Segmento de serviços e logística criou quase 90 mil empregos

O setor de logística e serviços de entrega foi responsável por criar quase 90 mil postos de trabalho no país em um ano. Dessa forma, se aproveitando do crescimento das vendas on-line e da disputa acirrada entre as grandes varejistas para oferecer menor prazo de entrega. Assim, casos como o Mercado Livre, que anunciou segunda-feira a intenção de contratar 7.200 trabalhadores no país tem sido cada vez mais comuns. Magazine Luiza, Via (ex-Via Varejo) e Amazon devem intensificar a busca por profissionais. Em um ano, o segmento de serviços de entrega e logística criou mais de 88 mil postos de trabalho. As vendas do e-commerce no Brasil bateram a marca dos R$ 87,4 bilhões em 2020, primeiro ano da pandemia. Portanto, uma alta de 41% em relação a 2019 e um recorde para o segmento, de acordo com levantamento da Ebit Nielsen. Para lidar com atrasos registrados nos primeiros meses de quarentena, grandes varejistas passaram a fazer investimentos pesados na área, especialmente em mais centros de distribuição, tecnologia e pessoal. Fonte: FROTA&CIA
PIB pode crescer até 4,5% em 2021

O impacto do recrudescimento da pandemia do novo coronavírus foi menor do que o esperado no início do ano e, agora, analistas do mercado financeiro começam a revisar para cima as projeções da expansão da economia brasileira em 2021. Os temores com a saturação do sistema de saúde, o aumento do número de mortes e a reedição de medidas de isolamento social — que levaram a previsões de recessão no primeiro semestre —, se dissiparam nas últimas semanas depois que uma série de resultados positivos indicaram a resiliência da atividade econômica em meio ao pior momento da crise sanitária. As novas estimativas indicam alta de até 4,5% do Produto Interno Bruto (PIB) neste ano, minimizando parte das perdas geradas pelo tombo histórico de 4,1% em 2020. Os números são mais otimistas do que os do governo federal, que revisou a recuperação da economia para 3,5%. Já as fontes consultadas pelo Banco Central estimam que o PIB vai avançar 3,45%, segundo os dados do Boletim Focus. A vacinação continua sendo o grande desafio do país, que poderia crescer ainda mais caso houvesse maior tração na campanha de imunização. A queda no isolamento social, a despeito da reedição de medidas para tentar diminuir o quadro de infecções, é apontada como o principal fator para as revisões mais otimistas. Dados do Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), considerado a prévia do PIB, mostraram alta de 2,3% da economia no primeiro trimestre, enquanto o Monitor do PIB, divulgado pela Fundação Getulio Vargas (FGV), revelou avanço de 1,7%. Os números mostram que a economia se manteve aquecida na virada do ano, quando veio com o impulso de 3,2% do PIB no quarto trimestre de 2021. Para Carlos Kawall, diretor da ASA Investments e ex-secretário do Tesouro Nacional, esta soma de fatores deve fazer a economia brasileira encerrar o ano com alta de 4,5%. “É uma história de surpresas positivas. O PIB do quarto trimestre nos surpreendeu e jogou o carrego da economia lá para cima.” O ritmo de crescimento do primeiro trimestre deve se expandir para o período de abril a junho e reforçar a retomada da economia com mais robustez no segundo semestre. “Estamos vendo uma alta de 0,4% no primeiro trimestre e 0,1% no segundo. Já para o terceiro e quarto, projetamos uma alta de 1% cada”, diz Kawall. O otimismo nas revisões também é impulsionado pela disparada dos preços de commodities no mercado internacional, puxada principalmente pelo minério de ferro e pela soja. Analistas também apontam a “poupança forçada” das famílias em meio as restrições, além da manutenção dos investimentos em setores fundamentais para a economia brasileira, como a construção civil. O novo cenário levou a XP Investimentos a revisar a alta do PIB para 2021 de 3,2% para 4,1%. Rodolfo Margato, economista da instituição, também aponta a capacidade dos setores em se reinventarem após mais de um ano de pandemia. “Algo similar pode ter acontecido com as famílias. A utilização de canais virtuais para rotinas de trabalho e transações comerciais são exemplos nesta direção”, afirma. Com o otimismo mais contido, o Credit Suisse alterou a estimativa para a recuperação neste ano para avanço de 4%, ante 3,6% previsto anteriormente. Segundo a economista-chefe do banco, Solange Srour, a mudança veio depois de os indicadores apontarem que o fim de estímulos do governo, como o auxílio emergencial, não paralisou as atividades da forma que estava previsto inicialmente. “O dados econômicos para abril já reforçam o cenário positivo para a economia, com apenas um leve impacto do aperto das medidas de distanciamento social ao longo do mês”, afirma. Fonte: NTC&Logística
Principais dúvidas sobre a lei 14.151/21 e o afastamento da empregada gestante do trabalho presencial

A Lei 14.151, de 12/05/2021, que trata do afastamento da empregada gestante do trabalho presencial durante a pandemia decorrente da Covid-19, tem gerado dúvidas quanto à sua aplicação e selecionamos os principais questionamentos que temos recebido sobre esse importante tema. 1) A Lei 14.151/21 já está em vigor? Sim. De acordo com o artigo 2º, da Lei 14.151, ela entrou em vigor na data de sua publicação, ou seja, em 13/05/2021. 2) Qual o período de afastamento da gestante do trabalho presencial? A Lei 14.151/21, no artigo 1º, estabelece que a empregada gestante deverá permanecer afastada das atividades de trabalho presencial, durante a emergência de saúde pública de importância nacional decorrente do novo coronavírus. Logo, trata-se de um afastamento sem prazo definido e condicionado ao término do período de emergência de saúde pública decorrente da pandemia da Covid-19. 3) Como será definido o seu término? O período de emergência de saúde pública de importância nacional decorrente do novo coronavírus, de que trata o artigo 1º da Lei 14.151/21, não se confunde com o estado de calamidade pública que foi declarado pelo Decreto Legislativo 06, de 20/03/2020, que vigeu até 31/12/2020 e que não foi prorrogado. Logo a Lei 14.151/21 está em vigor, a partir de sua publicação, não estando condicionada a eventual prorrogação do estado de calamidade pública. Como a nova lei não estabelece um prazo final para o afastamento da gestante do trabalho presencial, na medida em que apenas menciona durante a emergência de saúde pública, para que o referido afastamento não fique sem prazo definido, entendemos que será necessária uma outra norma legal que declare, na época oportuna, o término do período de emergência de saúde pública. 4) A empregada gestante poderá trabalhar no período de afastamento? Sim. O artigo 1º, parágrafo único, da Lei 14.151/21, estabelece que a empregada afastada do trabalho presencial ficará à disposição para exercer as atividades em seu domicílio, por meio de teletrabalho, trabalho remoto ou outra forma de trabalho a distância. Vale lembrar que há diferenças entre o trabalho em domicílio, trabalho remoto e trabalho a distância. No trabalho em domicílio o trabalhador executa o seu ofício em sua habitação ou em oficina de família, por conta do empregador que o remunere (CLT, art.83). No trabalho remoto o empregado exerce as suas tarefas fora das dependências do empregador, com a utilização de tecnologias de informação e de comunicação, não necessariamente em seu domicílio, ou seja, ele pode estar em qualquer lugar até mesmo no exterior. A CLT trata do teletrabalho nos artigos 75-A a 75-E e a sua definição se encontra no artigo 75-B como sendo a prestação de serviços preponderantemente fora das dependências do empregador, com a utilização tecnologias de informação e de comunicação que, por sua natureza, não se constituem como trabalho externo. Sobreleva ressaltar que o artigo 6º, “caput” da CLT, dispõe que não se distingue entre o trabalho realizado no estabelecimento do empregador, o executado no domicílio do empregado e o realizado a distância, desde que estejam caracterizados os pressupostos da relação de emprego. O parágrafo único, do mesmo artigo, prescreve que os meios telemáticos e informatizados de comando, controle e supervisão se equiparam, para fins de subordinação jurídica, aos meios pessoais e diretos de comando, controle e supervisão do trabalho alheio. Portanto, se as tarefas inerentes à função da empregada gestante permitirem ela poderá trabalhar em seu domicílio, por meio de teletrabalho ou outra forma de trabalho a distância, cabendo ao empregador avaliar se tais atividades podem ser desenvolvidas nestas modalidades, haja vista que a empregada ficará à sua disposição. 5) Como proceder em relação às funções onde não há possibilidade de trabalho a distância, remoto ou a domicílio? Trata-se de um dos principais problemas trazidos com a Lei 14.151/21, pois o seu texto não menciona como poderá o empregador proceder caso as atividades da empregada gestante sejam incompatíveis com o trabalho em domicílio, teletrabalho, trabalho remoto ou a distância. São várias as funções, cujas atividades somente podem ser realizadas através do trabalho presencial, tais como: domésticas, motoristas, enfermeiras, fisioterapeutas, porteiras, faxineiras, farmacêuticas, médicas, dentre outras. Trata-se de uma lacuna na referida lei que esperamos possa ser suprida através de um decreto, pois não é jurídico e tampouco justo que o empregador seja obrigado a pagar os salários da empregada gestante sem a contraprestação dos serviços. Uma alternativa que pode ser avaliada diante da omissão legal é a prevista no artigo 392, par.4º, da CLT, que é a transferência de função, pois o inciso I, do referido dispositivo, garante à empregada, durante a gravidez, sem prejuízo do salário a transferência de função, quando as condições de saúde o exigirem, assegurada a retomada da função anteriormente exercida, logo após o retorno ao trabalho. Não se ignora a necessidade de preservação da saúde da gestante e do nascituro, inclusive no ambiente de trabalho, sendo louvável a preocupação do legislador em evitar o contágio do coronavírus pelas empregadas gestantes, mas não havendo possibilidade de trabalho durante o afastamento em função da incompatibilidade das atividades por elas exercidas com as modalidades de teletrabalho, trabalho a distância ou trabalho remoto, a nosso ver, quem deveria arcar com a remuneração nestes casos é a Previdência Social através da antecipação do benefício do salário maternidade. Todavia, enquanto não houver alteração ou regulamentação na Lei 14.151/21 que venha dispor de modo contrário ou que crie exceções, deve o empregador arcar com o pagamento dos salários em qualquer circunstância, tendo em vista que o artigo 1º, da Lei 14.151/21, estabelece que o afastamento ocorrerá sem prejuízo da remuneração. 6) O empregador é obrigado as pagar os salários da gestante mesmo que a função não permita que ela trabalhe em home office ou teletrabalho? Sim, pois a lei 14.151/21 não prevê exceções e dispõe que o afastamento deverá feito sem prejuízo da remuneração. Há uma tese jurídica que tem sido defendida de que o empregador não estará obrigado a pagar os salários da gestante quando a função não permita que ela trabalhe em regime de teletrabalho, trabalho remoto
DECOPE: hora parada – 2021

Por força dos §5º e 6º do artigo 11, da Lei 13.103, de 02 de março de 2015, todos os contratos firmados para carga e descarga deverão ser reajustados a partir de 17/04/2015, aplicando o percentual de 34,53%, que é resultado da variação anual (abril/15 a abril/21) do INPC/IBGE. Este percentual deve ser aplicado sobre o valor vigente em abril de 2015 de R$ 1,38 (um real e trinta e oito centavos) que passa a ser de R$ 1,86 (um real e oitenta e seis centavos) por tonelada ou fração. Observação: para o cálculo da hora parada deve-se considerar a capacidade total do veículo comercial. Art. 11. § 5º O prazo máximo para carga e descarga do Veículo de Transporte Rodoviário de Cargas será de 5 (cinco) horas, contadas da chegada do veículo ao endereço de destino, após o qual será devido ao Transportador Autônomo de Carga – TAC ou à ETC a importância equivalente a R$ 1,38 (um real e trinta e oito centavos) por tonelada/hora ou fração. § 6º A importância de que trata o § 5o será atualizada, anualmente, de acordo com a variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor – INPC, calculado pela Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE ou, na hipótese de sua extinção, pelo índice que o suceder, definido em regulamento. § 7º Para o cálculo do valor de que trata o § 5o, será considerada a capacidade total de transporte do veículo. § 8º Incidente o pagamento relativo ao tempo de espera, este deverá ser calculado a partir da hora de chegada na procedência ou no destino. § 9º O embarcador e o destinatário da carga são obrigados a fornecer ao transportador documento hábil a comprovar o horário de chegada do caminhão nas dependências dos respectivos estabelecimentos, sob pena de serem punidos com multa a ser aplicada pela Agência Nacional de Transportes Terrestres – ANTT, que não excederá a 5% (cinco por cento) do valor da carga.” (NR) Fonte: NTC&Logística
Testagem gratuita em tripulantes inicia em 31 de maio

Desde o início de abril, quando o Peru e o Chile implementaram medidas mais restritivas para ingresso em seus territórios, seguidos pela Argentina dias mais tarde, a ABTI levou a sua preocupação ao Prefeito de Uruguaiana, Ronnie Melo, iniciando essa caminhada. A Unipampa – Universidade Federal do Pampa, esteve junto desde o início buscando uma maneira de ajudar o setor. Logo em seguida, a ANTT, Itamaraty, Ministério da Saúde e Secretaria do Governo Federal uniram-se ao grupo para encontrar uma solução viável que atendesse a demanda do transporte rodoviário internacional de cargas. Com o auxílio da Secretaria de Saúde do Rio Grande do Sul, foi possível transformar a ideia da testagem em um projeto sólido e já em processo final de implementação. Mais uma vez, o estado do RS servindo de referência para os demais. O projeto contou ainda com o apoio do Dep. Frederico Antunes e da Secretária Arita Bergmann, que não somente mobilizou outras Prefeituras e Secretarias Municipais de Saúde, como também fortaleceu esta missão conquistando o apoio da Polícia Rodoviária Federal e do Exército Brasileiro. O apoio da PRF é fundamental para o desenvolvimento do projeto, visto que a mesma irá orientar os tripulantes sobre a localização pontos de coletas e locais para estacionamento. A partir do dia 31 de maio, em todos os pontos de coletas previamente estabelecidos, o Projeto Vigilância de Fronteiras iniciará a coleta para testagem de Covid-19, com exames RT-PCR, nos tripulantes que transportam cargas pelas fronteiras com a Argentina e Chile. Confira os pontos de coleta: Município de Osório – Atendimento Covid-19Rua Santos Dumont, 480 – Centro. Horário: das 8h às 20h de segunda a sexta-feira. Telefone: 51 3601-3366. Município de Passo Fundo – Posto Cais PetrópolisAv. Brasil Leste, 31 – Bairro Petrópolis. Horário: 24h/dia de segunda a segunda-feira. Telefone: 54 3327-2829. Município de Vacaria – Centro de Testagem Covid – Escola João Alberto P BorgesRua Vidal de Negreiros, 419 – Bairro Glória. Horário: 7h30 às 12h30 e das 13h às 17h de segunda a sexta-feira. Telefone: 54 3231-6453. Município de São Marcos – US GripalRua Professor Francisco Stawinski, 420 – Bairro Francisco Doncatto. Horário: 7h30 – 11h30 e 13h30 – 19:30h de segunda a sexta-feira. Telefone: 54 9 9952-8649. Município de Bento Gonçalves – Atendimento Covid-19Rua Goiânia, 590 – Bairro Botafogo. Horário: 9h às 17h30 de segunda a sexta-feira. Telefone: 54 3771-4251 Município de Canoas – Praça do AviãoRua Teixeira de Freitas – Centro. O horário será definido na próxima semana Município de Uruguaiana – CERESTPorto Seco Rodoviário de Uruguaiana. O horário será definido na próxima semana. Poderão ainda ser incluídos nas rotas de testagem os municípios de Caxias do Sul e Cachoeirinha. Para realizar a testagem o tripulante deverá se identificar no posto de coleta apresentando o MIC/DTA e um documento com foto. As análises serão realizadas pelo LACEN/RS – Laboratório Central do Estado do RS, recebendo tratamento prioritário. Os resultados das amostras serão encaminhados para o LAFRON – Laboratório de Fronteira, em Uruguaiana. A ABTI agradece o apoio incansável da ANTT, Itamaraty, SEGOV, Ministério da Saúde, Secretarias Estaduais e Municipais, Prefeituras e da Unipampa que não mediram esforços para encontrar uma solução que atendesse a demanda encaminhada pela entidade. O que iniciou como uma simples ideia, após unir as pessoas certas, com perseverança e dedicação, transformou-se em um grande projeto que servirá de exemplo para outras localidades. Juntos seremos mais fortes, sempre! Fonte: ABTI
CNT amplia linhas de ação ambiental no transporte rodoviário

O Serviço de Orientação Ambiental ao Transportador (SOAT) visa a expandir as ações de sustentabilidade dos segmentos de cargas e passageiros A partir desta sexta-feira, 21, entra em funcionamento o Serviço de Orientação Ambiental ao Transportador (SOAT). Trata-se de uma ação desenvolvida de forma gratuita pela Confederação Nacional do Transporte (CNT) que visa a acompanhar as medidas ambientais de sustentabilidade das empresas do transporte rodoviário de cargas e de passageiros, para reforçar o desenvolvimento de boas práticas de sustentabilidade do setor. O SOAT começa como projeto-piloto, com a adesão inicial da Fetronor (Federação das Empresas de Transporte de Passageiros do Nordeste), da Fetralse (Federação das Empresas de Transporte de Passageiros dos estados de Alagoas e Sergipe) e da Fetranspar (Federação das Empresas Transporte de Cargas do Estado do Paraná). As três juntas podem alcançar 564 empresas de passageiros e de cargas em um ano. Na primeira etapa do SOAT, um questionário será enviado aos gestores do transporte rodoviário para, na sequência, ser realizado o diagnóstico da empresa e emitir um indicador de desempenho ambiental. O procedimento permite sinalizar quais pontos necessitam de maior atenção por parte do transportador e indicar o que pode ser ajustado. O SOAT faz parte do Programa Ambiental do Transporte – o Despoluir, iniciativa da CNT em parceria com o SEST SENAT, em atividade há mais de 13 anos. Ao longo de sua trajetória, o Despoluir já promoveu 3,2 milhões de avaliações veiculares ambientais, atendendo mais de 55 mil transportadores, engajando-os em ações de responsabilidade ambiental e contribuindo para a melhoria da qualidade do ar, especialmente nos grandes centros urbanos. Fonte: Agência CNT Transporte Atual
Sistema CNT lança série de podcasts sobre as privatizações

Produzidos pela Agência CNT Transporte Atual, episódios trazem entrevistas com especialistas no assunto e abordam processos de privatização bem-sucedidos A privatização de serviços e ativos é considerada uma alternativa para Estados que perderam o poder de investimento e têm dificuldade de conservar a infraestrutura. O tema está na ordem do dia graças ao empenho do governo em avançar o Plano Nacional de Desestatizações, o PND. Atenta a esse cenário, a Agência CNT Transporte Atual produziu uma série de podcasts rica em informações e conceitos, que está sendo lançada, oportunamente, durante o 3º Fórum CNT de Debates, cujo tema é “Infraestrutura, concessões e privatizações”. Ao longo de três episódios, são abordadas as oportunidades resultantes de processos de privatização. Para isso, foram entrevistados renomados especialistas, como, por exemplo, os economistas Claudio Frischtak, presidente da Inter. B, e Ricardo Jacomassi, da TCP Partners. O material será disponibilizado na Agência CNT Transporte Atual e no canal da CNT no Spotify. Ouça aqui o programa de estreia. Fonte: Agência CNT Transporte Atual
Sistema CNT lança a Agenda Institucional Transporte e Logística 2021

Documento detalha atuação da CNT junto aos três Poderes, em prol das empresas de transporte A CNT (Confederação Nacional do Transporte) atua, ativamente, para representar e defender os interesses dos transportadores brasileiros, tanto na esfera legislativa quanto perante os poderes Executivo e Judiciário. Esse trabalho de relações institucionais é detalhado pela Agenda Institucional Transporte e Logística 2021, lançada durante o 3º Fórum CNT de Debates. O documento contempla projetos de lei em trâmite no Congresso Nacional que versam sobre temas estratégicos para o setor, sempre destacando o posicionamento do Sistema CNT, seja ele favorável, parcialmente favorável ou oposto ao texto em questão. Além disso, a agenda traz um resumo das ações afetas ao transporte e que aguardam julgamento por parte dos Tribunais Superiores – muitas delas, inclusive, têm a CNT como amicus curiae (amigo da corte). “A Agenda Institucional Transporte e Logística 2021 é mais do que um instrumento que compila os esforços da CNT para encaminhar as demandas do setor face aos Poderes constituídos – ela é o testemunho de um trabalho incansável de demonstrar à sociedade a essencialidade da atividade transportadora”, afirma o presidente da CNT, Vander Costa. A Agenda Institucional Transporte e Logística 2021 pode ser baixada aqui. Fonte Agência CNT Transporte Atual
Desafios para o investimento em infraestrutura marcam último dia do Fórum CNT de Debates

Evento discutiu a morosidade nas obras, a qualidade dos projetos e as dificuldades de investimento do governo Promovido nesta quinta-feira (20), o segundo dia do 3º Fórum CNT de Debates foi marcado por discussões sobre os desafios do Brasil para o investimento em infraestrutura e sobre as ações do governo para tentar criar um ambiente de negócios atrativo para o capital privado. Durante o evento, que foi transmitido pelo canal da CNT no YouTube, foram lançadas a Agenda Institucional Transporte e Logística 2021 e a série de podcast Privatizações. O presidente da CNT, Vander Costa, reforçou que a transferência de ativos públicos para a iniciativa privada, diante da atual conjuntura do país, é a única forma de promover o crescimento econômico sustentável e gerar empregos. O ministro do TCU (Tribunal de Contas da União) chamou a atenção, em sua fala, para a morosidade na conclusão de obras no Brasil, com mais de 60% registrando atrasos. “Mudamos o TCU para fazer o trabalho preventivo. Implantamos aqui a tese da governança. É necessário fazer plano de parcerias para ter uma matriz menos dependente do modal rodoviário e para que possamos melhorar a competitividade da nação.” O orçamento do Dnit (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes) é o menor dos últimos 20 anos, o que põe em risco o desenvolvimento de novos corredores de exportação e a manutenção adequada dos que já existem. O alerta foi dado pelo senador Wellington Fagundes (PL-MT), presidente da Frenlogi (Frente Parlamentar de Logística e Infraestrutura). “Não dá para duplicar rodovias, fazer manutenção e garantir segurança nas estradas sem recursos adequados.” Diante desse cenário, Fagundes defendeu a urgência na aprovação da PEC 01/2021, de sua autoria, que obriga o reinvestimento de 70% dos recursos que são arrecadados pelo governo nos leilões de privatizações/concessões de infraestrutura no próprio setor. O deputado federal Diego Andrade (PSD/MG), líder da maioria na Câmara, exaltou a integração dos transportadores com o Parlamento e o Judiciário para buscar soluções para os desafios do setor e destacou o trabalho de modernização regimental realizado pela Câmara, simplificando e diminuindo procedimentos e fazendo os temas andarem, como a questão do licenciamento ambiental. Projetos de infraestrutura Para apresentar o que o governo vem fazendo na área de projetos de infraestrutura, o secretário de Parcerias em Transporte, substituto da Secretaria Especial do Programa de Parcerias de Investimentos, Leonardo Maciel, explicou que o PPI, hoje em dia, funciona como um hub que conecta vários interessados e stakeholders, que fazem os projetos de infraestrutura. “Trabalhamos com os pilares de governança, transparência, projetos bem estruturados e aprimoramento técnico. Com projetos estourados, o parceiro privado entenderá que há segurança para investir.” Ao reconhecer o esforço do governo federal para implementar uma agenda de infraestrutura, o presidente da ABCR (Associação Brasileira de Concessionárias de Rodovias), Marco Aurélio Barcelos, pontuou que não há recursos públicos suficientes para mobilizar investimentos em todos os modais e que não há a menor dúvida de que o Brasil terá o maior e mais robusto programa de concessões rodoviárias de todo o globo. Segundo ele, o investimento em infraestrutura deve ser tratado como política de Estado e ter a mesma relevância que o investimento em saúde, educação e segurança. “Vale a pena investir em infraestrutura.” Ele informou que, em 25 anos de concessões rodoviárias no Brasil, foram investidos mais de R$ 228 bilhões em vias que têm as melhores condições para os usuários. O diretor executivo da CNT, Bruno Batista, lembrou que o investimento da União em transporte, neste ano, será o menor dos últimos 20 anos ao comparar os montantes de cada ano, corrigidos pela inflação. O valor autorizado para os investimentos deste ano no setor será de R$ 7,4 bilhões. Comparado esse valor com o montante autorizado no ano passado, a redução é de R$ 3,2 bilhões. Batista ressaltou a importância do papel de investidor do Estado e afirmou que investimentos privados, sozinhos, não serão suficientes para solucionar os problemas hoje existentes. “A gente não pode arriscar todo o estoque de infraestrutura que foi constituído.” Financiamento Entre os entraves para a atração de capital privado e para proporcionar um ambiente com segurança jurídica aos investidores, o presidente da Febraban (Federação Brasileira de Bancos), Isaac Sidney, destacou o baixo crescimento da economia brasileira nas últimas décadas, o que derrubou os investimentos e a produtividade, que ainda sofre com um péssimo ambiente de negócios. Ele também chama a atenção para a elevação dos gastos públicos, o que esgotou a poupança pública, e da dívida pública. “A gente precisa reconhecer que o setor público esgotou sua capacidade de investimentos. E ainda não fomos capazes de garantir as condições ideais para que o Brasil se torne um terreno fértil.” Nesse sentido, o superintendente da Área de Saneamento, Transporte e Logística do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), Leonardo Pereira, declarou que, com uma boa regulação e um bom contrato de concessão, é possível atrair investidores. Ele detalhou a carteira de projetos do Banco e informou que há mais de R$ 130 bilhões em investimentos a serem licitados no setor de infraestrutura. Representante do CAF (Banco de Desenvolvimento da América Latina) no Brasil, Jaime Holguín, disse que, quando o assunto é investimento, do ponto de vista do financiador, ele se depara com alguns desafios: a qualidade dos estudos e projetos é fundamental; a importância da liderança de gestores comprometidos com os programas e projetos; a capacidade técnica de execução; os programas de alto impacto; e a criação de manutenção de parcerias. Veja a cobertura do primeiro dia de Fórum CNT de Debates Fonte: Agência CNT Transporte Atual
Grupo Apisul comemora 36 anos com investimentos no seu ecossistema de negócios

Reforço em tecnologias, modernização da filial São Paulo e lançamento de uma plataforma de educação corporativa estão entre os avanços da empresa O Grupo Apisul chega aos 36 anos, comemorados em 21 de maio, inserido no contexto da indústria 4.0 com o reforço de tecnologias e apostando em seu ecossistema de negócios para atender o setor de transporte de cargas. Mesmo durante a pandemia, a empresa fez investimentos em inovações e ampliou conhecimentos para trazer estratégias mais eficazes em seus produtos e serviços. “Trabalhar com um modelo de empresas conectadas nos permite ter mais agilidade, pois, dessa maneira, conseguimos simplificar toda a jornada do cliente. Temos muitos desafios para os próximos anos, mas seguimos confiantes. Nossos investimentos em transformação digital e a modernização da filial São Paulo são exemplos do nosso comprometimento com o desenvolvimento do Grupo Apisul”, revela o presidente Paulo Cunha. Compartilhar conhecimento também é um princípio do Grupo Apisul. Para isso, a empresa busca reforçar a equipe com colaboradores e gestores com expertise de mercado. “Pessoas são essenciais para a melhoria contínua de uma empresa. Por isso, também vamos lançar uma universidade corporativa que é um ambiente virtual com conteúdo de aperfeiçoamento para colaboradores, clientes e parceiros”, explica. A ideia é que esse espaço reúna informações para todos os públicos que têm relações com a empresa. Hoje, o Grupo conta com mais de 2 mil clientes ativos, está presente em dez filiais comerciais nas principais cidades brasileiras e tem o certificado de qualidade internacional da ISO 9001:2015. A ampliação das operações para pontos estratégicos do país viabiliza a construção de estratégias mais eficazes para os modelos de negócios dos clientes e parceiros. Referência no mercado, mas sem perder a essência, o Grupo Apisul segue percorrendo um caminho de quem conhece bem a realidade das estradas brasileiras e é movido por novos horizontes. Sobre a Apisul No mercado desde 1985, o Grupo Apisul possui uma cadeia completa e integrada de soluções para o setor de transporte de cargas. São mais de 360 mil viagens monitoradas, 1,6 milhão de perfis cadastrados no Multicadastro e 46 bilhões em mercadorias seguradas por mês. Presente em todo território nacional, com matriz em Porto Alegre, dez filiais comerciais nas principais cidades e equipe de campo em todo o país, a Apisul oferece serviços customizados em seguros, gerenciamento de riscos, inteligência logística, regulação de sinistros e meios de pagamento. Trabalha com o modelo de gestão completa de todas as etapas das operações de transporte, com as melhores soluções para a operação de cada cliente. Fonte: APISUL