ANTT participa de reunião bilateral Brasil/Paraguai e firma acordo para simplificação de documentos

Assessoria internacional da Agência encaminhou propostas para intercâmbio de informações e dados, para a melhoria dos transportes de cargas e passageiros entre os países Entre os dias 17 e 19 de maio, a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) participou em Assunção (Paraguai), da reunião bilateral Brasil/Paraguai dos Organismos Nacionais Competentes de Aplicação do Acordo sobre Transporte Internacional Terrestre, com o objetivo de discutir diversos temas relacionados aos aspectos regulatórios e operacionais do transporte de cargas e de passageiros entre os países. O encontro possibilitou a simplificação nos registros documentais, que impactará na otimização do tempo e custo do transporte internacional, beneficiando toda a sociedade. A Agência foi representada pela sua Assessoria de Relações Internacionais (ASINT) que abordou durante a reunião assuntos relevantes sobre o transporte de cargas e passageiros, propondo um intercâmbio de dados e informações que permitirão várias melhorias para o setor. Na pauta foram abordados assuntos específicos sobre transporte de cargas como, por exemplo, os procedimentos para concessão de licenças complementares e alteração de frota, transporte de carga fronteiriço em veículos pequenos e comunicação de viagem multimodal. Sobre transporte de passageiros, os países farão uma troca de informações sobre relatórios de multas aplicadas no território do país de destino, encaminhando informações como:(dados da empresa, e-mail e endereço comercial), além também do roteiro de viagem para autorização, emissão e comunicação das licenças complementares Essas licenças complementares são necessárias para adequar o transporte de cargas e passageiros às legislações locais e garantir segurança e tranquilidade durante todo o percurso, mesmo que esse transporte tenha que atravessar a fronteira do país. Para Daniel de Castro, chefe da ASINT, a reunião permitiu avançar em soluções e na mediação de acordos para simplificação de procedimentos de transporte. “Criamos uma comissão que realizará estudos para o aperfeiçoamento do transporte de passageiros, estamos confiantes com os benefícios que virão por aí. ” As discussões terão continuidade na Reunião do Mercosul, subgrupo 5, que ocorrerá em Buenos Aires (Argentina), de 12 a 14 de junho, deste ano. Participaram também da reunião, por meio de conferência online, as áreas técnicas da Agência, os representantes da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro). Fonte: ANTT

ICMS sobre o Diesel – Sistema Fetransul encaminha ofício ao Governo do Estado do RS

Em razão das recentes alterações legislativas relativas ao ICMS sobre o Óleo Diesel (monofásica), a Fetransul encaminhou ofício ao Governador do Estado do Rio Grande do Sul requerendo que seja garantida a segurança jurídica aos Transportadores quanto ao direito à apropriação do crédito de ICMS sobre a aquisição do Diesel. Tal medida visa garantir a competitividade do transporte gaúcho e, também, um mínimo de previsibilidade para a negociação do frete. Por Dr. Fernando Massignan – Assessor Jurídico do Sistema Fetransul Clique na foto abaixo para acessar o documento completo: Foto de capa: esbrasil.com.br

Fetransul participa de painel sobre free flow

Ocorreu nesta quinta-feira, 18 de maio, na UNIVATTES – Lajeado, o painel de debates “Free Flow – o Modelo para o Desenvolvimento”, evento organizado pelo CODEVAT – Conselho de Desenvolvimento do Vale do Taquari e pela CIC Lajeado. O objetivo do encontro foi conhecer o funcionamento do sistema de cobrança de pedágios sem praças de pedágio, substituídas por arcos de controle e cobrança ao longo das rodovias. O tema despertou interesse das lideranças empresariais e comunitárias do Vale do Taquari após a desistência do Governo do RS em manter o projeto do bloco 2 de concessão de rodovias desta região. Ao anunciar que faria novos estudos, incluindo a implantação de free flow (fluxo livre), descortinou-se uma nova perspectiva de projeto, mais eficiente e justa em modelo de arrecadação. Foram painelistas o representante da Agergs – Odair Gonçalves, o representante Abepan – Carlos Andrey Gonçalves, o presidente da ValeLog/Rede transportes/Acisam – Adelar Steffler, o coordenador Estudo de Inovação ANTT – Rodrigo Lacerda, o diretor de Infraestrutura da Fetransul – Paulo Ziegler, e o gerente de Regulação/Free Flow ANTT ,Fernando Feitosa. O evento técnico consolidou o olhar técnico para este novo recurso, que comporá o acompanhamento das lideranças ao novo projeto a ser apresentado pelo governo.

