Oportunidade no setor de transporte: ITL está com inscrições abertas para especialização e cursos executivos

Quatro turmas estão com inscrições abertas para profissionais de empresas do setor de transporte e logística vinculadas ao Sistema Transporte O ITL (Instituto de Transporte e Logística) está com inscrições abertas para quatro oportunidades de qualificação profissional gratuitas, destinadas a gestores, executivos e colaboradores de empresas do setor de transporte e logística vinculadas ao Sistema Transporte. Estão disponíveis a especialização em Gestão de Negócios, com turmas em Vitória (ES) e Curitiba (PR), o curso executivo em Governança, Compliance e Gestão de Riscos e o curso em Gestão de Ativos. As qualificações integram o Programa Avançado de Capacitação do Transporte, coordenado pelo ITL e promovido pelo SEST SENAT (Serviço Social do Transporte e Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte). Os cursos foram elaborados com base nas demandas do setor e visam contribuir para o desenvolvimento técnico dos profissionais e o fortalecimento das empresas do Sistema Transporte. Especialização em Gestão de Negócios – Vitória (ES) e Curitiba (PR) O ITL está com inscrições abertas para duas turmas da Especialização em Gestão de Negócios, uma em Vitória (ES) e outra em Curitiba (PR). O curso é ministrado pela FDC (Fundação Dom Cabral). A turma do Espírito Santo teve suas inscrições prorrogadas até o dia 30 de julho. No Paraná, é possível realizar a inscrição até 17 de setembro. Com carga horária de 370 horas, sendo 80% presenciais e 20% a distância, a especialização tem a duração de, aproximadamente, 14 meses e é voltada para gestores das empresas de transporte de todos os modais a fim de capacitá-los a aplicar técnicas de gestão que aumentem a eficiência e a competitividade das empresas do setor. Cronograma Vitória (ES) – Inscrições até 30 de julho Início das aulas –8 de setembro Curitiba (PR) – Inscrições até 17 de setembro Início das aulas – 10 de novembro Acesse aqui para saber mais e se inscrever no processo seletivo da especialização. Curso Executivo em Governança, Compliance e Gestão de Riscos Segue com inscrições abertas, até 30 de julho, o curso executivo de Governança, Compliance e Gestão de Riscos com Ênfase no Transporte, que prepara profissionais para aplicar boas práticas de governança, compliance e gestão de riscos no setor de transporte. A qualificação será realizada em Brasília (DF) e ministrada pelo IGCP (Instituto Latino-Americano de Governança e Compliance Público). Voltada a profissionais que atuam em logística, governança, jurídico, recursos humanos, licitação e áreas correlatas, a qualificação tem carga horária de 200 horas, sendo 160 presenciais e 40 online. O curso será ministrado ao longo de seis meses. Cronograma Governança, Compliance e Gestão de Riscos – Brasília (DF) – Inscrições até 30 de julho Início das aulas – 22 de setembro Para se inscrever, clique aqui. Curso Executivo em Gestão de Ativos O curso executivo em Gestão de Ativos está com inscrições abertas até 27 de agosto, é gratuito e acontecerá em São Paulo (SP). A Abraman (Associação Brasileira de Manutenção e Gestão de Ativos) será responsável pela qualificação. Voltada a diretores, gerentes e coordenadores que atuam em áreas relacionadas à manutenção, operações, logística, engenharia, TI e gestão de frotas, entre outras, a formação conta com 200 horas-aula, distribuídas em cinco módulos, sendo 196 horas presenciais e quatro horas online, com duração prevista de nove meses. O objetivo é desenvolver uma visão estratégica e integrada da gestão de ativos físicos, promovendo maior eficiência operacional, otimização de custos e aumento da confiabilidade nas operações de transporte. Cronograma Gestão de Ativos – São Paulo (SP) – Inscrições até 27 de agosto Início das aulas – 20 de outubro Para se inscrever, clique aqui. Mais informações sobre as qualificações estão disponíveis no site oficial do ITL. Por Agência CNT Transporte Atual
Perfil do trabalhador do transporte revela maioria masculina, aponta CNT

