Reunião da Diretoria Estatutária da CNT tem balanço sobre ações no RS e atuação institucional

Durante o encontro, representantes das três casas do Sistema Transporte apresentaram realizações do primeiro semestre e projetaram os próximos meses O Sistema Transporte realizou na manhã dessa quarta-feira (19) a 1ª Reunião Ordinária da Diretoria Estatutária da CNT em 2024. O evento ocorreu no edifício-sede da instituição, em Brasília (DF), e contou com a participação do presidente do Sistema Transporte, Vander Costa, dos vice-presidentes e dos presidentes das seis seções. Na ocasião, as três casas que compõem o Sistema (CNT, SEST SENAT e ITL) apresentaram suas principais ações no primeiro semestre do ano, bem como projetaram questões para os próximos meses. O presidente do Sistema Transporte destacou o trabalho desenvolvido diante da calamidade pública causada pelas enchentes no Rio Grande do Sul. “Quero agradecer a todos os empresários que nos ajudaram a transportar mais de 80 mil toneladas de doações, de maneira espontânea pelas empresas e com envolvimento de todos os modais”, disse o presidente. Vander Costa ressaltou a articulação da CNT em reuniões feitas com representantes do BNDES. Após o trabalho de resgate das vítimas e do fornecimento de insumos básicos para os desabrigados, agora a prioridade é buscar linhas de crédito para subsidiar a reconstrução e a retomada dos negócios. “O grande desafio é superar uma limitação imposta pelo banco para liberar a linha de crédito. Eles exigem garantias financeiras, mas isso é inviável para o empresário que perdeu todos os seus ativos com as enchentes. A CNT dialoga com o BNDES para encontrar uma solução viável”, concluiu Vander Costa. Balanço das ações da CNT Na sequência, foi a vez dos diretores das casas falarem sobre as conquistas do último semestre. O primeiro foi o diretor de Relações Institucionais da CNT, Valter Souza, que fez um resumo da atuação diante dos Três Poderes da República, com destaque para temas como desoneração da folha, concessões rodoviárias e ferroviárias, bem como a Lei do Motorista. Na sequência, o diretor executivo da CNT, Bruno Batista, apresentou os estudos em andamento. O destaque foram os dois levantamentos emergenciais feitos sobre a catástrofe no Rio Grande do Sul, que ajudaram a compreender os impactos das enchentes sobre o setor transportador. Balanço do SEST SENAT A diretora executiva nacional do SEST SENAT, Nicole Goulart, apresentou as ações de atenção e suporte aos colaboradores afetados pela calamidade. A unidade de Porto Alegre sofreu muitos danos, mas um acordo de cooperação firmado com o SESC RS e o SENAC RS deve garantir a manutenção de alguns serviços nos prédios emprestados. Também foi falado sobre o cronograma das obras em execução de novas unidades, posicionamentos sobre o andamento de projetos e as ações de ESG. Balanço do ITL O diretor do ITL, João Victor, enumerou os cursos voltados para executivos do transporte, enfatizando aqueles com inscrições abertas ou que devem ser lançados em breve. Ele também anunciou a realização de uma nova edição do Fórum ITL de Inovação, previsto para ocorrer em setembro. Seções da CNT No dia 18 de junho, os presidentes e integrantes das seções que compõem a CNT estiveram reunidos na sede da Confederação, em Brasília (DF), para debater temas, dificuldades, projeções e desafios específicos referentes a cada modal do transporte. Por Agência CNT Transporte Atual
Empresas já podem se cadastrar para funcionários receberem os 2 salários do governo

Saiu a regulamentação do programa anunciado por Lula para manter empregos em empresas atingidas pela enchente As empresas já podem se cadastrar para usufruir do programa de manutenção de emprego e renda anunciado pelo presidente Lula no início do mês em visita ao Vale do Taquari. A esperada portaria do Ministério do Trabalho foi publicada no Diário Oficial da União desta quinta-feira (20). É importante apressar-se, pois o prazo para a inscrição é de uma semana: “A adesão e a declaração de redução do faturamento e da capacidade de operação do estabelecimento em decorrência dos eventos climáticos deverá ser realizada via Portal Emprega Brasil – Empregador, no endereço https://servicos.mte.gov.br/empregador/, entre as 00h00 do dia 20 de junho de 2024 e as 23h59 do dia 26 de junho de 2024.”, orienta trecho da portaria. Pelo programa novo, 434 mil trabalhadores receberão do governo dois salários mínimos (R$ 