ANP avalia retirar diesel comum do mercado, utilizado no transporte rodoviário

Agência reguladora quer substituir linhas S-500 e S-1800 pela S-10, com menor teor de enxofre A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) cogita abolir o uso de diesel (S-500) comum no país. O tema será debatido em uma audiência pública, prevista pela agência para ocorrer no dia seis de julho. O encontro debaterá a descontinuidade do S-500, utilizado no transporte rodoviário, e do S-1800, empregado em ferrovias e usinas termelétricas. Ao longo de 2021, o S-500 foi responsável pelo consumo de 40,4% do consumo brasileiro de diesel. A participação, embora relevante, vem em declínio nos últimos anos. Isto porque seu uso só é liberado para veículos produzidos até 2011. Nos anos posteriores, o combustível utilizado é o S-10. Com a modernização e renovação da frota, ele se tornou hegemônico em 2020 e já responde por 59,2% do uso, segundo dados da agência. Os nomes se referem às partículas de enxofre por milhão, presentes na composição dos combustíveis. Quanto menos enxofre, menos poluente e mais eficientes são considerados os combustíveis. Especialistas apontam que o diesel S-10 pode ser usado em veículos antigos, mas que o contrário não pode ser feito. O S-1800, segundo os dados mais atuais apresentados pela agência, corresponde apenas a 0,4% da utilização. O plano é substituir os dois produtos pelo S-10. Atualmente, a diferença de custos entre os dois produtos para o consumidor, nas bombas, é pequena. Segundo a pesquisa semanal de preços de combustíveis, feita pela agência, o S-10 custa em média 2% mais: o litro sai a R$ 6,741, contra R$ 6,610 do S-500. A audiência pública também vai debater alterações na definição de óleo diesel A, para permitir que qualquer matéria-prima não renovável seja utilizada na produção do combustível, desde que “o produto final resulte em hidrocarboneto com características similares ao óleo diesel”. As novas especificações podem também, de acordo com a pauta do encontro, permitir que seja utilizado diesel coprocessado com óleo vegetal, no patamar de 5%. A agência prevê na minuta um prazo de até quatro meses para executar a substituição dos combustíveis, após ouvir produtores e importadores. Presidente-executivo da Associação Brasileira de Importadores de Combustíveis (Abicom), Sérgio Araújo vê a provável substituição dos dois produtos pelo diesel S-10 com bons olhos. “É um esforço em direção à sustentabilidade, baseado na transição energética, e nós aprovamos. No mercado internacional, já há uma dificuldade maior para aquisição do S-500, a oferta do S-10 é mais abundante e isso vai simplificar as coisas”, afirmou. Procurada, a Petrobras informou que se esforça para ampliar a oferta de diesel S-10 ao mercado e prevê investir 2,6 bilhões de dólares na expansão de capacidade das refinarias até 2026, o que resultará na produção adicional de 300 mil barris do produto por dia. Sobre a inclusão do diesel coprocessado na regulação do óleo diesel, a estatal afirmou, por meio de nota, que a medida “cria um caminho importante para a comercialização de um produto que contém matéria-prima renovável na sua composição”. “A Petrobras já realizou testes de produção do diesel com conteúdo renovável (diesel R5) na Refinaria Presidente Vargas, em Araucária (PR) e, desde março deste ano, conduz um teste de frota de ônibus urbano em Curitiba com aplicação deste produto em parceria com a Vibra, AV Redentor, Mercedes e Bosch.” Segundo a empresa, o R5 sai da refinaria com 95% de diesel mineral e 5% de diesel renovável. Atualmente, o Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) debate a possibilidade de o diesel renovável ser considerado no teor obrigatório de mistura do biocombustível no óleo diesel. Fonte: CNN Brasil

