Sistema Transporte participa de audiência na Câmara sobre digitalização e desburocratização

Debatedores destacaram a digitalização da administração pública como forma de reduzir custo Brasil O Sistema Transporte – representado pelo gerente Executivo de Inovação em Tecnologia do SEST SENAT, Felipe Albuquerque – participou, nessa terça-feira (9), na Câmara dos Deputados, de uma audiência pública promovida pelo Grupo de Trabalho sobre Alternativas Digitais de Tributação e Desburocratização.  A audiência teve participação do relator do GT, deputado Julio Lopes (PP-RJ), além de representantes da Associação Brasileira das Empresas de Software, da Câmara Brasileira de Economia Digital, da Fecomercio (SP), da Confederação Nacional do Comércio, do SEBRAE Nacional, da FIESP (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), e da FIRJAN (Federação das Indústrias do Rio de Janeiro). Na ocasião, Felipe Albuquerque falou da experiência do SEST SENAT com a questão da transformação digital, que está presente no planejamento estratégico da instituição –  mais especificamente no objetivo de incorporar inovação nos processos. Segundo o gerente, o direcionamento do trabalho de digitalização, nos últimos dois anos, é para aumentar a experiência do usuário.  “É importante pensar não só na digitalização dos serviços, mas em aumentar a experiência do usuário. Se você apenas digitalizar um processo que já existe e ele é ineficiente, você vai passar a só errar mais rápido. A gente precisa reinventar ao mesmo tempo que a gente digitaliza”, destacou Felipe Albuquerque. Entre os participantes da audiência pública, foi unânime a percepção de que, com a transformação digital alcançando os processos da administração pública, o Poder Público deve buscar alternativas para reduzir a burocracia.  Assim, será possível diminuir o chamado Custo Brasil. Mas os debatedores alertaram que, para que isso ocorra, é fundamental a digitalização não apenas dos serviços e processos do governo federal, mas também de estados e municípios.  O deputado Julio Lopes (PP-RJ) apresentou seu plano de ação com nove áreas de gestão governamental sobre as quais o colegiado deve se debruçar para buscar soluções de simplificação da vida do cidadão: administração tributária; moeda e sistema financeiro; saúde pública; desenvolvimento social; eventos climáticos extremos; educação; monitoramento dos biomas brasileiros e Amazônia; saneamento; e administração pública e governança. O coordenador do GT sobre Digitalização e Desburocratização, deputado Orlando Silva (PCdoB-SP), disse que o grupo deverá concluir os trabalhos até 13 de junho.  Fonte: www.cnt.org.br

“Desonera Brasil’: 17 setores lançam manifesto pela desoneração da folha de pagamento

