Otimização dos serviços públicos é defendida pela CNT durante o GT da Reforma Administrativa na Câmara

Setores estratégicos, como transporte, comércio e instituições financeiras, apresentam suas propostas para a reforma Na sessão dessa terça-feira (17) do Grupo de Trabalho da Reforma Administrativa, na Câmara dos Deputados, a CNT (Confederação Nacional do Transporte) defendeu que a modernização do Estado vá além da redução de custos e promova, de fato, a melhoria da qualidade dos serviços públicos. A Entidade foi representada pelo advogado Julio Firmino. Em sua manifestação, Firmino destacou que a logística e toda a cadeia de serviços de transporte são fundamentais para a eficiência da administração pública. “A nossa colaboração tem foco na otimização. Não se trata apenas de cortar gastos, mas, também, de garantir que os recursos sejam bem aplicados e que os serviços públicos cheguem com mais qualidade à população”, afirmou. Ele ressaltou que, por estar presente em todas as esferas do setor de transporte — da formulação de políticas até as operações que impactam diretamente os cidadãos –, a CNT tem condições de contribuir, de forma efetiva, para um Estado mais eficiente. “O transporte tem relação direta com a reforma administrativa. A logística dos serviços públicos, nos municípios, nos estados e no governo federal, passa obrigatoriamente pelo transporte”, completou. Firmino também alertou para a necessidade de desburocratizar processos, especialmente em setores sensíveis, como a saúde, em que um transporte mais ágil de insumos, por exemplo, faz a diferença no atendimento à população. Ele ainda destacou que a reforma deve fortalecer as agências reguladoras, essenciais para assegurar segurança jurídica, qualidade dos serviços e eficiência na prestação pública. O Grupo de Trabalho da Reforma Administrativa segue promovendo audiências públicas para ouvir representantes de diversos setores. Além da CNT, participaram da sessão dessa terça-feira (17) João Batista Diniz Júnior (Cebrasse), André Luiz Sacconato (CNC), Rodrigo Maia (CNF/Fin) e Juan Carlos Arruda (Ranking dos Políticos). Por Agência CNT Transporte Atual

CNT inicia Sondagem de Resiliência Climática do Setor de Transporte

A Confederação convida o setor a contribuir para a iniciativa que busca fortalecer a resiliência do transporte brasileiro frente às mudanças climáticas A CNT (Confederação Nacional do Transporte) inicia, nesta quarta-feira (18), a Sondagem de Resiliência Climática do Setor de Transporte, com o objetivo de entender os impactos das mudanças climáticas no setor e a forma de atuação das empresas diante dos desafios impostos por ocorrências de desastres naturais. A coleta de dados será realizada até o dia 17 de julho. Para o transporte, a resiliência significa a capacidade de se antecipar, se adaptar e superar adversidades causadas por eventos naturais severos. A participação das empresas de todas as modalidades de transporte é essencial para que a CNT possa propor soluções concretas e auxiliar no desenvolvimento de políticas mais eficazes de enfrentamento às vulnerabilidades ambientais. A Sondagem busca identificar práticas, dificuldades e estratégias que podem ser adotadas diante dos desafios climáticos. O questionário leva cerca de oito minutos para ser respondido, e todas as informações fornecidas serão mantidas em sigilo. Os dados serão analisados exclusivamente pela CNT e divulgados de forma agregada, sem qualquer identificação individual dos participantes. A Confederação convida todas as empresas do setor a contribuírem para essa iniciativa estratégica. Para participar, acesse o questionário: cnt.org.br/resiliencia_climatica Por Agência CNT Transporte Atual

