Em reunião com o MDIC, CNT reforça agenda estratégica para reduzir o Custo Brasil

Encontro destacou concessões, planejamento de longo prazo e investimentos como caminhos para aumentar a competitividade do transporte no Brasil A CNT reforçou sua atuação institucional junto ao governo federal ao apresentar sua agenda prioritária ao MDIC (Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços) nessa terça-feira (17), na sede da pasta, em Brasília. O encontro reuniu o diretor de Relações Institucionais da Confederação, Valter Souza, e a gerente executiva governamental da CNT, Danielle Bernardes, com o secretário adjunto de Competitividade e Política Regulatória, Leonardo Ferreira de Oliveira. Durante a reunião, a CNT destacou projetos estruturantes com impacto direto na competitividade da economia brasileira. Entre os principais temas abordados, estiveram o avanço das concessões de rodovias e hidrovias, o fortalecimento das parcerias público-privadas e a atração de investimentos para ampliar a capacidade de financiamento da infraestrutura. A entidade também ressaltou a importância do planejamento de longo prazo para o setor, com destaque para o PNL (Plano Nacional de Logística) 2050. A CNT defendeu que a previsibilidade regulatória e a continuidade das políticas públicas são essenciais para garantir segurança jurídica aos investidores e viabilizar projetos estruturantes. Para o diretor de Relações Institucionais da CNT, Valter Souza, o alinhamento com o governo é fundamental para o avanço de soluções estruturantes. “Estamos trabalhando para construir um ambiente mais favorável ao investimento e à eficiência logística. A agenda reforça o papel do transporte como vetor de desenvolvimento e mostra que, com planejamento e parcerias, é possível reduzir custos e aumentar a competitividade do Brasil”, afirmou. Outro ponto apresentado foi a diferença de desempenho entre rodovias concedidas e aquelas sob a gestão pública. Dados da Pesquisa CNT de Rodovias 2025 indicam que os trechos concedidos apresentam melhores condições de infraestrutura, com impactos diretos na segurança e na redução dos custos operacionais do transporte, reforçando a importância da ampliação dos investimentos no setor. O levantamento, que avaliou 114.197 quilômetros de rodovias, aponta melhora no estado geral da malha. A proporção de trechos classificados como “ótimos” ou “bons” passou de 33,0% em 2024 para 37,9% em 2025, enquanto os segmentos “ruins” ou “péssimos” recuaram de 26,6% para 19,1%, uma redução de 7,5 pontos percentuais. Apesar do avanço, ainda predominam trechos em condição “regular”, que representam 43,0% da extensão analisada. Os resultados reforçam a necessidade de ampliar investimentos e acelerar modelos de concessão e parcerias com a iniciativa privada como estratégia para elevar o padrão da infraestrutura e reduzir custos no transporte. Por Agência CNT Transporte Atual
CNT apresenta diagnóstico das rodovias brasileiras a chefes de segurança viária da PRF

Levantamento orienta ações de segurança viária e foi detalhado durante encontro nacional da corporação, em Brasília O Sistema Transporte participou do Encontro Nacional do Núcleo de Segurança Viária da PRF (Polícia Rodoviária Federal), realizado em Brasília (DF), nesta quarta e quinta-feira (18 e 19). Durante o evento, mais de 30 chefes de segurança viária da corporação conheceram os principais resultados e análises da Pesquisa CNT de Rodovias 2025, considerada o levantamento mais abrangente sobre a qualidade da infraestrutura rodoviária no país, além de iniciativas do SEST SENAT voltadas à segurança no trânsito. A diretora executiva da CNT, Fernanda Rezende, destacou o papel da Pesquisa CNT de Rodovias como ferramenta estratégica para apoiar o planejamento das empresas de transporte e melhorar a segurança nas estradas. O estudo completou 30 anos e se consolidou como referência técnica para transportadores, gestores públicos e especialistas em infraestrutura. Segundo Fernanda Rezende, a disponibilidade de dados qualificados é essencial para enfrentar os desafios e melhorar as condições das rodovias brasileiras. “Nada melhor do que dados e números para mostrar a realidade do setor de transporte. A Pesquisa CNT de Rodovias existe justamente para isso: identificar onde estão os problemas da via e gerar informações que ajudem o transportador a planejar melhor suas rotas e o poder público a direcionar investimentos”, afirmou. De acordo com os resultados mais recentes, foram avaliados 114.197 quilômetros de rodovias pavimentadas em todo o país, o equivalente a 52,6% da malha pavimentada brasileira. A análise considera 22 variáveis, divididas em três grandes categorias — pavimento, sinalização e geometria da via —, que determinam a classificação geral das rodovias. Os dados mostram que 62,1% da extensão pesquisada apresentam condições regulares, ruins ou péssimas, enquanto 37,9% foram classificadas como ótimas ou boas, evidenciando os desafios ainda existentes para garantir uma infraestrutura adequada no país. Durante a apresentação, a diretora também destacou