Pesquisa TranspoSul: Intenção de participação e de compra de veículos em 2022

Transportador, participe e ajude o SETCERGS a criar mais uma TranspoSul Ajude o SETCERGS a criar mais uma edição da TranspoSul voltada para evolução da sua empresa! O objetivo dessa pesquisa é levantar como as transportadoras projetam seus investimentos em caminhões, implementos e serviços em 2022, além de delinear a maior Feira e Congresso de Transporte e Logística do Sul do País – TranspoSul que o setor espera ver.   >> Clique aqui e responda agora mesmo << São questões objetivas e muito rápidas de responder. Pedimos a gentileza do envio de APENAS UMA RESPOSTA por transportadora. Clique no link: https://bit.ly/3iiOaAc e participe. O SETCERGS agradece! Fonte: SETCERGS

Encontro da COMJOVEM Porto Alegre discute tecnologia, sustentabilidade e os desafios da liderança

Segundo dia do evento debateu inovações do mercado e da gestão para o transporte de cargas Um ciclo de palestras seguidas de debates movimentou o segundo dia do Encontro da COMJOVEM Porto Alegre neste sábado (2), no Recanto Maestro, em Restinga Seca. Na abertura, o coordenador da comissão, Tony Bernardini, e os vice-coordenadores Tais Lorenz e Lucas Scapini saudaram os participantes.  “Estamos num local onde se respira liderança, voltado ao desenvolvimento e à construção de pessoas na sua total potencialidade”, disse Bernardini. “Esses são temas muito caros para nós, dirigentes do setor de transportes”. Tais Lorenz destacou que momentos como o encontro oportunizam fortalecer as amizades e o companheirismo, e desejou que todos aproveitem ao máximo os conhecimentos disponibilizados. “É a construção mais importante desse grupo e o que levaremos para o nosso dia a dia: a proximidade com pessoas que vivem situações parecidas com as que vivemos”, enfatizou. Já Lucas Scapini destacou o desafio de equilibrar os modelos físico e digital nas empresas. “Esse é o momento oportuno para apreender empreendedorismo e liderança digital com nossos palestrantes e, principalmente, fomentar a união que nos permite vencer desafios. E vocês podem contar com a COMJOVEM Porto Alegre, sempre!” Para o presidente Sérgio Gabardo, a COMJOVEM reuniu pessoas que querem mudar e modernizar as empresas em busca de algo melhor. “Quem está aqui hoje quer abrir a cabeça, aprender e construir o dia de amanhã”, elogiou. “Nós, gestores, somos como o timão de uma embarcação, e todos nos olham em busca do caminho. Precisamos nos adaptar, aprender e passar para os demais o que vem por aí.” O diretor de Gestão Roberto Machado elogiou a estrutura do local e a grande participação de jovens empresários. “Nos entusiasma muito ver o surgimento de novas ideias. Queremos unir nossa experiência com a visão de futuro que a COMJOVEM traz para o transporte rodoviário de cargas. Estamos juntos nessa caminhada!” Saber e fazer: a arte da liderança Na primeira palestra, o empresário Cláudio Carrara, professor da Antonio Meneghetti Faculdade, falou sobre a formação de líderes dentro das empresas e como motivações e processos inconscientes podem gerar entraves aos projetos. “Temos que nos responsabilizar 100% pelos nossos resultados, enfrentar as situações e entender onde permitimos que problemas aconteçam. O autoconhecimento nos permite escolher a solução.” Carrara falou sobre a transformação pela qual as organizações passam atualmente. “Viemos de um modelo baseado em comando e controle para uma outra realidade, onde vamos ter que construir uma lógica de trabalho mais colaborativa. Há uma transição a fazer, para um modelo baseado em pessoas com mais autonomia”, explicou. “Temos que nos perguntar se estamos abertos a dar essa autonomia e correr riscos. Uma parte da resposta passa por criar um ambiente na empresa para que as pessoas possam se colocar, e essa é uma mudança que tem que ser feita pelo líder.” A palestra com Cláudio Carrara foi apresentada pela Wallerius Corretora de Seguros. O desafio da