SEST SENAT participa de cerimônia de lançamento do Maio Amarelo 2022

A CNT e o SEST SENAT são os apoiadores centrais da campanha; as peças estão disponíveis para empresas que queiram aderir ao movimento Na manhã desta quarta-feira (4/5), foi realizada a cerimônia de lançamento da campanha do Maio Amarelo 2022, no auditório do Ministério da Infraestrutura, em Brasília. O Maio Amarelo é um movimento internacional de conscientização pra redução de acidentes de trânsito que se iniciou em 2014. O objetivo é realizar ações durante em todo o mês, para discutir o tema e difundir conhecimento a respeito de um trânsito mais seguro. Essa é a nona edição da iniciativa, idealizada pelo Observatório Nacional de Segurança Viária. Pelo segundo ano, a CNT e o SEST SENAT são os apoiadores centrais da campanha.  No trânsito, tudo o que fizermos pode salvar ou colocar uma vida em risco. Por isso, a mensagem que o Maio Amarelo 2022 quer passar é “Juntos Salvamos Vidas” e propõe uma mudança de comportamento em busca de uma vida melhor, mais justa e mais segura para todos. O Maio Amarelo 2022 busca destacar que, independentemente da profissão, juntos, todos podem salvar vidas no trânsito, diante da consciência de se fazer o certo, seguir a legislação e ser prudente seja guiando um automóvel, seja como pedestre.  Nicole Goulart, diretora executiva do SEST SENAT, representou o Sistema CNT na cerimônia e destacou que somente com respeito, responsabilidade e senso de coletividade, é possível construir um caminho mais seguro de modo a reduzir os índices de acidentalidade que o Brasil registra anualmente. “Espero que consigamos, com mais essa edição, ampliar a reflexão crítica sobre a relevância da segurança viária. É importante termos em mente que essa ação não começa nem se encerra em maio. O mês é apenas uma referência para a revitalização do discurso e das práticas em favor de uma cultura de respeito à vida. Que a mensagem do Maio Amarelo seja estendida por todo ano”, afirmou Nicole Goulart.  Em 2022, a campanha ganhou um espaço ainda maior no Sistema CNT e passou a integrar o calendário nacional de mobilizações nacionais do SEST SENAT. Entre os dias 14 e 22 de maio, os profissionais das 159 unidades operacionais estarão em centenas de pontos de todo o país, levando conscientização e orientações sobre o papel de cada um para a construção de um trânsito mais seguro. Os locais da mobilização serão divulgados em breve. Saiba mais sobre a atuação do SEST SENAT em prol da segurança no trânsito aqui. O ministro da Infraestrutura, Marcelo Sampaio, afirmou que o MInfra reconhece a importância da agenda e tem trabalhado para reduzir ainda mais o número de mortos e feridos no trânsito. “O Maio Amarelo é uma campanha que, pelo nono ano, vem mostrando a importância da conscientização sobre o respeito no trânsito e os riscos que corremos nas estradas. O tema ‘Juntos salvamos vidas’ mostra a importância do trabalho em grupo. E estamos mobilizando a sociedade em torno da campanha, envolvendo os mais diversos segmentos: órgãos de governos, empresas, entidades de classe, associações, federações e a sociedade civil organizada para juntos salvar vidas.”Frederico Carneiro, secretário nacional de trânsito do Ministério da Infraestrutura, enfatizou a necessidade de colocar a vida em primeiro lugar, com respeito às regras de trânsito. “Nós, da secretaria, abraçamos esse movimento com todas as forças, porque entendemos que ele tem resultado. De 2014 para cá, desde que o movimento foi criado, a gente registra sucessivas quedas no número de mortes no país por conta de acidentes de trânsito. Ao invés de contarmos as mortes, estamos valorizando a vida. Espera-se salvar 86 mil vidas ao final da década”, afirmou Carneiro.  Durante a abertura da campanha Maio Amarelo, o ministro da Infraestrutura, Marcelo Sampaio, assinou a deliberação do Contran (Conselho Nacional de Trânsito) que regulamenta o Registro Nacional Positivo de Condutores, que vai cadastrar os condutores que não cometeram infração de trânsito nos últimos 12 meses.  Rede de apoio Para que o tema da ação seja colocado em prática e se torne uma realidade, a participação de toda a sociedade é fundamental. Por isso, as peças da campanha estão disponíveis para empresas e instituições que queiram aderir ao movimento.  Qualquer empresa, entidade ou órgão público poderá inserir sua logomarca nas peças e utilizá-las gratuitamente. Clique aqui para ter acesso ao material. Veja aqui o vídeo oficial do maio Amarelo 2022. Fonte: Agência CNT Transporte Atual

