Fetransul é mencionada no Jornal do Almoço em matéria sobre o aumento do diesel

No Jornal do Almoço do dia 3 de fevereiro, a economista Giane Guerra mencionou a Fetransul em sua análise sobre o aumento do diesel e os impactos na logística. Na matéria publicada ontem na Gaúcha ZH, a colunista fez referência à Fetransul, citando o presidente Francisco Cardoso e o diretor Diego Tomasi. “Há represamento de outros aumentos e impactos em pneus, óleos e caminhões. O índice oficial de aumento do setor será informado nesta sexta-feira (07/02), após o evento CONET&Intersindical, que será realizado em Foz do Iguaçu”, afirma o presidente da Fetransul. Confira na íntegra o vídeo: https://bit.ly/3Eyzr1I

“Não precisava ter subido o diesel. Quero ver se baixa agora”, desabafa empresário gaúcho do setor de combustíveis

Neco Argenta reclama que Petrobras podia ter reduzido preços no ano passado, mas não o fez e não foi cobrada por isso Para o presidente do Grupo Argenta, Neco Argenta, a Petrobras não precisava ter subido o diesel agora. Em uma ligação de desabafo, o empresário gaúcho do setor de distribuição e varejo de combustíveis lembra que, ao longo de 2024, a estatal teve janelas para reduzir o preço e não o fez. Dólar e petróleo caíram, mantendo o preço aqui acima do internacional. — Se é paridade de preços com o mercado internacional, tem que acompanhar também na queda. Mas aí os acionistas não reclamam. Agora, o dólar está caindo, quero ver se o diesel vai baixar. Podia ter se esperado um pouco mais. Não precisava subir agora — disse.  Como a coluna destacou ontem, o reajuste de R$ 0,19 na refinaria somou-se à elevação de R$ 0,06 do ICMS, o que resultou em um aumento de 4,55% do litro do combustível, que tem impacto em cascata na inflação por ser usado, por exemplo, no transporte de cargas e em usinas termelétricas. Os consumidores de diesel, como as transportadoras, reagiram de imediato. — É o desabafo de quem empreende em um setor volátil assim, de quem não dorme à noite pensando na decisão que tem que tomar no dia seguinte. Tenho estoque ou não? E o capital de giro? Quem está em Brasília tem que sentar aqui nesta cadeira. O preço subiu forte assim, diminui o consumo, aumenta o frente, tem inflação e aumenta a inadimplência — seguiu o empresário.  Desde que mudou a política de preços da Petrobras, o setor de combustíveis tem cobrado previsibilidade e transparência. Antes, adotava-se a paridade em relação ao mercado internacional com alterações frequentes nos valores nas refinarias da estatal.  A Argenta é uma empresa com sede em Flores da Cunha, na serra gaúcha, com atuação em diversos segmentos. É mais conhecida por ser a proprietária da rede SIM, de postos de combustíveis. Fonte: GZH / Giane Guerra – Foto: Neimar De Cesero / Agencia RBS

Alta do diesel eleva fretes e deixa o combustível ainda mais caro do que a gasolina

Houve reajuste de preços pela Petrobras e elevação do ICMS. Uma alta de R$ 0,25 impactará o preço do diesel, combustível mais usado no transporte de cargas no Brasil. Parte do aumento, R$ 0,06, se deve ao reajuste anual do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). O restante, R$ 0,19, é resultado da elevação de R$ 0,22 anunciada pela Petrobras para as refinarias para reduzir a defasagem em relação ao mercado internacional. Ambos entraram em vigor no último sábado.  O aumento é forte, de 4,55%, o equivalente à inflação de um ano inteiro, alerta o presidente da Federação das Empresas de Logística e Transporte de Cargas no Rio Grande do Sul, Fetransul, Francisco Cardoso. O diretor Diego Tomasi estima um impacto de 10% nos fretes, lembrando que é uma média, pois não há tabelamento e as negociações são caso a caso. Efeito cascata Pela sua relevância no transporte de cargas, há um efeito em cascata do diesel nos preços, especialmente dos alimentos. Outro ponto de atenção é que o combustível é usado em usinas termelétricas, o que pode desembocar em alta da energia.  Pela ferramenta LCA 4intelligence, o reajuste deve chegar no varejo com impacto de 0,22 ponto percentual no Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que é a inflação oficial do país. Este aumento vem no mesmo momento em que o presidente Lula tem buscado alternativas para segurar o preço da comida, puxado pelo dólar. A popularidade do seu governo tem sofrido com a inflação dos alimentos.  Além disso, caminhoneiros instatisfeitos com a alta do diesel se reunirão no dia 8 para construir um documento que será entregue a Lula.  Nas bombas O diesel comum está custando em média R$ 6,08 nos postos de combustível do Rio Grande do Sul, segundo a última pesquisa da Agência Nacional do Petróleo (ANP). Repassado totalmente, o aumento do final de semana elevaria o litro a R$ 6,33, ainda mais longe do preço da gasolina, que estava em R$ 6,03 e, com o seu aumento de R$ 0,10 no ICMS, iria a R$ 6,13.  No motor Embora o litro deste combustível renda mais do que o da gasolina no motor, automóveis a diesel deixaram de valer a pena nos últimos anos, alerta o engenheiro mecânico Anderson de Paulo. Isso porque, além desta diferença de preço que se amplia, estes veículos são mais caros e exigem mais manutenção.  — Porém, quando se exige força do veículo, como no agronegócio, caminhonetes a diesel ainda são recomendadas. Elas têm mais “torque” — pondera – Picapes médias têm ganhado espaço como uma alternativa racional, com motores flex (gasolina e etanol) e custos menores. Ainda de origem fóssil, mas menos poluidor, o gás natural veicular (GNV) tem sido opção para substituir o diesel. Em relação a elétricos, a expectativa é de que o avanço da tecnologia reduza tamanho e preço das baterias.   Fonte: GZH – Giane Guerra Foto: Divulgação Uol

NOTA OFICIAL DA FETRANSUL

Aumento do Diesel Agrava Custos e Impacta a Economia Gaúcha A FETRANSUL manifesta preocupação com o aumento de 4,55% no preço do diesel, resultado do reajuste de R$ 0,19/litro da Petrobras e do acréscimo de R$ 0,06/litro no ICMS. O diesel é o maior custo operacional do transporte rodoviário, e esse aumento pressionará o preço dos fretes, impactando diretamente a economia gaúcha, já fragilizada pela inflação e pelos desafios da reconstrução após as enchentes. Esse reajuste compromete a competitividade do setor produtivo, encarece insumos e bens essenciais e dificulta a retomada econômica do estado. A FETRANSUL reforça a necessidade de previsibilidade nos custos logísticos e de um debate mais amplo sobre a tributação dos combustíveis. Federação das Empresas de Logística e de Transporte de Cargas no Rio Grande do Sul – FETRANSUL

Francisco Cardoso participa da gravação do Programa Pampa Debates

Na manhã de hoje (31), o presidente da Fetransul, Francisco Cardoso, participou da gravação do programa Pampa Debates, realizada em Xangri-Lá e conduzida por Paulo Sérgio Pinto, vice-presidente da Rede Pampa. Também participaram da gravação, que irá ao ar no dia 7 de fevereiro, Irio Piva, presidente do CDL, Marco Peixoto, presidente do Tribunal de Contas do Estado (TCE-RS), Nei César Mânica, presidente da Cotrijal, Marcus Vinícius Vieira de Almeida, deputado estadual, e Frederico Freire Figueró, vice-prefeito de Xangri-Lá. Entre os assuntos abordados, Cardoso falou sobre a licitação de concessão de rodovias do Bloco 2 de pedágios no RS e do pedágio de Pelotas. O presidente também manifestou a preocupação da Fetransul em relação ao aumento do diesel, que agrava os custos e impacta a economia gaúcha. O reajuste de 4,55% resulta em um aumento de R$ 0,19/litro no preço da Petrobras e de R$ 0,06/litro no ICMS. O diesel é o maior custo operacional do transporte rodoviário, e esse aumento pressionará o preço dos fretes, impactando diretamente a economia gaúcha, já fragilizada pela inflação e pelos desafios da reconstrução após as enchentes. Acompanhe o programa de segunda a sexta-feira, a partir das 17h45: https://www.youtube.com/c/PampaDebates

NTC&Logística realiza a primeira reunião da Diretoria em 2025, abordando as principais pautas do setor e atividades previstas para o ano

Coordenada pelo presidente Eduardo Rebuzzi, a primeira reunião da Diretoria da NTC&Logística, referente ao mês de janeiro de 2025, ocorreu ontem (30), em formato híbrido. O encontro contou com a participação do vice-presidente, Antonio Luis Leite; dos ex-presidentes Flávio Benatti e José Hélio Fernandes, vice-presidente da Confederação Nacional do Transporte – CNT e vice-presidente extraordinário para Assuntos Políticos da NTC, respectivamente; do diretor financeiro, José Maria Gomes, além de membros da diretoria e representantes de entidades associadas. Iniciando as atividades, o presidente Rebuzzi fez alguns comunicados sobre as Câmaras Técnicas da NTC, ressaltando a importância da participação ativa dos envolvidos em cada pauta, além de explicar as novas diretrizes que vêm sendo adotadas. Na sequência, a programação oficial do CONET&Intersindical 2025, que será realizado nos dias 6 e 7 de fevereiro, em Foz do Iguaçu (PR), foi detalhada pela assessora jurídica da NTC&Logística, Gil Menezes, que compartilhou as novidades previstas para o evento dessa edição. O diretor financeiro da NTC&Logística, José Maria Gomes, pontuou o andamento da ação movida pela Associação Brasileira de Transporte e Logística de Produtos Perigosos – ABTLP, no Superior Tribunal de Justiça – STJ, contra a Licença Especial de Transporte de Produtos Perigosos (LETPP). Também transmitiu a todos o convite para o evento ABTLP 360, que tratará do Regulamento para o Transporte RODOVIáRIO de Produtos Perigosos. Em seguida, foi realizada a prestação de contas aos participantes, com a apresentação do status do fechamento financeiro do mês de dezembro de 2024. Após a exposição da assessora executiva da presidência, Elisete Balarini, a respeito do calendário de reuniões e eventos da NTC&Logística para 2025, a Dra. Gil Menezes abordou questões relacionadas à nova Portaria da Agência Nacional de Transportes Terrestres – ANTT, a propósito do Vale-Pedágio Obrigatório (VPO), esclarecendo dúvidas sobre autuações, pagamentos e obrigações. Os temas da área trabalhista foram explanados pelo assessor jurídico, Dr. Narciso Figueirôa Junior: a ADI 5322 e os impactos da decisão do Supremo Tribunal Federal nas negociações coletivas, com o esclarecimento de dúvidas sobre os embargos declaratórios; o Intervalo Interjornada e as fiscalizações da Polícia Rodoviária Federal – PRF, com explicações sobre a aplicação das normas e seus reflexos para as transportadoras. A Coordenação Nacional da Comissão de Jovens Empresários e Executivos –  COMJOVEM, representada pelo coordenador André de Simone e pelos vice-coordenadores Hudson Rabelo e Priscila Zanette, apresentou os principais temas debatidos junto aos 27 núcleos espalhados pelo Brasil, trazendo um panorama sobre os membros ativos e detalhando as iniciativas e alinhamentos definidos com o presidente Eduardo Rebuzzi para as atividades da Comissão em 2025. Dr. Marcos Aurélio Ribeiro, diretor jurídico da NTC&Logística, fez relatos sobre a PEC da Segurança Pública; a Lei Complementar 213/25, que dispõe sobre as Cooperativas e Associações de Seguros, e o intervalo de 11 horas de tempo de direção no Código de Trânsito Brasileiro. Finalizando as pautas de mais uma reunião da Diretoria, o assessor técnico da NTC&Logística, Lauro Valdivia, compartilhou comunicados sobre os pontos discutidos na Câmara Técnica para o Transporte de Carga Fracionada, que também serão abordados no CONET&Intersindical. Dentre os assuntos abordados, destacou-se o ofício a ser encaminhado ao Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes – DNIT a respeito dos ajustes nas rotas em relação às pontes, com esclarecimentos da diretora executiva do Sindicato Nacional das Empresas de Transporte e Movimentação de Cargas Pesadas e Excepcionais – SINDIPESA, Cinthia Lizot. Ela destacou que alguns estados têm imposto restrições à passagem de cargas, o que exige uma análise de viabilidade estrutural, impactando diretamente o transporte de cargas especiais. Além disso, reforçou a necessidade do envolvimento da Associação e do posicionamento do setor em relação à falta de infraestrutura de muitas rodovias no Brasil. O responsável pela Comunicação da entidade, Rodrigo Bernardino, apresentou os principais resultados e números relacionados à NTC&Logística nessa área, em 2024. O presidente, por sua vez, destacou a importância da Comunicação para fortalecer o posicionamento da entidade, tanto na mídia quanto internamente, além de anunciar novidades para o fomento de projetos junto aos associados. Ao finalizar o encontro, o presidente Eduardo Rebuzzi agradeceu a presença de todos, ressaltando a importância das atividades e temas discutidos, e reafirmando o compromisso da NTC&Logística quanto ao fortalecimento do setor de Transporte Rodoviário de Cargas. Fonte: NTC&Logística

Sistema Transporte participa da primeira reunião do Hub de Biocombustíveis e Elétricos do Pacto Global

O encontro foi online e marcou o pontapé inicial das ações que visam gerar engajamento para os projetos sustentáveis do setor transportador até a COP30 O Sistema Transporte deu mais um passo rumo à sustentabilidade ao participar, na última segunda-feira (27), da primeira reunião do Hub de Biocombustíveis e Elétricos, iniciativa do Pacto Global da ONU (Organização das Nações Unidas) – Rede Brasil. O encontro faz parte do Programa Pacto Rumo à COP30, que mobiliza empresas em ações estratégicas para mitigar as mudanças climáticas, promover adaptação ambiental e implementar soluções alinhadas a um futuro resiliente e de baixo carbono. O projeto tem como objetivo principal conduzir estudos aprofundados para criar uma publicação que amplie o conhecimento sobre a descarbonização do transporte rodoviário no Brasil. Além disso, visa identificar fontes de financiamento e incentivos que possam acelerar essa agenda de sustentabilidade no setor. Na semana passada, o presidente do Sistema Transporte, Vander Costa, assinou a carta de parceria estratégica com o Programa Pacto Rumo à COP30, que indica seu apoio ao Hub de Biocombustíveis e Elétricos. Em seguida, o diretor adjunto nacional do SEST SENAT, Vinicius Ladeira, assinou o termo de aceite, que oficializou a entrada do Sistema Transporte como membro do Comitê Consultivo do Hub de Biocombustíveis e Elétricos. A partir desse momento, a Instituição passou a integrar as reuniões trimestrais do Hub, que têm como foco principal debater estratégias, alinhar iniciativas e propor ações concretas para transformar o setor de transporte – um dos principais emissores de gases de efeito estufa no Brasil – em uma referência em sustentabilidade. Participaram da primeira reunião do Hub o gerente executivo de Governança e Gestão Estratégica da CNT, João Guilherme Vogado, e a analista de ESG, Larissa Machado. Entre as principais metas e entregáveis do projeto, estão: A descarbonização do transporte rodoviário se apresenta como uma das prioridades mais urgentes para que o Brasil possa cumprir suas metas climáticas. Por meio da pesquisa, capacitação e integração de esforços, o Pacto Rumo à COP30 consolida-se como um agente transformador no enfrentamento das mudanças climáticas. Ao término do projeto, será publicada uma obra de referência contendo estratégias práticas para a implementação de tecnologias sustentáveis no setor rodoviário, contribuindo, de forma significativa, para os compromissos climáticos assumidos pelo Brasil. Por Agência CNT Transporte Atual

ITL forma nova turma do curso executivo em Governança, Compliance e Gestão de Riscos

A capacitação, realizada na sede do Sistema Transporte, em Brasília (DF), reuniu 40 profissionais de todos os modais de transporte O ITL (Instituto de Transporte e Logística) concluiu, nesta semana, mais uma turma do curso executivo Governança, Compliance e Gestão de Riscos com Ênfase no Transporte e Infraestrutura. A capacitação, realizada na sede do Sistema Transporte, em Brasília (DF), reuniu 40 profissionais de todos os modais de transporte e integra o Programa Avançado de Capacitação do Transporte, oferecido pelo SEST SENAT e coordenado pelo ITL. Ministrado pelo Instituto Latino-Americano de Governança e Compliance Público (IGCP), o curso abordou conceitos fundamentais para aprimorar a governança, fortalecer os sistemas de compliance e promover uma visão estratégica sobre gestão de riscos. O objetivo foi capacitar os participantes a integrarem essas práticas nas suas empresas, especialmente no segmento de infraestrutura e transporte. Nessa quinta-feira (30), os diretores do Sistema Transporte participaram de um encontro com os alunos. O diretor executivo do ITL, João Victor Mendes, ressaltou a importância da aplicação do conhecimento adquirido no curso para transformar o setor. “Esperamos que vocês levem esse aprendizado para suas empresas e nos ajudem a fortalecer o transporte no Brasil. Vocês fazem parte de uma turma de sucesso, e seu papel é essencial para a evolução do setor”, afirmou Mendes. A diretora adjunta do ITL, Eliana Costa, reforçou que governança, gestão de riscos, compliance e ESG são temas indispensáveis para o setor de transporte. Segundo ela, o conhecimento nessas áreas é essencial para defender posicionamentos estratégicos e garantir a sustentabilidade das empresas. “Precisamos desse conhecimento para defendermos nossas posições. O Sistema Transporte defende pautas como a transição energética e a redução de emissões de gases poluentes. Não é porque alguns discordam que iremos mudar nossas ações”, disse. O papel da CNT na defesa do setor O diretor de Relações Institucionais da CNT, Valter Souza, também participou do encontro e apresentou aos alunos o trabalho da Confederação na defesa dos interesses do setor de transporte junto aos três Poderes. “O que fazemos na área institucional é garantir que o transporte tenha voz ativa. Estar ausente das discussões em Brasília significa perder espaço e oportunidades para o setor”, ressaltou. Com a conclusão dessa turma, o ITL reafirma seu compromisso com a qualificação profissional e o fortalecimento das empresas de transporte, preparando lideranças para enfrentar desafios e promover avanços estratégicos no setor. Percepção dos alunos “O principal ponto de relevância do curso e de aprendizado como um todo é com relação ao contexto nacional no qual a gente vive. O Brasil está em crescente mudança e desenvolvimento organizacional. As empresas estão partindo para a padronização dos modelos de governança e gerenciamento de riscos, buscando alcançar o nível de países mais desenvolvidos. Quando mergulhamos em um curso desse nível, em que estão envolvidas várias empresas do mesmo setor, geramos bastante networking e muito benchmarking, conseguimos trocar várias ideias e trazer as melhores práticas de diversas empresas de grande, pequeno e médio portes. Acredito que essa interação fortalece tanto as nossas organizações quanto o setor de transporte e logística como um todo.” Henrique Demoner de Lima, supervisor de Processos e Qualidade da Águia Branca. “Foi um curso excelente! As disciplinas de cada módulo foram relevantes para quem trabalha ou não com governança – e os ensinamentos dados aqui podem ser implementados na cultura das empresas. Entendo que tudo o que foi passado no curso, tanto em governança quanto em gestão de riscos e ESG, é extremamente relevante para todos os que estão na indústria de transporte. A experiência dos professores que ministraram as aulas também foi muito enriquecedora, mostrando como a teoria funciona na prática. O trabalho do ITL é fantástico, e eu recomendo 100% o curso para os colegas do setor.” Pedro Melícias, coordenador de Risco, Gestão da Mudança e Assurance da Azul. “Foram quatro módulos de bastante conhecimento. Trabalho na área de riscos e tenho bastante contato com o time de compliance em projetos de revisão de políticas corporativas – e esses são assuntos que foram conversados no curso. A questão da prática é o ponto. Os conceitos são interessantes e podem ser buscados em frameworks e na literatura. Mas, aqui, no curso, isso fica muito claro com a troca de experiência entre os alunos, com cada um trazendo sua vivência e metodologia. Os professores também trouxeram suas práticas. Por exemplo, eles explicaram como se elabora um indicador de risco corporativo. Realmente, isso satisfaz a expectativa que temos quando buscamos um treinamento. Então, para mim, foi essencial.” Adriana Bussolo da Silva, coordenadora de Riscos Corporativos e Processos da Azul. Por Agência CNT Transporte Atual

Biodiesel: CNT e entidades reforçam necessidade de testes técnicos antes do aumento da mistura

Em posicionamento conjunto enviado ao MME, as instituições destacam a importância da realização de testes e do diálogo amplo sobre o tema. Ao Ministério de Minas e Energia, As entidades abaixo assinadas demonstram preocupação com as discussões acerca de misturas B25 realizadas pelo Ministério de Minas e Energia (MME) no âmbito do workshop ocorrido para discutir os desdobramentos da Lei do Combustível do Futuro (Lei nº 14.993/2024) e as novas políticas do setor de óleo e gás. Consideramos fundamental evitar, nos desdobramentos da Lei, a falta de consenso observada pelo MME em relação aos resultados dos testes efetuados com o B15 em 2019. Reiteramos o nosso compromisso de promover diálogos técnicos com vistas a estabelecermos bases sólidas que garantam a viabilidade técnico-operacional para o avanço da política nacional de biocombustíveis destinada aos veículos do ciclo diesel e a consolidação do protagonismo brasileiro no uso de biomassas renováveis. Nesse sentido, passamos a apresentar algumas considerações que, segundo o nosso entendimento, poderão contribuir tecnicamente para os debates e ampliar, nessa discussão, a participação de todos os setores envolvidos na cadeia nacional de combustíveis. Consideramos que a viabilidade técnica prevista na citada Lei diz respeito à realização de testes. Observamos, no entanto, com preocupação, algumas manifestações feitas na ocasião que podem desqualificar a necessidade de realização de testes abrangentes e rigorosos de bancada e de campo. Vale lembrar que os relatores da matéria no Congresso Nacional reconheceram, repetidamente, a intenção do Legislativo de requerer a comprovação da viabilidade por meio da realização de testes, o que veio a se materializar no texto final da referida Lei. Assim, essa intenção não deixou margem para que eles não ocorram. Defendemos, assim, a sua realização para diferentes condições de uso e tecnologias veiculares. A mera afirmação de que o produto atende às especificações não garante a sua adequação ao uso em diferentes tipos de veículos e motores. É fundamental que o MME invista em testes transparentes a fim de avaliar o impacto do aumento da mistura em diferentes cenários, sobretudo para cadeias mais longas e para a frota mais antiga ainda em operação. A partir disso, os resultados devem ser públicos e acessíveis a todos os interessados. Ressaltamos que, caso os ensaios apontem a necessidade de revisão e maior rigor nos requisitos de qualidade do biodiesel, os novos parâmetros de combustível também precisam ser objeto de comprovação. Concordamos com a manifestação da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) de que a realização de testes poderá apontar a necessidade de aprimoramento das especificações. Contudo, entendemos que eventuais revisões também precisam ser validadas a fim de assegurar sua aplicabilidade.  Vale lembrar que o art. 4º da Resolução CNPE nº 16/2018 estabelece a necessidade de garantir que “o combustível disponibilizado comercialmente tenha as mesmas especificações técnicas do combustível utilizado nos testes e ensaios”. Nesse sentido, acreditamos que a observância a esse princípio é condição fundamental para o sucesso dos testes. Reafirmamos a importância de um debate amplo e inclusivo, com a participação de todos os stakeholders. Por isso, defendemos a participação de todas as partes interessadas nas discussões subsequentes sobre o eventual aumento de teor com base em rigores técnicos em benefício da legitimidade do processo. Acreditamos que o aumento da mistura de biodiesel pode trazer benefícios para o país, mas somente se for feito de forma responsável e transparente. O MME precisa garantir que a política de biocombustíveis seja baseada em dados técnicos sólidos e que atenda aos interesses de toda a sociedade. Assim, solicitamos ao MME que: Contamos com a atenção do MME e nos colocamos à disposição a fim de contribuirmos para a construção de uma política de biocombustíveis justa, segura e sustentável. CNT (Confederação Nacional do Transporte) IBP (Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás)  Brasilcom (Federação Nacional das Distribuidoras de Combustíveis, Gás Natural e Bicombustíveis) Fecombustiveis (Federação Nacional do Comércio de Combustíveis e de Lubrificantes) Abicom (Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis)  SindTRR (Sindicato Nacional dos Transportadores Revendedores Retalhistas) Fonte: CNT

Painel de acompanhamento da Agenda Regulatória ANTT 2025-2026 já está disponível

Interessados podem acompanhar projetos em andamento, de forma detalhada e transparente Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) acaba de disponibilizar o Painel de Acompanhamento da Agenda Regulatória para o biênio 2025-2026. A ferramenta permite que todos os interessados acompanhem, de forma transparente e detalhada o desenvolvimento dos projetos regulatórios que estão em andamento na Agência nos próximos dois anos. A Agenda Regulatória para o biênio 2025/2026 foi publicada em novembro do ano passado, com foco em sustentabilidade, inovação e eficiência. A iniciativa busca modernizar regulações, incorporar práticas sustentáveis e aprimorar a prestação de serviços aos usuários. Esse é um importante instrumento de planejamento da Agência que contempla projetos de alto impacto nos setores de transporte rodoviário de passageiros, transporte ferroviário de cargas e passageiros e transporte rodoviário e multimodal de cargas. Dividida em cinco eixos temáticos, o instrumento busca modernizar regulações, incorporar práticas de sustentabilidade e aprimorar a prestação de serviços aos usuários. A Agenda Regulatória para o biênio 2025/2026 foi publicada em novembro do ano passado, com foco em sustentabilidade, inovação e eficiência. O que você encontrará no painel: CLIQUE AQUI PARA ACESSAR O PAINEL Por que acompanhar a Agenda Regulatória? A Agenda Regulatória é o instrumento de planejamento bienal da ANTT que indica os temas de cunho regulatório que demandarão uma atuação prioritária das unidades organizacionais da Agência ao longo de sua vigência. É, portanto, um instrumento de planejamento, de transparência e de previsibilidade que, juntamente com outras ferramentas de governança, contribui para o alcance dos objetivos estratégicos da ANTT. A Agenda permite que empresas, usuários e sociedade tenham acesso às ações e decisões da agência, promovendo um ambiente aberto para participação. Oferece estabilidade, permitindo que os envolvidos se planejem com antecedência para mudanças regulatórias e assegura que as políticas sejam implementadas de maneira eficiente e justa, com a participação dos interessados. Dessa forma, a agenda regulatória contribui para um setor mais seguro, eficiente e confiável, beneficiando tanto o mercado quanto a sociedade e contribuindo para o desenvolvimento de um setor de transportes terrestres mais seguro e sustentável. Assessoria Especial de Comunicação – AESCOM ANTT Fonte: gov.br / Foto: Divulgação / AESCOM ANTT