Jovens empresários do TRC se reúnem em Brasília no XV Congresso Técnico Olhar Empresarial

Evento promovido pela NTC&Logística, com organização da COMJOVEM, reuniu lideranças do setor de Transporte RODOVIáRIO de Cargas, autoridades políticas e especialistas em um dia de imersão institucional e estratégica na sede da CNT A sede da Confederação Nacional do Transporte (CNT), em Brasília, foi palco, no dia 10 de junho, do XV Congresso Técnico Olhar Empresarial, evento promovido pela NTC&Logística, com organização da COMJOVEM – Comissão de Jovens Empresários e Executivos do Transporte Rodoviário de Cargas. A programação contou com painéis técnicos, momentos institucionais, debates políticos e ações de integração entre representantes de núcleos da COMJOVEM de diversas regiões do Brasil. Visita Técnica ao Sistema Transporte Antes do início das atividades formais, os participantes foram recepcionados para uma Visita Técnica ao Sistema Transporte, realizada nos painéis informativos do SEST SENAT. A apresentação foi conduzida pelo diretor adjunto nacional do SEST SENAT, Vinicius Ladeira, e pelo gerente-executivo de Governança e Gestão Estratégica, João Guilherme Abrahão. Os jovens empresários conheceram indicadores, projetos e áreas de atuação do sistema que capacita e cuida da saúde dos trabalhadores do transporte em todo o país. A abertura do evento reuniu nomes de peso da NTC&Logística, da CNT e da COMJOVEM André de Simone, coordenador nacional da COMJOVEM, ressaltou o papel estratégico da Comissão no relacionamento institucional: “A cada edição deste Congresso, nos aproximamos ainda mais dos poderes da República. Fico muito feliz de ver esse auditório cheio. Isso mostra o quanto vocês, jovens empresários, estão comprometidos com o desenvolvimento do setor”. Hudson Rabelo, vice-coordenador nacional, compartilhou sua vivência pessoal no evento: “O Olhar Empresarial foi um dos primeiros eventos de que participei na COMJOVEM, e fez total diferença na minha trajetória. É aqui que plantamos sementes de conhecimento e interação que fazem a diferença no futuro das nossas empresas”. Priscila Zanette, também vice-coordenadora nacional, agradeceu a presença de todos: “É muito importante estarmos juntos neste momento. Nossa união e engajamento fazem da COMJOVEM uma força real dentro do setor”. Representando o Sistema Transporte, o assessor da presidência da CNT, Igor Fernandes, destacou a importância da presença dos jovens na sede da entidade: “A CNT valoriza profundamente o trabalho da NTC&Logística e da COMJOVEM. Neste momento, nosso presidente, Vander Costa está na OIT, em Genebra, tratando de pautas globais que impactam o setor. E deixo aqui a CNT à disposição de todos vocês” O patrono da COMJOVEM, Flávio Benatti, parabenizou a organização e reforçou a relevância da comissão: “A COMJOVEM é uma das grandes realizações da NTC&Logística. Vocês são protagonistas dessa construção. Tenho orgulho de ver a seriedade com que esse projeto vem sendo conduzido.” Encerrando a abertura, o presidente da NTC&Logística, Eduardo Rebuzzi, fez questão de valorizar a iniciativa: “Eventos da COMJOVEM têm lugar garantido na minha agenda. A Comissão é parte essencial da nossa entidade. Estamos construindo, juntos, um futuro promissor para o setor, e vocês têm papel central nesse processo”. Momento Parlamentar e Governamental: protagonismo político do setor Um dos momentos mais aguardados do Congresso foi o Momento Parlamentar e Governamental, que contou com a presença do deputado federal Hugo Leal (PSD/RJ), reconhecido por sua atuação firme e constante junto ao setor de transporte. “Tenho trabalhado incansavelmente em pautas que garantam segurança jurídica e desenvolvimento ao Transporte Rodoviário de Cargas. O Brasil precisa de parlamentares comprometidos com a escuta técnica, e o setor precisa continuar presente em Brasília. A POLíTICA é o caminho para as soluções que todos buscamos”, afirmou o deputado. A mesa também contou com a presença de Eduardo Rebuzzi, Flávio Benatti e José Hélio Fernandes, vice-presidente de Assuntos Políticos da NTC&Logística, que reforçaram a parceria de longa data com o deputado Hugo Leal. O momento gerou reflexões importantes sobre a articulação política do setor e a importância do engajamento jovem nas esferas de poder. COP30 e o transporte de cargas: desafios e oportunidades O segundo painel trouxe à tona os temas ambientais com a palestra “O setor do TRC e a COP30”, apresentada por Vinicius Ladeira, diretor adjunto nacional do SEST SENAT. “Estamos diante de uma agenda global em que o Transporte Rodoviário de Cargas precisa estar presente, ser ouvido e oferecer soluções. O SEST SENAT está preparando ações importantes nesse contexto, e precisamos do engajamento de vocês para protagonizarmos essa pauta com responsabilidade e inovação”, afirmou Ladeira. Panorama político do setor: NTC&Logística em ação O painel “Momento Político da NTC&Logística” apresentou um panorama da atuação da entidade nas articulações legislativas e institucionais em Brasília. Participaram