Participe da pesquisa Mercado no Ano de 2020

A NTC&Logística juntamente com a ANTT, estão realizando uma pesquisa com as empresas de transporte de carga para verificar a situação econômica do TRC no ano de 2020. Diante dos fatos acusados pela maior crise dos últimos tempos, agravada no último ano com a redução das atividades, fechamento do comércio e a diminuição da produção de insumos em diversas áreas, queremos saber de que forma o transporte foi atingido. As questões são todas de múltipla escolha e podem ser respondidas em poucos minutos. ?Acesse aqui:https://cutt.ly/FhDERwP Fonte: NTC&Logística
Nota Oficial da FETRANSUL

A Federação das Empresas de Logística e Transporte de Cargas no Rio Grande do Sul (FETRANSUL) vem, por meio desta nota, tranquilizar a sociedade gaúcha e comunicar que não houve nem há registro de problemas relacionados à paralisação de caminhoneiros. A federação está e seguirá em contato com as polícias responsáveis pelas estradas federais e estaduais que informam que o trânsito flui normalmente. Em nome dos nossos treze sindicatos da base e das treze mil transportadoras que representamos, reiteramos que nunca apoiamos o referido movimento porque entendemos que o momento é de seguir trabalhando. O Sistema FETRANSUL, em sintonia com as entidades nacionais do setor de logística e transporte rodoviário de cargas, reafirma que a sociedade gaúcha pode contar com todos os profissionais da nossa grande cadeia que abastece as cidades, os estados e o país. Porto Alegre. 1º de fevereiro de 2021 Afrânio Kieling Presidente da FETRANSUL Fonte: Assessoria de Imprensa
Sinditransportes reúne-se com lideranças de Santana do Livramento

Na última sexta-feira, 29 de janeiro, Angelo Mello, presidente do Sindicato das Empresas de Transportes Rodoviários de Cargas Nacional e Internacional de Santana do Livramento – Sinditransportes, foi recepcionado na Prefeitura Municipal por Evandro Gutebier, vice-prefeito, Thomaz Guilherme, vereador, José Carlos Affonso Serpa, secretário de Trânsito, Transportes e Mobilidade Urbana e Dilmar Rodrigues Pereira, secretário de Obras. Na oportunidade Mello colocou em pauta a obra da nova unidade do SEST SENAT e o estacionamento nos arredores do porto seco. “A construção do estacionamento irá contar com mais de 45 boxes e beneficiará o setor de transporte e logística da nossa fronteira. O local irá acomodar os caminhoneiros durante o período em que aguardam o ingresso no terminal aduaneiro. Por falta de um espaço apropriado, hoje os motoristas permanecem em pontos de parada há mais de 100 km de Santana do Livramento, esta é mais uma vitória que nosso sindicato conseguiu com o auxílio do poder público do município”, afirma o presidente. As lideranças se colocaram à disposição do sindicato para o auxílio de demandas que possam contribuir para o desenvolvimento do transporte e logística na fronteira. Para Mello “é importante destacar o apoio da Prefeitura Municipal com a nova unidade do SEST SENAT que irá atender trabalhadores do transporte e comunidade de toda a região. Serviços de atendimento odontológico, fisioterapia, nutrição, psicologia, atividades de esporte e lazer, cursos presenciais e a distância são alguns dos benefícios que a instituição oferece”, conclui. O pedido do Sinditransportes foi protocolado no dia de hoje, 01 de fevereiro junto a Secretaria de Planejamento do Município.
Sistema CNT promove webinar Agenda 2021

