SEST SENAT e Mercedes-Benz renovam parceria pela inclusão e valorização de mulheres caminhoneiras

O novo acordo é celebrado no âmbito do movimento A Voz Delas Fomentar a inclusão cada vez maior de mulheres caminhoneiras no setor de transporte. Esse é o motivo pelo qual o SEST SENAT e a Mercedes-Benz continuam a unir forças em uma importante parceria em prol da valorização das motoristas profissionais. Na última semana, as duas instituições assinaram um novo acordo no âmbito do movimento A Voz Delas, cujo objetivo principal é melhorar o dia a dia do público feminino que trabalha ou gostaria de trabalhar à frente do volante. Para isso, o SEST SENAT ofertará, gratuitamente, cursos profissionalizantes e atendimentos nas áreas de saúde e qualidade de vida para as mulheres ganhadoras da 2ª edição de a “Direção dos Seus Sonhos”. Nessa iniciativa, que faz parte de A Voz Delas, elas contaram a sua história da paixão pelas estradas, além do sonho de se tornarem caminhoneiras. Para ajudá-las a trilhar o caminho até esse objetivo, os parceiros que integram o movimento custearão a CNH (Carteira Nacional de Habilitação) na categoria C. Assim que concluírem o processo para a obtenção da primeira habilitação profissional, elas contarão com o apoio do SEST SENAT, que oferecerá treinamentos e atendimentos nas áreas de odontologia, fisioterapia, nutrição e psicologia, a fim de que possam exercer a nova profissão com conhecimento técnico especializado e mais segurança, saúde e qualidade de vida. A gerente executiva de Novos Negócios e Parcerias do SEST SENAT, Luciana Malamin, relembra que a parceria entre a entidade e a Mercedes-Benz teve início no ano de 2021. Para ela, iniciativas como essa são relevantes e necessárias, por mostrarem que o setor transportador está abrindo portas para a inclusão de mulheres, especialmente na posição de motoristas profissionais. “Muito mais do que a troca de categoria da habilitação e a qualificação profissional, trata-se de um movimento inclusivo, de fomento ao emprego e renda em um setor essencial para a economia do país e que faz parte da rotina de todos.” Clique aqui e saiba mais. Por Agência CNT Transporte Atual

Decreto presidencial confirma prorrogação de concessão da ponte binacional São Borja-São Tomé

Empresa Mercovía S.A. permanece como gestora do empreendimento por mais 12 meses. Ministério dos Transportes prepara novo modelo de gestão Publicado na edição desta sexta-feira (6) do Diário Oficial da União (DOU) e assinado pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, o Decreto 11.728/2023 oficializou a prorrogação da concessão da Ponte Internacional São Borja-Santo Tomé, na fronteira entre o Brasil e a Argentina, por mais 365 dias. O acordo prevê ainda a possibilidade de extensão do prazo por igual período. Com o decreto presidencial, a concessionária argentina Mercovía S.A. seguirá como a responsável pelo trecho que, em 2022 respondeu por 40% do comércio bilateral feito por modal rodoviário entre Brasil e Argentina. Conexão estratégica, o empreendimento de 1,4 quilômetro de extensão sobre o Rio Uruguai ainda é utilizado para transporte de carga para países como Chile e Peru. “Enquanto trabalhamos em um novo edital de licitação, garantimos a prorrogação do contrato, a manutenção dos serviços e ainda a isenção de pedágio para veículos de passeio, residentes locais e motocicletas. Por orientação do presidente Lula, unimos as áreas técnicas e chegamos a uma solução boa para todos”, afirmou o ministro dos Transportes, Renan Filho. Contrato A prorrogação do prazo é o 4º termo aditivo do contrato internacional de concessão firmado entre a Mercovía e os dois países e já estava definido desde julho. O contrato de concessão da ponte foi assinado em agosto de 1996 e previa a exploração do trajeto por 25 anos. Sem os aditivos, a empresa teria devolvido o trecho em 2021. Segundo o decreto publicado nesta sexta com assinatura do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, seguem valendo os direitos e obrigações previstos no contrato inicial. A extensão do prazo serve para que Brasil e Argentina trabalhem no futuro modelo de gestão do entreposto comercial e em uma transição segura entre o modelo atual e o próximo. Fonte: Ministério dos Transportes Foto: Prefeitura de São Borja/Divulgação

