Presidido por representante da CNT, Codefat aprova ampliação do pagamento do seguro-desemprego a trabalhadores de regiões afetadas por temporais

Foi aprovado pagamento de duas parcelas adicionais do seguro-desemprego a cerca de 15 mil trabalhadores do sul da Bahia e do norte de Minas Gerais O Codefat (Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador), presidido por representante da CNT, aprovou, nesta quarta-feira (15), em reunião extraordinária, a proposta de pagamento de duas parcelas adicionais do seguro-desemprego a cerca de 15 mil trabalhadores do sul da Bahia e do norte de Minas Gerais. Essas localidades foram, nos últimos dias, gravemente impactadas por fortes chuvas e alagamentos. Ao todo, serão destinados mais de R$ 40 milhões. O Codefat é um órgão colegiado de caráter tripartite e paritário, composto por representantes dos trabalhadores, dos empregadores e do governo, que atua como gestor do FAT (Fundo de Amparo ao Trabalhador). Parte dos recursos do FAT destina-se ao pagamento de abono salarial, seguro-desemprego e ao investimento em programas sociais, com foco no aprimoramento e na qualificação do trabalhador. A aplicação desses recursos é fiscalizada pelos órgãos de controle do governo. Fonte: Agência CNT Transporte Atual
ANTT inicia a “Operação Fronteiras”
O foco é na fiscalização do transporte rodoviário internacional de cargas e passageiros A Agência Nacional de Transportes Terrestres iniciou, nesta segunda-feira (13/12), uma operação em nível nacional denominada “Operação Fronteiras”, com foco na fiscalização do transporte rodoviário internacional de cargas e passageiros, com o apoio da Polícia Rodoviária Federal e de outros órgãos nas fronteiras com os seguintes países: Uruguai, Argentina, Paraguai, Bolívia, Peru, Venezuela e Guiana. O objetivo da operação é assegurar aos usuários a adequada prestação de serviços de transportes terrestres e com foco principal na regularidade e conformidade do transporte rodoviário internacional de cargas e passageiros, além de atuar também no combate ao transporte clandestino. A ação acontece até o dia 17/12 e ocorre em 14 cidades localizadas em regiões de fronteira ao longo do Brasil. Fonte: gov.br
O que o RH das empresas revela sobre a participação das mulheres no TRC?
Nova live do Vez & Voz apresenta uma pesquisa inédita feita com os departamentos de Recursos Humanos das transportadoras, sobre como está a participação feminina no setor Na manhã de hoje (09), foi ao ar a última live do Vez & Voz no ano de 2021, pelo canal do YouTube do SETCESP. Desta vez, o encontro proporcionou uma reflexão a partir de dados revelados por uma pesquisa feita pelo IPTC (Instituto Paulista do Transporte de Carga) a pedido do SETCESP, mostrando como está a participação das mulheres no setor segundo as empresas. Ao iniciar a apresentação, Ana Jarrouge, presidente executiva do SETCESP, lembrou que no ano passado, houve também uma pesquisa falando sobre a participação das mulheres no setor, só que de acordo com a visão das profissionais mulheres, e que a de agora, foi feita a partir das respostas dos RHs das transportadoras. “Conversamos com as empresas para saber como elas enxergam suas profissionais e quais ações desenvolvem para elas”, disse Jarrouge. Na pesquisa foi constatado que a participação das mulheres nas empresas de transporte não chega a um quarto do quadro de profissionais. Nos cargos de média gestão (coordenadoras e supervisoras) elas são pouco mais 40%, e quanto mais aumenta o nível hierárquico, mais a participação delas diminui. Nos cargos de alta liderança (gerentes e diretoras) esse número vai a 32% e depois cai para 22% em cargos de presidência. A área em que as empresas menos contratam mulheres é a operacional, já a que mais oferece cargos para elas, como