Presidente da CNT debate desafios do setor e do transporte brasileiro em Lisboa
O dirigente participou como moderador de um dos painéis do “Duetos, Diálogos além-mar”, durante a Cimeira luso-brasileira, em Lisboa, Portugal O presidente da CNT, Vander Costa, participou como moderador de um dos painéis do “Duetos, Diálogos além-mar”, durante a Cimeira luso-brasileira, em Lisboa, Portugal. O evento, promovido no último final de semana pelo Fórum de Integração Brasil-Europa (FIBE), contou com a participação de autoridades e de lideranças políticas, empresariais e sociais do Brasil e da Europa. O painel conduzido pelo presidente da CNT discutiu os desafios fiscais e sociais e contou também com a participação do professor da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, Tiago Cavalcanti; e da diretora da Instituição Fiscal Independente (IFI), do Senado Federal do Brasil, Vilma Pinto. Durante sua intervenção, o presidente Vander Costa falou da posição da CNT acerca do novo arcabouço fiscal apresentado pelo Governo Federal, da taxa de juros praticada no Brasil, das preocupações do setor de transporte na reforma tributária, da necessidade de se garantir uma governança pública adequada e investimentos públicos de qualidade em infraestrutura de transportes. O evento contou, dentre outras, com a participação do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes; do Ministro da Educação, Camilo Santana; do presidente do Banco de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) Aloizio Mercadante; e do presidente da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), Jorge Viana. A Cimeira Luso-brasileira acontece de 22 a 25 de abril, em Lisboa. Durante esses dias o presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, reuniu-se com o Primeiro-Ministro de Portugal, António Costa; com o presidente português, Marcelo Rebelo de Sousa; com membros da Assembleia da República portuguesa e com empresários do País europeu. Na cimeira foram assinados 13 acordos bilaterais em áreas como energia, cultura, educação, saúde, turismo, segurança e direitos humanos. Em declaração conjunta, o Primeiro-Ministro de Portugal e o Presidente do Brasil saudaram a cooperação existente ao nível da navegação aérea e da atividade marítimo-portuária. Neste âmbito, salientaram a importância do Porto de Sines como porta de entrada dos produtos brasileiros na Europa, “nomeadamente criando um hub agroalimentar de referência, tendo igualmente evidenciado as capacidades e potencialidades do Porto de Setúbal, designadamente para a localização de unidades industriais e logísticas na Península de Setúbal”. Com esse objetivo, foi também considerado de interesse pelas Partes o apoio de Portugal no desenvolvimento da Janela Única Logística em portos brasileiros. “Os governantes saudaram a recente aprovação, pelo Congresso Nacional brasileiro, do Acordo sobre Serviços Aéreos, assinado em 2021. O lado brasileiro está a ultimar as providências para a assinatura do decreto de implementação do acordo no Brasil. A implementação pelas duas partes permitirá o reforço das ligações aéreas, o que contribuirá para a conectividade entre Portugal e Brasil, com forte impacto no comércio, turismo e investimento”, destaca a declaração conjunta. Por Agência CNT Transporte Atual
Missão à Suíça: Agenda ESG exigirá das empresas novas formas de demonstrar conformidade
O ambiente regulatório em torno das boas práticas foi um dos temas tratados durante a Missão Internacional do Transporte – Suíça 2023 No segundo dia de imersão acadêmica da Missão Internacional do Transporte Suíça – 2023, o professor Florian Hoos, do IMD (International Institute for Managemente Devolopment) falou sobre regulamentação e formas de mensurar a adesão aos princípios ESG (ambiental, social e governança). O especialista prevê um movimento regulatório intenso nos próximos meses, de modo que as empresas terão de fazer um grande esforço para estar em conformidade. Segundo Hoos, está a caminho uma definição de padrões por parte de órgãos regulatórios regionais e transnacionais, embora cada setor da indústria tenha a prerrogativa de definir quais critérios serão observados. O desafio é que a observância dos standards tende a ser obrigatória – por lei ou pela imposição do mercado. Para ele, esse é o “copo vazio”, pois o novo ambiente exigirá grande investimento por parte das companhias. O “copo cheio” são as oportunidades envolvidas. “Se ESG é importante para os seus clientes e para os seus empregados, a conformidade é uma