Sistema Fetransul faz entrega dos pleitos do setor ao candidato Eduardo Leite
Na tarde de hoje (16), seguindo a agenda de entregas dos pleitos do setor de transportes para os candidatos ao Governo do Estado do Rio Grande do Sul, o presidente do Sistema Fetransul, Afrânio Kieling acompanhado do assessor parlamentar da federação, Paulo Mazzardo e do presidente da CICS Serra, Elton Gialdi, oficializaram a entrega do documento onde a entidade expõe as demandas do setor nas áreas tributária, infraestrutura, concessões de rodovias, AETs e custo das CNHs. Kieling destacou o empenho da federação e a preocupação com os assuntos destacados. “O transporte precisa da atenção especial do futuro governador a ser eleito para o próximo mandato 2023/2026. Estamos dispostos a trabalhar pelo o desenvolvimento e maior competitividade do RS”, afirma. Nos próximos dias, o documento será entregue aos demais candidatos ao Governo do Estado.
SEST SENAT realizará mobilização nacional na Semana Nacional de Trânsito
De 17 a 25 de setembro, a instituição fará ações de conscientização sobre o papel de toda a sociedade brasileira para um trânsito mais seguro e humanizado A percepção coletiva de que um trânsito mais seguro e humanizado depende do engajamento de todos os cidadãos tornou-se fator preponderante para reverter a atual realidade, em que um número relevante de pessoas continua a perder a vida, todos os anos, vítimas de acidentes nas ruas e nas rodovias brasileiras. Nos dois últimos anos, mil pessoas morreram por dia, no país, devido a lesões de trânsito. Em 2021, foram quase 31 mil óbitos em todo o território nacional, segundo dados preliminares do Ministério da Saúde. Na mobilização nacional do SEST SENAT, que acontecerá entre os dias 17 e 25 de setembro, durante a Semana Nacional de Trânsito, a instituição vai mostrar que um simples ato de atenção pode evitar acidentes e salvar vidas. Para alcançar os mais diversos públicos, o SEST SENAT fará ações de sensibilização em locais de circulação de motoristas, passageiros, motociclistas, ciclistas e pedestres, como terminais de cargas e de passageiros, pontos de parada, postos de combustíveis, empresas de transporte, além de outros espaços. A mobilização integra as ações nacionais da Semana Nacional de Trânsito e tem como grande parceiro o ONSV (Observatório Nacional de Segurança Viária). Durante nove dias, equipes das 160 unidades do SEST SENAT distribuídas por todo o país compartilharão conhecimento especializado sobre saúde e educação no trânsito, a fim de mostrar que, por meio de ações conscientes e preventivas, juntos, podemos salvar vidas. Esse, aliás, foi também o tema do Maio Amarelo de 2022, que, pelo segundo ano consecutivo, contou com a CNT (Confederação Nacional do Transporte) e com o SEST SENAT (Serviço Social do Transporte e Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte) como apoiadores centrais, parceria que, agora, se estende à Semana Nacional de Trânsito. “Imbuir a sociedade com o espírito da cooperação coletiva, como o alicerce para a construção de um trânsito mais seguro, está na agenda prioritária do Sistema CNT, constituído pela CNT, pelo SEST SENAT e pelo ITL. Por isso, na mobilização nacional do SEST SENAT, vamos mostrar que, embora os acidentes de trânsito normalmente sejam percebidos como fatalidades, em muitos casos, é possível evitá-los com cuidados individuais e coletivos”, explica a diretora executiva nacional do SEST SENAT, Nicole Goulart. Como será a mobilização do SEST SENAT? Além da sua forte atuação para orientar e conscientizar, o SEST SENAT trabalha para cuidar da saúde e da qualidade de vida das pessoas, por meio de atendimentos em psicologia, nutrição, fisioterapia e odontologia. E, por ser a qualificação profissional um dos pilares fundamentais para a conscientização de temas caros para o país, como a segurança no trânsito, a instituição oferta, também, cursos de capacitação com treinamentos que aliam a teoria à prática. “Na Semana Nacional de Trânsito, nós levaremos parte da estrutura do SEST SENAT para onde os trabalhadores do transporte e a sociedade estão. Assim, as pessoas verão um reflexo do que as nossas 160 unidades operacionais têm a oferecer presencialmente, em todo o Brasil: qualificação profissional continuada e cuidados preventivos com a saúde, fatores que funcionam como indutores de um trânsito mais seguro e com menos vítimas”, finaliza Nicole Goulart. Em breve, vamos divulgar aqui, no Portal do SEST SENAT, os locais onde vai acontecer a mobilização. Fonte: SEST SENAT
Receita Federal publica “Perguntas e Respostas” sobre a transação tributária