era de se esperar, é o setor administrativo. Entre os profissionais motoristas, as mulheres não são mais que 1%. Uma das convidadas da live, Deborah Cardoso, gerente da Pizzatolog, aproveitou para mostrar a política de inclusão que vem sendo realizada na sua transportadora. “Já ganhamos muito viabilizando o aperfeiçoamento para as mulheres motoristas profissionais.” Flávia Abrahão, analista de marketing e comunicação da Mercedes-Benz, falou do Projeto a Voz Delas e as parcerias que trazem resultados. “Uma vez que, conseguimos dar oportunidade para as profissionais motoristas, as empresas também se beneficiam, porque elas têm um cuidado maior com o veículo, seu principal instrumento de trabalho”. “Estamos quebrando esse paradigma e de degrau a degrau, caminhamos para a mudança”, destacou outra participante da live, Edmara Claudino, diretora executiva da NTC&Logística. Para ela, há uma tendência de que a participação das mulheres no TRC seja cada vez maior. Enquanto isso, a advogada do Sindipesa, Cinthia Ambra, falou da falta de políticas públicas e privadas para suporte às mulheres no mercado profissional, e que é preciso melhorar também a infraestrutura para ampliar a participação feminina no setor. Concordando com Cinthia, Jarrouge também alertou sobre escassez de políticas de inclusão no TRC. “Menos de 20% das transportadoras desenvolvem algo neste sentido, e por isso, podem estar perdendo talentos. Diversidade é bom para a criatividade e inovação e a nossa intenção aqui é ajudar as organizações neste ponto”, finalizou. A pesquisa foi realizada de 1º a 31 de outubro e contou com a participação de 67 de empresas. Perdeu a live de hoje? Acesse aqui e assista na íntegra como foi esse nosso encontro! Clique e veja a pesquisa completa. Fonte: SETCESP
Ministério da infraestrutura prevê internet para 36 mil quilômetros de rodovias

A expansão e o desenvolvimento da infraestrutura de transportes e logística no Brasil ganha uma aliada estratégica, após a concretização do leilão do 5G: a partir de agora, mais rodovias brasileiras terão conectividade. O sinal de internet chegará a 35,7 mil quilômetros de estradas, cobrindo trechos de rodovias importantes como a BR-116 (a maior do país), a BR-101 (que acompanha o litoral), a BR-163 (fundamental para o escoamento de grãos) e a BR-230 (Transamazônica). Todos os estados brasileiros serão beneficiados com a chegada da conexão, que irá otimizar custos do setor e aumentar a produtividade econômica do país. O investimento para levar cobertura 4G será feito pela Winity II – empresa que arrematou a faixa de radiofrequência de 700 MHz (megahertz). No edital, já era previsto o compromisso de cobertura de 1.185 trechos de rodovias, totalizando 31,4 mil km. Outros 1.164 trechos (equivalentes a outros 4,3 mil km) foram adicionados às obrigações, após a conversão do ágio desse lote, que excedeu em R$ 1,2 bilhão (805%) o preço mínimo estipulado. Com os investimentos, todas as rodovias federais pavimentadas passarão a ter internet disponível. O ministro das Comunicações, Fábio Faria, enfatizou a importância do leilão para assegurar recursos que beneficiem brasileiros. “Já temos mais de R$ 40 bilhões para investimentos nas estradas, vamos ampliar a conectividade em todas as BRs, em escolas, postos de saúde e em outros espaços públicos”, salientou. O valor econômico total obtido com a licitação foi R$ 47,2 bilhões. Dos quais, R$ 42,4 bi serão revertidos em compromissos. ESTRADAS CONECTADAS Receberão cobertura de internet móvel as rodovias que ainda não contam com infraestrutura de conectividade. A região que mais terá malha rodoviária conectada será o Nordeste (11,2 mil km), seguida do Centro-Oeste (7,5 mil km), Norte (7,2 mil km), Sudeste (5,2 mil km) e Sul (4,4 mil km). Entre os estados, Minas Gerais lidera o ranking com 4,5 mil km de rodovias indicados para receber cobertura 4G. Serão conectados trechos que passam por cidades relevantes para a produção agrícola, como as da região do Triângulo Mineiro – entre elas, Uberlândia, Ituiutaba, Frutal e Prata. A conectividade contribui para otimizar o setor de transportes, permitindo melhor monitoramento de cargas e uso de tecnologias que reduzam o desperdício nos trajetos. Fonte: Canal Rural