sustentabilidade nas transportadoras Vanessa Cabral Gomes, MBA em Gestão do Ambiente e Sustentabilidade pela Fundação Getúlio Vargas, falou sobre o tema “ESG: gerindo riscos, impactos e oportunidades”, em palestra apresentada pela Cooperativa de Crédito Transpocred. Ela explicou que a sigla em inglês, que significa governança ambiental, social e corporativa, ganhou importância muito grande no mercado de capitais, impactando os negócios. “A tendência é que, dentro de alguns anos, o relatório de sustentabilidade seja obrigatório para todas as empresas, públicas ou privadas”, esclareceu. “Então, é importante conhecer esse mecanismo para começar, desde agora, a desenvolver o processo de reportar nosso desempenho de sustentabilidade.” Segundo a palestrante, empresas que optaram por investir em sustentabilidade têm desempenho melhor na bolsa de valores. “Toda geração de valor econômico precisa gerar valor também para a sociedade em que está integrada e contribuir para sanar os problemas que nela existem”, defendeu Vanessa.  “Hoje, investidores não olham para empresas que não possuem esse tipo de trabalho”, comentou Tais Lorenz. “Sim, eles querem ganhar dinheiro. Mas também querem saber que estão colocando o dinheiro deles em algo que traz o bem para a humanidade.” Mercedes-Benz: inovação e sistemas conectados A Mercedes-Benz, patrocinadora máster do evento, trouxe o consultor de Soluções Integradas Lucas Wilke para falar sobre novas tecnologias que estão sendo oferecidas para os transportadores.  A empresa completou 65 anos de Brasil em setembro. Wilke apresentou as fábricas no país e lembrou das inovações trazidas pela Mercedes-Benz para o mercado mundial, como a criação do primeiro caminhão a diesel, há 125 anos. Hoje, a Mercedes é uma das empresas que mais investem em startups, não apenas com dinheiro mas também em aceleração de ideias. “Temos mais de 20 marcas que recebem tutoriais, apoio no gerenciamento e palestras para ajudar a trazer novas soluções para o mercado”, contou. Temos que ter conexão com os pontos de tecnologia que existem na nossa região.” A Mercedes-Benz está trazendo cada vez mais conectividade aos produtos, com inteligência artificial e caminhões 100% conectados. Wilke pondera que toda inovação depende de pessoas preparadas para trabalhar com ela. “Os três pilares são pessoas, processos e sistemas. É nelas que tudo começa. Por isso, é essencial capacitá-las para ajudar na operação”, defendeu.  Gestão ágil no transporte de cargas Kassio Seefeld, CEO da TruckPag, apresentou o trabalho da empresa de meios de pagamento especializada em Gestão de Frotas sem intermediadores e burocracia. “Por sermos uma startup, nosso negócio se move muito rápido. Crescemos 100% nos últimos dois anos”, contou Kassio. Os produtos são o cartão para abastecimento TruckPag; o CIOTPag, uma solução completa para pequenas e grandes frotas com emissão de CIOT e Pagamento Eletrônico de Frete; e a TAG PagPedágio, que permite passar sem precisar parar em 100% das estradas pedagiadas do Brasil. “Na nossa empresa, falamos muito em liderança, em acreditar nas pessoas, delegar responsabilidades e correr riscos. Tentamos aplicar isso em todas as áreas”, disse Kassio. “Isso é gestão ágil: essa mudança constante, com o objetivo de entender o dia a dia de vocês, transportadores.” Empreender com sucesso no Brasil Roberto Argenta, presidente de

Presidente do Sistema Fetransul representa o TRC gaúcho na Europa

Afrânio Kieling, presidente do Sitema Fetransul está na Europa com a comitiva do Governo Estadual e Prefeitura de Porto Alegre. Kieling participa da feira South Summit Innovation is business que acontece de 5 a 7 de outubro. O objetivo da participação é a busca de novas tecnologias para o transporte de cargas no Brasil. A feira que itinerante e acontece em vários lugares do mundo. O intuito das lideranças é trazer o evento para o Rio Grande do Sul, oportunizando negócios e soluções tecnológicas para as empresas.