2.824), divididos em dois meses. As empresas complementarão a remuneração do mês. Ou seja, o funcionário receberá o mesmo valor de sempre de salário. O programa vale para aquelas que estiverem na “mancha”, que engloba municípios em estado de calamidade ou situação de emergência reconhecidos pelo governo federal. Entram trabalhadores por CLT, empregado doméstico, estagiário, aprendiz pescador artesanal e catadores cooperados. O recurso destinado ao programa é de R$ 1,225 bilhão. Para o trabalhador com vínculo formal de emprego, inclusive o aprendiz e o estagiário e o pescador e a pescadora profissional artesanal, a primeira parcela do Apoio Financeiro será paga em 8 de julho e a segunda em 5 de agosto. Para empregado doméstico, a primeira parcela será paga em lotes escalonados durante o mês de julho e a segunda parcela em 5 de agosto. O pagamento será feito pela Caixa Econômica Federal na conta do trabalhador no banco ou em poupança social digital, que é aberta automaticamente para o pagamento de benefícios sociais. Não é cobrada tarifa e a movimentação pode ser feita pelo aplicativo CAIXA Tem. O saque sem cartão pode ser feito em terminais de autoatendimento e lotéricas. Superintendente regional do Trabalho no Rio Grande do Sul, Claudir Nespolo destaca a exigência de compromisso dos empresários de que os postos de trabalho serão mantidos por quatro meses e de que seguem valendo convenções coletivas das categorias já adotadas. – Não é suspensão de contrato de trabalho. Para as empresas que querem usar o “Lay-off Calamidade”, pactuado com os sindicatos dos trabalhadores – enfatiza. Especializado no Direito Coletivo do Trabalho, Flávio Obino Filho faz, porém, uma ponderação sobre a operacionalização do benefício. Muitas empresas processam suas folhas de pagamento no dia 20, ou seja, hoje, e não saberão se o pedido ao benefício foi aprovado. FONTE: GZH Coluna Giane Guerra (giane.guerra@rdgaucha.com.br)Com Guilherme Jacques (guilherme.jacques@rdgaucha.com.br) e Guilherme Gonçalves (guilherme.goncalves@zerohora.com.br)
CNT celebra, com grande evento, os seus 70 anos de atuação

Evento executivo de valorização da atividade transportadora será realizado nesta quarta-feira (19), em Brasília (DF), com a presença de autoridades públicas e representantes do setor A CNT (Confederação Nacional do Transporte) realiza, nesta quarta-feira (19), a partir das 16 horas (horário de Brasília), um Encontro Executivo de Celebração e Fortalecimento da Atividade Transportadora para comemorar os seus 70 anos de atuação. A solenidade vai reunir autoridades brasileiras e representantes do setor. Entre os convidados confirmados estão o vice-presidente da República e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, o presidente do Congresso Nacional, senador Rodrigo Pacheco, o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Gilmar Mendes, e os ministros Renan Filho (Transporte), Silvio Costa (Portos e Aeroportos), Jader Filho (Cidades) e Luiz Marinho (Trabalho). A cerimônia ocorre no CICB (Centro Internacional de Convenções do Brasil), em Brasília (DF). Trajetória de sucesso Com 70 anos completados neste mês, a CNT consolidou a sua presença como um importante interlocutor entre o setor de transporte e os poderes públicos e tem induzido debates e pautado as discussões em torno de grandes temas nacionais que impactam diretamente o desenvolvimento do país. “A CNT, desde o seu início, foi protagonista na formulação de propostas e na defesa de medidas para o transporte e o Brasil superarem os desafios que se apresentaram ao longo da história”, reconhece Vander Costa, presidente da Confederação desde 2019. “São 70 anos de trabalho dedicados à melhoria das condições para a atividade transportadora e do ambiente de negócios, ao aumento da competitividade e ao desenvolvimento econômico e social do país”, acrescenta o presidente. Vander Costa pondera que o setor de transporte é um dos pilares da economia, sendo elemento primordial para o seu desenvolvimento e a expansão da sua capacidade produtiva. “Afinal, pessoas precisam se locomover e produtos precisam ser entregues dentro e fora do território nacional”, arremata. Saiba mais sobre os 70 anos da CNT Informações sobre credenciamento de imprensa: (61) 99686-1427 imprensa@cnt.org.br Por Agência CNT Transporte Atual
Atendendo a pleito da CNT sobre regras para contratação de seguro de carga, Senado aprova Marco Legal dos Seguros