Documento defende a aprovação de projeto de lei do senador Efraim Filho que prorroga o benefício fiscal até 2027 Representantes de 17 setores da economia lançam, nesta quinta-feira (11), um manifesto em favor da continuidade da desoneração da folha de pagamento. O documento defende a aprovação do projeto de lei 334/2023, do senador Efraim Filho (União Brasil-PB), que prorroga até 2027 o benefício fiscal, iniciado em 2011. O grupo se chama Desonera Brasil. São beneficiados os seguintes setores: calçados, call center, comunicação, confecção, construção civil, construção de obras de infraestrutura, couro, fabricação de veículos e carroçarias, máquinas e equipamentos, proteína animal, têxtil, tecnologia da informação, tecnologia de comunicação, projeto de circuitos integrados, transporte metroferroviário de passageiros, transporte rodoviário coletivo e transporte rodoviário de cargas. “A política de desoneração da folha de pagamentos trouxe resultados expressivos para a economia do país ao reduzir o custo laboral e proporcionar maior dinamismo às empresas”, diz o texto. Os setores que assinam o documento empregam mais de 8,9 milhões de trabalhadores e incluem áreas como tecnologia da informação, construção civil, comunicação social, transporte público, têxteis, couro, calçados e call center. Acesse aqui a íntegra do manifesto. “Estudos recentes comparam efeitos sobre o emprego formal e a competitividade entre o grupo de setores desonerados, em relação ao grupo não contemplado pela política, e demonstram que a manutenção da desoneração não somente aumentou o emprego formal como também resultou em incremento da competitividade desses setores na economia brasileira”, afirma o manifesto. Para a presidente da Federação Nacional de Call Center, Instalação e Manutenção de Infraestrutura de Redes de Telecomunicações e de Informática (Feninfra), Vivien Mello Suruagy, sem a desoneração o setor fica em estado de alerta e segura a abertura de novas vagas de emprego. “Nós precisamos que seja votada essa lei. Nós precisamos de apoio do governo. Essa indefinição que nós estamos passando agora envolve não contratar pessoal, ficar indefinido se vamos demitir ou não. Nós vamos ter que demitir em torno de 450 mil pessoas em nosso setor — um setor que é estratégico para o país, que é o setor de telecomunicações [se a desoneração não for prorrogada]”, afirma. ‘Baixa competitividade do custo laboral brasileiro’ O texto do manifesto critica ainda a “baixa competitividade do custo laboral brasileiro”, o que, segundo os representantes dos setores econômicos, “impõe ao Brasil uma tímida participação no comércio internacional de bens e serviços de alto valor agregado e baixíssima inserção em cadeias globais de produção — 105ª posição no Índice de Eficiência do Mercado Laboral”. “Em momento histórico de desaceleração global do crescimento econômico, com um aumento do número de desempregados, a mera cogitação de aumento do custo do trabalho, previsto para ocorrer em dezembro de 2023, deveria ser objeto de profunda atenção dos formuladores de políticas públicas”, defendem os representantes. Em entrevista à Record TV, o senador Efraim Filho, que é presidente da Frente Parlamentar do Empreendedorismo (FPE), disse que o grupo tem defendido a aprovação da prorrogação da desoneração da folha em um projeto de lei fora da reforma tributária. “Para que dê segurança jurídica aos 17 setores que mais empregam no Brasil. A gente não pode atravessar o ano com dificuldade em garantir que empresas possam ampliar negócios, abrir filiais, preservar empregos, gerar oportunidades que são importantes para pais e mães de família colocar o pão na mesa de casa”, afirmou o parlamentar. Sobre a desoneração Atualmente, 17 setores da economia têm direito à isenção da folha. Criada pela lei 12.546/2011 com o objetivo de estimular a geração e a manutenção de empregos, além de aumentar a competitividade das empresas por meio da diminuição dos custos com funcionários, a desoneração consiste em um mecanismo que permite às empresas pagar alíquotas de 1% a 4,5% sobre a receita bruta em vez de 20% sobre as folhas de pagamento. Quando a medida entrou em vigor, 56 setores eram contemplados, mas o ex-presidente Michel Temer (MDB) sancionou, em 2018, uma lei que removeu 39 segmentos do regime. A medida valeria até 2021 e foi prorrogada pelo então presidente Jair Bolsonaro (PL). A contribuição não deixa de ser feita, apenas passa a se adequar ao nível real da atividade produtiva do empreendimento. Em outras palavras, as empresas que faturam mais contribuem mais. Com isso, é possível contratar mais empregados sem gerar aumento de impostos. Fonte: Correio do Povo Foto: Marcelo Camargo / Agência Brasil / CP