O documento visa esclarecer os contribuintes que desejarem tirar suas dúvidas sobre esse novo instrumento. A Receita Federal publicou hoje (9/9), um conteúdo em seu site com “Perguntas e Respostas” sobre a transação tributária. O documento visa esclarecer os contribuintes que desejarem tirar suas dúvidas sobre esse novo instrumento. As regras da transação foram atualizadas pela Portaria RFB nº 208, de 11 de agosto de 2022, que regulamentou a Lei nº 14.375, de 21 de junho deste ano. A nova legislação estabeleceu modalidades de transação de débitos em contencioso administrativo por adesão, no qual é realizada mediante edital previamente publicado, ou por propostas individuais pelo devedor ou pela Receita Federal. No dia 1/9, a Receita Federal publicou editais que regulamentaram adesão à transação tributária para créditos de pequeno valor e créditos irrecuperáveis. Também já está em vigor a transação individual proposta pelo contribuinte. Clique aqui para mais informações sobre Renegociação de Dívidas – Transação Tributária. Fonte: gov.br
É cada vez maior o número de jovens que não estudam e nem trabalham, diz especialista
Ingresso no mercado de trabalho foi tema do INOVARH, no SETCERGS O INOVARH, grupo organizado pelo SETCERGS que reúne profissionais de Recursos Humanos das transportadoras, recebeu nesta quinta-feira (15) a psicanalista Sirley Carvalho, fundadora da Merhcado Gestão de Carreira e diretora de Responsabilidade Social da Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH-RS). O tema do encontro foi “A dinâmica das novas gerações no mercado de trabalho”. “A preocupação é muito grande com o número cada vez maior de jovens que não estudam e nem trabalham”, disse Sirley. “Atualmente, são mais de 23% da população brasileira entre 15 e 24 anos.” A palestrante alertou que algumas das principais dificuldades são a falta de documentação e de escolaridade. “O programa Jovem Aprendiz não contempla aqueles que não estão matriculados ou que, mesmo estando na escola, não têm frequência”, lembrou. “Mas esses jovens sequer estão informados sobre isso.” “Também temos que pensar que tipo ambiente estamos preparando para receber esse jovem. Nossas empresas são realmente atrativas ou estamos só cumprindo cota? Como estão sendo aproveitadas as habilidades e as experiências que eles têm?” Sirley pediu que as organizações olhem com cuidado o que os jovens estão aprendendo e que tarefas realmente estão executando. “Não é só dar uma oportunidade, é ensinar esse jovem o que ele precisa fazer para se desenvolver. É preciso que a organização ensine essa geração a ser competitiva também”, orientou. Copa de Doadores O encontro também teve a entrega do troféu da Primeira Copa de Doadores de Sangue, promovida pela COMJOVEM Porto Alegre com o apoio do SETCERGS. A campeã foi a Vitlog Transportes, representada pela coordenadora de Cultura Organizacional, Diolete Silva. Ela recebeu a homenagem das mãos do presidente Sérgio Gabardo. Diolete agradeceu ao SETCERGS e à COMJOVEM Porto Alegre pela oportunidade de mostrar para outras empresas que é possível fazer uma ação como essa. “Quero agradecer também aos nossos colaboradores. É deles esse prêmio, e vão ficar encantados com isso”, comemorou. “Existe um troféu, mas cada comprovante de uma doação feita que tivemos é uma vitória para nós e para toda sociedade”, disse a coordenadora do INOVARH e vice-coordenadora da COMJOVEM, Tais Lorenz. “Essa é uma copa que veio pra ficar. Este foi o primeiro torneio, mas a gente segue nos próximos anos, buscando ainda mais engajamento das empresas.” Gabardo parabenizou todos que, de alguma forma, se envolvem com ações sociais como essa. “Aprendi, ao longo da vida, que quanto mais a gente faz pelos outros, mais isso retorna pra nós. Temos que pensar sempre como podemos nos aproximar e fazer alguma coisa pelas pessoas.” “O bonito de dar é que a gente possa se sentir iluminado por fazer algo. Nós doamos sangue para pessoas que talvez nem tenham para quem pedir. Isso é uma verdadeira doação”, concluiu o presidente do SETCERGS. Fonte: SETCERGS
Candidatos ao Governo do Estado recebem pleitos do setor
No dia de ontem (15), o Diretor Financeiro do Sistema Fetransul, Mauro Dalla Valle acompanhado pelo Diretor Executivo, Gilberto Rodrigues e pelo Assessor de Comunicação e Infraestrutura, Paulo Ziegler, estiveram na sede de campanha do Deputado e candidato ao Governo do Estado, Edegar Pretto. Nesta ocasião foi entregue o documento contendo os temas de interesse do setor na área tributária, infraestrutura, concessões de rodovias, AETs , custo das CNHs, assuntos estes que precisam de atenção especial do futuro governador a ser eleito para o mandado de 2023 a 2026. Dalla Valle enfatizou que estes temas são estratégicos e estão diretamente relacionados ao custo logístico e a competitividade da economia gaúcha. O mesmo documento será entregue aos demais candidatos ao Governo do Estado.