diferenças relevantes entre os modelos de gestão da infraestrutura. “Rodovias concedidas apresentam, em média, melhores indicadores de qualidade quando comparadas às que estão sob administração pública, evidenciando a importância de mecanismos que assegurem investimentos contínuos na malha viária”, explicou. Também foram apresentados pela diretoria executiva os resultados das últimas edições das Pesquisas CNT Perfil Empresarial relacionados a segurança pública. As informações dizem respeito a incidência de roubo de carga, incêndios e assalto a ônibus, vandalismo e concorrência com o transporte clandestino e como isto interfere no custo de operação das empresas. A coordenadora-geral substituta de Segurança Viária da PRF, Neila Cardoso, ressaltou a relevância da participação do Sistema Transporte no encontro e a importância do uso de dados técnicos para orientar ações de prevenção nas vias federais. Segundo ela, o diálogo entre as instituições fortalece iniciativas voltadas à segurança no trânsito e à proteção da vida. “Essa parceria é muito importante para o trabalho conjunto em prol da valorização do transporte e da proteção da vida nas rodovias federais. Os estudos e os dados apresentados sobre a infraestrutura são fundamentais para os chefes de segurança viária, que atuam diretamente no planejamento de ações para reduzir sinistros graves e mortes no país”, afirmou. O gerente executivo de Promoção Social do SEST SENAT, Jean Michel Braunt, também participou do encontro e apresentou ações voltadas à segurança no trânsito, como as Mobilizações, o Projeto Proteção — voltado ao enfrentamento da exploração sexual de crianças e adolescentes — e o Projeto Prevenção de Acidentes. Ele destacou a importância de ampliar o alcance dessas iniciativas para reduzir sinistros e preservar vidas nas rodovias. Por Agência CNT Transporte Atual
Velocidade da transformação tecnológica exige novas competências da liderança, aponta professor da IESE

Ricardo Engelbert defende liderança ágil para direcionar a jornada digital das empresas Em meio às transformações aceleradas que impactam o setor de transporte, a capacidade de liderar processos de mudança com base em dados e estratégia tem se tornado um diferencial competitivo. Esse foi o mote do seminário “Liderança Digital: novas competências para um novo tempo”, proferido pelo professor Ricardo Engelbert, da IESE Business School, uma das principais escolas de negócios do mundo. A palestra foi parte da programação do warm up da Missão Internacional do Transporte – Espanha 2026, que reuniu, nessa quinta-feira (19), no campus da IESE, em São Paulo (SP), uma plateia de empresários do setor e representantes do Sistema Transporte. Mais do que uma aula expositiva, Engelbert conduziu uma dinâmica com o grupo, que respondeu a um quiz e interagiu a todo momento. O docente perguntou sobre o impacto causado pela entrada de certas tecnologias no mercado e refletiu sobre o comportamento de consumo. A partir desses estímulos, apontou qualidades do líder digital. “Se o mundo muda rápido demais, mais importante do que formular uma boa estratégia é implementá-la. E não basta implementar, tem de saber adaptá-la. É preciso ter agilidade, senão a vida útil da sua estratégia vai ser muito curta”, provocou. “O lado bom é que vocês estão tendo a oportunidade de adicionar uma camada lógica (como ele se referiu ao processo de digitalização) sobre uma camada física”, acrescentou, lembrando que, no passado, os grandes giros tecnológicos exigiam décadas de investimento em infraestrutura e hardware, o que, depois, dificultava a inovação. De acordo com ele, hoje, as empresas devem conduzir projetos-piloto em paralelo ao negócio principal, com a certeza de que este deixará de ser lucrativo em algum momento. O especialista reforçou, ainda, a centralidade do cliente e fez recortes etários para o transporte. “Olhem os dados demográficos! Em breve, o setor de vocês vai ter clientes ultrapassando cem anos. Vocês vão precisar repensar o modelo de negócios para receber essas pessoas”, disse. “Ao mesmo tempo, quando se pensa em tecnologia, temos que olhar para os jovens. Eles estão sempre um passo à frente em canais de comunicação e consumo. Então, é fundamental para o negócio de vocês conhecer esse comportamento”, reforçou. Na conclusão, ele recomendou que a condução da jornada digital seja feita pelos líderes com clareza de objetivos, atendimento a “dores” reais da organização e alinhamento estratégico, sob o risco de se deixar encantar por ferramentas pouco práticas. “Do contrário, a empresa vira um martelo à procura de pregos”, comparou. “É fácil comprar sistemas, mas o fundamental é que eles conversem entre si e se tornem soluções integradas. Do contrário, novos gargalos surgirão”, arrematou. Visão estratégica ampliada Durante o evento, o presidente do Sistema Transporte, Vander Costa, falou sobre a importância das Missões Internacionais. “Esse programa foi criado com um propósito claro: ampliar a visão estratégica do setor. As Missões nos colocam em contato direto com práticas e modelos que