Reduz em 56% a taxa do Inmetro para verificação de cronotacógrafos

Valor das verificações subsequentes passou de R$ 207,4 para R$90,09. Foi publicada nesta quinta-feira (4/5) a Lei nº 14.565/23, que reduz em mais de 56% o valor da taxa cobrada para a verificação de cronotacógrafos  – instrumentos que registram velocidade e distância percorrida do veículo –, beneficiando milhões de caminhoneiros e empresas de transporte de cargas e passageiros em todo o país. O valor das verificações subsequentes, ou seja, aquelas realizadas periodicamente, depois que o equipamento já está em uso, passou de R$ 207,40 para R$ 90,09. A redução tinha sido objeto de uma Medida Provisória em dezembro de 2022, que pôde ser convertida em lei depois de ter passado por correções. “Enviamos uma nota técnica ao relator fazendo correções na Medida Provisória, o que permitiu a aprovação do texto. Agora é lei: caminheiros vão pagar o valor reduzido na taxa de fiscalização e saberão que essa é uma conquista definitiva, que não haverá recuos. Isso traz previsibilidade e segurança para esses profissionais tão importantes para fazer a roda da economia girar”, explicou o presidente do Inmetro, Márcio André Britto. Cronotacógrafos Cronotacógrafos são instrumentos destinados a indicar e registrar, de forma simultânea, inalterável e instantânea, a velocidade e a distância percorrida pelo veículo, em função do tempo decorrido, assim como os parâmetros relacionados com o condutor do veículo, tais como: o tempo de trabalho; período de parada e de direção. A verificação dos cronotacógrafos tem como principal objetivo assegurar que as medições realizadas por esses instrumentos sejam confiáveis, de acordo com os requisitos estabelecidos pelo Inmetro, servindo como importante ferramenta de segurança nas estradas. Fonte: INMETRO

DT-e: governo muda projeto e vai aderir a sistema das receitas para emissão de documentos a transportadores

O projeto do DT-e (Documento Eletrônico de Transporte) ganhará uma nova diretriz do governo federal. Em decisão tomada, a Infra S.A., estatal vinculada ao Ministério dos Transportes, que ficou responsável pelo programa, vai aderir ao sistema de documentos fiscais dos estados para a geração do DT-e, em vez de criar um sistema próprio, como previa a ideia original da gestão anterior. O DT-e teve uma medida provisória editada em 2021, que se transformou na Lei 14.206/2021. A ideia propagada pelo então Ministério da Infraestrutura era de que os transportadores tivessem um único documento eletrônico, que fosse identificado pelos órgãos de fiscalização, reduzindo assim custos com a emissão dos documentos e com o tempo do transporte. O diagnóstico da atual gestão é que a ideia não avançou e, se fosse feita nos moldes anteriores, poderia gerar mais custos e burocracia para o transporte. Isso porque os documentos de uso comum e obrigatórios, que já integram a maioria das rotinas operacionais e administrativas, são os chamados documentos fiscais, que são emitidos pelas receitas (federal e dos estados). Esses órgãos não abriram mão de controlar a emissão de seus documentos para passar a atribuição para o governo federal nos moldes do que se pretendia, ou seja, um único lugar para emitir todos os documentos para o transportador. Além disso, nem mesmo órgãos do próprio ministério, como o DNIT (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes), haviam firmado convênio ou iniciado tratativas para emitir documentos relativos a viagem dentro do DT-e. De acordo com o diretor de Mercado e Inovação da Infra S.A., Marcelo Vinaud, isso dificultaria a implantação do modelo de portal único que foi pensado no Ministério da Infraestrutura, já que o transportador teria que fazer a emissão do DT-e e também dos documentos fiscais. A estratégia agora será outra. O governo está em finalização de uma proposta para o Confaz (Conselho Nacional de Política Fazendária), que deve ser apresentada nesta semana, para que os documentos da área de transporte necessários para o viajante sejam emitidos no sistema que já atende às secretarias de fazenda do estados e à Receita Federal, o Sped (Sistema Público de Escrituração Digital). Nesse sistema é que se emite o chamado MDF-e (Manifesto Eletrônico de Documentos Fiscais), que consolida num só documento todos os conhecimentos de carga de um transporte (um mesmo caminhão pode ter cargas de diferentes emissores e vão para diferentes receptores). Plataforma de integração Segundo Vinaud, a ideia é agregar cada vez mais registros de diversos órgãos que possam ser eletrônicos no documento que é emitido no sistema do MDF-e, o que efetivamente reduziria a burocracia. A depender do tipo de carga, um caminhoneiro precisa estar com dezenas de documentos em papel. “O DT-e será uma plataforma de integração”, disse Vinaud. “A ideia é juntarmos todos os documentos em uma única plataforma e a partir daí buscarmos, em consenso com cada organismo responsável, a melhor forma de reduzirmos a burocracia.” Documentos em papel obrigatórios Mas nem todos vão poder ser dispensados, como lembrou Vinaud, ex-diretor-geral e servidor da ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) e que ocupou cargos na área de fiscalização de transporte de carga na agência. Segundo ele, nas cargas perigosas, por uma convenção internacional, os documentos sobre a carga precisam estar impressos e dentro do veículo, como é o caso da ficha de emergência. Isso porque, em caso de acidente, as equipes de atendimento precisam identificar qual é a carga para poder saber com quais materiais poderá trabalhar para conter vazamentos ou extinguir incêndios, por exemplo. Vinaud avalia que o projeto do DT-e desenhado no governo passado previa uma grande concessão do serviço de emissão de documentos e de fiscalização, estimada na faixa dos R$ 3,2 bilhões, segundo documentos presentes no projeto. O financiamento dessa estrutura viria da cobrança pela emissão do DT-e, em caminho contrário do método já consolidado pelos órgãos fiscais, que não cobram nada pela emissão e se utilizam de sua própria estrutura para realizar as fiscalizações. Benefícios aos transportadores Vinaud defende que parte das medidas legislativas aprovadas podem ser usadas para gerar benefícios para os caminhoneiros. Segundo ele, como a vinculação do DT-e ao manifesto das receitas, será possível que os transportadores possam comprovar a entrega das cargas, por exemplo. Ou, ainda, usar o documento como um título para receber créditos. De acordo com o diretor, a ideia é que a Infra S.A. também crie serviços com as informações que forem geradas a partir da agregação compartilhada com os órgãos fiscais e outros órgãos do governo que venham a aderir, como os de fiscalização sanitária. “A ideia é também gerar valor para esses órgãos, garantindo a eles um sistema para melhorar a fiscalização deles, tornando-a mais efetiva”, disse o diretor.

