Definidos os times que disputam as quartas de final da Copa SEST SENAT 2025

Com 16 equipes na briga pelo título, cidade baiana será o palco da penúltima fase do maior torneio amador do setor de transporte no dia 18 de outubro. A Copa SEST SENAT já tem definidos os 16 times que disputarão as quartas de final da 12ª edição do torneio. São oito equipes no feminino e oito no masculino que seguem firmes na disputa pelo título da maior competição esportiva entre trabalhadores do transporte no Brasil. A próxima fase será realizada no dia 18 de outubro, em Vitória da Conquista (BA), e as semifinais e a grande final acontecem em 5 e 6 de dezembro, em Rio Branco (AC). No feminino, avançaram: No masculino, disputam a vaga na semifinal: A expectativa de quem entra em campo A poucos dias dos jogos, os atletas vivem a ansiedade e a motivação da reta final. O técnico da equipe feminina da Sit Macaé Transportes (RJ), Rodrigo Flores, garante que a preparação está intensa. “A equipe está supermotivada por ter chegado até aqui já em nosso segundo ano de competição. O incentivo da nossa empresa tem sido fundamental e, agora, nas quartas, nosso foco tem sido na preparação física. Estamos confiantes para avançarmos de fase”, afirmou. Para Poliana Santos, atleta do time anfitrião Vitlog (BA), a classificação representa superação e realização. Ela recorda os desafios no início da trajetória, quando precisou conciliar o esporte com a maternidade. “Valeu muito a pena. O SEST SENAT em minha vida foi um divisor de águas […] eu vivo um sonho que, graças a Deus, se tornou realidade a partir do futebol”, afirma a jogadora, que agora sonha em conquistar a vaga para a semifinal diante da torcida local. No masculino, José Filho, motorista da Apoio Transportes (BA), também fala sobre o peso desta fase. “Estar entre as 16 melhores equipes do Brasil é um marco. O maior desafio agora é o psicológico, é muita pressão, mas a expectativa é a melhor possível. Estamos com um time bastante focado e fechado. A gente sabe o tanto que lutou para chegar aqui”, relatou o atleta, cuja equipe garantiu a classificação nos pênaltis. O maior campeonato amador do Brasil Realizada desde 2011, a Copa SEST SENAT se consolidou como uma celebração do esporte, da saúde e da união entre os profissionais do setor de transporte. Em 2025, o torneio quebrou recordes de participação, com 97 equipes masculinas e 29 femininas inscritas em todo o Brasil. A estrutura do campeonato é dividida em fase local e fase nacional, garantindo a representatividade de todas as regiões do país. A etapa local, finalizada em junho, consagrou os campeões regionais. Entenda as regras do Futebol 7 Society O Futebol 7 Society é uma modalidade disputada por equipes de sete jogadores, com seis atletas na linha e um goleiro. As partidas seguem as regras oficiais da CBF7 (Confederação Brasileira de Futebol 7 Society), com duração de dois tempos de 25 minutos cada e um intervalo de dez minutos. Cada time pode inscrever de dez a 15 atletas, além de um técnico e um auxiliar. Os torcedores podem acompanhar todas as informações do campeonato pelo Portal da Copa.