influenciam os rumos da logística no mundo e oferecem referências aplicáveis à realidade das nossas empresas.” De acordo com o presidente Vander Costa, cada nova edição do programa “renova a capacidade do setor de interpretar tendências, identificar oportunidades e ajustar decisões em um ambiente de negócios cada vez mais competitivo”. Em sua apresentação, o diretor executivo nacional interino do SEST SENAT, Vinicius Ladeira, comentou sobre o trabalho desenvolvido pelas entidades que formam o Sistema Transporte (CNT, SEST SENAT e ITL) e enfatizou o networking proporcionado pelo encontro. “Ao aproximar os participantes, o warm up inicia efetivamente a Missão. Quando esse processo atingir o auge, nas aulas na Espanha, veremos a construção coletiva de conhecimento se sobrepor à exposição convencional de conteúdo, de professor para aluno. O resultado é muito mais rico”, frisou. Já o diretor-geral da ISE Business School (representação brasileira da IESE), José Paulo Carelli, apresentou ao público as linhas de educação executiva da instituição. “A escola tem a capacidade de trabalhar com o problema concreto a partir da necessidade de cada um. Temos grande orgulho de conhecer os dilemas e as necessidades das empresas representadas pelos senhores. Tenho certeza de que a formação em Barcelona será muito proveitosa”, pontuou. Também discursou o representante do Consulado da Espanha, Urbano Murillo, que apresentou um panorama do sistema de transporte espanhol e abordou a relevância das relações entre Brasil e Espanha, com destaque para os benefícios mútuos do acordo entre Mercosul e União Europeia. Da parte do Sistema Transporte, também estiveram presentes a diretora executiva da CNT, Fernanda Rezende, e a diretora adjunta do ITL, Eliana Costa. Participaram, também, a gerente de Relacionamento Corporativo, Jamile Antunes, e a gerente de Desenvolvimento Profissional, Roberta Diniz. Sobre a Missão Internacional do Transporte – Espanha 2026 De 24 de abril a 3 de maio, o Sistema Transporte promoverá uma imersão na Espanha, um dos principais hubs logísticos da Europa e expoente em inovação, digitalização e sustentabilidade no transporte. Liderada pelo Sistema Transporte, a comitiva brasileira visitará Barcelona, onde seguirá o programa executivo da IESE Business School e fará visitas técnicas. A delegação é formada por 55 participantes, entre empresários, convidados estratégicos e representantes do Sistema Transporte. Por Agência CNT Transporte Atual
MP Nº 1.343-2026 – Impactos para as Transportadoras (ETC) e Embarcadores

A Medida Provisória (MP) nº 1.343, de 19/03/206, altera a Lei nº 13.703, de 08/08/2018, que instituiu a Política Nacional de Pisos Mínimos do Transporte Rodoviário de Cargas (TRC), para o fim de introduzir um sistema que permita a ANTT fiscalizar, de modo sistêmico e rastreável, o cumprimento da referida lei. Sabe-se que a Lei dos Pisos Mínimos do TRC esta em vigência desde agosto de 2018, mas não vem sendo cumprida pelos embarcadores, por falta de fiscalização da ANTT. Até agora, a fiscalização era parcial, pois a ANTT fiscalizava os CIOTs, emitidos pelas transportadoras (ETCs), apenas nos casos de subcontratação de Transportadores Autônomos (TACs). A partir de agora, a fiscalização será integral, de toda a cadeia produtiva do TRC. A MP em análise trouxe como novidade a obrigatoriedade de emissão do CIOT em todas as operações de transporte, de maneira que o CIOT passará a ser o instrumento central de fiscalização do cumprimento da Lei, na origem da irregularidade. Analisamos a referida MP e destacamos os seguintes aspectos que consideramos mais relevantes: A partir de 19/03/2026, toda operação de transporte deve ser registrada via Código Identificador da Operação de Transporte (CIOT), que passa a ser o centro de controle do sistema de fiscalização, pela ANTT. a) O CIOT deve ser emitido antes do início da viagem e sem ele não haverá transporte regular. Essa medida visa impedir a contratação irregular antes do início da viagem. b) O CIOT deve conter, obrigatoriamente, informações do contratante, do contratado e do subcontratado, quando houver, e informações sobre a carga, a sua origem e o seu destino, a indicação expressa do valor do frete pago ao contratado e ao subcontratado e o valor do pisomínimo de frete aplicável e a forma de pagamento do frete. c) Bloqueio de Emissão de CIOT: A ANTT impedirá a geração de CIOT cujo valor esteja abaixo do piso mínimo. Sem o CIOT válido, o Manifesto Eletrônico (MDF-e) não poderá ser finalizado. d) A falta de registro do CIOT sujeita o infrator a uma multa de R$ 10.500,00, além de outras sanções, que são cumulativas. e) A transportadora não poderá contratar o serviço de transporte por valor inferior ao piso mínimo de frete, nem mesmo quando o executar com frota própria, sob pena de violação da Lei e de severas sanções. a) Suspensão Temporária: o transportador que contratar ou subcontratar fretes abaixo do piso de forma reiterada (mais de 3 autuações em 6 meses) poderá ter o RNTRC suspenso por 5 a 30 dias. b) Reincidência e Cancelamento: caso a