CNT defende, em evento da ANTT, mais investimentos e fiscalização para reduzir acidentes nas rodovias

Participação da Confederação aconteceu no 3º Workshop Vias Seguras, que integra a agenda da campanha do Maio Amarelo 2025 A CNT (Confederação Nacional do Transporte) participou, nessa terça-feira (13), do 3º Workshop Vias Seguras, promovido pela ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) em Brasília (DF). O evento integra a agenda do Maio Amarelo 2025, sob o lema “Desacelere: seu bem maior é a vida”, e tem como objetivo debater ações para aumentar a segurança viária nas rodovias brasileiras. O workshop, realizado nos dias 13 e 14 de maio, conta com dez painéis temáticos que reúnem representantes do governo federal, entidades do setor de transporte e especialistas em trânsito e mobilidade. A abertura do evento contou com a presença do secretário nacional de Trânsito, Adrualdo Catão; da tenente-coronel Jusciery Rodrigues Marques, representando a Liga dos Bombeiros Militares do Brasil; do coordenador de Prevenção e Atendimento de Sinistros da PRF (Polícia Rodoviária Federal), Lucas Guimarães; e do diretor da ANTT, Lucas Asfor. Representando a CNT no primeiro painel, o diretor de Relações Institucionais, Valter Souza, destacou a importância do fortalecimento da fiscalização e da ampliação dos investimentos em infraestrutura rodoviária como medidas fundamentais para reduzir o número de acidentes. Ele citou a PEC 01/2021 como uma oportunidade estratégica, ao propor que 70% dos recursos arrecadados pelas autarquias federais sejam direcionados a obras no setor de transporte. Valter também defendeu o uso de tecnologias inteligentes, como o free flow (sistema de pedágio eletrônico sem cancelas) e o monitoramento por câmeras, como ferramentas eficazes para reforçar a fiscalização e combater o excesso de velocidade, uma das principais causas de acidentes. Além disso, ressaltou que a CNT desenvolve e disponibiliza gratuitamente uma série de estudos técnicos sobre segurança viária, infraestrutura e impactos dos acidentes, que subsidiam políticas públicas e decisões estratégicas para o setor. O 3º Workshop Vias Seguras segue até esta quarta-feira (14), com transmissão ao vivo pelo canal da ANTT no YouTube. A programação inclui debates sobre inteligência artificial aplicada à segurança no trânsito, monitoramento de fadiga, capacitação de fiscais e concessões rodoviárias. Por Agência CNT Transporte Atual
SEST SENAT contribui para construção de novo marco regulatório da educação profissional a distância

Instituição participou de evento internacional que reuniu especialistas para debater diretrizes para cursos técnicos e de qualificação na modalidade EaD O SEST SENAT participou, no dia 8 de maio, da plenária principal do 30º Ciaed (Congresso Internacional Abed de Educação a Distância), evento promovido pela Abed (Associação Brasileira de Educação a Distância). A Instituição integrou o grupo de trabalho responsável pela construção de um novo marco regulatório para a educação profissional e tecnológica a distância, que reúne representantes do Sistema S, redes federais e instituições privadas de ensino. Representando o SEST SENAT, a analista da Gerência Executiva de Desenvolvimento Profissional Mariana Martinez fez uma apresentação sobre a importância de diretrizes claras e atualizadas para a oferta de Cursos Técnicos EaD e para o Itinerário de Formação Técnica e Profissional no Novo Ensino Médio. A plenária teve como foco central os desafios e as oportunidades da educação profissional a distância, buscando garantir uma oferta alinhada às demandas do mercado de trabalho e às especificidades dos públicos atendidos. “A participação no Ciaed reforça o compromisso institucional do SEST SENAT com a qualidade da educação profissional, a inovação e a inclusão social”, afirmou Mariana. “Esses espaços são fundamentais para o diálogo interinstitucional e a construção de políticas públicas educacionais sólidas.” Além de contribuir para o debate nacional, a presença do SEST SENAT no congresso também proporcionou troca de experiências com instituições internacionais, contato com tendências pedagógicas e reflexões sobre a internacionalização da EaD. “A troca de conhecimentos fortalece o posicionamento da nossa Instituição como referência nacional na formação profissional voltada ao setor de transporte”, concluiu a analista.