Eduardo Rebuzzi, Flávio Benatti, José Hélio Fernandes e o cientista político Paulo Kramer, que fez uma análise contundente do cenário político nacional, na palestra intitulada “Processo legislativo – Como um projeto vira lei”. “A atuação técnica e institucional da NTC&Logística é um exemplo de como o setor privado pode influenciar positivamente a formulação de políticas públicas. Informação, presença e articulação são as chaves para avançarmos”, pontuou Kramer. Encerramento e anúncios importantes para 2025 Na parte final do evento, a Coordenação Nacional da COMJOVEM anunciou que o Congresso NTC 2025 – XVIII Encontro Nacional da COMJOVEM será realizado no Club Med Lake Paradise, em Mogi das Cruzes (SP), nos dias 27 a 30 de novembro de 2025. As vendas de pacotes para o evento serão abertas nas próximas semanas. Também foi lançado oficialmente o projeto “COMJOVEM Salva Vidas”, campanha de incentivo à doação de sangue que acontecerá entre os meses de junho, julho e agosto em todo o país. O encerramento foi marcado por um momento emocionante: a despedida de Priscila Zanette da vice-coordenação nacional da COMJOVEM. Em sua fala, ela agradeceu pelos anos de aprendizado e crescimento, e anunciou que irá se dedicar a questões pessoais. Em reconhecimento à sua contribuição, houve a entrega de uma placa em homenagem a Priscila, feita por Eduardo Rebuzzi, Flávio Benatti, José Hélio Fernandes, André de Simone, Hudson Rabelo, Ana Jarrouge, ex-coordenadora nacional e atual conselheira nacional da COMJOVEM, Joyce Bessa, ex-vice-coordenadora nacional e atual vice-presidente extraordinária da Pauta ESG da NTC&Logística, e os demais integrantes da COMJOVEM presentes. O dia foi finalizado com um happy hour oferecido pelo patrocinador Autotrac,
Sistema Transporte destaca protagonismo do setor na agenda climática durante o 15º Congresso Técnico da COMJOVEM

Evento realizado na sede do Sistema Transporte reuniu lideranças do transporte e reforçou o papel estratégico do setor nas discussões rumo à COP30 Na tarde dessa terça-feira (10), o Sistema Transporte (CNT, SEST SENAT e ITL) teve participação estratégica no 15º Congresso Técnico Olhar Empresarial, promovido pela COMJOVEM (Comissão de Jovens Empresários e Executivos), da NTC&Logística. Realizado na sede do Sistema Transporte, em Brasília (DF), o evento marcou os 15 anos da Comissão e reuniu jovens lideranças de todo o país para discutir os desafios e as oportunidades do transporte rodoviário de cargas, com ênfase na agenda climática e na preparação do Brasil para a COP30. Representando o Sistema, o diretor adjunto nacional do SEST SENAT, Vinicius Ladeira, apresentou as principais iniciativas da Instituição no enfrentamento das mudanças climáticas, destacando a atuação da CNT em espaços de diálogo nacional e internacional. Ele reforçou que o setor de transporte tem se organizado, de forma estruturada, para contribuir com propostas concretas voltadas à descarbonização da economia. “O setor de transporte representa cerca de 11% das emissões nacionais. Ainda que não seja o maior emissor, temos a responsabilidade e capacidade de propor caminhos. Por isso, construímos um posicionamento claro, com metas e ações viáveis, com o objetivo de chegarmos à COP30 com propostas consistentes”, afirmou Vinicius. Ele também destacou que o transporte foi o único setor econômico brasileiro a apresentar, de forma integrada, uma proposta estruturada para sua atuação na 30ª Conferência das Partes da ONU sobre Mudanças Climáticas. “Isso demonstra maturidade institucional, visão de futuro e disposição para dialogar com o mundo sobre os desafios da transição energética e de um modelo de baixo carbono.” Entre as ações já em andamento, o diretor citou a elaboração do inventário de emissões do SEST SENAT, a adesão da CNT ao Pacto Global da ONU e a participação ativa em comitês técnicos relacionados à taxonomia sustentável e ao mercado regulado de carbono. Também reforçou a interlocução direta com o embaixador André Corrêa do Lago, presidente da COP30, e com outros atores estratégicos do governo federal e da sociedade civil. Estação do Desenvolvimento será vitrine do setor na COP30 Durante o evento, Vinicius Ladeira apresentou ainda a Estação do Desenvolvimento, espaço temático que será coorganizado pelo Sistema Transporte durante a COP30, em Belém. A iniciativa conta com o apoio dos ministérios dos Transportes, das Cidades e de Portos e Aeroportos, além do Pacto Global da ONU, e funcionará como uma extensão da programação oficial da Conferência, com foco em soluções concretas para a mobilidade sustentável. A Estação oferecerá uma programação voltada à inovação, a tecnologias limpas, a experiências imersivas, a painéis técnicos e a atividades culturais direcionadas à sensibilização da sociedade local. O objetivo é promover uma articulação entre empresas, governos e organizações da sociedade civil, além de dar visibilidade a marcas engajadas na agenda climática. Empresas interessadas em apoiar o projeto podem participar como patrocinadoras ou parceiras