Exames toxicológicos de motoristas: vetos derrubados passam a valer

Caminhoneiros passam a ser obrigados a fazer exame toxicológico a cada dois anos e meio Os condutores de veículos de carga, ônibus e afins que não realizarem exames toxicológicos a cada dois anos e meio serão punidos com infração gravíssima e multa multiplicada por cinco. Três trechos da Lei 14.599, de 2023, que alterou o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), foram restaurados após o Congresso Nacional decidir pela derrubada dos vetos do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, ao texto que gerou a norma. Com a decisão, os trechos foram promulgados e publicados na edição do Diário Oficial da União desta segunda-feira (16).  A lei que alterou o CTB é resultado da conversão em lei da medida provisória (MP) 1.153/2022, ainda do governo Bolsonaro, que foi aprovada pelo Congresso no fim de maio. Em junho deste ano, o Poder Executivo a sancionou com nove vetos.   Entre os três dispositivos retomados, está o que estabelece que condutores das categorias C, D e E com idade inferior a 70 anos incorrerão em infração gravíssima se não realizarem novo exame de detecção de drogas no organismo a cada dois anos e seis meses. A contagem começa da obtenção ou renovação da Carteira Nacional de Habilitação, independentemente da validade dos demais exames já realizados.  Outro veto derrubado pelo Congresso Nacional e reposicionado na lei é o que atribui a competência para aplicação da penalidade a “órgão ou entidade executivos de trânsito de registro da Carteira Nacional de Habilitação do infrator.”  A lei passa a determinar ainda que o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) será obrigado a regulamentar a aplicação dos exames em até 180 dias da entrada em vigor do novo trecho da lei. A aplicação e a fiscalização do teste devem ser periódicas e constantes, por meio de processos e sistemas eletrônicos. Fonte: Agência Senado Crédito da Imagem: Lucas Ninno/GCOM-MT

