Obras superam tarifa como preocupação no Bloco 2

Levantamento da Fetransul aponta que 86,6% dos caminhoneiros aceitam pagar pedágio desde que a estrada seja melhor O debate sobre concessões rodoviárias ganha estatísticas para ajudar na decisão. Pesquisa apresentada ontem, 23, pela Federação das Empresas de Transporte de Cargas e Logística (Fetransul) indica que os motoristas têm mais preocupação com a qualidade da estrada do que com o pedágio. No Bloco 2, 86,6% dos caminhoneiros apontam como prioridade a manutenção e duplicação. Apenas 13,4% desse grupo indicam o custo da tarifa como preocupação. Entre todos os entrevistados do Bloco 2, 43,2% citam a precariedade das estradas como o maior problema. Quando questionados sobre o que torna um pedágio justo, 84,4% dos entrevistados do Bloco 2 afirmaram que a tarifa deve estar vinculada a conservação, segurança viária e redução do tempo de deslocamento. A rejeição absoluta ao modelo do Estado mostra que 21,5% dos usuários do Bloco 2 defendem o cancelamento total da concessão. A maioria sustenta a necessidade de revisão econômica, com ajustes de tarifa e metas claras. “O transportador aceita pagar quando há retorno operacional mensurável. Com mais segurança e menor tempo de viagem, é possível reduzir custos, melhorar a eficiência logística e contribuir para uma economia mais sustentável. O debate precisa sair do valor do pedágio e avançar para o resultado efetivamente entregue à sociedade”, afirma o presidente da Fetransul, Francisco Cardoso. A pesquisa ouviu 450 usuários entre 22 e 28 de janeiro, com aplicação presencial em postos de combustíveis de Passo Fundo, Marau, Lajeado e Encantado (Bloco 2) e Igrejinha e Parobé (Bloco 1). A amostra foi composta por 70% de motoristas de automóveis e 30% de caminhões. Modelo proporcional No Bloco 2, quase 71% dos entrevistados defendem tarifa reduzida ou proporcional ao trecho percorrido. A faixa considerada mais adequada para custear infraestrutura varia entre R$ 5 e R$ 12 para 48,4% dos usuários. No Bloco 2, 66,3% entendem ser justo contribuir financeiramente, desde que os recursos estejam vinculados a melhorias efetivas. O leilão do Bloco 2 está previsto para 13 de março, na B3. O contrato terá prazo de 30 anos e prevê 24 pórticos de pedágio no modelo free flow ao longo de 409 quilômetros, abrangendo rodovias como ERS, 128, 129, 130 e RSC-453. Ofício ao Piratini A Fetransul entregou ao secretário de Comunicação do Estado, Caio Tomazelli, um documento técnico com questionamentos e solicitações de informações sobre os projetos de concessão dos Blocos 1 e 2 de rodovias estaduais. O ofício formaliza o compartilhamento dos resultados da pesquisa, como referência sobre a percepção dos usuários sobre qualidade da infraestrutura, segurança viária, modelo de cobrança e impactos logísticos e econômicos, indicando a necessidade de que os projetos apresentem, de forma clara, o retorno efetivo ao usuário e à sociedade. No documento, a Fetransul solicita que o governo estadual disponibilize estimativas técnicas consolidadas sobre aspectos considerados centrais para a avaliação das concessões. Outro ponto é a necessidade de informações detalhadas sobre os Pontos de Parada e Descanso para caminhoneiros, incluindo quantidade, localização, cronograma de implantação e capacidade de atendimento aos motoristas profissionais. A Fetransul sustenta que a existência dessa estrutura é fundamental para o cumprimento da legislação, para a segurança jurídica das empresas e para a ampliação da segurança viária. Questionamentos técnicos Além da pesquisa, a Fetransul entregou ao governo estadual ofício com solicitações técnicas. A entidade pede estimativas consolidadas sobre: Detalhes da pesquisa Metodologia Principais preocupações Tarifa Modelo preferido Disposição a pagar Fonte: Grupo A Hora / Por Filipe Faleiro 

Fetransul aponta: pedágio justo depende de retorno em segurança e tempo de viagem