Painel mapeia mais de 2,8 milhões de vínculos empregatícios no setor, com base em dados da Rais, do Ministério do Trabalho e Emprego Quatro em cada cinco profissionais que atuam no setor de transporte no Brasil são homens, e a maioria tem ensino médio completo. Esses são alguns dos dados do Painel CNT do Perfil do Trabalhador no Transporte, disponibilizado nesta quinta-feira (17) pela CNT (Confederação Nacional do Transporte). O estudo analisa mais de 2,8 milhões de vínculos empregatícios no setor, com base na Rais (Relação Anual de Informações Sociais), do Ministério do Trabalho e Emprego. O levantamento aponta um setor majoritariamente masculino (81,1%), com predominância de profissionais na faixa etária entre 30 e 69 anos, que concentra mais de 2,2 milhões de trabalhadores. O transporte rodoviário de cargas se destaca como o principal segmento, respondendo por mais de 1,3 milhão de vínculos ativos (46,6% do total). A diretora executiva interina da CNT, Fernanda Rezende, destaca que o transporte é reconhecido como estratégico para o Brasil por movimentar todos os setores da economia e conectar regiões. “Os dados do Painel CNT reforçam esse papel ao evidenciar o enorme potencial das empresas de transporte na geração de empregos e oportunidades para a população brasileira”, afirma. Acesse o Painel CNT do Perfil do Trabalhador no Transporte No quesito escolaridade, o ensino médio completo é o nível mais comum entre os trabalhadores do setor, abrangendo mais de 1,7 milhão de profissionais (63,3%). O estudo também revela que 243,3 mil trabalhadores têm o ensino fundamental incompleto ou não tem escolaridade, dado que reforça a necessidade de avanços na qualificação. Em contrapartida, 258,5 mil têm ensino superior completo, e pouco mais de 3.000 têm mestrado ou doutorado. Em relação à rotatividade, enquanto 443,7 mil profissionais (15,7%) permanecem no mesmo emprego há mais de dez anos, cerca de 270 mil têm menos de três meses de vínculo. Outros 410,8 mil estão empregados entre seis e 12 meses, sinalizando baixa estabilidade em boa parte das funções no setor. O Sudeste concentra a maior parte dos empregos no transporte, com destaque para São Paulo, que soma quase 900 mil vínculos ativos (31,8%). Minas Gerais e Rio de Janeiro também aparecem entre os estados com o maior número de profissionais. As regiões Sul e Nordeste somam, respectivamente, 533,2 mil (18,9%) e 368,3 mil (13,1%) vínculos. Força de trabalho vai além do TRC O transporte rodoviário de cargas é o segmento com a maior participação na matriz de transporte, mas o Painel evidencia também a relevância de outras atividades que compõem a cadeia logística. O setor de armazenamento e serviços auxiliares reúne mais de 543,1 mil vínculos, e os serviços postais e de entrega somam 154,7 mil profissionais. Modais como o ferroviário, aeroviário e aquaviário também compõem a força de trabalho, embora seja com participação menor. Sobre o Painel O Painel CNT do Perfil do Trabalhador no Transporte está disponível em formato digital e interativo, permitindo consultas detalhadas por região, faixa etária, escolaridade, gênero, raça, tempo de vínculo empregatício, modal, segmento de atuação, entre outros recortes. Por Agência CNT Transporte Atual
Transporte vive cenário econômico de avanço em passageiros e setor aéreo, mas houve recuo em cargas, afirma boletim da CNT

Dados apontam que inflação elevada, tarifas dos EUA e juros altos pressionam economia brasileira no segundo semestre O Boletim de Conjuntura Econômica de julho de 2025, divulgado nesta quinta-feira (17) pela CNT (Confederação Nacional do Transporte), revela um cenário desafiador para a economia brasileira, com inflação persistente, taxa de juros elevada e atividade econômica desaquecendo. Apesar do cenário, todos os segmentos de transporte operam acima dos níveis anteriores à pandemia. Entre os fatores de maior preocupação, estão os impactos da imposição pelos Estados Unidos de uma tarifa de 50% sobre todas as exportações brasileiras a partir de 1º de