Com atuação da CNT, projeto que delimita responsabilização solidária das locadoras é aprovado na Câmara

O PL nº 2.464/2019 esclarece pontos do Código Civil e corrige distorção na aplicação da extensão de responsabilidade das locadoras A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC) da Câmara dos Deputados aprovou, nessa terça-feira (15), o projeto de lei nº 2.464/2019. A proposta busca delimitar a responsabilidade solidária das locadoras sobre os danos causados por terceiros provenientes de negligência, imprudência, imperícia ou mediante conduta dolosa. A redação atual do Código Civil não deixava essa disposição tão clara, o que poderia levar à interpretação dúbia. A CNT (Confederação Nacional do Transporte) atuou pela aprovação da matéria, por entender que essa é uma demanda legítima das locadoras de veículos, representadas pela Abla (Associação Brasileira das Locadoras de Automóveis) e Fenaloc (Federação Nacional das Locadoras de Veículos). Ambas são entidades que compõem a base da Confederação. O relatório do deputado Aureo Ribeiro (Solidariedade-RJ) foi aprovado com parecer terminativo, ou seja, sem a necessidade de passar pelo Plenário da Câmara — exceto se houver recurso.  A matéria havia sido proposta pelo ex-deputado Vanderlei Macris (PSDB-SP) e acrescenta o inciso VI ao art. 932 do Código Civil (lei nº 10.406/2022). O objetivo, segundo o ex-deputado, é a responsabilização do locador de bens móveis quando houver dano causado pelo locatário quando agir com dolo ou culpa no ato da entrega do bem locado. Correção A gerente executiva de Relações com o Poder Legislativo, Andrea Cavalcanti, explica que o projeto corrige uma distorção. O tema da responsabilidade civil das locadoras já foi tratado na súmula nº 492/1969 do STF, que tornou as locadoras responsabilizadas de maneira objetiva e solidária e contrariou o Código Civil. “Aprovada no passado com base em precedentes específicos, a súmula não espelha a realidade atual do cenário das locadoras. O seu conteúdo ainda é aplicado de maneira descriteriosa até hoje, o que prejudica o mercado e a atividade do setor”, explica a gerente. A Abla destacou em nota técnica que a antiga súmula do STF não segue a lógica de reconhecimento de responsabilidade solidária, a qual deveria ocorrer somente quando comprovada a culpa efetiva das locadoras. Em três precedentes, a Associação demonstrou alguns fatores comuns para a aplicação, como a inobservância, pela locadora, do dever de diligência e cautela — muitos dos quais fogem ao controle das empresas. O PL nº 2.464/2019 agora cumprirá o prazo para apresentação de recurso para votação pelo Plenário. Caso não seja apresentado recurso assinado por 52 deputados, a matéria passará por uma nova votação na CCJC para aprovação da redação final do projeto. Assim que aprovado, seguirá para análise do Senado Federal. Por Agência CNT Transporte Atual