Prêmios reforçam importância da sustentabilidade no transporte

Reconhecimento destaca iniciativas ambientais de empresas de cargas e de passageiros em São Paulo e no Rio Grande do Sul Duas premiações reconheceram empresas de transporte que adotam práticas sustentáveis, reforçando a importância da agenda ambiental no setor rodoviário de cargas e de passageiros. O reconhecimento público a empresas que buscam reduzir emissões e adotar práticas ambientalmente responsáveis mostra que a agenda da sustentabilidade está cada vez mais presente no segmento. A gerente executiva do programa Despoluir, Daniela Fraga, ressaltou que o reconhecimento público é fundamental para engajar todo o setor na pauta ambiental. “São premiações que não apenas destacam boas práticas, mas também inspiram todo o setor a seguir investindo em inovação, eficiência e cuidado com o meio ambiente. O transporte é essencial para o desenvolvimento do país e, quando une produtividade com sustentabilidade, gera um legado positivo para as pessoas, o planeta e as futuras gerações”, afirmou. PremiAR valoriza transportadoras engajadas com o meio ambiente No dia 25 de setembro, a Fetcesp (Federação das Empresas de Transportes de Cargas do Estado de São Paulo) realizou, em São Paulo (SP), a quarta edição do PremiAR – Transportando um Mundo Verde, que reconhece transportadoras participantes do Despoluir. Nessa edição, 112 empresas se candidataram, e 49 foram selecionadas como vencedoras. Para concorrer, as transportadoras precisaram submeter ao menos 80% da frota a avaliações ambientais, mantendo uma taxa mínima de 90% de aprovação nos testes de opacidade. O presidente da Fetcesp, Carlos Panzan, ressaltou que o prêmio é uma forma de valorizar empresas que continuam investindo em sustentabilidade mesmo diante de desafios. Prêmio Gaúcho Despoluir reconhece empresas na TranspoSul No dia 23 de setembro, durante a 24ª edição da TranspoSul, em Porto Alegre (RS), ocorreu a entrega do Prêmio Gaúcho Despoluir. A solenidade destacou 21 empresas de transporte de passageiros e 12 transportadoras de cargas, reconhecidas pelo desempenho ambiental. A iniciativa é promovida pela Fetergs (Federação das Empresas de Transportes Rodoviários do Estado do Rio Grande do Sul) e pela Fetransul (Federação das Empresas de Logística e Transporte de Cargas no Estado do Rio Grande do Sul), em parceria com o SEST SENAT e a CNT. Na visão do presidente da Fetergs, Sérgio Tadeu Pereira, a premiação simboliza a união de esforços do setor. Já o presidente em exercício da Fetransul, Glademir Zanette, ressaltou que o prêmio ajuda a criar uma cultura empresarial pautada pelo cuidado com o meio ambiente e com a eficiência energética. Entre os destaques, transportadoras receberam troféus nas categorias Ar Puro, Frota Verde e Rota Sustentável, reconhecendo desde a redução de emissões até a adoção de práticas de logística ambientalmente responsável. Programa Despoluir: mais de 18 anos de resultados As duas premiações são frutos do trabalho desenvolvido pelo Despoluir, o maior programa ambiental da iniciativa privada no Brasil. Desenvolvido pela CNT e pelo SEST SENAT, ele oferece avaliações veiculares ambientais gratuitas e orientações para transportadores em todo o país. Ao longo de quase duas décadas, o Programa já realizou 5 milhões de avaliações ambientais, atendendo a mais de 27 mil empresas e 28 mil caminhoneiros autônomos. Além de reduzir custos e aumentar a eficiência energética, o Despoluir contribui para a preservação dos recursos naturais e a melhoria da qualidade de vida da sociedade. Por Agência CNT Transporte Atual
Sancionada lei complementar que põe fim à bitributação no ISS de guindastes e guinchos

Atuação da CNT, em parceria com o Sindipesa, garante segurança jurídica e previsibilidade às empresas do setor Foi sancionada, no dia 24 de setembro, a Lei Complementar nº 218/2025, que estabelece que o ISS (Imposto sobre Serviços) em operações de guindaste e guincho deve ser recolhido no local da execução do serviço. A medida elimina a bitributação que, por anos, trouxe insegurança jurídica e altos custos para o setor. A conquista é resultado da atuação capitaneada pela CNT em parceria com o Sindipesa (Sindicato Nacional das Empresas de Transporte e Movimentação de Cargas Pesadas e Excepcionais). Até então, empresas que atuavam fora da cidade-sede eram frequentemente alvo de multas ou bitributação, já que tanto o município da sede quanto aquele onde o