Pesquisa NTC&Logística sobre o mercado no ano de 2021

A NTC&Logística está realizando uma pesquisa com as empresas de transporte de cargas para verificar a situação econômica do TRC no ano de 2021. São algumas questões, todas de múltipla escolha, que podem ser respondidas em poucos minutos. As informações ajudarão o Departamento de Custos Operacionais (DECOPE) da entidade, a entender o cenário do segmento transportador no último semestre de 2021. Sua participação é muito importante! Clique aqui e participe da Pesquisa Mercado no ano de 2021 Fonte: NTC&Logística

Governo federal lança linha de crédito para aumentar renda de caminhoneiros

Recursos do programa Giro Caixa Transportes permitirão antecipar recebíveis com taxa de 1,99% para livrar caminhoneiros do desconto médio de 20% que era feito por carta-frete A Caixa Econômica Federal lançou nesta sexta-feira (4/2) a linha de crédito Giro Caixa Transportes, que vai permitir a antecipação do pagamento do frete aos caminhoneiros, beneficiando toda a cadeia de transporte rodoviário de carga. O novo modelo de financiamento já está disponível para todos os caminhoneiros clientes da Caixa, com taxa de juros a partir de 1,99% ao mês. O ministro da Economia, Paulo Guedes, ressaltou a importância da Caixa para viabilizar programas como esse e lembrou a atuação do banco na distribuição de recursos do auxílio-emergencial para combater os impactos econômicos da pandemia da Covid-19, no início da crise. O dinheiro servirá como capital de giro para os profissionais, reduzindo os custos da antecipação do frete. Os recursos estarão disponíveis diretamente na conta dos transportadores de carga com até 120 dias de antecedência. A nova linha foi apresentada durante o evento “Democratizando o Acesso ao Crédito”, realizado pela Caixa no Teatro da Caixa Cultural, em Brasília, com a presença do presidente da República, Jair Bolsonaro; do ministro da Economia, Paulo Guedes; do chefe da Assessoria Especial de Assuntos Estratégicos do Ministério da Economia, Adolfo Sachsida; e do ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas; além do presidente da Caixa, Pedro Guimarães, entre outros convidados. Time dos sonhos Na ocasião, Guedes também ressaltou outras ações do Ministério da Economia, como o programa de digitalização e a inclusão de 100 milhões de brasileiros, a criação do Fundo de Investimento nas Cadeias Produtivas Agroindustriais (Fiagro), o novo Programa de Garantias, e  a Cédula de Produto Rural Verde (CPR Verde). “O time dos sonhos é o nosso. Os outros foram bons; o nosso é muito melhor”, comentou, depois que Adolfo Sachsida se referiu a um estudo da equipe econômica do governo de Michel Temer, que foi apelidada de “dream team” pelo mercado. Sachsida, que é filho de caminhoneiro, afirmou: “Para um caminhoneiro que recebia um frete de R$ 1 mil, ficavam no bolso dele só R$ 800. Os outros 20% eram antecipação. Agora, vai ficar com R$ 998. Isso é um grande ganho de renda para todo caminhoneiro”. Ele comentou que este programa “é melhor que qualquer desconto de diesel” e vai ajudar a “melhorar a eficiência econômica e gerar bem-estar a todos”. Segundo Sachsida, o evento serviu para mostrar que existem “medidas extremamente eficientes que não têm custo fiscal”. Ele destacou, além do Giro Caixa Transportes, o Saque-Aniversário do FGTS, que permitiu a volta ao sistema financeiro de pessoas com nome no Serviço de Proteção ao Crédito (SPC), e as contas sociais digitais, que possibilitam o acesso a programas sociais pelo celular. “Isso mostra como nós podemos melhorar, e muito, a situação do brasileiro sem gastar dinheiro público”, frisou. Juros baixos e dimensão humana O presidente da Caixa, Pedro Guimarães, estima que 1,5 milhão de pessoas podem ser beneficiadas pela linha Giro Caixa Transportes. Ele pontuou que o caminhoneiro – que antes precisava pegar dinheiro emprestado – agora vai antecipar esse recurso com a Caixa. “Com inadimplência próxima a zero e com taxa de juros muito menor”, frisou. O ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, também elogiou a medida e destacou a necessidade de se dar atenção para a dimensão humana do processo de transportes. “É exatamente isso que está sendo anunciado no dia de hoje. Estamos tomando conta das pessoas”, disse. De acordo com o ministro, a nova linha funciona como um sistema de antecipação de recebíveis em que as empresas de transporte vão tomar o crédito, mas o beneficiário será o caminhoneiro, porque ele é quem recebe os valores, está na ponta da linha e é o elo mais fraco. “Isso significa liberdade, libertação. É libertar o caminhoneiro da carta-frete, das operações de crédito casadas, que tanto subtraem renda. Olha quanta renda vai ficar agora no bolso desse caminhoneiro”, declarou Tarcísio Freitas. Veja a íntegra do evento Democratizando o Acesso ao Crédito: https://youtu.be/pPSy_HCIRgY