CNT abre inscrições para o 4º Fórum de Debates, que abordará desestatização dos Correios

Com transmissão online, evento será realizado em 7 de outubro, a partir das 14h30, e contará com a participação de diversos especialistas e autoridades No próximo dia 7 de outubro, a CNT (Confederação Nacional do Transporte) realiza a 4ª edição do Fórum CNT de Debates com o tema “Desestatização dos Correios: oportunidades e desafios para o Brasil”. O evento será transmitido pelo canal do YouTube da CNT, a partir das 14h30. Os interessados em acompanhar devem fazer a inscrição, que é gratuita, para receber o certificado. Clique aqui para se inscrever e ver a programação completa do 4º Fórum CNT de Debates Serão dois painéis: o primeiro abordará estudos técnicos e modelagem para a desestatização dos Correios; o segundo tratará das perspectivas para o setor postal e a logística brasileira. Entre os participantes do evento estão o ministro das Comunicações, Fábio Faria, o presidente do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), Gustavo Montezano, e o senador Marcio Bittar, relator do projeto de lei que permite a privatização dos Correios (PL n.º 591/21), entre outras autoridades, especialistas, representantes do setor de transporte e logística, consultorias e fundos de investimento. O tema da desestatização dos Correios é de grande relevância para o setor logístico e para a sociedade como um todo. A proposta busca garantir a universalização do serviço postal e gerar ambiente favorável para o crescimento econômico, com garantia de segurança jurídica. Aprovado pela Câmara dos Deputados no início do mês, o PL n.º 591/21, do Poder Executivo, estabelece os parâmetros para a desestatização da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT). A proposta, que agora precisa ser avaliada pelo Senado Federal, abrange os serviços postais (carta, cartão postal e telegrama). Atualmente, a iniciativa privada atua apenas no segmento de entrega de encomendas. Com a aprovação e sanção da lei, a estatal irá a leilão, o que deve ocorrer no primeiro semestre do ano que vem, segundo previsões do governo federal. O arrematante terá de adquirir 100% da ECT. Ele terá liberdade para definir preço e demais condições para o serviço de entrega de encomendas. Quanto aos serviços postais, o titular da concessão terá exclusividade na exploração por, pelo menos, cinco anos. A regulação do setor será feita pela Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações). Fonte: CNT

Sistema CNT lança Guia de Boas Práticas de Proteção de Dados no Setor de Transporte

Publicação está disponível para download no portal da LGPD do Sistema CNT O setor de transporte acaba de ganhar um material de referência sobre a Lei nº 13.709/2018, mais conhecida como Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD). Trata-se do “Guia de Boas Práticas de Proteção de Dados no Setor de Transporte”, disponibilizado pelo Sistema CNT nesta sexta-feira (1º). O obra está organizada em três blocos de assuntos: 1) Considerações iniciais; 2) Protocolos gerais; e 3) Protocolos especiais. >> Baixe aqui o e-book “Guia de Boas Práticas de Proteção de Dados no Setor de Transporte”  “O setor de transportes tomou a dianteira em um trabalho de formulação de um guia de boas práticas sobre a aplicação da Lei Geral de Proteção de Dados. Esse guia é um documento que pretende auxiliar empresas e profissionais do transporte a aplicar a LGPD da forma mais precisa e adequada possível, levando em conta as especificidades do setor”, esclarece o advogado e professor Danilo Doneda. Um dos coordenadores da publicação, Doneda destaca o pioneirismo da iniciativa. “Com esse guia, o Sistema CNT dá o recado firme e forte de que o setor está na vanguarda da aplicação da nova lei, que é tão importante para o cidadão, para sociedade e para o mercado”, afirma o especialista, que também é membro do Conselho Nacional de Proteção de Dados Pessoais e da Privacidade. “Com o advento da LGPD, a transparência, como um princípio básico, tornou-se ainda mais premente para as empresas que lidam com os dados pessoais dos seus clientes, fornecedores e colaboradores”, comentou o presidente da CNT, Vander Costa, durante o evento de lançamento do e-book. “O que parecia ser trivial deve ser encarado com cuidado redobrado pelo setor transportador. Afinal, a percepção dos dados pessoais como um ativo de valor intangível ganhou dimensão e forma”, alertou. Desde a entrada em vigor da legislação, em setembro de 2020, o Sistema CNT trabalha para aproximar o tema da proteção de dados à realidade do transporte. Com esse intuito, já havia publicado o e-book “LGPD no Setor de Transporte – Orientações para a Implementação da Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais”, que pode ser baixado aqui. Fonte: Agência CNT Transporte Atual