ANTT autoriza novas tarifas para a Concessionária Rota do Oeste

Novos valores passam a ser aplicados a partir desta segunda (8/5) Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) atestou, através de Ofício do Diretor-Geral, após análises da Superintendência de Infraestrutura Rodoviária (Surod) e da Procuradoria Federal junto à ANTT (PF-ANTT), que a Concessionária Rota do Oeste atendeu às condicionantes para eficácia do Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), aprovado pela Deliberação nº 284, de 4 de outubro de 2022. Diante disso, foi autorizado o início da cobrança das tarifas previstas na Deliberação nº 33, de 10 de fevereiro de 2023, que aprova a tarifa a ser praticada a partir da eficácia do TAC. A alteração é decorrente de revisões e reajustes previstos contratualmente, sendo composta pela 6ª Revisão Ordinária, a 9ª Revisão Extraordinária e o reajuste referente à atualização monetária da Tarifa Básica de Pedágio – TBP pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) para setembro de 2021, que haviam sido aprovados pela Deliberação nº 258, de 16 de setembro de 2022, mas não tinham sido implementados; e pelo reajuste referente à atualização monetária da TBP pelo IPCA para setembro de 2022, que também não foi incorporada à cobrança à época. Na prática, as tarifas sofreram alterações entre 15,6% e 18,9%, a depender da praça. As novas tarifas ficam autorizadas, após o arredondamento, para as praças de pedágio P1, em Itiquira/MT; P2, em Rondonópolis/MT; P3, em Campo Verde/Santo, Antônio de Leverger/MT; P4, em Cuiabá/Santo Antônio de Leverger/MT; P5, em Acorizal/MT; P6, em Diamantino/MT; P7, em Nova Mutum/MT; P8, em Lucas do Rio Verde/MT; P9, em Sorriso/MT; desde a zero hora desta segunda-feira (8/5), conforme tabela abaixo: A concessionária reforça que 100% dos valores arrecadados nas praças de pedágio serão revertidos em melhorias na rodovia e benefícios aos usuários da BR-163, de Itiquira a Sinop.  Entre os trabalhos realizados estão os serviços operacionais, que compreendem desde o recolhimento de objetos na pista à prestação de socorro e resgate de vítimas de acidentes, sempre com foco na garantia da segurança e preservação da vida. A concessionária fez, ainda, um arredondamento a menor da tarifa de motocicleta para a praça de Lucas do Rio Verde (P 8), de 2,85 para 2,80. fonte: www.gov.br