Evento irá abordar inovação, tendências de gestão e retomada das empresas de transporte no cenário atual O Sistema CNT (Confederação Nacional do Transporte, Serviço Social do Transporte e Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte e Instituto de Transporte e Logística) promoverá, nos dias 2 e 3 de fevereiro, o webinar Agenda 2021. O evento, com transmissão ao vivo pelo canal do SEST SENAT no YouTube, ocorrerá a partir das 16h e abordará temas, como modelos regulatórios, tributação no contexto da logística 4.0, mentalidade estratégica, alto desempenho nas empresas do transporte, entre outros assuntos. Além de palestras, o webinar contará com um debate, que terá a participação de empresários e representantes de entidades do setor. No evento online, ainda serão apresentadas as principais iniciativas que serão desenvolvidas pela CNT, pelo SEST SENAT e pelo ITL para empresas e lideranças do transporte em 2021. Inscreva-se e veja a programação completa do evento aqui. No primeiro dia, o webinar abordará como inovar e retomar o crescimento das empresas do setor no contexto da pandemia e contará com as palestras do professor do IBMEC (Instituto Brasileiro de Mercado de Capitais) Edson Machado, que abordará o tema inovação e competitividade. Depois, será a vez de tratar de modelos regulatórios e da sua contribuição para a inovação, com o diretor executivo da Embry-Riddle Aeronautical University, Israel Treptow. Para fechar o primeiro dia, o assunto abordado será a tributação no contexto da logística 4.0, com o sócio fundador da Finance, José Roberto Afonso. No segundo dia, o tema será mentalidade estratégica, qualificação e alto desempenho nas empresas do transporte, que trará uma palestra sobre gestão e novos modelos de negócios, com o professor da FDC (Fundação Dom Cabral) Marcos Leão; a transformação digital aplicada ao transporte, com o CEO da HSM, Reynaldo Gama; e o desenvolvimento de estratégias efetivas de negociação, com o diretor da Do It! Brasil, Thomas Brieu. Participarão dos debates: o presidente do Sistema CNT, Vander Costa; o diretor executivo da CNT, Bruno Batista; o CEO da Braspress, Urubatan Helou; o CEO do Grupo Saritur, Rubens Lessa; o presidente da Abear, Eduardo Sanovicz; a diretora executiva nacional do SEST SENAT, Nicole Goulart; o diretor executivo do ITL, João Victor Mendes; a presidente da Tora Transportes, Janaína Fagundes; a diretora da Viação Águia Branca, Paula Barcellos; e o representante da STC Internacional, Daniel Breda. Fonte Agência CNT Transporte Atual
A importância da cadeia de frio para a vacinação

Conheça as especificidades do transporte de produtos que requerem refrigeração Antes de vir à tona o Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra a Covid-19, governos estaduais já prospectavam empresas com know-how em transporte de produtos de saúde. Essas transportadoras apresentavam como diferencial o domínio das boas práticas em “cadeia de frio”. A cadeia nada mais é do que o “processo englobado pelas atividades de armazenagem, conservação, manuseio, distribuição e transporte dos produtos sensíveis à temperatura”. A definição consta da RDC (Resolução de Diretoria Colegiada) n.° 304, da Anvisa. Esse foi o caso da Kodex, operadora de transporte multimodal com sede em Porto Alegre e atuante em nível nacional. “A gente operou muito, desde o início da pandemia, com entregas de kits hospitalares. Um cliente nosso demandou fortemente respiradores, camas, itens de UTI. Foi um grande case para a empresa. Faz três anos que trabalhamos com a área da saúde, mas, ao longo de 2020, conseguimos demonstrar nossa eficiência para o Brasil todo”, conta Thais Bandeira, sócia-proprietária da Kodex. Contatada pelo governo do estado de São Paulo, a empresa ajudou a traçar uma estratégia que se mostrou acertada. “Em conjunto com o Ceadis (Centro Estadual de Armazenamento e Distribuição de Insumos de Saúde do Estado de São Paulo), a gente identificou que era preciso utilizar veículos refrigerados, mesmo que a vacina chegasse ‘encapsulada’, ou seja, dentro de um reservatório ou isopor que mantivesse a temperatura”, relata. Um ponto que facilitou muito o desenho da operação foi a temperatura suportada pela Coronavac, que é de 2°C a 8°C, assim como a vacina de Oxford e a maioria das vacinas usadas em campanhas massivas. O temor era que o Brasil optasse por uma plataforma tecnológica semelhante à da Pfizer, que precisa ser mantida a incríveis -70°C (veja box). “Nós já tínhamos transportado vacinas para alguns laboratórios e tínhamos todas as licenças, além de estarmos amparados por uma responsável técnica farmacêutica”, recorda a empresária. A cadeia de frio implica, ainda, que as temperaturas não sejam demasiadamente baixas. Vacinas que contêm alumínio, por exemplo, perdem a eficácia em caráter permanente a menos de 2°C. Em regra, medicamentos não podem congelar. Daí a importância do monitoramento constante e do uso de ferramentas inusitadas, como o gelox ou gelo artificial, que nada mais são do que bolsas plásticas preenchidas com água gelada – mais fáceis de controlar do que pedras de gelo. Tayguara Helou, presidente do Conselho Superior e de Administração do Setcesp, fornece uma descrição minuciosa da cadeia de frio da vacinação em São Paulo. “Faz-se o controle da temperatura da doca. Os lotes a serem embarcados ficam aguardando a aferição e o controle de temperatura do veículo, que estará parado em frente à doca. Estando ambos em conformidade, abre-se a doca e carrega-se o veículo. Fecha-se o veículo e faz-se a medição interna com equipamentos. Estando o veículo com a temperatura certa, inicia-se a viagem. É feita uma medida da temperatura a cada minuto. A gente gera um relatório para o governo do estado durante todo o percurso, minuto a minuto, sobre o controle da temperatura. Chegando ao destino, é a mesma coisa. Só depois de última medição, abrem-se as portas e se descarrega no centro de distribuição.” Veja a íntegra da reportagem especial na edição 299 da revista CNT Transporte Atual. Baixe aqui. Fonte: CNT / Gustavo T. Falleiros
CNT oferece ao Ministério da Saúde apoio no transporte de vacinas e insumos para o combate à covid-19