serviço era executado exigiam o pagamento do imposto. Isso obrigava transportadoras e prestadoras de serviço a recorrer à Justiça, depositar valores em juízo ou oferecer garantias, onerando operações e comprometendo a competitividade. A nova lei é fruto do Projeto de Lei Complementar (PLP) nº 92/2024, que compõe a pauta prioritária da Agenda Institucional do Transporte e Logística. Com a nova legislação, ficou estabelecido, de forma expressa, que o ISS é devido no local da execução do serviço, eliminando o risco de dupla cobrança e oferecendo mais previsibilidade às empresas. Conquista institucional Para o presidente do Sistema Transporte (CNT, SEST SENAT e ITL), Vander Costa, a sanção representa um marco para o setor. “A sanção dessa lei é uma grande conquista para o transporte. Ela elimina uma distorção que penalizava empresas fundamentais para a logística nacional e garante maior segurança jurídica ao setor. Esse resultado é fruto direto do trabalho institucional da CNT junto ao Congresso Nacional e ao Poder Executivo. Atuamos para mostrar a importância da atividade de guindastes e guinchos para a economia brasileira e para a operação do transporte de cargas especiais ou indivisíveis. O diálogo permanente com os três Poderes tem garantido avanços concretos para todo o setor de transporte.” O Sindipesa destacou o apoio da CNT ao longo da apresentação do projeto e de toda a tramitação, ressaltando que o trabalho de relações institucionais da Confederação foi fundamental para sensibilizar o Congresso Nacional e o governo federal sobre a relevância do tema. Alívio para o setor O impacto da nova lei é especialmente relevante para transportadoras e companhias que atuam na movimentação de cargas pesadas e excepcionais, em que as operações de içamento com guindastes são parte essencial da atividade. Segundo Cinthia Ambra, diretora executiva do Sindipesa, a lei representa uma vitória histórica: “Essa lei foi muito importante para nós porque a grande maioria das empresas presta os seus serviços fora do município onde fica a sua sede. As empresas tinham que acabar judicializando a questão, o que gerava grande insegurança jurídica e custos elevados. Agora temos uma segurança maior sobre onde recolher o imposto. É um mérito enorme para o setor e um custo a menos para nós. Nós somos muito gratos à CNT pelo apoio em todo o processo, do começo ao fim”, afirmou. Com a lei sancionada, as empresas do setor ganham previsibilidade, redução de custos e maior segurança jurídica para continuar prestando serviços em diferentes regiões do Brasil. Por Agência CNT Transporte Atual
CNT orienta setor sobre impactos da Lei do Motorista em palestra no Fretamento 2025

Palestra ofereceu subsídios jurídicos e documentos orientativos que apoiam empresas e sindicatos Com informações práticas e direcionadas ao setor, a CNT levou ao Fretamento 2025 uma análise sobre os impactos da Lei do Motorista (Lei nº 13.103/2015). Nessa sexta-feira (26), o gerente de Relações Trabalhistas e Sindicais da CNT, Frederico Toledo Melo, apresentou os principais efeitos do julgamento da ADI (Ação Direta de Inconstitucionalidade) 5322 pelo STF (Supremo Tribunal Federal), indicando caminhos para que empresas e sindicatos enfrentem os desafios trabalhistas com segurança jurídica e equilíbrio nas relações de trabalho. O gerente detalhou como a decisão do STF, que declarou constitucionais 16 pontos da lei, mas invalidou quatro dispositivos centrais, impacta diretamente a gestão de pessoas e a rotina operacional das empresas de transporte. O Supremo considerou inconstitucionais o fracionamento do intervalo interjornada, o descanso semanal remunerado, o tempo de espera e o repouso em movimento em viagens em dupla. Para Frederico, compreender o alcance jurídico da decisão é fundamental para que o segmento se adapte de forma segura. Ele destacou que, ao modular os efeitos ex nunc, o STF evitou insegurança retroativa e abriu espaço para que os temas sejam tratados em negociação coletiva, respaldada pela Constituição Federal e por convenções da OIT. “A abertura à negociação coletiva permite que empresas e sindicatos construam soluções adequadas à realidade do transporte, com equilíbrio e segurança jurídica”, afirmou. Ferramentas práticas para empresas e sindicatos Para apoiar o setor diante desse novo cenário, a CNT e a CNTTT (Confederação Nacional dos Trabalhadores em Transportes Terrestres) elaboraram documentos orientativos, com diretrizes