Participe da terceira edição do Seminário Itinerante em Bento Gonçalves

A NTC&Logística, por meio da COMJOVEM, realizará a terceira edição do Seminário Itinerante, desta vez com o Núcleo de Porto Alegre e acontecerá no dia 2 de junho, a partir das 14h no SEST SENAT de Bento Gonçalves no interior do Rio Grande do Sul. O evento da entidade já é tradicional, com mais de 19 anos de histórias, e tem como objetivo levar o conteúdo desenvolvimento pela NTC&Logística para mais próximo de seu associado em todo o país, promovendo capacitação técnica, discussões de assuntos que movimentam o segmento, busca de resoluções para desafios locais, além de fornecer oportunidades de negócios aos empresários e executivos do setor de transporte de cargas. O coordenador nacional da COMJOVEM, André de Simone comentou a relevância de levar mais um seminário para a região, “O Rio Grande do Sul tem um importante papel no desenvolvimento do transporte de cargas no Brasil, e reunir nossos integrantes do Estado e outros executivos para discutir assuntos que movimentam o setor, será uma grande oportunidade e estamos felizes de mais essa oportunidade, esperando ver todos no evento”. A entidade por meio da COMJOVEM preparou uma programação, confira a seguir: 14h00 – Abertura André de Simone – Coordenador Nacional da COMJOVEM Geovani Serafim – Vice-coordenador Nacional da COMJOVEM Francisco Pelucio – Presidente da NTC&Logística Sérgio Mário Gabardo– Presidente do Setcergs Afrânio Rogério Kieling – Presidente da Fetransul Tony Bernardini – Coordenador do Núcleo da COMJOVEM Porto Alegre 14h20 – Momento Autotrac 14h30 – Apresentação COMJOVEM 14h40 – Comunicados especiais / Ação Social COMJOVEM Porto Alegre 14h50 – Momento Volkswagen Caminhões e Ônibus 15h00 – Mesa Redonda: Novidades da Logística em NY Mediador: Lucas Scapini Convidados: José Cincos, Tais Lorenz e Diego Tomasi 15h50 – Coffee Break 16h10 – Momento Mercedes-Benz 16h20 – Trajetória Empreendedora no TRC Mediadores: André de Simone e Geovani Serafim Convidados: Paulo Caleffi e Sérgio Mário Gabardo 17h10 – Momento IVECO 17h20 – Cenário Político Econômico 2023 Palestrante: Jerônimo Goergen 18h10 – Encerramento Faça já sua inscrição: https://www.portalntc.org.br/eventos/seminario-itinerante-edicao-porto-alegre/ O Seminário Itinerante- Edição COMJOVEM Porto Alegre é uma realização da NTC&Logística por meio do Núcleo COMJOVEM Porto Alegre, tendo como entidades anfitriãs a FETRANSUL e SETCERGS, com o patrocínio da Autotrac, BL Brokers, FENATRAN, Iveco, Mercedes-Benz e Volkswagen Caminhões e Ônibus, apoio logístico da Braspress e apoio institucional da CNT/SEST SENAT/ITL e FUMTRAN.

