Sindicar participa de reinauguração da Delegacia de Polícia de Carazinho

Na manhã de ontem (09) o presidente do Sindicar, Moisés Santos juntamente com a diretoria do sindicato, estiveram presentes na solenidade de reinauguração da Delegacia de Polícia de Carazinho. A Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (DRACO), foi inaugurada junto a Delegacia de Polícia de Carazinho, e tem como objetivo o combate à facções e crimes organizados, trazendo mais segurança à comunidade e aliviando os casos que ainda eram investigados na delegacia de Carazinho. Além do retorno de segurança a comunidade, a Draco contará com mais seis agentes e um delegado que devem chegar a cidade no mês de maio. Fonte: Sindicar

Sebrae: mulheres lideram 10,1 milhões de empreendimentos no Brasil

Participação feminina no mundo dos negócios chega a 34% Um estudo do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) aponta que o empreendedorismo feminino no Brasil apresentou sinais de recuperação no último trimestre do ano passado, depois de sofrer retração a partir dos primeiros meses da pandemia do novo coronavírus (covid-19). O estudo, realizado com base nos dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnadc), mostrou que após recuar para um total de 8,6 milhões, no segundo trimestre de 2020, o número de mulheres à frente de um negócio no país fechou o quarto trimestre de 2021 em 10,1 milhões, mesmo resultado registrado no último trimestre de 2019, antes da pandemia. Apesar dessa evolução, a participação das mulheres empreendedoras no universo de donos de negócio no Brasil (34%) ainda está abaixo da melhor marca histórica, registrada no 4º trimestre de 2019, quando elas representavam 34,8% do total. O estudo do Sebrae indica ainda que a participação feminina entre os donos de negócios empregadores também continua abaixo do período pré-crise. No final de 2019, havia 1,3 milhão de donas de empresas que contratavam empregados, o que representava 13,6% do total das donas de negócio. Já no final do ano passado, esse número havia recuado para 1,1 milhão (11,4% do universo). Os dados mostram que 50% das proprietárias de negócios de estão no setor de serviços, enquanto 21% estão no setor de construção. Em relação aos homens, 35% dos donos de negócios se concentram no setor de serviços, enquanto 21% estão no setor de construção. Ainda segundo a pesquisa, aumentou a proporção de mulheres que são chefes de domicílio. Em 2019, elas eram 47% e no último trimestre de 2021 as empreendedoras chefes de domicílio representaram 49% do total. Por outro lado, diminuiu a participação das mulheres negras à frente dos negócios. Enquanto no último trimestre de 2019, antes da pandemia, elas eram 50,3% das donas de negócio, no último trimestre do ano passado, elas passaram a responder por 48,5%. Já as mulheres brancas passaram de 48,4% das donas de negócio para 49,9%. O Sebrae mostra que a escolaridade das mulheres que estão empreendendo aumentou e que a diferença do número de mulheres com pelo menos o nível médio aumentou em relação aos homens entre o último trimestre de 2019 e o mesmo período de 2021. No quarto trimestre do ano passado, 68% das empreendedoras tinham pelo menos o ensino médio. Entre os homens, essa proporção era de 54%. A variação no período foi de 11 pontos percentuais entre as mulheres e 4 pontos entre os homens. A pesquisa mostrou crescimento da participação feminina nos setores de informação/comunicação e educação/saúde. Entre o quarto trimestre de 2019 e o mesmo período do ano passado, a presença das empreendedoras cresceu 3 pontos percentuais e 4 pontos, respectivamente. Edição: Lílian Beraldo Por Luciano Nascimento – Repórter da Agência Brasil – Brasília