SEST SENAT realiza nova Sessão Premium para alta gestão do transporte
A aula vai falar sobre liderança, produtividade e equipe de alto desempenho Estão abertas as inscrições para a segunda Sessão Premium promovida pelo SEST SENAT. A aula é gratuita, aberta ao público e totalmente online. O convidado dessa vez será o professor Mauro Peres, que trará para a discussão um dos assuntos mais procurados de 2021: Liderança, Produtividade e Equipe de Alto Desempenho. O evento ocorrerá no dia 14 de dezembro, das 17h às 18h. As inscrições devem ser feitas no site: https://bit.ly/sestsenat-lideranca. O professor vai compartilhar suas experiências e os ensinamentos adquiridos ao longo de uma carreira marcada por passagens como executivo de várias empresas, como Arthur Andersen, C&A, Microsoft, UOL e IDC. A sessão integra os conteúdos do Digital Hub do SEST SENAT, uma plataforma de conexões exclusiva para executivos e gestores do transporte. Os inscritos também terão a oportunidade de integrar o Digital Hub. Na plataforma, é possível ter acesso a conteúdos desenvolvidos por grandes nomes da gestão de negócios, especialistas e pesquisadores reconhecidos internacionalmente. O serviço leva o selo HSM, referência em educação corporativa no Brasil. Entre os grandes nomes nacionais e internacionais que foram especialmente selecionados pela sua relevância para participar da plataforma, estão Peter Diamandis, Pascal Finetti, Yuval Harari, Luís Lobão, Brené Brown, Dora Kaufman e Gabrielle Teco. O Digital Hub reúne vídeos, podcasts, entrevistas e artigos sobre gestão, liderança, tendências, tecnologia, estratégia e negócios. Os conteúdos são divididos nas seguintes categorias: Produtividade e Equipes de Alto Desempenho; Gestão Eficiente e Ágil; Tendências e Visão de Negócios; e Gestão Financeira e Visão Sistêmica. Dentro da plataforma, há ainda o Fórum de Experiências, um espaço voltado ao compartilhamento de ideias, práticas e cases. Fonte: Agência CNT Transporte Atual
Reforma Tributária: CNT vê com preocupação texto que pode inviabilizar a compensação de créditos tributários do setor transportador

Na prática, parecer apresentado à Comissão de Constituição e Justiça, do Senado, inviabiliza o instituto do aproveitamento de créditos Em 5 de outubro, o relator da matéria na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado Federal, senador Roberto Rocha (PSDB/MA), apresentou novo parecer à Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 110/2019, propondo, entre outras alterações, a instituição de novas regras de compensação de créditos tributários. Ocorre que, segundo a redação do inciso I do § 6º do art. 156-A e do inciso I § 19 do art. 195 do substitutivo, o aproveitamento do crédito pelo adquirente ficará condicionado à verificação, junto ao alienante de bens ou serviços, de que este apurou e recolheu corretamente o IBS (Imposto Sobre Operações com Bens e Serviços) e a CBS (Contribuição Sobre Bens e Serviços). Na prática, a referida medida inviabiliza o aproveitamento do crédito, uma vez que apenas o próprio contribuinte dos tributos detém as informações necessárias para sua correta apuração e recolhimento, não podendo atribuir-se ao particular a atribuição de fiscalizar referida apuração. Logo, o contribuinte não apenas deverá ter acesso ao registro de todos os créditos de insumos