e minutas de acordos coletivos, que podem servir como guias para empresas e sindicatos nas negociações trabalhistas. Esses materiais foram destacados pelo palestrante como instrumentos que dão clareza às regras e fortalecem a atuação das empresas diante dos novos desafios. Fretamento 2025 Nos dias 25 e 26 de setembro, o Mabu Thermas Grand Resort, em Foz do Iguaçu (PR), recebeu o maior encontro de empresas de fretamento do país. O evento reuniu empresários, especialistas, autoridades e fornecedores para debater tendências da mobilidade, com foco em inovação, tecnologia, gestão de dados e inteligência artificial. Além das palestras e dos painéis, o encontro contou com exposição de soluções e muito espaço para networking. Os últimos dias foram reservados para integração, lazer e turismo, fortalecendo ainda mais a conexão entre os participantes. Organizado pela ANTTUR (Associação Nacional dos Transportadores de Turismo e Fretamento) e pela Fresp (Federação das Empresas de Transportes de Passageiros por Fretamento do Estado de São Paulo), o Fretamento 2025 reafirmou sua importância como fórum estratégico para o futuro do transporte, unindo competitividade, inovação e valorização do setor. Por Agência CNT Transporte Atual
Fiscalização Eletrônica do Piso Mínimo Ganha Reforço com Novas Regras no MDF-e

Publicada a Nota Técnica 2025.001 v1.03 do MDF-e, contendo ajustes no layout e regras de validação, voltadas a melhorar a qualidade das informações e alinhar o documento à legislação vigente. As mudanças tornam a fiscalização eletrônica mais efetiva no cumprimento da Política Nacional de Pisos Mínimos do TRC, instituída pela Lei 13.703/2018, por meio do cruzamento de dados estruturados no próprio MDF-e. A Nota Técnica 2025.001 inclui novas regras de validação obrigatórias para para situações específicas no transporte rodoviário de cargas, conforme solicitadas pela ANTT – Agência Nacional de Transportes Terrestres: F55a_301 – Rejeição: O NCM do produto predominante da carga lotação deve ser informado. Quando o MDF-e possuir apenas um DF-e transportado, o NCM do produto predominante passa a ser exigido. F55b_302 – Rejeição: As informações de pagamento devem ser informadas para carga lotação. Quando o MDF-e possuir apenas um DF-e transportado, será obrigatória a presença das informações de pagamento. F113a_303 – Rejeição: Dados Bancários e de pagamento devem ser informados para TAC e equiparado a TAC. Sempre que for informado RNTRC, devem ser incluídas as informações bancárias infBanc e o grupo de pagamento infPag. F113b_304 – Rejeição:Rejeição: CIOT deve ser informado para TAC e equiparado a TAC. Sempre que for informado RNTRC, devem ser incluídas as informações do grupo infCIOT. Com a implantação em homologação disponível desde julho de 2025 e a produção prevista para o dia 6 outubro de 2025, a estruturação desses campos no MDF-e permitirá à ANTT intensificar o controle automático do piso mínimo, cruzando NCM, tipo de carga, valores e forma de pagamento com as tabelas vigentes, com geração de alertas e possíveis autuações em caso de divergências, segundo comunicados setoriais e nota institucional da Agência. ACESSE AQUI e confira a nota na íntegra
Transição energética deve ser justa, inclusiva e íntegra, destaca especialista durante workshop promovido pelo ITL em parceria com o Ibmec

Lúcia Helena Carvalho detalhou sobre descarbonização e novos mercados para ampliar a competitividade do setor. Próximo workshop debate IA integrada à logística A transição energética deve ir além da simples mudança de matriz; precisa ser justa, inclusiva e íntegra. Essa foi a mensagem central do workshop “Mobilidade em Transição Rumo à Descarbonização: biocombustíveis, eletrificação e o futuro dos transportes e da logística no Brasil”, ministrado pela sócia-diretora da ViaH Consultoria e professora do MBA em ESG do Ibmec, Lúcia Helena Carvalho, e promovido pelo ITL (Instituto de Transporte e Logística) nessa quarta-feira (24). Para Carvalho, a transição energética só será, de fato, efetiva se gerar benefícios para toda a sociedade, especialmente para aqueles que historicamente têm menos acesso a serviços básicos. Ela ressaltou que o setor de transporte é um elo estratégico nesse processo por ser capaz de conectar pessoas, bens e serviços e de levar soluções sustentáveis também a regiões mais vulneráveis. “A energia limpa, seja proveniente da eólica, da solar ou de qualquer outro mecanismo renovável, precisa