infração se repita em 12 meses, a suspensão pode chegar a 45 dias. Se houver nova reincidência, o registro no RNTRC será cancelado, impedindo o exercício da atividade por até dois anos. c) Cumulação de sanções: além das sanções administrativas acima referidas, cumulam se as multas pecuniárias, adiante mencionadas.Importante: Estas medidas de suspensão do registro RNTRC não se aplicam ao Transportador Autônomo de Cargas (TAC) individual. a) As empresas contratantes – que podem ser os embarcadores ou transportadoras – e também os anunciantes de fretes irregulares estão sujeitos a multas que variam de R$ 1.000.000,00 a R$ 10.000.000,00, por operação, quer dizer, por viagem contratada. b) Responsabilidade dos Sócios: As penalidades podem ser estendidas aos sócios das empresas contratantes, conforme o art. 78-E, da Lei nº 10.233, de 05/06/2001, abaixo reproduzido, e também a empresas do mesmo grupo econômico, em casos de abuso de personalidade jurídica. Confira-se o referido artigo 78-E: “Art. 78-E. Nas infrações praticadas por pessoa jurídica, também serão punidos com sanção de multa seus administradores ou controladores, quando tiverem agido com dolo ou culpa.” c) Em caso de reiteração de infração à Lei de Pisos Mínimos do TRC, a ANTT poderá aplicar ao infrator (embarcador ou transportadora) também a penalidade de suspensão do direito de fazer novas contratações de transporte rodoviário de cargas. Agora, a MP em análise ampliou o sistema de controle das operações de transporte, instituindo um sistema rastreável, impeditivo de operações abaixo do piso mínimo de frete e severamente sancionador, baseado no CIOT, visando compelir o cumprimento da Lei nº 13.703/2018. A cadeia inteira do transporte passará a ser fiscalizada pela ANTT. O sistema permitirá o rastreamento integral das operações de transporte rodoviário de cargas. Assim, os embarcadores deverão cumprir a referida Lei e as Transportadoras também, inclusive quando executam os transportes com frota própria. Recomendamos que as Transportadoras não realizem transportes em desacordo com a Lei, para não serem sancionadas pela ANTT e para que evitem reiteração e reincidência, pois isso pode acarretar a suspensão ou cancelamento de seu registro RNTRC. A ANTT já anunciou que regulará a Lei nº 13.703/2008 por meio de duas Resoluções, que serão publicadas nos próximos dias; uma para estabelecer um novo padrão de atuação regulatória; e outra visando a fim de atacar o ponto mais crítico da cadeia logística, que é a contratação, visando bloquear preventiva e automaticamente a emissão de CIOT irregular. Assim que as Resoluções da ANTT foram publicadas, enviaremos esclarecimento e orientações complementares à FETRANSUL. Informamos que, estaremos atualizando este parecer, considerando a regulamentação a ser publicada pela ANTT nos próximos dias. Porto Alegre, 23 de março de 2026. Equipe da ZANELLA ADVOGADOS ASSOCIADOSAssessoria Jurídica da Fetransul
Encontro do TRC em Caxias do Sul reúne grande público

O Auditório do SEST SENAT – Caxias do Sul sediou na tarde de ontem, 19 de março, o 8º Encontro do TRC Gaúcho, um evento promovido de forma conjunta pela FETRANSUL e o SIVECARGA. Na abertura dos trabalhos Francisco Cardoso, presidente da FETRANSUL e Anderson Roncen, presidente do SIVECARGA assinalaram a importância trazidos para o encontro, assim como contextualizaram a momento pelo qual passa o setor, diante do aumento do preço do diesel. Gestão da NR-1 no Transporte A assessoria jurídica da FETRANSUL, Raquel Caleffi e a engenheira de Segurança do Trabalho, Aline Zan versaram sobre como as empresas devem se preparar para o cumprimento da legislação do trabalho que enfoca os cuidados com a saúde mental dos trabalhadores. Caleffi alertou que as empresas devem ter uma abordagem técnica desta questão, tendo o cuidado de documentar os padrões comportamentais desejáveis de seus colaboradores, como forma de configurar a gestão da NR 1 e amparar eventuais defesas em casos de litígios na Justiça. Como um tema central, a advogada alertou que a interpretação de assédio deve ser afastada desta normatização, demonstrando que as empresas devem se ater às questões comportamentais dentro de um escopo profissional. A engenheira Aline Zan narrou experiências de sua consultoria, conferindo um viés prático à sua parte da palestra. Ela apresentou um conjunto de indicadores de RH que apontam para eventuais riscos decorrentes de questões comportamentais. Em síntese, Zan enfatizou que as empresas devem ter uma gestão que possa mitigar litígios, assinalando que o caráter humano nas relações do trabalho sempre comportará interpretações com potencial subjetivo, conforme o ângulo de quem analisa. O tema provocou muitos questionamentos do público, pois além de novo (entra em vigência dentro de quatro meses), suscita questões polêmicas sobre a capacidade das pessoas lidar com as exigências e o estresse de determinadas tarefas e profissões. Reforma Tributária O assessor tributário da Federação, advogado Fernando Massignan, versou de maneira prática, sobre inúmeros efeitos que a mudança