agosto, somada às tarifas já vigentes. A medida atinge setores estratégicos da indústria e do agronegócio, já que o destino norte-americano é o principal para diversos produtos nacionais. Com menor competitividade em função da tarifa, pressupõe-se queda nas exportações, afetando, por consequência, as empresas de transporte, operadores logísticos e motoristas. A CNT alerta que tarifas brasileiras sobre produtos americanos podem aumentar as tensões comerciais e afetar negativamente o comércio bilateral. Para reagir, o país precisará diversificar mercados e alternativas logísticas, o que envolve também investir em infraestruturas de transporte para atender a novos mercados e manter a competitividade externa. O Boletim destaca que a inflação permanece acima do teto da meta para o ano pelo nono mês consecutivo. Em junho, o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) aumentou 0,26% e acumula alta, em 12 meses, de 5,35%, superando o limite de 4,5%, definido pelo CMN (Conselho Monetário Nacional). Os maiores aumentos foram registrados nos grupos de Educação (5,19%) e Habitação (3,8%). No grupo Transportes, houve alta de 0,27% no mês, impulsionada pelos aumentos no transporte por aplicativo (13,77%) e no aluguel de veículos (5,45%). Por outro lado, os combustíveis apresentaram queda, com destaque para o óleo diesel (-1,36%) e o gás natural veicular (-1,10%). Em resposta à inflação elevada, o Copom (Comitê de Política Monetária) elevou novamente a taxa Selic para 15% ao ano. A medida busca conter a inflação, mas encarece o crédito, inibe investimentos e afeta o câmbio. A expectativa do mercado, segundo o relatório Focus, é que a taxa permaneça nesse patamar até o fim do ano. A projeção para o IPCA, ao final de 2025, é de 5,17%. O Boletim também observa estabilidade recente na taxa de câmbio, que apresentou média de R$ 5,55 em junho e chegou a R$ 5,41 no início de julho, o menor valor desde agosto de 2024. No entanto, a perspectiva é de valorização do dólar ao longo do segundo semestre, com expectativa de encerramento do ano em R$ 5,65/US$. Já os dados da PMS (Pesquisa Mensal de Serviços) apontam crescimento de 0,1% no volume de serviços em maio. O setor de transporte teve queda de 0,3% no volume de serviços em maio em relação a abril. O transporte aéreo cresceu 4,5%, mas o transporte aquaviário caiu 1,6%. Os serviços auxiliares a transporte tiveram queda de 2,4%. O volume de passageiros cresceu 3,3% no mês e já supera em 9,4% o nível pré-pandemia. Já o transporte de cargas caiu 0,5%, mas ainda opera 34,4% acima do patamar de fevereiro de 2020. No campo da atividade econômica, o IBC-Br (Índice de Atividade Econômica do Banco Central), indicador que antecipa o desempenho do PIB (Produto Interno Bruto), recuou 0,7% em maio, frente ao mês anterior, frustrando as expectativas do mercado. Apesar do recuo, o nível de atividade ainda está 11,1% acima do registrado antes da pandemia. O crescimento do PIB em 2025 é projetado em 2,23%, mas os riscos permanecem elevados diante dos cenários fiscal e internacional. Acesse o Boletim de Conjuntura Econômica Por Agência CNT Transporte Atual
Governo regulamenta BR do Mar e projeta redução de custos logísticos

Representando o setor produtivo, Sistema Transporte destaca ganhos econômicos e ambientais com a regulamentação da cabotagem O governo federal avançou na consolidação da política de incentivo à cabotagem com a assinatura do decreto que regulamenta o programa BR do Mar, em cerimônia realizada nessa quarta-feira (16), no Palácio do Planalto, em Brasília. A medida busca ampliar a oferta de embarcações, reduzir custos logísticos e estimular práticas sustentáveis no transporte de cargas entre portos nacionais. A regulamentação também prevê estímulos à indústria naval e à criação de novas rotas, com potencial de gerar economia anual de até R$ 19 bilhões para empresas e consumidores. Representando o setor produtivo na solenidade, o presidente do Sistema Transporte, Vander Costa, ressaltou a relevância da cabotagem para a competitividade logística. “Defendemos