chegar às populações mais vulneráveis para que a transição seja completa e inclusiva”, destacou. Segundo a especialista, o modal rodoviário responde por cerca de 65% a 70% da movimentação de cargas no país, o que representa um grande desafio, mas também uma oportunidade para investir em inovação e liderança empresarial. Com uma matriz energética já altamente renovável, o Brasil pode assumir a dianteira global em biocombustíveis avançados, hidrogênio verde, biometano e tecnologias de captura de carbono, abrindo espaço para novas cadeias de valor, parcerias público-privadas e geração de empregos qualificados. Outro ponto central da palestra foi a necessidade de fortalecer o arcabouço legal da transição energética. Lúcia Carvalho ressaltou que o alinhamento entre governos, órgãos ambientais, setor produtivo e instituições financeiras será decisivo para dar segurança aos investimentos. “Não há transição energética sem ética e sem governança. A integridade do processo é fundamental”, reforçou. A especialista destacou ainda que a transição energética abre espaço para uma série de tendências tecnológicas e de mercado que já começam a se consolidar. Entre elas, citou a eletrificação de frotas urbanas, já em andamento em cidades como São José dos Campos (SP); a criação de corredores verdes, que podem estimular cadeias logísticas mais limpas; e o avanço de soluções como o hidrogênio verde e o biometano, que despontam como alternativas para o transporte pesado. O papel das baterias e do armazenamento de energia também foi mencionado pela palestrante, essenciais para proporcionar segurança ao sistema, além do desafio da reciclagem, que ainda enfrenta baixos índices no Brasil. No agronegócio, apontou exemplos de circularidade, como o aproveitamento do bagaço e de óleos vegetais para a produção de combustíveis, em integração com a cadeia alimentar. Segundo ela, essas inovações exigem investimentos, mas representam uma oportunidade concreta para que os empresários do transporte ampliem sua competitividade e assumam a liderança em soluções sustentáveis. Próximo workshop O ciclo de debates do ITL terá continuidade na próxima terça-feira (30), com a temática “IA Integrada em Logística e Mobilidade: eficiência, segurança, sustentabilidade e compliance”. A apresentação será feita por Alysson Ribeiro das Neves, engenheiro com 28 anos de atuação em inovação e inteligência artificial, especialista em Data Science e Machine Learning com MBA em Gerenciamento de Projetos, pela FGV (Fundação Getulio Vargas). Clique aqui para se inscrever e participar. Para solicitar o cupom de desconto, profissionais do setor devem enviar email para inteligencia@itl.org.br. Por Agência CNT Transporte Atual
Senado reconhece impacto social do Sistema S em sessão especial com participação do SEST SENAT

Representado por sua diretora executiva nacional, Nicole Goulart, o SEST SENAT destacou os 32 anos de atuação e mais de 17 milhões de atendimentos a trabalhadores do transporte em todo o país O trabalho das instituições que compõem o Sistema S foi reconhecido em Sessão Especial no plenário do Senado Federal, realizada em 19 de setembro, por requerimento do senador Izalci Lucas (PL-DF). O SEST SENAT foi representado por sua diretora executiva nacional, Nicole Goulart, que compôs a mesa oficial e discursou sobre a atuação da entidade. Durante a solenidade, Nicole destacou os 32 anos de história do SEST SENAT e apresentou resultados recentes: “Só nos últimos anos, realizamos mais de 17 milhões de atendimentos em saúde, qualidade de vida e capacitação, com 172 unidades operacionais que alcançam diretamente trabalhadores e famílias em mais de 5 mil municípios”, ressaltou. A dirigente explicou que a instituição atua de forma integrada, oferecendo serviços que vão de atendimentos odontológicos, de fisioterapia, nutrição e psicologia até programas de esporte, lazer e cultura. “Nossos serviços contribuem para reduzir afastamentos, aliviar o sistema público de saúde e garantir que o transporte continue em movimento com segurança”, afirmou. Nicole reforçou, ainda, que o Sistema S é reconhecido pelo Senado como modelo de desenvolvimento independente do orçamento público, que contribui para reduzir desigualdades. “O SEST SENAT, assim como os demais ‘S’, é um agente de transformação, que fortalece o transporte como motor do progresso nacional”, concluiu. Na abertura da sessão, o senador Izalci Lucas elogiou a relevância do Sistema