CNT lança ferramenta de consulta com informações sobre mercado de petróleo

O conteúdo faz parte da Série Especial de Economia – Combustíveis e ressalta os aspectos da matéria-prima em nível mundial e nacional, que impactam a dinâmica do preço dos combustíveis Em 2022, o Brasil teve produção recorde de petróleo, 1,1 bilhão de barris. O volume processado no país chegou a 706,3 milhões de barris. O saldo restante foi exportado, o que contribuiu para a balança comercial brasileira. Essa e outras informações estão no Painel CNT de Combustíveis – Petróleo, que a Confederação Nacional do Transporte acaba de lançar. Trata-se de uma nova ferramenta que apresenta os principais dados do mercado da matéria-prima dos combustíveis utilizados pelo setor transportador. O conteúdo soma-se ao painel sobre óleo diesel lançado em março e que traz detalhes sobre a cadeia de produção e de distribuição do insumo. Todos esses materiais fazem parte da Série Especial de Economia sobre combustíveis. O espaço específico sobre petróleo está dividido em abas que detalham: preço internacional; produção nacional e mundial da commodity; e exportações e importações realizadas pelo Brasil; além de o volume processado por refinaria e por estado. Na prática, o transportador tem em mãos dados e informações técnicas relevantes para a formação de preço do insumo de maior interesse do setor. Entender como está estruturada a cadeia do petróleo auxilia o transporte a compreender o que define o preço do diesel e os motivos das oscilações.Acesse o Painel CNT de Combustíveis – Petróleo Por Agência CNT Transporte Atual

Painel debate barreiras e oportunidades ao free flow

Frente a revisão dos critérios sobre o plano de concessão das rodovias estaduais e a sinalização do Piratini em prever nos futuros contratos dos pedágios o modelo automático de cobrança, o Vale do Taquari antecipa o debate sobre o free flow. Ocorre hoje, a partir das 16h, no prédio 11 da Univates, painel sobre a possibilidade de uso des­sa tecnologia. “Queremos con­tribuir com mais conhecimento e informações sobre esse formato. É algo usado em diversos países e que precisamos avançar”, diz o presidente do Conselho de Desen­volvimento (Codevat), Luciano Moresco. “Vamos reunir especialistas, re­presentantes das agências de regu­lação, da União, e também presta­dores de serviço voltado a sistemas de tecnologia”, complementa. Esse tipo de cobrança foi regula­mentado pelo Conselho Nacional de Trânsito no fim do ano passa­do. Com esse regramento, há mais segurança jurídica para os futuros contratos de concessão. Novidade no país A primeira experiência ocorre na BR-101, trecho Rio-Santos, em área administrada pelo Grupo CCR. Pelo projeto, dispositivos eletrônicos acompanharão o flu­xo de veículo. Aqueles com tags (selos no para-brisas) terão des­conto automático, enquanto os sem identificação eletrônica terão disponíveis outras formas de pa­gamento, com um ponto fixo de cobrança. Para o RS, o Piratini parte de um sistema diferente. No eixo Rio- Santos, a cobrança é única quando o veículo passa pelo totem. Pela avaliação técnica da Secretaria Es­tadual de Parcerias e Concessões, o mais justo seria diversos pontos de leitura automáticos pela rodo­via, com desconto de acordo com o percurso feito pelo condutor. PROGRAMAÇÃO Fórum free flow – o modelo para o desenvolvimento Onde: Univates, prédio 11 Horário: a partir das 16h PAINELISTAS Adelar Steffler, presidente da Valelog Fernando Feitosa, gerente de Regulação da ANTT Rodrigo Lacerda, coordenador de Estudos e Inovações da ANTT Paulo Ziegler, diretor de Infraestrutura do Sistema Fetransul Carlo Gonçalves, coordenador do Comitê Técnico da Abepam; Fonte: A HORA – Filipe Faleiro – filipe@grupoahora.net.br