ANTT altera as tarifas de pedágio da Concebra

Novas tarifas entram em vigor a partir do dia 3/02 Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) publicou, através da deliberação nº 48/2022, a aprovação da 5ª e 6ª Revisão Ordinária, a 9ª e 10ª Revisão Extraordinária e o Reajuste da Tarifa Básica de Pedágio – TBP do contrato de concessão da rodovia BR-060, BR-153, BR-262/DF/GO/MG, explorado pela Concessionária das Rodovias Centrais do Brasil S/A. A deliberação mantém a Tarifa Básica de Pedágio quilométrica contratual em R$0,03050 e altera a TBP quilométrica acumulada de R$ 0,00035 para R$0,000127. O reajuste também corresponde à variação do Índice de Preços ao Consumidor Amplo – IPCA,  que indicou percentual positivo de 6,33%, dessa forma, a TBP, atualizada após arredondamento, será alterada, nas praças de pedágio P1, em Alexânia/GO, P2, em Goianápolis/GO, P3, em Piracanjuba/Professor Jamil/GO, P4, em Itumbiara/GO, P5, em Prata/MG, P6, em Fronteira/Frutal/MG, P7, em Florestal/Pará de Minas/MG, P8, em Luz/MG, P9, em campos Altos/MG, P10, em Perdizes/MG e P11, em Campo Florido/Conceição das Alagoas/Veríssimo/MG, na forma da tabela anexa: Revisões e reajustes A ANTT, por força de lei, realiza anualmente o reajuste e a revisão das tarifas de pedágio das rodovias federais concedidas. Essas alterações tarifárias são aplicadas no aniversário do início da cobrança de pedágio. As alterações de tarifa da Concessionária são calculadas a partir da combinação de três itens previstos em contrato: Reajuste: tem por intuito a correção monetária dos valores da tarifa e leva em consideração a variação do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Acontece uma vez ao ano, sempre no aniversário do início da cobrança de pedágio. Revisão: visa recompor o equilíbrio econômico-financeiro celebrado no contrato de concessão. Fonte: gov.br

Brasil acelera processo de adesão à OCDE e vai zerar o IOF cambial até 2029

Em um passo decisivo para acelerar o ingresso do Brasil na Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), o governo decidiu zerar a incidência do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) em operações com moeda estrangeira até 2029. A redução será gradual e deve começar ainda em 2022, prevista inicialmente para operações de ingresso e saída de recursos estrangeiros de curto prazo, ou seja, de até 180 dias. A redução do IOF é uma das obrigações a serem cumpridas pelo Brasil para adesão aos Códigos de Liberalização de Movimentação de Capitais e de Operações Invisíveis – instrumentos obrigatórios do processo de acessão à OCDE, em alinhamento às práticas cumpridas pelos países que integram a Organização. As mudanças serão estabelecidas por meio de decreto presidencial. A mudança visa melhorar o cenário para as transações internacionais, pagamentos de serviços e de comércio exterior e transações de investimentos, sejam de curto ou longo prazos, ao eliminar o obstáculo tributário que hoje incide sobre operações com moeda estrangeira. Não haverá, portanto, discriminação entre os agentes econômicos que desejarem operar no país. A medida – juntamente com a sanção da Lei Cambial – levará o Brasil a ser o único país não-membro da OCDE a aderir aos códigos e promover uma melhoria no ambiente de negócios. Acesse a apresentação completa. Fonte: ABTI