Motoristas aceitam pagar quando há retorno em conservação, segurança e redução de tempo de viagem A Federação das Empresas de Transporte de Cargas e Logística no Rio Grande do Sul (Fetransul) divulgou os resultados de uma pesquisa inédita sobre a percepção dos usuários em relação aos pedágios nos blocos 1 e 2 de concessões rodoviárias do Estado. O levantamento foi realizado entre 22 e 28 de janeiro de 2026, com 450 entrevistas presenciais em postos de combustíveis de Passo Fundo, Marau, Lajeado, Encantado, Igrejinha e Parobé. A amostra contemplou 70% motoristas de veículos leves e 30% caminhoneiros, garantindo diversidade de perfis e representatividade territorial. Conservação e segurança acima da tarifa Os dados revelam que a maior preocupação dos motoristas não está no valor da tarifa, mas na falta de conservação das rodovias, buracos, ausência de duplicação, faixas estreitas, riscos de acidentes e congestionamentos. No bloco 1, 67,2% dos caminhoneiros apontaram esses fatores como prioritários; no bloco 2, o índice chegou a 86,6%. O preço do pedágio foi citado como preocupação principal por apenas 23,7% no bloco 1 e 13,4% no bloco 2. O que torna o pedágio justo Para 86,6% no bloco 1 e 84,4% no bloco 2, um pedágio só é considerado adequado quando oferece valor compatível com o serviço, boa conservação da rodovia, maior segurança viária e redução do tempo de deslocamento. Apenas cerca de 15% destacaram a existência de rotas alternativas sem cobrança como fator essencial. Cobrança proporcional ganha apoio A maioria dos usuários aceita pagar pedágio desde que haja proporcionalidade ao trecho rodado. No bloco 2, 70,9% concordaram com esse modelo; no bloco 1, o índice foi de 57,1%. Já a rejeição total ao pagamento foi maior no bloco 1 (42,9%) do que no bloco 2 (29,1%). Aceitação cresce quando há melhorias visíveis Outro dado relevante é que 44,2% dos motoristas do bloco 2 e 16,4% do bloco 1 afirmaram estar dispostos a pagar quando percebem contrapartida clara em manutenção e melhorias. No entanto, 77,6% no bloco 1 e 50% no bloco 2 ainda rejeitam a cobrança, reflexo da percepção histórica negativa sobre modelos anteriores de concessão. Divisão sobre custeio da infraestrutura Ao pensar em uma viagem de 100 km em rodovia pedagiada, 49% dos usuários do bloco 1 e 66,3% do bloco 2 afirmaram que é justo custear investimentos em infraestrutura e ampliação da malha rodoviária. Já 51% no bloco 1 e 33,7% no bloco 2 rejeitam a cobrança, evidenciando a divisão de opiniões. Projetos de concessão: revisão, não cancelamento Sobre os projetos em curso no RS, apenas cerca de 31,5% no bloco 1 e 24,7% no bloco 2 recusam totalmente as iniciativas. A maioria defende revisão das tarifas para adequação econômica, sem rejeitar a necessidade de investimentos. Isso mostra que os usuários não pedem cancelamento, mas correção do modelo tarifário para que seja compatível com a realidade produtiva gaúcha. Considerações da Fetransul Para o presidente da Fetransul, Francisco Cardoso, os resultados confirmam que o transportador aceita pagar quando há retorno operacional mensurável. “Com mais segurança e menor tempo de viagem é possível reduzir custos, aumentar a eficiência e contribuir com o meio ambiente. O usuário deixa claro: não quer pagar por um pedágio sem contrapartida, mas aceita quando percebe melhoria real”, destacou. Cardoso reforça que o debate precisa sair da tarifa e avançar para o resultado entregue. “O modelo do bloco 1 precisa ser aperfeiçoado para ganhar legitimidade social. Não é apenas uma posição da Fetransul, mas uma demanda expressa dos próprios usuários. O que se pede não é cancelamento, mas correção econômica e técnica do modelo”, afirmou. Impacto econômico e histórico das concessões A pesquisa também reforça que tarifas mal calibradas podem encarecer o custo logístico gaúcho, afetando diretamente setores como o agronegócio e a indústria. A rejeição maior no bloco 1 reflete experiências anteriores de concessões consideradas caras e pouco transparentes, o que explica a resistência mais elevada. Já no bloco 2, a percepção é menos negativa, indicando que ajustes no modelo podem ampliar a aceitação social e econômica. (por Gisele Flores – gisele@pampa.com.br) Redação Rádio Pampa

Fetransul: 85% dos motoristas aceita pedágios em concessões de rodovias estaduais, desde que haja resultados reais

Pesquisa da entidade ouviu 450 motoristas em vias integrantes dos blocos 1 e 2 das futuras parceirizações do governo estadual Por volta de 31,5% de motoristas no Bloco 1 e 24,7% no Bloco 2 das concessões de rodovias estaduais no Rio Grande do Sul rejeitam estes projetos em curso e querem que eles sejam cancelados pelo governo do Estado, segundo uma pesquisa divulgada nesta segunda-feira pela Federação das Empresas de Logística e Transporte de Cargas no Rio Grande do Sul (Fetransul). Os números foram considerados satisfatórios pela entidade. O levantamento foi realizado de maneira quantitativa entre 22 e 28 de janeiro, com 450 motoristas, sendo 70% de automóveis e camionetes, e ainda 30% de caminhões, em postos de combustíveis dos municípios de Igrejinha e Parobé, correspondentes ao Bloco 1; Passo Fundo, Marau, Lajeado e Encantado, em rodovias do Bloco 2. Em conjunto, as duas preveem ultrapassar R$ 12 bilhões em concessões para a iniciativa privada por 30 anos. A pesquisa também apontou que 86,6% dos motoristas no Bloco 1 e 84,4% no Bloco 2 acham justa a cobrança de pedágios nas futuras parceirizações, desde que ela entregue resultados reais na prática, como boas condições de asfalto e viagens mais rápidas. 67,2% dos ouvidos no Bloco 1 e 86,6% no Bloco 2 dizem que sua maior preocupação nas rodovias é a infraestrutura, como excesso de buracos, falta de conservação, lentidão e risco de acidentes. O Bloco 1, com R$ 6,41 bilhões previstos, contempla 412,6 quilômetros de estradas localizadas nas regiões Metropolitana, Litoral Norte e Serra, com trechos das ERSs 020, 040, 115, 118, 235, 239, 466 e 474, além da nova ERS 010. Já o Bloco 2 tem 409 quilômetros de extensão em trechos das ERSs 128, 129, 130, 135, 324 e RSC 453. Em ambos os blocos, o sistema de cobrança de pedágio será o free flow. Ofício ao governador A apresentação, na sede da Fetransul, foi conduzida pelo presidente da entidade, Francisco Cardoso, e contou inclusive com a participação do secretário Estadual de Comunicação, Caio Tomazeli, que recebeu um ofício da entidade, direcionada ao governador Eduardo Leite, com questionamentos sobre a viabilidade e custos em combustível e tempo do novo projeto de concessões, além da presença de pontos de parada aos profissionais da estrada. O valor do pedágio em si é considerada uma preocupação menor. A maioria dos motoristas, sendo 57,1% no Bloco 1 e 70,9% no Bloco 2, aceita pagar os pedágios, porém em outro formato, como tarifas menores para trechos curtos ou cobrança proporcional aos quilômetros rodados. Se a minoria dos entrevistados rejeita as concessões, a maioria opinou por exigir que os projetos sejam revistos economicamente para redução das tarifas e não encarecimento do custo do frete. “A última Pesquisa CNT de Rodovias, realizada ano passado, avaliou nossas estradas estaduais 90% como regular, ruim ou péssimo. E quando ela é péssima, dobra nosso custo operacional. Hoje, no nível de qualidade que está, aumenta nosso custo em 37%. E como 85% da nossa produção econômica é transportada pela via rodoviária, é muito importante que tenhamos investimentos em rodovias, porque assim, seremos mais competitivos, reduzindo custos e acidentes”, comentou Cardoso. “Esta contribuição é importantíssima, e estas questões serão levadas às áreas técnicas. Estou aqui com a mensagem de que o governo está ouvindo todos os agentes interessados, que trabalham e dependem das estradas”, complementou Tomazeli. Fonte: Correio do Povo – Foto : Felipe Faleiro / Especial / CP