 MANIFESTAÇÃO PÚBLICA

Porto Alegre, 18 de junho de 2025. A FETRANSUL manifesta sua preocupação com os efeitos da recente tributação sobre operações financeiras essenciais à atividade empresarial, especialmente as que envolvem risco sacado e captação de capital de giro. Mesmo após o recuo parcial promovido pelo Decreto nº 12.499/2025, as transportadoras continuam enfrentando dificuldades de acesso ao crédito, em razão da tributação remanescente e da insegurança jurídica associada à natureza dessas operações. No caso do risco sacado, a tributação pelo IOF reforçou interpretações que tratam a operação como um financiamento bancário — e não como cessão de recebíveis — gerando reclassificações contábeis, impactos em ratings e rompimento de cláusulas contratuais com instituições financeiras. Isso levou muitos embarcadores a abandonarem o uso dessa ferramenta, comprometendo o fluxo financeiro de fornecedores logísticos. Já no caso do capital de giro tradicional, a incidência do IOF em patamares elevados tem encarecido o custo do crédito para empresas de transporte, justamente num momento de necessidade de liquidez e estabilidade operacional. A medida desestimula investimentos e agrava o desequilíbrio econômico entre contratantes e prestadores de serviço. A FETRANSUL defende, portanto: O transporte não pode ser sufocado por distorções tributárias em instrumentos que deveriam viabilizar eficiência, previsibilidade e desenvolvimento econômico. ACESSE AQUI A NOTA TÉNCICA da FETRANSUL

SEST SENAT lança Relatório de Sustentabilidade e destaca valor das práticas ESG

Documento mostra como uma governança sólida, alinhada a ações sociais e ambientais, fortalece os negócios e serve de referência para empresas do transporte no Brasil O SEST SENAT lança, nesta terça-feira (17), seu primeiro Relatório de Sustentabilidade, documento que não apenas apresenta suas práticas e seus resultados nas frentes ambiental, social e de governança (ESG), mas também se posiciona como um instrumento de sensibilização e referência para empresas do setor de transporte que buscam incorporar esses princípios de forma estruturada e estratégica. A Instituição, que, há décadas, se destaca por sua atuação social, amplia seu compromisso, evidenciando que a sustentabilidade vai além do discurso e passa a ser tratada como política institucional. O Relatório consolida indicadores, ambições e avanços, especialmente no fortalecimento da governança, que, há anos, já é uma prática estruturada no SEST SENAT. “Nosso modelo de governança é robusto, transparente e orientado por princípios éticos, de integridade e de responsabilidade socioambiental. Ao lançarmos esse Relatório, reforçamos para o setor de transporte que os pilares ESG são uma exigência do mercado e uma oportunidade real de gerar valor às organizações”, afirma Nicole Goulart, diretora executiva nacional do SEST SENAT. O documento também pode gerar uma reflexão no setor sobre o papel das empresas no desenvolvimento sustentável, mostrando que produtos, serviços e ações orientadas pelos princípios ESG agregam valores econômico, social e ambiental, além de fortalecerem a competitividade no longo prazo. “O SEST SENAT quer ser não apenas um exemplo, mas também um agente de transformação. Esse Relatório é uma ferramenta que demonstra que sustentabilidade e governança não são conceitos abstratos, mas, sim, são práticas aplicáveis, mensuráveis e que trazem resultados concretos para as organizações, para o setor e para o país”, reforça Goulart. Principais destaques do Relatório Acesse aqui o documento. Por Agência CNT Transporte Atual

Freeway e mais quatro rodovias do RS precisarão aceitar pagamento de pedágio por Pix