dos regimes tributários hoje existentes trará nos próximos anos, quando o CBS e o IBS vão entrar em cena compondo o novo IVA da Reforma Tributária brasileira, substituindo PIS, Cofins, IPI, ICMS e ISS. O tributarista ponderou sobre riscos e oportunidades que se apresentam ao setor de transporte de cargas. Analisou vantagens e desvantagens de se adquirir frota antes e depois da entrada em vigência do novo modelo. Ponderou que os créditos de ICMS seguirão vigentes, mesmo com o fim do modelo atual. Nos variados aspectos da vida tributária das empresas, Massignan alertou para a conveniência de as organizações conduzirem ações planejadas já neste ano, preparando-se para as transformações que começam em 2027. Repercussões do preço do diesel na majoração dos fretes O último painel reuniu o os presidentes da FETRANSUL e do SIVECARGA, e os assessores jurídicos Fernando Zanella, Fernando Massignan e Raquel Caleffi. Os efeitos da elevação do diesel decorrentes da guerra no Irã e seu impacto no preço dos fretes foi uma abordagem cercada de muitas inquietações, pois além dos efeitos mercadológicos, os debatedores chamaram a atenção para aspectos legais que interferem no cumprimento da lei do frete mínimo. Foram apontados problemas com embarcadores e os riscos de penalizações pesadas diante da medida provisória anunciada pelo Governo Federal no dia em que ocorria o evento. Os líderes do transporte e os advogados alertaram que o transporte de cargas passa por um período que exige uma gestão atenta dos empresários, para trazer segurança às suas operações e previsibilidade econômica diante de uma eventual disparada do preço do combustível, seja devido ao processo especulativo, seja pela eventualidade de escassez do diesel, que pode ocorrer se o conflito bélico se alongar. Patrocinadores O 8º Encontro do TRC Gaúcho contou com o patrocínio master do Sistema Transporte (CNT/SEST SENAT/ITL). Também participaram como patrocinadores a Agrale, Dipesul-Volvo, Transpocred, Savar e Brasdiesel – Scania
BNDES apresenta oportunidades de financiamento para transporte e logística em webinar da CNT

Evento reuniu empresários e lideranças do setor para discutir renovação de frota, investimentos em infraestrutura e acesso ao Fundo Clima Ampliar o acesso ao crédito e estimular investimentos são medidas essenciais para a modernização do transporte brasileiro. Com esse objetivo, a CNT e o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) realizaram, nesta segunda-feira (16), em São Paulo, um encontro com empresários e lideranças de sindicatos, federações e associações do setor. A iniciativa apresentou oportunidades de financiamento voltadas à renovação de frota, à inovação e ao desenvolvimento da logística no país. A abertura contou com a participação da diretora de Infraestrutura e Transição Energética do BNDES, Luciana Costa, e da diretora executiva da CNT, Fernanda Rezende. As representantes ressaltaram o papel estratégico do transporte para o desenvolvimento econômico e social e a importância de ampliar o conhecimento e o acesso das empresas às linhas de crédito disponíveis. Fernanda Rezende destacou que o setor depende diretamente de investimentos para se modernizar e atender às demandas da economia. Segundo ela, a renovação da frota é uma das principais agendas, tanto para melhorar a eficiência operacional quanto para reduzir os impactos ambientais. “Quando substituímos veículos mais antigos por modelos mais modernos, conseguimos reduzir em mais de 80% as emissões e aumentar a eficiência do transporte”, disse. A diretora também ressaltou a necessidade de ampliar a infraestrutura logística, com investimentos em centros de distribuição e polos de escoamento de cargas, a fim de reduzir gargalos e aumentar a competitividade das empresas. Ela lembrou, ainda, que o transporte é responsável por mais de 2,9 milhões de empregos diretos e exerce papel central na economia brasileira, ao conectar produção e consumo. Luciana Costa ressaltou a ampliação da atuação do banco no apoio ao setor, com foco na transição energética e na renovação de frota. Segundo ela, o BNDES busca induzir investimentos que contribuam para a modernização da logística e a redução de emissões. A diretora também pontuou a atuação em parceria com o sistema financeiro, o que amplia o alcance das linhas de crédito por meio de instituições repassadoras. Durante a apresentação, Luciana apontou a retomada dos investimentos em infraestrutura no Brasil, especialmente em concessões rodoviárias e ferroviárias. Para ela, o avanço desses projetos é fundamental para aumentar a eficiência do transporte e fortalecer a integração logística, contribuindo para a competitividade da produção nacional. “O Brasil tem um grande gargalo em infraestrutura e deve iniciar um novo ciclo de investimentos. O BNDES atua como banco indutor e consegue escalar agendas como a renovação de frota e a eletrificação do transporte. Mobilidade e transporte são prioridades para nós”, afirmou. O encontro contou ainda com a participação de representantes técnicos do BNDES e da CNT. Pelo