Venda de caminhões e ônibus elétricos e a gás reage; veja os números

Emplacamentos crescem em setembro, mas procura por caminhões e ônibus elétricos e gás diminuiu drasticamente no acumulado de 2023 Em 2023, as montadoras estão investindo em novidades, mesmo com a queda na demanda A venda de caminhões e ônibus elétricos e a gás cresceu em setembro. Assim, no mês passado, foram emplacadas 83 unidades com motores alternativos ao diesel. Portanto, são 55 a mais que as 28 unidades de agosto. Do mesmo modo, na comparação com setembro de 2022, também houve alta – foram 44 a mais. Os dados são da Anfavea, associação que reúne as montadoras no País. Contudo, na comparação com os nove meses do ano passado, o resultado ficou abaixo do esperado. Ou seja, de janeiro a setembro o País emplacou 399 caminhões elétricos e a gás. Enquanto, no mesmo período do ano passado, foram 813 unidades. Ou seja, 414 a menos na comparação com o mesmo período do ano passado. Conforme o vice-presidente da Anfavea, Vinicius Pereira, vale destacar que, mesmo com a queda, o desempenho dos nove meses ficou no mesmo patamar do que o mesmo período de 2021. Isso significa que há uma demanda crescente por veículos com combustível alternativo ao diesel no País. Aumento do preço de caminhões e ônibus a diesel Seja como for, a queda pela procura no acumulado deste ano está ligada à entrada em vigor do Proconve P8. Ou seja, a nova fase do programa de controle de emissões de veículos a diesel. De acordo com a Anfavea, com as atualizações os preços dos caminhões e ônibus a diesel subiram até 30%. Com isso, quem precisou renovar a frota, focou os investimentos nos veículos convencionais. Porém, segundo a Anfavea, as perspectivas para o segmento são positivas. Assim, mais empresas vêm buscando caminhões e ônibus menos poluentes. Isso porque é uma demanda da sociedade. E isso inclui o transporte de carga e passageiros Caminhões a gás Seja como for, em 2023, as montadoras buscam mostrar novidades às transportadoras. É o caso da Scania que, por ora, é a única que produz caminhões a gás no Brasil. A marca revelou, com exclusividade ao Estradão, que vai ampliar essa linha em breve. Nesse sentido, terá versões com motores a gás com 420 cv e 460 cv de potência. Segundo fontes da fabricante, o lançamento deve ocorrer em fevereiro de 2024. Atualmente, a Scania vende caminhões a gás com três opções de potência: 280 cv, 340 cv e 410 cv. Porém, esta será substituída pela de 420 cv. Conforme a empresa, um dos focos é o agronegócio. Entre os potenciais compradores estão produtores rurais de Mato Grosso. Afinal, a região recebe gás que vem diretamente da Bolívia, o que reduz o preço do combustível. Volkswagen E-Delivery No caso de caminhões elétricos, as perspectivas também são positivas. Segundo o gerente de estratégias corporativas da VWCO, Walter Pellizari, a empresa vai ampliar a produção neste ano e em 2024. A marca faz a linha E-Delivery no Rio de Janeiro. “É uma tecnologia mais cara, mas que vem caindo (o preço) ao longo do tempo”, afirmou o executivo em entrevista à Agência EPBR. Fonte: Estadão Crédito da Imagem: Divulgação/ VWCO

SEST SENAT analisa cenário dos cursos técnicos e elenca iniciativas pela qualificação profissional