Transporte rodoviário de cargas exige atenção redobrada em dias de chuva

Boa condução e orientação adequada são fundamentais para manter os cuidados como prioridade O ano de 2022 começou com marcantes episódios de chuvas por todo o país. Mesmo em meio à estação mais aguardada pelos brasileiros, o verão, que se iniciou em 21 de dezembro do ano passado, o Brasil enfrenta diversos picos de chuvas em meio ao calor. Em fevereiro, Petrópolis, no Rio de Janeiro, por exemplo, ganhou destaque na mídia por ser um dos locais mais afetados pelas tempestades. Em apenas seis horas, choveu 260 milímetros, e o acumulado foi maior do que todo o esperado para o mês. Esse fator coloca em evidência grandes danos à cidade e, principalmente, à vida da população. O transporte rodoviário de cargas (TRC), responsável por mais de 65% de tudo aquilo que é transportado pelo território brasileiro, vem a ser um dos setores mais afetados pelas chuvas intensas, dado que necessita das rodovias para transportar seus produtos. Sem o caminho livre e seguro, essas mercadorias podem sofrer atrasos, danos e prejuízos e refletir esses impactos ao longo dos meses seguintes, como também colocar em risco o bem-estar do motorista. De acordo com João Paulo Laurentino, instrutor de motorista da Scapini Transportes, os fortes temporais se tornam um grande desafio para o TRC. “Muitas vezes, as chuvas acabam fazendo com que fiquemos ilhados em uma certa região, pois podem cair pontes, ter rompimento nas estradas, desmoronamento de terras, de pedras, de galhos e de árvores, além de deixar as pistas lisas e escorregadias, com aglomeração de veículos. Isso se torna uma situação caótica e com muitos desafios para o serviço e para a saúde do condutor”. Certos cuidados são de extrema importância nesses momentos, como verificar se o veículo está em perfeitas condições de uso e realizar uma boa checklist para sanar qualquer tipo de problema que possa acontecer durante o caminho ou antes de entrar nas rodovias. As fortes chuvas podem adentrar em qualquer vão que estiver à mostra e, consequentemente, prejudicar o produto ou desvirtuar a condução do motorista. “O motorista defensivo deve estar preparado sempre. Tem que estar com os freios em dia, com os pneus em condições, manter uma distância adequada em relação ao veículo da frente, utilizar o freio motor associado a uma redução de baixa correta, observar o painel de instrumento, avaliar as condições da pista, permanecer com as mãos firmes no volante, reduzir a velocidade e evitar freadas bruscas e trocas de faixas. Esses são os principais cuidados a fim de uma segurança adequada tanto para o condutor quanto para os terceiros e para o produto transportado”, ressalta o instrutor. Constantes treinamentos, bem como uma orientação apropriada dentro da rotina de atividades, são fundamentais para se preparar para qualquer situação. O clima é algo incerto e também pode se tornar um fator surpresa dentro do serviço, mas uma boa condução, sem negligência e acompanhada de organização é o caminho para lidar com esse fator da melhor maneira possível. Fonte: Folha de Vitória / Foto: Divulgação/Folha de Vitória