Governo e oposição fazem leituras diferentes de pesquisa sobre pedágios

Estudo realizado pela Fetransul constatou que maioria aceita as concessões, desde que preço seja justo No mesmo dia em que a CPI dos Pedágios aprovou o convite ao governador Eduardo Leite para depor, governo e oposição comemoraram o resultado de uma mesma pesquisa sobre a visão do usuário em relação às concessões dos blocos 1, 2, e 3. Enquanto o governo comemora o que considera aprovação dos usuários de rodovias à proposta de concessão ao setor privado, a oposição recorta outro trecho. É o que mostra a rejeição aos valores propostos como limite no edital do Bloco 2 e nos previstos na proposta inicial do Bloco 1. A pesquisa foi feita pela Federação das Empresas de Transporte de Cargas e Logística no Rio Grande do Sul (Fetransul), que apresentou os resultados nesta segunda-feira (23).  O levantamento mostra que a principal preocupação dos motoristas de caminhão não está associada diretamente ao valor do pedágio, mas às condições de tráfego. No Bloco 1, 67,2% dos caminhoneiros apontaram como preocupação maior os buracos e falta de conservação, ausência de duplicação ou faixas estreitas, riscos de acidentes, falta de serviços e lentidão. No Bloco 2, esse percentual sobe para 86,6%, indicando percepção ainda mais crítica sobre a infraestrutura disponível. Em contraste, o valor do pedágio aparece com menor relevância entre as preocupações centrais. Apenas 23,7% dos caminhoneiros no Bloco 1 e 13,4% no Bloco 2 indicaram o custo da tarifa como um dos aspectos que mais preocupam no uso das rodovias, reforçando que a expectativa do usuário está concentrada na entrega de condições seguras e eficientes de circulação. Questionados sobre o que torna um pedágio justo e adequado, a ampla maioria dos entrevistados destacou a relação entre tarifa e serviço prestado. No Bloco 1, 86,6% consideram essencial oferecer valor compatível com o benefício entregue, garantir boa conservação da rodovia, aumentar a segurança viária e reduzir o tempo de deslocamento. No Bloco 2, essa percepção é compartilhada por 84,4% dos respondentes. É nesse ponto que a oposição se apega para dizer que a relação entre tarifa e serviços oferecidos não é justa. No Bloco 2, 70,9% dos entrevistados concordam com a adoção de tarifa reduzida ou proporcional ao trecho percorrido, enquanto no Bloco 1 esse índice é de 57,1%. Em sentido oposto, 42,9% dos usuários do Bloco 1 afirmam não considerar justo pagar pedágio, percentual que cai para 29,1% no Bloco 2. Quando questionados sobre valores adequados para custear investimentos em infraestrutura e ampliação da malha rodoviária, 49% dos usuários do Bloco 1 e 66,3% do Bloco 2 entendem ser justo contribuir financeiramente, desde que os recursos estejam vinculados a melhorias efetivas.  A análise dos projetos em curso mostra que apenas cerca de 31,5% no Bloco 1 e 24,7% no Bloco 2 defendem o cancelamento total das concessões, enquanto a maioria aponta a necessidade de revisão e correção econômica dos modelos propostos. Ampliar debate Ao apresentar os resultados, o presidente da Fetransul, Francisco Cardoso, destacou que os dados expressam uma demanda objetiva dos usuários:  — A pesquisa demonstra que o transportador aceita pagar quando há retorno operacional mensurável. Com mais segurança e menor tempo de viagem, é possível reduzir custos, melhorar a eficiência logística e contribuir para uma economia mais sustentável. O debate precisa sair do valor do pedágio e avançar para o resultado efetivamente entregue à sociedade. O levantamento foi realizado por meio de entrevistas pessoais e individuais, conduzidas por equipe de campo especialmente contratada e treinada para esse fim. Ao todo, foram aplicadas 450 entrevistas, compondo uma amostra formada por 70% de motoristas de automóveis e camionetes e 30% de motoristas de caminhões, refletindo a diversidade de usuários das rodovias analisadas. A coleta de dados ocorreu em postos de combustíveis localizados em municípios estratégicos dos dois blocos em estudo. Fonte: GZH / Rosane de Oliveira – Foto: Porthus Junior / Agencia RBS

Pesquisa revela opinião de motoristas sobre projetos de concessão das rodovias dos blocos 1 e 2 no RS

Estudo questionou 450 usuários das estradas que o governo pretende leiloar, ainda em 2026 As atuais propostas do governo do Estado para conceder à iniciativa privada rodovias que são administradas pela Empresa Gaúcha de Rodovias (EGR) provocam opiniões diferentes entre usuários das estradas do bloco 1 e do bloco 2. O levantamento foi contratado pela Federação das Empresas de Transporte de Cargas e Logística no Rio Grande do Sul (Fetransul) e apresentado nesta segunda-feira (23). No primeiro pacote de rodovias, com estradas da Região Metropolitana, Serra e Litoral, o projeto é considerado impróprio por 37,8% dos motoristas ouvidos. Já no segundo bloco, que engloba parte da Serra, Norte e Vale do Taquari, a posição contrária é de 21,5% dos entrevistados. No bloco 1, 24,1% defendem a revisão dos projetos, enquanto outros 24,1% acreditam que a concessão vai encarecer os custos logísticos. Para 12,4%, os projetos são convenientes, mas as tarifas são altas. No bloco 2, 27% querem uma adequação econômica do plano e 20,6% temem alta nos custos. Outros 21,3% consideram que o projeto é conveniente, mas tem tarifas altas. A parcela que considera o projeto necessário, não importando o valor da tarifa, é de 0,3% no bloco 1 e de 6,1% no bloco 2. Respectivamente, 1,3% e 3,5% dos motoristas entrevistados avaliam que a concessão é adequada à realidade. Pesquisa: concessão de rodovias Pergunta: Considerando essas tarifas, qual sua opinião sobre os projetos de concessões rodoviárias em curso pelo Governo do RS? Fetransul Foram realizadas 450 entrevistas, sendo que 70% da amostra são motoristas de automóveis e camionetes e os 30% restantes de caminhão. As abordagens foram feitas em postos de combustíveis situados em localizações estratégicas, considerando os trechos abrangidos pelos blocos. Ao analisar as respostas dos caminhoneiros, o presidente da Fetransul, Francisco Cardoso, avaliou que o debate precisa sair do valor do pedágio e avançar para o resultado que efetivamente será entregue à sociedade. — A pesquisa demonstra que o transportador aceita pagar quando há retorno operacional mensurável. Com mais segurança e menor tempo de viagem, é possível reduzir custos, melhorar a eficiência logística e contribuir para uma economia mais sustentável — aponta Cardoso. Ambos os projetos de concessão ainda seguem abertos para discussão. O debate sobre o tema, a fim de encontrar a melhor solução para as rodovias estaduais, tem sido estimulado tanto pela sociedade civil organizada, com fórum organizado por federações e sindicatos empresariais, quanto pela Assembleia Legislativa, por meio da CPI dos Pedágios. Mais dados A pesquisa também mostrou que, para considerar justa a existência de cobrança de tarifas, 47,6% dos motoristas do bloco 1 e 62,6% do bloco 2 acham importante que a administradora proporcione uma boa conservação da rodovia, com asfalto e sinalização de qualidade, e que ofereça um valor compatível com o benefício ofertado. Apenas 9,1% dos entrevistados no bloco 1 e 7,5% no bloco 2 acreditam que não existe condição que torne o pedágio justo. Sobre os aspectos das rodovias que preocupam os motoristas, o estudo revelou um perfil diferente entre os usuários das rodovias do bloco 1 e 2. Para os que trafegam nas estradas estaduais da região metropolitana de Porto Alegre, o valor dos pedágios que já existem é uma preocupação para 25,9% e a falta de conservação e duplicação de pista é de 45,6%. Já para os condutores dos trechos do bloco 2, o receio sobre tarifas cai 14,5% e, em relação às condições da pista, sobe para 67,1%. Essa diferença sobre as preocupações, conforme a Fetransul, mostra que na região do bloco 2 existe uma percepção mais crítica em relação à infraestrutura disponível. Além disso, as respostas também apontam que a expectativa do usuário está concentrada na entrega de condições seguras e eficientes de circulação. Veja os blocos que devem ser concedidos: Bloco 1 de concessões rodoviárias do RS Confira os detalhes do bloco 1 de rodovias estaduais do RS a ser concedida à iniciativa privada, o que inclui estradas da Serra Gaúcha, Vales dos Sinos e Paranhana, Região Metropolitana e Litoral Norte do Estado. Fonte: Governo do RS Bloco 2 de concessões rodoviárias do RS Confira os detalhes do bloco 2 de rodovias estaduais do RS a ser concedida à iniciativa privada, o que inclui estradas da Serra Gaúcha, Vale do Taquari e norte do Estado. Fonte: Governo do RS Fonte: GZH – Beatriz Coan / Foto: Airton Lemos / Agência RBS

Usuários apontam conservação e segurança como foco em pesquisa da Fetransul sobre pedágios nos Blocos 1 e 2

A Federação das Empresas de Logística e de Transporte de Cargas no Rio Grande do Sul, apresentou nesta segunda-feira, 23, os resultados de uma pesquisa quantitativa com usuários das rodovias incluídas nos Blocos 1 e 2 de concessões estaduais. A divulgação ocorreu na sede da entidade, em encontro direcionado à imprensa e a representantes interessados no debate sobre infraestrutura rodoviária no Estado. O levantamento mostra que a principal preocupação dos motoristas de caminhão não está associada diretamente ao valor do pedágio, mas às condições de tráfego. No Bloco 1, 67,2% dos caminhoneiros apontaram como fatores prioritários buracos e falta de conservação, ausência de duplicação ou faixas estreitas, riscos de acidentes, falta de serviços e lentidão. No Bloco 2, esse percentual sobe para 86,6%, indicando percepção ainda mais crítica sobre a infraestrutura disponível. Em contraste, o valor do pedágio aparece com menor relevância entre as preocupações centrais. Apenas 23,7% dos caminhoneiros no Bloco 1 e 13,4% no Bloco 2 indicaram o custo da tarifa como um dos aspectos que mais preocupam no uso das rodovias, reforçando que a expectativa do usuário está concentrada na entrega de condições seguras e eficientes de circulação. Critério de Justiça Questionados sobre o que torna um pedágio justo e adequado, a ampla maioria dos entrevistados destacou a relação entre tarifa e serviço prestado. No Bloco 1, 86,6% consideram essencial oferecer valor compatível com o benefício entregue, garantir boa conservação da rodovia, aumentar a segurança viária e reduzir o tempo de deslocamento. No Bloco 2, essa percepção é compartilhada por 84,4% dos respondentes. Já a existência de rota alternativa sem pedágio ou a rejeição total ao pagamento aparece de forma minoritária. Apenas 13,5% no Bloco 1 e 15,7% no Bloco 2 indicaram que nenhuma dessas condições tornaria o pedágio justo, evidenciando que a rejeição não é absoluta, mas condicionada à qualidade do serviço ofertado. Modelos e Tarifas A pesquisa também investigou o modelo de cobrança considerado mais justo pelos usuários. No Bloco 2, 70,9% dos entrevistados concordam com a adoção de tarifa reduzida ou proporcional ao trecho percorrido, enquanto no Bloco 1 esse índice é de 57,1%. Em sentido oposto, 42,9% dos usuários do Bloco 1 afirmam não considerar justo pagar pedágio, percentual que cai para 29,1% no Bloco 2. Quando questionados sobre valores adequados para custear investimentos em infraestrutura e ampliação da malha rodoviária, 49% dos usuários do Bloco 1 e 66,3% do Bloco 2 entendem ser justo contribuir financeiramente, desde que os recursos estejam vinculados a melhorias efetivas. A análise dos projetos em curso mostra que apenas cerca de 31,5% no Bloco 1 e 24,7% no Bloco 2 defendem o cancelamento total das concessões, enquanto a maioria aponta a necessidade de revisão e correção econômica dos modelos propostos. Ao apresentar os resultados, o presidente da Fetransul, Francisco Cardoso, destacou que os dados expressam uma demanda objetiva dos usuários: “A pesquisa demonstra que o transportador aceita pagar quando há retorno operacional mensurável. Com mais segurança e menor tempo de viagem, é possível reduzir custos, melhorar a eficiência logística e contribuir para uma economia mais sustentável. O debate precisa sair do valor do pedágio e avançar para o resultado efetivamente entregue à sociedade”. Entenda a metodologia da pesquisa que embasa o debate sobre pedágios A pesquisa apresentada pela Fetransul foi estruturada a partir de metodologia quantitativa, com questionário elaborado pela SSPP Informações de Mercado. O instrumento utilizou perguntas fechadas, de respostas únicas ou múltiplas, com o apoio de cartões contendo todas as alternativas, que também foram lidas pelos entrevistadores. O formato buscou assegurar padronização na coleta e maior precisão na comparação das respostas entre os diferentes perfis de usuários. O levantamento foi realizado por meio de entrevistas pessoais e individuais, conduzidas por equipe de campo especialmente contratada e treinada para esse fim. Ao todo, foram aplicadas 450 entrevistas, compondo uma amostra formada por 70% de motoristas de automóveis e camionetes e 30% de motoristas de caminhões, refletindo a diversidade de usuários das rodovias analisadas. A coleta de dados ocorreu em postos de combustíveis localizados em municípios estratégicos dos dois blocos em estudo. No Bloco 2, que concentrou 56% das entrevistas, as abordagens foram feitas em Passo Fundo, Marau, Lajeado e Encantado. No Bloco 1, responsável por 44% da amostra, os entrevistados foram ouvidos em Igrejinha e Parobé. As rodovias pesquisadas foram a RS-239 e a RS-115, no Bloco 1; e a RS-129 e a RS-324, no Bloco 2. As entrevistas foram realizadas entre os dias 22 e 28 de janeiro de 2026. O contexto da pesquisa está diretamente relacionado ao processo de concessões rodoviárias em curso no Estado. O Governo do Rio Grande do Sul programou o leilão do Bloco 2 para 13 de março de 2026, na B3, com entrega das propostas até 9 de março. A concessão, com prazo de 30 anos, prevê a instalação de 24 pórticos de pedágio no sistema free flow ao longo de 409 quilômetros de rodovias estaduais (RS-128, 129, 130, 135, 324 e 453). O Bloco 1, que abrange trechos da Região Metropolitana, também segue em pauta para futura licitação. Fetransul entrega ao governo ofício com questionamentos técnicos sobre concessões A Federação das Empresas de Logística e Transporte de Cargas no Rio Grande do Sul (Fetransul) entregou ao secretário de Comunicação do Estado, Caio Tomazeli, um documento técnico com questionamentos e solicitações de informações sobre os projetos de concessão dos Blocos 1 e 2 de rodovias estaduais. O ofício foi encaminhado pelo presidente da entidade, Francisco Cardoso, que recebeu do secretário o compromisso de que o conteúdo será repassado ao governador Eduardo Leite. Tomazeli participou da entrevista coletiva realizada na sede da Fetransul como representante do governo estadual. O ofício formaliza o compartilhamento dos resultados da pesquisa realizada pela Fetransul com motoristas de caminhão e de automóveis que utilizam os trechos previstos para concessão. O levantamento analisou a percepção dos usuários sobre qualidade da infraestrutura, segurança viária, modelo de cobrança e impactos logísticos e econômicos, indicando a necessidade de que os projetos apresentem, de forma clara, o retorno efetivo

CNT reforça necessidade de equilíbrio no debate sobre jornada de trabalho

Nota técnica do Ipea aponta impactos distintos entre setores e evidencia maior sensibilidade do transporte a mudanças na carga horária A Nota Técnica nº 123 do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) reúne evidências que contribuem para qualificar o debate sobre jornada e escala de trabalho no país. A CNT analisou o estudo, intitulado “Mudanças na Jornada e na Escala de Trabalho: elementos empíricos para o debate”, e identificou dados relevantes para subsidiar decisões baseadas em evidências. Na avaliação da Confederação, o documento confirma a complexidade do tema ao destacar que não há consenso sobre os impactos da redução da jornada. Para a Entidade, essa constatação fortalece o entendimento de que o debate deve ser conduzido com cautela e respaldo técnico. O transporte rodoviário, responsável pela movimentação de 65% das cargas e pelo deslocamento de 95% das pessoas no país, está entre os setores mais expostos aos efeitos da medida. Dados da RAIS (Relação Anual de Informações Sociais) de 2023 indicam predominância de jornadas de 44 horas semanais no transporte e na indústria, enquanto áreas como saúde, educação e serviços financeiros já operam com cargas horárias menores. Esse cenário confirma que soluções homogêneas não atendem às diferentes necessidades da economia. Alterar a previsão constitucional do teto da jornada demanda análise de impacto mais aprofundada. Para o gerente de Relações do Trabalho da CNT, Frederico Toledo Melo, “a prevalência da autonomia da vontade, por meio da negociação coletiva, é uma forma assertiva de regulamentar a jornada, assim como a adoção de legislações específicas para determinadas atividades, como a dos bancários”. Além disso, o estudo aponta que a redução da jornada tende a elevar o custo médio da hora trabalhada, embora os impactos não sejam homogêneos. Em alguns setores, o efeito é mais significativo; em outros, acaba diluído pela menor representatividade da mão de obra nos custos. No transporte terrestre, por exemplo, a maioria dos vínculos celetistas está registrada com jornadas acima de 40 horas semanais, o que torna o setor especialmente vulnerável. As simulações indicam aumentos médios superiores a 9% no custo da hora trabalhada no cenário de redução para 40 horas, podendo alcançar mais de 17% quando considerada a jornada de 36 horas. A logística pesada, incluindo transporte de cargas e de passageiros, figura entre os segmentos mais afetados, confirmando que o transporte é um dos setores, potencialmente, mais impactados pelas mudanças propostas. O Ipea também observa que experiências internacionais não oferecem uma conclusão única sobre os reflexos da medida. O transporte, por sua natureza contínua e essencial, exige soluções que respeitem suas especificidades e assegurem a proteção da sociedade brasileira. Análise própria do setor Para complementar os elementos apresentados pelo Ipea, o Sistema Transporte encomendou ao professor José Pastore, sociólogo e especialista em Relações do Trabalho, estudos específicos sobre os efeitos da redução da jornada na atividade transportadora. A medida demonstra a preocupação da CNT em oferecer subsídios técnicos e garantir que o debate nacional seja pautado por soluções adequadas ao setor. Leia mais: Posicionamento da CNT sobre a discussão da jornada 6 x 1 Fonte: CNT

DNIT alerta para bloqueio parcial de pista na BR-158/RS

O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) está realizando bloqueios parciais de pista na BR-158/RS, entre o km 316 e o km 317, no trecho que liga Santa Maria a Itaara, na Região Central do Rio Grande do Sul. Para a segurança dos usuários da rodovia e trabalhadores, será implantado sistema de Pare e Siga com liberação de tráfego intercalada, com paradas estimadas entre 10 e 15 minutos. Confira a programação de horários da semana: Quarta-feira (18/2): 12h às 19h. Quinta-feira (19/2): 8h às 19h Sexta-feira (20/2): 8h às 17h30 Sábado (21/2): 7h30 às 16h30 Importante redobrar a atenção ao transitar pela rodovia. Em caso de chuvas, os serviços serão adiados.

Últimos dias para participar da primeira edição do CONET&Intersindical de 2026, em Brasília

A NTC&Logística (Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística) realizará a primeira edição do CONET&Intersindical 2026 nos dias 26 e 27 de fevereiro, no ROYAL TULIP BRASÍLIA ALVORADA, em Brasília (DF). O evento tem como entidade anfitriã a FENATAC – Federação Interestadual das Empresas de Transporte de Cargas e Logística, com o apoio dos Sindicatos filiados à entidade. As inscrições vão até o dia 24 de fevereiro. O CONET&Intersindical consolidou-se como um dos eventos mais importantes do setor, reunindo os principais protagonistas do TRC, promovendo debates estratégicos, troca de experiências e oportunidades para o fortalecimento de parcerias. Confira a programação preliminar. PROGRAMAÇÃO PRELIMINAR CONET&INTERSINDICAL | EDIÇÃO BRASÍLIA 26 e 27 de fevereiro de 2026 26 de fevereiro de 2026 | CONET 10h – Credenciamento 10h30 | 12h – Abertura Oficial Composição da Mesa 12h | 13h – Almoço 13h30 | 14h30 – Painel: MERCADO E TARIFAS Palestrante: Engo Lauro Valdivia, Assessor Técnico da NTC&Logística l Atualização do INCT (Índice Nacional de Custos do Transporte) l Apresentação da Pesquisa de Mercado DECOPE 2026 l Demonstração e Aplicações práticas da Plataforma de Cálculo de Frete 14h30 | 14h45 – Painel: INOVAÇÃO E NOVOS NEGÓCIOS Palestrante: André de Simone, Vice-Presidente de Inovação e Novos Negócios 14h45 | 15h30 – TALKS FORNECEDORES DA CADEIA PRODUTIVA DO TRC O que esperar do ano de 2026 e como os produtos, serviços e soluções podem contribuir para o  Redução de custos operacionais o  Ganhos de eficiência e produtividade o  Gestão, tecnologia, segurança e sustentabilidade nas empresas do TRC 15h30 | 16h – Intervalo 16h | 17h – ENCONTRO COM EMPRESÁRIOS DO TRC l Carga Lotação Antonio Luis da Silva Junior, CEO da Tora Transportes l Carga Fracionada Marcelo Patrus, CEO da Patrus Transportes l Carga Líquida e Perigosa Oswaldo Vieira Caixeta Junior, CEO da Transac Transportes e Presidente da ABTLP – Associação Brasileira de Transporte e Logística de Produtos Perigosos Foco: ·  Cenário de mercado e desafios operacionais ·  Expectativas para 2026 17h|18h30 – Palestra Magna: CENÁRIO ECONÔMICO E PERSPECTIVAS PARA O TRANSPORTE RODOVIÁRIO DE CARGAS Palestrante: Eric Klein, Jornalista da CNBC Brasil Jornalista com sólida trajetória na cobertura de grandes acontecimentos nacionais e internacionais. Passou pela Record, onde consolidou experiência em reportagens investigativas e transmissões ao vivo de alto impacto. Atualmente integra o time da CNBC Brasil, atuando com análise aprofundada e informação em tempo real, reforçando credibilidade e precisão editorial. Sua expertise abrange política, economia e temas sociais, sempre com rigor jornalístico e capacidade de conectar fatos a contextos mais amplos – qualidades que agregam profundidade e relevância a qualquer projeto de comunicação ou conteúdo estratégico. 19h – Considerações Finais e Encerramento 27 de fevereiro de 2026 | INTERSINDICAL 9h – Abertura da INTERSINDICAL 9h30 | 12h – Painel 1: INFRAESTRUTURA Palestrantes convidados: CNT – Confederação Nacional do Transporte l  Apresentação da Pesquisa CNT Palestrante: Fernanda Rezende, Diretora Executiva INFRA S.A. l  Status do Plano Nacional de Logística (PNL) Palestrante: George Lavor Teixeira, Coordenador ANTT – Agência Nacional de Transportes Terrestres l  Fiscalização no Transporte Rodoviário de Cargas: piso mínimo de frete e seguros Palestrante: Hugo Leonardo Cunha Rodrigues, Superintendente de Fiscalização de Serviços de Transporte Rodoviário de Cargas e Passageiros (SUFIS) Debates 12h | 13h30 – Almoço 13h30 | 15h – Painel 2: TRABALHISTA Palestrante: Dr. Narciso Figueirôa Junior, Assessor Jurídico da NTC&Logística o Atualizações da legislação Perguntas e respostas 15h30 | 17h30 – Painel 3: TRIBUTÁRIO Palestrante: Dr. Marcos Aurélio Ribeiro, Diretor Jurídico da NTC&Logística Convidados: Dra. Talita Pimenta Félix, Advogada, Mestre e Doutora em Direito pela PUC/SP, e Coordenadora do Instituto Brasileiro de Estudos Tributários – IBET Goiânia Dr. Ângelo de Angelis, Mestre em Economia pela Universidade Estadual de Campinas – UNICAMP (SP) o Atualizações do cenário tributário Perguntas e respostas 18h – Considerações Finais – Encerramento 20h30 – Jantar de Encerramento Condições de Inscrição l  Inscrições realizadas até 31 de dezembro➝ Desconto de 15% sobre os valores de sócio, não sócio e extra jantar. l  Inscrições realizadas até 31 de janeiro➝ Desconto de 5% sobre os valores de sócio, não sócio e extra jantar. l  Inscrições realizadas de 1º a 19 de fevereiro➝ Valores integrais, sem desconto. As inscrições se encerram em 19 de fevereiro. Hospedagem – Tarifas Especiais Para a compra de hospedagem com tarifas especiais, utilize o PROMOCODE: CONETNTCBSB Canal de contato para reservas: l  Segunda a sexta-feira: das 9h às 18 horas l  Sábado: das 10h às 14 horas l  E-mail: df.reservas@goldentulip.com.br l  Telefone: (61) 3424-7018 Patrocine o evento e impulsione a sua marca. Fale com Elisete Balarini pelo telefone/WhatsApp (11) 99404-9647 ou pelos e-mails assessoria@ntc.org.br e comercial@ntc.org.br Faça sua inscrição aqui. Realização l  NTC&Logística (Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística) Entidade Anfitriã l FENATAC (Federação Interestadual das Empresas de Transporte de Cargas & Logística) Apoio l  Sindicatos filiados à FENATAC Patrocinadores l  FENATRAN l  Geotab l  Road Card – Pamcard l  Transpocred l  TGID l  Volkswagen Caminhões e Ônibus l  Wisevia Apoios Institucionais l Sistema Transporte (CNT – Confederação Nacional do Transporte; SEST SENAT – Serviço Social do Transporte e Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte; ITL – Instituto de Transporte e Logística) l  FuMTran (Fundação Memória do Transporte) Apoio Logístico l  Braspress Fonte: NTC&Logística