Texto aprovado pelo Plenário da Casa acolheu pedido da CNT sobre manutenção da eficácia das regras de contratação do seguro no transporte rodoviário de cargas. Após passar pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), o Projeto de Lei da Câmara (PLC) nº 29/2017, conhecido como Marco Legal dos Seguros, foi aprovado pelo Plenário do Senado Federal nessa terça-feira (18). A matéria consolida e atualiza normas para o mercado de seguro privado no país e atende ao interesse da CNT (Confederação Nacional do Transporte) de manter a eficácia das regras do seguro da carga. O texto substitutivo aprovado inclui a rejeição de duas emendas que pretendiam revogar um dispositivo da Lei nº 11.442/2017. O ponto em questão dizia respeito à determinação de que os seguros do transporte devam ser contratados mediante apólice única para cada ramo de seguro, por segurado, vinculados ao respectivo RNTRC (Registro Nacional de Transportadores Rodoviários de Cargas). À época em que tramitava na CCJC (Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania) do Senado, a CNT levou os argumentos ao relator da matéria, senador Jader Barbalho (MDB-PA), que acolheu a solicitação. Tramitação Baseado em um projeto que tramita há mais de 20 anos no Congresso (PL 3.555/2004), o PLC 29/2017, da Câmara dos Deputados, recebeu parecer favorável do relator, senador Otto Alencar (PSD-BA). Ele acatou texto alternativo do senador Jader Barbalho (MDB-PA) apresentado na CCJC, com emendas, substituindo o projeto dos deputados. Agora, a matéria retornará à Câmara dos Deputados. Com informações da Agência Senado Foto Agência Senado Por Agência CNT Transporte Atual
Autoridades enaltecem a relevância da atuação da CNT para o progresso do setor de transporte

Solenidade de celebração dos 70 anos da CNT contou com a presença do vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, e de representantes dos três Poderes A celebração dos 70 anos da CNT, realizada nesta quarta-feira (19), em Brasília (DF), contou com uma mesa integrada por representantes de todos os Poderes da República. Na ocasião, o presidente do Sistema Transporte, Vander Costa, afirmou que a Confederação representa a voz de uma atividade indispensável para o progresso brasileiro. “Não restam dúvidas de que investir no transporte é uma aposta assertiva e certeira no crescimento econômico, na geração de empregos e na melhoria da qualidade de vida da população”, disse. Sob o lema O Transporte Move o Brasil, a Confederação intensificou a defesa dos interesses dos transportadores brasileiros, junto ao Executivo, ao Legislativo e ao Judiciário. “Isso porque temos a consciência da necessária união de esforços, envolvendo os poderes públicos e a sociedade, para avançar em uma agenda de aprimoramento das políticas públicas de infraestrutura, de modernização do ambiente negocial e do arcabouço regulatório nacional”, explicou. O vice-presidente da República e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, endossou as palavras de Vander Costa. Ele elencou várias questões que, com a atuação conjunta de importantes atores, como a Confederação Nacional do Transporte, vêm mudando cenários no país. Alckmin citou a melhoria da condição das rodovias, o Programa Mover, voltado à renovação da indústria automotiva, e a reforma tributária, que, segundo ele, trará mais eficiência econômica. “O PIB pode crescer mais com a reforma tributária, que desonera totalmente o investimento e a exportação”, disse. Nesse sentido, ele fez um contraponto entre o mundo e o Brasil. “O volume do comércio exterior do mundo cresceu 0,8% e o do Brasil, 8%. Nós crescemos 10 vezes mais que a média mundial”, disse. Para esse resultado, “o transporte e a logística são essenciais, assim como o trabalho da CNT. Estou muito feliz de estar aqui na celebração dos 70 anos da entidade”, finalizou. Outras autoridades prestigiaram o evento. Veja o que eles falaram: Ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho “O transporte é um setor muito importante para a agenda de desenvolvimento do Brasil. Estamos vendo o país na direção do crescimento econômico. E nada disso estaria acontecendo se o setor de transporte não acreditasse no país. Essa sintonia da CNT e do governo é fundamental. Acredito que o maior programa social do país é emprego e renda. E não podemos falar de emprego sem falar da CNT, que, por meio das transportadoras que representa, gera mais de 2 milhões de empregos no país”. Ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho “Uma trajetória de 70 anos é bastante relevante. Falar do Brasil e da importância da economia é pensar no transporte. Mas é preciso falar também da falta de mão de obra no setor de transporte e como podemos utilizar o Sistema “S” do transporte para a profissionalização das pessoas para termos mais trabalhadores e trabalhadoras”. Ministro das Cidades, Jader Barbalho Filho “Estar presente na celebração dos 70 anos é algo especial e de muita importância para mim. O Brasil é favorecido por ter uma entidade tão necessária para o seu desenvolvimento como a CNT. A Confederação Nacional do Transporte sempre foi uma parceira de primeira hora do Ministério na construção das políticas e no diálogo construtivo com o Governo federal. Juntos, construiremos um futuro mais sustentável e eficiente”. Secretário executivo do Ministério dos Transportes, George Palermo Santoro “É uma satisfação muito grande estar aqui na celebração dos 70 anos da CNT. Temos uma parceria muito grande com essa entidade, que tem prestado um serviço muito relevante para a sociedade. Na parceria técnica, usamos o indicador de qualidade das rodovias da CNT, que tem servido para pautar as ações do Ministério”. Por Agência CNT Transporte Atual
Vander Costa participa de lançamento de programa que desburocratiza o transporte aquaviário

Na cerimônia, o Ministério dos Portos e Aeroportos anunciou investimentos de R$ 5,4 bilhões no setor portuário O presidente do Sistema Transporte, Vander Costa, participou, nesta terça-feira (18), na sede do Ministério de Portos e Aeroportos, em Brasília, do lançamento do programa Navegue Simples, criado para desburocratizar e simplificar o trâmite de processos para as outorgas portuárias. A expectativa é que, a partir de agora, novos contratos e aditivos ganharão mais celeridade, reduzindo custos e prazos de modo a garantir mais investimentos no setor. “A garantia de uma maior eficiência do transporte aquaviário no Brasil passa, necessariamente, pelo aprimoramento de suas regras de funcionamento. O Navegue Simples é um passo importante nessa direção por modernizar o arcabouço regulatório do segmento”, afirmou Vander Costa. O presidente do Sistema Transporte também destacou que uma das pautas defendidas pela CNT (Confederação Nacional do Transporte), ao longo dos últimos anos, foi justamente a desburocratização do processo de autorização para novos Terminais de Uso Privados (TUPs), por meio do programa Navegue Simples. “Ressalto que ações como essa são fundamentais para o destravamento do modal aquaviário, que dialoga fortemente com o potencial nacional para a multimodalidade, uma vez que o Brasil possui 8,5 mil quilômetros de costa navegável e mais de 19,5 mil quilômetros de hidrovias economicamente navegáveis”, disse. O diretor-presidente da ABPT (Associação Brasileira de Terminais Portuários), Jesualdo Silva, por sua vez, ressaltou a importância da iniciativa do governo federal pelo fato de o segmento aquaviário servir ao comércio brasileiro. “Toda a exportação das commodities do agronegócio é feita pelo setor portuário. Então, qualquer falta de sinergia nesse ambiente significa uma sobrecarga direta no Custo Brasil, o que desestimula os investimentos e o crescimento do país. Portanto, esse setor é extremamente sensível às demandas nacionais e mundiais”, afirmou. Setor portuário na agenda do desenvolvimento Consonante à observação de Jesualdo Silva, o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, ressaltou a essencialidade do segmento para o Brasil, já que, segundo ele, mais de 95% das importações e exportações passam pelos portos brasileiros. “Em 2023, tivemos o maior volume de exportações da história. Neste ano, no primeiro resultado da balança comercial, tivemos mais de 35 bilhões de dólares. Isso tem acontecido porque o setor portuário brasileiro tem dado a sua contribuição. Hoje, o setor ingressou na agenda do desenvolvimento do Brasil”, afirmou. O ministro acrescentou que o governo tem trabalhado junto à iniciativa privada para que o setor cresça cada vez mais. “Em 2024, o setor portuário cresceu 6%. Tenho a confiança de que podemos crescer mais de 8% este ano. Para isso, é preciso buscar projetos e programas que estimulem o setor produtivo brasileiro e mundial a investirem no Brasil”. Segundo ele, o país é uma grande janela de oportunidades na área portuária. “Mas, para isso, precisamos criar segurança jurídica, desburocratizar