SEST SENAT Summit: Novas tendências de mercado sob a perspectiva do ESG

Descarbonização, riscos socioambientais e economia GIG permearam o debate no primeiro dia do evento, realizado em São Paulo As demandas atuais e urgentes da sociedade e do mundo corporativo pautaram o primeiro dia do SEST SENAT Summit, realizado no Teatro Santander, em São Paulo (SP), nessa terça-feira (15). O futuro do mercado foi amplamente analisado, debatido e prospectado sob a ótica ambiental, social e de governança, os três eixos do ESG. Confira, a seguir, os principais pontos: Descarbonização e fontes de energia limpa “Todas as companhias e industrias serão transformadas pela transição para um mundo net zero”. Com uma frase de Larry Fink, CEO da BlockRock, a maior gestora de investimentos do mundo, a especialista em negócios e investimentos ESG-Impacto, Marina Cançado, iniciou a palestra, enaltecendo a necessidade de um conjunto de soluções para que as empresas façam a sua parte. Ela se refere “às soluções que combinem as de curto prazo com as de alto potencial, aquelas que levarão anos para serem desenvolvidas em escala”. Como as empresas podem começar a adesão à Política Net zero?   Com a Jornada da Descarbonização, constituída por três etapas: diagnóstico: inventário de emissões; definição da ambição climática: metas e governança; e plano de ação: estratégias e ações de compensação, redução e neutralização. Após apontar que a maior parte das emissões de gases do efeito estufa (GEE) no âmbito global se deve à queima de combustíveis fósseis e que o Brasil é o sexto maior emissor do mundo — sendo o setor de transporte o terceiro maior responsável pelas emissões do país —, Cançado assinalou a importância de soluções climáticas baseadas na ciência, destacando a importância de: destravar o valor do hidrogênio verde, uma das principais apostas para descarbonizar o transporte de carga pesada e aviação; investir na eletrificação de carros, de ferrovias e até de ferrovias de cargas; investir na maior inserção dos biocombustíveis. Marina Cançado também falou sobre a importância de se ter um olhar financeiro para as soluções climáticas, já que uma parte considerável do capital de risco no mundo está no setor de transporte. “Existem inúmeras soluções para a descarbonização e a eficiência energética, que podem gerar redução de custos significativa ao longo das próximas décadas”, finalizou. Gestão de risco e responsabilidade socioambiental no transporte Já o diretor de sustentabilidade do grupo Ambipar, Rafael Tello, ressaltou a necessidade de as organizações entenderem quais questões ambientais, sociais e de governança podem trazer riscos para as empresas. De modo geral, ele elencou os principais:    Na parte ambiental, as mudanças climáticas.“O setor de transporte precisa trabalhar os desafios de reduzir as emissões e preparar os seus negócios para adaptação às mudanças climáticas, tomando cuidado com os ativos, com a operação e a cadeia de valor”.  Na parte social, a segurança na oferta dos serviços e dos trabalhadores. Na parte de governanças, a transparência.“As empresas precisam mostrar o que têm feito, como podem evoluir para que possamos gerar mais valor para a sociedade”. Tello destacou, também, que, considerando a sua responsabilidade social, as empresas precisam desenvolver os seus negócios, promovendo resiliência e gerando impactos positivos para as pessoas. As oportunidades da economia GIG no mercado do transporte Como lidar com as novas relações de trabalho, demarcadas por trabalhadores sem vínculo, que prestam serviços para vários demandantes e fazem jornadas esporádicas? “O jeito de pensar essa nova economia nos leva a refletir sobre novos negócios”, disse Luis Peixoto, chief of information da Movida, que apresentou, no SEST SENAT Summit, o case de sucesso Moover. “Nós já tínhamos parceria com a Uber, a 99 e a Lady Driver (que aluga veículos para motoristas de aplicativo). Daí, começaram a chegar ao Brasil os furgões elétricos e percebemos um novo modelo de negócio”, contou. A Moover (antes conhecida por Movida Cargo) passou a usar a sua força para fomentar a parceria com grandes empresas, como Mercado Livre, Westwing, Amazon, para as quais foram desenvolvidos dois modelos de negócios com a sua frota de veículos elétricos: aluguel de veículos disponibilizados para os agregados das parceiras; e a disponibilidade das tarifas de aluguel fechada com a Moover para os agregados. A neurociência a favor da mudança de mindset e do desenvolvimento de habilidades “Em um mundo em constante transformação, as pessoas sabem que precisam mudar (seus modelos de pensamento), mas não o fazem por não se sentirem seguras”. Foi assim que a neurocientista Carla Tieppo, da Singularity University, explicou o principal motivo pelo qual as lideranças de empresas devem propiciar um ambiente seguro para que os colaboradores desenvolvam um mindset flexível, ou seja, a capacidade de estarem abertos a novos modelos de pensar, que repercutirá, assim, na tomada de decisões e no desenvolvimento de habilidades. Nesse contexto, Tieppo abordou como a neurociência — que é baseada em estudos sobre como o cérebro funciona e influencia o desenvolvimento de comportamentos — pode ajudar as empresas a equalizarem a relação entre o comportamento humano e a performance do colaborador. “Ela pode apoiar no entendimento de mecanismos que permitem a adaptação às mudanças”. Para isso, a neurocientista apontou dois aspectos importantes a serem considerados: a aprendizagem pelo modelo: “quando vejo alguém que atinge o resultado que eu quero atingir, eu modelo essa pessoa e essa é a melhor forma de aprender, realizando o mesmo comportamento para atingir o mesmo resultado”; e a importância dos erros: “se estou aprendendo por modelos, eu ainda não sei fazer. Então, a chance de errar aumenta muito. Ainda se está testando. O erro está ligado ao aprendizado”.  Mais palestras no SS Summit O segundo dia do SEST SENAT Summit, que acontecerá nesta quarta-feira (16), dará continuidade a novas palestras sobre o futuro do mercado. Entre os temas, estão: as novas configurações da cadeia de suprimentos; o impacto da transformação digital nos modelos de negócio; a geração Z e a ressignificação do trabalho; e retomada do crescimento do transporte. Saiba mais detalhes na página do evento. Fonte: CNT