banco, estiveram presentes Marcelo Porteiro, Tiago Peroba, Felipe Borim Villen e Maria Fernanda Ramos. Pela CNT, participaram o vice-presidente para Transporte Rodoviário de Cargas, Flávio Benatti; os diretores da seção de cargas, Urubatan Helou e Carlos Panzan; e a gerente executiva de Economia, Fernanda Schwantes. Linhas de financiamento para transportadores Durante o evento, o BNDES detalhou as principais linhas de financiamento disponíveis para empresas de transporte e operadores logísticos. O banco atua por meio de operações diretas, contratadas com empresas de maior porte, e indiretas, realizadas por mais de 90 instituições financeiras credenciadas, modelo que amplia a capilaridade do crédito e alcança 93% dos municípios brasileiros. Entre as iniciativas está o Programa de Renovação de Frota, estruturado a partir da Medida Provisória nº 1.328/2025, voltado à substituição de caminhões antigos por veículos mais modernos e eficientes. O programa prevê R$ 10 bilhões em financiamentos para a aquisição de caminhões novos e seminovos, sendo R$ 1 bilhão destinado a transportadores autônomos e cooperados. Até 11 de março de 2026, já haviam sido aprovados R$ 5,8 bilhões em operações, o que indica forte demanda do setor pela modernização da frota. O financiamento pode ser acessado por transportadores autônomos registrados no RNTRC, cooperativas e empresas, com condições diferenciadas conforme o perfil do cliente. Outra linha estratégica é o BNDES Finame, voltado à aquisição de máquinas, equipamentos, ônibus e caminhões de fabricação nacional credenciados. A linha permite financiar até 100% do valor do bem, com prazo de até 10 anos e carência de até dois anos, a depender das condições negociadas com o agente financeiro. O banco também apresentou o Fundo Clima, destinado ao financiamento de projetos de logística sustentável e mobilidade de baixo carbono. Entre os itens financiáveis estão veículos elétricos, modelos movidos a biocombustíveis e projetos de eficiência energética. Os prazos podem chegar a 25 anos, com carência de até cinco anos, conforme a modalidade. Nesta terça-feira (17), o BNDES divulgou seus principais resultados de 2025. O volume de crédito aprovado alcançou R$ 237,9 bilhões, crescimento de 12% em relação a 2024. O banco registrou lucro de R$ 15,7 bilhões no período. As aprovações na área de infraestrutura somaram R$ 71,4 bilhões, enquanto os recursos do Fundo Clima atingiram R$ 12,5 bilhões, com foco em projetos de transição energética. Confira as apresentações aqui: Oportunidades de financiamento do BNDES Apoio direto do BNDES – Operadores logísticos Por Agência CNT Transporte Atual
Alta do diesel pressiona frete e acende alerta no setor produtivo gaúcho

A escalada recente do preço do diesel, impulsionada pela instabilidade geopolítica no Oriente Médio e pela valorização do petróleo no mercado internacional, começa a repercutir em diferentes elos da economia gaúcha. Do transporte de cargas ao abastecimento de supermercados, entidades do setor produtivo alertam que o combustível – principal insumo da logística brasileira – tende a pressionar o custo do frete e, em consequência, o preço de produtos e serviços nas próximas semanas. A tensão global aumentou após a intensificação do conflito, protagonizado por Irã, Israel e Estados Unidos, e a possibilidade de interrupções no fluxo de petróleo pelo Estreito de Ormuz, uma das principais rotas de transporte de energia do mundo. O cenário elevou o preço do barril de petróleo e já começou a refletir nos combustíveis no Brasil: na última sexta-feira (13), a Petrobras anunciou reajuste de cerca de R$ 0,38 por litro no diesel vendido às distribuidoras, o que representa aumento aproximado de 13,9% na refinaria. Ainda assim, para o professor da Escola de Negócios da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (Pucrs), Gustavo Inácio de Moraes, o impacto sobre o frete não depende apenas do preço do petróleo, mas também do comportamento do câmbio. “Não é só o diesel que afeta a expectativa de preço do frete. O câmbio também pesa muito. Mesmo que o petróleo se mantenha estável, se o real se desvalorizar em um cenário internacional turbulento, ainda teremos efeitos relevantes vindos da economia global”, afirma. Segundo ele, alguns reajustes já começam a aparecer no mercado, ainda que de forma preventiva. “Em algumas regiões já vemos aumentos entre 10% e 20% no preço do diesel. Se o conflito durar pouco tempo, os efeitos tendem a ser limitados. Mas, se houver prolongamento da guerra, essas pressões podem se consolidar”, completa. No Rio Grande do Sul, dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) indicam alta nos dois principais tipos de diesel. O preço médio do litro do S10 passou de R$ 6,23 para R$ 6,78 – aumento de 8,8%. Já o S500 subiu de R$ 6,16 para R$ 6,70, avanço de 8,7%, segundo as duas pesquisas semanais divulgadas pela agência em março. No setor de transporte, o combustível representa a principal parcela dos custos operacionais. Por isso, qualquer alteração significativa tende a ser repassada relativamente rápido aos