vantagem competitiva para a sua empresa”, garante o professor. Nesse contexto, o relatório de ESG será um documento precioso e as empresas precisarão confeccioná-lo sem relegarem a parte financeira. Hoos diz que as corporações precisarão ser “ambidestras”, manejando a estratégia corporativa com relatórios de ESG para consumo interno e, com a outra mão, mostrando práticas e indicadores para o mercado, com relatórios externos. Os documentos também serão duplicados quanto à materialidade, ou seja, os relatos terão de ter métricas para stakeholders (impacto social e ambiental), além dos números de lucro ou prejuízo. Na segunda palestra do dia, o professor Michael Yaziji instigou a delegação de empresários com perguntas sobre ética e a influência de fatores psicológicos na tomada de decisão. Falou sobre crise e imagem, fazendo uma distinção clara entre atores comerciais e não comerciais. De acordo com ele, as relações comerciais são mais simples, pois estabelecidas de comum acordo entre as partes. Por outro lado, as não comerciais têm múltiplos polos e motivações variadas – daí a importância de as empresas investirem em gestão da reputação. Yaziji, que é especialista em Estratégia e Liderança, conduziu diversas dinâmicas envolvendo escolhas difíceis (trade-off), de modo que a decisão nunca resultaria em um cenário do tipo “ganha-ganha”, mas com perdas – ou de capital financeiro ou de capital simbólico ou de capital humano. “Encorajo vocês a conversarem com o seu time sobre isso e alinhar: qual é o papel social da companhia? Como nós lidamos com um trade-off que envolva nossos stakeholders?”, provocou. Por Agência CNT Transporte Atual
CNT lança publicação sobre combustível renovável para a descarbonização do setor de transporte
A terceira edição da série CNT Energia no Transporte apresenta o hidrogênio verde como rota tecnológica alternativa aos combustíveis fósseis O hidrogênio renovável (H2 verde) figura entre os principais combustíveis sustentáveis e pode despontar — em um futuro não muito distante — como uma das soluções para mitigar a atual emissão de gases do efeito estufa (GEE), causadores do aquecimento global. Produzido a partir de fonte energética renovável de origem eólica, hidráulica, solar e de biomassas, o H2 verde tem despertado o interesse de diferentes setores que buscam investir em tecnologias sustentáveis e em descarbonização. É o caso do transporte. Para ampliar o conhecimento do transportador sobre a possibilidade de uso desse combustível no setor, além de incentivar a pesquisa e o investimento na área, a Confederação Nacional do Transporte (CNT) lança, nesta terça-feira (25), uma nova edição da série CNT Energia no Transporte, Hidrogênio Renovável — Uma das rotas para descarbonizar o transporte rodoviário. A publicação também apresenta as vantagens e desafios desse combustível verde, sob os seus aspectos ambiental e técnico. No Brasil, 78% do hidrogênio produzido utiliza energia elétrica renovável, o que o torna líder produção mundial de hidrogênio verde. O potencial do país é um diferencial, pois na matriz elétrica mundial, apenas 28,6% da eletricidade é produzida com fontes alternativas. Já na Europa, por exemplo, mais de 60% da matriz elétrica não é renovável. Para ser considerado hidrogênio sustentável, sua produção deve utilizar eletricidade limpa. Além da viabilidade de produção para seu uso nacional, o H2 verde também pode ser exportado, o que impulsiona a utilização de diferentes modos de transporte para viabilizar a sua distribuição e consumo nacional e internacional, o que acaba impulsionando o desenvolvimento da integração multimodal. Atualmente, existem mais de mil registros de projetos de hidrogênio em diferentes países, mas a quantidade dos que são dedicados ao H2 renovável ainda é incipiente. No ranking dos países que mais possuem projetos de hidrogênio, o Brasil está na 21ª posição. Porém, a grande maioria dos seus projetos é dedicada à produção de hidrogênio verde. Os fabricantes de veículos automotivos já começaram a testar o H2 verde. De acordo com os experimentos, quando abastecidos com hidrogênio verde, poluem menos do que os abastecidos com diesel. O diferencial foi constatado em testes com três tipos de veículos, incluindo caminhões de 12 toneladas, de 40 toneladas e ônibus urbano. As reduções de emissões de GEE são, respectivamente, de 87%, 85% e 89% em relação aos mesmos veículos testados com diesel misturado com 7% de biodiesel. Alguns modelos de caminhão e ônibus já possuem tecnologia embarcada