Pesquisa inédita mostra otimismo em baixa no transporte no RS

Custos elevados e incerteza em relação à atividade econômica preocupam integrantes do setor. Ainda tentando diminuir o impacto dos custos e da desaceleração da atividade econômica, o setor de transporte apresenta pessimismo no Rio Grande do Sul. O recém-lançado Índice de Confiança do Transportador, divulgado pela Confederação Nacional do Transporte (CNT) nesta segunda-feira (8), ficou em 46,9% no Estado em uma escala de 0% a 100%. Despesas elevadas para a operação, problemas de infraestrutura de rodovias e receio em relação às condições econômicas do país ancoram o otimismo da classe, segundo os responsáveis pela pesquisa. A elaboração do material contou com o apoio da Federação das Empresas de Logística e Transporte de Cargas do Estado (Fetransul). — O valor do diesel continua alto. Não há uma política muito clara de precificação e isso é negativo para o empresário. Tem a infraestrutura, com as rodovias do Brasil apresentando índice de precariedade elevado. E, de uma forma geral, esse cenário com política econômica que ainda não está muito bem definida acaba gerando uma insatisfação e incerteza, que refletem nesse índice — destaca o diretor-executivo da CNT, Bruno Batista. O índice geral é uma composição ponderada da confiança nas condições atuais (38,9%) e nas perspectivas (50,9%). Esse recorte mostra empresários mais aflitos em relação ao presente do que ao futuro. O presidente da Fetransul, Afrânio Kieling, afirma que, além dos custos diretos com o diesel, melhorias em infraestrutura podem gerar mais economia para os transportadores: — Com melhores estradas, o caminhão pode gastar menos caixa de câmbio, menos diferencial, menos pneu e fazer mais quilômetros por litro. O diretor-executivo da CNT afirma que o índice de confiança ajuda os empresários no sentido de decisões mais assertivas em investimentos e serve como um termômetro da atividade, com um bom reflexo do dinamismo econômico no Estado. A apuração ouviu 318 empresas do modo rodoviário de cargas no Rio Grande do Sul, levando em conta microempresas e empresas de pequeno, de médio e de grande porte. Os dados foram coletados entre os dias 14 de março e 4 de abril deste ano. Conforme Batista, o indicador deve ser divulgado a cada três meses. A ideia é expandir esse projeto-piloto realizado no Rio Grande do Sul para outros Estados do país, com um viés nacional. O executivo da CNT destaca que, mesmo com o impulso das vendas pela internet nas entregas, o setor de transporte é heterogêneo e esse efeito não é uniforme. Empresas de porte pequeno ou médio têm menos gordura para queimar e enfrentam um cenário mais desafiador, segundo o dirigente. Fonte: GaúchaZH

CNT, SEST SENAT e ITL passam a assinar como Sistema Transporte (nova logo)

A partir do mês de maio, a CNT, o SEST SENAT e o ITL passam a assinar, de forma conjunta, como Sistema Transporte.  O objetivo da iniciativa é consolidar ainda mais a percepção da sociedade acerca das instituições enquanto indutoras do desenvolvimento socioeconômico do Brasil.  Além de identificar mais facilmente a área em que as três casas atuam, a nova assinatura proporcionará um posicionamento no mercado de forma mais clara, de modo a fortalecer as marcas, a presença e a representatividade.  A novidade – que já pode ser percebida nas novas publicações e campanhas das instituições – é um importante marco por representar o trabalho integrado desenvolvido em prol de um transporte cada vez mais reconhecido perante a sociedade. Fonte: CNT

José Sperotto é nomeado Diretor-Geral da Secretaria de Logística e Transportes do RS

No dia 28 de abril, a Secretaria da Casa Civil do Estado do Rio Grande do Sul, publicou a nomeação de José Francisco Soares Sperotto para exercer o cargo na Direção-Geral da Secretaria de Logística e Transportes do Estado do Rio Grande do Sul. O Sistema Fetransul, deseja sucesso neste novo desafio e se coloca à disposição para trabalhar em conjunto em prol do desenvolvimento da logística e do transporte no RS. Confira na íntegra a publicação do Diário Oficial. https://drive.google.com/file/d/1g65WiKi67lVWvYlKlMP1GY9Xzku9vcao/view?usp=sharing

Mil motoristas serão beneficiados com ‘Voucher Transportador’ e CNH ‘D’ e ‘E’

