Abertas as inscrições para a 22ª TranspoSul
Visitantes podem se credenciar gratuitamente para ver as maiores novidades em tecnologia e transporte de cargas As inscrições para o público que deseja visitar a 22ª TranspoSul já podem ser feitas no site https://transposul.com/ . Basta informar o CPF e aceitar os termos e condições para ter acesso ao credenciamento, que é gratuito. A feira, promovida pelo Sindicato das Empresas de Transporte e Logística no Estado do Rio Grande do Sul (SETCERGS), acontece de 13 a 16 de junho de 2022 no Centro de Eventos da FIERGS, em Porto Alegre. A credencial deverá ser retirada nos terminais de autoatendimento que estarão localizados na entrada do evento. Não será permitida a entrada de menores de 16 anos. Quem quiser aproveitar, pode também trazer sua colaboração para a Campanha do Agasalho promovida pelo Núcleo de Ação Social (NAS) do SETCERGS e pela COMJOVEM Porto Alegre. Sob os pilares de sustentabilidade, tecnologia, negócios e conexão de pessoas, a 22ª TranspoSul movimenta milhões em negócios, reunindo novidades tecnológicas dos maiores fabricantes de caminhões, pneus, distribuidores de combustíveis e fornecedores do ramo de implementos do país. O evento engloba também encontros, reuniões e um Congresso Técnico de forma estratégica para a fomentação de negócios e relacionamentos. Com a retomada da economia, a feira teve ampliada em 70% sua área de exposição em comparação à edição anterior.
Estado concede 271,5 quilômetros de estradas nesta quarta-feira
O governo do Estado realiza nesta quarta-feira (13), a partir das 14h, o leilão de concessão de 271,5 quilômetros de rodovias integrantes do Bloco 3 do programa de Parcerias RS. São estradas na Serra e no Vale do Caí. O certame será realizado na B3, em São Paulo. Os trechos receberão R$ 3,4 bilhões em investimentos durante a concessão de 30 anos, conforme o edital. A estruturação do projeto de concessão foi elaborado em conjunto pela Secretaria de Planejamento, Governança e Gestão (SPGG), pela Secretaria Extraordinária de Parcerias (Separ) e pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Uma das novidades será a construção de 10 quilômetros de ciclovias, medida inédita nas concessões de rodovias feitas no país. Está prevista ainda a construção de mais 30 quilômetros de vias marginais que foram sugeridas pelos participantes durante as audiências públicas. Serão 116,4 quilômetros de duplicações e 59,96 quilômetros de terceiras faixas. Todos os investimentos foram antecipados e deverão ser feitos em um único ciclo de investimentos, até o sétimo ano da concessão. Estão previstas seis praças de pedágio. Trechos que serão leiloados ERS-122 (km 0,00 ao km 168,65) ERS-240 (km 0,00 ao km 33,58) RSC-287 (km 0,00 ao km 21,49) ERS-446 (km 0,00 ao km 14,84) RSC-453 (km 101,43 ao km 121,41) BRS-470 (km 220,50 ao km 233,50) Fonte: JC
Pelo segundo ano, a CNT e o SEST SENAT são os grandes apoiadores do Maio Amarelo
Juntos Salvamos Vidas é o tema central da campanha No trânsito, tudo o que fizermos pode salvar ou colocar uma vida em risco. Por isso, a mensagem que o Maio Amarelo 2022 quer passar é “Juntos Salvamos Vidas”. A campanha propõe uma reflexão e uma mudança de comportamento em busca de uma vida melhor, mais justa e mais segura para todos. Essa é a nona edição da campanha Maio Amarelo, idealizada pelo Observatório Nacional de Segurança Viária. Pelo segundo ano, a CNT e o SEST SENAT são os apoiadores centrais da campanha. O que a campanha do Maio Amarelo vai trazer é que, independentemente da profissão, juntos, todos podem salvar vidas no trânsito, diante da consciência de se fazer o certo, seguir a legislação e ser prudente seja guiando um automóvel, seja como pedestre. Em 2022, a campanha ganhou um espaço ainda maior e passou a integrar o calendário nacional de mobilizações nacionais do SEST SENAT. Entre os dias 14 e 22 de maio, os profissionais da instituições estarão em centenas de pontos de todo o país levando conscientização e orientações sobre o papel de cada um para a construção de um trânsito mais seguro. Participação Para que o tema da ação seja colocado em prática e se torne uma realidade, as peças da campanha estão disponíveis para empresas e instituições que queiram aderir a esse movimento. Neste momento, estamos disponibilizando o material que precisa ser impresso. Em breve, estarão disponíveis os cards para as redes sociais. Qualquer empresa, entidade ou órgão público poderá inserir sua logomarca nas peças e utilizá-las gratuitamente. Clique aqui para ter acesso ao material. Fonte: CNT
