O SEST SENAT investe na arquitetura de suas Unidades Operacionais com o objetivo de promover saúde, educação, bem-estar e inclusão
por Ana Carolina Godinho de Lacerda*
Quando se fala em ESG, a temática vai muito além das questões voltadas para as práticas ambientais e à governança. Um dos pilares mais importantes dessa agenda, quando se pensa em organizações e a sua relação com a sociedade, está associado ao aspecto social: a capacidade das organizações de gerar impacto positivo na vida das pessoas. Esse pilar está pautado nas ações que promovem saúde, bem-estar, qualidade de vida, desenvolvimento humano, inclusão e valorização das comunidades atendidas.
Nos últimos anos, o mercado brasileiro tornou-se mais consciente e exigente, valorizando não apenas a qualidade de produtos e serviços, mas também as práticas de responsabilidade social adotadas pelas organizações. De acordo com pesquisas [1], 87% dos brasileiros têm interesse em conhecer melhor o posicionamento das marcas em temas sociais, ambientais e de governança. E 83% afirmam valorizar empresas que atuem para contribuir para uma sociedade mais justa.
Esse contexto atual tem impulsionado e direcionado as organizações para alternativas mais sustentáveis de crescimento. No SEST SENAT, esse compromisso se materializa diariamente por meio dos serviços oferecidos aos trabalhadores do transporte e seus dependentes. E existe um aspecto fundamental que contribui para essa experiência de acolhimento, bem-estar e desenvolvimento humano: os espaços físicos.
As Unidades Operacionais do SEST SENAT são projetadas para promover saúde, educação e qualidade de vida, fortalecendo a missão institucional de atender quem move o Brasil.
A rotina do trabalhador do transporte envolve constantes deslocamentos, longas jornadas e elevado desgaste físico e emocional, tornando ainda mais significativo o acesso a ambientes acolhedores.
Nesse sentido, o processo projetual da Gerência Executiva de Engenharia do SEST SENAT coloca as pessoas no centro das decisões, criando condições para que trabalhadores e familiares se sintam respeitados, seguros e valorizados. Questões como acessibilidade, ventilação, iluminação, ergonomia, orientação espacial e acolhimento são consideradas desde as etapas iniciais de planejamento.
Nos ambientes de saúde, os espaços partem da premissa de que o ambiente também faz parte do cuidado, de maneira a reduzir a percepção de um espaço clínico tradicional e contribuir para a redução das tensões e favorecer uma experiência mais humanizada. Nas áreas educacionais, os estudos partem da ideia de que o espaço também ensina. Quando planejado de forma estratégica, o ambiente deixa de ser apenas o local onde a aprendizagem acontece e passa a contribuir ativamente para a experiência do aluno, na medida em que a criação de ambientes flexíveis permite que diferentes dinâmicas coexistam no mesmo espaço. Já os ambientes voltados ao lazer, ao esporte e ao desenvolvimento social estimulam a convivência, a integração e o fortalecimento dos vínculos familiares.
Cada reforma ou novo projeto desenvolvido pelo SEST SENAT representa muito mais do que uma melhoria física. Representa um investimento social que gera benefícios para trabalhadores, familiares, colaboradores e comunidades. Mais do que uma proposta estética, a arquitetura contribui para a criação de experiências mais acolhedoras, acessíveis e centradas nas necessidades dos usuários.
E cuidar de quem transporta o Brasil é também construir ambientes que promovam dignidade, acolhimento, saúde e oportunidades de desenvolvimento para as gerações de hoje e do futuro.
[1] https://business.google.com/br/think/consumer-insights/esg-brasil-marcas-consumidor/
Relação dos consumidores brasileiros com ESG – Think with Google
Publicação oficial do marketing do Google. O que os consumidores brasileiros esperam das marcas em relação aos pilares de ESG
* Ana Carolina Godinho de Lacerda
Arquiteta da Gerência Executiva de Engenharia do SEST SENAT
Por Agência CNT Transporte Atual