S: “Mostra como uma única letra, o S, de serviço autônomo, de sucesso e de sonho, consegue fazer toda a diferença na vida social do país”. Ele destacou que a homenagem se estende a empresários, colaboradores e trabalhadores envolvidos nas instituições. “É um sistema que não é teoria, é prática. O Sistema S tem uma trajetória que se confunde com o próprio desenvolvimento do país e merece nossa sincera homenagem”, afirmou. O papel transformador do SEST SENAT Os programas de capacitação e empregabilidade desenvolvidos pelo SEST SENAT também ganharam destaque no discurso de Nicole Goulart. Ela citou iniciativas estratégicas, como o programa Mais Motoristas, voltado à formação e qualificação de condutores profissionais em resposta ao déficit de mão de obra no setor. Outro exemplo é o projeto Asas para Todos – parceria com a Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) e o Ministério da Educação –, que forma profissionais para manutenção de aeronaves, com índice de empregabilidade próximo de 100%. “Temos uma necessidade urgente de mais de 1 milhão de motoristas no transporte. Custear a mudança de categoria e formar novos profissionais é uma prioridade para nós, pois o transporte é fundamental para o funcionamento de todos os demais setores da economia brasileira”, ressaltou. Além da capacitação técnica, Nicole destacou iniciativas de responsabilidade social com forte alcance. Entre elas, o projeto Impulsiona, que oferece formação a pessoas em situação de vulnerabilidade, e o Proteção, voltado ao enfrentamento da exploração sexual de crianças e adolescentes. Também mencionou a tradicional Copa SEST SENAT de Futebol 7 Society, um dos maiores campeonatos amadores do país, que mobiliza anualmente mais de 10 mil atletas de empresas de transporte, em torneios masculinos e femininos. Saúde, desenvolvimento e capacitação no Sistema S O diretor-geral do Sesc (Serviço Social do Comércio), José Carlos Cirilo, classificou como “inestimável” a contribuição do Sistema S para o país, lembrando que o Sesc nasceu com a missão de promover saúde, educação e qualidade de vida aos trabalhadores do comércio e seus dependentes. Já a gerente-geral do Sescoop (Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo), Karla Oliveira, ressaltou que as políticas do Sistema S ajudam a reduzir desigualdades, ressaltando o cooperativismo como gerador de 600 mil empregos diretos, mais da metade ocupados por mulheres. Na mesma linha, o diretor-superintendente do Sesi (Serviço Social da Indústria), Paulo Moll, afirmou que a criação do serviço voltado à indústria foi decisiva para a transformação do Brasil em um país urbano e competitivo. O ex-deputado federal Nilson Leitão e o secretário do MEC (Ministério da Educação), Marcelo Bregagnoli, também enfatizaram a relevância da capacitação promovida pelas entidades do Sistema S, vista como chave para o desenvolvimento e inclusão social. Por Agência CNT Transporte Atual
Boletim da CNT aponta crescimento do transporte acima da média do PIB no 2º trimestre

Segmento de cargas acumula crescimento de 37,5% desde o pré-pandemia, enquanto o de passageiros segue 9,6% acima do nível de 2020 Mesmo diante da desaceleração no ritmo da economia brasileira, o setor de transportes segue entre os principais motores do crescimento. De acordo com o Boletim de Conjuntura Econômica da CNT (Confederação Nacional do Transporte), divulgado nesta terça-feira (23), enquanto o PIB (Produto Interno Bruto) nacional registrou avanço de 0,4% no segundo trimestre, em relação ao trimestre anterior, o setor de transporte, armazenagem e correios apresentou desempenho superior: alta de 1,0% no período e de 2,2% no acumulado em quatro trimestres. A análise por modalidades confirma a força do segmento de cargas. Em julho, o volume de serviços do transporte de cargas cresceu 1,0% e já acumula alta expressiva de 37,5% em relação ao nível pré-pandemia, consolidando-se como um dos pilares da recuperação econômica. O segmento de passageiros, por sua vez, ainda enfrenta desafios para sua recuperação: o desempenho do volume de serviços oscila fortemente mês a mês e, em julho, registrou queda de 2,1%. O impacto do setor também se reflete nos índices de preços. O grupo Transportes do IPCA apresentou redução de 0,27% em agosto, influenciado principalmente pela queda nas passagens aéreas (-2,44%), nas passagens de ônibus interestadual (-1,65%) e no preço do gás veicular (-1,27%). Por outro lado, houve elevação