Prêmio CNT de Jornalismo 2021 anuncia os finalistas

As 30 melhores reportagens e fotografias deste ano serão avaliadas por um corpo de jurados formado por jornalistas de renome e um especialista; os trabalhos concorrem ao Grande Prêmio (R$ 60 mil) e às premiações por categoria (R$ 35 mil cada) O Prêmio CNT de Jornalismo2021 já tem os seus 30 trabalhos finalistas. Para chegar a esse resultado, as reportagens e fotografias inscritas foram validadas pela Comissão Organizadora e avaliadas por um grupo de pré-selecionadores, formado por cinco jornalistas com atuação acadêmica. Essa avaliação seguiu os seguintes critérios: relevância para o setor de transporte, para o transportador e para a sociedade; qualidade editorial; criatividade/originalidade; e atualidade dos temas. As pautas abordaram aspectos do transporte, seja ele rodoviário, ferroviário, aquaviário ou aéreo – nos segmentos de cargas ou passageiros.  Os materiais se enquadram nas categorias Impresso, Internet, Fotografia e Meio Ambiente e Transporte. Além delas, as novidades desta edição são as categorias Vídeo (para reportagens e documentários veiculados na TV e em serviços de streaming) e Áudio (para matérias de rádio e podcasts). Os finalistas, agora, serão avaliados pelo corpo de jurados do Prêmio, que, neste ano, é composto por: Matheus Leitão, colunista do site da revista Veja; Patrícia Campos Mello, repórter especial e colunista da Folha de S.Paulo; Paula Scarpin, especialista em narrativa radiofônica e responsável pelo Podcast Rádio Novelo; Murilo Rocha, diretor de Jornalismo do Grupo Bandeirantes em Minas Gerais; e Edésio Lopes, professor e coordenador de cursos de pós-graduação no IPOG e colaborador na IDP engenharia.  O trabalho com a maior nota receberá o Grande Prêmio CNT de Jornalismo no valor de R$ 60 mil. Os ganhadores das demais categorias recebem, cada um, R$ 35 mil. O resultado final será divulgado no mês de novembro. Finalistas ÁUDIO – A luta por sobrevivência do Brasil que anda de moto Tércio Saccol, Vos.social – A vida pede carona Juliana Contaifer, Portal Metrópoles – Balada segura: mortes em acidentes de trânsito caem 29,1% em uma década no RS Eduardo Rodrigues Paganella, Rádio Gaúcha – Falta de planejamento precariza transporte público no Brasil Rene da Silva Almeida, Agência Radioweb – Trabalhadoras do transporte público Gabriela Mayer, BandNews FM FOTOGRAFIA – A rota do tráfico humano na fronteira da Amazônia: rodovias que separam o sonho do pesadelo Rafaela Feliciano da Silva, Portal Metrópoles – Firme e forte Domingos Peixoto, Jornal Extra – Tecnologia antiviral deve sobreviver à covid-19 Werther Santana, Estado de S. Paulo – Transportando vacinas Antonio Scorza, O Globo – Um dia após recorde de mortos, SP registra aglomerações Fábio Comerão Vieira, Portal Metrópoles IMPRESSO – Como o vírus anda Rone Fabio Carvalho Junior, Jornal Diário da Região – Corrida pelo carro voador Luciana Dyniewicz, Estado de S. Paulo – Jornada da vida Rone Fabio Carvalho Junior, Jornal Diário da Região – Pouco investimento e muita demanda Luiz Maciel de Oliveira Filho, Valor Econômico  – Vivo no trânsito Thiago Zacarias Amâncio, Folha de S.Paulo INTERNET – A rota do tráfico humano na fronteira da Amazônia: rodovias separam o sonho do pesadelo Mirelle Cristina Alves Pinheiro, Portal Metrópoles – Conexão zero estrelas: trabalhadores de aplicativos se endividam para pagar a internet Alice Cristiny Ferreira de Souza, Agência Pública – Os desafios de grávidas e cuidadores para ir e vir na cidade Anamaria Melo do Nascimento, Lunetas – Por um novo transitar Roberta Soares, Jornal do Commercio Link 1 Link 2 Link 3 Link 4 – Teleférico do Alemão, 10 anos depois Caio Sartori, Estado de S. Paulo Link 1 Link 2 Link 3 Link 4 MEIO AMBIENTE E TRANSPORTE – Arriscando a própria vida em defesa da natureza Luiz Ribeiro dos Santos, Estado de Minas Link 1 Link 2 Link 3 Link 4 – Desafios da BR-319 Fábio Diniz, Rede Amazônica (TV Globo) Link 1 Link 2 Link 3 Link 4 – Etanol x elétricos – carros na tomada levantam debate ambiental e abrem espaço para o álcool combustível Rafaela Rodrigues Trajano Borges, Portal UOL – O que é preciso mudar para tornar as cidades mais sustentáveis Priscila Mengue, Estado de S. Paulo Link 1 Link 2 Link 3 Link 4 – Um país fora dos trilhos Renato de Souza Santos, Correio Braziliense VÍDEO – Dossiê Carajás Laura Ferla, Record TV Link 1 Link 2 – Embarcações clandestinas Daniel Paulino Mota, Record TV Link 1 Link 2 – Ônibus clandestino: o perigo no asfalto Flávia Prado Domingos da Silva, Record TV – Transamazônica 50 Anos Lígia Scalise, CNN Brasil Link 1 Link 2 Link 3 Link 4 Link 5 – Transamazônica – A Estrada sem Fim – 50 Anos Aldrich Kanashiro, Record TV Link 1 Link 2 Link 3 Link 4 Link 5 Link 6 Link 7 Link 8 Link 9 Fonte: Agência CNT Transporte Atual

