestima. A unidade já se destaca na formação de atletas de alto rendimento, com potencial para representar o país em grandes competições. Por Agência CNT Transporte Atual

Com foco em geração de emprego, SEST SENAT abre inscrições para o programa Mais Motoristas

Iniciativa oferece capacitação gratuita e mudança de categoria da CNH; programa combate a falta de mão de obra no transporte, impulsiona a economia e fortalece o setor INSCREVA-SE AQUI! O SEST SENAT abre, nessa sexta-feira (30), as inscrições para a nova edição do programa Mais Motoristas, que oferece capacitação gratuita e mudança de categoria da CNH (Carteira Nacional de Habilitação) para profissionais que desejam atuar no setor de transporte de cargas e de passageiros. A iniciativa, que visa combater a escassez de mão de obra no setor, também impulsiona a geração de empregos, fomenta a economia e contribui para a segurança nas estradas. As inscrições vão de 30 de maio a 14 de junho de 2025 e são direcionadas a empresas do setor de transporte, que podem indicar candidatos para participar do Programa. O SEST SENAT cobre todos os custos tanto da formação profissional quanto da mudança de categoria da CNH. O Programa permite que motoristas façam a transição para categorias superiores da CNH – de “B” para “C”, de “C” para “D” ou “E”, por exemplo –, aumentando sua empregabilidade e permitindo que as empresas atendam à crescente demanda do setor. Como participar As empresas interessadas devem estar cadastradas no SEST SENAT e acessar o site da Instituição para realizar as inscrições. Após a seleção, cada empresa poderá indicar candidatos que desejem fazer a mudança de categoria da CNH e a capacitação técnica. O resultado será divulgado no dia 20 de junho de 2025, com o início imediato para a etapa de indicação dos participantes. Sobre o Programa Criado em 2023, o Programa já capacitou milhares de profissionais. Na primeira edição, mais de 55 mil pessoas se inscreveram em todo o Brasil, demonstrando a alta demanda por qualificação no setor. O transporte é um dos pilares da economia brasileira e responde por mais de 60% da movimentação de cargas no país, além de empregar diretamente milhões de pessoas. “O programa Mais Motoristas é uma resposta concreta a um problema real que afeta o transporte e toda a cadeia produtiva do país: a falta de motoristas qualificados. Quando formamos novos profissionais, estamos não só oferecendo oportunidades de emprego e renda, mas também fortalecendo a economia, melhorando a produtividade das empresas e contribuindo para um transporte mais seguro e eficiente”, destaca a diretora executiva nacional do SEST SENAT, Nicole Goulart. Acesse aqui o edital Mais informações Por Agência CNT Transporte Atual

SEST SENAT lança episódio completo do videocast “Nós, Elas & Todo Mundo”

Iniciativa aborda equidade de gênero e inclusão com vozes femininas e participação coletiva, ampliando o debate sobre empregabilidade e transformação social Está no ar o episódio completo do novo videocast “Nós, Elas & Todo Mundo (no transporte e em qualquer lugar)”, uma iniciativa do SEST SENAT que promove reflexões sobre equidade de gênero, empoderamento feminino e participação coletiva na construção de uma sociedade mais justa e inclusiva. O projeto foi concebido com uma abordagem ampla e contemporânea, reunindo diferentes vozes para dialogar sobre os desafios enfrentados pelas mulheres nos âmbitos pessoal, profissional e social. A proposta também reforça que a transformação social exige o envolvimento de todos — homens, mulheres e demais públicos. O episódio de estreia traz o tema “Equidade de gênero e empregabilidade feminina” e está dividido em três blocos temáticos: Para a diretora executiva nacional do SEST SENAT, Nicole Goulart, o videocast representa mais do que um novo canal de conteúdo. “Avançar na equidade de gênero é responsabilidade de todos. Por isso, essa iniciativa amplia o olhar e convida homens e mulheres a refletirem, juntos, sobre como podemos transformar realidades no transporte e em toda a sociedade.” Compromisso com a inclusão A reformulação do projeto está alinhada ao crescente protagonismo do Sistema Transporte no fomento à presença feminina no setor. A nova proposta busca valorizar a diversidade de experiências das mulheres, além de reconhecer que os desafios da equidade de gênero não devem ser discutidos apenas entre elas. O nome “Nós, Elas & Todo Mundo” reflete essa visão inclusiva e integradora, propondo um espaço de diálogo coletivo e construção conjunta, onde todos se sintam parte ativa da mudança. Onde assistir O videocast será publicado semanalmente, sempre às quartas-feiras. Os episódios completos estarão disponíveis na página oficial do projeto: digital.sestsenat.org.br/nos-elas-e-todo-mundo Também no canal do SEST SENAT no YouTube:youtube.com/@SESTSENAT Dê o play e participe dessa transformação. Por Agência CNT Transporte Atual