a ampliação da multimodalidade e o fortalecimento da cabotagem como solução eficiente, sustentável e com grande potencial de desenvolvimento. Essa modalidade reduz custos e contribui para diminuir as emissões de gases de efeito estufa”, afirmou. Ele destacou que a cabotagem é a alternativa mais adequada para longas distâncias pela costa brasileira, sem concorrer com outros modais. “Os modais são complementares. Sempre que se planeja um porto, é fundamental integrar ferrovia e rodovia para garantir abastecimento e distribuição”, explicou. Segundo Vander Costa, a integração logística é essencial para reduzir o frete e impactar positivamente os preços ao consumidor. “Esse decreto é um passo para destravar a cabotagem brasileira. Temos mais de 8 mil quilômetros de litoral, que podem impulsionar um transporte mais racional, eficiente e sustentável”, completou. O tema faz parte da Agenda Institucional Transporte e Logística 2025, que reconhece a BR do Mar como um marco para fortalecer o transporte aquaviário e ampliar a competitividade, com ganhos econômicos e ambientais. Integração logística Durante a cerimônia, o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, destacou que a iniciativa contribui para a intermodalidade e para a redução da dependência do modal rodoviário, que responde por 65% da movimentação de cargas no país. “Estamos preparando novas rotas de integração, gerando competitividade e fortalecendo a produção nacional. A BR do Mar e, em breve, a BR dos Rios fazem parte dessa transformação”, afirmou. A solenidade contou também com a presença dos ministros Ruy Costa, da Casa Civil, representando o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva; Simone Tebet, do Planejamento e Orçamento; e Luiz Marinho, do Trabalho e Emprego. Além disso, contou com a participação do almirante de Esquadra Marcos Sampaio Olsen, comandante da Marinha do Brasil; de Ariovaldo Rocha, presidente do Sinaval (Sindicato Nacional da Indústria da Construção e Reparação Naval e Offshore); e de Carlos Augusto Müller, presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Transportes Aquaviários e Aéreos. Pelo Sistema Transporte, também participaram o diretor de Relações Institucionais, Valter Souza; a gerente executiva governamental, Danielle Bernardes; o assessor da Presidência, Igor Fernandes; e a assessora governamental Maria Carolina Noronha. Foto: Vosmar Rosa/MPOR Por Agência CNT Transporte Atual
DECISÃO SOBRE IOF

Fetransul manifesta preocupação com decisão do STF que sustou parcialmente os efeitos do decreto Legislativo 6.306/2007. Em julgamento ocorrido nesta terça-feira (16/07/2025), o Ministro Alexandre de Moraes declarou inconstitucional a instituição de cobrança de IOF sobre operações de “risco sacado”, porém, afastou a validade do Decreto Legislativo nº 176/2025 para validar o aumento de IOF nas operações de i. Câmbio; ii. IOF Seguro (VGBL); iii. FDICs (mantida a incidência do IOF sobre a aquisição primária de cotas de Fundos de Investimento em Direitos Creditórios); e IOF-Crédito. Quanto ao chamado “risco sacado”, a decisão foi proferida pelo ministro Alexandre de Moraes no sentido de declarar inconstitucional a cobrança de IOF nessa operação, em análise a validade do Decreto n. 12.499/2025, que havia passado a tratar essa modalidade como operação de crédito, sujeita à alíquota de 0,38%. Em contrapartida, o ministro restabeleceu a validade das demais disposições do Decreto n. 12.499/2025, revertendo os efeitos do Decreto Legislativo nº 176/2025, aprovado pelo Congresso com a finalidade de sustar o ato presidencial. Com isso, foram preservadas as demais alterações promovidas pelo Executivo, com aplicação retroativa à data de edição do decreto (efeitos ex tunc). A FETRANSUL manifesta preocupação e se posiciona contrariamente ao aumento do IOF, especialmente diante de um cenário de dificuldades econômicas enfrentadas por diversos setores, como o de transporte e logística. A elevação de tributos, ainda que sob o argumento de regulação econômica e política monetária, representa