e trazer o setor público dialogando cada vez mais com o privado”, afirmou. Esse é o objetivo do Programa Navegue Mais, que foi incluído no novo PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) como a principal medida institucional do Ministério de Portos e Aeroportos. Com um investimento de R$ 5,4 bilhões em autorizações e arrendamentos portuários, o programa busca identificar ineficiências e oportunidades de aprimoramento para agregar mais valor público à política e aos processos de outorga. Já o vice-presidente da República e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, ressaltou o crescimento do PIB e das exportações brasileiras em contraponto ao fato de, segundo ele, o mundo não viver um bom momento. “O volume de comércio exterior do mundo cresceu o ano passado 0,8%. Já o volume da exportação brasileira cresceu 8% — ou seja, nós crescemos 10 vezes mais que a média mundial”, disse. Contudo, para manter esse cenário, Alckmin afirmou ser indispensável uma boa infraestrutura. “Temos dois desafios: reduzir Custo Brasil e aumentar investimento. O Navegue Simples vem ao encontro desses dois objetivos. Só aqui, hoje, [foram anunciados] mais de 5 bilhões a serem investidos no sistema portuário”, concluiu. Na solenidade de lançamento do programa, também participaram: o diretor da Antaq (Agência Nacional de Transportes Aquaviários), Alber Vasconcelos; a secretária executiva de Portos e Aeroportos, Mariana Pescatori; o secretário nacional de Portos, Alex Ávila; o deputado federal e vice-presidente da Comissão de Viação e Transporte, Paulo Alexandre Barbosa (PSDB-SP); e o senador, dr. Hiran da Silva (PP-RR). Sobre o Programa Iniciativa do governo federal, o programa Navegue Simples será conduzido pelo Ministério de Portos e Aeroportos em parceria com a Antaq. As primeiras etapas incluem a publicação do decreto de criação do programa, que será assinado pelo presidente Lula e divulgado no Diário Oficial da União. De forma concomitante, a Antaq iniciará a etapa de Tomada de Subsídio, que receberá contribuições da sociedade até o dia 17 de julho. Na sequência, o Ministério criará o comitê técnico do programa, para estudar, propor, desenvolver, informar e avaliar produtos, metas, indicadores e resultados. O comitê será formado por agentes técnicos de diferentes órgãos federais — entre eles, a Casa Civil; a Secretaria do Patrimônio da União; a Secretaria Nacional de Mudança do Clima, do Ministério do Meio Ambiente; e o Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis). A primeira reunião está prevista para ser realizada no próximo mês. Ainda neste ano, o Ministério de Portos e Aeroportos divulgará um balanço com as primeiras ações do programa. Clique aqui para conferir a cerimônia de lançamento do Navegue Simples. Por Agência CNT Transporte Atual
Confira as ações emergenciais do BNDES

Na última quinta-feira (13), a Fetransul, juntamente com a Confederação Nacional do Transporte (CNT) e demais entidades, esteve reunida com executivos do BNDES com o propósito de encaminhar as demandas do setor em relação às linhas de crédito que estão sendo disponibilizadas para a recuperação das empresas atingidas pelas inundações. O material explicativo com as ações emergenciais do BNDES para apoio às empresas do Estado do Rio Grande do Sul pode ser acessado AQUI. O site abaixo também apresenta todas as medidas: https://bit.ly/3VMO4oA
Coalização de frentes contrárias à MP do Fim do Mundo tem reunião com a presença do Sistema Transporte

Os setores produtivos podem ser seriamente prejudicados pelas mudanças propostas na MPV 1.227/2024, que buscam compensar os efeitos da desoneração da folha de pagamento Uma coalização formada por 28 frentes contrários à MPV 1.227/2024 se reuniu em Brasília, nesta quarta-feira (12), em um esforço direcionado a derrubar as mudanças propostas pelo governo federal para compensar os efeitos da desoneração da folha de pagamento de municípios e de 17 setores da economia, entre os quais o de transporte. Apelidada de MP do Fim do Mundo, ela impõe restrições ao uso de créditos do PIS (Programa de Integração Social) e da Cofins (Contribuição para Financiamento da Seguridade Social). “Se essa medida provisória prosperar, o setor produtivo nacional será seriamente prejudicado. No caso do transporte, por exemplo, apenas o segmento ferroviário teria um impacto negativo de R$ 1,1 bilhão ao ano”, disse a gerente executiva de Relações com o Poder