Fetransul concede entrevista à TVE RS e fala sobre os impactos na logística após a enchente no RS

O presidente da Fetransul, Francisco Cardoso, e o diretor Sérgio Neto foram entrevistados pela TVE RS, que abordou em seu programa os impactos no transporte e na logística no Rio Grande do Sul após a enchente ocorrida em maio de 2024. O resultado da Pesquisa CNT de Impacto no Transporte, divulgada no dia 12 de maio, apontou que 4 em cada 10 empresas de transporte perderam mais de R$ 1 milhão, e 16,5% dos entrevistados afirmaram que ainda não voltaram à normalidade. Assista à entrevista na íntegra: https://www.youtube.com/watch?v=_SearR_xl_0
Regulamentação do SEGURO RC-V

A SUSEP editou a Resolução nº 51/2025, em 06/05/2025, com o objetivo de suprir lacuna alegadamente existente na regulamentação dos seguros obrigatórios de transporte criados pela Lei nº 14.599/2023, definindo o seguro RC-V como Grupo 06 (Transportes) e como Ramo de Seguro 59, com o que, a partir de agora, restará facilitada a oferta e contratação de apólices de seguro deste ramo pelas seguradoras no mercado. A Resolução SUSEP nº 51/2025 definiu, como ramos de seguro de contratação obrigatória pelas empresas de transporte RODOVIáRIO de cargas, o RCTR-C Ramo 54, o RC-DC Ramo 55 e o RC-V Ramo 59, todos inseridos no Grupo 06 – Transportes. As empresas de transporte sempre enfrentaram dificuldades na cobertura de responsabilidade civil de danos a terceiros para sua frota, fato este que preocupou o mercado com o advento do RC-V. Contudo, por meio das Resoluções do CNSP e da SUSEP, e com a publicação, finalmente, da Resolução nº 51/2025 da SUSEP, temos um novo cenário para o transportador rodoviário cumprir a lei e, ao mesmo tempo, proteger seu patrimônio em relação a acidentes com terceiros que envolvam os veículos de sua frota, pois sendo o seguro incluído no ramo de transportes temos uma facilitação de contratação e um reenquadramento do risco, que passa a ser analisado dentro de um ramo específico e como um grupo de seguros obrigatórios, ou seja, o RCTR-C, o RC-DC e, agora, o RC-V, o que deverá acarretar, inclusive, uma redução das tarifas do seguro. Para as empresas de transporte rodoviário de cargas, a regulamentação trará, ainda, a facilidade da aplicação da mesma averbação já utilizada para os seguros de RCTR-C e RC-DC, permitindo melhor controle dos seguros obrigatórios da empresa. Vale relembrar que a obrigatoriedade da contratação destes três seguros pela empresa de transporte rodoviário de cargas – importantes para a proteção da responsabilidade civil do transportador em relação à carga transportada e, agora, em relação aos danos materiais e corporais causados a terceiros por veículos do transportador ou subcontratado – trazem inevitável elevação nos custos do transporte que deram origem à implementação de uma taxa a ser cobrada pelo transportador, a Taxa de Seguro Obrigatório – TSO, cuja cobrança assume especial relevância para a saúde financeira da empresa. Alertamos o empresário do TRC sobre a obrigação de contratação do seguro RC-V, inclusive para cobertura de danos causados por veículos de transportador autônomo – TAC subcontratado. As apólices do RC-V, de contratação obrigatória pela ETC, estão sendo disponibilizadas no mercado. As corretoras especializadas em seguros de transportes já possuem produtos que venham atender e garantir a proteção ao transportador rodoviário de cargas. Cabe ao empresário consultar o seu corretor para a contratação, evitando assim o risco de ser obrigado a indenizar danos futuros com recursos próprios. Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística – NTC&Logística Fonte: NTC&Logística
CNT e CNTTT lançam documentos para orientar negociações coletivas sobre a Lei do Motorista