A instituição participou de audiência pública, na Câmara dos Deputados, sobre a importância do fomento a políticas públicas que alavanquem a realização de cursos técnicos para geração de emprego e renda A necessidade de o governo brasileiro fortalecer e ampliar o alcance de políticas públicas direcionadas a cursos técnicos com vistas à geração de emprego e renda, sobretudo entre os jovens, foi defendida, nessa segunda-feira (16), durante audiência pública na Comissão de Educação da Câmara dos Deputados. O evento contou com a participação de representantes do Sistema S, de órgãos públicos e de entidades da área de educação.   O SEST SENAT foi representado pela analista da Gerência Executiva de Desenvolvimento Profissional, Mariana Campos. Ela explicou que a instituição entende que a falta de qualificação profissional impacta negativamente os trabalhadores e, portanto, a economia. Nesse sentido, Mariana apresentou um rol de iniciativas já em curso cujo objetivo é aumentar a empregabilidade e, assim, contribuir para o desenvolvimento socioeconômico do país. Logo após citar a recente pesquisa da CNT “Análise de Grandes Riscos no Setor de Transporte”, em que a escassez de mão de obra qualificada é apontada como um dos principais entraves do setor, a analista citou o programa Qualifica Mais, uma linha de fomento do governo federal para oferta de cursos de qualificação profissional ao qual o SENAT aderiu no ano passado. “Depois de iniciarmos o processo de atuar em conjunto com a educação básica, identificamos uma necessidade forte de cursos técnicos. Das reuniões com todas as secretarias estaduais, apuramos 18 mil vagas intencionadas para que pudéssemos fazer a oferta (de cursos técnicos) dentro do ciclo de 2023-2025. No entanto, foram homologadas, no final do ano passado, apenas 535 vagas para 24 municípios, em 12 estados, por meio do Bolsa Formação. É o Pronatec (Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego) dentro do itinerário de formação técnica profissional”, detalhou. O Acordo de Cooperação Técnica firmado entre o SEST SENAT e a Secretaria de Educação do Mato Grosso do Sul, em março deste ano, também foi apresentado por Mariana. Segundo ela, essa iniciativa viabilizou atendimentos a 168 alunos dos municípios de Campo Grande, Ladário e Corumbá. “Essa parceria visa qualificar os alunos para o Itinerário de Formação Técnica Profissional para o eixo de Logística no Novo Ensino Médio”, afirmou. Outras duas ações do SEST SENAT elencadas por Mariana Campos com previsão para o início de 2024 foram o “Asas para Todos”, parceria fechada com a Anac (Agência Nacional de Aviação Civil), por meio do Pronatec, que ofertará, para candidatos de baixa renda, 250 vagas de curso técnico de manutenção em aeronaves; e os cursos técnicos de Administração e Logística para o Programa de Aprendizagem Jovem Aprendiz.  Por que o Brasil precisa de Políticas Públicas para a Educação Profissional? Para responder a essa pergunta, a analista do SEST SENAT citou motivos que encontraram eco junto aos demais participantes da audiência pública. Segundo ela: A dificuldade de alcançar a meta 11 do PNE (Plano Nacional de Educação) 2014-2024, cujo objetivo é triplicar as matrículas da educação profissional técnica de nível médio, assegurando a qualidade da oferta e pelo menos 50% da expansão no segmento público. Cerca de 65% dos municípios não apresentam matrículas em cursos técnicos, segundo a última edição do Censo de Educação Básica. 7,1 milhões de jovens brasileiros estão fora do mercado de trabalho e da escola, segundo dados de 2022 da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico) e do Ministério do Trabalho e Emprego. Em 2020, entre os países da OCDE, 42% dos estudantes do ensino médio estavam matriculados em cursos técnicos; no Brasil, esse percentual cai para 11%. A falta de qualificação profissional é um dos fatores que contribuem para a desigualdade social. Sem trabalhadores qualificados, o país tem dificuldades em responder aos desafios da nova reconfiguração do mundo do trabalho. O autor do requerimento para a realização da audiência pública, deputado federal Reginaldo Veras (PV-DF), disse que, “atualmente, há um apagão de mão de obra no país”. Para ele, a educação profissional é uma resposta para esse problema por “balizar a qualificação da população de um país para o trabalho. Oferecer cursos técnicos, de qualificação profissional, e estimular as matrículas dos jovens e adultos massivamente asseguram sustentabilidade e competitividade à economia de qualquer país”. O parlamentar finalizou: “a educação profissional abre espaço para geração de emprego, para geração de renda e para a inserção de jovens no mercado de trabalho”. Além do SEST SENAT, participaram da audiência pública representantes do MEC (Ministério da Educação), do MDS (Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome), do MTE (Ministério do Trabalho e Emprego), do Senai e de outras entidades da área de educação.  Por Agência CNT Transporte Atual

Susep emite comunicado acerca de seguros de contratação obrigatória dos transportadores rodoviários de carga