Proteção de dados no setor transportador foi tema de webinar promovido pelo Sistema CNT

Evento contou com a participação de especialistas e marcou o lançamento do Guia de Boas Práticas de Proteção de Dados no Setor de Transporte O Sistema CNT promoveu nesta quinta-feira, 30, um webinar para marcar o lançamento da publicação “Guia de Boas Práticas de Proteção de Dados no Setor de Transporte”. Trata-se de um volume concebido para auxiliar os transportadores no processo de adequação à Lei nº 13.709/2018. Disponibilizado em primeira mão aos participantes que se inscreveram no webinar, o guia estará amplamente disponível para download a partir desta sexta-feira, 1°, no portal da LGPD do Sistema CNT. “Este guia é mais uma aposta no sentido de sensibilizar os empresários e estabelecer padrões e protocolos para a fiel aplicação da LGPD nas empresas de transporte rodoviário, aquaviário, ferroviário e aéreo –  sejam elas de cargas ou de passageiros –, e também as de infraestrutura de transporte e logística”, celebrou o presidente do Sistema CNT, Vander Costa. Em sua fala na abertura do evento, Miriam Wimmer, diretora da Autoridade Nacional de Proteção de Dados Pessoais (ANPD), elogiou a iniciativa. “Observamos com grande alegria quando uma organização grande e importante como a CNT se propõem a elaborar um guia nesses moldes. Essa é uma postura de boa-fé, responsabilidade e precaução”, disse. A diretora lembrou, ainda, que os códigos deontológicos voltados à proteção de dados são uma novidade em nosso país e ainda há muito a ser feito em termos de mecanismos de autorregulação. Como elaborador e coordenador do guia, coube ao advogado e professor Danilo Doneda entregar um exemplar físico da publicação ao presidente Vander Costa. “Esse é primeiro documento do gênero suscitado pela LGPD”, confirmou, lembrando que a lei se caracteriza por um elevado grau de abstração e que, portanto, precisa ser regulamentada e testada na prática para cumprir o objetivo final de proteger o cidadão titular de dados. Membro do Conselho Nacional de Proteção de Dados Pessoais e da Privacidade, Doneda ministra o curso LGPD para o Setor de Transporte, com foco em alta gestão, coordenado pelo ITL (Instituto de Transporte e Logística) e promovido pelo SEST SENAT. Ele também elaborou o conteúdo do curso LGPD Descomplicada, do SEST SENAT, voltado para trabalhadores de qualquer segmento do setor de transporte. Em sua participação, a advogada e professora Laura Schertel Mendes, que também integra o Conselho Nacional, parabenizou o Sistema CNT pela elaboração do guia e o considerou um farol para outros segmentos que busquem conformidade com a lei. A especialista lembrou que o art. 50 da legislação prevê a possibilidade de a ANPD homologar códigos de conduta. “Há um caminho longo a se explorar no âmbito da chamada regulação por incentivos ou relação responsiva – e este guia é um primeiro passo para isso”, destacou. Na ocasião, Paula Corrêa, CEO da Viação Águia Branca, narrou a experiência da empresa, que começou a sensibilizar seus quadros sobre a temática ainda em 2019. “Encaramos a lei como uma oportunidade de sermos mais transparentes com os nossos clientes e colaboradores. E o momento não poderia ser mais adequado, já que vivemos uma forte transformação digital”, afirmou. “Este é um material que servirá de apoio, de consulta e que será amplamente utilizado por nós”, concordou Antônio Augusto Pereira, diretor administrativo e financeiro da Abear (Associação Brasileira das Empresas Aéreas). Membro do Grupo de Trabalho para Elaboração do Guia de Boas Práticas, Pereira compartilhou o case de uma das associadas da Abear, que precisou passar por uma ampla revisão de procedimentos e contratos em nome da conformidade legal. Fonte: Agência CNT Transporte Atual

Entidades realizam levantamento estatístico inédito sobre acidentes com produtos perigosos