Empregadores e trabalhadores construíram conjuntamente uma série de modelos que podem ser usados por sindicatos para negociar sobre temas impactados pelo julgamento da ADI 5322 no STF A CNT (Confederação Nacional do Transporte) e a CNTTT (Confederação Nacional dos Trabalhadores em Transportes Terrestres) lançaram documentos orientativos para auxiliar nas negociações coletivas relacionadas à Lei do Motorista (Lei 13.103/2015), especialmente após o julgamento da ADI 5322 pelo STF, que impactou pontos importantes da legislação. Essa iniciativa resulta de uma construção coletiva entre representantes de diversos segmentos do transporte terrestre, incluindo cargas, passageiros, fretamento, transporte urbano e intermunicipal. Os documentos servem como instrumento de apoio para sindicatos profissionais e econômicos conduzirem negociações com mais segurança jurídica. Foram lançados quatro documentos: Os materiais abordam temas como tempo de espera, fracionamento do intervalo interjornada e dos descansos semanais, respeitando as especificidades de cada modal. Na avaliação da CNT, o processo colaborativo permitiu ouvir as diferentes realidades do transporte no Brasil, resultando em uma ferramenta que respeita as características regionais e promove segurança jurídica nas negociações. A criação desses materiais foi motivada pela decisão do STF e pela percepção da CNT sobre a necessidade de uma referência segura para negociações. Embora não vinculantes, os documentos fornecem parâmetros legais confiáveis, encorajando sindicatos e empresas a buscarem acordos sem receios. Por Agência CNT Transporte Atual
PEC 22/2025 – Jornada do Motorista: Ajude a Melhorar o Texto! Sua Contribuição é Essencial

Informamos que o Senador Jaime Bagattoli (PL/RO) apresentou a Proposta de Emenda à Constituição nº 22/2025, com o objetivo de buscar uma solução para a questão da jornada de trabalho dos motoristas profissionais. A proposta é resultado do diálogo entre parlamentares após a audiência pública realizada no Senado Federal sobre a ADI 5322.A expectativa é que o Senador Esperidião Amim assuma a relatoria da matéria na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), onde poderão ser incluídas outras questões que ainda precisam de solução.A FETRANSUL está acompanhando de perto o andamento da PEC, em conjunto com a CNT e a NTC, e atuando para aprimorar o texto conforme as necessidades reais do transporte rodoviário de cargas.Sua participação é fundamental! Nenhuma entidade conhece melhor a realidade da estrada do que quem vive o dia a dia do transporte. Por isso, convidamos transportadores, empresários e profissionais do setor a enviarem suas sugestões para melhorar o texto da PEC. Esta é a oportunidade de contribuir ativamente com uma mudança que pode impactar diretamente a rotina e os custos da atividade.Acompanhe a tramitação da PEC 22/2025 no portal do Senado Federal:https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/168484Envie suas contribuições até sexta-feira, 16 de maio de 2025, para o e-mail: secretaria@fetransul.com.br
Coalizão para a Descarbonização dos Transportes propõe plano para reduzir em 70% as emissões do setor até 2050

Estudo liderado pela CNT, Motiva, CEBDS e Insper foi entregue ao governo federal nessa segunda-feira (12), durante o evento Brasil Rumo à COP30 A Coalizão para a Descarbonização dos Transportes – iniciativa que reúne mais de 50 associações setoriais, empresas e instituições acadêmicas – apresentou, nessa segunda-feira (12), ao governo federal um plano estratégico que propõe 90 ações integradas para reduzir em até 70% as emissões de gases de efeito estufa do setor até 2050. O documento também prevê a atração de mais de R$ 600 bilhões em investimentos verdes para o Brasil, consolidando o país como referência global em mobilidade sustentável. A entrega oficial do plano ocorreu durante o evento Brasil Rumo à