Seja um doador de Sangue na Campanha COMJOVEM Salva Vidas

A ntc&logística, por meio da Comissão de Jovens Empresários e Executivos, promove anualmente o projeto “comjovem Salva Vidas”, uma campanha de doação de sangue que tem como objetivo impactar e mobilizar o setor de transporte quanto à importância de doar sangue. A iniciativa reforça o compromisso da entidade com ações sociais e a conscientização sobre a relevância de contribuir para o abastecimento dos bancos de sangue. No Brasil, estima-se que apenas 1,8% da população seja doadora de sangue, número abaixo da meta da Organização Mundial da Saúde (OMS), que estabelece uma taxa ideal entre 3% e 5% da população. Essa realidade torna o país constantemente carente de doações, especialmente nos períodos de férias escolares e feriados prolongados. A NTC&Logística incentiva o projeto “COMJOVEM Salva Vidas”, pois entende que o setor de Transporte de cargas deve ser exemplo também em ações sociais. A campanha visa conscientizar os empresários, dirigentes de entidades, profissionais do setor como um todo e a sociedade em geral sobre a importância de doar sangue, além de promover a solidariedade e a responsabilidade social. Participe dessa iniciativa através dos sindicatos e núcleos da COMJOVEM por todo o Brasil, nos meses de junho, julho e agosto e ajude a transformar a realidade da doação de sangue no Brasil. Seja um doador e incentive seus colegas a fazerem o mesmo. Juntos, podemos fazer a diferença e salvar vidas! Fonte: NTC

Penúltimo dia para se inscrever na segunda edição 2023 do CONET&Intersindical em São Paulo

A ntc&logística está com inscrições abertas para a segunda edição de 2023 do Conselho Nacional de Estudos em Transportes, Custos, Tarifas e Mercado (CONET&Intersindical), que será realizada no dia 25 de agosto, na subsede da entidade, em São Paulo. O evento reunirá executivos, empresários e representantes sindicais do setor de transporte de cargas do Brasil para discutir questões importantes do setor e apresentar a mais recente pesquisa sobre o Índice Nacional dos Custos de Transporte (INCT). Faça já a sua inscrição: https://www.portalntc.org.br/eventos/conetintersindical-sao-paulo-agosto-2023/ Confira a programação do evento 13h00 – Credenciamento 14h – Abertura Intersindical Francisco Pelucio – Presidente da NTC&Logística Carlos Panzan – Presidente da FETCESP Adriano Depentor – Presidente do SETCESP Vander Costa – Presidente do Sistema Transporte 14h30 – CONET&Intersindical Índice de Variação do INCT e Apresentação da PESQUISA sobre Defasagem dos Fretes e Tendências – ntc Palestrante: Eng.° Lauro Valdívia – Assessor Técnico da NTC&Logística Impacto dos seguros no Transporte rodoviário de Cargas – Lei 14.599/2023 Palestrante: Dr. Marcos Aurélio Ribeiro – Diretor jurídico da NTC&Logística Engº. Lauro Valdívia – Assessor Técnico da NTC&Logística Impacto da Decisão do STF (ADI/5322) no trc – Lei 13.103/2015 Palestrante: Dr. Narciso Figueiroa Junior – Assessor Jurídico da NTC&Logística Eng.° Lauro Valdívia – Assessor Técnico da NTC&Logística Pesquisa Nacional sobre Negociações Coletivas no trc Palestrante: Dr. Narciso Figueiroa Junior – Assessor Jurídico da NTC&Logística 18h00 – Debates / Encaminhamentos/ Encerramento Faça já a sua inscrição: https://www.portalntc.org.br/eventos/conetintersindical-sao-paulo-agosto-2023/ Fonte: NTC

Entenda como funcionará sistema de pedágios sem parada no RS, que entra em vigor a partir de 2024