para serem abastecidos com H2, mas faltam, ainda, incentivos financeiros para tornar essa alternativa mais acessível, além da necessidade de avançar a infraestrutura de postos de abastecimento. A legislação brasileira sobre o tema é outro gargalo. A primeira regulamentação foi em 1998, mas, apenas em 2021, houve a publicação de resolução priorizando a destinação de recursos de pesquisa, desenvolvimento e inovação para o hidrogênio e demais temas afetos. A consolidação concretizou-se com a instituição, no mesmo ano, do Programa Nacional do Hidrogênio (PNH2). A medida visa estabelecer o H2 como fonte energética para uma matriz nacional de baixo carbono. Já no setor de transporte, a tendência é que, nos próximos anos, o H2 verde se torne um combustível automotivo cada vez mais presente devido à sua emissão nula de escapamento, auxiliando, dessa forma, o setor a se descarbonizar, conforme previsto nas contribuições nacionalmente determinadas pelo Acordo de Paris, firmado pelo Brasil em 2015. Por isso, essa nova rota tecnológica tem sua importância para o desenvolvimento ambiental do transporte. A modalidade rodoviária será uma das grandes beneficiárias dessa alternativa. Nesse sentido, a série CNT Energia no Transporte tem o propósito de incentivar a redução do consumo de combustível fóssil e contribuir com a eficiência energética dos veículos pesados, como caminhões e ônibus, além de promover o uso de tecnologias menos poluentes. Acesse a publicação: Hidrogênio Renovável Por Agência CNT Transporte Atual
ANTT atualiza valor para pagamento do tempo adicional de carga e descarga
Valor passa a ser de R$ 2,21 A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) atualizou o valor para pagamento do tempo adicional de carga e descarga ao transportador. O valor passa a ser de R$ 2,21, de acordo com correção feita pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), acumulado no período de abril de 2022 a março de 2023, de 4,36%. Conforme determina a Lei nº 11.442, de 5 de janeiro de 2007, o prazo máximo para carga e descarga do veículo de transporte rodoviário de cargas é de cinco horas, contados da chegada do veículo ao endereço de destino, após o qual este valor será devido ao Transportador Autônomo de Carga (TAC) ou à Empresa de Transporte Rodoviário de Cargas (ETC), por tonelada/hora ou fração. Fonte: ANTT
Sistema Fetransul participa de audiência na Assembleia Legislativa
A Comissão de Economia, Desenvolvimento Sustentável e Turismo promoveu o evento nesta quinta-feira, 20 de abril, com a finalidade de analisar os efeitos de um eventual pedagiamento da RS 118, conforme cogita o Governo do Estado. A audiência foi promovida pelo deputado Rodrigo Lorenzoni. Entidades empresariais e representações das câmaras de vereadores de cidades da Região Metropolitana estiveram presentes à audiência. A Fetransul foi representada por Paulo Ziegler, diretor de Infraestrutura. Ele voltou a afirmar que as privatizações de sistemas rodoviários são alternativas apreciáveis como forma de financiamento de infraestrutura. Todavia enfatizou que as concessões precisam ser bem feitas, e antecedidas de estudos que contemplem os interesses dos usuários, e resultem em tarifas com um custo-benefício adequado. Veja matéria completa no link abaixo (agência de notícias da ALERGS) http://www.al.rs.gov.br/agenciadenoticias/destaque/tabid/855/Default.aspx?IdMateria=331102
Afrânio Kieling recebe homenagem da Ordem do Mérito Interamericano de Transportes OMITrans
No segundo dia da Assembleia Geral Ordinária da CIT na ONU em Nova York, o presidente do Sitema Fetransul, Afrânio Kieling recebeu a Ordem do Mérito Interamericano de Transportes OMITrans no grau Cônsul. Essa é a segunda estrela do presidente, honraria que é concedida pela Câmara Internacional da Indústria de Transporte (CIT). Sobre a homenagem:A Ordem do Mérito Interamericano de Transportes – OMITrans é uma comenda criada pela então Câmara Internacional da Indústria de Transportes – CIT em 2009, durante a 11ª Assembleia Geral Ordinária, realizada em Buenos Aires, Argentina. Tal distinção tem o propósito de homenagear personalidades que contribuem para o desenvolvimento e o progresso do setor de transportes, em qualquer de suas modalidades, respeitando-se o limite de 20 agraciados por ano. A Ordem é concedida em três graus: Oficial, com uma estrela; Cônsul, com duas estrelas; e Embaixador, com três estrelas. As cerimônias de entrega das medalhas ocorrem durante as Assembleias Ordinárias da CIT, realizadas semestralmente.