institucionais. Estão disponíveis cotas com diferentes faixas de investimento e contrapartidas de visibilidade, incluindo ativações de marca em alinhamento com os temas da Conferência. Mais informações estão disponíveis na página oficial do projeto: cop30.sistematransporte.org.br Evento valoriza articulação entre juventude e sustentabilidade O 15º Congresso Técnico da COMJOVEM consolidou-se como um espaço de reflexão estratégica sobre o futuro do setor. Ao reunir jovens empresários, especialistas e representantes de entidades de classe, o evento reforçou a importância da integração entre juventude empresarial, inovação, políticas públicas e desenvolvimento sustentável. A participação do Sistema Transporte reforça o compromisso institucional com a construção de soluções climáticas viáveis, com base em ciência, diálogo e cooperação. A COP30 será um momento decisivo, e o setor transportador brasileiro chega a essa Conferência preparado para contribuir com protagonismo e responsabilidade. Por Agência CNT Transporte Atual
Infraestrutura e regulação: em painel, CNT discute avanços e desafios para o transporte no Brasil

Terceiro Simpósio Liberdade Econômica reuniu autoridades e especialistas para debater o ambiente regulatório no Brasil Durante o 3º Simpósio Liberdade Econômica, evento que reuniu, nesta quarta-feira (11), autoridades e especialistas para debater o ambiente regulatório no Brasil, a gerente executiva governamental da CNT (Confederação Nacional do Transporte), Danielle Bernardes, enfatizou a necessidade de políticas estruturantes multimodais para o setor de transporte. A representante da CNT abriu o painel “Ambiente de Negócios em Foco: desafios regulatórios e barreiras de mercado”. Ela citou a última Pesquisa CNT de Rodovias, apontando que 67% da malha rodoviária pesquisada pela CNT apresenta condição regular, ruim ou péssima, o que encarece a operação de transporte e aumenta os custos para o consumidor final. A gerente ressaltou a importância da multimodalidade e da integração logística para o desenvolvimento do setor. Para Bernardes, políticas públicas devem garantir conexões eficazes entre diferentes modos de transporte. “Não adianta o governo fazer uma ferrovia sem realizar a ligação dela com uma rodovia, com um porto. Além disso, a atração de investimentos privados depende de um ambiente regulatório seguro. Para isso, a cooperação entre ministérios e diferentes esferas de governo é fundamental para a criação de um cenário favorável ao crescimento do transporte no Brasil”, disse. Segundo ela, investimentos, segurança jurídica e a colaboração entre os Poderes são essenciais para melhorar a infraestrutura do país, ressaltando que as políticas públicas devem ser realizadas como planos de Estado, e não apenas de governos, dada a longa duração dos contratos. Em sua terceira edição, o Simpósio trouxe uma análise aprofundada sobre os desafios regulatórios que afetam o desenvolvimento econômico, apresentando alternativas para agilizar processos, garantir maior estabilidade jurídica e impulsionar estratégias de crescimento sustentável. O evento contou com a presença de líderes políticos e empresariais, como o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta; o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho; o vice-presidente do Senado, senador Eduardo Gomes; e o vice-presidente de Assuntos Públicos e Sustentabilidade da Coca-Cola, Gustavo Biscassi. A partir das discussões, convidados puderam colocar em pauta diferentes visões de mercado e pontos importantes para aprimorar a liberdade econômica no país. Por Agência CNT Transporte Atual
Sistema Transporte acompanha debates estratégicos da 113ª Conferência Internacional do Trabalho, em Genebra

Riscos biológicos, trabalho em plataformas digitais e transição para a formalidade do trabalho estão entre os principais temas debatidos pela delegação brasileira no evento promovido pela OIT A 113ª Conferência Internacional do Trabalho, promovida pela OIT (Organização Internacional do Trabalho), segue até essa sexta-feira (13), em Genebra, na Suíça, reunindo representantes de governos, trabalhadores e empregadores de diversos países. O evento avança com discussões fundamentais para o futuro do trabalho, com destaque para temas como riscos biológicos, regulação da economia de plataformas e estratégias para a transição da informalidade para a formalidade. O Sistema Transporte participa ativamente da Conferência, demonstrando seu compromisso com o fortalecimento das relações de trabalho e com o acompanhamento das tendências internacionais que impactam o setor. A comitiva enviada à Suíça é composta pelo presidente do Sistema Transporte, Vander Costa; pelo diretor de Relações Institucionais da CNT, Valter Souza; pela diretora executiva nacional do SEST SENAT, Nicole Goulart; pelo gerente executivo de Relações Trabalhistas e Sindicais da CNT, Frederico Toledo; pelo assessor de Relações Internacionais da CNT, Thiago Tichetti; e pela coordenadora de Consultivo e Contratos do SEST SENAT, Carolina Boaventura. As