Desde a sua criação em 1999 pela então Secretaria de Transporte, a Comissão de Estudos e Prevenção de Acidentes no Transporte Rodoviário de Produtos Perigosos no Estado de São Paulo busca obter dados estatísticos dos acidentes que acontecem no setor. A Associação Brasileira de Transporte e Logística (ABTLP), que compõe o grupo desde a sua criação, sempre foi procurada para fornecer essas informações, mas até então ninguém as possuía de maneira consolidada. Cada instituição, como Corpo de Bombeiros, Polícia Rodoviária Estadual, Defesa Civil, Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (CETESB), Agência de Transporte do Estado de São Paulo (ARTESP), entre outras, mantinham seus dados separadamente, às vezes com conceitos distintos de acidente. Com muito esforço, a comissão de estudos, composta por representantes das instituições citadas anteriormente, tendo em vista a Resolução ST nº 5/1999 e Resolução SLT nº 9/2015, desenvolveu uma planilha de acidentes que está sendo preenchida pela ARTESP, pelo Comando do Policiamento Rodoviário de São Paulo (PMRV), pela CETESB e pelo Pró-Química, obtendo assim os dados estatísticos das ocorrências (acidentes e incidentes) no transporte rodoviário de produtos perigosos no Estado de São Paulo. Foi elaborado também um manual para o preenchimento da planilha de acidentes, oferecido também às instituições pelo coordenador da comissão, coronel Gilberto Tardochi da Silva. O primeiro resultado extraído da análise dos dados apontou um total de 939 ocorrências, tendo a média de 78,25 ocorrências por mês. O número é elevado se considerarmos a premissa de que todo acidente é evitável. Acidentes são descritos como um evento definido ou uma sequência de eventos fortuitos e não planejados que dão origem a uma consequência específica e indesejada, em termos de danos humanos, materiais ou ambientais. Os exemplos incluem colisões, abalroamentos, capotamentos, avarias em tanques, válvulas ou linhas que provocaram (ou poderão provocar) vazamento do produto transportado, dentre outros. Incidentes, por sua vez, são definidos como um evento indesejável e inesperado que, no entanto, não resulta em danos às pessoas, ao meio ambiente ou ao patrimônio. Os exemplos incluem ocorrências do tipo pane seca, avaria mecânica, pneu furado, quebra de para-brisa, dentre outros. Segundo o levantamento realizado pela comissão de estudos, os combustíveis lideram os acidentes nas estradas. O produto perigoso com maior incidência é o etanol (ONU 1170) com 18,1%, seguido do óleo diesel (ONU 1202) com 12,6% e da gasolina (ONU 1203) com 4,6%, perfazendo um total de 35,3%.  