Estiagem impacta logística da safra no Rio Grande do Sul
Perdas com a escassez de água vão muito além do campo e atingem diversos setores econômicos Ao reduzir drasticamente as principais safras de verão, sobretudo de milho e soja, a estiagem da virada de 2021/22 vem gerando terríveis impactos negativos que se propagam das lavouras aos setores de transportes, logística, armazenagem e serviços associados ao beneficiamento e à exportação de grãos no Rio Grande do Sul e em outros estados. Dos 67 segmentos da economia brasileira acompanhados pelo IBGE através da matriz de insumos e produtos, 63 estão sendo atingidos pelos efeitos da quebra das safras, afirma o economista Antonio da Luz, da Farsul, que coordenou um estudo sobre as consequências da mais recente catástrofe climática do Sul. As perdas agrícolas foram estimadas em R$ 31,7 bilhões, valor que deixa de entrar nas contas bancárias dos agricultores, mas quem mais perde são outras cadeias produtivas que dependem da existência de matéria-prima rural. Assim, alcançam R$ 78 bilhões os prejuízos da indústria e dos serviços associados à produção primária gaúcha. Também foram estimadas em R$ 5,9 bilhões as perdas de impostos indiretos. No total, chega a R$ 115,7 bilhões o impacto negativo sobre o Produto Interno Bruto (PIB) do Rio Grande do Sul, o que deverá provocar uma queda de 8% no desempenho econômico estadual em 2022. Com o fracasso das principais safras no Estado – o milho caindo de 4,39 milhões de toneladas em 2020/21 para 2,984 milhões de toneladas na temporada 2021/22; a soja baixando de 20,8 milhões de toneladas para 13,7 milhões de toneladas, segundo o acompanhamento da Conab –, o setor mais imediatamente atingido é o de transportes, que já sofre com o acirramento da disputa por cargas e o rebaixamento do valor dos fretes em 20% a 30% – uma tragédia se levar-se em conta o ciclo recessivo imposto à economia pela pandemia de Covid-19 e o encarecimento do preço do óleo diesel. Numa estimativa dramática, a Farsul calculou que deixarão de circular 253 mil carretas de 57 toneladas, fenômeno que se reflete na queda do movimento nas fazendas e cidades nessa época de maior agitação no interior. Na esteira da baixa do transporte, também vão se restringindo as compras e vendas a montante e a jusante das atividades agrícolas: já começa a cair o processamento de grãos para fabricação de óleos, farelo e biodiesel; e cairá também a produção de farelo de soja, o insumo mais caro da produção de rações para frangos, suínos e bovinos. Para muitos, faltam providências do governo federal, o ente mais forte e capaz de tomar medidas para minorar o agravamento da situação dos preços dos alimentos e dos custos de produção das próximas safras. O economista Antonio da Luz, da Farsul, afirmou que considera positiva a saída do governo do mercado de seguro rural, que atende apenas uma parcela dos produtores e cobre apenas uma parte da produção agrícola. Já o agrônomo Alencar Rugeri, diretor técnico da Emater-RS, reconhece que a quebra das safras é tão grande que está fora do alcance do governo saná-la tanto nos valores alcançados quanto nos prazos requeridos. Em suma, pelas leis do mercado, caberá aos próprios agricultores buscar as saídas. Situação vivida pelos agricultores é complexa, segundo a Emater-RS O agrônomo Alencar Rugeri, diretor técnico da Emater-RS, considera “complexa” (apesar de “não generalizada”) a situação vivida pelos agricultores após a estiagem que afetou com intensidade variada o território do Rio Grande do Sul, formado basicamente por dois biomas distintos – o pampa e a mata atlântica. Enquanto algumas regiões praticamente pouco ou nada sofreram com a escassez de chuvas, houve áreas como em Ijuí e arredores em que as colheitas de soja