1º Seminário Argentino – Brasileiro sobre o Transporte Rodoviário Internacional de Cargas acontece na próxima semana
O 1º Seminário Argentino-Brasileiro sobre Transporte Rodoviário Internacional de Cargas está marcado para acontecer no dia 20 de setembro em Buenos Aires, capital da Argentina. O evento é uma realização das FADEEAC e suas câmaras, ATACI e CATAMP, da FPT (Fundação Profissional para o Transporte) e Associação Brasileira de Transportadores Internacionais (ABTI). O encontro binacional aberto para agentes públicos e privados do setor de transportes também contará com a presença de integrantes brasileiros da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) e do Sest Senat, além dos argentinos da Comisión Nacional de Regulación del Transporte (CNRT) e Subsecretaria de Transporte Automotor. O seminário tem como meta a busca pela simetria das normas, mecanismos de controle e de fiscalização no transporte de produtos perigosos no percurso entre os dois países. A possível adoção de procedimentos únicos será discutida por meio de trocas de experiência e oficinas. O evento será realizado das 11h às 19h na sede da FADEEAC, na Argentina. Também há possibilidade de acompanhar o encontro de forma online. As inscrições podem ser feitas clicando aqui. Confira a agenda do evento: 1. Transporte rodoviário internacional de cargas por carretas no Mercosul e no mundo.Problemática, novas tecnologias e visão do setor. 2. Aspectos laborais, de capacitação e profissionalizaçãoIntercâmbio de experiências nas experiências brasileiras e argentinas. 3. Fiscalização e controle no transporte de cargas perigosas; Regulamentação em vigor; Harmonização de procedimentos; Infrações; Análises de casos.Documentação de porte obrigatório, identificação das unidades de transporte, condições de transporte, equipamentos de segurança, outras exigências e fiscalização no trânsito. Acesse aqui a programação completa. Fonte: ABTI
Alta no setor de serviços deve ampliar contratações nos próximos meses
Setor tem o 3º mês seguido de expansão, com avanço de 1,1% em julho. Embora a previsão seja de crescimento moderado nos próximos meses, em segmentos como o de turismo a expectativa é de criação de 90 mil vagas O volume de serviços prestados no país cresceu 1,1% na passagem de junho para julho, contra uma expectativa de crescimento de 0,6% do mercado. Foi o terceiro aumento mensal consecutivo, o que levou o setor, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a um nível 8,9% superior ao patamar pré-pandemia e 1,8% abaixo do ponto mais alto, atingido em novembro de 2014. “Essa retomada é significativa, e está ligada aos serviços voltados às empresas, como os de tecnologia da informação e o de transporte de cargas, que alcançaram, em julho, os pontos mais altos das respectivas séries. Então, o que traz o setor de serviços a esse patamar é o dinamismo desses dois segmentos”, destacou Rodrigo Lobo, gerente da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS) do IBGE. Para Fábio Bentes, economista da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), os serviços têm se destacado em relação a outros setores da economia. “Basicamente, duas razões explicam esse desempenho melhor: a inflação — que mesmo elevada, não subiu tanto no setor de serviços — e o fim do isolamento social”, explicou. Bentes comentou, ainda, que os próximos três meses devem ser de crescimento moderado, porque as margens do setor já alcançaram a inflação. “A inflação de serviços encostou no IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) em agosto. Com isso, o setor não deve crescer tanto daqui para frente”, observou. Entretanto, o economista pontuou que, entre as atividades econômicas, o setor do turismo, um dos que mais sofreram durante a pandemia, “é o que tem mais a recuperar ao longo deste ano de 2022”. “Revisamos nossa previsão para este ano e estamos projetando uma alta de 5,1%, no faturamento do turismo. Um dos indícios de que esta recuperação tem se dado de forma consistente é a geração de empregos”, afirmou Bentes. “Nos sete primeiros meses da pandemia, o setor fechou 470 mil vagas formais de trabalho, e desde o fim de 2020, conseguiu