Se não cumprirem determinação, concessionárias serão multadas Os usuários de rodovias concedidas à iniciativa privada no Brasil começarão a pagar pedágio com Pix. A determinação da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) foi publicada no Diário Oficial da União e vale de forma imediata.  No Rio Grande do Sul, a decisão atende ao pagamento de tarifa na freeway, BR-386 e BR-101, que são rodovias administradas pela CCR Via Sul, além da BR-116 e da BR-392, de responsabilidade da Ecovias Sul. Adicionalmente a esta modalidade, as empresas deverão seguir aceitando dinheiro em espécie, cartões de débito e crédito e dispositivos de cobrança automática (Tag).  Caso necessitem viabilizar sinal de internet, nas praças de pedágio, as concessionárias precisarão apresentar um plano de ação, com cronograma otimizado e factível, no prazo limite de cinco dias. Se a determinação não for atendida, será configurado descumprimento contratual e resultará em aplicação de penalidade, nos termos dos contratos de concessão e dos regulamentos vigentes. “A medida, que entra em vigor imediatamente, é um passo importante para garantir mais comodidade, inclusão e segurança aos usuários das rodovias”, diz comunicado da agência. Ainda segundo a ANTT, a expectativa é que a medida contribua para reduzir filas e agilizar o atendimento nas rodovias. A nova regra segue política pública definida pelo Ministério dos Transportes por meio de portaria publicada em março de 2024.  CCR ViaSul A CCR ViaSul – responsável pela cobrança de pedágio na freeway, na BR-386 e na BR-101 -, não confirma se irá atender à determinação. Comunica apenas que o assunto está em “tratativa” com a ANTT e que a empresa “está em avaliações sobre a viabilidade da implantação”.  Nota da concessionária A CCR ViaSul informa que, em relação à aceitação da modalidade de pagamento PIX nas praças de pedágio, o assunto está em tratativa junto ao órgão regulador Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), uma vez que, quando da assinatura do contrato de concessão, não havia tal previsão. Em tempo, diante da relevância e crescente popularização do PIX, a concessionária está em avaliações sobre a viabilidade da implantação, a qual se encontra em fase inicial de estudos preliminares. Ecovias Sul  A Ecovias Sul – responsável pela cobrança de pedágio na BR-116 e na BR-392, no sul do Estado -, informa que “tem se adaptado para a disponibilização do Pix”. A empresa relata que irá apresentar um plano de ação à ANTT em até cinco dias para a viabilização do pagamento nesta modalidade em todas suas praças de pedágio, “levando em conta importantes aspectos como conectividade, segurança e comodidade aos usuários”. Nota da concessionária Em atendimento à Decisão SUROD nº 633/25 da ANTT, publicada no Diário Oficial da União em 16 de junho de 2025, informamos que a Ecovias Sul aceita os diversificados meios de pagamento previstos na norma e tem se adaptado para a disponibilização do Pix. Será apresentado à ANTT, em até cinco dias, conforme o prazo estabelecido, o plano de ação e o cronograma para a viabilização do pagamento por Pix em todas as praças de pedágio, levando em conta importantes aspectos como conectividade, segurança e comodidade aos usuários. Fonte: GZH / Jocimar Farina – Foto: Lauro Alves / Agencia RBS

IV Seminário Trabalhista do TRC discute Reforma Sindical e os desafios da Jornada do Motorista

No dia 11 de junho, aconteceu o IV Seminário Trabalhista do Transporte Rodoviário de Cargas na Câmara dos Deputados, em Brasília, que reuniu autoridades, personalidades jurídicas, lideranças, representantes empresariais e de trabalhadores do setor de transporte, bem como do setor produtivo nacional. O encontro é uma realização da Comissão de Trabalho da Câmara dos Deputados, com o apoio da NTC&Logística – Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística, e o apoio institucional do Sistema Transporte (CNT – Confederação Nacional do Transporte, SEST SENAT – Serviço Social do Transporte e Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte, e ITL – Instituto de Transporte e Logística). A FETRANSUL esteve representada pelo presidente Francisco Cardoso e pela assessora jurídica Dra. Raquel Caleffi. Durante o evento, ocorreram painéis que trataram sobre a Reforma Sindical e a Jornada do Motorista após a ADI 5322. Participaram como palestrantes e debatedores Morgana de Almeida Richa, ministra do Tribunal Superior do Trabalho (TST); Paulo Douglas Almeida de Moraes, procurador do Trabalho; Adilson Rinaldo Boaretto, advogado e assessor jurídico da CNTTT, e Narciso Figueirôa Junior, advogado e assessor jurídico da NTC&Logística. Adilson Rinaldo Boaretto, advogado e assessor jurídico da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Transportes Terrestres – CNTTT, destacou que “a decisão do STF na ADI 5322 foi um marco importante para a jornada de trabalho dos motoristas, mas trouxe impactos indesejados, principalmente para os motoristas que atuam em longas distâncias. Por isso, é necessário buscarmos alternativas que conciliam as diferentes realidades do setor. Essa discussão abriu espaço para tratarmos de temas estruturantes, como infraestrutura, pontos de parada e condições de trabalho”, finalizou. O assessor jurídico da NTC&Logística, Narciso Figueirôa Junior fez uma análise dos principais aspectos jurídicos da decisão do STF na ADI 5322, com destaque para a possibilidade jurídica de serem tratados em negociação coletiva os quatro temas da Lei 13.103/15 declarados inconstitucionais pelo STF, enfatizando que: “Todas as hipóteses de negociação coletiva previstas na Lei 13.103/15 foram declaradas constitucionais pelo STF. Não há nenhuma restrição na decisão dos Embargos de Declaração na ADI 5322 sobre a negociação coletiva dos itens declarados inconstitucionais, e o STF, além de modular os efeitos da decisão de mérito, reiterou o reconhecimento da autonomia das negociações coletivas, sendo que a decisão judicial deve ser interpretada a partir da conjugação de todos os seus elementos e de acordo com o princípio da boa-fé”, concluiu.