Senado avança na tramitação do PL 79/2020 sobre destinação de recursos ao SEST SENAT

Parecer do senador Laércio Oliveira foi lido nesta terça-feira, na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado O parecer do Projeto de Lei nº 79/2020 foi lido nesta terça-feira (27) pelo relator, senador Laércio Oliveira (PP-SE), durante reunião da CAE (Comissão de Assuntos Econômicos) do Senado Federal. De autoria do senador Wellington Fagundes (PL-MT), o texto propõe que as contribuições sociais devidas pelas empresas de todos os modais de transporte passem a ser direcionadas ao SEST SENAT (Serviço Social do Transporte e Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte). Após a leitura do parecer, o senador Rogério Carvalho (PT-SE) solicitou vista da matéria. Com isso, a tramitação do Projeto fica temporariamente suspensa, permitindo uma análise mais aprofundada por parte dos parlamentares. O substitutivo apresentado é resultado de um amplo diálogo entre a Marinha do Brasil, a Anac (Agência Nacional de Aviação Civil), a CNT (Confederação Nacional do Transporte) e o relator. O texto estabelece que as contribuições compulsórias das empresas dos setores aéreo e portuário também sejam destinadas ao SEST SENAT. “A leitura do parecer é um passo importante na tramitação do Projeto de Lei, pois marca o avanço do debate sobre a destinação de recursos fundamentais para o fortalecimento do SEST SENAT e para o desenvolvimento do setor de transporte. Seguimos acompanhando com atenção todas as etapas desse processo legislativo”, afirma Andrea Cavalcanti, gerente executiva de Poder Legislativo, da CNT. Após o prazo de vista, o PL nº 79/2020 poderá retornar à pauta da Comissão para votação. Posicionamento da CNT A CNT (Confederação Nacional do Transporte), conforme previsto na Agenda Institucional do Transporte 2025, defende a aprovação do PL nº 79/2020, que atualiza as normas sobre a destinação das contribuições sociais pagas pelas empresas de transporte sobre a folha de pagamento de seus colaboradores. O objetivo da proposta é permitir que o SEST SENAT, que já atua na qualificação e no bem-estar dos profissionais de todos os modais, amplie sua capacidade de atendimento e alcance. A iniciativa visa realocar recursos atualmente destinados a fundos especiais, sem criar novos encargos ao setor produtivo. Com isso, busca-se centralizar a oferta de serviços sociais e de qualificação em uma estrutura especializada, corrigindo um descompasso histórico. A medida fortalece a integração entre os modais, reduz custos operacionais, amplia a eficiência logística e contribui para políticas públicas voltadas à produtividade e à geração de empregos em todo o setor transportador. Por Agência CNT Transporte Atual

Grupo de Trabalho da CNT de Transição Energética no Transporte realiza visita técnica à fábrica da Scania

Participantes acompanharam processos industriais da empresa e discutiram caminhos para fontes mais limpas de energia no transporte Coordenado pela CNT (Confederação Nacional do Transporte), o GT (Grupo de Trabalho) de Transição Energética no Transporte realizou, nessa terça-feira (27), uma visita técnica à fábrica da Scania, em São Bernardo do Campo (SP). Os integrantes do GT conheceram toda a linha de produção e, em seguida, assistiram a uma palestra com o diretor de Desenvolvimento de Negócios da Scania, Marcelo Gallão, e com o consultor técnico para a área de Pesquisa e Desenvolvimento da empresa, Marco Antônio Garcia. De acordo com a diretora executiva da CNT, Fernanda Rezende, a visita foi um desdobramento da segunda fase do GT, iniciada em janeiro deste ano, com reuniões online com montadoras de caminhões e ônibus para conhecer como elas têm atuado em relação à transição energética no Brasil. “No caso da Scania, a empresa mantém uma linha de produção focada na qualidade, com grande parte do processo automatizado. Também prezam pela inclusão: cerca de 20% dos trabalhadores da linha de produção são mulheres – uma boa surpresa em um ambiente tradicionalmente composto, quase em sua totalidade, por homens”, destaca a diretora. Ainda segundo Fernanda Rezende, a visita foi bastante proveitosa, uma vez que o grupo pôde observar, na prática, o comprometimento da Scania com a descarbonização. “Vimos em qual direção a montadora está caminhando em relação às opções alternativas de fontes energéticas e a possibilidade de oferecer aos transportadores o contato direto com a montadora”, completou. Além da diretora executiva da CNT, também participou da visita técnica à montadora o assistente técnico da diretoria executiva da Confederação, Jader Vaz. O Grupo de Trabalho de Transição Energética no Transporte tem como objetivo discutir, em parceria com grandes empresas do setor rodoviário, as alternativas para a adoção de fontes de energia mais limpas e sustentáveis no transporte brasileiro. A iniciativa busca promover o compartilhamento de experiências e dados, além da elaboração de uma prospecção para uma transformação efetiva em âmbito nacional. Fazem parte do GT as seguintes empresas: Rodonaves, Bravo Logística, Grupo Sada, Grupo Comporte, Transjordano, Grupo NOS, BBM Logística, Sambaíba, Imediato Nexway, Localiza, Mercado Livre, Total Express, Tassi Transportes, Rede São Roque, Transgobbi, Sambaíba e JNR Logística. Por Agência CNT Transporte Atual