Em meio à alta do petróleo, senado retoma discussão de Pls sobre combustíveis

Depois de dois adiamentos, o Senado faz uma nova tentativa de votar os projetos que visam frear a alta dos preços dos combustíveis no mercado interno. O presidente da Casa, Rodrigo Pacheco, pautou as duas propostas para a sessão desta quarta-feira (9). A Ordem do Dia começa às 16h. O PLP 11/2020  determina alíquota unificada e em valor fixo para o ICMS sobre combustíveis em todo o país, enquanto que  o PL 1.472/2021 cria uma conta para financiar a estabilização dos preços. Por falta de acordo, os dois projetos tiveram votação adiada no último dia 23. Alguns senadores apontaram possíveis prejuízos aos estados, outros manifestaram preocupação com o preço ao consumidor. No dia 16, as propostas já tinham sido retiradas de pauta para que o relator, Jean Paul (PT-RN), construísse um texto consensual. Diante da escalada do preço do barril de petróleo registrado nos últimos dias, o presidente do Senado e o relator reforçaram a urgência na aprovação das medidas. Depois de subir cerca de 20% na semana passada, o preço do barril chegou perto dos US$ 140 na manhã desta segunda-feira (7), o nível mais alto desde 2008. O aumento ocorre perante a perspetiva de o Ocidente banir a compra de petróleo e gás da Rússia. Jean Paul Prates afirmou que está aberto a receber sugestões de aperfeiçoamento para viabilizar a aprovação dos projetos. — Estamos trabalhando desde a última sessão do Senado no constante aperfeiçoamento dos relatórios de cada um deles. As mudanças se resumem por enquanto a tornar mais clara toda essa mecânica para todos os cidadãos e cidadãs. O nosso gabinete está aberto a examinar qualquer sugestão tantos dos senadores e senadoras quanto do próprio governo. Os combustíveis não precisam estar tão caros. Não precisamos estar tão submetidos a essa volatilidade, mesmo em tempos de crise.  ICMS No projeto de lei complementar (PLP) que uniformiza o ICMS, a proposta é que os estados definam em conjunto uma alíquota sobre combustíveis que todos aplicariam. Essa decisão seria tomada pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), órgão que reúne os secretários de Fazenda de todos os estados, até o fim de 2022. O ICMS passaria a ser um valor unitário cobrado sobre o litro de combustível, em vez de um percentual sobre o valor final da compra. Além disso, o cálculo do imposto seria feito uma única vez, na refinaria ou na importação do combustível, e não mais ao final de toda a cadeia de distribuição. Isso eliminaria o chamado “efeito cascata” de incidência do ICMS. Os combustíveis abrangidos pela mudança seriam a gasolina, o etanol, o diesel e o biodiesel, a querosene de aviação e o gás liquefeito de petróleo e de gás natural. Estabilização de preços Por sua vez, o PL cria a Conta de Estabilização de Preços de Combustíveis (CEP-Combustíveis), que será usada para financiar um sistema de bandas de preços para proteger o consumidor final da variação do preço de mercado dos combustíveis. Pelo sistema, o Executivo definirá limites mínimo e máximo para os preços dos derivados de petróleo. Quando os preços de mercado estiverem abaixo do limite inferior da banda, os recursos correspondentes à diferença serão acumulados na conta; quando estiverem acima do limite superior, a conta servirá para manter o preço real dentro da margem regulamentar. Outros projetos Também estão na Ordem do Dia de quarta-feira o  projeto que cria o Sistema Nacional de Educação (PLP 235/2019) e o projeto (PL 1.561/2020) que cria novas loterias para financiar o Fundo Nacional de Saúde (FNS) e a Agência Brasileira de Promoção Internacional do Turismo (Embratur). O objetivo do SNE é universalizar o acesso à educação básica e garantir seu padrão de qualidade; erradicar o analfabetismo; garantir equalização de oportunidades educacionais; articular os níveis, etapas e modalidades de ensino; cumprir os planos de educação em todos os níveis da federação; e valorizar os profissionais da educação, entre outras ações. O texto trata de princípios, diretrizes, objetivos e prevê a criação de conselhos e instâncias para trabalhar em favor da educação. De autoria do senador Flávio Arns (Podemos-PR), o Projeto de Lei Complementar (PLP) 235/2019 tem parecer pela aprovação na forma de um substitutivo. O relator é Dário Berger (MDB-SC). Saúde e Turismo Já o PL 1.561/2020, do deputado federal Capitão Wagner (Pros-CE), autoriza a criação da Loteria da Saúde para financiar ações de combate à pandemia da covid-19. O projeto também prevê a criação da Loteria do Turismo, cujos recursos financiarão o setor até 31 de dezembro de 2021. No caso da Loteria do Turismo, a renda líquida e os prêmios não resgatados ficarão com o Fundo Geral do Turismo (Fungetur). O relator é o senador Weverton (PDT-MA). Fonte: Agência Senado / Foto: Roque de Sá/Agência Estado