Fetransul participa do 24º Seminário Brasileiro do Transporte Rodoviário de Cargas

A FETRANSUL esteve representada pelo presidente Francisco Cardoso e pela assessora jurídica Raquel Caleffi. Durante o evento, foram debatidas medidas para o enfrentamento ao roubo de cargas, com destaque para a relevância da integração entre as iniciativas públicas e privadas. O encontro, realizado no dia 11 de junho, na Câmara dos Deputados, em Brasília, foi promovido pela Comissão de Viação e Transportes, em parceria com a NTC&Logística (Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística), com o apoio institucional do Sistema Transporte (CNT – Confederação Nacional do Transporte / SEST SENAT – Serviço Social do Transporte e Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte / ITL – Instituto de Transporte e Logística) e da FuMTran (Fundação Memória do Transporte). A solenidade de abertura reuniu o  presidente da Comissão de Viação e Transportes, deputado federal Mauricio Neves, presidente da Câmara dos Deputados, deputado federal Hugo Motta, diretor adjunto nacional do SEST SENAT, Vinicius Ladeira, representando o Sistema Transporte; presidente da NTC&Logística, Eduardo Rebuzzi; superintendente de Serviços de Transporte Rodoviário e Multimodal de Cargas da ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres), José Aires Amaral Brito, e a secretária nacional de Transporte Rodoviário do Ministério dos Transportes, Viviane Esse. Inaugurando as falas da Mesa de Abertura, o deputado federal Mauricio Neves enfatizou: “Desde que assumi a presidência da CVT, temos como prioridade fortalecer e desburocratizar o setor de transporte e logística, garantir segurança jurídica e encontrar soluções para reduzir o roubo de cargas. Precisamos garantir infraestrutura, segurança no transporte e um ambiente favorável para o crescimento das transportadoras, com previsibilidade, leis claras e estabilidade regulatória”. O presidente da Câmara dos Deputados, deputado federal Hugo Motta, também usou da palavra para reforçar o compromisso com as pautas do setor: “Esse debate cumpre mais uma etapa do trabalho da Comissão, ouvindo quem está na ponta e enfrenta diariamente os desafios, para que possamos construir soluções e contribuir com o crescimento do Brasil, que passa diretamente pelo setor logístico. É uma honra participar desta edição do Seminário Brasileiro do Transporte Rodoviário de Cargas, um espaço fundamental de diálogo entre o Legislativo, o setor produtivo, os trabalhadores e a sociedade. Esta Casa mantém o compromisso firme com a construção de políticas públicas que fortaleçam o setor”. Num aparte especial, o deputado federal General Girão (PL-RN) ratificou: “O transporte é o setor que alimenta a nossa economia. Eu vi muitas transportadoras abandonarem sua atuação em regiões como o Rio Grande do Norte em função do roubo de cargas. Precisamos endurecer as penas e garantir segurança para que o transporte possa operar livremente em todo o território nacional”. A secretária nacional do Transporte Rodoviário do Ministério dos Transportes, Viviane Esse, registrou: “É um prazer participar deste Seminário, que trata de um tema central para o país. Nós zelamos pela qualidade da infraestrutura, por onde passam as riquezas nacionais, e debater segurança é fundamental para seguirmos avançando. Nós, do Ministério dos Transportes, temos um Fórum Permanente para o Transporte