adquiridos na etapa antecedente, mas também da totalidade das vendas realizadas a todos os demais adquirentes, de forma a validar a sua escrita fiscal de não cumulatividade. O IBS e a CBS são tributos não cumulativos pelo que, a cada período de apuração, compete ao contribuinte identificar os créditos de IBS e CBS oriundos das aquisições de insumos necessários ao exercício da sua atividade e os débitos de IBS e CBS decorrentes da venda de bens ou serviços. O efetivo pagamento do tributo, nesse sentido, se dá pela contraposição de créditos e débitos devidamente escriturados pelo contribuinte. A proposta acabou com a característica de não cumulatividade. Ademais, com base na proposta de redação do inciso I do § 6º do art. 156-A e do inciso I § 19 do art. 195 do Substitutivo, a arrecadação do IBS e da CBS poderá ser feita, total ou parcialmente, no momento da liquidação financeira da operação, ou seja, no momento do pagamento realizado pelo adquirente dos bens ou serviços sujeitos à tributação. Porém, ao liquidar antecipadamente o IBS e a CBS, não são levados em consideração os créditos de IBS e CBS a que o contribuinte tem direito em decorrência da aquisição de seus insumos. Tal medida impõe ao contribuinte a apuração dos créditos e a apresentação do pedido de restituição dos valores a que tem direito em decorrência do princípio da não-cumulatividade. Tal sistemática poderá causar graves impactos junto aos contribuintes. Primeiro, porque traz insegurança ao fluxo de caixa das empresas, pois é cominado o pagamento de um tributo que sequer se sabe ser efetivamente devido, na sistemática do odioso solve et repete. Segundo, porque inverte-se o ônus da prova, pois caberá ao contribuinte, quando do pedido de restituição, comprovar que detém o direito de crédito do tributo pago indevidamente ou a maior. Isto gera insegurança jurídica e vai promover uma avalanche de processos, afastando o objetivo de simplificar e reduzir o contencioso judiciário. Portanto, a Confederação Nacional do Transporte (CNT) vê com preocupação o texto proposto no parecer por dificultar a compensação de créditos tributários do setor transportador. Com isso, destaca que a proposta merece aperfeiçoamento de forma a impor a responsabilidade ao Estado brasileiro, (i) não transferindo ao contribuinte a responsabilidade fiscal de outra parte, ao condicionar crédito tributário à verificação de regularidade no recolhimento na etapa anterior, assim como (ii) não demandando a antecipação de tributo que sequer se sabe se será devido. Fonte: Agência CNT Transporte Atual
Novo episódio do Just In Time traz Patrícia Chieppe, da Vix Logística, falando de inovação no setor
O segundo episódio do Just In Time, novo podcast do SEST SENAT, já está disponível. Nele, a diretora executiva nacional do SEST SENAT, Nicole Goulart, conversa com Patrícia Chieppe, CEO da VIX Logística, do Grupo Águia Branca, um dos maiores conglomerados de transporte e logística do Brasil. Nele, as executivas conversam sobre tendências e desafios para inovação no transporte, a partir da experiência da VIX Logística. No episódio, Patrícia conta como a VIX Logística trabalha a inovação voltada ao aperfeiçoamento dos serviços e de olho nas necessidades dos clientes. “Nascemos do inconformismo positivo: nunca estamos 100% satisfeitos”, diz. Acesse o Just in Time no canal do SEST SENAT no YouTube e no Spotify, no canal da Agência CNT Transporte Atual. O podcast tem o objetivo de proporcionar um momento para pensar o novo transporte, a partir de conversas entre executivos de grandes empresas de transporte e a diretora executiva nacional do SEST SENAT, que debatem os desafios atuais de líderes e gestores do transporte, com foco em temas como inovação, gestão de pessoas, transformação digital, estratégias