Comissão da Câmara aprova admissibilidade de propostas para redução da jornada de trabalho

CNT defende cautela e negociação coletiva para evitar impactos na economia e na logística A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara dos Deputados aprovou a admissibilidade de duas PECs que reduzem a jornada de trabalho no Brasil. Os textos sugerem o fim da tradicional escala de seis dias de trabalho por um de descanso (6×1), modelo predominante em diversos setores do país. A primeira proposta, a PEC 221/2019, apresentada pelo deputado Reginaldo Lopes (PT-MG), prevê uma redução gradual da jornada semanal de 44 para 36 horas ao longo de dez anos. Já a PEC 8/2025, da deputada Erika Hilton (PSOL-SP), propõe a adoção da semana de quatro dias de trabalho, também limitada a 36 horas. Ambas seguem agora para análise em comissão especial e, caso avancem, serão submetidas à votação em dois turnos no Plenário da Câmara. A CNT acompanha de perto o debate e reforça que mudanças dessa natureza precisam ser conduzidas com responsabilidade e previsibilidade. Para a entidade, o transporte é uma atividade essencial, que garante o direito constitucional de locomoção e sustenta o funcionamento da economia e dos serviços públicos. Por operar de forma contínua, 24 horas por dia, o setor alerta que alterações sem considerar suas especificidades podem trazer impactos relevantes para toda a sociedade. Segundo a CNT, o transporte já enfrenta déficit de mão de obra qualificada, como motoristas e mecânicos, e a redução da jornada sem ganhos de produtividade agravaria esse cenário. A Confederação também chama atenção para os reflexos sobre a máquina pública, que teria aumento de custos com pessoal em um contexto de forte restrição fiscal. O posicionamento da CNT defende que a negociação coletiva é a forma mais adequada para tratar da jornada de trabalho. Por meio dela, é possível que trabalhadores e empregadores ajustem as condições às necessidades específicas de cada setor, garantindo equilíbrio, segurança jurídica e respeito às particularidades econômicas. Por Agência CNT Transporte Atual
Últimos dias para inscrições! Especialização em Gestão de Negócios – Porto Alegre

Encerram-se no dia 29 de abril as inscrições as inscrições para a Especialização em Gestão de Negócios, que será realizada em Porto Alegre, integrando o Programa Avançado de Capacitação do Transporte, coordenado pelo Instituto de Transporte e Logística (ITL) e promovido pelo SEST SENAT. A especialização é gratuita e destinada a gestores e executivos de empresas de transporte associadas ao Sistema Transporte. A iniciativa atende a uma das demandas da Fetransul junto ao Sistema Transporte, com o objetivo de fortalecer a capacitação, a profissionalização e a competitividade do setor. INSCREVA-SE AQUI! Sobre o curso: A Especialização em Gestão de Negócios é uma pós-graduação lato sensu, ministrada pela Fundação Dom Cabral (FDC), referência nacional e internacional em educação executiva. O curso tem como foco capacitar gestores e executivos de empresas de transporte e logística nas mais modernas técnicas de gestão, desenvolvendo competências estratégicas para tornar o setor cada vez mais competitivo. O currículo foi desenvolvido com base em uma abordagem prática e alinhada à realidade do mundo dos negócios, avaliando práticas de gestão aplicadas ao setor de transportes. O programa equilibra teoria e prática, estimulando uma visão empreendedora, criativa e estratégica nos participantes. Objetivo: Capacitar gestores e executivos das empresas de transporte e logística nas mais modernas técnicas de gestão de negócios, desenvolvendo as competências necessárias para tornar o setor mais competitivo. O curso trabalha a visão sistêmica nas organizações, identificando aspectos fundamentais para o desenvolvimento de equipes de alta performance operacional. A ideia é desenvolver uma visão crítica e analítica, embasada em técnicas tradicionais e inovadoras que são fundamentadas e trabalhadas por professores com experiência prática em importantes instituições. Público-alvo: A especialização é destinada exclusivamente a profissionais de empresas de transporte dos modais: Os participantes devem ser filiados às federações e/ou associações que integram o Sistema Transporte. Com informações do ITL
Em entrevista à Rádio CDN, presidente da FETRANSUL destaca efeitos da alta do diesel no setor