Com a presença da CNT, Comissão de Viação e Transportes da Câmara debate desafios da infraestrutura rodoviária

O diretor de Relações Institucionais da CNT destacou a necessidade de planejamento de longo prazo para o transporte em audiência A CVT (Comissão de Viação e Transportes) da Câmara dos Deputados realizou, nessa terça-feira (27), uma audiência pública para discutir os desafios estruturais da malha viária nacional. O debate foi motivado pelo Requerimento nº 19/2025-CVT, de autoria do deputado federal Leônidas Cristino (PDT/CE). O autor do requerimento abriu a audiência ressaltando a importância dos estudos realizados pela CNT (Confederação Nacional do Transporte) sobre as condições das rodovias do país. O deputado lembrou que, de acordo com a Pesquisa CNT de Rodovias, apenas um em cada três quilômetros de rodovias pavimentadas apresenta condições adequadas de trafegabilidade. O diretor de Relações Institucionais da CNT, Valter Souza, representou a Entidade na audiência e reforçou a necessidade de transformar o transporte em uma política de Estado, e não apenas em programas de governo. Nesse contexto, destacou os esforços do ministro Renan Filho para atrair investimentos privados e viabilizar recursos públicos nas rodovias federais. Contudo, citou exemplos recentes de acidentes em pontes, como a queda da ponte entre Tocantins e Maranhão, em dezembro de 2024, para ilustrar a urgência de investimentos estruturais. O diretor também lembrou que, no Brasil, há uma tendência crescente de sobrecarga das rodovias. “Hoje, 65% de toda a carga transportada no país passa pelas rodovias. A participação das ferrovias é de apenas 15%”, disse. Segundo ele, essa sobrecarga tem se agravado. Nos últimos dez anos, enquanto a extensão da malha rodoviária cresceu apenas 2,2%, a frota de veículos aumentou 47%. “O resultado são rodovias cada vez mais congestionadas”, completou. Valter Souza destacou ainda que, apesar de avanços no pavimento e na sinalização das rodovias brasileiras, as características geométricas das vias, como curvas e rampas, vêm piorando. “Sem investimento consistente, não vamos conseguir mudar esse cenário. Precisamos de planejamento para ampliar a capacidade de transporte do Brasil e mudar o perfil do transporte”, afirmou. Ao final da audiência, reforçou-se a importância de o Congresso Nacional atuar para garantir mais recursos e um planejamento eficiente, com o objetivo de ampliar a capacidade de transporte e melhorar a matriz logística do Brasil. Participaram da audiência, além do deputado federal Leônidas Cristino e do diretor da CNT Valter Souza, a secretária nacional de Transporte Rodoviário do Ministério dos Transportes, Viviane Esse; o diretor de Infraestrutura Rodoviária do DNIT (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes), Fabio Pessoa Nunes; o coordenador de Orçamento de Rodovias da ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres), Paulo Rychardson Nascimento; e o representante do Confea (Conselho Federal de Engenharia e Agronomia), Abner Rodrigo Toledo. Por Agência CNT Transporte Atual

Com participação do Sistema Transporte, workshop na ANTT destaca papel estratégico do setor na adaptação às mudanças climáticas

Evento reúne autoridades e especialistas em Brasília, para discutir resiliência da infraestrutura de transporte na América Latina Teve início, nesta terça-feira (27), o Workshop Regional da América Latina: construindo a resiliência da infraestrutura de transporte, evento que reúne autoridades, especialistas e representantes de instituições nacionais e internacionais para debater os impactos das mudanças climáticas sobre o setor e as estratégias para torná-lo mais resiliente. A programação ocorre até amanhã (28), no auditório da ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres), em Brasília. O objetivo é discutir soluções específicas para fortalecer a resiliência climática de rodovias, ferrovias, portos e aeroportos diante dos crescentes riscos de desastres naturais. O workshop é promovido pela ANTT, pelo Ministério dos Transportes e pela CDRI (Coalizão para Infraestrutura Resiliente a Desastres), parceira da ONU (Organização das Nações Unidas). O diretor adjunto nacional do SEST SENAT e líder do projeto Transporte na COP30, Vinicius Ladeira, representou o Sistema Transporte na abertura do workshop e destacou a urgência do tema no cenário atual. A sessão também contou com a presença do diretor-geral da ANTT, Guilherme Theo Sampaio; do subsecretário de Sustentabilidade, do Ministério dos Transportes, Cloves Benevides; da coordenadora-geral de Sustentabilidade, do Ministério de Portos e Aeroportos, Rafaela Gomes; e de lideranças internacionais como o embaixador da Índia no Brasil, Sandeep Kumar Kujur, e a diretora da CDRI, Ranjini Mukherjee. “Estamos em um ano decisivo para a agenda climática global, com a realização da COP30 no Brasil. Em um país de dimensões continentais como o nosso, a infraestrutura de transporte é essencial para o desenvolvimento econômico, mas também é altamente exposta aos efeitos das mudanças climáticas”, destacou Vinicius Ladeira. Ele citou exemplos recentes que evidenciam essa vulnerabilidade: a seca histórica na região Norte, que reduziu drasticamente o nível do rio Amazonas, comprometendo a navegação; e as fortes chuvas no Rio Grande do Sul, que deixaram o Aeroporto Salgado Filho inoperante por mais de cinco meses e isolaram cidades após o colapso de rodovias. Desafios O diretor-geral da ANTT reforçou que buscar soluções resilientes é uma urgência do presente, e não um desafio futuro. Segundo ele, o evento oferece não apenas soluções técnicas, mas também um olhar global sobre sustentabilidade, segurança e desenvolvimento. “A importância deste encontro reveste-se de um olhar de política de Estado, mais do que de governo. No ano da COP30, trazer para a mesa esse alinhamento entre os formuladores de políticas públicas, os reguladores e todo o ecossistema internacional é fundamental. Não é mais sobre discutir um problema que está por vir. É sobre enfrentar os desafios que já estão presentes, que já impactam nossa infraestrutura e nossa sociedade. Mais do que uma discussão teórica, este evento tem como meta sair com encaminhamentos concretos que façam a diferença para o Brasil e para a sociedade”, afirmou. Theo também mencionou que a ANTT já vem solicitando às concessionárias estudos para reforçar a resiliência dos trechos concedidos a eventos climáticos extremos, além de levantamentos técnicos sobre áreas vulneráveis em diferentes regiões do país. Os contratos mais recentes de concessão já preveem, nos Programas de Exploração da Rodovia (PER), obrigações relacionadas ao desempenho socioambiental. Transporte mobilizado Vinicius Ladeira ressaltou a atuação propositiva do Sistema Transporte na formulação de políticas públicas e no compromisso com a sustentabilidade. Ele destacou a entrega, neste mês, das propostas da Coalizão pela Descarbonização do Setor de Transporte, que reúne mais de 50 entidades e propõe 90 ações para reduzir em até 70% as emissões do setor até 2050. “O transporte reconhece sua responsabilidade no enfrentamento das mudanças climáticas e está comprometido com uma transformação profunda e integrada”, reforçou. Como parte desse compromisso, Ladeira apresentou o projeto Estação do Desenvolvimento, espaço estratégico que será montado em Belém, durante a COP30, com o objetivo de impulsionar o debate sobre o futuro sustentável do transporte. A iniciativa já conta com a coorganização dos ministérios dos Transportes e de Portos e Aeroportos, além do apoio institucional do Pacto Global da ONU e de outras entidades. “Convido todos a conhecerem esse projeto e a se engajarem nessa construção coletiva por um setor mais preparado e alinhado à agenda climática”, finalizou. O subsecretário de Sustentabilidade, do Ministério dos Transportes, Cloves Benevides, fez uma reflexão contundente sobre a necessidade de transformar discurso em prática: “O que estamos discutindo aqui não é retórica, é realidade. O episódio das enchentes no Rio Grande do Sul nos traz uma pergunta urgente: será que aprendemos a lição? Planejar uma infraestrutura resiliente significa precificar riscos, antecipar problemas, proteger vidas e garantir que a economia não pare”. A coordenadora-geral de Sustentabilidade, do Ministério de Portos e Aeroportos, Rafaela Gomes, também reforçou a urgência da pauta climática no setor: “Eventos como este são essenciais para trocar experiências e compartilhar boas práticas. As mudanças climáticas já estão em curso e impõem desafios enormes, como chuvas extremas, secas prolongadas e aumento do nível do mar, que afetam diretamente a operação e a segurança das nossas infraestruturas. Estamos atuando para que a resiliência seja incorporada às políticas públicas de transporte, fortalecendo o setor diante desses riscos”. Também representaram a CNT (Confederação Nacional do Transporte) no workshop: o gerente de Governança e Gestão Estratégica, João Guilherme Abrahão; a gerente de Relações com o Poder Executivo, Danielle Bernardes; o assessor internacional, Thiago Ticchetti; e a assessora executiva, Maria Carolina Noronha. Por Agência CNT Transporte Atual