que podem transformar o transporte brasileiro, entre outros. Digital Hub Além do podcast Just in Time, o SEST SENAT também coloca à disposição dos executivos do setor de transporte o Digital Hub, uma rede de conexões na qual é possível ter acesso a conteúdos desenvolvidos pelos grandes nomes da gestão de negócios, especialistas e pesquisadores reconhecidos internacionalmente. A plataforma leva o selo HSM, instituição referência em educação corporativa no Brasil. O Digital Hub oferece interação e compartilhamento de boas práticas para que os executivos possam trilhar novas experiências e lapidar seus conhecimentos. São vídeos, podcasts, entrevistas e artigos sobre gestão, liderança, tendências, tecnologia, estratégia e negócios. O material é dividido em categorias, e dentro da plataforma há ainda o Fórum de Experiências, um espaço voltado ao compartilhamento de ideias, práticas e cases. Os interessados em acessar a plataforma devem enviar um e-mail para educacaoexecutiva@sestsenat.org.br Fonte: SEST SENAT
Cliente bem recebido é retorno garantido
Independentemente do segmento ou do tamanho do negócio, a qualidade do atendimento ao cliente é ponto central da estratégia de qualquer empresa. Cliente bem recebido e bem tratado é sinal de venda feita e divulgação “boca a boca”. Com o SEST SENAT, não deve ser diferente. Criada com o objetivo de oferecer aos trabalhadores do transporte mais saúde, qualidade de vida e desenvolvimento profissional, a instituição, como qualquer outra de direito privado, depende de clientes satisfeitos e dispostos a contratar serviços. Essa satisfação precisa ser um reflexo da qualidade das unidades e dos atendimentos dos colaboradores. O SEST SENAT não abre mão de fazer o melhor pelos seus clientes. Por isso, continua a aperfeiçoar os serviços e a infraestrutura, com vistas à excelência do atendimento. O SEST SENAT é reconhecido pelo atendimento integrado; pela disponibilidade e cordialidade dos colaboradores; pela pontualidade e pelo acolhimento. “O que eu tenho para descrever do SEST SENAT é um atendimento excepcional. O fisioterapeuta e os empregados da secretaria (do atendimento interno) são pessoas que nem tenho palavras para descrever. A única coisa que tenho a dizer sobre isso tudo é: gratidão”, elogia Anezio Leonardis Lima, trabalhador do transporte rodoviário, em Barra Mansa (RJ). O SEST SENAT tem um papel fundamental para a atuação das empresas do setor transportador. “Está na missão da instituição transformar a realidade dos trabalhadores e contribuir para elevar a competitividade das empresas. Por isso, é necessário ter responsabilidade com a eficiência e a eficácia dos serviços prestados. E os quase sete mil colaboradores das 159 unidades espalhadas pelo país são atores fundamentais nessa jornada. É importante que cada empregado, seja ele gestor, assistente, porteiro, dentista, fisioterapeuta, nutricionista, psicólogo ou instrutor, entenda o seu papel de agente transformador”, afirma a diretora executiva nacional do SEST SENAT, Nicole Goulart. A qualidade do atendimento não deve ficar restrita a um setor ou aos profissionais que fazem atendimento direto ao público. O trabalho de todos os profissionais da instituição se reflete na forma como os serviços ou os produtos chegam até o cliente. “No ano passado, fiz um procedimento cirúrgico na coluna e, no pós-operatório, tive covid-19 e fiquei com mais de 75% do pulmão comprometido. Procurei a unidade do SEST SENAT da minha região e encontrei profissionais altamente qualificados. Fiz tratamento tanto por videoconferência como presencial e foi muito bom. Senti que tem muito amor envolvido no que os profissionais fazem”, conta José Ferreira Neto, morador de Arapiraca (AL). Programa de Encantamento Para dar suporte a todas as transformações