comissões da Conferência têm promovido debates aprofundados sobre o fortalecimento da proteção social, o enfrentamento de riscos à saúde e segurança no trabalho e os desafios regulatórios das novas formas de emprego. A participação do Sistema Transporte reforça o papel ativo do setor na construção de soluções equilibradas e sustentáveis para o mundo do trabalho. Confira, a seguir, os principais temas que vêm pautando os trabalhos da 113ª Conferência Internacional do Trabalho e que serão decisivos para o futuro das relações laborais no Brasil e no cenário global. Riscos biológicos no ambiente de trabalho Na comissão que trata da exposição a riscos biológicos no ambiente de trabalho, os debates avançaram com a definição do termo “riscos biológicos” e a conclusão do texto da nova convenção da OIT sobre o tema. O conceito aprovado inclui microrganismos, células, cultivos celulares, parasitas e entidades microbiológicas, inclusive geneticamente modificadas, bem como seus alérgenos e suas toxinas, além de substâncias de origem vegetal ou animal que, no contexto laboral, possam causar doenças ou lesões à saúde humana. A amplitude da definição tem gerado preocupação entre os empregadores, que alertam para as dificuldades de controle sobre todos os fatores envolvidos e os possíveis impactos jurídicos da nova norma. A regulamentação seguirá por meio de uma convenção acompanhada de uma recomendação, cujos termos ainda estão em debate. A bancada dos empregadores brasileiros deve se posicionar contra o texto final. Trabalho decente nas plataformas digitais Essa comissão decidiu adotar uma convenção sobre trabalho decente na economia de plataformas. Agora, os debates se voltam para a possibilidade de usar o modelo de emendas simplificadas. Esse formato permitiria revisões mais ágeis do texto sempre que for necessário, com um processo de aprovação menos burocrático. A proposta é defendida pelos representantes dos trabalhadores, que consideram o mecanismo essencial para acompanhar as rápidas transformações do setor. Já os empregadores demonstram preocupação com a insegurança jurídica que esse modelo pode gerar diante da possibilidade de mudanças frequentes nas regras. Transição para a formalidade As discussões sobre a transição para a formalidade no mundo do trabalho seguem sem consenso. Um dos principais pontos pendentes é a inclusão de diretrizes sobre due diligence nas cadeias de suprimentos, além de outros seis itens que ainda precisam ser definidos. Entre os temas em aberto, destacam-se os riscos associados da informalidade com cadeias globais de valor e trabalho por plataformas. Durante os debates, foi reconhecido o papel estratégico das micro e pequenas empresas na promoção da formalização. Também houve consenso quanto à importância da qualificação profissional para a formalização do trabalho. No entanto, parte das discussões foi interrompida e encaminhada para a comissão que trata especificamente do trabalho decente na economia de plataformas, onde os temas têm maior aderência. Com o encerramento dos debates principais, o texto segue agora para o Drafting Group, grupo responsável pela redação final, com ajustes técnicos e jurídicos antes da possível aprovação do documento. Posicionamento do empresariado brasileiro Em agenda institucional paralela à CIT, o presidente do Sistema Transporte, Vander Costa, e o diretor de Relações Institucionais da CNT, Valter Souza, reuniram-se com o diretor-geral OIT, Gilbert Houngbo. O encontro também contou com a participação de representantes da CNA (Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil), da CNC (Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo) e da CNI (Confederação Nacional da Indústria). Na pauta, foram apresentados pontos de preocupação da representação empresarial brasileira em relação à contratação de uma pessoa para viabilizar a ratificação de convenções da OIT no Brasil, medida vista como uma possível interferência na soberania nacional. Próximos passos As comissões seguem com os trabalhos técnicos e jurídicos sobre os riscos biológicos e a formalização. Já as decisões sobre a economia de plataformas deverão ser aprofundadas até a próxima CIT, prevista para ocorrer em 2026. Por Agência CNT Transporte Atual
Presidente da Fetransul participa de audiência pública sobre a jornada do motorista na Câmara dos Deputados

A Comissão de Viação e Transportes da Câmara dos Deputados realizou, nesta terça-feira (10), uma audiência pública sobre o tempo de direção e descanso do motorista profissional. A Fetransul, esteve representada pelo presidente, Francisco Cardoso. O tema em debate foi “Desafios para a Implementação dos Procedimentos de Fiscalização do Tempo de Direção e Descanso do Motorista Profissional”. A audiência contou com a participação de entidades do setor de transporte, autoridades e representantes da sociedade civil, com o objetivo de discutir medidas que garantam a segurança nas estradas, condições adequadas de trabalho e regulamentações mais eficazes para a categoria. Durante a audiência, a assessora trabalhista da CNT, Márcia Almeida, destacou que o atual entendimento do STF (Supremo Tribunal Federal), que proíbe o fracionamento do período de descanso dos motoristas profissionais, tem provocado impactos relevantes tanto na rotina dos trabalhadores quanto na logística das empresas. Ela ressaltou que a modulação dos efeitos da decisão, estabelecida nos embargos de declaração, representou um avanço importante ao reconhecer a validade das negociações coletivas como instrumento legítimo para tratar da jornada de trabalho. Em sua manifestação, Almeida reforçou o posicionamento da CNT de que a construção de soluções para o setor deve ocorrer por meio do diálogo entre empregadores e trabalhadores, com base nas negociações coletivas validadas pelo Supremo. “Cada parte sabe o que enfrenta, conhece as dificuldades da estrada e entende o que é necessário para operar com segurança e dignidade”, afirmou, defendendo a retomada da possibilidade de fracionamento do descanso como alternativa viável, desde que sejam observadas as condições específicas das operações e o equilíbrio entre segurança, bem-estar dos motoristas e viabilidade econômica do setor. O debate contou com a presença, entre outros, de representantes do MPT (Ministério Público do Trabalho), do MTE (Ministério do Trabalho e Emprego), da PRF (Polícia Rodoviária Federal), do DNIT (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes), da CNTA (Confederação Nacional dos Transportadores Autônomos), da CNTTT (Confederação Nacional dos Trabalhadores em Transportes Terrestres) e da ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres). O assessor jurídico da NTC&Logística, Narciso Figueirôa, propôs ajustes no CTB (Código de Trânsito Brasileiro) com o objetivo de adequar a legislação às especificidades do setor de transporte. Entre as sugestões, destacou a possibilidade de reduzir o tempo de descanso obrigatório para oito horas ininterruptas, buscando preservar a segurança viária e, ao mesmo tempo, proporcionar maior flexibilidade operacional. Para a CNT, o equilíbrio entre a proteção ao trabalhador, a segurança nas estradas e a viabilidade das operações é fundamental. A Confederação seguirá atuando para que a regulamentação da jornada dos motoristas considere as condições reais da atividade e contribua para um ambiente de trabalho mais justo, eficiente e seguro para todos. Com informações da CNT
Cooperação bilateral é estratégica para modernizar e descarbonizar o transporte, afirma Vander Costa durante Fórum Econômico Brasil-França

Em Paris, presidente da CNT defende transporte coletivo e mudanças na matriz energética como prioridades para o setor A CNT (Confederação Nacional do Transporte) participou, nesta sexta-feira (6), do Fórum Econômico Brasil-França, realizado em Paris. O encontro reuniu representantes dos governos e do setor produtivo de ambos os países com o objetivo de fortalecer os laços econômicos bilaterais e debater temas estratégicos, como transição energética, inovação, infraestrutura, comércio e investimentos. Representando o Sistema Transporte, o presidente Vander Costa foi um dos palestrantes do painel Infraestrutura e Mobilidade. Em sua apresentação, destacou a relevância da cooperação entre Brasil e França para o desenvolvimento do setor de transporte, com ênfase na descarbonização e na modernização da infraestrutura logística brasileira. Transporte coletivo e modais alternativos Vander Costa iniciou sua fala sublinhando o papel estratégico do transporte coletivo na descarbonização e na promoção da qualidade de vida urbana. “Nosso foco é o cidadão. O transporte coletivo é mais seguro e confiável e emite menos gás carbônico do que o transporte individual”, afirmou. Ele também defendeu a necessidade de ampliar os investimentos em modais de menor impacto ambiental. “Para reduzir as emissões de carbono, é fundamental alterar a matriz energética do setor, com foco no fortalecimento dos segmentos ferroviário e aquaviário, que têm pegada de carbono significativamente inferior”, pontuou. Vander Costa ressaltou que o Brasil já dá passos importantes nessa direção, com a concessão de hidrovias e ferrovias. Segundo ele, o modal aquaviário, em especial, representa uma oportunidade estratégica de crescimento sustentável, em razão de sua eficiência ambiental frente ao transporte rodoviário. Ao mencionar os novos leilões de rodovias previstos para 2025, o presidente afirmou que essas concessões também podem impulsionar a sustentabilidade no modal rodoviário. “Rodovias mais modernas e seguras contribuem para a redução de acidentes e para a diminuição das emissões de poluentes”, completou. Vander Costa acrescentou que o avanço das concessões cria um ambiente favorável à atração de investimentos internacionais, como os fundos franceses voltados à infraestrutura sustentável. Liderança na descarbonização Vander Costa também mencionou iniciativas estratégicas lideradas pela CNT na área da sustentabilidade. Entre elas, está o desenvolvimento de um inventário nacional de emissões de gases de efeito estufa, com o objetivo de identificar as principais fontes poluentes do setor. “Compreender a origem das emissões é o primeiro passo para enfrentá-las de forma eficaz. Não podemos focar apenas no veículo em si, mas, sim, é preciso analisar toda a cadeia energética. Um carro elétrico, por exemplo, não será sustentável se for alimentado por energia gerada a partir do carvão”, afirmou. O presidente reforçou também a urgência da renovação da frota nacional, especialmente de caminhões e ônibus. “A substituição por veículos mais modernos pode reduzir em até 95% as emissões de CO2 em comparação com modelos fabricados no início dos anos 2000”, destacou. Participação internacional O painel reuniu representantes do setor de transporte e infraestrutura dos dois países, que discutiram o papel das concessões na atração de investimentos privados e na ampliação de oportunidades de cooperação com a França. Os participantes reconheceram que a transição energética representa um dos maiores desafios da atualidade, ressaltando que soluções eficazes e sustentáveis exigem ações coordenadas e parcerias bilaterais robustas, especialmente no campo da infraestrutura e da mobilidade. A moderação do debate ficou a cargo de Fernanda Tauffenbach, sócia da área de Projetos de Infraestrutura e Capital da Deloitte. Integraram o painel Laurent Germain, CEO da Egis; João Taborda, vice-presidente da Embraer; François Dossa, diretor de Sustentabilidade para a América Latina da TCS Brasil; Anne-Marie Choho, CEO da Setec; e Belen Marcos, vice-presidente executiva da Vinci Concessions e presidente da Vinci Highways. Mais sobre o Fórum O Fórum Econômico Brasil-França aconteceu no dia 6 de junho, em Paris, e foi promovido pela Apex Brasil, pelo MRE (Ministério das Relações Exteriores), pelo MDIC (Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços), pela CNI (Confederação Nacional da Indústria) e pelo Medef (Movimento das Empresas da França). O evento inseriu-se no âmbito da visita oficial do presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, à França. Por Agência CNT Transporte Atual
Estudo da CNT propõe uso mais eficiente do Funset para ampliar segurança no trânsito

Série Especial de Economia analisa receitas e despesas do Fundo e apresenta sugestões para melhorar a aplicação dos recursos A CNT (Confederação Nacional do Transporte) lançou, nesta segunda-feira (9), a nova edição da Série Especial de Economia – Investimentos em Transporte: Funset. O estudo examina a evolução das receitas e despesas do Funset (Fundo Nacional de Segurança e Educação de Trânsito) e apresenta propostas para otimizar a aplicação desses recursos em prol da segurança viária e de ações de educação no trânsito. Criado pelo CTB (Código de Trânsito Brasileiro) em 1997, o Funset é financiado por 5% da receita arrecadada com multas de trânsito. Esses recursos devem ser aplicados exclusivamente em sinalização, engenharia de tráfego, policiamento, fiscalização e educação no trânsito. Em 2022, a Lei nº 14.440 passou a permitir também o uso do Fundo para a renovação da frota rodoviária, por meio do Programa Renovar. Apesar do seu papel estratégico para a proteção de vidas, os recursos do Funset têm sido, em grande parte, contingenciados ao longo dos anos. Entre 2005 e 2024, dos R$ 23,46 bilhões de despesas autorizadas, apenas 21,8% foram efetivamente aplicados nas finalidades previstas para o Funset. Para a CNT, essa prática compromete a efetividade das ações de segurança no trânsito. No estudo, a Entidade defende três medidas principais: a vedação ao contingenciamento dos recursos do Funset, assegurando sua plena utilização; a aplicação prioritária em instalação, renovação e manutenção da sinalização de trânsito; e o investimento na renovação da frota circulante, implementando efetivamente o Programa Renovar. Acesse a Série Especial de Economia – Investimentos em Transporte: Funset Por Agência CNT Transporte Atual
FETRANSUL promove etapa de consultas do Plano Nacional de Logística 2050

Na tarde do dia 09 de junho, as principais demandas e os gargalos logísticos do Rio Grande do Sul foram apresentados ao Ministério dos Transportes durante o 10º Encontro Regional do Plano Nacional de Logística (PNL) 2050. Essas sugestões estão sendo coletadas em todas as regiões do País com o objetivo de traçar um diagnóstico detalhado da rede de transporte nacional. O evento aconteceu no Hotel Deville, em Porto Alegre, e foi promovido pelo Ministério dos Transportes, com o apoio da Confederação Nacional do Transporte (CNT) e da Federação das Empresas de Logística e de Transporte de Cargas no Rio Grande do Sul (Fetransul). O encontro reuniu representantes de todos os modais do transporte e logística, indústria, agronegócio e comércio para debater os principais desafios da infraestrutura de transporte da Região Sul. Na abertura do evento o presidente da Fetransul, Francisco Cardoso, destacou vários pontos de melhoria e a urgência da situação do Rio Grande do Sul, especialmente após a maior enchente da história do Estado. Cardoso ressaltou que 88% do transporte de cargas do RS depende das rodovias, o que aumenta a responsabilidade sobre a infraestrutura rodoviária. “A FETRANSUL reitera seu compromisso e reforça: planejar é um ato de respeito com o futuro do país. Que este encontro nos permita seguir construindo um Brasil mais eficiente, mais integrado e mais competitivo”, enfatizou o Cardoso. “Estamos prestes a completar um ano da maior enchente da história do Estado. A tragédia ceifou vidas, destruiu cidades e afetou profundamente nossa infraestrutura. Pontes caíram, rodovias colapsaram. Foi nesse contexto que nasceu o Plano Rio Grande, que passou a estabelecer novos critérios de reconstrução, como a elevação de cotas e adaptações às mudanças climáticas”, finalizou o presidente. O vice-presidente da Federação da Agricultura do Estado do Rio Grande do Sul (Farsul), Fábio Avancini Rodrigues, também participou da abertura e defendeu a redução do custo logístico do RS. Ele salientou que o agronegócio tem aumentado a produtividade e, por consequência, o volume de carga movimentado tem crescido com o passar dos anos. A subsecretária de Fomento e Planejamento no Ministério dos Transportes, Gabriela Monteiro Avelino, apresentou o trabalho do Governo Federal e na sequência o painel “Corredores e gargalos do sistema de transportes da Região Sul no PNL 2050”, explanou as demandas de cada setor. Paulo Ziegler, diretor de infraestrutura da Fetransul, representou a entidade durante o painel técnico e apresentou as demandas e sugestões para o RS. “A infraestrutura rodoviária do Rio Grande do Sul cumpre um papel fundamental não apenas para a economia do estado. A posição geográfica do RS coloca nosso sistema de estradas a serviço do comércio exterior, pois 80% das cargas terrestres para o Chile e a Argentina e 100% das destinadas ao Uruguai cruzam nosso território. Nossa expectativa é de que o PNL 2050 contemple a ampliação da capacidade de nossa malha rodoviária, que está muito defasada”, finalizou Ziegler. Também participaram do painel Brunno Gonçalves, coordenador de Planos e Sistemas de Transportes da Infra S.A, e Rui Silveira, economista sênior da FARSUL. Pelo Ministério dos Transportes, estiveram presentes o coordenador Rodrigo Ferreira e a gerente de projetos Aline Contar. Durante o encerramento, o público presente pôde expor suas sugestões, apontar necessidades específicas da região e dialogar diretamente com os representantes do Ministério dos Transportes. Esse momento de escuta e troca de experiências foi essencial para enriquecer o diagnóstico e assegurar que as particularidades locais sejam consideradas na formulação das diretrizes do Plano Nacional de Logística 2050. Confira AQUI os registros do evento.Confira a gravação do evento disponível no YouTube
Governo do RS divulga revisão do projeto de concessão do Bloco 2 de rodovias

Em reunião com autoridades e entidades do Vale do Taquari e entidades empresariais, o governador do RS, Eduardo Leite, apresentou na noite de ontem (09/06) a nova versão do projeto de concessão de rodovias denominado Bloco 2, que abrange 415 quilômetros de rodovias do Vale do Taquari, parte da Serra e do Planalto Gaúcho. O novo estudo revisou inúmeros aspectos do projeto com o objetivo de reduzir a tarifa base para o leilão. Entre outras medidas, o governo acrescentou mais R$ 200 milhões de aporte do FUNRIGS, que se somam aos R$ 1,5 bilhão antes previstos. As providências adotadas viabilizaram uma redução do custo de R$ 0,23/km para R$ 0,19/km, podendo ser ainda de R$ 0,18/km caso as prefeituras concordem em isentar o ISS da arrecadação da futura concessão. O governador reiterou que as dificuldades orçamentárias tornam imprescindível a opção pela concessão de rodovias como forma de viabilizar os investimentos nas mesmas, O bloco 2 terá 174,5 quilômetros de duplicações e 72,5 quilômetros de terceiras pistas, em melhorias previstas para serem executadas no primeiro decênio da concessão de trintas nãos. Eduardo Leite deseja realizar o leilão entre outubro de novembro deste ano, e acredita na possibilidade de uma redução de até 20% na tarifa base do pregão. Lideranças regionais expressaram reconhecimento pelo empenho do governo em melhorar o projeto, porém pediram um prazo para analisar esta revisão. Entre outras iniciativas, as entidades da região contrataram uma empresa especializada para medir o VDM das rodovias e se certificar do potencial de arrecadação do bloco. A Fetransul esteve representada na reunião por seu presidente, Francisco Cardoso, e pelos diretores Betina Kopper e Paulo Ziegler. A Federação igualmente está analisando os novos parâmetros trazidos pelo governo do RS. Desde a divulgação da primeira versão do estudo a Fetransul tem trabalhado em conjunto com as entidades do Valo de Taquari para que a concessão reflita com eficiência as necessidades de infraestrutura e, ao mesmo tempo, tenha tarifas de pedágio condizentes e módicas. Na etapa anterior a Federação encaminhou suas contribuições ao secretário de Parcerias e Reconstrução, Pedro Capeluppi.