ANTT reajusta tarifa de pedágio na MSVia (BR-163/MS)

Novos valores entram em vigor a partir de 18/8. A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) publicou, no Diário Oficial da União desta terça-feira (15/8), a Deliberação nº 249/2023, que aprova o reajuste da Tarifa Básica de Pedágio (TBP) do trecho explorado pela Concessionária MSVia. O reajuste indicou o percentual positivo de 16,82%, correspondente à variação do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). O artigo 2º aprova, em consequência, com efeito econômico-financeiro a partir da data-base de reajuste contratual de 10 de junho de 2023, a Tarifa Básica de Pedágio reajustada, após arredondamento, nas praças de pedágio: P1 (Mundo Novo); P2 (Itaquiraí/Naviraí); P3 (Caarapó); P4 (Rio Brilhante); P5 (Campo Grande); P6 (Bandeirantes/Rochedo/Jaguari); P7 (São Gabriel do Oeste/Camapuã); P8 (Rio Verde de Mato Grosso) e P9 (Pedro Gomes/Sonora), na forma da tabela anexa. A deliberação entrará em vigor a partir da zero hora do dia 18 de agosto de 2023. Confira abaixo a tabela completa de tarifas: Fonte: ANTT

SEST SENAT SUMMIT: A indústria de transportes deve ser transformada pelas novas tecnologias