Executivo, da CNT, Andrea Cavalcanti. Ela representou o Sistema Transporte no encontro. Nessa quinta-feira (13), líderes partidários do Senado Federal começaram a discutir medidas para compensar a desoneração da folha de pagamento. Esse movimento acontece após o presidente do Senado Federal, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), devolver a parte da medida provisória que trata da limitação dos créditos do PIS/Cofins. Com essa decisão, o trecho perde a validade. Entenda a Medida Provisória Publicada no Diário Oficial da União na terça-feira (4), a MPV 1.227/2024 determina que os créditos do regime de não cumulatividade da contribuição para o PIS/Pasep e da Cofins somente poderão ser usados para compensar esses tributos. Antes, o contribuinte com créditos em contabilidade podia utilizá-lo para pagar outros tributos, como o Imposto de Renda da empresa. Além disso, ela revoga dispositivos da legislação tributária que previam o ressarcimento em dinheiro do saldo credor de créditos presumidos da contribuição ao PIS e da Cofins apurados na aquisição de insumo. No encontro, a coalizão das frentes parlamentares discutiu vários pontos da medida provisória que violam, por exemplo, o princípio da anterioridade, já que entrou em vigor no dia de sua publicação, em 4 de junho de 2024; o planejamento tributário, por criar dificuldades para contribuintes com operações desoneradas de PIS/Pasep e de Cofins em exportações, suspensão/isenção, alíquota zero e créditos presumidos; e os pedidos de restituição, uma vez que não existe prazo para análise ou quitação, criando, assim, incertezas para os contribuintes. Conduzida pelo presidente da FPA (Frente Parlamentar de Apoio à Agropecuária), o deputado federal Pedro Lupion (PP–PR), a reunião contou com as presenças de parlamentares, do governador do Mato Grosso, Mauro Mendes, e de representantes dos setores econômicos, entre os quais o presidente da CNA (Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil), João Martins, o presidente da CNI (Confederação Nacional da Indústria), Ricardo Alban, e a gerente executiva da CNT, Andrea Cavalcanti. Por Agência CNT Transporte Atual
Com a presença do Sistema Transporte, encontro no RS discute medidas emergenciais às empresas transportadoras gaúchas

A reunião foi promovida pelo BNDES para tratar da retomada da economia do estado após a tragédia ambiental O Sistema Transporte participou, nesta quinta-feira (13), em Porto Alegre (RS), de reunião técnica realizada pelo BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) com os transportadores locais. O encontro foi promovido em razão dos impactos provocados no setor pelas enchentes no estado. O Banco está com empregados atuando na região para dialogar com entidades, associações empresariais, sindicatos e prefeituras a fim de tratar de medidas emergenciais às empresas e da retomada da economia gaúcha. O Sistema Transporte foi representado, na ocasião, pelo diretor executivo da CNT, Bruno Batista; pelo diretor adjunto do SEST SENAT, Vinicius Ladeira; pela gerente executiva de Economia da Confederação, Fernanda Schwantes; e pelo assessor da Presidência, Igor Fernandes. Bruno Batista apresentou os resultados da Pesquisa de Impacto no Transporte – Enchentes no Rio Grande do Sul. O levantamento reúne informações sobre a situação atual de 171 empresas de todas as modalidades de transporte e mostra que a situação é crítica. “O financiamento está entre as principais necessidades imediatas do transportador no Rio Grande do Sul. Estamos aqui para contribuir com o BNDES no que for preciso, a fim de agilizar a disponibilidade de possíveis linhas de crédito, com carências estendidas”, ressaltou. O diretor adjunto do SEST SENAT destacou os esforços que o Sistema Transporte vem empreendendo para prestar apoio aos transportadores e à população gaúcha. “No começo da crise no estado, duas unidades do SEST SENAT foram colocadas à disposição. A de Rio Grande recebeu desabrigados; e a de Pelotas serviu como centro de distribuição das doações que foram coletadas em mais de 80 unidades de todo o país”, disse. Pelo BNDES, coordenou a reunião a gerente de Relacionamento com Clientes, Juliana Alvim. Ela anunciou que a liberação dos recursos começará no dia 21 de junho e explicou as três linhas de crédito voltadas à aquisição de máquinas e equipamentos (inclusive caminhões e ônibus), investimentos em reconstrução e capital de giro, bem como abordou as taxas e