repor 380 mil vagas, ou seja, falta recuperar 90 mil postos de trabalho.” De acordo com o IBGE, o resultado positivo de julho foi disseminado por três das cinco atividades pesquisadas, com destaque para os transportes (2,3%) e informação e comunicação (1,1%), que exerceram as principais influências positivas sobre o índice. O setor de transportes acumulou ganho de 3,9% nos três últimos meses e, em julho, foi influenciado, principalmente, pelos bons resultados de atividades como gestão de portos e terminais e concessionárias de rodovias. O transporte de cargas, que acumula alta de 19,7% desde outubro do ano passado, avançou 1,2% em julho e atingiu o ponto mais alto da série. O analista da pesquisa, Luiz Almeida, explicou que o destaque alcançado na a gestão de portos e terminais “está relacionado ao escoamento de safra agrícola”. Outra expansão do mês ficou com serviços prestados às famílias (0,6%), que teve o quinto crescimento mensal seguido, com ganho acumulado de 9,7% nesse período. Já o índice de atividades turísticas cresceu 1,5% em julho, após recuo de 1,7% no mês anterior. Mesmo com o avanço, o segmento de turismo ainda se encontra 1,1% abaixo do patamar de fevereiro de 2020. “Tiveram um bom desempenho em julho os setores de hotéis, restaurantes e transporte aéreo. Além de ser um mês de férias, a diminuição observada no desemprego e o crescimento econômico tendem a impulsionar o turismo de lazer e negócios. Depois desse tempo sem consumir esse tipo de serviço, as pessoas podem estar mais dispostas a viajar”, comentou Almeida. Entretanto, a economista chefe da CM Capital, Carla Argenta afirmou que os dados podem estar superestimados. “Sazonalmente, julho é um período muito bom de serviços prestados às famílias, principalmente aqueles atrelados a hobbies”, disse. “Mas precisamos ter cuidado na hora de fazer a leitura desses dados, pois a forma utilizada para dessazonalizar o cálculo leva em conta os movimentos do ano anterior”, disse. Segundo Argenta, o problema é que, em 2021, atravessamos um período de grandes restrições por conta da pandemia, com os bares e restaurantes tendo que fechar as portas, e pacotes turísticos e produtos relacionados a viagens com bastante restrição. “Isso faz com que a variação dessazonalizada mensal, assim como o anualizado, fique, de certa forma, superestimado em relação ao que de fato aconteceu. Por isso, a expectativa é de que, embora esse crescimento continue ao longo dos próximos meses, ele tende a ser amenizado”, explicou. Fonte: Correio Braziliense / Foto: Ana Rayssa/CB/D.A Press
Artigo: sustentabilidade no transporte de cargas
A sustentabilidade tem sido um tema muito recorrente nos últimos anos e, com isso, as práticas sustentáveis passaram a ser cada vez mais exigidas no mercado. O assunto se tornou pauta de discussões, de palestras, de eventos e de reuniões, e começou a ser adotado expressivamente também no setor de transporte de cargas e logística, visando reduzir os impactos deste segmento no meio ambiente. Em âmbito global, de acordo com a CBI (Climate Bonds Initiative), estima-se que tenha sido emitido, em 2020, um montante de US? 257,5 bilhões (cerca de R? 1,35 trilhão) em títulos de dívidas voltados ao ESG, um crescimento de 36% em comparação ao resultado de 2019. Em um enfoque local, também é possível notar a alta de tal tendência: segundo dados da Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais), os fundos de ações baseados em sustentabilidade e governança acumularam mais de R$ 543 milhões em 2020. Ou seja, o ESG requer cada vez mais investimento por parte de empresas de todo o mundo para gerar novos conceitos, tendências, ferramentas e compromissos no mercado. Essa expansão é resultado do interesse e da pressão que a sociedade tem exercido para que as empresas adotem práticas sustentáveis não apenas do ponto de vista ambiental, mas se comprometam com uma visão mais ética e de inclusão social. A eclosão da pandemia do coronavírus e seus impactos gigantescos sobre as pessoas ajudaram a reforçar essa tendência. Com isso, o que no passado se restringia a estratégias de marketing passou a ser incorporado nas estruturas mais profundas das