Prorrogada a isenção de ICMS sobre o Transporte Intermunicipal de Cargas realizados no Estado do Rio Grande do Sul

Por Fernando B. Massignan Foi publicado pelo Estado do Rio Grande do Sul o Decreto 56.468 que prorroga a isenção do ICMS sobre o frete intermunicipal para até 30 de abril de 2024. A referida Isenção abrange os Transportes com início e término no Estado do RS realizados por Transportadores com CGC/TE (Cadastro Geral de Contribuintes) em favor de contratantes também inscritos no Estado do Rio Grande do Sul. Conforme noticiado anteriormente, o Sistema FETRANSUL vem negociando com a SEFAZ para adequar essa isenção à realidade do transporte gaúcho, buscando restringir a isenção apenas ao transporte de determinados produtos vinculados ao agronegócio pois entende que a medida isentiva acaba prejudicando o transportador ao tolher o direito ao crédito. A SEFAZ havia prometido a formação de grupo de estudos no Transporte para avaliar a adequação dessa isenção, porém, antes mesmo de um retorno formal ao setor, tomou a atitude de realizar a prorrogação da mesma até o ano de 2024. As referidas negociações serão retomadas, buscando ampliar a base de créditos e adequar essa isenção, sendo que, com atualizações retornaremos.

Fetransul alerta que concessões de rodovias preveem investimentos de apenas R$ 3,7 bilhões

