Câmara Interamericana de Transportes agora é Câmara Internacional da Indústria de Transportes

A 33ª Assembleia Geral Ordinária da CIT realizada em Montevidéu, Uruguai, no último 8 e 9 de novembro de 2021, foi marcada por uma programação diferenciada e de importantes decisões. Membros filiados à Câmara, do Brasil e das Américas, foram recebidos na sede da Associação Latino-americana de Integração – ALADI, pelo secretário-geral, Sérgio Abreu Bonilla e o Subsecretário de Desenvolvimento e Espaço do Livre Comércio, George Ney de Souza Fernandes. Muito além do acordo de cooperação que ambas organizações mantêm há quase duas décadas, ALADI agora é oficialmente um membro associado, com assento permanente na CIT. A agenda da câmara trouxe como principal proposta a alteração do Estatuto Social; a aprovação unânime viabiliza a atuação e o relacionamento com entidades, universidades e governos de países de outros continentes, até então limitado ao continente americano. Ainda, a atualização do conceito para a indústria do transporte aumenta a dimensão da agenda que poderá avançar em áreas como a inovação tecnológica.  A CIT agora é Câmara Internacional da Indústria de Transportes.   No cenário político, a Assembleia contou com a presença de ilustres personalidades, a seguir o Senador da República Federativa do Brasil Nelson Trad Filho, o Deputado Federal Celso Russomanno e o Deputado Afonso Antunes da Motta, que foram condecorados com a Medalha de Ordem do Mérito Interamericano de Transportes (OMITRans), pelo Secretário-Geral da CIT, Paulo Vicente Caleffi (Deputado Federal do RS).  Personalidades da Argentina, Brasil, Colômbia e Panamá também foram homenageadas em reconhecimento à importante contribuição ao setor de transportes: Guillermo Werner, Maria Cecilia Anan, Antonio Marques Dos Santos, Ana Paula Motta Cardoso, Martinho Ferreira de Moura, Nidia Hernández, Fredy Camilo García Moreno e Julio Reyes Solis Tovar; sendo todos membros da Câmara Interamericana de Transportes. Por último, CIT parabeniza as entidades que tiveram a aprovação do ingresso ao quadro de filiados, a seguir: (IBL) Instituto Brasil Logística; (FECAM SP) Federação dos Caminhoneiros Autônomos do Estado de São Paulo; (FETAC MG) Federação dos Caminhoneiros Autônomos de cargas do estado de Minas Gerais; (CONFTAC) Confederação Nacional dos Caminhoneiros e Transportadores Autônomos de Bens e Cargas, todos do Brasil e por último, da Colômbia, a (ACC) Asociación Colombiana de Camioneros Nacional. Confira na íntegra a Resolución 01/2021 – 33ª Asamblea General Ordinaria Fonte: CIT Américas

SEST SENAT e OEI assinam acordo de cooperação técnica

Entendimento entre as entidades visa promover medidas de enfrentamento à crise de segurança no setor de transportes nacional O SENAT (Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte) e a OEI (Organização de Estados Ibero-americanos para a Educação, a Ciência e a Cultura) firmaram, nesta quarta-feira (17), um acordo de cooperação técnica. As partes foram representadas, respectivamente, por Vander Costa, presidente dos Conselhos Nacionais do SEST e do SENAT e da CNT (Confederação Nacional do Transporte), e por Mariano Jabonero, secretário geral da OEI. A cerimônia de assinatura ocorreu no Palácio das Laranjeiras, em Lisboa. O acordo visa concretizar as ações previstas pelo projeto “Segurança pública e transporte: caminhos para o Brasil”, cujo objetivo é promover medidas de enfrentamento à crise de segurança no setor de transportes nacional. Em seu escopo, o projeto incentivará a criação e o fortalecimento de políticas públicas, além da capacitação de agentes setorais. Está prevista, ainda, a formação de redes de cooperação, nas esferas pública e privada, em âmbito nacional e sul-americano. Na ocasião, Vander Costa falou sobre a importância do compartilhamento de dados para a construção de políticas públicas e afirmou que o Sistema CNT trabalhará junto ao Congresso Nacional e ao Poder Executivo para efetivar as diretrizes que resultarão do trabalho em conjunto com a OEI. Presente no evento, o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, elogiou o entendimento entre as entidades e comentou o cenário atual de segurança pública, cuja complexidade, frequentemente, extrapola as fronteiras nacionais. Prestigiaram a cerimônia o ex-ministro da Defesa, Raul Jungmann; o diretor da OEI no Brasil, Raphael Callou; a diretora da OEI em Portugal, Ana Paula Laborinho; a diretora executiva do SEST SENAT, Nicole Goulart; o professor do IDP e vice-presidente do Fórum de Integração Brasil-Europa, José Roberto Afonso; entre outros. Fonte: Agência CNT Transporte Atual

CNI: indústrias de pequeno porte vão investir mais em sustentabilidade

Nove em cada 10 pequenas indústrias têm ações contra desperdício A maioria das indústrias de pequeno porte (55%) tem intenção de investir mais nos próximos dois anos na implementação de ações sustentáveis, para uma transição para a economia de baixo carbono. Para outras (37%) os recursos devem ficar no mesmo patamar dos atuais e apenas 4% afirmaram que esse investimento deve ser reduzido. Os dados são de uma pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI) com o Instituto FSB que avaliou a visão dessas indústrias sobre a sustentabilidade. Segundo a entidade, em alguns quesitos, as indústrias de pequeno porte estão avançadas. Mesmo em meio à pandemia de covid-19 e à crise econômica, 20% dos pequenos negócios industriais aumentaram o investimento nesse tipo de ação. Ações para evitar o desperdício de energia e de água já são adotadas por 90% e 89% das empresas desse porte, respectivamente. Já a gestão de resíduos sólidos é uma realidade em 85% dos negócios. De acordo com a pesquisa, três em cada quatro (76%) executivos afirmam que o setor industrial, considerando o ambiente de negócios no Brasil hoje em dia, enxerga o tema sustentabilidade como uma oportunidade. E para quase um terço deles a agenda de sustentabilidade envolve mais oportunidades do que riscos. Apenas 22% afirmaram que há mais riscos que oportunidades ou só riscos. Para a CNI, os dados mostram que as indústrias de pequeno porte estão atentas à importância da implementação de ações concretas de sustentabilidade em seus processos produtivos, alinhadas à estratégia levada pela entidade para a 26ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança Climática (COP26), que aconteceu de 1º a 12 de novembro, em Glasgow, na Escócia. Nesse sentido, a CNI, destaca que não há mais espaço para a “falsa divergência” entre desenvolvimento e conservação do meio ambiente. Para 16% dos executivos consultados, o financiamento a ações sustentáveis e a conscientização da sociedade deveriam ser prioridades do governo. Para 71% dos representantes das pequenas indústrias do Brasil, cabe ao poder público, além de controlar, estimular as empresas para que sigam as regras ambientais. Razões para investimentos Os dois principais motivos que levam indústrias de pequeno porte a investir em sustentabilidade são a reputação junto à sociedade e aos consumidores (40%) e o atendimento às exigências regulatórias, também com 40% das respostas. A redução de custos, com 36%, e o aumento da competitividade, com 34%, completam a lista de itens que mais estimulam os empresários a adotarem a agenda sustentável. Do outro lado, a falta de cultura voltada para o tema (46%) e a falta de incentivos do governo (45%) são apontados como os principais entraves. A pesquisa mostra ainda que apenas 36% dos pequenos industriais já teve, como fornecedor, alguma exigência de certificado ou ação ambientalmente sustentável como critério de contratação por parte dos clientes. O índice é ainda mais baixo (24%) quando a análise recai sobre a exigência por parte das pequenas indústrias de critérios sustentáveis para a contratação de fornecedores. O percentual de empresas que já deixaram de vender algum produto por não ter alguma certificação ou seguir alguma ação de sustentabilidade exigida pelo mercado cai pela metade: 12%. Entraves De acordo com a CNI, apesar dos indicadores positivos, 79% dos entrevistados admitem que estão pouco ou nada familiarizados com a sigla ESG (do inglês environmental, social and governance) usada para designar ações de sustentabilidades com base nos pilares ambiental, social e de governança. “Mesmo pouco ou nada familiarizados com o tema, 81% dos líderes empresariais dizem que o ESG é importante ou muito importante”, diz a pesquisa. Em termos de estrutura organizacional, apenas 21% das empresas têm uma área formal para lidar com o tema sustentabilidade. Dessas, pouco menos da metade, 10% do total das empresas pequenas, dá autonomia financeira a essa área. Outro ponto de atenção para a CNI diz respeito à estratégia e ao estabelecimento de metas de sustentabilidade: apenas 22% das empresas entrevistadas afirmam ter metas. O Instituto FSB Pesquisa entrevistou, por telefone, executivos de 500 empresas industriais de pequeno porte, em quantitativo proporcional em todos os estados brasileiros. As entrevistas foram realizadas entre 13 e 27 de outubro de 2021. Devido ao arredondamento, a soma dos percentuais pode variar de 99% a 101%. A pesquisa completa está disponível na página da CNI. Fonte: Agência Brasil Foto: José Paulo Lacerda

Palestra CNT sobre macroeconomia destaca o cenário econômico atual

A necessidade de maior atenção com a trajetória inflacionária é um desses panoramas A Confederação Nacional do Transporte (CNT) promoveu, na quinta-feira, 11, palestra sobre a análise conjuntural econômica no Brasil e no mundo. O cenário macroeconômico foi apresentado pelo especialista em economia internacional e mercado financeiro Luís Suzigan. No âmbito global, a abordagem incluiu o crescimento econômico dos países desenvolvidos, o comportamento da inflação e aspectos geopolíticos no médio prazo. Sobre o contexto nacional, Suzigan considerou a dinâmica de inflação e juros, as perspectivas de crescimento econômico e as incertezas envoltas no cenário macroeconômico e político brasileiro. “O risco inflacionário é o tema mais quente nos mercados globais e noticiários mundiais”, ressaltou. O especialista acrescentou que todo esse panorama pode influenciar a redução do estímulo monetário e um possível aumento dos juros internacionais, o que afeta os países emergentes, como o Brasil.  Levando em conta um cenário em médio prazo, há questões relacionadas aos desdobramentos em decorrência dos ciclos políticos, em especial às mudanças na China a partir de 2023, e os riscos geopolíticos associados a esses fatores. “O que está acontecendo agora e deve seguir por mais uma década é uma realocação de cadeias de suprimentos”, destacou. Para o especialista, a preocupação das economias dos diversos países é com a inflação. “São níveis de inflação de dois dígitos que não se viam desde a década de 1970 e 1980, nos Estados Unidos”, exemplifica.  Essa trajetória inflacionária já é observada no Brasil e tem sido respondida principalmente com aumento da taxa Selic. Pelos cálculos de Suzigan, a média dos juros deve voltar para patamar mais próximo dos 6% no final do próximo ano, percentual em que estava entre 2010 e 2011. “O país tem liderado essa alta na América Latina. A normalização de políticas monetárias já começa a ocorrer também na Inglaterra e no Canadá”, pontuou. Outro ponto destacado pelo economista foram os desafios climáticos. “Acompanhamos a COP26 (26ª Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas), que ocorreu em Glasgow, na Escócia. “É o momento para colocar uma visão sobre o que há de risco e oportunidade para o Brasil”, pontuou. As metas mundiais que visam energias mais limpas têm sua parcela de peso na inflação. “Vários países estão buscando fazer essa transição. Isso tem custo e mantém a inflação pressionada”, enfatizou. Suzigan acredita que os riscos de recessão no Brasil são limitados. Lembra que fatores sazonais, como a seca, contribuem para que a inflação fique mais alta e causam repercussão nos alimentos e energia. “Isso pode influenciar em alguns setores, o transporte é um deles”, alertou. A seguir, algumas das perguntas respondidas por Luís Suzigan, durante a palestra promovida pela CNT O transporte tem enfrentado duas questões que impactam economicamente o setor: o congestionamento logístico e a crise hídrica. Existe alguma perspectiva de superação desse cenário no curto ou médio prazos? O congestionamento logístico pode se resolver em duas questões. Primeiro, com o fim da pandemia e o pleno funcionamento de vários portos e modais que trabalham sob restrições, principalmente na China e na Ásia. A outra questão é a regularização de insumos. A falta de peças afetou alguns setores, mas a oferta vai, gradativamente, ser restabelecida. Já o fator energético é mais complicado de ser solucionado. Embora seja sazonal, a trajetória climática tem sido adversa. Os extremos climáticos prejudicam o transporte. Por exemplo, altas temperaturas influenciam na qualidade do asfalto das rodovias e esses problemas vão ficar cada vez mais frequentes. O setor precisa repensar a matriz energética. Esse é um ponto de destaque para médio e longo prazos. Como o segmento do transporte rodoviário urbano de passageiros, um dos mais afetados pela crise sanitária, pode sofrer menos impacto, tendo em vista questões como o aumento do preço do diesel e a correção salarial? No curto prazo é complexo. A transição energética deve tornar a demanda um pouco menor do que é agora. Se houver uma melhora no ambiente fiscal e político, isso pode ficar mais fácil. Financiamento subsidiado para transformar a frota mais ambientalmente sustentável é uma alternativa. A longo prazo, essa medida pode se reverter em uma situação favorável. Que lição que a gente pode tirar desse choque atual de aumento do preço dos combustíveis? Não vejo o controle de preços interno de combustíveis como sendo uma solução para evitar repasses maiores de custos energéticos. Por mais que tenhamos uma oferta de petróleo interna significativa, nossa capacidade de transformá-lo em produto final é limitada. O que pode nos ajudar é um mercado menos volátil no câmbio. Esse desalinhamento é fruto de alguns descontroles macroeconômicos – principalmente na questão fiscal –, políticos e da baixa produtividade da economia. Esse longo período marcado por recessões e baixo crescimento que o país tem vivido há quase uma década pode afetar nossas possibilidades futuras de recuperação? O Brasil deveria estar crescendo muito mais do que está, mas não investe, então a insegurança é muito grande. A capacidade de investimento do Estado caiu praticamente a zero. Se o próprio governo não investe, como vai convencer uma empresa privada estrangeira a investir alto no país em projetos de infraestrutura? O investimento público também é importante para dar essa segurança ao ambiente de negócios. Outra questão estrutural fundamental é o investimento em educação, que geraria melhoras em longo prazo. Ou seja, falta no Brasil tanto investimento em infraestrutura física quanto em social, e isso sempre dependeu e vai continuar dependendo muito da capacidade de investimento do governo. Assim, é preciso uma revisão do arcabouço fiscal do Estado e um pensamento estratégico um pouco mais focado, para que esses investimentos destravem nosso potencial e possamos ocupar um espaço maior como potência regional. Fonte: Agência CNT Transporte Atual

Trabalho 4.0 é tema de mesa redonda no Fórum Jurídico de Lisboa

Necessidade de qualificação constante e possibilidade de trabalho remoto foram alguns dos assuntos abordados pelos debatedores A diretora-executiva do SEST SENAT, Nicole Goulart, participou nesta terça-feira (16) da mesa redonda “Trabalho 4.0”, realizada durante o Fórum Jurídico de Lisboa. O evento é promovido pelo IDP (Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa), pela FGV (Fundação Getulio Vargas) e pelo Instituto de Ciências Jurídico-Políticas da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa (ICJP). Na ocasião, a diretora ressaltou o empenho do SEST SENAT em prol da qualificação de mão de obra para o setor de transporte e refletiu sobre o avanço, durante a pandemia, dos cursos e dos atendimentos em saúde ofertados a distância pela entidade. “Hoje, existe uma carência de mão de obra qualificada. Percebemos que havia um gap a ser sanado e que ele poderia ser preenchido pelo Sistema S. Nesse contexto, a intenção do SEST SENAT é entregar ao mercado um trabalhador preparado, para que as empresas possam inovar e serem competitivas”, apontou. “Principalmente, ensinamos a esses profissionais como é importante aprender a aprender. Se eles não se limitarem ao mero desempenho de um cargo, poderão ser um grande diferencial para suas empresas”, completou. Nicole Goulart também destacou a atuação da instituição na oferta de serviços online que garantem um acesso facilitado. “Durante a pandemia, à exceção dos atendimentos em odontologia, todos os nossos serviços passaram também a ser ofertados de forma online. Entendemos que essa inovação veio para ficar, uma vez que o nosso cliente economiza o tempo de deslocamento até a unidade operacional e, por outro lado, consegue ter a mesma qualidade de atendimento”, destaca. Também participante do encontro, a desembargadora federal Daniele Maranhão Costa, do Tribunal Regional Federal da Primeira Região, mencionou que o advento da indústria 4.0 desencadeou “uma movimentação, que fez com que as estruturas tradicionais de trabalho verdadeiramente implodissem”. A desembargadora enfatizou as mudanças recentemente vividas no Judiciário brasileiro, com ênfase na lógica dos tribunais, que já trabalham com processo judicial eletrônico e, agora, caminham para a implantação do juízo 100%, em que pesem as atuais vedações da Loman (Lei Orgânica da Magistratura Nacional) aos magistratura a distância. Em sua fala, João Zenha Martins, professor associado da Faculdade de Direito da Universidade Nova de Lisboa, sugeriu cautela com a flexibilização das leis trabalhistas, causada pela disrupção tecnológica. “A lógica se modificou definitivamente. As pessoas não mais vão ao trabalho, mas o trabalho vais às pessoas. Devemos atentar para um conjunto dos trabalhadores que operam no setor informal, sob risco de repristinar a lógica do século 19”, alertou. O professor lembrou, ainda, que os avanços da robótica podem levar a um cenário inédito, de total impessoalidade no mundo do trabalho. “Há uma tendência que as ordens sejam emitidas de forma automática, sem comando humano”, pontou. O deputado federal Gastão Vieira (PROS-MA) apresentou números recentes sobre a baixa eficácia do letramento no país, que teria piorado durante a pandemia. “Estou convencido de que é preciso formar a mão de obra para o futuro que está vindo. Para isso, porém, teremos de melhorar consideravelmente a entrada da criança na escola, onde se dá o processo de alfabetização. Nossa distorção idade/série chega a 50%”, lamentou. O parlamentar falou sobre o crescimento do mercado informal e sobre a compressão salarial vivida no país. “Hoje, nivelou-se por baixo. Sabemos que o indivíduo de ensino superior completo disputa a mesma vaga com aquele que cursou o fundamental”, exemplificou. Os debates foram moderados pelo professor do IDP, José Roberto Afonso, que também é sócio-fundador da consultoria Finance e vice-presidente do Fórum de Integração Brasil Europa. “Quão importante é a educação para fazer o link com o futuro?”, questionou, salientando a participação dos mais jovens. “Você precisa retreinar os trabalhadores para adquirir novas habilidades, de modo a atender as novas demandas que estão postas, mas, sobretudo, precisa dar formação aos trabalhadores que estão entrando. Tem se falado em ‘habilidade’ em vez de educação – isso porque aprender a aprender será fundamental para se ter uma posição no mundo 4.0”, resumiu. Fonte: Agência CNT Transporte Atual

Segurança nas rodovias brasileiras ganha destaque em Fórum Jurídico de Lisboa

O tema do roubo de cargas foi destacado pelo ministro do STF, Gilmar Mendes, em mesa sobre impactos da criminalidade O presidente da CNT, Vander Costa, coordenou, nessa segunda-feira (15), uma mesa redonda que debateu a questão da segurança pública durante o Fórum Jurídico de Lisboa, evento realizado pelo IDP (Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa), o ICJP (Instituto de Ciências Jurídico-Políticas da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa) e a FGV (Fundação Getulio Vargas). Durante o debate, foram apresentados os impactos da criminalidade em diversos setores da economia e debatida a necessidade de ações conjuntas para que esse problema seja minimizado. Na abertura da mesa, o ministro do STF, Gilmar Mendes, destacou como o setor de transporte tem sofrido com o problema do roubo de cargas, um dos fatores que contribuiu para o encarecimento do Custo Brasil. De acordo com Vander Costa, a segurança é tema fundamental para o exercício da atividade transportadora. “Apesar de os números terem caído no último ano, ainda temos o grande impacto do roubo de cargas. Infelizmente, esse tipo de crime hoje tem claro envolvimento com o tráfico de armas e vem causando problemas sérios em várias regiões do país. A principal delas é o Rio de Janeiro, onde empresas têm deixado de atuar devido à falta de segurança”, relatou. No ano passado, foram registradas 14.159 ocorrências de roubos de cargas no Brasil, segundo dados da NTC&Logística (Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística), causando prejuízos para as empresas que chegaram a R$ 1,2 bilhão. Na última semana, o SEST SENAT realizou uma grande campanha nacional para conscientizar sobre a importância de se ter ações relacionadas ao tema. Também participaram do debate Raul Jungmann, ex-ministro da Segurança Pública do Brasil (2016-2018); Francisco-Coutinho, professor de Direito na Universidade Nova de Lisboa e doutor em Direito pela Universidade Nova de Lisboa; Danyelle Galvão, professora do Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa e doutora em Direito Processual pela Universidade de São Paulo; e Walfrido Warde, presidente do Instituto para Reforma das Relações entre Estado e Empresa, advogado e doutor em Direito Comercial pela Universidade de São Paulo. Sistema CNT participa de debates sobre outros temas relevantes e atuais Na sexta-feira (12), o presidente da CNT, Vander Costa, representou o setor transportador no Seminário “Agronegócio Sustentável no Brasil“, que também foi realizado em Lisboa e faz parte da agenda paralela do Fórum Jurídico de Lisboa. Durante sua participação no Ciclo de Palestras “Financiando o Desenvolvimento Sustentável”, Vander Costa destacou que a CNT trabalha pela redução da emissão de poluentes. “Atualmente, o transporte é responsável por 22,9% das emissões de CO2 no país. Precisamos trabalhar para reduzir esse quadro, e essa redução é possível. Há muitos projetos interessantes com esse objetivo”, afirmou. Nesta terça-feira (16), a diretora executiva nacional do SEST SENAT, Nicole Goulart, participa da mesa-redonda “Trabalho 4.0”, na qual serão discutidos os novos cenários do futuro do trabalho. A apresentação está marcada para às 14h30, horário de Portugal — 11h30, horário do Brasil. Mais informações aqui. Fonte: Agência CNT Transporte Atual

CNT debate infraestrutura de baixo carbono em Lisboa

O presidente Vander Costa representou o setor transportador no Seminário Agronegócio Sustentável no Brasil O presidente da CNT, Vander Costa, representou, nesta sexta-feira (12), em Lisboa (POR), o setor transportador no Seminário Agronegócio Sustentável no Brasil. O encontro contou com o apoio da CNT, que apresentou aos participantes informações sobre a infraestrutura de baixo carbono. Durante sua participação no Ciclo de Palestras – Financiando o Desenvolvimento Sustentável –, Vander Costa destacou que a CNT trabalha pela redução da emissão de poluentes. “Atualmente, o transporte é responsável por 22,9% das emissões de CO2 no país. Precisamos trabalhar para reduzir esse quadro. E essa redução é possível. Há muitos projetos interessantes com esse objetivo”, afirmou. Segundo o presidente da CNT, a matriz brasileira de transporte ainda é rodoviária, embora com crescente participação do ferroviário. “A CNT enxerga grande potencial no modal aquaviário e apoia a multimodalidade. Ao nosso ver, a multimodalidade é o que tornará o transporte mais rápido e eficiente”. Vander Costa apresentou, ainda, os resultados colhidos pelo Despoluir, programa ambiental promovido pela CNT e pelo SEST SENAT, que é considerado o maior do gênero no Brasil.  “As equipes visitam as garagens das empresas e fazem a verificação do nível de emissão de poluentes da frota. Já são mais de 3,4 milhões de aferições feitas e isso faz com que o transporte brasileiro esteja se aperfeiçoando constantemente”, disse. Vander Costa ratificou o compromisso da entidade em fomentar “smart drivers”. Hoje, cerca de 130 unidades operacionais do SEST SENAT dispõem de simuladores de direção. Está estatisticamente comprovado que o motorista que passa pelo treinamento nos simuladores passa a dirigir com mais segurança e, também, de forma mais econômica. Assim, a qualificação profissional também mitiga as emissões”, reforçou. Por fim, o tema da renovação da frota de caminhões do país foi destacado. “Os caminhões atuais têm emissão irrisória se comparadas com veículos de 10 anos atrás. Daí a importância da renovação”, concluiu o presidente. Também participaram do Ciclo de Palestras o presidente do Banco Central do Brasil, Roberto Campos Neto; o presidente do Novo Banco de Desenvolvimento, Marcos Troyjo; e o vice-presidente de Infraestrutura do Banco de Desenvolvimento da América Latina, Antônio Pinheiro. O seminário foi uma iniciativa da Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional, do Senado Federal, presidida pela senadora Katia Abreu (PP/TO). A abertura do evento foi realizada pelo presidente do Senado Federal, Rodrigo Pacheco, e pelo ministro do STF (Superior Tribunal Federal), Gilmar Mendes. Também contou com a participação do deputado Aécio Neves (PSDB/MG), presidente da Comissão de Relações Exteriores da Câmara. O evento faz parte da agenda paralela do  IX Fórum Jurídico de Lisboa. Fonte: Agência CNT Transporte Atual

SEST SENAT promove sessão premium sobre gestão ágil e transformação digital; inscrições estão abertas

De forma inédita, evento da plataforma Digital HUB será aberto ao público Estão abertas as inscrições para a Sessão Premium que o SEST SENAT promoverá sobre ferramentas de gestão ágil que podem apoiar a transformação digital nas empresas. A Sessão Premium é uma aula online que será conduzida pelo professor Luis Lobão, especialista em Planejamento Estratégico com ênfase no Crescimento. O evento ocorrerá no dia 18 de novembro, das 17h às 18h. As inscrições devem ser feitas no site: https://bit.ly/sestsenat-digital A sessão integra os conteúdos do Digital Hub do SEST SENAT, uma plataforma de conexões exclusiva para executivos e gestores do transporte. De maneira inédita, a Sessão Premium será aberta ao público de forma gratuita.  Os inscritos também terão a oportunidade de integrar o Digital Hub. Na plataforma, é possível ter acesso a conteúdos desenvolvidos por grandes nomes da gestão de negócios, especialistas e pesquisadores reconhecidos internacionalmente. O serviço leva o selo HSM, referência em educação corporativa no Brasil. Entre os grandes nomes nacionais e internacionais que foram especialmente selecionados pela sua relevância para participar da plataforma, estão Peter Diamandis, Pascal Finetti, Yuval Harari, Luís Lobão, Brené Brown, Dora Kaufman e Gabrielle Teco. São vídeos, podcasts, entrevistas e artigos sobre gestão, liderança, tendências, tecnologia, estratégia e negócios. Os conteúdos são divididos nas seguintes categorias: Produtividade e Equipes de Alto Desempenho; Gestão Eficiente e Ágil; Tendências e Visão de Negócios; e Gestão Financeira e Visão Sistêmica. Dentro da plataforma, há ainda o Fórum de Experiências, um espaço voltado ao compartilhamento de ideias, práticas e cases. Fonte: Agência CNT Transporte Atual

Inscreva-se para a palestra do TRC em Santa Rosa-RS

No dia 11 de dezembro o Sistema Fetransul e o SINTRALOG – Sindicato das Empresas de Transporte de Cargas e Logística de Santa Rosa, realizarão a palestra presencial com abordagem sobre o “TRC e a contratação do TAC pós ADC 48”. O evento irá contar com o palestrante Dr. Narciso Figueirôa, Assessor Jurídico da NTC&Logística e como mediadora Dra. Raquel Caleffi, Assessora Jurídica do Sistema Fetransul. Inscreva-se aqui: https://bit.ly/3EIczaY Alguns tópicos que serão discutidos: “Terceirização no transporte rodoviário de cargas.” – Saiba o que mudou na legislação e na jurisprudência. – Quais as cautelas e os riscos trabalhistas da terceirização de mão de obra. Pensando na segurança e bem-estar dos participantes, todos os cuidados em relação a prevenção do Covid-19, serão tomados durante o evento.