Finame Baixo Carbono vai financiar caminhões elétricos e a gás no Brasil

A linha de crédito Finame Baixo Carbono, do BNDES, oferece vantagens para atrair frotistas interessados em investir em frotas menos poluentes A linha de crédito Finame Baixo Carbono, do BNDES, vai ajudar a aumentar a frota de caminhões e ônibus elétricos e a gás no Brasil. De acordo com o chefe de relacionamento institucional, Tiago Perola, a previsão é que a nova linha de crédito tenha forte demanda nos próximos anos. “Agora, em 2022, a procura deverá aumentar bastante”, diz. O BNDES já tem alguns modelos de caminhões elétricos e a biogás credenciados. “Queremos que cada vez mais fabricantes credenciem seus veículos nessa linha”, aponta Perola. Da mesma forma, o banco notou o interesse crescente de empresas do varejo em descarbonizar a frota. “Para atender os clientes, os frotistas já planejam comprar veículos que usam combustíveis mais limpos”, resume o executivo. Novas regras flexibilizam credenciamento Outro motivo que ajudará a aumentar a procura pelo Finame Baixo Carbono, de acordo com o Tiago Perola, é a prorrogação da fase de credenciamento de novos produtos. A partir de agora, a primeira fase se estenderá até dezembro de 2024.  Além disso, houve flexibilização das regras de nacionalização de conteúdo. Ou seja, caminhões e ônibus com 20% de componentes de fabricação nacional são aceitos pelo Finame Baixo Carbono. Antes, esse índice era de 50%, o mesmo do Finame convencional.  De toda forma, a medida deverá gerar mais possibilidades para os fabricantes de caminhões e ônibus habilitarem seus produtos de baixo carbono nessa linha de financiamento. Benefícios para quem financia Segundo Perola, a linha de crédito tem dois diferenciais na comparação com o Finame tradicional. O primeiro é o spread menor. O segundo é que, nesta linha, há a limitação do spread para a instituição financeira. Ou seja, quanto maior o spread bancário, maior é o lucro dos bancos. Da mesma forma, significa juros mais caros para os clientes, que, então, precisam recorrer a empréstimos e financiamentos. Por outro lado, as duas linhas de crédito têm prazos de pagamento e subsídios semelhantes. Ambas exigem 10 anos para pagamento. Bem como carência de 2 anos. Contudo, em financiamentos onde há a taxa fixa do BNDES, a carência cai para 1 ano. Nas duas linhas de financiamento, a participação do BNDES pode chegar a 100% do valor. Bancos credenciados De acordo com o BNDES, as instituições financeiras autorizadas a fornecer esse tipo de financiamento são os bancos Bradesco, Itaú, Santander, Fomento Paraná, Banpará, Banco Volkswagen e Banco Safra. O Finame Baixo Carbono surgiu em 2021 para financiar a aquisição de máquinas e equipamentos. O pré-requisito é que os modelos contribuam para a redução de carbono. Além disso, todos devem ser novos e ter fabricação nacional. Por fim, os veículos também devem estar credenciados no sistema do BNDES.  Entram nessa lista caminhões e ônibus movidos a bateria, a célula de combustível, híbridos ou a gás. Também podem ser credenciados os comerciais leves elétricos e híbridos. Segundo o BNDES, os implementos rodoviários ainda não estão contemplados. Fonte: Estradão Foto: VWCO/Divulgação

