Transporte de cargas tem saldo positivo de emprego

Mostrando um pouco de resiliência apesar dos impactos da pandemia, o mercado de trabalho do transporte rodoviário de cargas brasileiro segue aquecido e em crescimento. Prova disso é o número maior de contratações em relação ao número de demissões. De acordo com levantamento mais recente do Painel do Emprego no Transporte, iniciativa da Confederação Nacional do Transporte (CNT), o segmento chegou ao final de setembro acumulando um total de 90.483 novas vagas de emprego no País. O saldo positivo é resultado das 449.481 admissões frente aos 358.998 desligamentos. O Painel do Emprego no Transporte também traz dados por regiões e estados. Entre as cinco regiões brasileiras, o Sudeste acumulou a maior parte dos novos postos de trabalho, 50.957 vagas até setembro deste ano, seguido pela região Sul com 17.949, Centro-Oeste com 9.856, Nordeste com 8.478 e Norte 3.213 novos postos de trabalho. Já o levantamento por estados revelou que 25 unidades federativas e o Distrito Federal registraram saldos positivos nas contratações de novos colaboradores. Apenas Roraima registrou mais demissões que admissões até o final de setembro 2021. Na contramão do transporte de cargas, o transporte rodoviário de passageiros urbanos segue demitindo mais profissionais que contratando. Segundo o Painel do Emprego no Transporte, até setembro de 2021 foram 20.470 postos de trabalho fechados, resultado das 68.520 demissões frente as 48.050 contratações. No geral, considerando todos os segmentos, o transporte brasileiro chegou ao final de setembro de 2021 registrando uma boa recuperação no mercado de trabalho, após encerrar 2020 demitindo mais que contratando. “O mercado de trabalho do transporte se mantém aquecido mesmo com a crise que o país vive. Os resultados positivos mostram o empenho do transportador em manter a economia girando, apesar dos sucessivos aumentos nos insumos necessários para a operação de nossas empresas”, ressalta o presidente da CNT, Vander Costa. Fonte: Jornal do Comércio

Juiz Marlos Melek irá comentar as decisões do STF na área trabalhista nesta sexta-feira na TV NTC

Na próxima sexta-feira, dia 26, a partir das 16h, o Juiz Federal do Trabalho, Dr. Marlos Melek irá comentar sobre os impactos das decisões do STF na área trabalhista, para os associados da NTC&Logística. A transmissão será pela TV NTC, no canal do YouTube da entidade, e contará com a participação do presidente, Francisco Pelucio que fará a abertura e a mediação do assessor jurídico da entidade, Narciso Figueirôa Júnior. A participação do Juiz é de grande relevância, Marlos Melek foi membro da Comissão de Redação da Reforma Trabalhista e defendeu o texto da lei na Câmara e no Senado. Ele Iniciou sua caminhada trabalhando com carteira assinada, foi empresário, empregando direta e indiretamente mais de 2 mil pessoas. Hoje é Juiz Federal do Trabalho. A sua participação é de grande importância, anote na sua agenda e fique por dentro. Acesse aqui Fonte: NTC&Logística

Julgamento do TCU reconhece transparência do SEST SENAT

Em julgamento ocorrido no dia 10 deste mês, os ministros do TCU (Tribunal de Contas da União) acordaram, por unanimidade, em considerar cumpridas pelo SEST SENAT as recomendações do acórdão TCU 699/2016, feitas a todas as entidades do Sistema S.  Mais especificamente, o julgamento do TC 018.748/2019-8 encerrou o monitoramento do mencionado acórdão, reconhecendo a transparência sob os seguintes aspectos: divulgação de dados sobre receitas e despesas; demonstrações contábeis; licitações; contratos; transferências de recursos a federações e confederações; e atendimento ao público em geral. >> Visite o Portal da Transparência e Prestação de Contas do SEST SENAT. Nele, você confere uma atuação pautada pela qualidade dos serviços, eficiência na gestão dos recursos e transparência das ações! Fonte: SEST SENAT

Sintralog elege nova diretoria

No dia de ontem (18 de novembro), ocorreu a eleição da nova diretoria do Sindicato das Empresas de Transporte de Cargas e Logística de Santa Rosa – SINTRALOG, para o mandato 2022/2023. A solenidade de posse será em 11 de dezembro durante o 2ª Encontro do TRC Gaúcho, que ocorrerá no Hotel Imigrantes em Santa Rosa. André Costa Bizarro foi eleito presidente no lugar de Elemar Cláudio Walker, que está na presidência nas duas últimas gestões. André Bizarro é o atual secretário da entidade e diretor da Transportadora Tuparendi Ltda. Uma das principais metas da nova gestão, será a construção do Centro Logístico, que em parceria com o município, serão instaladas 16 empresas em uma área de 9,6 hectares, próximos da cidade de Santa Rosa, além de uma sede própria para o Sindicato. Confira abaixo a diretoria completa: Presidente: André Costa Bizarro Vice-Presidente: Renato Kopacek Secretário: Marcos José Andrade Tesoureiro: Elemar Claudio Walker Diretores:Adonis Alvaro Schmorantz Helio Gustavo KettenhuberArnildo José RodriguesAristides João Teló Jorge Luis dos Santos Cristiano Soares dos Santos Conselho Fiscal:Clovis Schneider, César Luiz Gambini e Darci Pedro HemsingRoberto Luis Vaccari, Neiva Thober e José Leonor Bamberg

O aumento de 25,28% no IPVA dos caminhões inibe a atividade econômica e afugenta o investimento no RS

O anúncio do aumento de 25,28% no valor do IPVA para os caminhões, agrava a situação atual das empresas de transporte rodoviário de cargas, que já padecem com os aumentos acumulados do diesel, superiores a 50%, apenas em 2021. A verdade é que os governos estão arrecadando bem mais do que o previsto, em decorrência do aumento dos combustíveis e veículos. É possível inferir, que de alguma forma, os governos passaram a ser “sócios” na distribuição de lucros da Petrobras e distribuidoras de combustíveis e agora também, das montadoras de veículos. Na iniciativa privada, a premissa para o aumento de preços está ligada essencialmente à variação dos custos e na lei da oferta e da procura. Já o Estado, deveria basear-se somente no aumento de seus custos, tendo como teto a inflação, que este ano deverá atingir os 10% e não os 25,28%. Este aumento de arrecadação pode até parecer bom para o governo, porém afeta diretamente a competitividade das empresas, ocasiona perda de competividade, reduz a atividade econômica, configurando um cenário de estagnação. Ao situar-se no extremo Sul do Brasil, nosso Estado tem custo logístico maior que outras unidades da Federação. Tal fato onera nossos produtos industrializados e o agronegócio. E também explica porque inúmeras empresas estão migrando para o Sudeste. Portanto, a sobrecarga tributária farta a máquina pública, mas sufoca nossa economia, em movimento cujo resultado a longo prazo será o inverso do esperado. Cada vez mais empresas de transporte e logística emplacam seus caminhões em outros estados, para reduzir seus custos. Vamos arrecadar menos, porque cobramos demais! Este será um dos legados do atual Governo do RS, que se elegeu prometendo reduzir a alíquota do ICMS sobre a gasolina, e só o fará no último ano de seu mandato, após ter batido todos os recordes de arrecadação, em decorrência da elevação do preço do combustível. É inevitável pensar que os índices aplicados ao IPVA buscam compensar a redução da alíquota do ICMS sobre combustíveis.

IPVA 2022 terá aumento médio de 22,33% no RS

Caminhões estão entre os mais afetados pela elevação A coluna de Giane Guerra em GZH publicou, nesta quinta-feira (18), informação sobre as perspectivas de aumento no IPVA no estado. A coluna teve acesso à tabela oficial da Fipe. Ela traz as médias a partir dos preços registrados no mercado em outubro.  O valor a ser pago em IPVA do Rio Grande do Sul terá um aumento médio de 22,33% para 2022. A maior alta será para caminhões, de 25,28%. Já para automóveis de passeio, a elevação será de 21,63%.  De acordo com a colunista, não houve alteração nas alíquotas do imposto, mas, sim, uma elevação nos preços usados no cálculo. A tabela da Fipe traz o preço de mercado e é usada de referência para vários negócios além do cálculo do IPVA.  Médias por tipo de veículos: Automóveis: +21,63% Caminhonetes e Utilitários: +23,54% Caminhões: +25,28% Ônibus e Microônibus: +14,48% Motos e Similares: +23,13% Motor – Casa: +10,03% Os prazos e condições de desconto costumam ser divulgados pela Receita Estadual no início de dezembro. Leia aqui a reportagem completa, em GZH. Fonte: SETCERGS

Os impactos das decisões do STF na Área Trabalhista serão abordados em live com juiz Marlos Melek na TV NTC

Na próxima semana, dia 26, a partir das 16h, o Juiz Federal do Trabalho, Dr. Marlos Melek irá comentar sobre os impactos das decisões do STF na área trabalhista, para os associados da NTC&Logística. A transmissão será na TV NTC, no canal do YouTube da entidade, e contará com a participação do presidente, Francisco Pelucio que fará a abertura e a mediação do assessor jurídico da entidade, Narciso Figueirôa Júnior. A participação do Juiz é de grande relevância, Marlos Melek foi membro da Comissão de Redação da Reforma Trabalhista e defendeu o texto da lei na Câmara e no Senado. Ele Iniciou sua caminhada trabalhando com carteira assinada, foi empresário, empregando direta e indiretamente mais de 2 mil pessoas. Hoje é Juiz Federal do Trabalho. A sua participação é de grande importância, anote na sua agenda e fique por dentro. Acesse aqui Fonte: NTC&Logística

Aula organizada pelo SEST SENAT sobre liderança ágil e transformação digital atrai gestores de todo o país

A sessão especial integra os conteúdos do Digital Hub do SEST SENAT e foi ministrada pelo professor Luis Lobão Com as rápidas mudanças pelas quais o mundo vem passando, muitos paradigmas empresariais ficaram para trás e os gestores precisam abraçar as tecnologias como meio e forma de modelar seus negócios. Por isso, é preciso que líderes estejam atentos e atualizados sobre as novidades e necessidades do mercado. Pensando nisso, o SEST SENAT criou o Digital Hub, uma plataforma de conexões exclusiva para executivos e gestores do transporte. E, de forma inédita, na tarde desta quinta-feira (18), foi realizada uma sessão premium online, aberta ao público, com o professor Luis Lobão. O professor falou sobre ferramentas de gestão que podem apoiar a transformação digital nas empresas. “As organizações têm que trabalhar com base em três grandes pilares: adaptabilidade estratégica, liderança ágil e governança horizontal e flexível. Não é uma questão mais de transformação digital. Mas sim, de aceleração digital”, destacou Lobão. Mais do que ferramentas e artefatos, os gestores precisam de uma liderança com pelo menos cinco competências, segundo enumera o especialista: fluência digital, capacidade de fazer e aprender com o experimento, ser analítico, capacidade de utilizar os dados para tomada de decisão, criar futuros viáveis e capacidade de continuar aprendendo. A próxima sessão premium será em dezembro e vai falar sobre liderança produtividade e equipe de alto desempenho. Digital Hub O Digital Hub é uma rede de conexões na qual é possível ter acesso a conteúdos desenvolvidos pelos grandes nomes da gestão de negócios, especialistas e pesquisadores reconhecidos internacionalmente. A plataforma leva o selo HSM – instituição referência em educação corporativa no Brasil –, e oferece interação e compartilhamento de boas práticas para que os executivos possam trilhar novas experiências e lapidar seus conhecimentos.  Entre os grandes nomes nacionais e internacionais que foram especialmente selecionados pela sua relevância para participar da plataforma, estão Peter Diamandis, Pascal Finetti, Yuval Harari, Luís Lobão, Brené Brown, Dora Kaufman e Gabrielle Teco. São vídeos, podcasts, entrevistas e artigos sobre gestão, liderança, tendências, tecnologia, estratégia e negócios. Os conteúdos são divididos nas seguintes categorias: Produtividade e Equipes de Alto Desempenho; Gestão Eficiente e Ágil; Tendências e Visão de Negócios; e Gestão Financeira e Visão Sistêmica. Dentro da plataforma, há ainda o Fórum de Experiências, um espaço voltado ao compartilhamento de ideias, práticas e cases. Os interessados em acessar a plataforma podem preencher o formulário pelo link https://forms.office.com/r/KqCDm3CUkv Fonte: Agência CNT Transporte Atual

CCJ aprova proposta que prorroga desoneração da folha de pagamento até 2023

O projeto beneficia 17 setores da economia; proposta segue para análise do Senado A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (17) projeto de lei que prorroga até 31 de dezembro de 2023 a desoneração da folha de pagamento para 17 setores da economia, considerados de uso mais intensivo de mão de obra. Pelas regras atuais, as empresas beneficiadas podem optar pelo pagamento das contribuições sociais sobre o faturamento somente até o fim deste ano. Os setores são: calçados, call center, comunicação, confecção/vestuário, construção civil, empresas de construção e obras de infraestrutura, couro, fabricação de veículos e carroçarias, máquinas e equipamentos, proteína animal, têxtil, TI (tecnologia da informação), TIC (tecnologia de comunicação), projeto de circuitos integrados, transporte metroferroviário de passageiros, transporte rodoviário coletivo e transporte rodoviário de cargas. A proposta tramitou em caráter conclusivo e, portanto, poderá seguir para a análise do Senado, a menos que haja um recurso para a votação pelo Plenário.  No último dia 11, o presidente Jair Bolsonaro disse que o governo federal vai prorrogar por mais dois anos (até 2023) a desoneração da folha de pagamento das empresas dos mesmos 17 setores. O Projeto de Lei 2541/21, dos deputados Efraim Filho (DEM-PB) e Dagoberto Nogueira (PDT-MS), foi aprovado na forma do substitutivo do relator, deputado Delegado Marcelo Freitas (PSL-MG). Freitas reduziu o período de prorrogação previsto no projeto, de cinco para dois anos. O objetivo foi evitar que a proposta seja vetada pelo presidente Jair Bolsonaro. Pelo mesmo motivo, disse o relator, não foram incluídos novos setores entre os beneficiados com a desoneração. “Se dependesse apenas da nossa vontade, do relator, do autor do projeto e de vários membros da comissão, outros setores de fato seriam incluídos, mas o compromisso com o Orçamento é imenso, então nesse sentido estamos apenas prorrogando os 17 setores inicialmente contemplados”, explicou Marcelo Freitas. ImportaçãoO projeto aprovado altera legislação sobre temas tributários (Lei 12.546/11). O texto aumenta também em um ponto percentual a alíquota de Cofins-Importação para um conjunto de produtos, de forma a equilibrar os custos entre bens produzidos no Brasil e no exterior. Em 2020, o Congresso Nacional aprovou o aumento da Cofins-Importação nos itens que concorrem com a produção dos setores beneficiados pela desoneração da folha de pagamentos. No entanto, ao sancionar a Lei 14.020/20, Jair Bolsonaro vetou esse ponto, e o Congresso manteve a decisão. Naquela ocasião, Bolsonaro também vetou a prorrogação, até o próximo dia 31 de dezembro, da desoneração da folha de pagamentos para os mesmos 17 setores. O Congresso, no entanto, derrubou o veto. CustoSegundo o governo, a desoneração até o final deste ano custará R$ 10 bilhões aos cofres públicos. O mecanismo permite que as empresas paguem alíquotas de 1% a 4,5% sobre a receita bruta em vez de 20% sobre a folha de salários. Segundo os setores beneficiados, a medida permite a manutenção de 6 milhões de empregos. O texto aprovado estabelece que um ato do Poder Executivo deverá definir mecanismos de monitoramento e de avaliação do impacto da desoneração da folha de pagamentos sobre a manutenção dos empregos.  O Psol votou contra a proposta na CCJ. Segundo a deputada Fernanda Melchionna (Psol-RS), a proposta deveria exigir contrapartida das empresas. “Qual o impacto do que o Estado deixa de arrecadar? Porque é muito simples dizer que se desonera sem fazer o debate econômico do quanto se deixa de arrecadar inclusive para financiar políticas sociais, geração de emprego, distribuição de renda. E mais: deveria ter uma cláusula no projeto exigindo a manutenção dos 6 milhões de postos de trabalho”, afirmou. O deputado Gilson Marques (Novo-SC) também fez críticas ao projeto. “Nós não podemos favorecer setores identificáveis, setores específicos, porque quando fizemos isso nós diluímos o custo desses setores beneficiados para todo o sistema. Por outro lado, o voto ‘não’ [à proposta] também é errado, o Estado deu a bengala e agora vai chutar em época de pandemia, vai provocar desemprego?”, disse. Já o autor, Efraim Filho, defendeu a proposta e ressaltou o acordo feito com o governo. “Quebramos as resistências do Ministério da Economia, na compreensão de que é momento de não pensar em arrecadação, mas de pensar em gerar empregos, numa política pública que o governo já sinalizou que acolhe como sendo prioridade para 2022”, explicou.  “Ao aumentar a carga tributária sobre o emprego, o resultado seria demissão em massa. Mais de 500 mil demissões eram esperadas segundo avaliação dos setores, porque ninguém aguenta mais tanto imposto sobre os seus ombros. E qual seria o resultado dessas demissões? O governo teria que arcar com seguro desemprego, com novos auxílios”, complementou Efraim Filho. Reportagem – Paula BittarEdição – Ana Chalub Fonte: Agência Câmara de Notícias

ANTT publica Manual de Procedimentos de Fiscalização do Transporte rodoviário internacional de cargas (TRIC)

Documento busca padronizar procedimentos de fiscalização do TRIC Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) aprovou, por meio da Deliberação nº 358/2021, o Manual de Procedimentos de Fiscalização do Transporte Rodoviário Internacional de Cargas (TRIC). O objetivo do documento é estabelecer critérios e padronizar procedimentos relativos ao TRIC e implementar políticas e regular ou supervisionar as atividades de prestação de serviços de transportes exercidas por terceiros no âmbito da esfera de atuação e atribuições da ANTT. Dessa forma, a ANTT, por meio desse manual, promove a transparência permitindo acesso às informações aos entes regulados e à sociedade em geral. Confira o manual na íntegra clicando aqui. Fonte: ANTT