corporações, a partir de métricas e regras estabelecidas por instituições globais, como a Organização das Nações Unidas e o Fórum Econômico Mundial. O ESG no setor não se resume apenas a redução da emissão de poluentes, e as siglas representadas pelas letras S — social e G — governance, têm sido amplamente discutidas e desafia os profissionais da área, a repensar a todo o momento se estão, de fato, entregando o mais eficiente modelo logístico que precisa ser ágil, assertivo e com custos otimizados sem perder os desdobramentos desses pilares que também são fundamentais. Uma empresa responsável pensa desde o relacionamento com os stakeholders que estão envolvidos na operação logística: colaboradores, fornecedores, parceiros até as comunidades, observando os contratos comerciais, as condições de trabalho e o impacto ambiental em todo seu processo de atuação. No caso da dimensão social, falando mais especificamente sobre o S da sigla, a expectativa é que as empresas possam disseminar o ESG entre seus stakeholders por meio de ações práticas, cuidando de questões como a melhoria das condições de trabalho para profissionais, redução de acidentes nas estradas, por meio de treinamentos, valorização da diversidade e equidade de gênero, o combate à exploração sexual de crianças e adolescentes nas estradas, entre outros. É importante trabalhar com transparência e fazer com que os pilares de ESG possam fazer parte de toda a cadeia operacional e as pessoas possam ver de dentro para fora os resultados de todo esforço com ações e resultados visíveis para a sociedade. Finalmente, do ponto de vista da governança, o G da questão, é necessário que a empresa tenha uma gestão de qualidade e processos que promovam o fortalecimento de princípios como a ética empresarial, construção de conduta formal de toda a cadeia, transparência tributária e outros instrumentos de controle que colocam a constituição de conselhos profissionais de administração agindo com transparência e responsabilidade para transmitir, de forma clara, a intenção da companhia em evoluir nas práticas ESG como prioridade. Eu atuo há mais de 30 anos no setor e posso dizer por experiência própria que evoluímos muito até os dias de hoje, mas naturalmente novos desafios vão surgindo com o passar do tempo e as metas de ESG precisam ser atualizadas constantemente para o aprimoramento das práticas e melhoria dos resultados para o ser humano, indústria e meio ambiente. Uma cadeia de suprimentos mais sustentável é de grande importância ao negócio. Isso porque, além de transmitir responsabilidade social e ambiental aos clientes, tal atitude também denota uma empresa competitiva, com potencial de crescimento das operações de forma escalável e sustentável. Com isso, se faz cada vez mais necessário práticas, metas e gestão transparentes que podem ser divulgadas por meio do Relatório de Sustentabilidade afim de prestar contas à sociedade. Convido você a conhecer o Relatório de Sustentabilidade do Grupo Rodonaves e constatar as nossas práticas que visam contribuir com uma sociedade mais justa para todos. Vera Naves, Vice-presidente do Grupo Rodonaves, um dos principais grupos do setor de transportes e logística do Brasil. Fonte: Porto Gente / Imagem: Joanini/Divulgação
São Paulo recebe hoje a quarta edição do Seminário Itinerante da ComJovem
O núcleo da COMJOVEM de São Paulo receberá hoje (16) a quarta edição do Seminário Itinerante da NTC&Logística por meio da comissão. O evento acontecerá a partir das 14h no auditório A do Palácio do TRC na capital paulista. Será uma grande oportunidade de ficar por dentro de informações importantes do setor de transportes e também trocar experiências com transportadores de São Paulo e toda a região. Para o presidente da NTC&Logística, Francisco Pelucio é de grande importância encontros como esse. “A entidade investe em informações relevantes para empresas do setor e por meio da COMJOVEM estamos ampliando as informações técnicas que ajudam os empresários a se desenvolverem. Tenho certeza que será mais um grande evento em prol do desenvolvimento do transporte rodoviário de cargas”, destacou. A programação está repleta de conteúdo de