Ofício Circular traz esclarecimentos relacionados à publicação da Lei nº 14.599/2023 Rio de Janeiro, 11 de outubro de 2023. A Superintendência de Seguros Privados (Susep), considerando a publicação da Lei nº 14.599, de 19 de junho de 2023, enviou, às Sociedades Seguradoras que operam com seguros dos grupos Transportes e Automóvel, o Ofício Circular Eletrônico nº 2/2023/DIR1/SUSEP, com esclarecimentos e orientações a respeito da operacionalização dos seguros de Responsabilidade Civil do Transportador Rodoviário de Carga (RCTR-C), Responsabilidade Civil do Transportador Rodoviário por Desaparecimento de Carga (RC-DC) e Responsabilidade Civil de Veículo (RC-V). No que diz respeito à validade dos contratos firmados antes da publicação da Lei nº 14.599, de 2023, o documento esclarece que eles não são atingidos pela inovação jurídica. Assim sendo, não se verifica infração ao ordenamento jurídico vigente o prosseguimento do curso normal de tais apólices, até o fim de vigência contratualmente estabelecido entre as partes, devendo ser observado, entretanto, que expirados os seus termos e prazo de validade, tais contratos devem ser adaptados ao novo marco legal. Em relação ao seguro de RC-DC e ao seguro de RC-V, a Susep apresentou o entendimento de que a Lei nº 14.599 não criou produtos e coberturas diferentes daquelas que já existiam antes de sua publicação, mas somente transformou em obrigatórios seguros que, até então, eram de contratação facultativa. Portanto, deverão ser utilizados pelo mercado os produtos registrados na Autarquia e passíveis de comercialização, até que as seguradoras tenham registrado produtos específicos, ou realizado alterações nos produtos já existentes. Dessa forma, até que sejam oportunamente adaptados os sistemas, registrados novos produtos, alterados os nomes dos ramos e realizados todos os procedimentos necessários para adequação do ambiente regulatório e de mercado à nova Lei, os produtos a serem comercializados e os ramos de contabilização (0655 e 0553, respectivamente) permanecem aqueles atualmente disponíveis. Ainda em relação ao seguro de RC-V, até que as normas aplicáveis sejam revistas, poderá ser contratada a cobertura Responsabilidade Civil Facultativa de Veículos (RCF-V) definida na Circular Susep nº 639, de 9 de agosto de 2021. Nesse caso, a apólice contratada deverá possuir as coberturas para danos corporais e materiais causados a terceiros pelo veículo automotor, nos termos do inciso III do art. 13 e do inciso II do §4º da Lei nº 11.442, de 2007, observados os valores mínimos estabelecidos pelo §3º do citado artigo. A Susep informa, ainda, que o processo de revisão da regulamentação infralegal aplicável ao seguro de transportes e aos seguros de responsabilidade civil dos transportadores de carga está em curso, conforme previsto na Resolução Susep nº 14, de 02 de maio de 2022, com o especial objetivo de promover a adequação aos comandos da Lei nº 14.599, de 2023. Ao término dos trabalhos, as minutas dos normativos serão submetidas à consulta pública, oportunidade em que todos os interessados poderão enviar suas sugestões para aperfeiçoamento dos dispositivos regulatórios. Por meio do ofício circular expedido, a Susep reforçou que, ainda que a regulamentação infralegal possa vir a elucidar alguns pontos eventualmente necessários e a editar complementos importantes, embarcadores, transportadores, sociedades seguradoras, corretores de seguros, bem como qualquer outro envolvido na operação dos seguros de que trata o art. 13 da Lei nº 11.442, de 2007, deverão observar e cumprir as novas determinações legais, independentemente da revisão da regulamentação. Em caso de divergência entre o texto da regulamentação infralegal vigente e o texto da nova legislação, deverão prevalecer os comandos da Lei nº 14.599 para todos os fins, considerando a hierarquia das normas. A Susep, destacou, também, que a carta de Dispensa de Direito de Regresso (DDR), ou qualquer outro instrumento ou cláusula contratual com a mesma finalidade, não isenta, sob qualquer hipótese, a contratação dos seguros legalmente obrigatórios, inclusive quanto ao RC-DC. Por fim, a Susep informa que vem conduzindo o tema com a devida prioridade, tendo em vista o caráter recente e inovador da Lei nº 14.599, e que o processo de avaliação de seus impactos e de implementação das mudanças operacionais e regulatórias necessárias ainda está em curso. Clique aqui para acessar o Ofício Circular Eletrônico nº 2/2023/DIR1/SUSEP. Fonte: Gov

Revista CNT Transporte Atual destaca estudo inédito sobre concessões das rodovias federais