e milho foram quase nulas, uma catástrofe que só pode ser comparada à ocorrida em 2005, essa sim mais abrangente territorialmente. Mesmo assim, a Conab estima que o rendimento médio da safra nacional de soja vai ficar em 3.016 kg por hectare, um resultado razoável. No Rio Grande do Sul, onde 88 mil produtores de soja e 98 mil de milho perderam parte da produção esperada, o problema está na dimensão do estrago. “Um saco a menos de soja em cada lavoura gaúcha significa um prejuízo que vai se refletir em outras atividades”, comenta Rugeri, salientando que a hora não é de olhar para trás, pois o pior da estiagem já passou: “Nós precisamos olhar para a frente, pois o futuro se anuncia muito difícil, particularmente para o agricultor familiar”. Esse não tem outra saída senão ser eficiente na gestão, já que não dispõe de terra ampla nem de recursos financeiros para bancar a volta por cima, como acontece com os grandes produtores favorecidos pela possibilidade de recuperar-se por meio da escala de produção. Nesse contexto em que as colheitas ainda não terminaram e já se anuncia o encarecimento dos insumos de produção dos próximos plantios – trigo e culturas de inverno; segunda e terceira safras de milho –, os técnicos consideram que é muito cedo para saber quantos agricultores foram abalados irremediavelmente pela estiagem. Sem dúvida, na pior situação estão os sojicultores e os produtores de milho, mas já não existem monocultores no Estado. Quem cultiva soja ou milho também planta arroz ou trigo e cria gado. Ou tem árvores madeireiras em ponto de se transformar em capital de giro, de tal forma que a própria dinâmica da economia rural abre brechas para que uns e outros sobrevivam por meio da policultura. Significativamente, parecem a salvo da intempérie os que enveredaram por alguma atividade agroindustrial. “Esses puseram os ovos em mais de uma cesta”, diz o diretor técnico da Emater, citando os resultados obtidos em março por agroindústrias familiares na Expodireto, em Não-Me-Toque, quando o volume de suas vendas superou as expectativas mais otimistas. Esse tipo de experiência positiva poderá ser novamente observada no final do inverno de 2022 na Expointer, em Esteio, onde a agroindústria de base familiar vem batendo recordes de participação e de vendas a cada ano. No interior, caminhões estão parados à espera de carga
ANTT atualiza valor para pagamento do tempo adicional de carga e descarga
Valor passa a ser R$ 2,12 A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) atualizou o valor para pagamento do tempo adicional de carga e descarga ao transportador. O valor passa a ser de R$ 2,12, de acordo com correção feita pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) acumulado no período de abril de 2021 a março de 2022, de 11,73%. Conforme determina a lei nº 11.442, de 5 de janeiro de 2007, o prazo máximo para carga e descarga do veículo de transporte rodoviário de cargas é de cinco horas, contados da chegada do veículo ao endereço de destino, após o qual este valor será devido ao Transportador Autônomo de Carga (TAC) ou à Empresa de Transporte Rodoviário de Cargas (ETC), por tonelada/hora ou fração. Fonte: gov.br
Voando alto com o ensino profissional oferecido pelo SEST SENAT
O SEST SENAT financia formações para gestores de grandes empresas, além de cursos técnicos específicos para o modal aéreo. Investimento será ainda maior se entidade acessar contribuições aeronáuticas Com mais de 25 anos dedicados à qualidade de vida e à capacitação dos trabalhadores do transporte, o SEST SENAT desenvolve várias iniciativas em prol do setor aéreo, embora as empresas do modal não participem da base de arrecadação da entidade. Atualmente, as contribuições aeronáuticas têm como destino o Fundo Aeronáutico. Isso pode mudar, caso a emenda n.° 40 seja acolhida no texto final da medida provisória n.