nos preços do transporte por táxi (2,96%) e por aplicativo (3,27%). Apesar do bom desempenho do transporte no segundo trimestre de 2025, o cenário macroeconômico ainda apresenta desafios. A inflação acumulada em 12 meses está em 5,13%, acima do teto da meta há 11 meses consecutivos, e a taxa Selic permanece em 15% ao ano, segundo decisão do Copom em setembro. A taxa de juros elevada traz inúmeros desafios para os empresários e para os investimentos em infraestrutura de transporte. Segundo o Relatório Focus, divulgado em 19 de setembro de 2025, a expectativa do mercado é de que a taxa Selic permaneça em 15,00% ao ano até o final de 2025. Para a inflação, a projeção é de que o IPCA encerre 2025 em 4,83%, acima do teto da meta definida para o ano pelo CMN (Conselho Monetário Nacional). Acesse o Boletim de Conjuntura Econômica da CNT. Por Agência CNT Transporte Atual
Fórum das Confederações se reúne com ministro Gilmar Mendes na sede da CNT

No encontro, Vander Costa ressaltou a importância da união das entidades para enfrentar desafios que impactam o desenvolvimento econômico do país Lideranças das confederações dos setores econômicos brasileiros (CNT, CNA, CNC, OCB, CNseg e CNI) reuniram-se, nesta terça-feira (23), com o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), Gilmar Mendes. O encontro ocorreu na sede da CNT, em Brasília. Estiveram presentes Vander Costa, presidente da CNT; João Martins, presidente da CNA (Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil); José Roberto Tadros, presidente da CNC (Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo); Márcio Lopes, presidente da OCB (Organização das Cooperativas do Brasil); Dyogo Oliveira, presidente da CNseg (Confederação Nacional das Seguradoras); e Roberto Muniz, diretor de Relações Institucionais da CNI (Confederação Nacional da Indústria), representando o presidente Ricardo Alban. Durante o encontro, Vander Costa destacou a relevância da atuação conjunta das confederações para enfrentar os desafios que impactam o desenvolvimento econômico do país. “As empresas brasileiras têm muito a contribuir com o desenvolvimento nacional. Enfrentamos inúmeros obstáculos que comprometem a competitividade, como a elevada carga tributária e a insegurança jurídica, entre outros. Mesmo assim, estamos sempre dispostos a atuar de forma coordenada e ao lado do país para construir pautas que promovam uma sociedade mais próspera, capaz de produzir, transportar e crescer”, afirmou. O ministro Gilmar Mendes ressaltou a importância da atuação dos setores econômicos brasileiros para a criação de bases sólidas para o progresso nacional. Ele também fez um balanço histórico das reformas estruturantes realizadas no Brasil no último ano. “Mais do que promover mudanças, é essencial garantir condições para o desenvolvimento das empresas, a geração de empregos e a melhoria da qualidade de vida da população”, disse. Por Agência CNT Transporte Atual
Sistema Transporte promove debate sobre descarbonização do setor no 10º Fórum CNT de Debates, em outubro

Evento conta com a presença de autoridades – como a presidente da Petrobras, Magda Chambriard – e soma-se às iniciativas de preparação para a COP30, onde a instituição marcará presença com um espaço próprio, a Estação do Desenvolvimento O Sistema Transporte promove, em 23 de outubro, o 10º Fórum CNT de Debates, na sede da Confederação Nacional do Transporte (CNT), em Brasília. Sob o tema “Caminhos para a Descarbonização dos Transportes”, o evento integra a programação pré-COP30 da entidade e antecipa os assuntos que serão apresentados na Estação do Desenvolvimento, espaço próprio do Sistema Transporte na conferência global. A programação inclui dois painéis: “O Brasil e a Transição Energética no Transporte”, que propõe discutir políticas públicas, metas climáticas e o papel estratégico do transporte no cumprimento dos compromissos de redução de emissões de gases de efeito estufa; e “Soluções Tecnológicas e Inovação para a Descarbonização”, com foco em alternativas sustentáveis para o setor, como biocombustíveis avançados, diesel verde, eletrificação e hidrogênio verde. A presidente da Petrobras, Magda Chambriard, e o senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB/PB) participam da cerimônia de abertura ao lado do presidente do Sistema Transporte, Vander Costa. Também estarão presentes Vinícius Ladeira, diretor do Sistema Transporte e líder do projeto Transporte e a