Na manhã de hoje (24), o presidente da FETRANSUL, Francisco Cardoso, participou de entrevista à Rádio CDN, de Santa Maria, onde abordou os impactos da guerra no Oriente Médio sobre o aumento do preço do diesel e os reflexos diretos no setor de transporte rodoviário de cargas. Durante a entrevista, Cardoso destacou que o diesel representa cerca de 45% dos custos variáveis das operações de transporte, o que torna o setor altamente sensível às oscilações no preço do combustível. Segundo ele, após o início do conflito, o diesel registrou um aumento entre 25% e 30%, pressionando fortemente as empresas. Diante desse contexto, Cardoso também destacou a iniciativa da FETRANSUL de propor ao Governo do Estado do Rio Grande do Sul a redução ou suspensão da cobrança do ICMS sobre o diesel, por meio de articulação no âmbito do Confaz. Confira a entrevista na íntegra: https://www.youtube.com/live/HxeGuliVN3o?si=FF5kXecdXCB9e1Pd&t=4299
O transporte de cargas precisa entrar na agenda do país

Também é indispensável integrar melhor os modais, fortalecendo ferrovias, hidrovias e portos Por Francisco Cardoso, presidente da Federação das Empresas de Logística e Transporte de Cargas no Rio Grande do Sul (Fetransul) O Brasil se prepara para mais uma eleição. Vem aí um debate intenso sobre saúde, segurança, educação e inflação. Todos são temas centrais. Mas há uma questão estrutural, decisiva para o crescimento do país, que frequentemente desaparece do centro das discussões: a logística, especialmente o transporte rodoviário de cargas. Hoje, cerca de 65% de tudo o que o Brasil produz e consome passa pelas estradas. No Rio Grande do Sul, essa dependência é ainda maior: aproximadamente 85% das mercadorias circulam por rodovias. Quando o transporte enfrenta dificuldades, não é apenas o transportador que sofre. Os impactos atingem a indústria, o comércio, o agronegócio, os consumidores e a economia inteira. O custo logístico brasileiro já consome 15,5% do PIB. É um índice incompatível com um país que pretende ser competitivo e atrair investimentos. Em economias mais eficientes, esse percentual varia entre 8% e 10%. Aqui, seguimos convivendo com uma combinação de fatores que encarece a atividade: diesel representando até 40% do custo operacional, pedágios elevados, rodovias em condições insuficientes, excesso de burocracia, insegurança jurídica, falta de motoristas e aumento dos custos de seguro, agravados pela criminalidade e pelos eventos climáticos extremos. O país precisa de um plano logístico de longo prazo. É necessário ampliar e recuperar a infraestrutura rodoviária, modernizar concessões, rever os modelos de pedágio, estimular a formação de novos motoristas e simplificar normas. Também é indispensável integrar melhor os modais, fortalecendo ferrovias, hidrovias e portos. Ainda assim, é preciso reconhecer que o transporte rodoviário continuará sendo, por muitos anos, a espinha dorsal da economia brasileira. A pandemia de covid-19 e as enchentes no Estado deixaram isso evidente. Mesmo diante da crise, os caminhões seguiram abastecendo hospitais, supermercados e famílias. O transporte não é apenas um custo. É uma atividade estratégica para a soberania, a segurança alimentar, a geração de empregos e a resiliência do país. Fonte: GZH
Descompasso entre demanda e infraestrutura pressiona logística urbana no estado de São Paulo

O avanço da atividade econômica, impulsionado pelo comércio eletrônico e pelo consumo nas regiões metropolitanas, tem ampliado a demanda por transporte de cargas nas áreas urbanas. Segundo dados do Instituto de Logística e Supply Chain (Ilos), o transporte rodoviário concentra cerca de 63% da movimentação de mercadorias, evidenciando a forte dependência das cidades neste modal para garantir o abastecimento. Esse cenário, no entanto, não foi acompanhado por avanços proporcionais na infraestrutura logística, refletindo diretamente nos custos e na eficiência das operações. Em 2025, os custos logísticos no Brasil atingiram cerca de 15,5% do PIB, segundo o Ilos, patamar associado principalmente à falta de investimentos estruturais. No ambiente urbano, o cenário é agravado por restrições de circulação e regras distintas entre municípios, como rodízios, zonas restritivas e horários operacionais, que operam de forma descoordenada. Esse conjunto de fatores compromete a produtividade logística e reforça a necessidade de maior integração entre Estado e municípios para garantir eficiência operacional. Para o presidente da Federação das Empresas de Transporte de Cargas do Estado de São Paulo (FETCESP), Carlos Panzan, o desafio ganha escala nas áreas metropolitanas, que concentram cerca de 75% da população do estado e 83% do PIB paulista, mas ainda operam sob um modelo fragmentado. “Embora a legislação estabeleça o transporte como função pública de interesse comum, a execução integrada entre Estado e municípios ainda é limitada, o que gera um descompasso estrutural”, afirma. Na prática, esse cenário se traduz em uma série de gargalos regulatórios e operacionais que impactam diretamente o abastecimento urbano. Entre os principais entraves estão o excesso de restrições de circulação, como ZMRC e restrições em vias estruturais. A própria área metropolitana de São Paulo contribui para esse cenário, com cidades do entorno adotando datas e horários de rodízio distintos da Capital. Esse conjunto cria um ambiente fragmentado, que dificulta o fluxo contínuo de mercadorias em uma macrorregião altamente interdependente. De acordo com Panzan, a ausência de regras uniformes obriga as empresas a adaptarem suas operações município a município, lidando com diferentes horários, critérios para circulação de veículos e exigências específicas. O cenário impacta toda a cadeia de abastecimento, com reflexos diretos no preço final dos produtos ao consumidor. “Isso aumenta o tempo de operação, reduz a produtividade dos ativos e eleva custos diretos e indiretos. Na prática, o transporte deixa de ser uma operação integrada e passa a ser fragmentado, comprometendo a eficiência logística”, destaca o dirigente. Diante desse cenário, a FETCESP defende como prioridade a consolidação de uma governança metropolitana efetiva, baseada em planejamento integrado, padronização de regras e maior coordenação entre os entes públicos. A entidade também alerta para os riscos de não avançar nessa agenda, como a perda de previsibilidade do abastecimento, aumento de custos de produtos gerais e maior exposição a vulnerabilidades operacionais, incluindo o roubo de cargas. “A logística precisa ser tratada como função pública essencial, com integração entre poder público e setor produtivo para garantir eficiência, segurança e abastecimento nas grandes cidades”, conclui Panzan. Fonte: FETCESP
Executivos do transporte embarcam para Missão Internacional do Transporte na Espanha com foco em liderança digital

Programação inclui imersão na IESE Business School e debates sobre transformação tecnológica, gestão e novas competências estratégicas para o setor A delegação formada por líderes empresariais e institucionais do setor embarca nesta sexta-feira (24) para a Missão Internacional do Transporte na Espanha, com uma agenda voltada ao fortalecimento da liderança e à adaptação do setor de transporte às rápidas transformações tecnológicas. A Missão ocorre em um contexto de profundas mudanças no ambiente corporativo, em que a velocidade da transformação tecnológica exige novas competências dos líderes. O cenário atual demanda maior capacidade de adaptação, pensamento estratégico e tomada de decisão em ambientes complexos e incertos. Ao longo da semana, a delegação vai participar de visitas técnicas e atividades acadêmicas na IESE Business School, uma das principais escolas de negócios da Europa. A programação contempla atividades intensivas voltadas ao desenvolvimento de habilidades gerenciais, com ênfase em liderança digital, gestão de pessoas e tomada de decisão. A abertura oficial da Missão ocorrerá no sábado à noite (25), com a presença do presidente do Sistema Transporte, Vander Costa, do ex-presidente e fundador do SEST SENAT, Clésio Andrade, além de representantes da Embaixada do Brasil na Espanha e de autoridades brasileiras. Na IESE Business School, os participantes terão contato com metodologias consolidadas de ensino executivo, que priorizam a análise prática de desafios empresariais reais. A proposta é preparar lideranças capazes de responder com agilidade às mudanças que impactam diretamente o setor de transporte, como digitalização, automação e novas demandas de mercado. O encerramento, previsto para sexta-feira (1º), será marcado por um debate sobre os aprendizados da missão e a identificação de soluções aplicáveis à realidade brasileira. A cobertura completa da Missão será realizada pelos canais de comunicação do Sistema Transporte. Método do caso: tomada de decisão no centro do aprendizado Um dos pilares da formação na IESE é o método do caso, que coloca o participante no papel de decisor diante de situações reais de gestão. Nesse modelo, a tomada de decisão é estruturada em quatro etapas principais: análise dos fatos, definição do problema, avaliação de alternativas e síntese da decisão. O objetivo é desenvolver a capacidade de julgamento em cenários de incerteza, aproximando o aprendizado da realidade enfrentada pelas organizações. O processo é operacionalizado em três momentos complementares: A metodologia, amplamente utilizada por escolas de negócios de referência, contribui para o desenvolvimento da prudência, da escuta ativa e da autoconfiança, além de oferecer um ambiente seguro para experimentação e aprendizado a partir de erros. Por Agência CNT Transporte Atual
CNT defende estabilidade regulatória e inovação para avanço dos biocombustíveis

Debate sobre diesel, SAF e biodiesel destaca papel do transporte na eficiência logística e na confiabilidade da matriz energética A CNT participou do seminário “A Lei Combustível do Futuro e as Perspectivas para os Biocombustíveis”, promovido pela Abiove (Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais) e pelo IBP (Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás), com apoio institucional do FGV Agro (Centro de Estudos do Agronegócio da Fundação Getulio Vargas), em São Paulo (SP). Realizado nesta quinta-feira (23), o encontro reuniu autoridades, especialistas e representantes do setor para discutir os rumos do diesel rodoviário e marítimo, do HVO (diesel verde) e do SAF (combustível sustentável de aviação). Entre os destaques da programação, a gerente executiva Governamental da CNT, Danielle Bernardes, participou do painel “Biodiesel e misturas: Qualidade e boas práticas na armazenagem e distribuição”. Em sua intervenção, ressaltou que a qualidade do biodiesel é fator determinante para garantir eficiência logística e segurança operacional no transporte rodoviário. A gerente destacou que a CNT tem defendido, em diferentes fóruns, a adoção de políticas públicas que assegurem previsibilidade e estabilidade regulatória, consideradas essenciais para o desenvolvimento sustentável do setor. Segundo ela, a qualidade das misturas também é estratégica para o fortalecimento da matriz energética nacional. Bernardes enfatizou ainda que o transporte integra diretamente a cadeia dos biocombustíveis. Nesse contexto, a adoção de boas práticas na armazenagem e na distribuição contribui para a redução de custos e o aumento da confiabilidade do sistema. Renovação de frota e fortalecimento institucional A CNT também reforçou a importância de políticas voltadas à renovação da frota nacional e ao incentivo à retirada de veículos antigos de circulação. De acordo com a entidade, modelos mais novos apresentam melhor desempenho e menor incidência de problemas relacionados ao uso de biodiesel, enquanto a elevada idade média da frota brasileira ainda representa um desafio para a eficiência e a segurança operacional. Outro ponto considerado estratégico é o fortalecimento da atuação da ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis), especialmente no que se refere à fiscalização da qualidade dos combustíveis. “Isso passa, necessariamente, por ampliar a capacidade técnica e institucional da agência”, defendeu a gerente da CNT. Além de Danielle Bernardes, participaram do painel Vicente Pimenta (Abiove), Samuel Carvalho (Sindicom), Edneia Caliman (ANP) e Guilherme Wilson (Semove), sob moderação de Gilles Laurent Grimberg, CEO da Actioil do Brasil. O grupo discutiu práticas e desafios relacionados à armazenagem, à distribuição e à qualidade dos combustíveis. O seminário também abordou temas como o aumento da mistura de biodiesel, o uso de diferentes matérias-primas, as demandas de mercado, além de políticas públicas nacionais e internacionais e desafios regulatórios para o avanço dos biocombustíveis. Por Agência CNT Transporte Atual
Atualização da Hora Parada no Transporte Rodoviário de Cargas em 2026

Por força do artigo 15 da Lei nº 13.103, de 2 de março de 2015, que alterou o valor e o índice de reajuste para carga e descarga, todos os contratos firmados com esse objeto deverão ser reajustados a partir de 14/04/2026, mediante a aplicação do percentual de 3,76%, correspondente à variação anual (março/2025 a março/2026) do INPC/IBGE, conforme disposto na Lei nº 11.442/2007, artigo 11, §§ 5º e 6º. Esse percentual deve ser aplicado sobre o valor vigente em abril de 2025, de R$ 2,41 (dois reais e quarenta e um centavos), que passa a ser de R$ 2,50 (dois reais e cinquenta centavos) por tonelada ou fração, conforme cálculo realizado pela Agência Nacional de Transportes Terrestres – ANTT e publicado em 11/04/2025. Link: https://www.gov.br/antt/pt-br/assuntos/cargas/carga-descarga/sei_41736493_nota_tecnica___antt_4102.pdf Observação: Para o cálculo da hora parada, deve-se considerar a capacidade total do veículo comercial, sendo que as primeiras 5 (cinco) horas não devem integrar o cálculo do tempo parado a ser remunerado. Base Legal – Lei nº 11.442/2007, artigo 11, §§ 5º ao 9º “Art. 11. ……………………………………………………… § 5º O prazo máximo para carga e descarga do Veículo de Transporte Rodoviário de Cargas será de 5 (cinco) horas, contadas da chegada do veículo ao endereço de destino, após o qual será devido ao Transportador Autônomo de Carga (TAC) ou à Empresa de Transporte Rodoviário de Cargas (ETC) o valor equivalente a R$ 1,38 (um real e trinta e oito centavos) por tonelada/hora ou fração. § 6º A importância de que trata o § 5º será atualizada, anualmente, de acordo com a variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) ou, na hipótese de sua extinção, pelo índice que o suceder, conforme definido em regulamento. § 7º Para o cálculo do valor de que trata o § 5º, será considerada a capacidade total de transporte do veículo. § 8º Incidindo o pagamento relativo ao tempo de espera, este deverá ser calculado a partir da hora de chegada na origem ou no destino. § 9º O embarcador e o destinatário da carga são obrigados a fornecer ao transportador documento hábil que comprove o horário de chegada do caminhão às dependências dos respectivos estabelecimentos, sob pena de multa a ser aplicada pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), limitada a 5% (cinco por cento) do valor da carga.” (NR) Fonte: NTC&Logística Foto: https://setcjf.org.br/
CNT defende tripartismo e concorrência justa em debate da OIT sobre economia de plataformas

Entidade participa de reunião preparatória em Brasília e acompanha elaboração de normas internacionais com impactos no transporte e na logística A CNT participou, no último dia 16, em Brasília, de uma reunião preparatória promovida pela OIT (Organização Internacional do Trabalho) para discutir o texto em elaboração sobre a regulamentação da economia de plataformas. O encontro reuniu representantes do governo, de empregadores e de trabalhadores, incluindo o MTE (Ministério do Trabalho e Emprego) e a CUT (Central Única dos Trabalhadores). A Confederação foi representada pelo gerente de Relações Institucionais e do Trabalho, Frederico Toledo Melo. Durante a reunião, a CNT reforçou a importância do respeito ao princípio do tripartismo, base do funcionamento da OIT, que assegura a participação equilibrada de governos, empregadores e trabalhadores na elaboração de normas internacionais. A entidade também defendeu a adoção de critérios que garantam concorrência justa no contexto da economia de plataformas. A posição foi apoiada pela CUT, que destacou o papel da CNT como a única entidade representativa de empregadores no debate. As discussões integram a agenda da OIT para 2026, que prevê a análise e a possível adoção de dois instrumentos normativos sobre o tema: uma convenção e uma recomendação, ambos no âmbito da Conferência Internacional do Trabalho. As convenções da OIT são tratados internacionais juridicamente vinculantes para os países que optam por ratificá-las. Após essa ratificação, os Estados se comprometem a incorporar suas disposições à legislação e à prática nacional, além de prestar contas periodicamente sobre sua aplicação. Já as recomendações têm caráter não vinculante e funcionam como diretrizes para orientar a implementação de princípios e direitos no mundo do trabalho. A CNT acompanha o debate com atenção, diante dos impactos diretos da economia de plataformas sobre o setor de transporte e logística, especialmente em temas como as condições de trabalho, a regulação da atividade e a competitividade entre diferentes modelos de prestação de serviços. Por Agência CNT Transporte Atual
SEST SENAT convoca 6 mil novos candidatos do programa Mais Motoristas

Agora, as empresas de transporte devem indicar os participantes que passarão pela formação de condutores profissionais O SEST SENAT divulgou, nesta quarta-feira (23), o resultado da quarta convocação do Edital nº 0001/2025, do Programa Mais Motoristas. Ao todo, foram liberadas 6056 novas vagas para a formação de condutores profissionais, que poderão atuar no transporte rodoviário. As instituições selecionadas receberão por email as orientações sobre prazos e procedimentos, e terão 20 dias para indicar os candidatos que vão participar do programa. É recomendado que a indicação seja feita nos primeiros dez dias para que os candidatos tenham igual prazo para confirmar a inscrição. A indicação das empresas é obrigatória e garante a vaga dos motoristas no Programa. Para facilitar o andamento das etapas, o SEST SENAT também preparou um manual com o passo a passo que deve ser seguido pelas instituições participantes. As inscrições válidas que não foram contempladas nessa chamada permanecerão na lista de espera para as próximas convocações, de acordo com os critérios estabelecidos e a disponibilidade de vagas. Com o Programa Mais Motoristas, o SEST SENAT reforça seu compromisso de ampliar a qualificação de profissionais e contribuir para a segurança nas estradas e o fortalecimento do setor de transporte. Para saber mais informações, procure a unidade operacional mais próxima. Clique aqui e confira a lista de todos os selecionados no país. Confira a lista dos selecionados no RS. Veja as orientações de indicação e inscrição Fonte: SEST SENAT