um ônus adicional às empresas, que já lidam com alta carga tributária e instabilidade normativa. Segundo o STF, não teria se verificado desvio de finalidade por parte do Poder Executivo ao editar o decreto e revisar as alíquotas. Conforme fundamentado pelo relator, as mudanças estariam em conformidade com a função extrafiscal do IOF, voltada à regulação econômica e à condução da política monetária, e não com fins arrecadatórios. Em relação ao “risco sacado”, reconheceu-se que se trata de uma forma de antecipação de recebíveis, que não se enquadra no conceito legal de operação de crédito. Assim, por ter ampliado a hipótese de incidência do tributo por meio de ato infralegal, o Decreto n. 12.499/2025 foi considerado inconstitucional nesse ponto. A decisão reforça a segurança jurídica das empresas que utilizam o “risco sacado” como instrumento para gestão financeira. Com a suspensão da cobrança de IOF sobre essa modalidade, afasta-se a aplicação de uma carga tributária sem respaldo constitucional. A Federação continuará acompanhando os desdobramentos da matéria, defendendo o interesse do setor de transporte e reiterando sua posição contrária a quaisquer aumentos de carga tributária que prejudiquem a atividade produtiva nacional. Assessoria Jurídica da FETRANSUL
Projeto Mini Truck promove educação no trânsito para crianças e reforça o valor social do transporte rodoviário

Com uma abordagem lúdica e educativa, o Projeto Mini Truck, da Transportes Cavalinho, tem transformado a maneira como crianças enxergam o trânsito e o papel dos caminhões e seus motoristas para o desenvolvimento do país. Em atuação há quase 13 anos, a iniciativa já impactou diretamente cerca de 5 mil crianças e alcançou mais de 14 mil pessoas indiretamente, entre famílias e comunidades escolares. O Programa Motorista de Futuro, realizado pela FETRANSUL, em parceria com o SEST SENAT e com o apoio da Transpocred, contou com a participação especial do Mini Truck no dia 10 de julho, durante a ação promovida em Carazinho. A presença do caminhão em miniatura encantou os jovens participantes e proporcionou uma experiência ainda mais realista e inspiradora sobre a profissão de motorista, aproximando-os do universo do transporte rodoviário de cargas. Voltado a crianças de até 12 anos, o Projeto Mini Truck tem como missão promover a conscientização sobre segurança no trânsito, utilizando uma linguagem adaptada à compreensão infantil. Ao mesmo tempo, incentiva os pequenos a se posicionarem como agentes de transformação social, despertando valores como respeito, ética, responsabilidade e cuidado com o próximo. O Mini Truck é o grande protagonista das atividades: uma réplica de um caminhão Scania em miniatura, com 2,7 metros de comprimento, 1,30 metro de largura e câmbio automático. Criado e fabricado inteiramente pela equipe da Cavalinho, o veículo funciona com gasolina e tem autonomia para cerca de seis horas de uso contínuo. Mais do que ensinar regras de trânsito, o projeto busca aproximar as crianças do universo do transporte rodoviário de cargas, despertando admiração pelos caminhões e seus motoristas e destacando a importância desse setor para a economia e o dia a dia do país. A proposta ainda incorpora temas como sustentabilidade, proteção ao meio ambiente, bem-estar animal e integração com os órgãos de segurança, ampliando o impacto social da ação. A cada edição, o projeto conta com o engajamento de voluntários, já são 96 pessoas envolvidas desde o início da iniciativa, e realiza uma edição anual especial durante o evento Momento Família, quando os filhos dos colaboradores da empresa vivenciam a experiência de forma ainda mais próxima. Reconhecido por sua contribuição à formação cidadã, o Mini Truck contempla o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS) 4, que trata da educação de qualidade. Segundo a Transportes Cavalinho, investir na educação das crianças é essencial para garantir um trânsito mais seguro, humano e consciente no futuro. “Segurança viária se constrói desde a base”, reforça a empresa.
ANTT aplica, pela primeira vez, novo modelo de reequilíbrio emergencial em concessão rodoviária

Medida garante resposta rápida a eventos climáticos extremos e reforça segurança nas rodovias Rio-São Paulo Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) acaba de dar um passo inédito na gestão de contratos de concessão rodoviária no Brasil. Pela primeira vez, a Agência aplicou a modalidade de reequilíbrio econômico-financeiro “baseado em evidências”, prevista na Instrução Normativa nº 33/2024, para responder de forma mais ágil a impactos de eventos climáticos extremos. A medida foi aprovada por meio da Deliberação nº 206/2025, beneficiando a concessionária CCR RioSP, responsável pelo Sistema Rodoviário Rio-São Paulo. O foco são as obras emergenciais de recomposição de terrenos na BR-101/RJ/SP, danificados por instabilidades geológicas causadas pelas fortes chuvas ocorridas entre 31 de março e 1º de abril de 2022. Com a decisão, a ANTT reconheceu 60% do valor pleiteado pela concessionária como medida mitigadora, o equivalente a cerca de R$ 115 milhões, já atualizados na data-base de outubro de 2019. Esse valor será liberado com recursos vinculados, de forma controlada e transparente, enquanto a análise do processo principal de recomposição integral segue seu trâmite regular, com prazo estimado de até 24 meses. Essa solução tem caráter provisório, precário e reversível. Ao final da análise definitiva, o valor poderá ser ajustado — para mais ou para menos — de acordo com as comprovações técnicas e documentais a serem apresentadas. Por que isso é importante? Além de reforçar a segurança e a continuidade dos serviços prestados nas rodovias, a medida representa um avanço na modernização regulatória da ANTT. De acordo com o Superintendente de Infraestrutura Rodoviária – SUROD/ANTT, Fernando Bezerra, a adoção da modalidade “baseada em evidências” permite que situações de urgência sejam tratadas com rapidez, sem abrir mão da análise técnica rigorosa e da prestação de contas posterior. “Esse formato foi pensado justamente para dar resposta mais rápida a eventos imprevisíveis, como desastres naturais, ao mesmo tempo em que preserva o equilíbrio financeiro dos contratos de concessão — um pilar essencial para garantir investimentos contínuos em infraestrutura”, explicou o superintendente. A Instrução Normativa nº 33/2024, que embasa a decisão, foi publicada no final do ano passado como parte de um esforço da Agência para tornar os processos de reequilíbrio mais previsíveis, transparentes e juridicamente seguros. A norma detalha os procedimentos para análise de pleitos e prevê diferentes instrumentos de mitigação, como o reequilíbrio parcial, agora utilizado pela primeira vez. “Com essa aplicação pioneira, a ANTT reafirma seu compromisso com a eficiência regulatória, a segurança dos usuários e a estabilidade dos contratos de concessão, protegendo o interesse público em momentos críticos”, concluiu Fernando Bezerra. Coordenação-Geral de Comunicação – ANTT Foto: Divulgação / Comunicação ANTT
NTC&Logística e ANTT realizam pesquisa nacional para mapear situação econômica do TRC no 1º semestre de 2025

Resultado será apresentado durante o CONET&Intersindical, no dia 21 de agosto, em Bento Gonçalves (RS), com o objetivo de orientar ações estratégicas para o setor A Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística (NTC&Logística), em parceria com a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), lançou uma importante pesquisa voltada às empresas transportadoras de carga de todo o Brasil. A iniciativa tem como objetivo avaliar a situação econômica do Transporte Rodoviário de Cargas (TRC) no primeiro semestre de 2025, identificando os principais desafios enfrentados, além de oportunidades e tendências que impactam o desenvolvimento e a sustentabilidade do setor. A coleta de dados será feita por meio de um questionário objetivo, com perguntas de múltipla escolha, o que garante uma participação ágil por parte das empresas. O envolvimento do setor é fundamental para que a pesquisa reflita a realidade do transporte de cargas no país e apresente dados qualificados para o embasamento de políticas públicas e estratégias. Os resultados serão divulgados durante a segunda edição de 2025 do CONET&Intersindical (Conselho Nacional de