Seis trechos de rodovias estaduais, na Serra e Vale do Caí, terão pórticos que farão a cobrança automática, paga por meios físicos ou digitais. Seis trechos de rodovias estaduais terão pórticos de cobrança para cobrança de pedágio sem parada, conforme modelo anunciado nesta quinta-feira (17) pelo governo do estado. Entenda abaixo. Como funciona o modelo? O sistema se chama free flow, e prevê a substituição dos postos de pedágio por pórticos, que identificam os veículos a partir de dados como placa e eixos rodantes e suspensos. Em vez de parar para fazer o pagamento, os carros serão identificados pelo sistema, e poderão pagar de diferentes formas. Como será o pagamento no novo sistema? Meios físicos: totens em bases operacionais na rodovia ou em locais conveniados Meios digitais: aplicativo, site e uso de TAGs (adesivos de para-brisas, para pagamento automático) O motorista terá até 15 dias para pagar depois de passar pelo pórtico. Segundo o governo do estado, descontos a usuários frequentes serão mantidos e incentivados. Usuários das TAGs ganham 5% de desconto. Onde serão instalados os pórticos? São Sebastião do Caí, ERS-122 – a partir de janeiro Flores da Cunha, ERS-122 – a partir de dezembro Ipê, ERS-122 – a partir de janeiro Capela de Santana, ERS-240 – a partir de janeiro Farroupilha, ERS-122 – a partir de janeiro Carlos Barbosa, ERS-446 – a partir de janeiro O primeiro pórtico será em Flores da Cunha, começa a ser instalado no próximo mês, e passará por testes entre outubro e novembro. Em dezembro, deve começar a cobrança apenas pelo pórtico. O preço previsto é do mesmo da atual praça existente, R$ 8,30. Os valores dos demais pórticos serão informados, segundo o governo. O objetivo é implementar mais pórticos ao longo das rodovias para reduzir a cobrança em cada ponto de passagem. Os demais devem entram em funcionamento em janeiro. Inicialmente, vão integrar o sistema pedágios do chamado bloco 3 de rodovias que foram recentemente concedidas à iniciativa privada. Para os demais blocos, que abrangem Região Metropolitana, Litoral, Serra, Vale do Taquari e Norte, deverão ser abertos editais no ano que vem. O sistema, chamado “free flow”, foi regulamentado recentemente no país. O decreto prevê um período de dois anos, ao final do qual poderá ser ajustado. O governo e a concessionária Caminhos da Serra Gaúcha (CSG), que administra a estrada, serão responsáveis pela implementação do sistema. Atualmente, o free flow está em funcionamento na rodovia federal BR-101 (Rio-Santos). Fonte: g1 Foto: Divulgação/Palácio Piratini

Concessionárias passam a cobrar tarifa pela totalidade dos eixos de veículos com carga

As concessionárias CCR RioSP e Eco RioMinas passam a cobrar, a partir de hoje (21/8), os caminhões carregados em suas praças de pedágio. A cobrança está amparada na Lei Federal 13.103/2015 e na Resolução ANTT 4.898/2015. Ecovias do Araguaia, Ecovias do Cerrado, Via Sul e Via Costeira já praticam a cobrança com verificação pelo MDF-e (Manifesto Eletrônico de Documentos Fiscal). A verificação de cada veículo será feita automaticamente pela placa, por sistemas de identificação nas praças de pedágio. Ao passar pela pista, a placa é lida pelo sistema que, através da integração com a plataforma da Secretaria da Fazenda Estadual, identifica se existe MDF-e, aberto ou não. Em caso positivo, mesmo que o veículo possua algum eixo suspenso, a cobrança será feita pela totalidade de eixos do veículo, independente se estejam tocando o solo ou não. O mesmo acontece com os veículos que utilizam a passagem automática das praças convencionais e nos pórticos do free flow. Durante a passagem pelo leitor da tag (etiqueta eletrônica), o sistema consulta automaticamente a situação da carga e o débito é feito correspondentemente. Dessa forma, é necessário que os transportadores informem corretamente sobre o conteúdo da carga, bem como origem, destino e tipo de produto. Uma vez que o transporte seja finalizado, o responsável pela carga deverá dar baixa no MDF-e para evitar cobranças indevidas. Esse processo não se aplica aos veículos sem cargas ou que não tenham o Manifesto em aberto ficando, estes, isentos da cobrança sobre cada eixo que esteja suspenso. É mais uma evolução tecnológica nas rodovias federais concedidas, que otimiza a fiscalização, economiza tempo de viagem, reduz paradas e a emissão de gases de efeito estufa dos veículos. Fonte: ANTT