Exigências para tripulantes em alguns países do Mercosul

Perante os impasses que se sucederam nos últimos quinze dias e, cientes da dificuldade de acompanhar tantas mudanças e informações falhas, esta Associação formulou um resumo especifico para tripulantes no transporte rodoviário internacional de cargas, com as exigências para seu ingresso aos principais países limítrofes que fazem parte do Mercosul. Confira abaixo: Argentina • Portar resultado negativo de teste RT-PCR ou antígeno com até 7 dias da data da coleta;• Preencher a Declaração Jurada de Migração (DDJJ: ddjj.migraciones.gob.ar);• Comprovar contratação de seguro saúde Covid-19 com cobertura para serviço de hospitalização, isolamento e/ou translado sanitário. Chile • Portar resultado negativo de teste RT-PCR emitido até 72h antes da data do MIC DTA. Na chegada ao território chileno, a fiscalização sanitária poderá ainda verificar a validade do certificado apresentado, se o mesmo possuir elementos gráficos como código de barras ou código QR. De acordo com a norma vigente, os tripulantes, aleatoriamente, poderão ser novamente testados com custo a cargo do governo chileno. Paraguai Não possui exigências específicas para tripulantes do transporte rodoviário internacional de cargas, assim como o Brasil, reconhecendo dessa forma a nossa atividade como essencial. Uruguai • Portar resultado negativo de teste RT-PCR coletado até 72h antes da data do ingresso. Perguntas Frequentes: 1. Sou obrigado a realizar testes unicamente no Brasil, por ser brasileiro? Não, a testagem pode ser realizada no país de origem, trânsito ou destino. 2. Se o destino da carga é o Chile, posso ingressar na Argentina com teste antígeno? Pode, no entanto, para ingressar no Chile terá que portar o resultado negativo de um teste PCR-RT tendo sido coletado em até 72h antes da saída do Brasil. 3. O resultado foi positivo, posso testar novamente para contraprova? A testagem levada em consideração é a primeira. Porém, perante resultado positivo necessita ser respeitado o período do isolamento determinado pela vigilância sanitária.4. O seguro saúde COVID é a mesma coisa que seguro de vida?Não, as coberturas são diferentes. Consulte seu corretor e entenda melhor ao respeito. Fonte: ABTI