MOTORISTA DE FUTURO foi destaque no Prêmio Inova Transporte do ITL, apresentado entre os 15 projetos mais inovadores do setor

O Programa, que já alcançou mais de 3.500 jovens de escolas públicas em 13 cidades do Rio Grande do Sul, foi apresentado pela coordenadora de comunicação, Indiara Teixeira durante o Prêmio Inova Transporte, iniciativa da Rede Alumni do Transporte, coordenada pelo ITL (Instituto de Transporte e Logística). O trabalho ficou entre os 15 projetos mais inovadores do transporte nesta edição. O evento aconteceu no dia 04 de junho, na sede da CNT – Sistema Transporte, em Brasília e reuniu lideranças do setor de transporte, contou com a apresentação dos trabalhos finalistas e com palestras de especialistas. O prêmio tem como objetivo valorizar os trabalhos de conclusão de curso que resultaram em soluções práticas já implementadas no setor de transportes, reconhecendo os melhores projetos desenvolvidos nas capacitações oferecidas pelo ITL, como as especializações e certificações internacionais. O projeto MOTORISTA DE FUTURO, atualmente considerado um programa da FETRANSUL, foi elaborado e aprimorado durante o curso de pós-graduação em Gestão de Negócios, ministrado pela Fundação Dom Cabral, com o título: “Geração Z ao volante: propostas e ações para atração de novos motoristas profissionais do transporte rodoviário de cargas”. “Precisamos nos unir e desenvolver estratégias conjuntas entre empresas e entidades do setor. Nosso propósito é plantar uma sementinha nos jovens e demonstrar o quanto a profissão é importante para o país, além de mostrar que, no nosso setor, existem oportunidades de crescimento de carreira e desenvolvimento profissional”, destaca Indiara Teixeira, coordenadora de Comunicação da FETRANSUL, que apresentou o trabalho durante o evento. Segundo a Pesquisa CNT de Rodovias 2024, o transporte rodoviário é responsável por mais de 65% da movimentação de cargas no Brasil. De acordo com a Pesquisa CNT Perfil dos Caminhoneiros (2019), a média de idade dos motoristas é de 44,8 anos, sendo que apenas 8,9% têm menos de 29 anos. O setor sofre com a escassez de motoristas profissionais e, pensando nisso, a FETRANSUL desenvolve ações para atrair jovens à profissão. Francisco Cardoso, presidente da Fetransul, reforça que a entidade está empenhada no desenvolvimento de ações e estratégias em conjunto com o SEST SENAT para atrair e formar novos motoristas profissionais. “O MOTORISTA DE FUTURO é apenas uma das iniciativas que a entidade está realizando. Convidamos outras entidades e empresas do setor a se unirem a nós, com o propósito de juntos, desenvolvermos estratégias para suprir a falta de mão de obra desses profissionais”, finalizou o presidente. SOBRE O PROGRAMA: Tem como principal parceiro o SEST SENAT e conta com o apoio da Transpocred, da ComJovem e de empresas do setor de transportes. Durante as visitas guiadas, os jovens são recepcionados no SEST SENAT pelas equipes locais e assistem a uma explanação de instrutores sobre as atividades do motorista profissional e sua importância para a sociedade. Na sequência, participam de uma palestra com o tema “Iniciando no Mercado de Trabalho”, oferecida pelo Progrid Transpocred. Após o bate-papo, os jovens conhecem o simulador de direção, uma tecnologia de ponta a serviço da qualificação profissional para o transporte, e vivenciam a experiência com o caminhão. Um cavalo mecânico, acompanhado por um motorista profissional disponibilizado pelas empresas parceiras do projeto, é apresentado aos alunos, que recebem orientações sobre as funcionalidades e tecnologias dos veículos. O projeto foi inicialmente elaborado na região de abrangência da FETRANSUL, mas o modelo pode ser facilmente adaptado e coordenado por federações e entidades de outros Estados onde o SEST SENAT está presente. JUNTE-SE AO MOTORISTA DE FUTURO!Entre em contato:51) 99872-0864comunicacao@fetransul.com.brAssista AQUI o vídeo com os principais registros do Programa