Um sistema a ser reformado

Em entrevista exclusiva, o economista José Roberto Afonso fala sua visão sobre as propostas de reforma tributária que estão em discussão no país. Economista, professor do IDP (Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa) e pesquisador do CAPP (Centro de Administração e Políticas Públicas) da Universidade de Lisboa, José Roberto Afonso é considerado um dos pais da LRF (Lei de Responsabilidade Fiscal) devido ao seu trabalho como assessor no Senado Federal à época de sua aprovação. Em entrevista à Revista CNT Transporte Atual, Afonso explicita sua visão sobre as propostas de reforma tributária que estão em discussão no país. Para ele, uma boa estratégia para desenhar um sistema tributário é atender a um plano nacional de desenvolvimento: “É muito pequeno reformar um sistema para arbitrar imposto entre este e aquele setor, quando todos pertencem à mesma economia”. Ainda sobre as propostas em pauta, o economista alerta para a necessidade de diversificação de alíquotas para o setor de transporte, considerando as grandes diferenças entre os modais. “Se o transporte não for considerado indutor e facilitador da economia, um imposto genérico sobre o consumo pode se tornar traumático para o setor”, afirma Afonso, que completa reforçando não ser possível reformar o sistema tributário sem, em paralelo, propor um novo acordo federativo. O advento de um arcabouço fiscal atrelado à arrecadação não estaria tornando demasiadamente “tentadora” a aprovação de uma reforma tributária que implique aumento global da carga tributária? Discordo dessa opinião. Não será governo ou mercado, mas o Congresso, que decidirá — e não me parece que o faz por tentação ou pressão. Regime fiscal e reforma tributária são objetivos de duas propostas legislativas diferentes: uma é lei complementar; outra, emenda constitucional. Em comum, ambas tratam de instituições ou regras do jogo. Igualmente em comum é supor que elas ditam o resultado do jogo, o que é um erro. O tamanho da carga tributária ou da dívida pública depende de leis que fixam alíquotas ou de orçamentos que autorizam déficit e quanto se emitir em títulos. Ou seja, ambas não são matéria de leis maiores. É possível que a reforma tributária, como vem sendo discutida (PEC 45/2019 e PEC 110/2019), focada em consumo, deprima a oferta de serviços e, na ponta, a geração de empregos? Há de se falar em nível máximo de tributação do consumo? Não. Normas constitucionais não fixam o nível da tributação, mas criam condições para que ela venha a ser exigida. Um bom exemplo é o imposto sobre grandes fortunas, autorizado pela reforma tributária constitucional de 1988, mas nunca regulamentado. O foco na tributação do consumo é por ser aquela categoria tanto a que está mais longe do padrão internacional (concentrada no imposto sobre valor adicionado) quanto a que gera quase metade da arrecadação nacional. Com ou sem reforma, se houver incidência excessiva sobre o consumo, isso tende a ser repassado aos preços ou reduzir lucros e, a depender da reação dos consumidores, podem cair vendas, produção e emprego. Mas dependerá da forma e do peso do imposto, que necessita de leis ordinárias. Este é um dos nós da questão. Ambas as propostas têm em comum a criação de um Imposto sobre o Valor Agregado (IVA), muito comum nos países da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico) e da União Europeia, que definem esta proposta como Imposto sobre Bens e Serviços. Na nomenclatura internacional, imposto sobre bens e serviços é uma categoria maior de como se cobram tributos, que podem, até mesmo, ser sobre faturamento bruto — como hoje se faz com COFINS e ISS. A forma mais comum em todo o mundo, desde países mais ricos até os menos desenvolvidos, é a do imposto sobre valor adicionado. Aqui, o imposto é cobrado em cada etapa de produção e de venda, mas incide apenas sobre aquele valor que foi acrescido pelo produtor ou comerciante. Em tese ou de direito, ICMS, IPI e mesmo o regime não cumulativo do PIS/Cofins já deveriam funcionar como se um IVA fosse um IVA. Na prática, várias distorções o afastam daquela forma, que reforça o dito que não basta inscrever um princípio na Constituição se a legislação e a gestão do imposto não o aplicarem. Ainda sobre efeitos adversos, a reforma pretendida pode trazer inflação, uma vez que setores onerados tendem a repassar o ônus ao consumidor final? A reforma constitucional não dita o tamanho do imposto. Alíquota é fixada por lei e, às vezes, por decreto. Eventualmente, um ato que modifique a forma de apurar o imposto, de tratar um crédito, tanto pode reduzi-lo quanto aumentá-lo. Por princípio, o contribuinte sempre tentará transferir uma eventual majoração de imposto para o seu preço. A depender da reação do consumidor — o que os economistas chamam de elasticidade –, é possível transferir nada, parte ou todo. Em casos de produtos essenciais, como energia ou combustível, o raio de manobra é mais reduzido. A tendência é o aumento de preços e, a depender da renda e do padrão de consumo, a venda pode se manter ou cair pouco. E quanto ao tema da regressividade? Os mais pobres estarão mais vulneráveis? O governo poderá lançar mão de um mecanismo de compensação à parte, mexendo posteriormente na tributação sobre renda e patrimônio, por exemplo? Lembro que essa era uma das “fatias” da reforma que não andou no governo anterior. A regressividade decorre, de forma resumida, do fato de os mais pobres gastarem em consumo quase tudo ou tudo o que ganham. Um sistema que já usa e abusa de tributos sobre consumo, como o atual, já sofre desse problema, e não se paga contrapartida — de forma indireta, poderia dizer que auxílios como Bolsa-Família poderiam ser uma forma de compensação. Prever que será criado um mecanismo de devolução do novo imposto significa a confissão de que a reforma aumentará a regressividade. O que mais preocupa é a efetividade: hoje, quando os contribuintes acumulam créditos contra o governo, eles recebem com grande atraso, quando o recebem — problema grave para exportadores. Bernard Appy, idealizador de