Disponível para download no site da CNT, a publicação traz assuntos de interesse dos transportadores A mais nova edição da Revista CNT Transporte Atual traz como reportagem de capa o estudo inédito da Confederação que mapeia os benefícios que as concessões a entes privados trouxeram ao país à luz do Programa de Concessões de Rodovias Federais. O material detalha os avanços alcançados em infraestrutura rodoviária após três décadas de concessões. A entrevista do mês é com Carlo van de Weijer — especialista em tecnologia e diretor-gerente do Eindhoven AI System Institute, na Eindhoven University of Technology —, que fala sobre a mudança de paradigma que afetará a mobilidade urbana nos próximos anos. Ele aborda os desafios e as oportunidades relacionadas à transição energética, citando o papel do Brasil na liderança de um novo capítulo do transporte sustentável. Além disso, a Revista destaca a aposta das montadoras chinesas na popularização de veículos elétricos no Brasil. Há também uma reportagem sobre como o aquecimento global coloca portos brasileiros no caminho de eventos climáticos extremos, e liga o alerta para a necessidade de mudanças na infraestrutura. Confira, ainda, mais uma matéria da série especial sobre os 30 anos do Prêmio CNT, que relembra a reportagem vencedora que expôs o desafio ambiental do descarte adequado de veículos. Clique aqui para fazer o download Fonte: CNT

Reunião entre CNT e Ypê tem Lei do Motorista e biodiesel na pauta

Foram apresentadas as ações realizadas junto ao STF na ADI 5322 para minimizar os impactos da decisão no setor transportador, bem como o posicionamento sobre o uso do biodiesel A CNT realizou uma reunião de aproximação com representantes da empresa Ypê, marca brasileira de produtos de higiene e limpeza, nesta quarta-feira (11). Na ocasião, foram debatidas a Lei do Motorista e questões sobre o biodiesel. Foram apresentadas as ações realizadas recentemente sobre a lei nº 13.103/2015, que dispõe sobre o exercício da profissão de motorista. A CNT também demostrou os dois pedidos feitos nos embargos de declaração para questionar a modulação dos efeitos e da prevalência do negociado sobre o legislado nos temas declarados inconstitucionais. Posicionamento sobre o biodiesel Sobre o biodiesel, a Ypê declarou interesse em apoiar a posição da CNT sobre o tema. No começo do ano, autoridades nacionais iniciaram um movimento para aumentar o percentual do biodiesel na mistura obrigatória. Mas, ao contrário do que se propaga, essa medida é negativa para o meio ambiente, pois diminui a eficiência energética dos motores e aumenta o consumo. A Confederação acredita que o uso deste combustível precisa ser revisitado, dados os prejuízos que têm causado para o setor transportador. Pela CNT, participaram da reunião de hoje o diretor de Relações Institucionais, Valter Souza, e o gerente de Relações Trabalhistas, Frederico Toledo de Melo. Pela Ypê, participou o diretor jurídico e de relações institucionais, Pedro Henrique Rubião do Val Maciel. Fonte: CNT

ITL lança curso de negociação sindical para dirigentes de federações e sindicatos do transporte

A capacitação é presencial e exclusiva para os profissionais selecionados pelo Sistema Transporte. A negociação sindical no setor de transporte pode ser especialmente desafiadora devido a diversos fatores, como as particularidades do mercado, a alta concorrência, as diferentes legislações trabalhistas em cada região. Assim, a capacitação dos negociadores sindicais pode ser fundamental para superar as dificuldades e obter resultados melhores nas negociações.  Nesse contexto, o Sistema Transporte lança, nesta semana, o curso executivo Negociação Sindical, a ser ministrado pela FDC (Fundação Dom Cabral).  O público-alvo são dirigentes, advogados e negociadores da CNT (Confederação Nacional do Transporte), de federações e sindicatos do setor, assim como os negociadores das empresas que são as maiores contribuintes do Sistema Transporte. O curso pode ajudar os sindicalistas a desenvolverem habilidades, como comunicação efetiva, gestão de conflitos, análise de dados e planejamento estratégico, entre outras competências cruciais para o sucesso das negociações coletivas.  A duração é de uma semana, totalizando 40 horas-aula realizadas de maneira presencial, nas cidades de Brasília (DF), Porto Alegre (RS) e São Paulo (SP). As aulas da primeira turma serão de 27 de novembro a 1ª de dezembro, na nova unidade do SEST SENAT, localizada em Santo Amaro, na capital paulista. A qualificação é exclusiva para os profissionais selecionados pelo Sistema Transporte. Em caso de dúvidas, entre em contato pelo email inteligencia@itl.org.br