Caged: Brasil gerou 2,7 milhões de empregos formais em 2021

Em dezembro, no entanto, saldo ficou negativo em 265 mil vagas O Brasil terminou o ano de 2021 com saldo positivo de 2.730.597 vagas de emprego com carteira de trabalho assinada. Ao longo do ano, foram registradas 20.699.802 admissões e 17.969.205 desligamentos. Os dados foram divulgados hoje (31) pelo Ministério do Trabalho e Previdência. Já o mês de dezembro registrou retração de 265.811 postos de trabalho. O número decorre de um total de 1.703.721 de desligamentos e de 1.437.910 admissões. O estoque de empregos formais no país, que é a quantidade total de vínculos celetistas ativos, em dezembro, ficou em 41.289.692 vínculos, o que, segundo o ministério, representa uma queda de 0,64% em relação ao mês anterior. Contratação temporária De acordo com o ministro do Trabalho e Previdência, Onyx Lorenzoni, o resultado para o mês de dezembro era esperado, uma vez que “como ocorre rotineiramente no Brasil, temos as comunicações de demissão principalmente daqueles funcionários que trabalham no regime temporário”. “O saldo negativo faz parte fundamentalmente dos trabalhadores temporários. Mas esse saldo aplicado sobre o acumulado do ano nos dão saldo positivo na geração de empregos com carteira assinada no Brasil, da ordem de 2,7 milhões de postos de trabalho”, acrescentou ao destacar que desde o início do governo de Jair Bolsonar, o país acumula saldo positivo de 3.183.221 novos postos de trabalho. Assista na TV Brasil Dados por setor No acumulado do ano, o saldo de 2,7 milhões de postos de trabalho teve, no setor de serviços, sua maior contribuição, com 1.226.026 vagas criadas. Foram 9.284.923 admissões ante a 8.058.897 desligamentos. O setor de comércio agregou outras 643.754 vagas (4.889.494 admissões e 4.245.740 desligamentos), enquanto a Indústria gerou 475.141 novas vagas (3.352.363 admissões e 2.877.222 desligamentos) em 2021. As atividades de construção criaram 244.755 vagas (2.017.403 admissões e 1.772.648 desligamentos), enquanto agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura teve 140.927 novas vagas com carteiras assinadas (1.155.619 admissões e 1.014.692 desligamentos). O estoque (quantidade total de vínculos formais ativos) no acumulado do ano apresentou variação de 7,08% (na comparação com 1º de janeiro de 2021). Já em dezembro, o saldo de empregos foi negativo em quatro dos cinco grupamentos de atividade econômica analisados. O único a apresentar saldo positivo (9.013 vagas) foi o de comércio; reparação de veículos automotores e motocicletas. O saldo da indústria ficou negativo em 92.047 vagas; o da construção perdeu 52.033 postos de trabalho; o de agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura registrou uma queda de 26.073 vagas; e o de serviços diminuiu em 104.670 o saldo de empregos celetistas. Regiões As cinco regiões apresentaram saldo positivo de contratações ao longo de 2021. Na Região Sudeste foram criados 1.349.692 postos de trabalho (crescimento de 6,8%); no Sul, o saldo foi de 480.771 postos a mais (alta de 6,61%); no Nordeste foram criados mais 474.578 postos (7,58%); no Centro-Oeste, o acréscimo foi de 263.304 vagas (8,07%); e a Região Norte teve incremento de 154.667 empregos formais (8,62%). Em dezembro, no entanto, as cinco regiões do país registraram saldo negativo no número de empregos formais. A região que perdeu mais vagas foi a Sudeste, com uma queda de 136.120 postos de trabalho (-0,64%). A queda na Região Sul ficou em 78.882 vagas (-1,01%), enquanto nas regiões Centro-Oeste, Nordeste e Norte apresentaram saldos negativos de 21.476 (-0,61%); 15.823 (-0,23%); e 13.375 vagas (-0,68%), respectivamente. Ouça na Radiagência Nacional Estados No acumulado do ano, o estado de São Paulo foi o que abriu maior número de empregos formais, totalizando 814.035 novas vagas, o que representa alta de 6,80%. Em segundo lugar está Minas Gerais, com saldo positivo de 305.182 vagas (alta de 7,5); seguido do Rio de Janeiro, com 178.098 novos postos (5,77%). Os menores saldos foram registrados em Roraima, com geração de 4.988 postos de trabalho com carteira assinada; Amapá (5.260); e Acre (8.117). Apenas duas unidades federativas apresentaram saldos positivos em dezembro de 2021: Alagoas (615 postos de trabalho); e Paraíba (61 postos). Já os estados com menor saldo foram São Paulo, que registrou uma redução de 103.954 no número de empregos formais, seguido de Santa Catarina (-36.644 postos de trabalho); e do Paraná (-24.346 postos). Salário médio O salário médio de admissão registrado em dezembro foi de R$ 1.793,34. Na comparação com o mês anterior (novembro), o aumento real ficou em R$ 1,51, o que corresponde a alta de 0,08%. *Matéria ampliada às 12h20 para inclusão dos dados consolidados do ano. Texto alterado, no nono parágrafo, às 13h27, para corrigir percentual informado pelo Ministério do Trabalho e Previdência. Fonte: Agência Brasil – Por Pedro Peduzzi – Edição: Denise Griesinger