carências. Entre os empresários do setor transportador, estiveram presentes Francisco Cardoso, do segmento rodoviário de cargas, e o presidente da Fetergs (Federação das Empresas de Transportes Rodoviários do Estado do Rio Grande do Sul), Sérgio Pereira, acompanhado do assessor da Federação, Jefferson Lara. Setor mobilizado Desde o início da situação de calamidade, o Sistema Transporte acompanha, de perto, os empresários e as empresas do setor transportador com sede no estado ou que atuam na região. Na primeira semana de junho, uma comitiva, liderada por Valter Souza, diretor de Relações Institucionais da CNT, e Nicole Goulart, diretora executiva nacional do SEST SENAT, realizou visitas técnicas ao estado para prestar apoio aos transportadores e aos colaboradores do SEST SENAT do Rio Grande do Sul e verificar in loco os impactos causados pelas enchentes. Atenção à saúde mental O SEST SENAT ainda colocou à disposição das pessoas afetadas pelas inundações um serviço de atendimento psicológico gratuito. As consultas podem ser agendadas por uma Central de Atendimento. Os profissionais responsáveis pertencem ao quadro nacional da Entidade e realizam o atendimento por videochamada ou presencialmente, nas unidades operacionais em funcionamento no estado. Central de Atendimento Psicológico Entre em contato pelo seguinte número: (54) 3217-3444 Por Agência CNT Transporte Atual
Mais da metade das empresas de transporte do RS precisarão de apoio financeiro, revela pesquisa inédita da CNT sobre os impactos das enchentes no setor

O levantamento mostra ainda que 52,0% das transportadoras do estado apostam em linhas de crédito, com taxas de juros reduzidas, para se reerguerem A CNT (Confederação Nacional do Transporte) divulgou, nesta quinta-feira (13), os resultados da Pesquisa de Impacto no Transporte – Enchentes no Rio Grande do Sul. Os dados inéditos mostram que, das empresas que conseguem estimar os impactos neste momento, 54,2% das transportadoras gaúchas precisarão de algum apoio financeiro em até um mês, para continuarem as suas atividades. Apontam, ainda, que 52,0% delas apostam em linhas de crédito, com taxas de juros reduzidas, para se reerguerem. Apesar dos prejuízos, 53,8% das empresas do setor mantiveram seu quadro de empregados sem alteração, até este momento. As informações – coletadas de 23 a 31 de maio – revelam a situação atual de 171 empresas de todas as modalidades de transporte no estado. Dentre os empresários entrevistados que conseguem inferir o tempo necessário para atingir a normalidade de suas atividades, 20% levarão de 90 a 180 dias para essa normalização. Quase um terço das empresas (31,6%) teve sua operação parcial ou totalmente paralisada por mais de 15 dias, desde o início da calamidade. Para 95,3% dos entrevistados, o impacto das enchentes foi negativo para suas empresas, sendo que 49,1% deles reportaram danos ou perdas de ativos devido à calamidade. Desse total, 54,8% indicaram que foram perdas relativas a veículos e implementos; e 36,9% indicaram prejuízos com garagens ou pátios. Mais de dois terços das empresas consultadas (63,2%) tiveram condições de atuar em ações de auxílio à população atingida pelas enchentes, mesmo enfrentando os impactos da tragédia. Setor mobilizado De posse das informações sobre o cenário do setor no Rio Grande do Sul, a CNT está dando andamento a uma série de iniciativas para tornar mais eficazes as medidas junto aos transportadores impactados pelas enchentes. Esses resultados foram apresentados nesta quinta-feira (13), durante evento promovido pelo BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), em Porto Alegre, com a participação do Sistema Transporte. As enchentes provocadas pelas fortes chuvas nos meses de abril e maio atingiram pelo menos 476 municípios dos 497 do estado. O transporte é um serviço essencial para garantir o abastecimento de produtos, possibilitar atendimentos médico-hospitalares e viabilizar as entregas de doações para a população impactada. Além das vidas perdidas, os eventos extremos impactaram também o patrimônio e a infraestrutura da região. Com relação ao transporte, todos os modos foram afetados, com a ocorrência de alagamentos de rodovias, portos e aeroportos, quedas de pontes e de barreiras, rupturas de drenagens, entre outras avarias, fato que paralisou ou dificultou o transporte local. Pesquisa de Impacto no Transporte – Enchentes no Rio Grande do Sul Por Agência CNT Transporte Atual