Rodoviário de Cargas, que é um canal de diálogo entre Governo Federal, embarcadores, empresas de transporte e transportadores autônomos, por entendermos o quanto o setor é importante. Em maio deste ano, foram tratados temas como condições das rodovias, balanço da fiscalização da tabela de fretes, normativos da Senatran relacionados à jornada de trabalho dos motoristas profissionais, entre outros”. Em continuidade, o presidente da NTC&Logística, Eduardo Rebuzzi, agradeceu a presença de todos e fez considerações relevantes ao longo de seu discurso. “É uma honra realizarmos a 24ª edição do Seminário Brasileiro do Transporte Rodoviário de Cargas, contando, como sempre, com o total apoio e interesse da Câmara dos Deputados, em especial da Comissão de Viação e Transportes, pelas principais pautas do setor”. Neste ano, a CVT, por intermédio do seu presidente, deputado Mauricio Neves, e em consenso com a NTC&Logística, decidiu ser prioritária a retomada do tema ‘Segurança Pública’, informou Rebuzzi, “diante do evidente clamor nacional pela adoção de medidas, por parte do governo federal, no sentido de buscar solução para este, que se tornou o mais grave e preocupante problema do país, conforme evidenciado em recente pesquisa da Quaest em todo o território brasileiro”. Rebuzzi acrescentou que, sob esse aspecto, o roubo de carga continua sendo um dos maiores problemas do setor, com impactos diretos na economia, na sociedade e na segurança dos profissionais, a despeito de todos os esforços empreendidos pela NTC&Logística, ao longo dos anos – com a defesa enfática de propostas como o agravamento de pena dos receptadores de carga roubada; a instalação de CPMI para investigar a fundo essa atividade criminosa; a criação de delegacias especializadas e de inteligência policial, no âmbito da União e dos Estados, dentre outras – e dos pesados investimentos das próprias empresas transportadoras na prevenção ao roubo de cargas. Mencionando o artigo 144 da Constituição Federal, no sentido de que “a segurança pública é dever do Estado, direito e responsabilidade de todos”, o presidente Eduardo Rebuzzi comunicou que, firme nesse propósito, “a NTC&Logística, em conjunto com as entidades do setor, está encaminhando uma proposta de ‘união das forças públicas e privadas em prol da segurança do TRC’, visando a constituição de uma Aliança Nacional pela Segurança Logística, com diretrizes, metas e indicadores concretos para enfrentar de forma qualificada os crimes que atingem a logística nacional”. Antes de encerrar seu discurso, o presidente parabenizou o excelente trabalho que o empresário Roberto Mira, vice-presidente de Segurança da NTC&Logística, vem realizando nessa área, há longo tempo, em defesa do setor. Lembrando ter sido Roberto Mira o responsável pela brilhante indicação do delegado Waldomiro Milanesi, de renomada competência, como consultor de Segurança da entidade, Rebuzzi cumprimentou e agradeceu a presença do Dr. Milanesi no evento. Em prosseguimento às falas de Abertura, José Aires Amaral Filho, superintendente de Serviços de Transporte Rodoviário e Multimodal de Cargas da ANTT, confirmou o registro do presidente da NTC&Logística: “Existe a necessidade de integração da segurança pública com um planejamento adequado, envolvendo de forma coordenada todos os entes federativos e os órgãos de segurança. Esse alinhamento é fundamental para enfrentar o roubo