Primeiro dia do evento, realizado em São Paulo, debate os desafios e oportunidades do futuro do transporte Pensar a transformação e os caminhos futuros é cada dia mais importante, dada a rapidez com que a tecnologia transforma o mundo. No setor de transporte, os impactos dessas mudanças podem ser ainda maiores e, por isso, repensar as estratégias de negócio e os padrões de consumo e produção são de suma importância para gestores. Diante desse cenário, centenas de líderes e executivos das maiores empresas de transporte do Brasil participam, no Teatro Santander, em São Paulo (SP), nestas terça e quarta-feiras, do SEST SENAT Summit – Transporte-se para o futuro. A abertura do evento ficou a cargo do presidente do Sistema Transporte, Vander Costa. Em sua fala, ele reforçou que essa é uma oportunidade única para poder reunir, num mesmo lugar, executivos e líderes de grandes empresas de logística e de transporte do Brasil, além de entidades que representam o setor.  “Convidamos a todos vocês para pensar no futuro dos transportes e da mobilidade, bem como aprofundar discussões estratégicas para a nossa atividade com temas e especialistas de renome. Também é um ótimo momento para estruturar novas estratégias de mercado, sempre com foco em práticas de ESG, de modo a garantir um futuro mais sustentável”, destacou Vander Costa. Ainda segundo o presidente do Sistema Transporte, o ideal é largar na frente, sob risco de a mudança chegar por imposição dos clientes ou dos governos: “Grandes transformações regulatórias estão a caminho e o desafio para o setor não é trivial”. O transporte de amanhã O futuro do transporte, os panoramas, desafios e oportunidades foi o tema de uma das palestras da plenária inaugural do evento. Carlo van de Weijer, expert da Singularity University em futuro dos transportes e diretor-geral do Instituto de Sistemas de Inteligência Artificial na Universidade de Tecnologia de Eindhoven, foi o responsável por falar sobre o que o amanhã reserva para o transporte e a mobilidade urbana. “Temos que nos reinventar. A mobilidade é um propósito em si. Construir mais cidades ou mais vias para resolver o congestionamento é igual soltar o cinto para aliviar os efeitos da obesidade. Tem que apertar mais para lembrar que existe o problema. A cidade não precisa de carros autônomos, mas precisa que as pessoas usem ônibus e bicicleta”, destacou. Com uma abordagem estratégica, Van de Weijer frisou que, apesar da imprevisibilidade que acompanha a disrupção, existem algumas regras fixas que permitem a preparação para ela. Para o expert, este é um momento crucial para se atualizar, entender e adaptar-se às transformações que estão moldando o futuro do transporte. Uma das principais mudanças apontadas pelo especialista é em relação aos combustíveis alternativos aos fósseis, de forma que o transporte fique mais sustentável e as empresas atendam aos pilares do ESG (Environmental, Social and Government). “A Idade da Pedra não terminou por falta de pedra, mas por encontrarmos algo melhor — assim como a era dos combustíveis fósseis vai acabar antes do fim do petróleo. Estou convencido de que precisamos inovar para superar os problemas. O que é sustentável será o melhor, então, ninguém vai querer voltar atrás. O Brasil é um país de pessoas inteligentes e muitos recursos, e tem um enorme potencial para produzir energia barata a partir de fontes sustentáveis”, detalhou o especialista. Em relação aos combustíveis alternativos, ele delineou as perspectivas de futuro: “A condução elétrica por bateria assumirá a mobilidade rodoviária para a maior parte, porque será muito mais barata a longo prazo.” Ainda pensando no panorama do futuro do transporte, Carlo van de Weijer elencou três aspectos relacionados ao impacto da digitalização na mobilidade: veículos inteligentes — não necessariamente autônomos, porém mais seguros e mais confortáveis; gestão inteligente de tráfego — há muito a ganhar com ferramentas de planejamento mais inteligentes e digitais; logística e carregamento inteligente — melhores maneiras de lidar com a forma como os veículos e a infraestrutura são usados atualmente. Acompanhe a cobertura completa do evento no Instagram @agenciacnt. Saiba mais: SEST SENAT Summit reunirá especialistas de renome nacional e internacional para debaterem o futuro do transporte no Brasil Fonte: CNT

Petrobras anuncia aumento de R$ 0,41 no preço da gasolina e de R$ 0,78 no diesel

O preço médio passará a ser de R$ 2,93 por litro para a gasolina e de R$ 3,80 para o diesel nas distribuidoras a partir desta quarta-feira (15). A Petrobras anunciou nesta terça-feira (15) um aumento no preço da gasolina e do diesel para as distribuidoras, válido a partir desta quarta-feira (16). O litro da gasolina terá uma alta de R$ 0,41, chegando a R$ 2,93. O litro do diesel vai subir R$ 0,78, passando a R$ 3,80. Em nota, a Petrobras destaca que o “o valor efetivamente cobrado ao consumidor final no posto é afetado também por outros fatores como impostos, mistura de biocombustíveis e margens de lucro da distribuição e da revenda”. Apesar das altas, a companhia diz que até aqui, em 2023, a variação acumulada nos preços dos combustíveis apresenta uma redução de R$ 0,15 por litro para a gasolina e de R$ 0,69 por litro para o diesel. Fonte: g1