Posicionamento da CNT sobre o aumento do IOF

A CNT (Confederação Nacional do Transporte) acompanha com atenção o anúncio do aumento das alíquotas do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras), medida divulgada pela equipe econômica do Governo Federal em 23 de maio. Nesse sentido, a Confederação reafirma o seu apoio às entidades representativas do setor produtivo que vêm se manifestando sobre o tema. O transporte – fundamental para a logística nacional e já sujeito a altos custos operacionais – pode ser diretamente afetado pela medida, especialmente em suas iniciativas de renovação de frota, modernização de processos e adoção de tecnologias sustentáveis. A Confederação entende que eventuais ajustes tributários sejam avaliados com base em critérios técnicos, levando em conta a política monetária, as condições de mercado e os efeitos sobre a competitividade e o desenvolvimento do setor produtivo nacional. Confira a análise da CNT sobre o impacto do aumento do IOF

Nota de Repúdio – Aumento do IOF penaliza o transporte rodoviário de cargas

A FETRANSUL manifesta seu repúdio ao recente aumento do IOF anunciado pelo governo federal, medida que impacta negativamente o setor de transporte rodoviário de cargas – responsável por mais de 65% da movimentação de mercadorias no Brasil. A elevação da alíquota do IOF sobre  os financiamentos às empresas, que passou de 1,88% para 3,95% do valor da operação, compromete a aquisição de caminhões, peças, pneus e outros investimentos essenciais. Isso afeta especialmente pequenas e médias transportadoras que não operam com linhas incentivadas como o FINAME, que permanece isento. O aumento também encarece o capital de giro (adiantamento de recebíveis), ferramenta indispensável para a sustentabilidade financeira das empresas de transporte, que operam com margens apertadas e enfrentam longos prazos de recebimento. Com o crédito mais caro, a previsibilidade e a capacidade de investimento do setor ficam comprometidas. Entre os efeitos diretos dessa medida estão: a elevação dos custos operacionais, o repasse de preços ao consumidor final e o desestímulo à renovação de frotas – em um momento em que o país deveria estar incentivando a modernização, eficiência e redução de emissões no transporte. O aumento do IOF vai na contramão do desenvolvimento logístico e da competitividade nacional. Em vez de fomentar o investimento produtivo, a medida representa um entrave adicional à operação de milhares de transportadoras que mantêm o Brasil em movimento. A FETRANSUL se soma a outras entidades do setor no pedido de revogação imediata da medida e reforça que o transporte precisa de crédito mais acessível, redução da carga tributária, segurança jurídica e melhoria do ambiente de negócios para continuar cumprindo seu papel essencial na economia brasileira. Confira a análise da CNT sobre o impacto do aumento do IOF

BNDES prorroga por dois meses a cláusula de manutenção e ampliação de empregos do Programa Emergencial RS

O Conselho Monetário Nacional (CMN) ampliou de 10 para 12 meses o prazo de aferimento da cláusula de compromisso de manutenção ou ampliação do número de empregos do Programa Emergencial RS. As operações originalmente contratadas em julho de 2024, passam a ter o prazo prorrogado para cumprimento até julho de 2025. A mudança está prevista na Resolução CMN nº 5.217, publicada no último dia 22, que torna as mudanças válidas para todas as operações contratadas nesta linha de crédito. A resolução se aplica a todas as empresas que acessaram o recurso emergencial.Confira a íntegra da resolução: https://bit.ly/4jkDlKg Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil/JC