COP30, realizado na sede do Sistema Transporte, em Brasília. A proposta é resultado de um convite do embaixador e presidente da COP30, André Corrêa do Lago, para engajar o setor na construção de contribuições ao Plano Nacional sobre Mudança do Clima, que será apresentado na Conferência, em Belém (PA), em novembro deste ano. A Coalizão é liderada pela CNT (Confederação Nacional do Transporte), pela Motiva (novo nome do Grupo CCR), pelo CEBDS (Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável) e pelo Observatório Nacional de Mobilidade Sustentável, do Insper. Participam do grupo representantes dos modais rodoviário, ferroviário, aéreo, hidroviário, aquaviário, de mobilidade urbana e de infraestrutura. “A contribuição mais efetiva que o setor de transporte pode oferecer ao país é o incentivo à multimodalidade. A CNT está muito confiante e feliz de liderar esse trabalho e sediar esse evento”, afirmou Valter Souza, diretor de Relações Institucionais da CNT. Hoje, o setor de transporte é responsável por cerca de 11% das emissões brasileiras, o que representa 260 milhões de toneladas de gás carbônico equivalente (MtCO2e) por ano. Caso nenhuma medida de descarbonização seja adotada, esse volume poderá alcançar 424 MtCO2e até 2050. Com as ações propostas pela Coalizão, é possível reduzir o índice anual para 137 MtCO2e, evitando a emissão de 123 MtCO2e – o equivalente ao plantio de 5,86 bilhões de árvores ou à retirada de 26,7 milhões de carros de passeio das ruas. “A transição climática exige protagonismo de quem opera a infraestrutura de mobilidade do país. Esse estudo mostra que não se trata apenas de reduzir emissões, mas de transformar a realidade do setor, com eletrificação em larga escala, expansão dos biocombustíveis e novas tecnologias”, destacou Miguel Setas, CEO da Motiva. Entre os destaques do plano, está a eletrificação de 50% da frota de carros de passeio e de 300 mil ônibus até 2050, o que poderia eliminar 145 MtCO2e. Para viabilizar esse cenário, será necessário investir aproximadamente R$ 40 bilhões na instalação de 990 mil a 1,9 milhão de pontos de recarga em todo o país. Acesse o documento completo com o resultado do trabalho da Coalizão. Ciclo de seminários A abertura do evento contou com a presença de Mariana Pescatori, ministra em exercício de Portos e Aeroportos; de Cloves Eduardo Benevides, subsecretário de Sustentabilidade do Ministério dos Transportes; e do embaixador André Corrêa do Lago, presidente da COP30. Eles ressaltaram o papel estratégico do Brasil na agenda climática global e a importância das parcerias público-privadas para atingir as metas de descarbonização. O evento também marcou o início de um ciclo de seminários temáticos. O primeiro painel debateu as grandes rotas para acelerar a descarbonização do transporte no Brasil, com a participação de Valter Souza (CNT), Ana Toni (COP30), Marina Grossi (CEBDS), Miguel Setas (Motiva) e Sergio Avelleda (Insper). O segundo painel foi dividido em dois momentos. Na primeira parte, representantes de entidades setoriais discutiram os desafios e as oportunidades da infraestrutura de transporte diante da transição energética, com a presença de: Na segunda parte, o foco foi em estratégias sustentáveis para a modernização da infraestrutura logística, com: Assista à íntegra dos seminários. Por Agência CNT Transporte Atual
Enchentes no RS: 4 em cada 10 empresas de transporte perderam mais de R$ 1 milhão, aponta CNT

Levantamento mostra que 16,5% dos entrevistados afirmaram que ainda não voltaram à normalidade A FETRANSUL e Sindicatos Filiados estiveram presentes no processo de aplicação da pesquisa Um ano após a maior tragédia climática já registrada no Rio Grande do Sul, os impactos ainda são sentidos pelos transportadores da região. Quase 40% das empresas com operação nos locais impactados pelas enchentes relataram perdas superiores a R$ 1 milhão, segundo dados da 2ª rodada da Pesquisa CNT de Impacto no Transporte – Enchentes no RS, divulgada pela Confederação Nacional do Transporte. O levantamento consultou 193 empresas do transporte de cargas e de passageiros, entre 24 de abril e 4 de maio de 2025. De acordo com os dados, 16,5% das transportadoras afirmaram que ainda não voltaram à normalidade e 23,3% acreditam que a situação de calamidade gerará impactos negativos no seu negócio por mais de dois anos. “Desde o início da tragédia, a CNT tem atuado para apoiar os transportadores e a sociedade do Rio Grande do Sul e buscar soluções junto ao poder público. O setor de transporte foi essencial para garantir o abastecimento, o resgate de pessoas, a distribuição de doações e a reconstrução emergencial de cidades afetadas. A recuperação plena depende diretamente do restabelecimento da infraestrutura logística”, destaca o presidente do Sistema Transporte, Vander Costa. Prejuízos em larga escala Além das 38,2% que registraram perdas superiores a R$ 1 milhão, outras 42,7% estimaram prejuízos entre R$ 101 mil e R$ 1 milhão. Apenas 24,1% das empresas entrevistadas disseram não ter tido perdas diretas, apesar de atuarem nas regiões afetadas pelas enchentes. Mesmo após um ano, 27,1% das empresas relatam ainda enfrentar impactos significativos. A Pesquisa também revela que as empresas adotaram diversas medidas para lidar com as consequências das enchentes: mais da metade (55,6%) precisou alterar rotas ou logística de forma temporária e 32,3% tiveram que recorrer a financiamentos. Porém apenas 25,6% declararam ter acessado alguma linha de crédito especial após as enchentes e 42,1% das empresas que fizeram aviso de sinistros conseguiram receber indenizações das seguradoras. Infraestrutura ainda comprometida O cenário logístico do estado segue com desafios. Apenas 7,5% dos empresários ouvidos acreditam que a infraestrutura de transporte foi totalmente recuperada. Ainda há bloqueios parciais ou totais em diversas rodovias, além de pontes danificadas e obras em andamento. O Aeroporto Salgado Filho, em Porto Alegre, permanece sem operar em plena capacidade. Para 16,5% dos entrevistados, a recuperação completa da infraestrutura pode levar mais de cinco anos. Os empresários apontam que a restauração e a reconstrução das infraestruturas de transporte devem ser uma prioridade para viabilizar a recuperação das operações de transporte no estado. Todos os modais foram afetados As enchentes atingiram todos os modos de transporte — rodoviário, ferroviário, aquaviário e aéreo. Foram registradas quedas de pontes, rupturas de drenagem, deslizamentos de barreiras, alagamentos em vias urbanas e nos portos, além do fechamento prolongado do principal terminal aéreo do estado. Apesar da gravidade dos danos, nenhuma das empresas entrevistadas precisou encerrar operações definitivamente. Mais da metade das empresas (52,6%) relataram que a percepção sobre o risco de novos eventos climáticos aumentou e 32,3% afirmaram que implementaram medidas para melhor se preparar para eventos climáticos extremos, incluindo treinamento de equipe, plano de contingência e investimentos em infraestrutura preventiva. 2ª rodada da Pesquisa de Impacto no Transporte – Enchentes no Rio Grande do Sul Por Agência CNT Transporte Atual
Diretora da Fetransul participa do evento Mulheres no Transporte