Últimos dias para inscrições do CONET&Intersindical em São Paulo

A ntc&logística está com inscrições abertas para a segunda edição de 2023 do Conselho Nacional de Estudos em Transportes, Custos, Tarifas e Mercado (CONET&Intersindical), que será realizada no dia 25 de agosto, na subsede da entidade, em São Paulo. O evento reunirá executivos, empresários e representantes sindicais do setor de transporte de cargas do Brasil para discutir questões importantes do setor e apresentar a mais recente pesquisa sobre o Índice Nacional dos Custos de Transporte (INCT). Faça já a sua inscrição: https://www.portalntc.org.br/eventos/conetintersindical-sao-paulo-agosto-2023/ Confira a programação do evento 13h00 – Credenciamento 14h – Abertura Intersindical Francisco Pelucio – Presidente da NTC&Logística Carlos Panzan – Presidente da FETCESP Adriano Depentor – Presidente do SETCESP Vander Costa – Presidente do Sistema Transporte 14h30 – CONET&Intersindical Índice de Variação do INCT e Apresentação da Pesquisa sobre Defasagem dos Fretes e Tendências – ntc Palestrante: Eng.° Lauro Valdívia – Assessor Técnico da NTC&Logística Impacto dos seguros no Transporte rodoviário de Cargas – Lei 14.599/2023 Palestrante: Dr. Marcos Aurélio Ribeiro – Diretor jurídico da NTC&Logística Engº. Lauro Valdívia – Assessor Técnico da NTC&Logística Impacto da Decisão do STF (ADI/5322) no trc – Lei 13.103/2015 Palestrante: Dr. Narciso Figueiroa Junior – Assessor Jurídico da NTC&Logística Eng.° Lauro Valdívia – Assessor Técnico da NTC&Logística Pesquisa Nacional sobre Negociações Coletivas no TRC Palestrante: Dr. Narciso Figueiroa Junior – Assessor Jurídico da NTC&Logística 18h00 – Debates / Encaminhamentos/ Encerramento Faça já a sua inscrição: https://www.portalntc.org.br/eventos/conetintersindical-sao-paulo-agosto-2023/ O CONET&Intersindical, é uma realização da NTC&Logística e conta como entidade anfitrião a FETCESP e como apoio sindicatos do estado de São Paulo. Patrocínio da FENATRAN, Iveco, Mercedes-Benz, SETCESP e TRANSPOCRED. Apoio Logístico da BRASPRESS. Apoio institucional do Sistema Transporte (cnt, SEST SENAT e ITL) e da FuMTran. Fonte: www.portalntc.org.br

SEST SENAT SUMMIT: O novo perfil dos consumidores transformou a cadeia de distribuição logística no e-commerce