CNC: intenção de consumo atinge maior nível desde maio de 2020

Alta foi de 1,1% em janeiro em relação ao mês anterior O indicador que monitora a Intenção de Consumo das Famílias (ICF) registrou em janeiro a melhor pontuação desde maio de 2020, com 76,2 pontos, divulgou hoje (31) a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). O indicador teve alta de 1,1% em relação ao mês anterior e de 3,6% frente a janeiro de 2021.  O índice foi calculado por meio de 18 mil entrevistas realizadas pela CNC, e qualquer pontuação abaixo de 100 é considerada abaixo do nível de satisfação do consumidor, o que se repete desde abril de 2015.  Entre os componentes do indicador, o Emprego Atual teve a maior alta, de 2,6%, e também está no maior patamar, com 97 pontos, ainda abaixo do nível de satisfação de 100 pontos. Já o Acesso ao Crédito teve o pior desempenho, com queda de 1% em janeiro. A pior pontuação é do Momento para Duráveis, que mede a intenção de consumir bens duráveis, como veículos, com 43,9 pontos.  A melhora no componente Emprego Atual se deu porque subiu de 23,4% para 25,2% o percentual de entrevistados que se sentem mais seguros com seu emprego do que no ano passado, valor que é o maior desde maio de 2020. O percentual, porém, ainda é menor do que os que sentem menos seguros (28,2%) e do que os que se sentem tão seguros quanto (35,6%). Outros 10,2% declararam estar desempregados.  Da mesma forma, a parcela dos entrevistados que percebeu uma melhora em sua renda em relação ao ano passado subiu de 19,5% para 20,4%. Por outro lado, 37,7% declararam que tiveram uma piora na renda ao longo do ano, e 41,4% disseram que a renda permaneceu igual. Ao analisar esses resultados, a CNC afirmou que “eles representam a evolução do mercado de trabalho, com o maior percentual desde maio de 2020 de famílias que se sentem mais seguras com seu emprego”. “Contudo, nem todos os aspectos da economia estão favoráveis. A alta inflacionária e o aumento dos juros representam as maiores dificuldades dos consumidores, tanto pela redução do poder de compra quanto pelo encarecimento do crédito. No entanto, este mês já pôde ser observada uma amenização desses efeitos na percepção das famílias”, diz a confederação. Desigualdades A intenção de consumo das famílias com renda acima de 10 salários mínimos teve alta de 1% e chegou a 93,5 pontos, bem acima dos 72,6 pontos calculados para as famílias com renda abaixo de 10 salários mínimos. Apesar de as famílias mais pobres terem registrado uma alta mensal de 1,1%, ligeiramente acima das mais ricas, na comparação anual, houve aumento de apenas 1,7%, enquanto a intenção de consumo daquelas com mais de 10 salários mínimos de renda aumentou 10,5%.  A CNC também divulgou que a alta no consumo das famílias não se deu em todas as regiões, já que, no Norte, houve queda de 1,1% em relação ao fim de 2021 e retração de 11,2% frente a janeiro de 2021.  Fonte: Agência Brasil – Por Vinícius Lisboa / Edição: Maria Claudia / Foto: Rovena Rosa