A Confederação oficializou a disposição em ajudar o governo federal em tudo o que for necessário para viabilizar a entrega de vacinas e outros equipamentos e insumos A CNT (Confederação Nacional do Transporte) discutiu, nesta semana, com o Ministério da Saúde, o apoio logístico nas entregas de insumos para o enfrentamento da covid-19 no Brasil. A Confederação, que representa as empresas de todos os modais do transporte do país, oficializou a disposição em ajudar o governo federal em tudo o que for necessário para viabilizar a entrega de vacinas, EPIs, oxigênio, equipamentos e outros insumos estratégicos para a contenção da pandemia – de forma complementar às medidas que já vêm sendo adotadas pelo Sistema CNT, instituições filiadas e associadas, e empresas representadas. Na oportunidade, os representantes da CNT agradeceram ao Ministério da Saúde por ter atendido o pedido de inclusão de segmentos dos profissionais do transporte no grupo prioritário da campanha nacional de vacinação contra a covid-19. Estão nesse grupo caminhoneiros; portuários; empregados das companhias aéreas nacionais (aeronautas e aeroviários); empregados de empresas metroferroviárias de passageiros e de cargas; empregados de empresas brasileiras de navegação; e motoristas e cobradores do transporte coletivo rodoviário de passageiros, incluídos os motoristas de longo curso. O Ministério da Saúde tem mantido diálogo com diversas empresas e entidades do setor privado para dar celeridade às entregas de equipamentos, medicamentos e vacinas em todo o país. Além da CNT, desde dezembro, a pasta tem parceria com a Abear (Associação Brasileira das Empresas Aéreas), entidade associada à CNT, para esse tipo de transporte sem custo para o governo brasileiro. Leia aqui matéria especial sobre a logística de distribuição da vacina. Fonte: Agência CNT Transporte Atual
Vice-presidente da FETRANSUL fala sobre o Sistema TRI para o setor

Em nota divulgada esta semana sobre o Sistema TRI, lançado pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) que trata da versão mobile do Sistema, integrando dados do transporte rodoviário internacional de cargas e de passageiros, Francisco Cardoso, vice-presidente da FETRANSUL e presidente da Associação Brasileira de Transportadores Internacionais (ABTI) destaca alguns pontos que proporcionam melhores funcionalidades para a gestão da informação. “Este sistema tem pelo menos há dois anos em plataforma WEB para consultas de histórico de documentos de reuniões e acordos para em caso de dúvidas ou ainda ser consultado sobre a vigência ou temas já pautados e que agora é disponibilizado na versão mobile. A ABTI tem colaborado com a ANTT fornecendo documentos para esta biblioteca virtual. O desenvolvimento desta nova versão é por um acordo de cooperação da ANTT com uma universidade catarinense que realiza o escaneamento de documentos e a implementação de novas funcionalidades. É preciso destacar que o Brasil é pioneiro em disponibilizar atas bilaterais e multilaterais, e em ter informatizado um sistema de consultas. Este exemplo, aos poucos, está sendo incorporado por outros países e importante ressaltar que o Brasil foi parabenizado por esse projeto, que serviu de exemplo para outros países”, conclui Cardoso.
Nota Oficial

A Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística (NTC&Logística), entidade representativa do segmento empresarial do transporte rodoviário de cargas no país, em face das notícias de paralisação dos caminhoneiros a ser deflagrada em 01 de fevereiro próximo, vem manifestar sua posição frontalmente contrária a toda e qualquer paralisação dos serviços de transporte, considerado essencial para a garantia do abastecimento no País. As empresas transportadoras, pela sua entidade de representação, manifestam ao povo brasileiro o seu compromisso em manter a atividade em todo o território nacional, esperando das autoridades federais e dos estados a adoção das medidas necessárias para impedir o bloqueio nas rodovias, assegurando que o abastecimento não será comprometido uma vez assegurada a livre circulação dos veículos transportadores nas rodovias. A NTC coloca-se à disposição das autoridades para contribuir com a manutenção da regularidade das operações de transporte em todo o território nacional. Respeitosamente, FRANCISCO PELUCIO Presidente da NTC&Logística Fonte: NTC&Logística
A encomenda que todos aguardavam

A vacinação em grande escala só é possível graças ao trabalho coordenado entre especialistas em cadeia de suprimentos e transportadores Administrada em seringas, uma dose da vacina Coronavac corresponde a 0,5 ml. Para se ter uma ideia, uma colher de chá corresponde a 5 ml. Essas gotinhas têm valor inestimável, muito superior ao preço estipulado pelo fabricante (cerca de US$ 10 ou R$ 55), pois salvam vidas. Transportá-las em segurança, do local de produção até o ponto de atendimento em saúde, é um dos maiores desafios da atualidade – e que vem sendo enfrentado tanto pela cadeia logística quanto pelas empresas de transporte, sob o comando dos governos federal e estaduais. Veja aqui vídeo sobre a necessidade de escolta das vacinas. A inteligência por trás dos deslocamentos é dada pelo plano logístico que, no caso brasileiro, foi traçado a muitas mãos – uma notável cooperação entre o poder público e a iniciativa privada. Se a logística é o cérebro, os diferentes modais do transporte são as pernas e os braços. Para ser bem-sucedido, um plano precisa contemplar três fluxos. Primeiro, de informação, para dizer o que é necessário, em qual prazo e qual o destino. Segundo, de dinheiro, para comprar o material e pagar os serviços envolvidos. Terceiro, de materiais, que podem ser delicados e escassos, como é o caso da vacina. Especialistas em logística trabalham com três variáveis em mente: qualidade, preço e tempo. Considera-se que somente duas podem ser priorizadas, ou seja, uma será sacrificada em prol das outras. Em uma campanha de vacinação em larguíssima escala, como a que ocorre atualmente no mundo, fica patente que as autoridades travaram uma luta contra o tempo, inclusive, flexibilizando os protocolos habituais para a aprovação desse tipo de medicamento. É um caso clássico de fator tempo pressionando qualidade e preço. O tiro de largada da operação da vacinação no Brasil foi dado em 18 de janeiro, quando o Ministério da Saúde anunciou a distribuição de quase 6 milhões de doses da vacina para todas as Unidades da Federação. A partir do Centro de Distribuição Logística de Guarulhos (SP), os frascos (cada um com dez doses do imunizante) foram despachados em aeronaves da Força Aérea e das companhias aéreas que atuaram de forma gratuita. Depois, o deslocamento entre as capitais e os municípios menores foi feito em caminhões refrigerados das transportadoras brasileiras e rastreados por satélite. O transporte está preparado Desde o início da pandemia, o setor de transporte é uma voz ativa no enfrentamento da crise. As empresas, que já haviam se colocado à disposição do poder público para transportar insumos hospitalares, respiradores e EPIs, receberam com naturalidade a hipótese de movimentar doses de vacina. Em 17 de janeiro, quando a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) aprovou o