Edital para escolha da empresa responsável pelas obras de instalação está previsto para sair nos próximos 40 ou 60 dias. Maioria dos municípios da região é contra a instalação, mas solicita melhorias. A praça de pedágio prevista para ser instalada na ERS 324 entre Passo Fundo e Marau, é uma das sete praças previstas no Bloco 2 do programa de reestruturação de rodovias, elaborado pelo governo do Rio Grande do Sul com base em um estudo do BNDES e da Planos Engenharia. A localização das praças de cobrança levou em consideração uma distância média de 50 km entre uma e outra cidade, além de observar os melhores potenciais de arrecadação em cada trecho. No trecho entre Nova Prata e Getúlio Vargas, está previsto a duplicação entre os km 178 e 292, em um total de 114 km. A instalação da praça de pedágio na ERS 324 ainda é incerta. O edital do Bloco 2 não possui uma data oficial para ser lançado. Enquanto isso, lideranças políticas e instituições acompanham o andamento dos projetos de melhorias, observam os impactos e apontam alternativas. A Federação das Empresas de Logística e de Transporte de Cargas do Rio Grande do Sul (Fetransul) analisa como a instalação dos pedágios impacta na categoria. “Nós, do transporte e logística, somos a favor do uso de capital privado para melhorar a infraestrutura rodoviária, diante do fato de que os Governos do RS não se mostraram empenhados em realizar uma gestão competente da EGR, que nesta região administra pedágios na RS 135, no Vale do Taquari e a caminho de Getúlio Vargas”, observa o Coordenador da Comissão de Infraestrutura do Sistema Fetransul, Paulo Ziegler. Na visão de Paulo o programa de melhorias do Bloco 2 responde a necessidade de ampliar a capacidade das rodovias ao longo do Estado, no entanto, a equação econômica do projeto se mostra onerosa. “Nos 30 anos de concessão está prevista uma arrecadação de 16 bilhões. Apenas 3,7 bilhões deste montante (23%) serão empregados em investimentos. O resto serão custos operacionais e financeiros, impostos e lucro. Ou seja, de cada 100,00 arrecadados, apenas 23,00 serão empregados no propósito final do projeto. Há um grande desperdício do esforço econômico que farão os usuários das rodovias, pois quem paga por este empreendimento não é o governo, mas sim a sociedade”, explica. No dia 14 de abril o Governo do RS obteve o resultado da licitação do Bloco 3 (Serra Gaúcha), em que apenas uma empresa participou, tendo concedido um desconto de apenas 1,3% nas tarifas. “Houve um fracasso. Não houve leilão. Ainda assim o governo pretende assinar o contrato com o “vencedor”, descuidando-se do interesse social e econômico das comunidades envolvidas. Teremos pedágios muito caros, por 30 anos”, afirma. Impacto nas empresas de transporte de cargas No Rio Grande do Sul, cada eixo de caminhão paga uma vez o preço da tarifa de automóvel cobrada pelos pedágios. Um caminhão de cinco eixos, por exemplo, paga cinco vezes o valor de um automóvel. Situação que demonstra o impacto que a instalação do pedágio em um trecho onde empresas de transporte trafegam diariamente, poderá ter. Paulo explica que as cargas de baixo valor agregado serão mais impactadas pela cobrança. Além também, dos muitos caminhões que vão de um destino ao outro carregado, mas que retornam vazios. Na visão do coordenador, o pedágio no trecho entre Passo Fundo e Marau vai depender de uma licitação bem feita, na hora certa. “Se houver a insistência em fazer de qualquer forma, ainda em 2022, poderemos ter tarifas muito elevadas. E elas vão afetar o custo dos produtos, do transporte de passageiros, enfim, o custo logístico do RS”, analisa. Vereadores de Passo Fundo e Ampla debatem sobre instalação A Comissão Especial de Acompanhamento da Instalação de Pedágio, instalada pela Câmara de Vereadores de Passo Fundo, e a Associação dos Municípios do Planalto (AMPLA) debateram sobre os próximos passos referentes ao edital e instalação do pedágio. A previsão é que o edital para a contratação da empresa responsável pela instalação saia nos próximos 40 ou 60 dias. A informação foi confirmada pelo Secretario de Parceria Leonardo Busatto aos integrantes da comissão. O prefeito de David Canabarro e vice-presidente da Ampla, Lauro Antônio Benedetti afirmou que todos os 21 municípios que integram a entidade são unanimes no que se refere a necessidade de melhorias na região, mas que a AMPLA não possui um posicionamento definido sobre a instalação do pedágio. “Estamos discutindo mais as questões de como tudo isso deve acontecer, para que seja diferente de como está projetado, no que diz respeito as tarifas, com o que vai ser feito com os recursos cobrados”, observou. A AMPLA cobra que a instalação do pedágio também beneficie as pontas da rodovia, como a ponte de São Domingos, a RS 129 que vai até David Canabarro, o contorno de Casca, Vanini e David. O presidente da Comissão Especial, vereador Leandro Rosso (Republicanos) destacou que o Legislativo, assim como a Acisa Passo Fundo, que acompanha o processo, não tem uma posição definida sobre a instalação do pedágio, e que a comissão tem o objetivo de construir um relatório que possibilite a indicação de melhorias para beneficiar Passo Fundo e região. A Comissão conta como relator o vereador Rodinei Candeia (Republicanos),  e os vereadores titulares Ernesto dos Santos (PDT), Gio Krug (PSD) e a vereadora Janaína Portella (MDB). A reunião contou com a participação de proprietários de terras de Passo Fundo e Marau, que são contra a instalação do pedágio. Eloisa Bedin, uma das proprietárias presentes destacou que a cobrança seria injusta para quem circula diariamente pelo trecho. “É inadmissível falar em um pedágio, em um trecho que tem milhares de pessoas indo e vindo trabalhar e que serão diretamente penalizadas. É algo que está sendo divulgado como certo, mas eu, como cidadã, considero uma ofensa e não aceito, como a maioria da população, que não é favorável”, afirmou Eloisa. Entre as próximas ações da Comissão Especial está a realização de uma pesquisa de opinião pública, uma ação

Sistema Fetransul participa de audiência pública

A Fetransul, representada pelo Dr. Ronaldo Vanin (Caleffi & Vanin Advogados) participou de audiência pública que elencou as recomendações expedidas pelo Ministério Público do Trabalho da 4ª Região. Acesse o documento completo AQUI!