ANTT divulga Índice de Desempenho Ambiental das concessionárias de rodovias federais

Índice avalia ações sustentáveis e comprometimento socioambiental A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) divulgou, nesta segunda-feira (14/8), o resultado do Índice de Desempenho Ambiental (IDA) 2023 das concessões de rodovias federais. Nesta edição, 19 empresas foram avaliadas. O IDA é um instrumento desenvolvido pela ANTT para avaliar e estimular o compromisso das concessionárias com a preservação do meio ambiente e o desenvolvimento sustentável, incentivando práticas responsáveis em suas operações. A adesão ao processo de avaliação é voluntária, demonstrando a disposição das empresas em aprimorar seus padrões ambientais. O processo de avaliação envolve o preenchimento de um formulário que considera 13 indicadores, são eles: política ambiental institucional, certificações ambientais, preservação da biodiversidade, ações sociais e educacionais, mobilidade e acessibilidade, gerenciamento de ruídos e emissões, uso da água, gestão de efluentes e resíduos sólidos, eficiência energética, infraestrutura resiliente, entre outros. Para cada critério atendido, a concessionária marca pontos, e o resultado é convertido em um índice de desempenho. É importante ressaltar que a veracidade das informações fornecidas pelas concessionárias é fundamental para a credibilidade do processo. A ANTT pode solicitar documentos comprobatórios a qualquer momento, a fim de garantir a transparência e a precisão das informações apresentadas. A não apresentação das informações solicitadas dentro dos prazos definidos acarreta na não pontuação do critério correspondente. O resultado preliminar do IDA é divulgado pela ANTT, e as concessionárias têm a oportunidade de solicitar revisão do resultado dentro de um prazo determinado. Após considerar eventuais revisões, a ANTT divulga o resultado final, classificando as concessionárias de acordo com seus desempenhos ambientais. A partir destes indicadores, referentes ao desempenho de 2022, as empresas são classificadas conforme a pontuação obtida, em: Classe A, para quem atinge de 80% a 100% dos pontos possíveis; Classe B, para pontuação entre 60% e 80%; e Classe C para pontuação abaixo de 60%. O IDA não apenas incentiva a adoção de boas práticas ambientais, mas também estabelece um paralelo significativo com os princípios ESG, destacando o comprometimento da ANTT com questões ambientais, sociais e de governança. Confira aqui o resultado do IDA 2023. Fonte: ANTT Imagem: Rovena Rosa/Agência Brasil

SEST SENAT Summit reunirá especialistas de renome nacional e internacional para debaterem o futuro do transporte no Brasil