Sistema Fetransul participa da 36ª Assembleia Geral da CIT em Nova York
Nos dias 19 e 20 de abril acontece na sede da Organização das Nações Unidas (ONU) a 36ª Assembleia Geral Ordinária da Câmara Internacional da Indústria de Transportes (CIT). Afrânio Kieling, presidente do Sistema Fetransul está acompanhado da diretoria da federação em Nova York nos Estados Unidos. O encontro tem o objetivo de discutir as demandas e soluções para o desenvolvimento do transporte. Sobre a CIT: Tem como missão, por meio da indústria e dos modais de transporte de pessoas e de bens de entes públicos e privados, integrar os países, proporcionando o bem-estar social, o desenvolvimento e o crescimento econômico. Conta com os parceiros: UNCTAD/ONU, OEA, Confederação Nacional do Transporte (CNT), Confederação Nacional da Industria (CNI), Associação Latino-Americana de Integração (ALADI), Global Federation of Competitiveness Councils (GFCC) e o Observatório Nacional de Segurança Viária (ONSV).
Confira o manifesto da CNT e de outras confederações empresariais sobre as propostas de reforma tributária
A Reforma Tributária é fundamental para viabilizar um crescimento econômico mais sólido, a partir de um melhor ambiente de negócios e maior segurança jurídica, capaz de gerar mais emprego e renda para os brasileiros. Na qualidade de Confederações de setores produtivos que empregam 41,7 milhões de trabalhadores e representam quase 60% da economia nacional, compete-nos alertar que as propostas em discussão no Congresso Nacional (PEC 45/2019 e PEC 110/2019) necessitam de ajustes para evitar impactos perversos e riscos à sociedade brasileira. Não faz sentido reduzir a carga sobre bens nacionais e importados para aumentar sobre os alimentos e serviços, que geram tanta riqueza e empregos em todo o país. Diante disso, é preciso adotar diferentes alíquotas nos novos tributos que se aproximem das realidades atuais de carga incidentes sobre os respectivos setores, bem como considerar as particularidades dos seus diferentes sistemas de produção. Isso sim garantiria um crescimento econômico sustentável e distribuído. Se prevalecer a ideia de alíquota única para bens e serviços, haverá um pesado aumento de impostos sobre setores estratégicos no Brasil. A reforma acarretará elevação geral nos preços dos alimentos (mais 22% sobre a cesta básica), dos transportes, da habitação, da mensalidade escolar, da saúde (mais 38% sobre medicamentos e 22% sobre planos de saúde), do advogado, do turismo, da ginástica, do lazer, da segurança e de diversos outros serviços. Considerando que a população nacional está concentrada nas classes C, D e E, se a carga tributária de impostos sobre o consumo subir para 25% ou mais, os brasileiros teriam menos acesso aos serviços e alimentos. Haveria um forte aumento da informalidade. A Reforma Tributária destruiria parte importante do setor produtivo existente. O emprego sofreria fortes reflexos negativos. Setores de serviços são os mais intensivos em mão de obra e estão espalhados por cada cidade do Brasil, além de ter maior participação feminina e empregar mais a população de baixa renda. Os setores econômicos signatários deste manifesto têm plena convicção de que o Brasil não pode errar na Reforma Tributária e, por isso, defendem que as propostas não podem onerar e prejudicar os diferentes setores econômicos e a população brasileira. É possível e necessário buscar consensos para avanços verdadeiros. Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) Confederação Nacional do Transporte (CNT) Confederação Nacional de Saúde (CNSaúde) Confederação Nacional das Cooperativas (CNCoop) Fonte: www.cnt.org.br
Grupo da Missão Internacional do Sistema Fetransul embarca neste domingo para Nova York
A delegação brasileira embarca neste domingo (16) com destino a Nova York para participar da 36ª Assembleia Geral Ordinária da Câmara Internacional da Indústria de Transportes (CIT) que ocorrerá na sede da Organização das Nações Unidas (ONU) nos dias 19 e 20 de abril.Afrânio Kieling, presidente do Sistema Fetransul já está nos Estados Unidos a espera da delegação. Empresários e lideranças do setor estarão presentes no evento que visa discutir soluções para as demandas transporte. Durante a estada em Nova York serão realizadas visitas técnicas em empresas das áreas de logística, transporte e inovação, entre elas a UPS e FedEX, que estão entre as maiores empresas do setor de logística no mundo. Fique atento! Durante a próxima semana vai ter muita novidade nas redes sociais da federação.