° 1.089/2021, que aguarda o parecer do relator, deputado federal General Peternelli (PSL/SP), na Câmara dos Deputados. Uma vez aprovada, a MP permitirá que as contribuições sejam transferidas ao SEST SENAT, com a garantia de que os recursos serão plenamente revertidos em atendimentos de saúde e educação profissional. Desde a alta gestão até o nível técnico, o SEST SENAT busca agregar valor e conhecimento. Hoje, um dos seus carros-chefe são as especializações, ofertadas em parceria com o ITL (Instituto de Transporte e Logística), braço acadêmico do Sistema CNT. São elas: Gestão de Negócios; Gestão de Recursos Humanos; e Gestão de Finanças. Esses cursos contemplam uma gama de profissionais do setor aéreo – desde gerentes de Marketing a coordenadores de RH. “A Especialização em Gestão de Negócios foi muito interessante para a minha carreira, pois, ao mesmo tempo em que trouxe um aprofundamento dos conhecimentos específicos do setor de transportes, permitiu a ampliação da visão geral de negócios para meu dia a dia profissional”, elogia Renata Florenzano Lorenzini, gerente de Marketing, Marca e Produto na Azul. Aluno da Especialização em Gestão de Finanças, Luiz Amo, coordenador de Planejamento e Capacity de Aeroportos na Gol, frisa o valor do intercâmbio de saberes em sala de aula. “O curso nos faz abrir a mente para os outros modais. Estou adquirindo muito conhecimento com meus colegas e, também, tenho compartilhado minha experiência de 15 anos de aviação. É enriquecedor”, resume. Já Silvia Gagliardi, gerente de Treinamento na Azul, classifica como “maravilhosa” sua passagem pela Especialização em Gestão de Recursos Humanos. “Profissionais de alto gabarito e com uma robusta experiência nos trouxeram uma visão diferenciada, além das discussões entre todos os participantes – professores e alunos. Já fiz algumas especializações, mas, com certeza, esta foi de longe a melhor, a que agregou no meu dia a dia um vasto conhecimento”, relata. Também para técnicos Além disso, para colaboradores que atuam na ponta da operação, o SEST SENAT oferece um portfólio com formações presenciais que abrem portas para quem deseja atuar no ramo: Técnico em Manutenção de Aeronaves Aviônicos; Técnico em Manutenção de Aeronaves Célula; Técnico em Manutenção de Aeronaves Grupo Motopropulsor (GMP); e Agente de Aeroporto. O catálogo EaD é ainda mais vasto, com 33 opções de cursos que podem ser acessados pelo computador ou pelo celular. Eis alguns exemplos: Transporte Aeroviário: Conceitos de Química para Mecânicos; Transporte Aeroviário: Ferramentas e Procedimentos de Manutenção Comuns em Oficinas; Transporte Aeroviário: Conceitos de Controle de Voo; e Transporte Aeroviário: Introdução aos Combustíveis e Sistemas de Combustível de Aeronaves. “Conheci o SEST SENAT por meio do curso de van escolar. Quando terminei, a recepcionista me passou informações sobre o modal aéreo. Fiz a inscrição e fui para o básico. Só que não tinha aquela paixão toda, por ser uma etapa mais teórico. Quando foi para a especialização, eu me apaixonei. Quando concluí o GMP, já quis fazer o Célula e o Aviônico. Fiz um de manhã e o outro à tarde. Fiz a prova da Anac, passei e, hoje, graças a Deus, estou contratada”, celebra Shirley Borges Magalhães. Camila Maria Freire, engenheira mecânica, busca uma colocação no mercado e, para isso, mergulhou de cabeça nos cursos do SEST SENAT. “Atualmente faço o curso Técnico em Manutenção de Aeronaves Módulo Básico e estou amando. Eu já fiz o Familiarização de Motores Aeronáuticos e estou cursando, ainda, o Regulamentação Aeronáutica. Eu indico todos e vou fazer todos que os que o SEST SENAT abrir, porque são cursos preparam a gente para a nossa vida profissional.” Fonte: Agência CNT Transporte Atual
O Sistema CNT está lançando uma nova qualificação para a alta gestão do setor de transporte.
O curso Governança, Compliance e Gestão de Riscos com Ênfase no Transporte e Infraestrutura é um treinamento executivo voltado a profissionais que precisam adquirir conhecimentos para criação de um ambiente corporativo confiável, com identificação de ameaças e boas práticas, frente a complexidade envolvida nos processos de execução do setor de transporte. O treinamento é gratuito para os profissionais de empresas vinculadas ao Sistema CNT e faz parte do Programa Avançado de Capacitação do Transporte, coordenado pelo ITL e promovido pelo SEST SENAT.Inscrições estão abertas até o dia 5 de junho. Clique AQUI e confira!