Direcionado a executivos e líderes de grandes empresas de logística e de transporte, o evento abordará, nos dias 15 e 16 de agosto, em São Paulo, temas atuais e urgentes sobre o futuro do mercado e das novas tecnologias Como pensar o futuro do transporte no Brasil diante dos diversos desafios econômicos, geopolíticos, sociais e tecnológicos? Para oportunizar um debate amplo e aprofundado sobre o tema, a primeira edição do SEST SENAT Summit “Transporte-se para o Futuro” será realizada nos dias 15 e 16 de agosto, no Teatro Santander, em São Paulo (SP). Direcionado a executivos e líderes de grandes empresas de logística e de transporte, o evento contará com 20 palestras ministradas por especialistas de renome nacional e internacional, como Carlos Van de Weijer, diretor-gerente do Eindhoven AI System Institute (EAISI), na Eindhoven University of Technology.; David Roberts, expert em disrupção e Inovação, da Singularity University; Marina Cançado, especialista em negócios e investimentos ESG-Impacto; e Carlos Piazza, fundador da CPC, empresa focada em negócios digitais, tecnologias disruptivas, aceleração digital e seus impactos na sociedade. Dividido nas trilhas o Futuro do Mercado e o Futuro das Tecnologias, todo o conteúdo do evento será abordado sob a ótica ESG, relativa à sustentabilidade ambiental, social e à governança corporativa. Estarão em pauta temas atuais e urgentes para o setor, como os desafios e as soluções para a mobilidade inteligente em áreas urbanas; a inteligência artificial no transporte; o blockchain e a identidade digital aplicados aos meios de pagamento; as cidades digitais e interconectividade; e o impacto da inovação aberta.  No eixo mercado, estarão em discussão temas como a eficiência energética no transporte frente à demanda global pela descarbonização e por novas fontes de energia limpa; as novas configurações da cadeia de suprimentos, que, para garantir a sustentabilidade do negócio durante a pandemia da covid-19, migrou de estruturas globalizadas para regionalizadas; e o impacto da economia GIG, que já estabelece novas relações de trabalho, com atividades sob demanda, prestação de trabalhos temporários ou de curto prazo. Realizado pelo SEST SENAT e produzido pela HSM, o SEST SENAT Summit “Transporte-se para o Futuro” conta com uma página, em que estão a programação e os detalhes do evento. Serviço:O que: SEST SENAT Summit Transporte-se para o FuturoQuando: 15 e 16 de agosto, das 9h às 17hOnde: Teatro Santander, São Paulo (SP) Público-alvo: executivos e líderes de grandes empresas de logística e de transporte convidados Fonte: www.cnt.org.br

Participe da Pesquisa: mercado no primeiro semestre de 2023

A ntc&logística está conduzindo uma pesquisa para avaliar a situação econômica do transporte rodoviário de Cargas (trc) durante o primeiro semestre de 2023. A pesquisa tem como objetivo fornecer uma visão abrangente e atualizada do panorama econômico do TRC, auxiliando na compreensão das tendências e desafios que afetam o setor. As respostas serão fundamentais para a elaboração de dados que possam mostrar a realidade do segmento, promovendo o crescimento sustentável e o aprimoramento na eficiência operacional das transportadoras. Para contribuir, pedimos que acesse o link: https://forms.gle/rKZiDKe2PDEc59Tk6 O questionário foi elaborado de forma a exigir apenas alguns minutos do seu tempo. Ao participar dessa pesquisa, você estará contribuindo para o avanço do TRC e para a criação de um ambiente mais favorável aos negócios no setor. Agradecemos antecipadamente pela sua colaboração e por compartilhar seus conhecimentos e experiências. Fonte: NTC

Os impactos jurídicos e financeiros da Lei do Motorista serão abordados em live na TV NTC

As alterações na Lei 13.103/15 (Lei do Motorista) em razão da decisão do STF na ADI 5322, trará diversas mudanças. Diante disso, a ntc&logística por meio de seus técnicos irá explicar os impactos da decisão do STF que declarou inconstitucionais alguns artigos da Lei. A transmissão será Ao Vivo, através da TV ntc do nosso canal do YouTube na próxima quinta-feira, 17 de agosto a partir das 10h. O evento terá a participação do  presidente da NTC&Logística, Francisco Pelucio, do assessor jurídico, Narciso Figueirôa Júnior e do assessor técnico, Lauro Valdivia. Eles vão explicar os pontos positivos e negativos, além do impacto financeiro para as transportadoras. Caso tenha dúvidas, você pode participar enviando suas perguntas através desse link: https://forms.gle/yfSz39Y6CVVhFskL6 Para assistir a live, acesse o link e ative o lembrete: https://www.youtube.com/watch?v=35RoTV-xlLs A sua participação é muito importante, não deixe de prestigiar nossa transmissão e se preparar para as mudanças. Até lá! Fonte: NTC