Vander Costa se reúne com relator da reforma tributária para defender pontos de melhoria para o setor transportador

A CNT trabalha pela aprovação de emendas que aprimoram o texto da PEC nº 45/2019 a fim de evitar que as empresas de transporte sejam penalizadas. O presidente do Sistema Transporte, Vander Costa, reuniu-se, nessa terça-feira (10), com o relator da reforma tributária na CCJ (Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania), do Senado Federal, senador Eduardo Braga (MDB-AM), para tratar das sugestões de aprimoramento da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nº 45/2019. O foco é garantir uma reforma mais justa, sem aumento de impostos ou penalização do setor transportador. Vander Costa ressaltou a necessidade de um olhar diferenciado para o transporte brasileiro, pois o atual texto da proposta pode provocar consequências econômicas e sociais indesejadas, como o aumento da carga tributária e a elevação dos custos operacionais. Segundo o presidente, isso causaria um efeito inflacionário em cascata, influenciado pelo aumento dos preços do frete, das passagens de ônibus e avião e dos serviços que dependem da logística de transporte.  A reunião ocorreu no gabinete do senador, no Senado Federal, em Brasília (DF). Eduardo Braga prometeu analisar todos os pleitos antes da entrega final do seu relatório, programada para o dia 25 de outubro.  O próprio senador solicitou a todas as entidades que falassem com os parlamentares para apresentação das emendas. Essa foi a forma encontrada por ele para dialogar com todos os interessados no projeto, sem deixar de fora nenhuma das demandas apresentadas pelo setor transportador. Emendas de interesse do setor transportador A CNT (Confederação Nacional do Transporte) trabalha pela apresentação de emendas que contemplem pontos fundamentais. Após análise técnica, os senadores protocolaram, a pedido da Confederação, 16 emendas que buscam aprimorar o texto da PEC nº 45/2019. As emendas deverão ser analisadas pelo relator antes da apresentação do seu relatório final.   Entre os temas defendidos pela CNT e ainda não contemplados na proposta estão:  a) inclusão do setor aéreo no dispositivo que prevê alíquota reduzida; b) isenção tributária para o transporte internacional de cargas e passageiros; c) alíquota diferenciada para o transporte de cargas; d) isenção de IPVA para veículos de cargas e coletivos de passageiros que prestam serviços a terceiros em todos os modais; e) garantia de creditamento integral no texto constitucional; e f) redução do prazo de transição. A maioria das emendas trata do estabelecimento de alíquotas diferenciadas ou máximas a serem definidas, um mecanismo que ajudaria a evitar percentuais muito elevados. Por exemplo, existe o temor de tributação de até 28% sobre o setor, carga impossível de ser absorvida atualmente. Tramitação da PEC nº 45/2019 Eduardo Braga pretende entregar o seu relatório na CCJ do Senado Federal no próximo dia 18 de outubro. A expectativa é a de que os integrantes do colegiado tenham cerca de uma semana para analisar o conteúdo e possam votar a proposta em 25 de outubro. Contudo, ainda não há uma confirmação oficial de que a previsão do prazo será cumprida. Se tudo correr como o esperado, o Plenário do Senado poderá votar a PEC já na primeira quinzena de novembro, em dois turnos. O texto então deve retornar modificado para a Câmara dos Deputados, que decidirá se concorda com as mudanças e ajustes propostos pelos senadores. Para que a PEC siga para promulgação, é necessário que o texto aprovado seja de consenso das duas Casas Legislativas.