Governo avalia dar subsídio para evitar alta da gasolina e do óleo diesel

Medida tem objetivo de evitar o desabastecimento interno de combustíveis e uma alta ainda maior da inflação O governo avalia anunciar ainda nesta semana um novo programa de subsídio aos combustíveis, com validade de três a seis meses para compensar a alta do petróleo no mercado internacional e evitar o repasse do preço para a bomba. Segundo fontes que participam das discussões, o que está na mesa de negociação é reeditar o modelo adotado em 2018, quando o governo do então presidente, Michel Temer, subsidiou o consumo de diesel e, assim, deu fim à greve dos caminhoneiros. O tema ganhou urgência após o estouro da guerra na Ucrânia, que fez o preço do barril de petróleo tipo brent, negociado em Londres, bater a marca dos US$ 120 na semana passada, o maior valor desde 2012. Os dois países – Rússia e Ucrânia – são grandes produtores de petróleo e gás e o conflito tem efeito direto nesse mercado. A ideia do governo é ter um valor fixo de referência para a cotação dos combustíveis e subsidiar a diferença entre esse valor e a cotação internacional do petróleo. O pagamento seria feito a produtores e importadores de combustíveis. A diferença em relação à medida tomada em 2018 é que, desta vez, não será possível usar o dinheiro do Tesouro. Segundo uma fonte próxima às negociações, o que é estudado para bancar os subsídios é utilizar os dividendos pagos pela Petrobras à União e também o dinheiro da participação especial, que funciona como os royalties, mas incide apenas sobre a produção de grandes campos de petróleo, como os do pré-sal. Em 2021, a estatal teve lucro recorde de R$ 106,67 bilhões e vai pagar R$ 38,1 bilhões para o governo em dividendos. O problema é que esse dinheiro tem destino “carimbado”: educação e saúde. Para resolver esse impasse, o governo vai alegar que o País passa por um período de excepcionalidade, provocado pela guerra. Com o subsídio, o governo espera evitar o desabastecimento interno de combustíveis, uma alta ainda maior da inflação e também a pressão sobre o caixa da Petrobras, que, hoje, paga a conta pelo congelamento dos preços da gasolina e do óleo diesel em suas refinarias, que não são reajustados desde 12 de janeiro. Quando a guerra estourou, a Petrobras já registrava uma defasagem nas cotações dos combustíveis frente ao patamar do mercado internacional. Mas a disparada do preço do petróleo fez a defasagem pular para 30%, a maior dos últimos dez anos, segundo a Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis (Abicom). Com os preços da estatal congelados, a participação de concorrentes fica inviabilizada, porque nenhum deles tem fôlego para congelar seus preços, como faz a Petrobras, o que praticamente inviabiliza a atuação dos importadores. Com isso, recai sobre a estatal a obrigação de garantir o abastecimento interno de combustíveis, ainda que isso consuma bilhões de reais do seu caixa.  Nesta segunda-feira, os rumores sobre os subsídios planejados pelo governo fizeram com que as ações na Petrobras na Bolsa brasileira caíssem mais de 7%. A pressão sobre a empresa só não é maior porque ela tem estoque de petróleo e derivados suficiente para segurar o abastecimento até o fim de março. Os produtos foram comprados há cerca de dois meses, quando as cotações ainda não estavam tão elevadas. Segurar os preços internos ainda não está sendo tão custoso quanto deve ser a partir do próximo mês. O governo sabe que o peso sobre a empresa é grande, assim como o risco de desabastecimento. Além disso, uma disparada da inflação pode fragilizar mais a economia, num ano de eleição. O presidente da República, Jair Bolsonaro, vem manifestando publicamente preocupação com o tema e já afirmou que o lucro da Petrobras em 2021 foi “absurdo”. Na prática, a Petrobras seria a grande fonte de financiamento do subsídio. A diferença é que esse modelo de subvenção não vai estrangular o seu caixa, porque o dinheiro já é pago ao governo. O que deve mudar é a sua destinação – em vez de ir para educação e saúde, vai subsidiar o consumo de combustíveis, por um período. Agência Estado Relator de projetos de lei sobre combustíveis critica movimento repentino do governo Com o governo federal cogitando agora uma medida emergencial para atenuar o preço dos combustíveis, o relator de projetos de lei sobre o tema no Senado, Jean Paul Prates (PT-RN), disse nesta segunda-feira (7) que as propostas legislativas não irão demorar. Em tom crítico à movimentação repentina do Executivo, impulsionada pela escalada de preço do barril de petróleo, Prates disse que os assuntos devem ser resolvidos em “questão de mais uma semana”, citando um “acordo” para que a tramitação na Câmara seja “muito rápida”. “A tramitação delas não deveria demorar, já temos o acordo aí, inclusive do presidente da Câmara (Arthur Lira), e há consciência de que a tramitação na Câmara será muito rápida”, afirmou Prates. Ao defender que haverá celeridade, o senador afirmou que o projeto que cria uma conta de estabilização de preços será encaminhado para a Câmara pelo Senado, onde ainda precisa ser votado, “sem arestas”. “Um dos projetos já vem de lá (que promove mudanças na cobrança do ICMS) e o outro vai daqui para lá sem arestas, então é uma questão de mais uma semana”, disse o relator das medidas. As declarações foram divulgadas por Prates em vídeo nesta segunda, enquanto esquentam no Executivo discussões sobre um programa de subsídio aos combustíveis, com validade de três a seis meses para compensar a alta do petróleo no mercado internacional. O senador petista pontuou que a movimentação do governo ocorre “às vésperas” de o Congresso votar o pacote de estabilização dos preços. “O Congresso vem discutindo (o tema) e o governo vem pedindo o tempo todo para dar mais tempo, para adiar, para pensar melhor, e agora vai sucumbir exatamente a uma medida de emergência nos moldes do que estamos propondo, só que sem discussão nenhuma”, reclamou o senador. “Me parece algo de um governo que não sabe o

Cresce participação das mulheres na logística de saúde e beleza

A participação de mulheres na logística brasileira cresce a cada ano. No Brasil são 182.376 habilitadas para dirigir caminhões, de acordo com o Denatran – Departamento Nacional de Trânsito, o que corresponde a 6,5% do total de motoristas de caminhão. Além disso assistentes, analistas, conferentes, supervisoras, gerentes e líderes de setor contribuem, e muito, para o bom andamento de toda a cadeia logística. Assim acontece na Ativa Logística, um dos maiores integradores logísticos dos setores de saúde e beleza do Brasil, com 18 unidades distribuídas em pontos estratégicos pelo país. Na Ativa Logística as mulheres representam mais de 20% dos 2,5 mil colaboradores da companhia e ocupam diversas posições estratégicas além de funções operacionais, administrativas, comerciais, contábeis, entre outras. Segundo Marina Fior, Gerente de RH da Ativa Logística, a empresa oferece oportunidades de crescimento também para as mulheres. Ela menciona que a logística é um segmento com grande participação dos homens e a inserção das mulheres no setor traz o equilíbrio ideal para as relações humanas e até mesmo para a prosperidade do negócio. Hoje, a Ativa Logística atende mais de 1 mil clientes espalhados pelo país. Garantir a qualidade da armazenagem, distribuição e transporte (rodoviário e aéreo) além da temperatura dos medicamentos que chegam às residências de milhões de brasileiros é primordial no dia a dia de Camila Ramos, farmacêutica e Gerente de Qualidade, com 10 anos de atuação na empresa. Em sua opinião, as mulheres ganham cada vez mais notoriedade e responsabilidade na logística. “No meu caso, sou a responsável técnica por fiscalizar a qualidade de todos os processos de entregas de medicamentos e o cumprimento de todas as normas técnicas e licenças exigidas pela ANVISA para o transporte de medicamentos. Há 11 anos, Ione Lima iniciou sua carreira na Ativa Logística como executiva de contas, foi promovida diversas vezes e hoje é Gerente Comercial, função que desenvolve há 3 anos. Ela entende que a participação da mulher em setores estratégicos da empresa cresce a cada ano. “Quando cheguei aqui, somente eu atuava no setor comercial e hoje temos 80% da equipe formada por mulheres e os resultados de negócios melhoram a cada ano. “O nosso presidente percebeu esse potencial das mulheres para a conquista de novos clientes e deu muito certo”, finaliza ela. Fonte: Assessoria – Portal NTC

Cansaço mata: 20% dos acidentes acontecem com motoristas cansados e causam 30% das mortes

Um em cada três acidentes (sinistros) fatais nas rodovias está associado à sonolência. Muitos acidentes (sinistros de trânsito) começam com um bocejo. Segundo estudos da “Securité Routiére”, órgão francês de segurança rodoviária , um em cada três acidentes (sinistros) fatais nas rodovias está associado à sonolência. No entanto, 42% dos motoristas dizem que continuam dirigindo quando se sentem cansados e 28% dos caminhoneiros dizem que dormem menos de 6 horas. Após duas horas de direção contínua, qualquer condutor começa a perder reflexos. Após 4 horas é como se estivesse embriagado. A Administração de Segurança Viária dos EUA (NHTSA) estima que em 2017 foram reportados 91.000 acidentes com motoristas sonolentos. Os quais deixaram 50 mil feridos e pelo menos 800 mortos. Em pesquisas realizadas no passado pelo SOS Estradas, cerca de 50% dos acidentes com caminhoneiros e motoristas de ônibus ocorriam sem o envolvimento de nenhum veículo. Nos feriados e período de férias é muito comum o condutor trabalhar o dia todo e depois do expediente colocar a bagagem no automóvel e pegar horas de estrada com os amigos e familiares. Segundo o Coordenador do SOS Estradas, Rodolfo Rizzotto, existem vários estudos que demonstram que o cansaço é um fator de grande letalidade nas rodovias. “Podemos estimar que 20% dos acidentes ocorrem com motoristas cansados e que respondem por 30% das mortes. Quem cochila ao volante, por exemplo, não reduz a velocidade numa colisão e como existe relação direta entre velocidade e gravidade das lesões, as consequências costumam ser mortais.” Ele lembra ainda que a fadiga afeta todos os condutores e a maioria dos motoristas e motociclistas já admitiram ter cochilado pelo menos 1 vez ao volante. Para conscientizar os usuários de rodovias sobre os riscos da fadiga e outros temas que contribuem para as tragédias nas nossas rodovias, o SOS Estradas está iniciando uma série de campanhas mensais. A primeira delas é intitulada de “Cansaço Mata!”, com várias dicas para evitar o risco de cochilar ao volante . A iniciativa conta com o apoio de várias entidades, dentre elas a Federação Nacional dos Policiais Rodoviários Federais – FENAPRF , Fecombustíveis, Associação Brasileira de Caminhoneiros – Abcam e TRÂNSITOAMIGO, entidade de vítimas de acidentes. A divulgação será de várias formas, dentre elas nas mídias sociais do portal e destas dessas entidades. Além disso, a campanha conta com apoio de pontos de parada nas rodovias que irão divulgar e eventualmente distribuir material promocional para os usuários de rodovias que param para descansar, fazer um lanche. Outros segmentos que operam no setor de rodovias também vão participar. Alertas da campanha: Cansaço mata! . Nunca viaje cansado . Na véspera da viagem procure dormir pelo menos 8 h00 . Evite dirigir mais que 8h00 por dia . Planeje a viagem para evitar dirigir a noite . Descanse pelo menos 15 minutos a cada 2h00 de direção . Nas viagens prefira sempre alimentos leves . Evite viajar sozinho. Use o ônibus ao invés do carro . Reveze com outro motorista a condução do veículo . Pare sempre que sentir cansaço e durma sempre que puder . Não beba álcool, nem use drogas ou medicamentos que afetem os sentidos Fonte: SOS Estradas

A Copa SEST SENAT de Futebol 7 Society está de volta em 2022

Após uma pausa de dois anos por causa da pandemia da covid-19, a décima edição da Copa SEST SENAT de Futebol 7 Society está de volta. O campeonato é um dos maiores torneios de futebol amador do Brasil e é voltado exclusivamente para trabalhadores do transporte. As inscrições estarão abertas a partir do dia 2 de março, em 88 unidades localizadas em todas as regiões do país.  Conheça o regulamento. Desde a sua primeira edição, ocorrida em 2012, foram realizados mais de 10 mil jogos com a participação de 4.500 times. O torneio vem mostrando a capacidade do SEST SENAT de democratizar o acesso ao esporte, com foco na melhoria e no bem-estar dos trabalhadores do transporte.  Podem participar da Copa SEST SENAT de Futebol 7 Society empresas do setor de transporte de todos os modais e transportadores autônomos (caminhoneiros, taxistas, mototaxistas e motofretistas) registrados no órgão competente, até a data-limite de 28 de fevereiro de 2022. Cada equipe será composta por, no mínimo, dez e, no máximo, 15 atletas, além de um técnico. As equipes poderão inscrever, ainda, um auxiliar técnico, desde que este também seja comprovadamente de empresa do setor de transporte. Controle da pandemia Para a realização dos jogos, o SEST SENAT segue as medidas sanitárias sugeridas pelas autoridades de saúde, como o uso obrigatório de máscaras de proteção facial autorizadas pela Anvisa e o distanciamento social. Para as equipes participantes será exigida a comprovação de esquema vacinal completo (duas doses ou dose única) ou teste laboratorial negativo para a covid-19. Futebol 7 Society Essa é uma modalidade em que cada equipe conta com sete jogadores em campo – seis na linha e um no gol. As partidas contam com dois árbitros e têm duração de dois tempos de 25 minutos corridos cada, além de dez minutos de intervalo para descanso e orientação dos times. A modalidade surgiu, oficialmente, em 1996. As partidas da Copa SEST SENAT seguem as regras oficiais da Confederação Brasileira de Futebol 7 Society vigentes (www.cbf7.com.br).  Fonte: SEST SENAT

Indústria tem destaque positivo no desempenho da construção

Mesmo com o positivo do setor com o destaque positivo no desempenho da construção na industria de Indústrias de Transformação e indústrias extrativas, a industria encerrou 2021 com a produção em queda O Produto Interno Bruto (PIB), na Indústria, teve um destaque positivo devido ao desempenho da construção (9,7%), após cair 6,3% no ano anterior. Mas encerraram 2021 com a produção em queda, segundo divulgou nesta sexta-feira (4/3) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). As Indústrias de Transformação também apresentaram resultado positivo de 4,5%, influenciadas principalmente pelo crescimento da fabricação de máquinas e equipamentos, metalurgia, fabricação de outros equipamentos de transporte e de produtos minerais não-metálicos e indústria automotiva. As indústrias extrativas cresceram 3,0%, devido à alta na extração de minério de ferro. Já a atividade de eletricidade e gás, água, esgoto e atividades de gestão de resíduos ficaram estáveis em relação a 2020, sendo afetadas negativamente pela crise hídrica. A queda veio devido a fábricas não conseguirem acompanhar os demais setores da economia e encerrando 2021 com a produção em queda. Indústria não cresce há anos no Brasil. Em relação ao 4º trimestre de 2020 Comparando ao resultado do 4º trimestre de 2020, a Indústria caiu 1,3%, puxada pelo recuo nas Indústrias de Transformação (-6,9%), cujo resultado negativo no quarto trimestre foi influenciado pela queda da fabricação de produtos alimentícios, fabricação de produtos de metal, fabricação de produtos de borracha e material plástico e máquinas, aparelhos e materiais elétricos. Fonte: Correio Brasiliense

O que esperar do novo perfil do Gestor de RH?

Marque na agenda: live com Sabrina Lisboa dia 10/03 Os gestores precisam estar no centro do processo de mudança, participando ativamente como geradores de sucessos organizacionais e pessoais. Para que possamos tratar sobre esse tema, venha participar da nossa LIVE! Confira os detalhes abaixo:   Quando: 10/03  Horário: 14:00  YouTube/SERCERGSTV  Facebook/SETCERGS Contaremos com uma dupla de profissionais nesse encontro:   Palestrante: Sabrina Lisboa (Psicóloga (PUCRS), pós-graduada em Dinâmica dos Grupos (SBDG);  Mediadora: Taís Lorenz (Coordenadora do programa INOVARH); Gostaríamos de contar com você nesse primeiro encontro de 2022!

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