Governo federal lança novo PAC

Com importantes obras de infraestrutura contempladas, o Plano terá investimentos de R$ 1,7 trilhão O novo PAC (Plano de Aceleração do Crescimento) foi lançado nesta sexta-feira (11) e traz como destaque as áreas de infraestrutura, saneamento, transição energética, saúde e defesa. O presidente da CNT (Confederação Nacional do Transporte), Vander Costa, esteve presente na solenidade, ao lado do presidente da Seção de Transporte Rodoviário de Cargas da CNT, Eduardo Rebuzzi, do vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, ministros e presidentes de estatais. Os recursos do novo PAC estão divididos em: R$ 371 bilhões, referentes ao Orçamento Geral da União; R$ 343 bilhões, para empresas estatais; R$ 362 bilhões para financiamentos; e R$ 612 bilhões para o setor privado. O governo federal não informou a duração do plano. O governo do Estado de São Paulo deve receber a quantia de R$ 179,6 bilhões. Entre os principais projetos em que serão alocados os recursos estão: o túnel Santos – Guarujá, a Extensão da Linha 2 Verde do Metrô – Vila Prudente – Penha – Guarulhos, o Trem de Passageiros São Paulo – Campinas e as moradias do programa habitacional Minha Casa Minha Vida. Para Minas Gerais serão aportados R$ 171,9 bilhões, destinados a concessão/duplicação da BR 381 – Gov. Valadares – Belo Horizonte; concessões das BRs 153, 262 e 040; construção da BR 367 – Salto da Divisa – Almenara; construção da BR 135 – Manga – Itacarambi; e moradias do Minha Casa Minha Vida. O estado do Rio de Janeiro receberá o maior montante: R$ 342,6 bilhões. Os recursos serão utilizados para o lançamento de 16 novas plataformas para desenvolvimento da produção de petróleo e gás natural, 11 gasodutos interligados e um gasoduto de escoamento Rota 3, Refinaria Duque de Caxias, além de moradias do programa Minha Casa Minha Vida. Outro estado contemplado foi Sergipe, que terá R$ 136,6 bilhões, e terá como principais investimentos as obras do gasoduto do Projeto Sergipe Águas Profundas, a duplicação da BR-101 – Sul e Norte; e as moradias do programa Minha Casa Minha Vida. Na capital federal, as principais obras e serviços que receberão a verba são: expansão do metrô de Ceilândia; BRT Norte ligando o Plano Piloto a Planaltina e adequação da BR-080. O novo PAC prevê, ainda, investimento de quase R$ 350 bilhões em seu eixo voltado a “Transporte Eficiente e Sustentável”. A construção de novas ferrovias está entre os projetos contemplados com os recursos do governo federal. Estão previstas construções e adequações de três ferrovias, com investimento público de R$ 5,7 bilhões. Entre elas, está o trecho da Transnordestina, que liga Salgueiro a Suape, em Pernambuco. Ao todo, os investimentos em ferrovia chegam a R$ 94,2 bilhões. A maior parte desse montante está concentrada em 15 concessões existentes e novas, que totalizam R$ 88,2 bilhões em recursos privados. Esse valor é inferior apenas à quantia direcionada a rodovias (R$ 185,8 bilhões) no eixo de transportes. Veja os valores voltados a cada subeixo: • Rodovias: R$ 185,8 bilhões; • Ferrovias: R$ 94,2 bilhões; • Portos: R$ 54,8 bilhões; • Aeroportos: R$ 10,2 bilhões; • Hidrovias: R$ 4,1 bilhões. Obras do setor de transporte do PAC São Paulo Túnel Santos – Guarujá Extensão da Linha 2 Verde do Metrô – Vila Prudente – Penha – Guarulhos Trem de Passageiros São Paulo – Campinas Minas Gerais Concessão/duplicação da BR 381 – Gov. Valadares – Belo Horizonte Concessões das BRs 153, 262 e 040 Construção da BR 367 – Salto da Divisa – Almenara Construção da BR 135 – Manga – Itacarambi Sergipe Duplicação da BR-101 – Sul e Norte Brasília Expansão do metrô de Ceilândia BRT Norte ligando o Plano Piloto a Planaltina Adequação da BR 080 Fonte: CNT