Indústria do Brasil registra a contração mais rápida desde 2020, aponta PMI

A atividade industrial brasileira registrou a contração mais rápida dos últimos 20 meses, pressionada pelas pressões elevadas sobre os preços, poder de compra limitado dos consumidores e as consequências da nova onda de covid-19 provocada pela variante Ômicron. Os dados são relativos ao Índice de Gerentes de Compras (PMI, na sigla em inglês), que é divulgado pela IHS Markit. O índice caiu de 49,8 em dezembro para 47,8 em janeiro, revelando uma deterioração mais acentuada nas condições operacionais das atividades industriais em mais de um ano e meio. Com isso, as empresas continuaram a repassar aos consumidores os custos da compra de insumos e a reduzir postos de trabalho pela primeira vez desde março. Os fabricantes brasileiros registraram o quarto mês consecutivo de queda em novos negócios no início do ano. A queda foi atribuída ao reduzido poder de compra dos consumidores devido à inflação elevada e a uma demanda enfraquecida. A taxa de contração no total de vendas foi acentuada e a mais acelerada desde maio de 2020. Os volumes de produção também caíram ao ritmo mais acelerado em 20 meses. Em acréscimo às vendas reduzidas, os participantes da pesquisa associaram a queda à nova onda de covid-19. A produção apresentou queda nos segmentos de bens intermediários e de consumo, mas aumentou para os fabricantes de bens de produção. Cenário econômico é o maior desafio da indústria A Diretora Associada de Economia da IHS Markit, Pollyanna de Lima, explica que o cenário econômico, influenciado pela pandemia, é um desafio para a indústria brasileira em 2022. “Os resultados de janeiro apresentaram as contrações mais acentuadas nos índices de pedidos de fábrica e de produção desde maio de 2020. Com novas ondas de COVID-19 atingindo o planeta, as empresas também registraram mais uma redução nas vendas internacionais”, afirma.  “Um dado encorajador, contudo, é que as pressões inflacionárias diminuíram em janeiro. Tanto os custos de insumos quanto a inflação da produção aumentaram ao ritmo mais lento em 19 meses, permanecendo, ainda assim, entre os mais elevados jamais vistos em 16 anos de pesquisa”, conclui Lima. Além da pandemia, Lima cita que o poder de compra reduzido das pessoas e a  inflação alta limitaram a capacidade de produção das indústrias. Assim, as empresas compraram menos insumos, visto que o preço de matérias-primas continuam elevados, e tiveram que cortar postos de trabalho em meio a iniciativas de redução de custos. Mesmo com este ambiente desafiador, a diretora de economia da IHS Markit destaca o aumento da confiança nos negócios das atividades empresariais.   Fonte: Eu quero investir

Mercado de trabalho no transporte fecha 2021 com saldo positivo, apesar de registrar queda de emprego no setor em dezembro

Os dados foram publicados ontem (1º/2) no Painel CNT do Emprego no Transporte A Confederação Nacional do Transporte (CNT) atualizou, nesta terça-feira (1º), o Painel CNT do Emprego no Transporte com dados de dezembro de 2021. O mercado de trabalho no setor, que vinha em curva ascendente ao longo do ano passado, apresentou uma queda no último mês, tradicionalmente tido como de dispensa de vagas temporárias. O saldo mensal resultante do número de contratações e demissões ficou em -9.231 postos de trabalho. Apesar da baixa, no acumulado de janeiro a dezembro foram gerados no transporte um total de 79.796 empregos. A análise da CNT tem por base as informações do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Previdência. “Em um ano ainda marcado pelos efeitos da pandemia, mostramos a resiliência e a força do setor de transporte. Com muito esforço e dedicação, nossas empresas fecharam o acumulado de 2021 com um saldo positivo de mais de 79 mil postos de trabalho. Os desafios permanecem, mas seguimos confiantes para contribuir com o desenvolvimento do país”, afirma o presidente da CNT, Vander Costa. O balanço da evolução de vagas do mercado de trabalho, em 2021, no setor do transporte para as Unidades da Federação aponta que o estado de Sergipe apresentou a maior perda de postos de trabalho (-424), seguido do Piauí (-121) e de Pernambuco (-103). Já o melhor desempenho em termos de geração líquida de empregos formais no transporte foi alcançado pelos estados de São Paulo (+34.472), Minas Gerais (+10.343) e Santa Catarina (+7.210). Ao considerar os diferentes modais de transporte no acumulado de janeiro a dezembro de 2021, é possível identificar que, majoritariamente, o saldo na criação de empregos ficou por conta do transporte rodoviário de cargas (+94.738). Em realidade oposta está o transporte rodoviário de passageiros urbano (-23.812), que vem em tendência de queda no número de ocupações desde o início da pandemia, em 2019. No Painel, é possível aplicar filtros para as diferentes modalidades de transporte e para todos os estados, além de acessar os mesmos dados por tipos de ocupação. O objetivo da CNT é disponibilizar às empresas do transporte e à sociedade opções para consulta dinâmica sobre emprego, além de proporcionar aos transportadores informações sobre o panorama e a situação de ocupações no setor. Acesse aqui o Painel CNT do Emprego no Transporte Fonte: Agência CNT Transporte Atual

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