Sobram vagas para motoristas no Transporte Rodoviário de Cargas
A oportunidade de emprego no TRC está retratada na primeira Pesquisa CNT Perfil Empresarial sobre o segmento Cerca de 45% das empresas do Transporte Rodoviário de Cargas (TRC) que responderam à Pesquisa CNT Perfil Empresarial têm vagas disponíveis para motoristas. A maior parte delas (60,4%) concentra-se em empresas de grande porte, com mais de cem empregados. Os dados estão no levantamento inédito divulgado pela Confederação Nacional do Transporte, na quinta-feira (07/04). Dentre as empresas que responderam à CNT, o maior número de oportunidades para motoristas está naquelas que têm sede em Santa Catarina (17,4%), seguido das que estão em São Paulo e Minas Gerais, ambas com 14,5% das vagas disponíveis. Em patamar próximo estão as empresas localizadas no Paraná (14,0%) e no Rio Grande do Sul (10,1%). Profissionais com pouco tempo de experiência no TRC é outro fator que leva à dificuldade de recolocação, segundo responderam 46,1% das empresas no levantamento. A segunda maior adversidade, identificada por 31,5% delas, é encontrar profissionais qualificados e com treinamento direcionado ao setor rodoviário de cargas. A atividade com maior carência no mercado é de motoristas – 65,1% dos empresários do TRC citaram não encontrar com facilidade esse profissional. Dentre as empresas que participaram do levantamento, 19,2% acrescentaram ao problema a falta de mecânicos e 15,1%, a carência de gestores operacionais. Entre os benefícios ofertados pelos transportadores do TRC aos trabalhadores, destaca-se o plano de saúde ou odontológico. O serviço é disponibilizado para todos os funcionários em 63,4% das empresas que participaram do levantamento. Os resultados da Pesquisa CNT Perfil Empresarial apresentam à sociedade a caracterização das empresas, um panorama da situação enfrentada pelo transportador e os desafios do setor. A Confederação disponibilizará, de forma inédita e exclusiva aos empresários que responderam à Pesquisa, um painel personalizado. Na prática, cada empresa participante terá acesso aos seus próprios dados e poderá compará-los aos resultados consolidados e anonimizados no levantamento, o que permite verificar a sua posição em relação às características identificadas. As informações restritas permitirão a identificação de melhorias nas ações das empresas e a definição de estratégias para o seu negócio. Acesse aqui o Painel CNT do Perfil das Empresas do TRC Fonte: Agência CNT Transporte Atual
Roubo de mercadorias está entre as maiores preocupações do Transporte Rodoviário de Cargas
A informação faz parte da primeira Pesquisa CNT Perfil Empresarial, divulgada pela CNT O roubo de mercadorias aflige 62,5% dos transportadores rodoviários de cargas (TRC) entrevistados na Pesquisa CNT Perfil Empresarial. A dura realidade faz parte dos relatos dos empresários que responderam ao levantamento divulgado na quinta-feira (07/04), pela Confederação Nacional do Transporte (CNT). As regiões Sul e Sudeste foram apontadas como aquelas com o maior número de ocorrências. A partir dessa base de dados, a Confederação pode trabalhar em indicadores para monitorar o desempenho do segmento e contribuir na elaboração de estudos e pesquisas, além de aprimorar a reivindicação do setor de investimentos em infraestrutura e políticas governamentais. “O elevado número de ocorrências de roubo de cargas expõe o transportador a uma situação de risco. O prejuízo decorrente tende a encarecer o serviço oferecido e o preço final dos produtos transportados, onerando, em última instância, o consumidor”, afirma o presidente da CNT, Vander Costa. Além destes entraves que oneram o transportador, o empresário identificou outros itens de grande relevância em relação a seus custos operacionais: a maioria (81,5%) atribuiu ao combustível o maior impacto no gasto das empresas, seguido da mão de obra (11,2% dos entrevistados). O preço do diesel foi citado por 82,3% dos respondentes como uma das maiores dificuldades enfrentadas pelo setor. No que diz respeito a sinistros, 47,0% dos empresários afirmaram que seus veículos se envolveram em algum acidente nos últimos 12 meses. Os resultados da Pesquisa CNT Perfil Empresarial apresentam à sociedade a caracterização das empresas, um panorama da situação enfrentada pelo transportador e os desafios do setor. Exclusivamente aos empresários que responderam à Pesquisa, a Confederação disponibilizará um painel personalizado no qual cada empresa participante terá acesso aos seus próprios dados e poderá compará-los aos resultados consolidados e anonimizados no levantamento, permitindo, assim, verificar o seu posicionamento em relação às características identificadas. As informações restritas permitirão a identificação de melhorias nas ações das empresas e a definição de estratégias para o seu negócio. Acesse aqui o Painel CNT do Perfil das Empresas do TRC Fonte: Agência CNT Transporte Atual
Diesel está entre os principais itens do recorde de crescimento do IPCA de março

Radar CNT do Transporte constata a maior elevação do IPCA para o mês de março desde 1994 O resultado do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) referente ao mês de março de 2022, divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta sexta-feira (08), traz dois alertas para as empresas do transporte. O primeiro é em relação ao preço dos combustíveis, em especial o diesel, com aumento de 13,7% em março, na comparação com fevereiro. Esse é um dos maiores percentuais dos itens que compõem o IPCA. O segundo diz respeito ao valor atingido pelo próprio Índice, de 11,3% no acumulado em 12 meses. Caso a inflação continue aumentando, o Banco Central deve rever para cima as metas da taxa básica de juros da economia brasileira (Selic), o que impacta a tomada de crédito pelas empresas do transporte. Essas informações fazem parte do Radar CNT do Transporte, publicado hoje pela Confederação Nacional do Transporte. Confira os detalhes em Radar CNT do Transporte Fonte: Agência CNT Transporte Atual