COP30; representantes do governo federal, como Cloves Benevides, subsecretário de Sustentabilidade do Ministério dos Transportes, e Aloisio Melo, secretário nacional de Mudança do Clima do Ministério do Meio Ambiente e Mudanças do Clima; além de lideranças do setor privado, como Igor Calvet, presidente da Anfavea, e Francisco Mazon, CEO da Viação Santa Cruz. Realizado bienalmente desde 2020, o Fórum CNT de Debates é um espaço de diálogo entre o setor de transporte, a sociedade e os poderes constituídos, em busca de soluções para o desenvolvimento da infraestrutura e da mobilidade no Brasil. O evento também se consolidou como um ambiente de networking e de construção colaborativa, reunindo representantes de diferentes segmentos socioeconômicos e dos Três Poderes em torno de uma agenda comum. Participação ativa na COP30 O Sistema Transporte terá presença destacada na COP30 por meio da Estação do Desenvolvimento, espaço proprietário da entidade na conferência climática. A estrutura contará com 4.000 m², dois palcos, 13 estandes e capacidade para receber até 12 mil pessoas. Além disso, a atuação nas Blue e Green Zones reforçará o posicionamento do setor como parte essencial da solução para a descarbonização, com potencial de impulsionar a inovação, atrair investimentos e promover uma transição energética justa e eficaz, alinhada às metas globais de clima. A transversalidade do transporte, cuja atividade sustenta e conecta toda a cadeia produtiva – da agricultura à indústria e ao comércio –, coloca o setor como vetor central da transição energética e do desenvolvimento sustentável no Brasil. Esse papel, no entanto, também impõe desafios, como a necessidade de reduzir emissões em todos os modais: rodoviário, ferroviário, aquaviário e aéreo. Entre as soluções defendidas pelo Sistema Transporte estão iniciativas integradas que contemplem mudanças estruturais, como a multimodalidade e a renovação de frota; inovações tecnológicas com o desenvolvimento de novos combustíveis; e ações de transformação comportamental, a partir da conscientização e da capacitação de profissionais do setor. “A transição energética do transporte é um desafio complexo, mas também uma oportunidade estratégica para o Brasil fortalecer sua posição no cenário global da sustentabilidade. Importante pontuar que não existe uma bala de prata quando se fala em transição energética. Acreditamos em soluções integradas, que considerem as especificidades regionais e aproveitem o potencial energético das diferentes regiões do país com soluções locais”, afirma Vander Costa, presidente do Sistema Transporte. As inscrições para o 10º Fórum CNT de Debates estão abertas, tanto no formato presencial quanto online, por meio de formulário disponível na página oficial do evento. As vagas presenciais são limitadas, e recomenda-se realizar a reserva com antecedência. O auditório da CNT, em Brasília, tem capacidade para 220 pessoas. SERVIÇO Programação 10h30 às 11h30 Abertura Institucional – Vander Costa – Presidente do Sistema Transporte – Magda Chambriard – Presidente da Petrobras – Veneziano Vital do Rêgo (MDB/PB) 11h30 às 12h15 Painel – O Brasil e a Transição Energética no Transporte Discussão sobre políticas públicas, metas climáticas e papel estratégico do transporte no cumprimento das NDC’s brasileiras. Debatedores – Cloves Benevides – Subsecretário de Sustentabilidade do Ministério dos Transportes – Aloisio Melo – Secretário Nacional de Mudança do Clima do Ministério do Meio Ambiente e Mudanças do Clima – Cláudio Schlosser – Diretor de Logística, Comercialização e Mercados da Petrobras Moderador Vinícius Ladeira – Diretor do Sistema Transporte e líder do projeto Transporte e a COP30 12h15 às 13h Painel – Soluções Tecnológicas e inovação para a Descarbonização Exploração de alternativas como biocombustíveis avançados, diesel verde, eletrificação e hidrogênio nos transportes. Debatedores – Igor Calvet – Presidente da Anfavea – Francisco Mazon – CEO da Viação Santa Cruz – Raquel Campos Coutinho – Gerente de portfólio e descarbonização da cadeia de valor da Petrobras Moderador – Daniela Grelin – Diretora Executiva do Pacto Global da ONU – Rede Brasil 13h Encerramento 10º Fórum CNT de Debates Caminhos para a Descarbonização dos Transportes Quando: 23 de outubro de 2025 Onde: SAUS Q.1 – Bloco J – Entradas 10 e 20, Ed. Clésio Andrade, Brasília (DF) Informações: https://www.sestsenat.org.br/10_forum_cnt_debates/ Por Agência CNT Transporte Atual