Nota do setor produtivo sobre a MP que aumenta a carga tributária

Entidades demonstram preocupação diante de mais uma tentativa do governo federal de aumentar impostos com objetivos arrecadatórios O setor produtivo recebe novamente com preocupação mais uma tentativa do governo federal de aumentar impostos com objetivos arrecadatórios. A nova Medida Provisória é mais um triste capítulo da postura recorrente de se optar por soluções imediatistas em vez de enfrentar o verdadeiro desafio estrutural do país: o controle dos gastos públicos. O governo parece não ter compreendido o alerta recente, quando editou decreto elevando alíquotas do IOF, de que não há mais espaço para improvisos, aumentos pontuais de tributos e penalização recorrente de quem produz e também de quem está consumindo no dia a dia, com o encarecimento de preços de escolas, viagens, alimentos, entre outras coisas. É importante destacar que o novo decreto do IOF continua, lamentavelmente, onerando e prejudicando as empresas. Ainda assim, o governo afirma que, para cumprir a meta deste ano, conta com dividendos extraordinários das estatais e com o PL do óleo do perímetro adjacente licitado, o que só reforça que o decreto era e continua sendo sem sentido. É mais do que urgente enfrentar o verdadeiro desafio fiscal do país, que está ao lado das despesas públicas. O setor produtivo já é um dos mais tributados do país e tem contribuído, de forma significativa, para a arrecadação do Estado. Elevar ainda mais essa carga impactará a competitividade dos setores que impulsionam o país, desincentivando investimentos, e encarecerá o crédito, prejudicando mais uma vez a população. Confiamos que, ao analisar essa Medida Provisória, o Congresso Nacional tenha a mesma responsabilidade e firmeza que demonstrou ao reagir ao decreto do IOF. O governo precisa atuar com previsibilidade e senso de responsabilidade para estimular nossa economia e não prejudicar o país. CNT (Confederação Nacional do Transporte) Fin (Confederação Nacional das Instituições Financeiras) ABRAINC (Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias) ABRASCA (Associação Brasileira das Companhias Abertas) CNA (Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil) CNC (Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo) CNI (Confederação Nacional da Indústria) CNSaúde (Confederação Nacional de Saúde) CNseg (Confederação Nacional das Seguradoras) Por Agência CNT Transporte Atual

Capacitações ITL: inscrições encerram em breve para curso de ESG no Transporte Multimodal; prazo prorrogado para turma de Fortaleza da Especialização em Gestão de Negócios