O segundo dia do evento reuniu líderes executivos do transporte em São Paulo (SP) para debaterem o futuro do setor O segundo dia do SEST SENAT Summit, realizado no Teatro Santander, em São Paulo (SP), continuou a proporcionar debates importantes acerca do futuro do mercado. Confira os pontos principais das palestras ministradas, nessa quarta-feira (16), para os líderes e os executivos das maiores transportadoras do Brasil. Os consumidores no centro da transformação logística Como era a cadeia logística há alguns anos: grandes centros de distribuição; produtos transportados em grandes quantidades para os pontos de vendas, as lojas; uso de veículos grandes. Como é a cadeia logística hoje: centros de distribuição não mais operam grandes quantidades; produtos enviados, muitas vezes um único item, diretamente para o ponto de venda; uso de veículos menores, como motos. “Quem puxou essa tendência (a nova configuração da cadeia de distribuição) foram os consumidores e sua necessidade de ter acesso a diferentes itens.” A fala acima é de Alexandre Félix, CEO da Loggi, que coloca o consumidor no centro da necessidade da transformação da logística. O novo perfil de cliente mudou a cultura das empresas. Para atenderem aos consumidores, que se tornaram mais exigentes em relação à velocidade da entrega do e-commerce e à qualidade do serviço, as empresas tiveram que lidar com novos processos, orientando-se para treinamento, desenvolvimento e humanização. Ao abordar a humanização, Félix se referiu não apenas ao consumidor, mas também aos entregadores, chamados de drivers, com quem não há vínculo profissional, a jornada é esporádica e a prestação do serviço pode ocorrer para várias empresas. O CEO da Loggi se referiu às novas relações de trabalho da economia GIG, que complementa essa nova necessidade do varejo, por gerar novas ofertas de entrega dentro dos aplicativos e dar mais opções de trabalho aos drivers.  “Qualquer empresa precisa ser confiável e justa para o seu trabalhador. E precisa entender que o entregador deve ser bem atendido, com acolhimento e humanização. Com isso, a gente consegue criar fidelização.”  Na experiência de Félix, outras vantagens da economia GIG na logística do ecommerce são: Capacidade elástica de atendimento, em períodos de alta demanda onde se tem mais oferta do que demanda de mão de obra. Direcionamento da oferta do serviço para as diferentes regiões da cidade onde existe maior disponibilidade de drivers. A geração Z deu um novo significado para o trabalho. O que fazer?  Para contextualizar como a geração Z enxerga o atual mercado de trabalho, Paul Ferreira, professor de estratégia e liderança da FGV (Fundação Getulio Vargas), iniciou a palestra com duas conhecidas frases: uma de Jean-Paul Sartre: “As pessoas são reflexo de seu tempo e contexto”; e outra de Michael North: “A idade é a única categoria social universal. Diferentemente de raça, gênero e status, a idade tem essa inevitabilidade, desde que você viva tempo suficiente”.  O raciocínio ao qual Ferreira pretendeu chegar é que a geração das pessoas que nasceram entre 1995 e 2010 passou da ideologia da “felicidade sacrificial” para a “felicidade do aqui e agora”.  E mais: essa força da mudança se deve a três principais motivos: o avanço tecnológico:inteligência artificial, sensores de dados e a “quarta revolução industrial”, ou Indústria 4.0, marcada pela presença de novas tecnologias; o paradoxo da produtividade: apesar dos investimentos em tecnologia da informação, não houve um crescimento correspondente em relação ao aumento da produtividade; e a transição demográfica: vidas mais longas, déficits de diversidade, aumento da população mais jovem. Como consequência desses novos tempos, Paul Ferreira apresentou dois fenômenos que, segundo ele, já chegaram ao Brasil: a grande debandada (great resignation): uma onda de pedidos de demissão — a exemplo do que já aconteceu em países como Estados Unidos e França — mostra que a relação com o trabalho mudou; e o desengajamento (quiet quitting):esse comportamento resulta da insatisfação com o trabalho, aliada à incapacidade de mudança de rota. Segundo o professor, apenas 30% dos trabalhadores estão engajados no Brasil. Para que líderes e gestores possam reagir a esse cenário, ele apresentou cinco estratégias para apoiar e atrair a mão de obra da geração Z: construção de uma relação de segurança, priorizando a transparência; compromisso com a equidade salarial, que é prioridade para a geração Z; mais autonomia, para mantê-los motivados; maior flexibilidade geográfica, temporal e motivacional para redefinir a forma de trabalhar; e oferecimento de funções adequadas às competências do colaborador (match quality). O impacto da transformação digital nos modelos de negócio do transporte  A transformação digital está remodelando profundamente o setor de transporte, desde a maneira como os serviços são prestados até as oportunidades de negócios que surgem desse cenário inovador. Rafael Sampaio, da DHL, falou sobre isso no SEST SENAT Summit. Ele trouxe exemplos concretos de como a tecnologia está criando novas oportunidades. Mais do que simplesmente adaptar-se às mudanças, o momento de disrupção oferece a chance de: se tornar a solução; capitalizar sobre estas inovações; e investir em diferenciais competitivos.  Sampaio mostrou que, desde a logística de cadeia de suprimentos até a mobilidade urbana, a transformação digital tem o poder de redefinir as estruturas existentes. Com empresas ágeis e inovadoras, será possível abraçar essa transformação digital e como se posicionar de maneira estratégica no mercado. A retomada do crescimento do transporte: desafios e oportunidades A pandemia da covid-19 impactou profundamente o transporte, setor que ainda busca se recuperar dos prejuízos. A adaptação a novas tecnologias e a integração do transporte multimodal como uma alternativa para negócios mais sustentáveis permeou várias discussões no SEST SENAT Summit. É o caso da palestra do diretor da ANTT (Agência Nacional de Transporte Terrestres), Felipe Queiroz, que destacou os desafios e as oportunidades para o setor de transporte do Brasil, com foco na infraestrutura. Queiroz citou o novo PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), que deverá triplicar os investimentos federais em infraestrutura nos próximos anos, em áreas como transporte, energia, infraestrutura urbana, inclusão digital e infraestrutura social inclusiva. Para ele, o principal desafio para o desenvolvimento do setor do transporte é a governança: “Refiro-me à coordenação institucional para que tiremos da prateleira os quase R$ 200 bilhões de investimentos anunciados no âmbito dos projetos de parceria público-privada. São mais de R$ 100 bilhões de investimento em rodovias para que todos esses projetos sejam