por que o mundo vem passando, o SEST SENAT preparou treinamentos e ações que vão embasar a atuação de cada um dos nossos colaboradores. Com destaque para o Programa de Encantamento, que tem o atendimento ao cliente como foco central. “Precisamos mudar a nossa mentalidade e enxergar cada pessoa que visita a nossa unidade, cada trabalhador que recebe um atendimento nas nossas ações, como um cliente. E, como cliente, todo mundo gosta de ser bem tratado. Um bom atendimento me faz ter a vontade de voltar. E é isso que esse programa quer”, explica a diretora executiva Nicole Goulart. O Programa dá as bases necessárias para que as unidades possam conquistar e manter clientes cada vez mais fiéis e tem como lema “O Jeito SEST SENAT de Encantar o Cliente”. Esse é um primeiro passo para que a instituição possa ocupar um lugar de destaque ainda maior no mercado de oferta de capacitações profissionais e de serviços de saúde. Dentro do programa, estão sendo lançados diversos treinamentos focados na mudança de cultura, que vão gerar frutos para a instituição e, também, para cada um dos colaboradores. Como parte do Programa de Encantamento, os colaboradores são avaliados e capacitados em cinco dimensões, que compõem o conceito de um bom atendimento: Empatia: forma de acolher o cliente, sempre se colocando no lugar dele para entender realmente as necessidades; Capacidade de resposta: conseguir dar uma resposta que seja rápida e útil para o cliente; Confiabilidade: credibilidade da informação passada, ter a certeza daquilo que se está informando; Segurança: segurança que consigo transmitir e que é percebida pelo cliente. Isso garante que, em uma ligação telefônica, o cliente está realmente falando com um profissional do SEST SENAT; Tangibilidade: capacidade de materializar o que não se pode tocar, por exemplo, um atendimento rápido e eficiente. Fonte: SEST SENAT
Sem investimentos, rodovias públicas brasileiras apresentam piora de qualidade
Nova Pesquisa CNT de Rodovias investe em tecnologias, avalia 109.103 km e revela problemas em mais da metade (61,8%) da extensão pesquisada Sem investimentos, rodovias públicas brasileiras apresentam piora de qualidade No ano em que o país registra o mais baixo investimento do governo federal em infraestrutura de transportes nas últimas duas décadas, a CNT investe em novas tecnologias e avalia 109.103 quilômetros de rodovias pavimentadas federais e estaduais. Esse levantamento constatou que o Estado Geral de 61,8% da malha rodoviária brasileira encontra-se classificada como Regular, Ruim ou Péssimo. Desse percentual, 91% são de rodovias públicas. Os resultados fazem parte da 24ª edição da Pesquisa CNT de Rodovias, divulgada pela Confederação Nacional do Transporte e pelo SEST SENAT nesta quinta-feira, 02 de dezembro. “Os resultados da Pesquisa CNT de Rodovias 2021 mostram um cenário de preocupante queda da qualidade das rodovias brasileiras, questão que precisa ser enfrentada com grande rapidez e assertividade. A forte retomada de investimentos é urgente e necessária para prover ao país uma malha rodoviária mais moderna e eficiente, condição indispensável para a promoção do desenvolvimento. E, nesse sentido, a análise técnica da CNT nesta Pesquisa é um importante instrumento para fomentar as melhores soluções”, ressalta o presidente da CNT, Vander Costa. O Estado Geral das rodovias compreende três características estudadas: Pavimento, Sinalização e Geometria da Via. Elas levam em conta, respectivamente, variáveis como condições do pavimento, placas e alguns elementos da via, como as curvas. Tais aspectos recebem classificações que vão desde Ótimo e Bom a Regular, Ruim e Péssimo. Nesta edição da Pesquisa, todas as cinco regiões do Brasil foram percorridas, durante 30 dias (28 de junho a 27 de