Qualificação e acesso ao emprego. Com este lema o governador Eduardo Riedel deu início ao plano estadual “MS Qualifica para um novo futuro”, que tem como primeira ação o programa o “Voucher Transportador”. A iniciativa vai beneficiar mil motoristas com qualificação e custeio da habilitação “D” e “E”. A meta é que estes profissionais estejam preparados para assumir novos empregos e assim atender a demanda do setor. Este foi um compromisso firmado pelo governador com a população, que está sendo colocado em prática. A qualificação é uma meta prevista no primeiro ano da gestão estadual. “O Governo é uma gente que liga os pontos, para alcançar as pessoas. Para ter um Estado próspero, ele precisa ser inclusivo, chegar lá na ponta. Este é um programa para quem busca um emprego, uma nova oportunidade. Este é só o primeiro passo”, afirmou o governador. Serão abertas mil vagas nas regiões de Campo Grande, Três Lagoas, Dourados, Corumbá, Chapadão do Sul e São Gabriel do Oeste. Promovido pela Semadesc (Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação), em parceria com o Sest/Senat, o “Voucher Transportador” vai funcionar como uma escola de motoristas profissionais. Riedel destacou que se trata de um compromisso firmado com a sociedade. “Início de uma caminhada, que só vai crescer, uma jornada que irá se ampliar. Vai aumentar a renda das pessoas e dar mais qualidade ao serviço realizado. Se as mil pessoas forem empregadas no programa, vamos fazer a qualificação para cinco mil”, garantiu. Realização – Caberá a Semadesc arcar com todos os custos dos cursos realizados pelo Senat com os motoristas. Já o Detran-MS (Departamento Estadual de Trânsito) vai isentar estes beneficiados das taxas referentes a habilitação (D e E) e o Senat promover esta qualificação com dois cursos, que totalizam 107 horas, na chamada “Escola de Motoristas Profissionais”. O Governo do Estado vai publicar um decreto com os critérios para seleção dos motoristas. “Primeiro vai se abrir o prazo para os interessados buscarem esta qualificação, depois será feito uma triagem daqueles que estão aptos mais rapidamente para conseguirem se tornar motoristas com carteira D e E”, afirmou o secretário da Semadesc, Jaime Verruck. O diretor adjunto do Sest/Senat, Vinicius Ladeira, destacou que a falta de contratação no setor de transporte, é pelos trabalhadores não terem a mão de obra qualificada. “Por isto é uma alegria fazer parte deste programa e assim oferecer profissionais capacitados ao mercado. O Governo está de parabéns pela iniciativa”. Este primeiro segmento profissional (motoristas de cargas e ônibus) foi justamente escolhido por haver uma demanda crescente no escoamento da produção do Estado, principalmente em função do setor da celulose. O diretor-presidente da Setlog-MS (Sindicato das Empresas de Transporte de Cargas e Logística do Estado de MS), Cláudio Cavol, citou que 70% das transportadoras estão com deficiência de motoristas. “Devido a falta de oferta, muitas vezes se contrata pessoas não tão qualificadas, por isso este programa é benéfico tanto para economia, como para levar mais segurança às estradas”. MS Qualifica – O Plano Estadual de Qualificação Profissional lançado nesta terça-feira (02), vai contribuir com os trabalhadores para obtenção de melhores empregos, para criar novas oportunidades e aumentar a renda de profissionais, promovendo assim a inclusão social e redução da pobreza. “Haverá um alinhamento da oferta e a demanda por qualificação profissional, assim como ações de requalificação e reciclagem aos trabalhadores, programa para o primeiro emprego, captação direta com o setor produtivo e busca por convênios e parcerias no setor”, explicou o secretário Executivo de Qualificação Profissional e Trabalho, Bruno Bastos. Além do Voucher Transportador, estão entre os projetos iniciais o “Voucher de Desenvolvedor de Sistemas” para programadores de software, qualificação para mulheres na fronteira, programa para pessoas com deficiência, busca ativa de trabalhadores que estão desempregados, qualificação rápida em massa, e qualificação para setor hoteleiro, entre outros. Além do governador, participaram da solenidade o vice-governador Barbosinha, o deputado federal Beto Pereira, presidente da Assembleia, o deputado Gerson Claro, o deputado estadual João César Mattogrosso, os secretários Pedro Caravina (Segov), Patrícia Cozzolino (Sead), Hélio Daher (Educação), Marcelo Miranda (Setescc), Jaime Verruck (Sedesc) e o diretor-presidente do Detran, Rudel Tridade. Fonte: www.acritica.net