SEST SENAT Summit: a importância da liderança exponencial para enfrentar os desafios do mundo atual

O encerramento do evento ficou a cargo do renomado especialista David Roberts, da Singularity University Trocas robustas de conhecimento, networking e reflexões importantes sobre as tendências e os desafios do mundo e dos mercados global e nacional marcaram os dois dias do SEST SENAT Summit, realizado no Teatro Santander, em São Paulo (SP), nessa terça (15) e quarta-feira (16). Para marcar o encerramento da primeira edição do evento, o renomado especialista David Roberts, da Singularity University, trouxe uma discussão importante acerca da liderança exponencial no enfrentamento dos desafios e das incertezas do mundo atual. Para ele, um líder exponencial vai além do convencional gerenciamento. “Seu ambiente são os cenários complexos. Suas características são ter mente aberta e capacidade de adaptação. Ele antecipa tendências e estimula a colaboração, incentivando suas equipes a se tornarem agentes da mudança.” “Os líderes exponenciais não tentam mudar o mundo. Eles mudam a si mesmos, de modo que o mundo à sua volta também comece a mudar”, disse. Na avaliação de Roberts, o setor de transporte deve entender que não é porque as coisas têm sido as mesmas por um longo tempo que elas não possam mudar em um ou dois anos. Isso é o mais difícil de conseguir: fazer com que as pessoas acreditem.  O líder exponencial tem um papel decisivo nessa mudança de mentalidade. SUMMIT Em um ambiente de imersão completa e aprofundada, empresários, líderes e executivos das maiores transportadoras do país se debruçaram, durante dois dias, sobre assuntos de fundamental importância para o setor, como descarbonização, gestão de riscos e responsabilidades socioambientais, mobilidade, transformação digital, cybersegurança, inteligência artificial e muito mais. Saiba mais: SEST SENAT Summit reunirá especialistas de renome nacional e internacional para debaterem o futuro do transporte no Brasil SEST SENAT SUMMIT: A indústria de transportes deve ser transformada pelas novas tecnologias SEST SENAT SUMMIT: O futuro do setor de transporte passa pelas soluções digitais SEST SENAT Summit: Novas tendências de mercado sob a perspectiva do ESG SEST SENAT SUMMIT: Segurança nas estradas e, principalmente, na internet SEST SENAT Summit: as tecnologias impactarão o transporte desde a forma de se locomover até a gestão de pessoas SEST SENAT SUMMIT: O novo perfil dos consumidores transformou a cadeia de distribuição logística no e-commerce Fonte: www.cnt.org.br

SEST SENAT Summit: As tecnologias impactarão o transporte desde a forma de se locomover até a gestão de pessoas