contratos de frete. E, de acordo com Moraes, o ajuste costuma aparecer primeiro nos indicadores de preços no atacado. “O setor de transporte trabalha muito com contratos de curta duração. Os fretes costumam ser reajustados relativamente rápido – normalmente antes de um mês. Primeiro vemos esse efeito na inflação do atacado e depois ele chega ao consumidor”, explica. A avaliação é compartilhada por entidades do setor logístico. Em nota, o Sindicato das Empresas de Transportes de Carga e Logística no Rio Grande do Sul (Setcergs) argumenta que qualquer alteração relevante no diesel gera impacto imediato na estrutura de custos das transportadoras. “O transporte rodoviário opera com margens reduzidas e não possui capacidade de absorver aumentos expressivos e repentinos em seu principal insumo operacional”, informou a entidade, que orienta as empresas a manter diálogo com clientes para eventual recomposição do valor do frete. Hoje, cerca de 85% da produção gaúcha circula por rodovias, o que amplia o peso do diesel sobre toda a cadeia produtiva. Diante da escalada do combustível, a Federação das Empresas de Logística e Transporte de Cargas no Rio Grande do Sul (Fetransul) solicitou ao governo estadual que avalie uma redução temporária do ICMS sobre ele. Segundo a entidade, o combustível já acumula aumentos próximos de 30% desde o início do período de instabilidade internacional, pressionando diretamente os custos logísticos. Para o presidente da federação, Francisco Cardoso, discutir o preço do diesel significa discutir o custo de circulação de mercadorias em todo o País. “Quando o diesel sobe nessa velocidade, nenhum setor consegue absorver esse impacto sem revisar contratos e renegociar tarifas”, afirma. Ele destaca ainda que o combustível representa cerca de 40% dos custos variáveis do transporte rodoviário de cargas, o que torna o setor especialmente sensível às oscilações do mercado energético. Ainda, para além da pressão sobre fretes e logística, economistas alertam para o possível impacto inflacionário do diesel caso o conflito internacional se prolongue: combustíveis e energia representam entre 5% e 8% do peso do IPCA, o principal índice de inflação do Brasil. Um aumento significativo nesses itens pode influenciar a trajetória dos preços e até mesmo a política de juros. Agronegócio deve sentir primeiro Entre os setores produtivos, o agronegócio tende a ser um dos primeiros a sentir os efeitos da alta. O motivo é a combinação de grande consumo de diesel nas máquinas agrícolas e a necessidade de transporte para escoamento da safra. “Estamos em período de escoamento para os portos, o que exige muito transporte rodoviário. Além disso, o setor depende de diesel para tratores e máquinas. Por isso, o agronegócio tende a sentir primeiro esse impacto”, explica Moraes. Ele ressalta ainda que fertilizantes e outros insumos agrícolas também têm ligação com derivados de petróleo ou com regiões produtoras do Oriente Médio, o que amplia a exposição do setor às turbulências internacionais. Supermercados já monitoram impactos No comércio, a preocupação é com o efeito em cascata sobre os preços dos alimentos e produtos básicos. O presidente da Associação Gaúcha de Supermercados (Agas), Lindonor Peruzzo Júnior, afirma que a alta recente do diesel já começa a preocupar o setor. “O impacto do combustível é muito significativo. Já estamos vendo aumentos na casa de 11% desde o início da guerra e isso provavelmente vai aparecer nos produtos no curto e médio prazo”, afirma. Segundo ele, as empresas têm buscado otimizar rotas e reduzir o consumo de combustível para tentar evitar repasses imediatos aos consumidores. “Sabemos que o transporte rodoviário é a base da logística do País. Estamos acompanhando de perto esse cenário e atentos às medidas que possam reduzir a pressão sobre o preço na bomba”, acrescenta. Transporte coletivo também sente pressão No transporte de passageiros, o impacto já tem dimensão concreta. A Associação dos Transportadores Intermunicipais Metropolitanos de
FETRANSUL solicita ao governo do RS avaliação de redução do ICMS sobre o diesel

A Federação das Empresas de Logística e Transporte de Cargas no Rio Grande do Sul (FETRANSUL) encaminhou ofício ao Governo do Estado solicitando a avaliação de medidas tributárias para mitigar o impacto da alta recente do diesel sobre os custos logísticos. Segundo a entidade, o combustível já acumula aumentos de até 30% nas últimas semanas, gerando forte pressão sobre o transporte rodoviário de cargas, setor responsável por movimentar cerca de 85% da produção do Rio Grande do Sul. No documento, a FETRANSUL sugere que o Estado avalie a possibilidade de liderar, no âmbito do Conselho Nacional de Política Fazendária (CONFAZ), um debate sobre a tributação do ICMS incidente sobre o diesel. A entidade argumenta que medidas dessa natureza podem contribuir para reduzir custos logísticos, preservar a competitividade da produção gaúcha e minimizar riscos de desabastecimento em cadeias sensíveis da economia, especialmente em período de escoamento da safra agrícola.