ANTT abre primeira Tomada de Subsídios de 2023
Sistema de pesagem de veículos em alta velocidade (High Speed Weight-in-Motion/HS-WIM) é a pauta da participação social A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) abriu, nesta quinta-feira (6/4), a Tomada de Subsídios nº 1/2023, com o objetivo de colher contribuições sobre a realização de ambiente regulatório experimental (Sandbox Regulatório) para teste operacional de fiscalização e controle de peso de veículos em movimento, por meio de sistema de pesagem de veículos em alta velocidade (High Speed Weight-in-Motion/ HS-WIM), nas BR-364/365/MG/GO, concedidas para concessionária Ecovias do Cerrado S.A.. O período para envio das contribuições será das 9 horas (horário de Brasília) do dia 6 de abril de 2023, até as 18 horas (horário de Brasília) do dia 20 de abril de 2023. A documentação relativa ao objeto da Tomada de Subsídios está disponível no Sistema ParticipANTT. Informações e esclarecimentos adicionais podem ser obtidos pelo e-mail ts001_2023@antt.gov.br. Para saber como contribuir, assista ao tutorial do Sistema ParticipANTT. Saiba mais sobre o processo de Tomada de Subsídios no Canal ANTT no Youtube. Histórico – A Ecovias do Cerrado trouxe proposta de utilização de ambiente regulatório experimental, chamado de Sandbox Regulatório, para a implantação da tecnologia HS-WIM no sistema rodoviário da BR-364/365/GO/MG, em substituição às previsões constantes no Programa de Exploração da Rodovia (PER) – Sistema de Pesagem, para a modalidade de pesagem fixa atualmente praticada pela ANTT e demais órgãos fiscalizadores. A concessionária destacou que a pesagem em movimento utilizando a tecnologia HS-WIM traria benefícios significativos para a sociedade e para a segurança viária ao reduzir congestionamentos, economizar tempo e dinheiro, melhorar a segurança nas estradas, reduzir o desgaste das vias e aumentar a eficiência da fiscalização. Sandbox Regulatório – A ANTT publicou a Resolução nº 5.999/2022, que dispõe sobre as regras para constituição e funcionamento de Sandbox Regulatório. A regra prevê a possibilidade de constituição e funcionamento de ambiente regulatório experimental, em que as pessoas jurídicas participantes podem receber autorizações temporárias para testar novos serviços, produtos ou soluções regulatórias no setor de transportes terrestres, mediante o cumprimento de critérios e limites previamente estabelecidos. Trata-se de um instrumento regulatório versátil, pelo qual se permite a realização de testes prévios antes da implantação de medidas regulatórias. Com isso, permite-se incentivar a inovação setorial, o desenvolvimento de serviços, produtos e soluções regulatórias, o aumento de visibilidade de modelos inovadores, entre outros benefícios. O processo prevê um chamamento público de interessados para integrar o ambiente regulatório experimental, submetendo-se esses interessados às cláusulas de um edital de participação ou termo de referência, que inclusive deve ser submetido previamente a processo de participação e controle social (PPCS), como é o caso que será discutido na Tomada de Subsídios nº 1/2023. HS-WIM – O Sistema de Pesagem em Movimento (Weigh in Motion) vem se mostrando a melhor alternativa de fiscalização das cargas em rodovias em função de exercer uma monitoração sem necessidade de implantação de um posto de pesagem fixo, dispensando vultuosos investimentos em infraestrutura e também otimizando sua operacionalização por ser um sistema completamente automatizado de pesagem o que reduz grandemente o número de agentes envolvidos na operação de pesagem/fiscalização. Fonte: ANTT