Eletrificação, inteligência artificial, cidades digitais e people analytics para melhorar a diversidade foram temas abordados no segundo dia do evento, em São Paulo A forma como os avanços tecnológicos impactarão o transporte, como será tratado o uso responsável da inteligência artificial, a interação da sociedade com as cidades digitais e a tendência da eletrificação foram temas abordados no segundo dia do SEST SENAT Summit – Transporte-se para o futuro. O evento reuniu centenas de líderes e executivos das maiores empresas de transporte do Brasil no Teatro Santander, em São Paulo (SP), nesta semana. O futuro das tecnologias aplicadas ao transporte foi debatido sob a ótica atual e futurista, analisando o processo de transformação digital brasileiro em curto, médio e longo prazos. Veja a seguir os destaques das palestras: People analytics À medida que as organizações reconhecem que a diversidade é mais do que uma simples responsabilidade social, e sim um catalisador de inovação e sucesso, o papel do people analytics – método de gestão de pessoas baseado na coleta e análise de dados sobre os funcionários – torna-se ainda mais crucial para as empresas. Esse foi a tônica da palestra de Fernando Ladeira, vice-presidente da Falconi, uma das maiores consultorias do país de gestão empresarial e de pessoas. Ele explicou que, por meio da coleta e análise de dados, é possível decifrar os benefícios tangíveis de uma força de trabalho diversificada.  Ele reforçou como uso de people analytics é essencial para os times de pessoas sobreviverem à complexidade que as empresas vivem atualmente. Usar os dados para entender as necessidades de cada persona é fundamental, já que é humanamente impossível, com organizações maiores, conseguir perceber as especificidades de cada um. “Use esses dados para tomar melhores decisões, no sentido de proporcionar ambientes de trabalho melhores. Eu acredito em ambientes em que as pessoas estão mais engajadas e mais felizes se, de fato, as empresas conhecerem os colaboradores”, afirmou Fernando Ladeira. Outro alerta dado pelo especialista foi referente à importância de tratar do tema diversidade e inclusão e inverter a ordem dos dois. “Se você não trabalha na preparação das empresas para de fato incluir essas pessoas, quem está fora não vai se sentir atraído, porque não percebe essa inclusão. Então, minha dica é: comece pela inclusão, prepare quem está dentro para, de fato, receber essa diversidade e, depois, comunique isso para fora, para despertar o interesse das pessoas.” Tendência de eletrificação O palco Futuro das Tecnologias Aplicadas ao Transporte recebeu também, na tarde dessa quarta-feira (16), um interessante debate entre o diretor de redação da Revista Autoesporte, Marcus Gasques, e o vice-presidente da Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores), Luiz Carlos Moraes. O foco foi o cenário da eletrificação de veículos e as mudanças de infraestrutura e de mercado que essa nova realidade está trazendo. Segundo eles, a eletrificação no Brasil está no início, e começando pelas aplicações urbanas de entrega, em que a parte técnica dos veículos é viabilizável sem grandes estruturas. “Por exemplo, o caminhão roda cerca de 70/80 km para distribuição urbana, durante um dia inteiro, e pode voltar para base para carregar e, no outro dia, operar novamente. Para longa distância, ainda é um desafio. A gente brinca que caminhão foi feito para carregar mercadoria e não bateria. Então, o desafio tecnológico é como reduzir o peso e aumentar autonomia das baterias para que, no futuro próximo, a gente possa ir para longas distâncias”, exemplificou Luiz Carlos Moraes. Ainda de acordo com o representante da Anfavea, o emplacamento de veículos elétricos em fevereiro de 2023 foi 100% maior na comparação com o mesmo período do ano passado. Ele explicou que a tecnologia da bateria está evoluindo muito e de forma rápida. A indústria está fazendo um grande investimento para melhorar a performance da bateria – incluindo o peso, o tamanho e a autonomia da mesma. “As montadoras estão muito preocupadas também em como tratar a bateria ao final do ciclo. Isso faz parte do nosso programa. A gente está muito atento e vai orientar o cliente em como fazer o melhor descarte ou reutilização dela em breve”, cita Luiz Carlos. Um ponto de destaque para o debate foi a apresentação de um estudo lançado pela Anfavea, nessa quarta-feira (16), a respeito do impacto da eletrificação para toda a cadeia de produção, incluindo os fornecedores. “Ao longo da introdução dessas novas tecnologias, a gente vai deixar de produzir determinadas peças e componentes, e passar a produzir outros. Fizemos um retrato do hoje e, a partir daí, vamos começar a pensar em soluções e políticas públicas que ajudem e acelerem a descarbonização e mitiguem o efeito negativo na cadeia do fornecedor”, relatou o representante da Anfavea.  Clique aqui e acesse o estudo da Anfavea. IA no transporte Os progressos recentes da inteligência artificial a colocaram no centro de uma imensa transformação social. Ela deve ser utilizada para otimizar o sistema de transporte e permitirá que empresas inovadoras assumam o protagonismo na resolução dos grandes desafios globais da atualidade. Alexandre Nascimento, expert global da Singularity University em robótica e inteligência artificial e pesquisador na Universidade de Stanford, explica que a IA (Inteligência Artificial) permite conciliar coisas que pareciam não conversar antes. “Dá para otimizar sua operação, ter questões sustentáveis e ambientais em pauta, maximizar a utilidade para o usuário e consequentemente ter mais lucro e capturar a maior parte do valor gerado a longo prazo”, explicou. Durante a palestra, ele informou que haverá uma mudança drástica nos sistemas logísticos por meio da inteligência artificial. “A gente vai ter coleta de dados em tempo real, com previsão daquilo que vai acontecer, e as linhas de ônibus vão ser redesenhadas. Isso vai permitir que as empresas utilizem muito menos ônibus, vão gerar menos pegada de carbono, vão ter menos implicações sociais, ambientais e questões do trânsito”, detalhou. “A gente tem que olhar para IA com cautela, buscar o equilíbrio entre responsabilidade social e ambiental, resultado da empresa e resultado para o usuário. A IA virou um grande conciliador desses três pilares. Se