SEST SENAT Uruguaiana iniciará fase piloto de Cursos de Especialização via EAD

O Conselho do Rio Grande do Sul do SEST SENAT estará lançando os cursos especializados EAD na próxima semana. Os cursos especializados EAD – 100% gratuitos ao trabalhador do transporte, permitirão que os alunos realizem os cursos especializados em seu próprio tempo, dentro de um período estabelecido. Excepcionalmente na próxima semana, a única Unidade Operacional do SEST SENAT que estará ofertando os cursos especializados EAD será a unidade de Uruguaiana-RS, portanto ao escolher as datas das turmas disponíveis no Estado do Rio Grande do Sul, só estarão disponíveis as turmas abertas pela referida unidade, tendo em vista se tratar do lançamento piloto dessa nova modalidade de qualificação especializada. Os acessos poderão ser realizados através de qualquer dispositivo com internet e em qualquer turno. Cada turma é acompanhada por um instrutor e as dúvidas relacionadas ao conteúdo são escritas pelos alunos e respondidas pelo instrutor no mesmo espaço virtual, o fórum de dúvidas da referida turma, no site EAD do SEST SENAT. CURSO DE ATUALIZAÇÃO PARA CONDUTORES DE VEÍCULO DE TRANSPORTE DE CARGAS DE PRODUTOS PERIGOSOS – EAD Matrículas pelo site ead.sestsenat.org.br/cursos-especializados até 15/11/2021 Período para realização e finalização do curso de 16/11/2021 a 17/11/2021. CURSO DE ATUALIZAÇÃO PARA CONDUTORES DE VEICULOS DE CARGAS COM BLOCOS DE ROCHA ORNAMENTAIS E OUTRAS CUJO TRANSPORTE SEJA OBJETO DE REGULAMENTAÇÃO ESPECIFICA PELO CONTRAN. – EAD      Matrículas pelo site ead.sestsenat.org.br/cursos-especializados até 17/11/2021 Período para realização e finalização do curso de 18/11/2021 a 19/11/2021. CURSO PARA CONDUTORES DE VEÍCULOS DE TRANSPORTE DE PRODUTOS PERIGOSOS – EAD      Matrículas pelo site ead.sestsenat.org.br/cursos-especializados até 16/11/2021 Período para realização e finalização do curso de 17/11/2021 a 23/11/2021. SAIBA MAIS: As matrículas são realizadas sempre no site EAD do SEST SENAT ead.sestsenat.org.br e deverão ocorrer até 1 dia antes do início do curso. Uma vez que o curso inicia, as matrículas são fechadas. Os cursos de formação de condutores, seja o de Produtos Perigosos, Cargas Indivisíveis, Transporte Coletivo, Escolar ou Emergência requerem que o aluno se dirija a um CFC de sua preferência para efetivar o pagamento da taxa do Detran/RS para a realização do exame teórico desses cursos, tendo em vista que os cursos de formação necessitam de exame eletrônico final, a ser realizado em um CFC para a aprovação nos cursos de formação. A abertura de serviço RENACH para realização de exame teórico dos cursos especializados, portanto, deve ser feita antes da matrícula no site EAD do SEST SENAT. Os cursos de atualização por não possuírem exame teórico-prova, não necessitam do procedimento supracitado e podem ser realizados diretamente no site EAD do SEST SENAT,  sem a necessidade de se dirigir primeiramentea um CFC para pagamento de taxa ao DETRAN/RS. As dúvidas poderão ser sanadas pelos telefones da unidade: 55 – 34134930 55 – 34121283 55 – 999805443 55 – 999813908