No dia 7 de maio, Betina Kopper, diretora da Fetransul, participou em Brasília (DF) do evento ‘Mulheres no Transporte – Trajetórias que Inspiram’, promovido pelo Sistema Transporte. O encontro reuniu empresárias, gestoras, especialistas e lideranças femininas para compartilhar experiências, estimular parcerias estratégicas e engajar organizações na promoção de maior equidade no setor. A programação teve início com uma mesa de abertura predominantemente feminina. O presidente do Sistema Transporte, Vander Costa, fez uma saudação e destacou a expressiva participação das mulheres nas instituições que compõem o Sistema. Atualmente, elas representam 57% do total de colaboradores da CNT, SEST SENAT e ITL, ocupando 55% dos cargos de alta liderança. “No Sistema Transporte, as mulheres têm ocupado os principais postos com competência. O que fizemos? Quebramos barreiras e permitimos que elas crescessem por seus próprios méritos”, afirmou Vander Costa. A diretora executiva interina da CNT, Fernanda Rezende, reforçou a importância de criar um ambiente de trabalho mais acolhedor e consciente das especificidades femininas: “É essencial termos apoio no ambiente profissional para que possamos nos fortalecer mutuamente. Falar sobre nossos desafios e sobre como superá-los nos ajuda a mostrar que somos tão capazes quanto os homens – ou até mais”, declarou. Por meio de vídeo, a diretora executiva nacional do SEST SENAT, Nicole Goulart, apresentou o novo projeto da instituição voltado à inclusão de mulheres no setor: o videocast “Nós, Elas & Todo Mundo (no transporte e em qualquer lugar)”. “Vamos produzir uma série de episódios com personalidades do transporte e lideranças femininas para inspirar jovens a entrarem no setor e, especialmente, mulheres a buscarem cargos de liderança”, explicou. Idealizadora do evento, a diretora adjunta do ITL (Instituto de Transporte e Logística), Eliana Costa, encerrou a abertura agradecendo a presença das participantes e deixando uma mensagem de inspiração e resistência: “Lembrem-se: vocês podem, vocês conseguem. Não aceitem o ‘não’ como resposta. Foi assim que construí minha trajetória. A diversidade fortalece as organizações e gera melhores resultados. Precisamos unir forças para transformar nossas empresas e o país. Hoje vivemos em uma sociedade desigual — e é nossa missão enfrentar isso.” Com informações da CNT Saiba mais sobre o evento acessando AQUI!
CNT defende qualidade do asfalto como fator decisivo para o transporte rodoviário no Encontro Anual da Petrobras

Evento reuniu especialistas para debater inovação, sustentabilidade e eficiência na pavimentação rodoviária. A CNT (Confederação Nacional do Transporte) participou, nessa terça-feira (6), do Encontro Anual de Asfaltos da Petrobras 2025, realizado no Cenpes (Centro de Pesquisas e Desenvolvimento Leopoldo Américo Miguez de Mello), no Rio de Janeiro. O evento abordou temas como perspectivas para obras de pavimentação, regulação do setor, inovação tecnológica e sustentabilidade na produção e aplicação de asfaltos. A diretora executiva interina da CNT, Fernanda Rezende, integrou a programação com a palestra sobre o “Impacto Socioambiental e Econômico no Transporte Rodoviário Brasileiro” e ressaltou a relação direta entre a qualidade do asfalto utilizado nas rodovias e o custo operacional do transporte, bem como a emissão de poluentes e a durabilidade das vias. Segundo Fernanda Rezende, participar do evento foi fundamental para dialogar com os principais atores da cadeia produtiva do asfalto, desde fabricantes até distribuidores. “Mostrar o resultado das pesquisas da CNT sobre a influência do pavimento na operação do transporte é essencial, porque um material asfáltico com propriedades inadequadas já na origem compromete a vida útil da rodovia e gera prejuízos econômicos, ambientais e logísticos para o setor de transporte”, afirmou. O encontro é uma iniciativa que visa promover a troca de conhecimentos técnicos e estratégicos entre especialistas, pesquisadores, representantes da indústria e gestores públicos. Durante todo o dia, foram apresentados estudos de caso, soluções para a melhoria da infraestrutura viária e debates sobre os desafios enfrentados pelo setor. Por Agência CNT Transporte Atual