Participe da primeira edição de 2026 do Seminário Itinerante da NTC&Logística, em Pernambuco 

A primeira edição de 2026 do Seminário Itinerante da NTC&Logística ocorrerá no estado de Pernambuco, recepcionada pela Federação das Empresas de Transporte de Cargas e Logística do Nordeste – FETRACAN, pelo Sindicato das Empresas de Transporte de Cargas, Entregas, Armazenagem e Logística do Estado de Pernambuco – SETCEPE e pelo Núcleo da COMJOVEM Recife, no dia 19 de março, às 8h30, no Complexo Industrial Portuário de Pernambuco (SUAPE), localizado no litoral sul, abrangendo os municípios de Ipojuca e Cabo de Santo Agostinho. Criado em 2004, o Seminário Itinerante tem o propósito de levar a NTC&Logística – Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística a diversas regiões do país, promovendo capacitação técnica e oportunidades de negócios para empresários e executivos do setor de transporte de cargas e logística. A programação contará com temas relevantes para o setor e que impactam diretamente as atividades das empresas. A organização do evento também conta com o apoio da COMJOVEM – Comissão de Jovens Empresários e Executivos do Transporte Rodoviário de Cargas da NTC&Logística. Ratificando a missão da NTC&Logística de estar ao lado do transportador rodoviário de cargas, de Norte a Sul do Brasil, o Seminário Itinerante já percorreu diversos estados ao longo de mais de duas décadas. Para o presidente da NTC&Logística, Eduardo Rebuzzi, “a primeira edição do Seminário Itinerante de 2026, que ocorrerá no estado de Pernambuco, marca o início de um novo ciclo de encontros, reafirmando o compromisso da entidade de estar próxima do transportador rodoviário de cargas em todas as regiões do país. Abrir o calendário em um Estado estratégico para a logística do Nordeste reforça a importância do diálogo regional e da troca de experiências. Ao longo deste ano, o Seminário Itinerante passará por três cidades, promovendo encontros qualificados, debates relevantes e aprendizados práticos para empresários, executivos e lideranças do setor. Estamos confiantes de que o Seminário Itinerante em Pernambuco dará o tom de mais uma temporada de sucesso, contribuindo de forma efetiva para o fortalecimento do Transporte Rodoviário de Cargas no Brasil”. O evento será realizado presencialmente, no Complexo Industrial Portuário de Pernambuco (SUAPE) – Rodovia Indonésia, S/N – Bairro: Distrito Industrial de Ipojuca – Suape Ipojuca – Pernambuco (PE). A participação é aberta a todos os empresários da região que contribuem para um Transporte Rodoviário de Cargas cada vez mais forte. Clique aqui e faça já a sua inscrição PROGRAMAÇÃO PRELIMINAR PERÍODO DA MANHÃ – VISITA TÉCNICA 8h30 | 9h | Recepção com Café de Boas-Vindas e Credenciamento 9h | 11h30 | Visita Técnica – Porto de Suape • Apresentação institucional • Visita guiada às operações • Ênfase em eficiência logística, integração multimodal e relação porto–TRC 11h30 | 12h15 | Palestra: BR do Mar e os Impactos para a Cabotagem e a Competitividade Logística Palestrante Convidado: a ser definido 12h30 | 14h | Almoço de Relacionamento Local: a ser definido PERÍODO DA TARDE – CONTEÚDO TÉCNICO E MERCADO Local: Prédio administrativo do Porto de Suape – Rodovia Indonésia, S/N – Bairro: Distrito Industrial de Ipojuca – Suape Ipojuca – Pernambuco (PE) 14h15 | 14h30 | Abertura Oficial • Boas-vindas institucionais • Contextualização do encontro • Importância do associativismo e das conexões logísticas regionais 14h30 | 15h45 | Palestra: Mercado e Tarifa Palestrante: Engo Lauro Valdivia, Assessor Técnico da NTC&Logística Conteúdo: • Atualização do INCT (Índice Nacional de Custos do Transporte) • Apresentação da Pesquisa de Mercado DECOPE 2026 • Demonstração Aplicações práticas da Plataforma de Cálculo de Frete 15h45 | 16h15 | Intervalo 16h15 | 17h30 | NTC TALKS – Soluções para o TRC Participantes: Transpocred – Crédito e soluções financeiras para o TRC NDD – Tecnologia, gestão fiscal e documentos eletrônicos The – Soluções corporativas e apoio à gestão empresarial Apvida – Saúde e bem-estar para empresas e colaboradores Pamcard – Meios de pagamento e gestão de benefícios para o transporte 17h30 | 19h30 | Happy Hour de Encerramento Clique aqui e faça já a sua inscrição Realização Patrocínio Apoio Institucional Apoio Logístico Fonte: NTC&Logística