Profissionais do transporte já podem se vacinar contra gripe a partir de hoje

Caminhoneiros, trabalhadores do transporte coletivo rodoviário de passageiros urbano e de longo curso e trabalhadores portuários poderão se vacinar até 3/6 Atendendo a um pedido da CNT (Confederação Nacional do Transporte), o Ministério da Saúde incluiu caminhoneiros, motoristas e cobradores do transporte coletivo rodoviário de passageiros urbano e de longo curso e trabalhadores portuários na campanha nacional de imunização contra o vírus da influenza, causador da gripe. Esses profissionais estão na segunda etapa da campanha, que começa hoje, 2 de maio, e vai até 3 de junho. A CNT atuou, junto ao Ministério da Saúde, para a inclusão de todos os profissionais do transporte, de todos os modais (rodoviário, ferroviário, aéreo, navegação e portuário), de cargas e de passageiros, mas, em virtude do número de doses disponíveis, o ministério atendeu ao pedido parcialmente. O objetivo da CNT, ao solicitar a inclusão dos profissionais do transporte no grupo prioritário, é proteger a população contra as formas mais graves da influenza e diminuir a cadeia de transmissão dessa doença respiratória, uma vez que esses profissionais são fundamentais para o funcionamento do país. Vacinas da gripe e da covid-19 Aqueles trabalhadores que ainda não completaram o ciclo de vacinação contra covi-19 ou precisam tomar a dose de reforço, podem aproveitar a ida ao posto de saúde e receber os dois imunizantes ao mesmo tempo. Isto porque pessoas acima de 12 anos não precisam cumprir intervalo entre as vacinas. Veja os requisitos para a vacinação dos profissionais: Caminhoneiros: Quem tem direito: Motorista de transporte rodoviário de cargas, definido no art. 1º, II, da lei n.º 13.103, de 2 de março de 2015, que trata da regulamentação da profissão de motoristas. Comprovação: documento que comprove o exercício efetivo da função de motorista profissional do transporte rodoviário de cargas (caminhoneiro). Trabalhadores do transporte coletivo rodoviário de passageiros urbano e de longo curso: Quem tem direito: Motoristas e cobradores do transporte coletivo rodoviário de passageiros urbano e de longo curso. Comprovação: documento que comprove o exercício efetivo da função de motorista e cobrador profissional do transporte de passageiros. Trabalhadores portuários: Quem tem direito: Qualquer trabalhador portuário, incluindo os empregados da área administrativa. Comprovação: documento que comprove o exercício efetivo da função de trabalhador portuário. Fonte: Agência CNT Transporte Atual

Prorrogado para 30/06/22 o prazo para adesão à transação tributária em relação à débitos com União, FGTS e Simples Nacional.

A Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) publicou no Diário Oficial da União de 29/04/22 a Portaria nº 3.714 que prorrogou os prazos para adesão a acordos de transação tributária. Débitos com União e FGTS: Por meio da portaria foi prorrogado o prazo para adesão ao Programa de Retomada Fiscal para até às 19h (horário de Brasília) do dia 30 de junho de 2022.Neste programa poderão ser inseridos os débitos perante a União e ao FGTS inscritos em dívida ativa até 29 de abril de 2022.Inclusive, abriu-se a possibilidade para o contribuinte optante de outra modalidade de transação ou parcelamento, o qual poderá renegociar os débitos nos termos da Portaria PGFN nº 11.496, devendo necessariamente desistir do acordo anterior até a data de 31 de maio de 2022. Débitos com Simples Nacional: Com a alteração promovida, o prazo para adesão ao Programa de Regularização de débitos inscritos em dívida ativa referentes ao Simples Nacional foi prorrogado até às 19h (horário de Brasília) do dia 30 de junho de 2022.Neste, poderão ser incluídos os débitos do Simples Nacional inscritos em dívida ativa até 29 de abril de 2022 e, para formalizar a adesão, o contribuinte deverá prestar as informações necessárias e aderir à proposta de transação excepcional formulada pela PGFN, por meio do portal REGULARIZE. Ainda em relação ao Simples Nacional, foi publicada a Portaria PGFN/ME nº 3.776, de abril de 2022, publicada em 28 de abril de 2022, dispõe sobre o programa de reescalonamento do pagamento de débitos do âmbito do Simples Nacional (Relp), para o qual poderão aderir as microempresas, incluídos os microempreendedores individuais, e as empresas de pequeno porte. Estão abrangidos para parcelamento os débitos inscritos em dívida ativa até o mês de fevereiro de 2022, inclusive aqueles que foram objeto de negociações anteriores, ou que estão em discussão judicial. O prazo para adesão ao programa será até às 19h (horário de Brasília), do dia 31 de maio de 2022, pelo portal REGULARIZE. Autores: Fernando B. Massignan, Martina Schuster Fonte: direitodotransporte.com.br

Inscrições para o Congresso Técnico do evento já estão abertas

As inscrições já estão abertas para aproveitar as palestras gratuitas que fazem parte do Congresso Técnico da 22ª TranspoSul. Na programação estão participações confirmadas de especialistas em tecnologia, inovação, economia, marketing digital, relações de trabalho, transporte e logística. Para garantir seu lugar, o público deve primeiro se cadastrar para o ingresso no site da feira e, em seguida, selecionar a(s) palestra(s) desejadas e inscrever-se em cada uma delas. O procedimento é importante devido à grande procura. CLIQUE AQUI E GARANTA SUAS INSCRIÇÕES Segunda maior feira do setor na América Latina, a TranspoSul é promovida pelo SETCERGS (Sind. das Emp. de Transportes de Carga e Logística do RS) e acontece entre os dias 13 e 16 de junho no Centro de Eventos da FIERGS, em Porto Alegre. Comunicação para alavancar negócios Rafael Terra, um dos maiores conhecedores de tendências no universo dos negócios nas redes sociais no Brasil, traz a palestra “Posicionamento Digital Vencedor para o Mercado de Transportadores de Cargas”. Ele vai apresentar um passo a passo para que as empresas cresçam e gerem mais oportunidades através das redes sociais.  “Minha palestra vai ser sobre o posicionamento digital vencedor”, explica Terra. “Vou abordar como as transportadoras podem ocupar as tendências que estão na Web e mostrar como as empresas bem sucedidas neste nicho estão usando as ferramentas digitais.” O vice-presidente da Rede Pampa, Paulo Sérgio Pinto, vai falar sobre “Comunicação do presente e do futuro: definido a voz das empresas em tempos de concorrência”. A abordagem para esse desafio será bastante atual. “Parece complicado se nós não estabelecermos algumas regras de comportamento, mas sem representar censura. Vamos tratar disso e de como as empresas, dentro dos padrões de responsabilidade, devem se comunicar com a sociedade.” Mais palestras Formas de proteger funcionários, agregados e autônomos são o tema da palestra “Seguro de Vida e Acidentes Pessoais para Transportes”, de Alexsander Kaufmann. “No Brasil já existe legislação sobre o benefício do seguro de vida para ambos”, explica o superintendente comercial do Grupo MBM Seguros. “Trarei uma visão das possibilidades de contratação do seguro de vida nessas modalidades”, esclarece. Também estão previstas palestras sobre a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), sustentabilidade e motivação, entre outras. Confira a programação completa e faça sua inscrição no site da TranspoSul, em https://transposul.com/ . Fonte: SETCERGS