Encontro Vez & Voz debate liderança feminina e inovação no Transporte Rodoviário de Cargas

Programação inclui painéis, palestra e workshop em um dia inteiro de muito conhecimento e conexão O Movimento Vez & Voz, realizará, no dia 26 de março, o Encontro Vez & Voz 2026 – Escolha Avançar, evento voltado para mulheres que atuam no Transporte Rodoviário de Cargas. A iniciativa reunirá profissionais do setor para discutir temas como liderança feminina, inovação, equidade de gênero, papel das empresas no enfrentamento da violência contra a mulher e os desafios atuais no ambiente corporativo. A proposta do encontro é promover troca de experiências, fortalecer a presença feminina no setor e estimular a construção de ambientes de trabalho mais inclusivos. A programação contará com a participação de lideranças e executivas do transporte, além de especialistas convidados. Entre os destaques, está a apresentação do Panorama da presença feminina no transporte, que trará dados atualizados sobre a participação das mulheres no setor e os avanços nas iniciativas de equidade nas empresas. Outro tema abordado será o uso da Inteligência Artificial como ferramenta de apoio à liderança, com reflexões sobre como a tecnologia pode contribuir para ganhos de produtividade e tomada de decisão no ambiente corporativo. O evento também terá painéis sobre ambientes de trabalho seguros e trajetórias femininas no transporte, reunindo executivas para compartilhar experiências e discutir desafios e oportunidades para as mulheres no setor. Antes do encontro principal, será realizado um workshop exclusivo para lideranças femininas, voltado ao uso estratégico da Inteligência Artificial na gestão, que abordará aplicações práticas da tecnologia para análise de dados, organização de processos e aumento de produtividade nas empresas de transporte. 26/03/2026 Evento presencial – Rua Orlando Monteiro, 21 – Vila Maria – São Paulo/SP 08h30 – Workshop: E aí, como lidero com a IA? Produtividade inteligente para mulheres que decidem 13h30 – 5º Encontro Vez e Voz – Escolha Avançar Confira a programação completa e inscreva-se no vezevoz.org . O Encontro Vez & Voz 2026 conta com o incentivo da ABTLP – Associação Brasileira de Transporte e Logística de Produtos Perigosos; Ademicon Consórcio e Investimento, e Vega Seguros, além do apoio de empresas do setor Lourenço Transportes, Pelog, Transportes Borelli, Log10, Coopercarga e Setrans. Fonte: SETCESP
ANTT atualiza Piso Mínimo de Frete com base no novo preço do diesel

A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) publicou, no Diário Oficial da União, a Portaria SUROC nº 3/2026, que atualiza os coeficientes do Piso Mínimo de Frete do Transporte Rodoviário de Cargas. A revisão considera como referência o preço médio do diesel S10 de R$ 6,89 por litro, com base nos dados divulgados pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). A atualização impacta diretamente os valores mínimos do frete por quilômetro rodado, que variam conforme o tipo de carga, número de eixos e características da operação de transporte. A tabela de pisos mínimos faz parte da política estabelecida pela Lei nº 13.703/2018, que instituiu a Política Nacional de Pisos Mínimos do Transporte Rodoviário de Cargas e determina a publicação periódica dos coeficientes pela ANTT, com revisões sempre que há variações relevantes no preço do diesel. Veja a portaria e as tabelas completas: https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/portaria-suroc-n-3-de-13-de-marco-de-2026-692638596 Fonte: ANTT