Sindicar faz doação em prol do município de Carazinho

O Sindicato das Empresas de Transporte de Cargas de Carazinho e Região (SINDICAR), sempre empenhado com a responsabilidade social, realiza constantemente ações em prol da comunidade caraziense. Na última semana, em parceria com o influenciador digital, Léo Marcondes, fez a doação de alimentos a uma comunidade carente e o repasse de dois aparelhos de ar-condicionado ao 38º Batalhão da Brigada Militar de Carazinho em parceria com entidades do município. “Nosso intuito é trabalhar pelo desenvolvimento do transporte e da logística, mas olhando sempre para as comunidades e organismos públicos que precisam de auxílio”, conclui o presidente do Sindicar, Moisés Santos.

Confira algumas das palestras gravadas durante o evento “A Logística desembarca na South Summit”

De 29 a 31 de março, o evento realizado no Catamarã Viva Guaíba, atracado no Cais Embarcadero, reuniu empresários do transporte, startups e empresas com foco em tecnologia e inovação. Algumas palestras foram gravadas e estão disponíveis através do link abaixo que deverá ser acessado através do seu computador. Após um breve cadastro, é possível vivenciar a experiência no METAVERSO que é uma réplica do evento. Navegue e fique à vontade! ACESSE AQUI!

CCR informa e esclarece sobre o início de cobrança da tarifa de eixos suspensos de veículos com carga – MDF-e

A partir da data de hoje (15), a CCR ViaSul informa que passará a cobrar pela totalidade dos eixos suspensos ou não de todos os veículos comerciais que passarem com carga pelas praças de pedágio no trecho concedido pela concessionária. A cobrança integral refere-se aos eixos suspensos dos caminhões com Manifesto Eletrônico de Documentos Fiscais (MDF-e) ainda em aberto no sistema da Secretaria da Fazenda Estadual. A medida atende à legislação específica sobre assunto, prevista pelo Ministério da Fazenda e fiscalizada por meio das Secretarias Estaduais, em parceria com a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). A CCR emitiu uma carta com esclarecimentos e mais informações a respeito da cobrança. Acesse AQUI Foto: CCR ViaSul/Arquivo

CNT e confederações empresariais se manifestam contra repasse de verbas do Sesc e do Senac para a Embratur

A CNT (Confederação Nacional do Transporte), em parceria com outras confederações empresariais brasileiras, entregou uma carta-manifesto aos senadores, solicitando que não sejam acatados os artigos 11 e 12 do PLV 9/2023, que prevê o desvio de 5% dos recursos do Sesc e do Senac para a Embratur (Agência Brasileira de Promoção Internacional do Turismo). O texto deve ir para votação nos próximos dias.  O documento ressalta que a inserção desses artigos, no texto atual da proposição, prejudicará milhões de atendimentos oferecidos à população nas áreas de saúde, educação, assistência, cultura, lazer e profissionalização.  “As consequências serão sofridas pelos trabalhadores dos diversos segmentos econômicos e pessoas que mais necessitam ter garantido o acesso aos serviços básicos e fundamentais, previstos na Constituição da República.” As entidades afirmam que a medida padece de inconstitucionalidade e compromete a garantia dos direitos fundamentais à assistência social, à saúde, à educação, à valorização do trabalho humano, todos promovidos pelos Serviços Sociais Autônomos, e todos considerados cláusulas pétreas. Assinaram o documento os presidentes da CNT, da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), da Confederação Nacional da Indústria (CNI), da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e da Confederação Nacional das Cooperativas (CNCoop). Clique aqui e leia a carta-manifesto na íntegra Por Agência CNT Transporte Atual