SEST SENAT SUMMIT: Segurança nas estradas e, principalmente, na internet

A importância da inteligência artificial nas empresas de transporte aliada à preocupação sobre a segurança cibernética é debatida no segundo dia de evento Segurança é inerente ao setor de transporte e é sempre o foco dos transportadores de cargas e passageiros, independentemente do modal. E essa preocupação deve ir além das estradas e alcançar todo o âmbito digital das empresas, já que a segurança cibernética pode atuar de forma estratégica na customização de serviços, garantir a satisfação dos clientes, além de proteger suas rotas físicas, pois os criminosos podem usar o meio digital para obter vantagens nos ataques em rodovias. Diante da importância desse assunto, “Cibersegurança: confiabilidade e estratégia para customização de serviços” foi o tema da palestra de abertura do segundo dia do SEST SENAT Summit – Transporte-se para o futuro. O evento reúne, até esta quarta-feira (16), centenas de líderes e executivos das maiores empresas de transporte do Brasil no Teatro Santander, em São Paulo (SP). Cláudio Martinelli, diretor geral da Kaspersky para América Latina, reforçou que, muitas vezes, a segurança cibernética é vista apenas como uma defesa contra vírus e ataques, mas a realidade é que as fraudes de informação são um problema estrutural que vem crescendo em níveis alarmantes.  “A segurança digital é um habilitador da segurança física. Não devemos entender esse tipo de segurança como um custo, e sim como um potencial gerador de lucros. Quando eu evito um risco e tenho que gastar menos dinheiro com escolta ou seguro, estou tornando meu negócio mais produtivo. E a segurança digital é um habilitador dessa redução de custos para as empresas”, afirmou Martinelli. Na prática, Martinelli alerta que os criminosos também vão atrás do meio digital para obter vantagens em seus ataques: “Por exemplo, um criminoso, sabendo a rota do veículo, consegue se preparar com um bloqueio em uma estrada, porque ele sabe que a carga vai passar por aquela rodovia, em uma determinada hora, com tal quantidade de carga. Isso é um ganho para o criminoso. A gente tem que estar preparado para administrar com bastante segurança os dados de que temos posse”. A segurança tem que ser parte fundamental de um sistema de transformação digital. O diretor geral da Kaspersky para América Latina definiu três pilares sobre como implantar a cibersegurança de forma mais robusta aos sistemas de transporte e logística: inteligência: capacidade para reconhecer o inimigo e criar a solução ideal para o seu sistema; treinamento: treinar os colaboradores é fundamental, pois diminui as chances de golpes; solução: se tem inteligência e gente bem treinada, é possível colocar uma ferramenta de proteção digital e elas serão bem aplicadas. Abertura O segundo dia do evento começou com a participação da diretora executiva nacional do SEST SENAT, Nicole Goulart. “Este evento é muito mais valioso pelo networking gerado e pelos insights que os líderes levarão para dentro das empresas. Este é um evento em um novo formato e faz parte das celebrações pelos 30 anos do SEST SENAT, e queremos que o tempo investido aqui possa ser revertido em muitas iniciativas de sucesso nas empresas”, enfatizou a diretora. Também participaram da abertura do segundo dia Bruno Batista, diretor executivo da CNT (Confederação Nacional do Transporte); João Victor Mendes, diretor executivo do ITL (Instituto de Transporte e Logística); Vinicius Ladeira, diretor adjunto do SEST SENAT; Fernanda Rezende, diretora adjunta da CNT; e Eliana Costa, diretora adjunta do ITL. Por Agência CNT Transporte Atual