uso emergencial das vacinas da Oxford-AstraZeneca (a ser fabricada pela Fiocruz, mas, por enquanto, disponível na Índia) e da Coronavac (do laboratório chinês Sinovac em parceria com o Instituto Butantan), a organização logística já estava montada, assim como as frotas. “As transportadoras possuem conhecimento do processo e das necessidades de movimentação, armazenagem e manuseio de cargas especiais. Elas realizam a distribuição de imunizantes que exigem condições especiais, com tecnologia e confiabilidade. É essa expertise que foi colocada a serviço da saúde pública”, destaca o presidente da CNT (Confederação Nacional do Transporte), Vander Costa. “Além disso, o setor é multimodal e opera com capilaridade suficiente para alcançar, se for o caso, comunidades isoladas, como são algumas aldeias indígenas”, acrescenta. De fato, há uma experiência acumulada do setor na lida diária com produtos perigosos e, mais especificamente, com fármacos. “O transporte de farmacêuticos tem por primazia a velocidade, a segurança e a qualidade. No caso de vacina, o trabalho é um pouco diferenciado. Você hoje atende ao Brasil inteiro na distribuição de farmacêuticos, variando em prazos de 24 horas até, no máximo, dez dias. Falando de um lugar mais longínquo, como o estado do Amapá, na região Norte, pode chegar a 16 dias, mas essa seria uma situação extrema, com trechos de barco”, analisa Gylson Ribeiro, sócio-administrador da empresa JTR Logística e diretor da Especialidade de Transportes de Produtos Farmacêuticos do Setcesp (Sindicato das Empresas do Transporte de Cargas de São Paulo e Região). É interessante notar que, no desafio da vacinação contra a covid-19, ocorre uma sinergia entre a malha logística das transportadoras e a própria rede de Unidades Básicas de Saúde, mantida pelo Estado. “O Brasil já tem uma estrutura do SUS muito enraizada e amplamente testada nesses anos todos. As vacinações ocorrem duas a três vezes por ano, em campanhas. Normalmente, há uma campanha anual, mas sempre existem vacinações mais específicas. Então, nós já temos uma estrutura para isso”, confirma Ribeiro. Quanto à questão do volume da carga, desafiadora a princípio, o especialista desmistifica: “Embora sejam milhões de doses, isso não é algo que assuste. Você consegue tranquilamente acomodar 2 milhões de doses em uma carreta baú frigorificada, sendo que a parte mais distante do trajeto é feita por via aérea. Uma vez nas capitais, você pulveriza a carga em carros menores, em VUCs, em vans. A última milha requer um pouquinho mais de cuidado, mas não vejo dificuldade”. Aéreas na linha de frente Como a produção da vacina está concentrada em São Paulo, a primeira “perna” das viagens de distribuição para as demais capitais é aérea. Por meio da Abear (Associação Brasileira das Empresas Aéreas), Gol, Latam e Voepass mantiveram um canal aberto com o governo federal e ofereceram seus serviços. “Todas as companhias disponibilizaram seus esforços, frotas, malhas aéreas e equipes para o transporte gratuito da vacina”, explica Eduardo Sanovicz, presidente da Abear. Para o presidente, a participação das aéreas no desenho da logística da campanha, ao lado do governo federal, demonstra a coerência e a coesão do setor. “A aviação vem mostrando seu compromisso com o Brasil desde o início dessa crise. Mantivemos as capitais e principais cidades conectadas no começo da pandemia. Depois, atuamos ativamente na repatriação de quem viajou para fora, e não tinha conseguido voltar. (…)
Posicionamento da CNT sobre a paralisação dos caminhoneiros

A CNT (Confederação Nacional do Transporte), por intermédio do seu presidente, Vander Costa, vem a público informar que não apoia nenhum tipo de paralisação de caminhoneiros e reafirma o compromisso do setor de transportador com a sociedade. Se houver algum movimento dessa natureza, as transportadoras garantem o abastecimento do país, desde que seja garantida a segurança nas rodovias. Confederação Nacional do Transporte