julho), por 21 equipes de pesquisadores. O resultado passa a integrar a maior série histórica de informações rodoviárias do país coletada pela CNT desde 1995. Na comparação com a edição anterior da Pesquisa, chama a atenção o percentual de trechos sob gestão pública. O Estado Geral na classificação Ótimo e Bom caiu de 32,5%, em 2019, para 28,2%, em 2021. O mesmo ocorre na classificação negativa: a extensão avaliada como Regular, Ruim e Péssimo aumentou de 67,5%, em 2019, para 71,8% em 2021, ou seja, são mais 2.773 km de rodovias que estão em condições insatisfatórias de circulação. Na prática, é como se o motorista percorresse seis vezes, nessas más condições, o trecho do Rio de Janeiro a São Paulo. A condição de sinalização é outro agravante. Nesse quesito, os problemas nas rodovias públicas aumentaram 12,1 pontos percentuais nos últimos dois anos e passaram de 56,4% para 68,5%. Rodovias federais públicas apresentam queda de qualidade. Após anos de investimentos bem-sucedidos feitos pelo governo federal por meio do programa BR-Legal, sua efetividade parece ter chegado ao fim, uma vez que a qualidade da Sinalização das rodovias mantidas pela União em 2021 (64,7% da extensão com problemas) voltou ao mesmo nível de 2014 (63,1% com problemas), quando do início do programa. Concessão – Em situação relativamente estável estão as rodovias pavimentadas sob concessão da iniciativa privada. O Estado Geral da malha rodoviária concedida em 2021 se manteve praticamente como em 2019. A avaliação do trecho aferido como Ótimo e Bom foi de 74,2% este ano. Em 2019, esse percentual tinha sido de 74,7%. O mesmo se deu com essa composição da extensão de rodovia identificada como Regular, Ruim e Péssimo. Em 2019, isso representava 25,3% da malha pesquisada e, em 2021, fechou em 25,8%. Confira todas as informações da 24ª Pesquisa CNT de Rodovias – Íntegra da pesquisa. – Síntese dos resultados: Brasil, regiões e estados. – Principais dados. Fonte: Agência CNT Transporte Atual
Nota técnica: preço do diesel subiu 13,70% em novembro e 49,54% em 1 ano
Aonde o valor do frete vai parar? Um dos principais insumos do transporte de cargas, o combustível, não deixa de subir. Infelizmente, não é só ele: o pneu, o caminhão, os implementos rodoviários e a manutenção da frota tiveram aumento de 20% ou mais nos últimos 12 meses. O Índice Nacional de Custo de Transporte (INCT), calculado pela Associação Nacional de Transporte e Logística (NTC&Logística) mostrou que, em cargas de lotação, as despesas se aproximam dos 30% e 20% nas fracionadas. É uma realidade dura, mas que precisa ser enfrentada pelos transportadores. Não só rodoviários, mas de todos os modais, afinal, o aumento foi geral. Não sabemos ainda se será de uma vez ou de forma parcelada, mas o valor cobrado aos clientes terá que refletir esses aumentos, pois, não há como o transportador arcar com esse nível de reajuste. A margem do setor não chega nem perto desses valores, quando muito em um mercado aquecido (que, por sinal, não é o caso). Em uma empresa bem administrada, o lucro não chega nem a dois dígitos. Como ele lidará com os 20 ou 30% de crescimento? Só em novembro, aumento de 13,7% do diesel impacta o frete rodoviário em torno de 5%. Nesse patamar até quem sabe pouco sobre o assunto reconhece que não tem como o frete não aumentar. Participação do combustível no TRC: 35% Aumento médio de outros insumos nos últimos 12 meses: Veículos + 31,48%Implementos + 17,80%Mão de Obra + 8,0%Rodagem + 21,60%Índices de inflação do TRC, para distância média:INCTL 28,15% (referente a outubro/21)INCTF 19,83% (referente a outubro/21) São Paulo, 02 de dezembro de 2021Departamento de Custos Operacionais (DECOPE) da Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística (NTC&Logística) Fonte: NTC&Logística