Estudos em Transporte, Custos, Tarifas e Mercado), que ocorrerá no dia 21 de agosto, na cidade de Bento Gonçalves, no Rio Grande do Sul. Para o presidente da NTC&Logística, Eduardo Rebuzzi, a iniciativa reforça o compromisso de a entidade ouvir o setor e construir caminhos eficientes. “Precisamos de dados reais para tomar decisões assertivas. Essa pesquisa é uma ferramenta essencial para traduzir a realidade do nosso setor, contribuindo na formulação de estratégias que favoreçam o desenvolvimento, a competitividade e sustentabilidade do Transporte Rodoviário de Cargas no Brasil.” Clique aqui e participe: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSeNx5LUopo-Rf3qKj2x-C-SvQu35lhGrxfhzr1T4w-UGjXWAA/viewform Fonte: NTC&Logística
Serra Gaúcha debate infraestrutura rodoviária

As entidades CICs Serra, MobiCaxias, Bento + 20, CISGA, COREDE Serra e AMESNE promoveram sexta passada, 11 de julho, em Farroupilha, o quarto encontro do Fórum Polo Rodoviário da Serra Gaúcha. A inciativa teve por objetivo acompanhar, monitorar e debater o andamento dos projetos e investimentos em infraestrutura viária. Foram pautas as rodovias federais BR-285, BR 470 e BR-448 assim como as estaduais. Também fez parte desse contexto a área concedida à empresa Caminhos da Serra Gaúcha (CSG), responsável por trechos das rodovias ERS-122, ERS-240, ERS-446, RSC-453, RSC-287 e BR-470, concedidas por 30 anos. Sivecarga, Sindibento e Fetransul participaram do evento com a presença de seus presidentes Anderson Roncen, Fernando Marini e Paulo Ziegler, diretor de Infraestrutura da Federação. Sobre a concessão da Caminhos da Serra Gaúcha a síntese das impressões é de aprovação pelas melhorias agregadas pela empresa, no entanto o pedágio é considerado caro. O deputado Guilherme Pasin entende que a concessão requer ajustes, pois da forma que se encontra afeta a competitividade da região. O deputado acusa o Governo do RS de omissão, e cobrou que sejam injetados recursos do FUNRIGS, tal como está previsto para o Bloco 2 do Vale do Taquari, como forma de mitigar a tarifa vigente. “Concessões precisam ser bem feitas”, conclui Pasin. Representantes da Serra Gaúcha apresentaram o andamento das obras de conexão do BR 285 com o litoral catarinense, que avançam com lentidão. Também foi abordado o projeto de longo prazo de estender a BR 448 até a cidade de Caxias do Sul, como forma de viabilizar uma alternativa em formato de autopista até a Serra Gaúcha. O evento reafirmou a mobilização das entidades empresariais da região frente aos aspectos de infraestrutura rodoviária, demonstrando a necessidade de se manterem articuladas para assegurar que a mobilidade e o custo logístico sejam condizentes como desenvolvimento econômico da Serra Gaúcha.
Participe da Sondagem de Resiliência Climática!

Iniciativa da CNT segue até 20 de julho e vai subsidiar propostas para auxiliar no enfrentamento de desastres naturais e fortalecer a capacidade de resposta do setor A CNT (Confederação Nacional do Transporte) está conduzindo a Sondagem de Resiliência Climática do Setor de Transporte, iniciativa que busca compreender como as mudanças climáticas têm afetado as empresas do setor e quais medidas estão sendo adotadas para enfrentar desafios provocados por desastres naturais, como enchentes, secas e deslizamentos. A coleta de dados segue aberta até o dia 20 de julho. No contexto do transporte, resiliência climática representa a capacidade de se antecipar, se adaptar e superar adversidades causadas por eventos naturais severos. Assim, a participação de empresas de todas as modalidades é fundamental para subsidiar políticas públicas mais eficazes e orientar soluções concretas para enfrentar as vulnerabilidades ambientais. A Sondagem busca identificar boas práticas, desafios enfrentados e estratégias já implementadas ou em fase de planejamento. O questionário leva cerca de oito minutos para ser respondido, e todas as informações fornecidas serão mantidas em sigilo. Os dados serão analisados exclusivamente pela CNT e divulgados de forma agregada, sem qualquer identificação individual dos participantes. A Confederação reforça o convite para que as empresas do setor contribuam para essa iniciativa estratégica. Acesse e participe: cnt.org.br/resiliencia_climatica Por Agência CNT Transporte Atual