Confiança da indústria no Brasil tem 1ª alta em 9 meses em abril, mostra FGV

Índice de Confiança da Indústria melhorou na maioria dos setores, aponta CNI. A confiança da indústria no Brasil subiu em abril pela primeira vez desde julho do ano passado, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV) nesta quarta-feira, sinal que pode indicar normalização das atividades no setor. Os dados da FGV mostraram que o Índice de Confiança da Indústria (ICI) teve no mês alta de 2,4 pontos, para 97,4 pontos, interrompendo sequência de 8 perdas mensais consecutivas. “Influenciada pela redução dos problemas com o fornecimento de insumos e pelas passagens do surto da variante da Ômicron e do momento de maior pessimismo com os potenciais impactos da Guerra Rússia-Ucrânia, a alta da confiança industrial em abril pode ser interpretada como um movimento no sentido da normalização das atividades no setor”, disse em nota Aloisio Campelo Jr., economista da FGV Ibre. “Os indicadores relacionados ao momento presente caminham para níveis de neutralidade e as expectativas tornaram-se menos pessimistas, com destaque para as avaliações favoráveis em relação à demanda externa”, acrescentou. O Índice de Situação Atual (ISA), que mede o sentimento dos empresários sobre o momento presente do setor industrial, subiu 1,4 ponto em abril, para 98,4 pontos, segundo a FGV. O Índice de Expectativas (IE), por sua vez, indicador da percepção sobre os próximos meses, avançou 3,2 pontos, para leitura de 96,0. Ambos os índices subiram pela primeira vez em nove meses. Dados divulgados pelo IBGE no início deste mês mostraram que a indústria brasileira voltou a crescer em fevereiro, subindo 0,7% sobre janeiro, embora ainda estivesse abaixo do patamar pré-pandemia. Fonte: Reuters