As oportunidades fazem parte do Programa Avançado de Capacitação do Transporte, coordenado pelo ITL e promovido pelo SEST SENAT Encerram-se, na próxima quarta-feira (18), as inscrições para o curso executivo ESG Aplicado ao Transporte Multimodal. A capacitação, ministrada pelo Ibmec, é voltada a profissionais que desejam adquirir conhecimentos aprofundados sobre as práticas Ambiental, Social e de Governança no setor de transporte.   O objetivo é capacitar profissionais do setor de transporte para implementar as práticas ESG nas operações e na gestão estratégica das empresas, promovendo um setor mais sustentável e alinhado às melhores práticas globais. Saiba mais e inscreva-se. Curso executivo Gestão de Ativos: inscrições abertas para turma em SP   Estão abertas, até 27 de agosto, as inscrições para o curso executivo Gestão de Ativos, voltado a profissionais do setor de transporte e logística que buscam aplicar boas práticas para aumentar a eficiência operacional, reduzir custos e ampliar a vida útil de ativos físicos. A qualificação é gratuita para profissionais de empresas vinculadas ao Sistema Transporte e integra o Programa Avançado de Capacitação do Transporte, coordenado pelo ITL e promovido pelo SEST SENAT, em parceria com a Abraman (Associação Brasileira de Manutenção e Gestão de Ativos). Voltado a diretores, gerentes e coordenadores das áreas de Manutenção, Operações, Logística, TI, entre outras, o curso oferece uma visão estratégica da gestão de ativos e incentiva a adoção de práticas baseadas em dados e de manutenção de classe mundial. A capacitação conta com cinco módulos que totalizam mais de 190 horas, oferecendo uma abordagem completa e alinhada às necessidades do setor de transporte. Os conteúdos abrangem desde fundamentos da ISO 55.001 e custo do ciclo de vida dos ativos até planejamento da manutenção de frotas, análise de riscos, auditoria interna, engenharia de confiabilidade e comunicação. A formação prepara os participantes para aplicar os conceitos com visão estratégica, crítica e integrada. Saiba mais e inscreva-se. Governança, Compliance e Gestão de Riscos com Ênfase no Transporte e Infraestrutura: inscrições até 30 de julho Profissionais do setor de transporte e logística podem se inscrever na nova turma do curso executivo Governança, Compliance e Gestão de Riscos com Ênfase no Transporte e Infraestrutura, que será realizada em Brasília (DF). As inscrições vão até o dia 30 de julho, e as vagas são gratuitas para empresas vinculadas ao Sistema Transporte. O conteúdo técnico é elaborado em parceria com o IGCP (Instituto Latino-Americano de Governança e Compliance Público). A formação tem como objetivo capacitar diretores, gerentes, consultores e colaboradores das áreas de Logística, Governança, Compliance, Jurídico, Recursos Humanos e Licitação para que desenvolvam uma atuação integrada às boas práticas de governança, compliance e gestão de riscos, especialmente diante dos desafios de produção e execução no setor transportador. Ao longo do curso, os participantes serão conduzidos ao entendimento dos principais conceitos da governança corporativa, com foco na construção de um ambiente institucional seguro, transparente e alinhado às exigências regulatórias. A proposta também visa estimular reflexões sobre como integrar diferentes frentes da gestão de riscos, com ênfase nas particularidades da infraestrutura e do transporte. Saiba mais e inscreva-se. Especialização em Gestão de Negócios: inscrições prorrogadas para a turma de Fortaleza  As inscrições para a turma de Fortaleza (CE) da Especialização em Gestão de Negócios foram prorrogadas até 25 de junho. Para a turma de Vitória (ES), o prazo permanece aberto até 16 de julho. O curso é direcionado a gestores de empresas de transporte associadas ao Sistema Transporte, oferecendo uma formação estratégica para aprimorar a gestão e a competitividade no setor. O currículo do curso abrange temas como liderança adaptativa, gestão estratégica da cadeia de suprimentos, ESG aplicado aos negócios, inteligência artificial e inovação, com o objetivo de preparar os alunos para liderarem com visão e agilidade. Com carga horária de 370 horas, sendo 80% presenciais e 20% a distância, a Especialização busca equilibrar teoria e prática, proporcionando uma visão empreendedora e inovadora para os profissionais do setor. A duração é de, aproximadamente, 14 meses. Saiba mais e inscreva-se. Por Agência CNT Transporte Atual

Novo decreto altera regras do IOF em operações de crédito e câmbio

O Governo Federal publicou nesta quarta-feira (12/06) o Decreto nº 12.499/2025, que altera pontos importantes sobre a cobrança do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras). As mudanças impactam diretamente empresas que contratam empréstimos, realizam operações de câmbio ou trabalham com seguros e financiamentos, como é comum no setor de transporte. Dentre as principais alterações, destacam-se: Exceção: Empresas optantes pelo Simples Nacional e MEIs, em operações com valor igual ou inferior a R$ 30.000,00, observarão o disposto no art. 45, caput, inciso II, ou seja, alíquota de 0,00274% ao dia, conforme o caso;                             Se a sua empresa financia veículos ou equipamentos com crédito bancário, faz operações de câmbio (importação/exportação de peças, por exemplo), utiliza seguros ou participa de FIDCs para financiar recebíveis, dentre outros, é fundamental revisar com sua assessoria contábil ou jurídica os custos financeiros e impactos tributários dessas operações a partir das novas regras. Dispositivos revogados: