Especialistas defendem arrecadação do Sistema S em artigo

Na visão deles, tem sido recorrente a proposição de obrigar o Sistema S a bancar os inevitáveis gastos públicos, apesar de seus recursos e suas entidades não integrarem o orçamento fiscal da União O economista e professor do IDP (Instituto Brasiliense de Direito Público), José Roberto Afonso, e o analista do Senado Federal e especialista em orçamento público, Leonardo Ribeiro, defendem, em artigo, a manutenção da arrecadação compulsória ao Sistema S. Veja a seguir a íntegra do texto, publicado originalmente no site da Conjur. Não há tentação maior do que prometer um benefício, ainda mais para eleitores, e transferir a conta para terceiros. É uma pedalada olímpica. Nesse sentido, o orçamento público no Brasil parece que disputa uma prova de salto em distância para se afastar das premissas éticas que cercam princípios orçamentários e regras fiscais, por vezes até constitucionais. Na corrida das finanças públicas, a alcunha de pedalada fiscal se aplica aos atos de governo que buscam driblar as regras fiscais em vigor para viabilizar a criação de novos programas ou para demonstrar uma situação fictícia das contas públicas [1]. À medida em que se aproxima da reta de chegada das eleições, esse distanciamento ganha ainda mais força: não há nada mais tentador do que oferecer uma benesse que não precisa ser paga pelo benfeitor. Neste ano que antecede as eleições, voltaram à cena ideias e propostas para financiar ações sociais sem autorização orçamentária e com recursos de entidades privadas. É o caso recente da iniciativa para criar um bônus financeiro destinado a jovens trabalhadores. Ainda que dependa de lei, constituindo inegavelmente um programa de governo, a regulamentação dessa nova assistência social vem se materializando por atos públicos que criam gastos sem observância das regras fiscais em vigor. A fim de se transferir o custo do programa para entidades privadas, tem sido recorrente a proposição de obrigar o Sistema S a bancar os inevitáveis gastos públicos que cercam o bônus para jovens trabalhadores, apesar de seus recursos e suas entidades não integrarem o orçamento fiscal da União. Antes de tudo, a Constituição de 1988 universalizou o orçamento e determinou que nele seja incluído toda e qualquer despesa do governo, seja da Administração direta, seja da descentralizada. Por sua vez, a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) de 2000, entre outras regras, passou a exigir a compensação fiscal na criação de despesas obrigatórias de caráter continuado. É preciso aumentar receita ou reduzir despesa de forma permanente para compensar medidas que acarretem maior gasto corrente obrigatório. A esse aparato institucional soma-se a emenda constitucional de 2016 que fixou um teto de variação dos gastos federais atrelado à taxa de inflação. Para o próximo ano, o Poder Executivo federal contaria com uma restrita margem fiscal para novas despesas tendo em vista, entre outras medidas, a elevação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) e dos precatórios judiciais. Críticas à má gestão de recursos e defesa de objetivos sociais têm sido usados como argumento que justificaria a transferência de obrigações estatais para entidades dos Serviços Nacionais de Aprendizagem (Sistema S). Essa engenharia fiscal acompanha um bordão repetidamente anunciado pelo Ministério da Economia: “Vamos passar a faca no Sistema S”. Mas é justamente o oposto desse bordão o que se pretende fazer na prática quem isso defende: não se cortaria gasto, mas o aumentaria e ainda o esconderia — no caso de criar um benefício assistencial e o pagar e tramitar por fora do orçamento público. Proposta em tramitação no Congresso pretendia criar um auxílio financeiro para jovens contratados na forma do Bônus de Inclusão Produtiva (BIP). Tomando o salário mínimo por referência, seria pago até um quarto do número de horas de trabalho pactuadas, respeitando-se o limite de R$ 275. O novo programa assistencial custaria uma boa grana: R$ 17,2 bilhões entre os anos de 2022 e 2026 [2]. A fim de se viabilizar o novo programa social driblando as regras de controle do gasto público, tendo em vista seu elevado custo, a proposta articulada pelo governo no Congresso busca saídas com base em manobras específicas. A primeira manobra é aquela que evita o caput do artigo 17 da LRF, em que se exige compensação fiscal de medidas que aumentam gastos correntes, obrigatórios e de caráter continuado. A intenção da LRF com esse dispositivo é promover revisões de gastos ou do sistema tributário mediante compensação fiscal quando há criação de nova despesa. A regra não se aplica a investimentos e inversões financeiras para justamente incentivar a qualidade do gasto nesse sentido. Para efeito de compensação, a LRF exige demonstração de que a nova despesa não afetaria as metas de resultado fiscais estabelecidas na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO). Para tanto, a lei oferece duas vias compensatórias: aumento permanente de receita ou redução permanente de despesa. Em tempos de proximidade das eleições, esse mecanismo torna-se um desafio. Isso porque quaisquer medidas que aumentem despesa pública com atributos tipicamente assistenciais e de curto prazo — corrente, obrigatório e continuado — implicariam perda para algum segmento da sociedade como decorrência da redução de despesa ou do aumento de impostos. Nesse contexto, uma forma de driblar o comando legal da LRF é desenquadrar a nova despesa como continuada, desobrigando o gestor a adotar medidas de compensação. De acordo com a justificativa do último relatório da MP 1.045, o novo programa social para jovens trabalhadores seria “custeado pela União, até o final de 2021, com base no valor horário do salário mínimo, limitado a 11 horas semanais. Para os anos seguintes, o encargo passa para o Sistema S, podendo, em caráter complementar, nos termos de regulamento aprovado pelo Ministério da Economia, ser pago com recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador e do Fundo de Combate e Erradicação da Pobreza”. Nota-se que o orçamento da União bancaria temporariamente o auxílio financeiro, desqualificando-o como despesa continuada. Dessa forma, o Poder Executivo federal consegue contornar o artigo 17 da LRF, bancando o BIP sem compensação fiscal. A segunda manobra para viabilizar o BIP envolve um dos mais importantes princípios dos orçamentos:

Afrânio Kieling fala sobre os 62 anos do Setcergs

Afrânio Kieling, presidente do Sistema Fetransul fala sobre os 62 anos do Setcergs e reforça o excelente trabalho do sindicato em prol do TRC gaúcho. No vídeo João Pierotto, ex-presidente do Setcergs destaca a importância da entidade para o setor. Confira na íntegra: https://www.youtube.com/watch?v=SCq08K98M0c

Sindicar realiza a 34º Procissão de São Cristovão em Carazinho

No dia 01 de agosto, aconteceu mais uma edição da procissão em homenagem ao colono e motorista em Carazinho. A procissão de São Cristovão que chegou em sua 34º edição, com organização do Sindicar. Em 2020 o evento que é tradicional não aconteceu devido a pandemia, este ano a procissão não contou com a missa em frente ao capitel na BR386, aonde somente uma bênção foi realizada junto a imagem de São Cristovão, logo após os motoristas saíram em carreata pela BR386 em direção ao trevo norte da cidade, neste ano a novidade foi a participação de mais de 60 motociclistas que logo atrás da imagem conduziram a carreata. Passando pela Av. Flores da Cunha em toda a sua extensão, a carreata encantou a toda a comunidade que de suas casas, sacadas de apartamentos, deixavam o seu sinal de apoio a todos aqueles que conduzem o desenvolvimento. Neste ano também impressionou o número de veículos leves participando, segundo Moisés Santos presidente do Sindicar, o evento deste ano foi maior que de anos anteriores, superando as expectativas, já que devido a pandemia poderia haver baixa participação, também destacou “ um momento de fé, para todos os motoristas e familiares, que esperam sempre por está data e para participar da carreata”. A bênção a todos que participaram foi em frente a paróquia Nossa Senhora de Fátima, o tradicional almoço com churrasco que sempre acontecia no local neste ano devido a pandemia foi transferido para o centro de eventos Q’assado, em formato de Drive Tru, somente retirada. O presidente Moisés Santos declarou “ agradecer a todos que atenderam o chamado, as autoridades de segurança, policia rodoviário federal e departamento de trânsito municipal que fizeram o acompanhamento da carreata, as famílias, e também neste ano em especial a participação do grupo de motociclistas 299 Race Club, esperamos todos no próximo ano.” Texto: Samir Oliveira Fotos: Milena de Aquino/ Samir Oliveira

Aniversário SETCERGS: experiência e novos caminhos

Saiba mais sobre a atuação do sindicato e a programação para o mês de agosto Fundado no dia 05 de agosto de 1959, o Sindicato das Empresas de Transportes de Carga e Logística do Rio Grande do Sul comemora o aniversário com foco em levar evolução para transportadoras e pessoas. Dentro da programação dos 62 anos do SETCERGS, estão o anúncio de novos serviços, a ampliação de parcerias e descontos e a oferta de cursos de qualificação para o crescimento profissional de quem faz o transporte de cargas. A data será celebrada numa reunião especial de diretoria, marcada para o próximo dia 10. Também estão agendadas visitas à transportadoras durante o mês de aniversário, com atividades e orientações relacionadas à saúde e bem-estar dos colaboradores. E a tradicional Feijoada Beneficente do Núcleo de Ação Social (NAS), com renda revertida para entidades assistenciais, que acontece no dia 28 de agosto. O SETCERGS é referência de representação empresarial. Tem como marcos da sua história a criação da TranspoSul, maior feira de transporte e logística do Sul do país e a participação como um dos fundadores do primeiro Banco de Alimentos do Brasil, em Porto Alegre. Recentemente, lançou o Connect Now, iniciativa que aproxima as transportadoras de startups que podem oferecer soluções inovadoras para os negócios. O sindicato também estabelece relações com o poder público e com a comunidade, visando o atendimento de demandas em infraestrutura, legislação e demais questões pertinentes, além de desenvolver práticas de formação para o setor e de responsabilidade social. Este ano, destacam-se a ação, junto às prefeituras gaúchas, pela vacinação dos colaboradores do transporte rodoviário de cargas; e a luta por concessões de rodovias com valores mais justos de pedágio. Fonte: SETCERGS

ANTT realiza cerimônia de apresentação da nova Diretoria Colegiada

Colegiado passa a ficar completo, com cinco diretores efetivos A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) realizou, nesta quinta-feira (5/8), a solenidade de apresentação dos novos diretores da ANTT, nomeados pela Presidência da República em 20 de julho e empossados no fim do mês passado. A nova composição é formada por Alexandre Porto Mendes de Souza, Fábio Rogério Teixeira Dias de Almeida Carvalho, Guilherme Theo Rodrigues da Rocha Sampaio e Rafael Vitale Rodrigues, que exercerá o cargo de diretor-geral. Assim, a Diretoria Colegiada da ANTT fica completa, com cinco diretores. Davi Barreto é diretor efetivo desde 2019. O evento ocorreu na sede da Agência, em Brasília (DF), e foi restrito a um número reduzido de participantes, seguindo os protocolos de saúde previstos na legislação vigente, em decorrência da pandemia do novo coronavírus (Covid-19).  Para o novo diretor-geral, Rafael Vitale, a ANTT tem a missão, especialmente, de movimentar e conectar o Brasil: “Comprometimento, lealdade e união são fundamentais para vitória. Com o time cheio de craques da ANTT, precisamos jogar juntos para consolidar o papel institucional da Agência: harmonizar os interesses do Estado, do governo, dos agentes regulados e dos usuários. Será preciso muito diálogo para atingir o equilíbrio do famoso triângulo da regulação e, principalmente, bom senso para a tomada de decisões”. Alexandre Porto, servidor de carreira da casa,também realçou a competência da equipe da ANTT, com a qual vai continuar trabalhando para” garantir decisões técnicas, imparciais, com diálogo e, acima de tudo, buscar promover segurança jurídica e estabilidade regulatória para realização de investimentos que nosso país tanto precisa”. Fábio Carvalho, também servidor efetivo da Agência, afirmou que vai pautar sua atuação em três aspectos: cérebro, coragem e coração: “Cérebro para trabalhar racionalmente e entregar o nosso melhor. Coragem significa fazer o que é certo, não o que é fácil. Ter coragem, como regulador, para mudar o status quo quando necessário. E, por último, trabalhar com coração é se dedicar em prol de um propósito, por acreditar que existe um bem maior”. Guilherme Sampaio, por sua vez, ressaltou que vai atuar com base na “autonomia e independência da Agência, no interesse social, na promoção do desenvolvimento socioeconômico, na qualidade do serviço de transporte, na liberdade de escolha e no estímulo à competitividade”. E concluiu: sempre preservando o interesse público. Por fim, o secretário-executivo do Ministério da Infraestrutura (Minfra), Marcelo Sampaio, destacou a importância de ter uma diretoria completa, efetiva, técnica, com toda autonomia e capacidade para entregar tudo que o Brasil precisa para os transportes terrestres. “Estamos consolidando uma agência reguladora forte, com uma agenda robusta e ousada no setor de ferrovias, rodovias, cargas e passageiros. Vamos equilibrar a matriz de transportes do país”, assegurou. Foto de Capa: Da esquerda para direita: Davi Barreto, Fábio Carvalho, Rafael Vitale, Marcelo Sampaio, Alexandre Porto e Guilherme Sampaio Fonte: gov.br

Talks é o novo modelo de serviço do SEST SENAT para levar informação à população

O Talks é um novo modelo de palestras de curta duração com informações e conhecimentos rápidos e de qualidade, para assistir quando e onde quiser. O conteúdo está disponível no YouTube e pode ser acessado individualmente, indicado pelas empresas aos colaboradores e até utilizado em programas de desenvolvimento e qualidade de vida.  A iniciativa foi lançada nesta segunda-feira, 2 de agosto. A cada mês, serão divulgados três vídeos, que ficarão disponíveis por tempo determinado. As palestras têm duração de cinco a 12 minutos e abordam temas nas áreas de saúde, qualidade de vida e qualificação profissional, de forma dinâmica e atrativa. O conteúdo é gravado por profissionais das unidades operacionais de todo o Brasil. As primeiras palestras disponibilizadas tratam de conhecimentos e atitudes que ajudam a evitar problemas de saúde. Os temas são: “má postura e seus vícios”, “exercícios diários para melhorar a sua saúde” e “diabetes melhora com exercícios?”. Para receber o link para acessar o conteúdo, clique aqui e preencha o formulário. Fonte: SEST SENAT

Sexta turma da Certificação Internacional Aviation Management alcança voo

Aula inaugural ocorreu nesta quinta-feira (5), na edifício-sede da CNT, em Brasília Os 31 alunos que formam a sexta turma da Certificação Internacional Aviation Management foram recepcionados nesta quinta-feira com um evento especial – foi a primeira aula inaugural lecionada presencialmente desde o início da pandemia de covid-19. O curso é coordenado pelo ITL (Instituto de Transporte e Logística) e promovida pelo SEST SENAT, ambas entidades do Sistema CNT. Ele conta com a cooperação da Abear (Associação Brasileira das Empresas Aéreas) na divulgação da seleção entre os empregados das companhias aéreas associadas. O conteúdo é de responsabilidade da renomada Embry-Riddle Aeronautical University, escola norte-americana com mais de 90 anos de tradição. O presidente da CNT (Confederação Nacional do Transporte), Vander Costa, abriu a jornada, dando boas-vindas à nova geração de estudantes. “O momento de pandemia nos colocou em xeque. Fomos obrigados a pensar diferente, a criar alternativas. O Sistema CNT acredita que a única alternativa para superar a crise é o conhecimento. Por isso, dar início à sexta turma da Certificação Internacional Aviation Management é um motivo de muita alegria. Estamos com a consciência tranquila de estar oferecendo a possibilidade de o transporte aéreo se reinventar. E nada melhor do que contar com a parceria da Embry-Riddle para trazer esse conhecimento para os brasileiros”, afirmou. Na sequência, falou Eduardo Sanovicz, presidente da Abear (Associação Brasileira das Empresas Aéreas). “Quando idealizamos este programa, o intuito era criar espaços de integração da indústria que não existiam. Cada um tem a sua origem, sua empresa, sua função, mas a sala de aula é um espaço de intercâmbio, de troca. Portanto, troquem experiência. Nesta turma, termos colegas de quatro empresas: Gol, Latam, Azul e Líder. São quatro histórias corporativas que podem se integrar. Tenho certeza que, a partir dessa troca, surgirão coisas superinteressantes. O conhecimento que vocês vão adquirir aqui pode e deve ser usado em temas de interesse da nossa vida cotidiana”, instigou. O presidente da Azul Linhas Aéreas, John Rodgerson, defendeu a cumplicidade entre os calouros em seu discurso. “Em 90% do tempo, nós não somos concorrentes. Estamos na mesma página e unidos enquanto indústria, para sempre melhorar. E nós podemos fazer muito mais para desenvolver o país. Vamos sonhar. Se quisermos chegar a um nível muito desenvolvido, como o do Chile, por exemplo, vamos precisar de mais 1 mil aeronaves a mais”, disse ele. E incentivou: “Sabe o que precisamos para fazer tudo isso? Nós precisamos de líderes, de pessoas com coragem para ajudar a indústria a crescer. E essas pessoas são vocês”. Paulo Kakinoff, presidente da Gol, concordou que a ambiência criada em sala de aula é um diferencial importante da Aviation Management. “Acho que a beleza do regime de livre concorrência, que é o maior gerador de valor, é justamente proporcionar a forma apaixonada como competimos, mas o espírito que se sobrepõe a tudo isso é o do desenvolvimento da indústria”, defendeu. “Cada um dos presentes foi indicado por seus gestores e pelas respectivas empresas. Isso gera diversos compromissos, mas acima de tudo, sejam comprometidos com a busca incessante pelo aprendizado”, concluiu. Diretora adjunta do ITL, Eliana Costa apresentou o trabalho do instituto, que acaba de completar 8 anos de atividades, tendo proporcionado programas de educação para mais de 700 empresas do setor de transporte. Aos estudantes, ela endereçou palavras de apoio. “Vocês, como gestores de grandes empresas, sabem o que é ser resiliente. Qualquer instituição, se quiser se manter no mercado, precisa entender o que é inovação. Durante a pandemia, o setor aéreo teve de se reinventar. No curso, vocês vão perceber que o trabalho de cada um impacta no do outro. Nós temos de fazer a diferença no setor transportador. E a diferença é feita com competência. Aqui, vocês vão adquirir competências. Aproveitem a oportunidade”, celebrou. A estrutura e a missão do SEST SENAT foram detalhadas por Nicole Goulart, diretora executiva nacional da entidade. Ela ressaltou os atendimentos em saúde e em desenvolvimento profissional, ofertados gratuitamente a todos os trabalhadores do setor. “Parabéns aos que chegaram aqui. Esta solenidade é um rito de passagem. Vai ser árduo, mas valerá a pena. É um privilégio trabalhar para empresas comprometidas com educação. Não é qualquer empresa que, em meio a uma crise, libera seus quadros para fazer cursos de qualificação. Então, saibam da missão, do comprometimento com melhorias nas empresas de vocês, sejam essas melhorias incrementais ou disruptivas”, provocou. Por sua vez, John Watret, chanceler Embry-Riddle, discorreu sobre as qualidades do programa ofertado. “Vocês, estudantes, são a razão de estarmos aqui. O comprometimento e a participação de todos é de fundamental importância para o programa. Tivemos um número elevado de inscrições, o que tornou a seleção muito difícil. Nós os saudamos por terem vencido essa etapa e, agora, aguardamos ansiosamente suas futuras realizações. Podem ficar orgulhos de si mesmos. Será uma jornada de 15 meses. O programa foi estruturado de modo a permitir que cada um de vocês coloque em prática o conhecimento acumulado no dia a dia das suas empresas, preparando-os para assumir papéis de liderança no futuro.  A gama de disciplinas foi concebida para preencher as necessidades previamente identificadas. Estamos confiantes que a instrução que vocês receberão engrandecerá as companhias em que trabalham e a indústria como um todo”, garantiu. Fonte: Agência CNT Transporte Atual

ITL e SEST SENAT oferecem formação de nível internacional para o setor aquaviário

Certificação desenvolvida em conjunto com a STC e a Erasmus UPT abrirá turmas em breve O ITL (Instituto de Transporte e Logística) e o SEST SENAT (Serviço Social do Transporte e Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte) oferecerão a Certificação Internacional em Gestão do Transporte Aquaviário e Integração Multimodal. O curso, voltado para executivos, gestores e técnicos do setor, trará, de forma inédita, uma qualificação profissional de excelência, que abordará aspectos, como infraestrutura, logística, sistemas de transporte, tecnologia, gestão e tomada de decisão com foco nesse modo de transporte e em operações intermodais. O curso será ministrado pelo Shipping and Transport College Group (STC Group), provedor internacional de educação em transporte e logística marítima, com sede na Holanda, juntamente com a Eramus Centre for Urban, Ports and Transport Economics (Erasmus UPT). A certificação integra o Programa Avançado de Capacitação do Transporte, realizado desde 2013 pelo ITL e pelo SEST SENAT. “Essa nova certificação internacional apoia o setor, no Brasil, para que responda às tendências globais e às mudanças no que diz respeito às novas habilidades necessárias para lidar com os desafios que surgem. Qualificar o capital humano que está à frente das empresas do modal é medida importante para apoiar a competitividade do segmento”, afirma o diretor-executivo do ITL, João Victor Mendes. Com esse lançamento, o ITL expande as ações de capacitação avançada para a alta gestão, que já conta com certificações internacionais para os modais aéreo e ferroviário, além de três pós-graduações com foco no setor transportador oferecidas a todos os modais: Gestão de Negócios, Gestão de Recursos Humanos e Gestão de Finanças. Em oito anos de atividades, o ITL já contemplou mais de 700 empresas. Passaram pelas salas de aula, 2.446 alunos, distribuídos em 61 turmas. Fique atento A Certificação Internacional em Gestão do Transporte Aquaviário e Integração Multimodal terá carga horária mínima de 360 horas. Mais informações sobre o curso podem ser obtidas no email inteligencia@itl.org.br.  Todos os detalhes do curso serão divulgados no site do Instituto de Transporte e Logística. Fonte: Agência CNT Transporte Atual

Comunicado CONET

Estudos do DECOPE indicam que a inflação no TRC é maior dos últimos 26 anos O DECOPE – Departamento de Custos Operacionais e Pesquisas Técnicas e Econômicas da NTC&Logística responsável por estudos técnicos, voltados à apuração de custos de transporte rodoviário de cargas e logística, estatísticas do setor, estudos macroeconômicos e formação de índices de custos referenciais que medem a inflação do TRC, tais como os dois mais reconhecidos pelo mercado: o INCTF, Índice Nacional de Custos de Transporte de Carga Fracionada e o INCTL, Índice Nacional de Custos de Transporte de Carga Lotação, apresenta os resultados dos últimos estudos e levantamentos realizados.. O INCTL alcançou em julho a sua maior variação em 12 meses desde a sua criação em 2003, atingindo valor equivalente a 24,98% e, o INCTF, com 22,32%. Só teve um valor superior há 26 anos em agosto de 1995. As empresas de transporte para sua sobrevivência necessitam efetuar o repasse da inflação nos seus custos aos preços praticados o que vem sendo feito mediante negociação com os clientes. Nesse momento, preocupa a falta do recebimento pela empresa transportadora dos demais componentes tarifários, tais como frete-valor que banca os custos dos riscos legais da atividade e o GRIS que remunera os custos inerentes às medidas de combate ao roubo de carga.  Cabe observar também que muitas vezes os custos adicionais, decorrentes de serviços eventuais, são superiores ao próprio frete peso e, muitas vezes eles não são reconhecidos adequadamente pelo mercado, situação que precisa ser resolvida a fim de evitar prejuízos ocultos. Há também que se destacar neste momento, onde a taxa de juros vem crescendo, um aumento do custo financeiro dado pelo prazo dilatado de recebimento do frete, que não é à vista. Concluindo, é oportuno lembrar que estamos passando por um período difícil, com os combustíveis acumulando uma alta de quase 50% em 12 meses, o estado de pandemia que persiste e ocasiona queda na demanda de carga, aliada a aumentos de custos dos demais insumos na casa de 20 a 30%. Agravando ainda mais a situação verifica-se que, mesmo com valores altos, há falta de insumos e persiste a condição em que muitos transportadores não conseguiram reajustar seus fretes adequadamente comprometendo bastante o caixa das empresas, razão pela qual, necessário o alerta de caráter vital para a preservação da saúde financeira e da capacidade de investimento das empresas do setor. É aconselhável e prudente que o transportador e seus contratantes negociem o repasse da inflação do período e das defasagens anteriores, a fim de manter o equilíbrio de seus contratos e a manutenção da qualidade e a garantia dos serviços de transporte de forma sustentável. Até porque, tudo indica que deveremos ter um segundo semestre bem aquecido, com alta demanda para o serviço de transporte. Belo Horizonte, 5 de agosto de 2021. Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística

Tecnologia garante mais segurança e melhora o fluxo nas estradas

Câmeras com inteligência artificial, cabines de autoatendimento e pagamento por aproximação otimizam viagens As rodovias brasileiras não são as melhores e as mais modernas no mundo, mas aos poucos algumas tecnologias estão sendo disponibilizadas aos motoristas, principalmente em trechos administrados pela iniciativa privada. A inteligência artificial (IA) é uma das apostas para tornar as viagens mais seguras e confortáveis. Essa tecnoloiga permite identificar padrões e envia um alerta para a central quando surge alguma situção de risco na estrada. “Estamos utilizando há algum tempo o Detecção Automática de Incidentes (DAI ). É uma solução que, através da inteligência artificial aplicada em câmeras, identifica possíveis anomalias no tráfego, como veículos trafegando na contramão e pedestres caminhando em trechos indevidos”, destaca William Silva, coordenador de Desenvolvimento de Sistemas da EcoRodovias. De acordo com Luiz Eduardo Ritzmann, superintendente de tecnologia da concessionária Arteris, a IA faz o monitoramento das câmeras que estão espalhadas ao longo das rodovias, fazendo com que as pessoas tenham o trabalho de dar mais atenção apenas aos incidentes mais graves que ocorrem no dia a dia, como no caso de animais caminhando nas pistas. Normando Nakata, superintendente de desenvolvimento e inovação do Grupo CCR, afirma que a empresa utiliza os mecanismos de inteligência dos softwares para fazer uma maior integração entre os dados gerados pelos sensores rodoviários e os veículos que passam diariamente pelas estradas. Fonte: D24am / Foto: Divulgação/Arteris

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