qualidade, pensado em conjunto com a coordenação nacional da COMJOVEM e o núcleo de São Paulo, para contribuir de forma positiva com os empresários de toda a região. Confira a programação do evento 14h00 – Abertura André de Simone – Coordenador Nacional da COMJOVEM Geovani Serafim – Vice-coordenador Nacional da COMJOVEM Joyce Bessa – Vice-coordenadora Nacional da COMJOVEM Carolina Resuto – Coordenadora do Núcleo da COMJOVEM São Paulo Francisco Pelucio – Presidente da NTC&Logística Carlos Panzan – Presidente da Fetcesp Adriano Depentor – Presidente do Setcesp 14h30 – Momentos Parceiros NTC 14h40 – Apresentação COMJOVEM 14h50 – Comunicados especiais / Ação Social COMJOVEM São Paulo 15h00 – Contratação de Transportadores Autônomos após o julgamento da ADC 48 pelo STF Palestrante: Narciso Figueiroa Jr – Assessor Jurídico da NTC&Logística 16h00 – Coffee break 16h20 – Documento de Transporte Eletrônico (DT-e) – Impactos no TRC Palestrante: Gildete Menezes – Assessora Jurídica da NTC&Logística 17h05 – Momentos Parceiros NTC 17h10 – Governança Familiar Palestrante: Patricia Madrid – sócia do escritório De Natale Advogados Associados 18h10 – Encerramento O Seminário Itinerante – Edição São Paulo é uma realização da NTC&Logística por meio do Núcleo COMJOVEM São Paulo, tendo como entidades anfitriãs o SETCESP e a Fetcesp, com o patrocínio da Apisul, Autotrac, IVECO, Mercedes-Benz e Volkswagen Caminhões e Ônibus, apoio logístico da Braspress, e o apoio institucional da CNT/SEST SENAT/ITL e da FUMTRAN. Fonte: NTC&Logística
A opinião pública reconhece a importância do Transportador
Há 29 anos, por decreto do presidente Itamar Franco, foi definido que em 17 de setembro o Brasil comemora o Dia Nacional do Transportador Rodoviário de Cargas. A data expressa reconhecimento a um setor econômico que cumpre papel estratégico para o País. O modal rodoviário representa pouco mais de 60% da matriz de transporte do Brasil, em índice que varia conforme a região. Tem sido historicamente apontado como resultado de uma opção equivocada dos governos, que teriam se inclinado pelo “rodoviarismo”. O fato merece uma análise mais detida. Os governos nunca fizeram uma opção, ou definiram uma matriz de transporte. O transporte rodoviário de cargas foi uma imposição tecnológica consagrada pela iniciativa privada. A partir da metade da década de 1950 os caminhões surgem como a opção ao transporte ferroviário e, alguns casos, ao hidroviário. O modal ferroviário foi mal administrado pelo setor público, deixando lacunas de mercado e desassistindo o sistema produtivo nacional. Os caminhões, totalmente operados pelo setor privado, ocuparam os espaços deixados pelos demais modais, garantindo a crescente industrialização do Brasil, que se desenrolava neste tempo. Decorridas cerca de sete décadas deste processo, o fato central é que o Brasil tem uma matriz de transporte forjada pela necessidade do sistema produtivo nacional. Se não fossem os caminhões, não teríamos alcançado o patamar de ser uma das dez maiores economias do planeta. O episódio da pandemia deixou marcas profundas mundo afora. E cada setor foi compreendido de forma específica diante desta impressionante crise sanitária. A incerteza que se impôs diante dos riscos de contágio e a incapacidade do setor de saúde assistir a todos os enfermos, fez com que os governos determinassem que quem pudesse, deveria ficar em casa. Porém em meio a tantas incertezas, os governos não hesitaram em garantir que o transporte de cargas não deveria parar. Até mesmo os restaurantes à beira das rodovias fecharam. E parte da população, de forma espontânea, foi para as rodovias para alcançar marmitas aos motoristas em viagem. As fronteiras entre os países foram fechadas, menos para o transporte rodoviário de cargas. A pandemia mostrou que a opinião pública valoriza e reconhece a importância do transporte rodoviário de cargas. E revelou que, mesmo não dispondo de uma infraestrutura rodoviária condizente com sua relevância, consegue dar conta de tornar o Brasil uma Nação competitiva no cenário global, inclusive pela perspectiva do Transporte e da Logística. Paulo Ziegler Diretor de Infraestrutura do Sistema Fetransul