CNT faz raio X do transportador de carga no Brasil

Levantamento inédito da CNT traz informações sobre a realidade dos empresários em meio as atuais dificuldades econômicas e sanitárias A Confederação Nacional do Transporte (CNT) divulgou a primeira edição da Pesquisa CNT Perfil Empresarial. Como o nome sugere, o estudo traz um raio X do empresário do setor de transportes. E revela como as companhias estão lidando com o atual cenário de incertezas econômicas. Segundo o presidente da CNT, Vander Costa, a pesquisa visa conhecer os empresários que atuam em um mercado conhecido pelas constantes variações. ?Com os resultados dessa pesquisa, podemos mostrar a contribuição do segmento para o crescimento do Brasil. Assim como identificar os entraves enfrentados pelos transportadores e construir soluções.? Portanto, com base nos dados revelados na pesquisa, a CNT poderá monitorar o desempenho do segmento. Bem como trazer à tona as principais reivindicações do setor. O tamanho do setor do transporte rodoviário de carga (TRC) Vale ressaltar que operam no mercado de transporte de carga cerca de 266 mil empresas. Por sua vez, o número de transportadores autônomos supera os 847 mil. Além disso, há 519 cooperativas de transporte rodoviário de cargas. Como resultado, a frota do setor é de 2,5 milhões de veículos, entre caminhões e implementos rodoviários. Ou seja, 70% a mais do que o registrado há 15 anos. Segundo a CNT, das 464 empresas que participaram da pesquisa, 59,3% estão no mercado há mais de 20 anos. As que têm entre 15 e 20 anos são 12,7% e as entre 10 e 15 anos, 13,1%. As abertas entre cinco e 10 anos são 11,2% e as que atuam há menos de cinco anos são 3,7% do total. O levantamento identificou ligações entre o porte e o tempo de atuação dessas empresas no setor. Ou seja, o porcentual de companhias de médio e grande portes aumenta conforme cresce a faixa de tempo de atuação no mercado. Em outras palavras, 17,6% foram abertas a até cinco anos, 30,8% têm entre cinco e 10 anos, 37,7% foram abertas há 15 anos, 54,2% a até 20 anos e 78,2% há mais de 20 anos. O perfil das empresas Dos entrevistados, 42,5% afirmam que escolheram o setor de olho nas oportunidades de negócio. Além disso, 38,6% disseram se tratar de atividade familiar e 15,1% vieram de outras modalidades de transporte. De acordo com a pesquisa, as motivações também variam de acordo com o porte das empresas. Ou seja, no caso das empresas de médio e grande portes, 44,2% são familiares, ainda que 40% informem que as oportunidades de mercado lhes sejam próximas. Já nas de pequeno porte, há um claro predomínio das oportunidades de mercado (49,6%). Já as familiares são 27,6% do total. Ademais, as famílias das 79,3% transportadoras entrevistadas gerem seus negócios. Já as demais 20,7% são administradas por profissionais do mercado. Preço do diesel e do frete impactam o setor As frequentes altas do preço do diesel foram apontadas por 82,3% dos entrevistados como o fator que mais traz dificuldades ao setor. Outra queixa está ligada à elevada carga tributária, de acordo com 56,5% dos entrevistados. Depois, aparece a dificuldade de reajustar os valores do frete, apontada por 40,1% das empresas. A pesquisa mostra que 99,89% dos veículos dessas empresas são a diesel. Já o gás natural veicular (GNV) e a eletricidade respondem por apenas 0,11% do total da frota. Assim, a dependência quase total de combustíveis fósseis dificulta a gestão financeira. Bem como afeta suas margens de lucro. Nesse sentido, 82,3% dos empresários apontam que o preço do diesel é o maior entrave da operação. E 87,5% não concordam com a política de preços de combustíveis adotada no País. Estratégias para reduzir custos com diesel Segundo as empresas, a alta dos insumos também prejudica o setor. Assim, o gerenciamento criterioso é fundamental. Dessa forma, as companhias implementam práticas de condução econômica. Bem como buscam reduzir os custos de aquisição de diesel. Nesse sentido, uma solução é a implantação de pontos próprios de abastecimento. De acordo com o estudo, essa solução é adotada por 55% das empresas participantes. Além disso, o número é maior entre as companhias de maior porte. Ou seja, o serviço está em 73,7% das grandes e em 58,3% das médias. Por sua vez, apenas 22,2% das microempresas e 35,4% das pequenas contam com esse recurso. Manutenção da frota Do mesmo modo, realizar a manutenção da frota em oficinas próprias ou terceirizadas impactam os custos. Das empresas participantes da pesquisa, 44,4% utilizam apenas oficinas terceirizadas. Além disso, 40,5% recorrem aos dois tipos de atendimento. Por fim, 13,4% utilizam apenas oficinas próprias. Além disso, das que utilizam oficinas terceirizadas, 24,4% são microempresas. As próprias são utilizadas por 37% das pequenas e 47,6% por médias empresas. No caso das grandes, são 74,1%. Perfil da frota das empresas A maior parte, ou 50,6% das transportadoras, não conta com programa de renovação de frota. Por outro lado, o fato de 47,4% das empresas contarem com programas próprios é um dado considerado muito positivo pela CNT. Seja como for, a idade média dos veículos é menor conforme aumenta o porte da empresa. Dessa forma, apenas 11,1% das microempresas têm programa próprio de renovação. No caso das pequenas, o número é de 25,2%. Nas médias e grandes, são 45,2% e 70,7%, respectivamente. Práticas sustentáveis As empresas que participaram do estudo informam que se preocupam com questões ambientais. Assim, 59,6% delas têm algum tipo de ação nas operações. Dentre as medidas, destacam-se o monitoramento do uso de combustível (39%) e das emissões de poluentes (30,6%). Bem como a destinação correta de resíduos (30,2%) e a gestão de uso de energia elétrica (26,5%). Acidentes nas rodovias A preocupação com acidentes também é um ponto importante para os empresários. Em 2021, foram registradas 64.452 ocorrências nas rodovias federais. Isso gerou um custo de R$ 12,19 bilhões. Desse total, 27,3% envolveram caminhões. Nesse sentido, segundo a CNT, 47,2% dos empresários afirmaram que seus veículos não se envolveram em acidentes nos últimos 12 meses. Por outro lado, 39,5% registraram de um a cinco acidentes. E 4,5% informaram que seus

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