A Rodovia Governador Mario Covas (Rodoanel – SP021) apareceu em destaque no resultado de 2020, com 12,3% das ocorrências; na sequência, a Rodovia Castelo Branco (SP280), com 11,25%. De acordo com coronel Tardochi, a ideia dessa apuração qualificada vem sendo desenvolvida há mais de 3 anos. “Já existia uma estatística que antes não era qualificada, porém não tínhamos dados como o tipo de caminhão e o tipo de produto. Agora ela é bastante específica”. Cada um dos cerca de 3000 produtos classificados como perigosos pela Organização das Nações Unidas (ONU) possui sua própria característica e afeta de forma diferente o meio ambiente. O transporte de produtos perigosos é uma atividade totalmente regulamentada que envolve diversos agentes e não só a empresa de transporte. Um acidente no deslocamento desses produtos alcança responsabilidades nas esferas administrativa, civil e criminal. Dependendo do dano causado, pode acarretar obrigações de reparação, indenização ou compensação. “O bem mais importante é a vida; não só a do motorista, mas também da comunidade que vive no entorno, pois as ocorrências causadas no transporte de produtos perigosos podem causar contaminação do lençol freático, de captação de água, do solo e até do ar, podendo levar a óbitos”, afirma Tardochi. Com a utilização da planilha de acidentes, as instituições dispõem da mesma ferramenta, facilitando assim a obtenção dos dados, que por sua vez poderão ser mais bem analisados pela comissão. Além disso, está previsto também o desenvolvimento de um aplicativo para dinamizar ainda mais os dados. “O foco da Comissão de Estudos é conhecer os locais onde estão acontecendo os acidentes e buscar sugestões para diminuir a incidência naquela região, independentemente do número. O importante é buscar aprimorar a captação das respostas enviadas pelos fornecedores de dados para que não sejam comprometidas as informações e a análise”, explica a assessora técnica da Associação Brasileira dos Distribuidores de Produtos Químicos e Petroquímicos (ASSOCIQUIM), Gloria Benazzi. Atualmente, esses dados estão sendo apurados somente no Estado de São Paulo, local de origem da comissão de estudos, mas esse primeiro levantamento está servindo de piloto. “Estamos testando e analisando para ver se tudo funciona corretamente para futuramente realizarmos essa pesquisa em nível nacional. Nesse caso, conseguiríamos identificar pontos onde há uma incidência maior de acidentes com produtos perigosos, permitindo-nos analisar com maior precisão o perfil da via por onde está sendo transportado aquele produto, como a quantidade e o equipamento, ou se existe um problema de construção naquele local”, completa o vice-presidente da ABTLP, Sérgio Sukadolnick, que também é coordenador da Subcomissão de Estudos da Região da Baixada Santista. Esses levantamentos estatísticos serão bastante explorados principalmente a partir deste ano, quando serão apurados mensalmente pela Comissão de Estudos. “Eu gostaria de prestar os meus agradecimentos e as minhas homenagens à equipe que atua nesta comissão de estudos, que existe há mais de 20 anos e que é tão importante para a análise e para a prevenção de acidentes neste segmento. Fui muito bem acolhido, e eles são os agentes que merecem o prestígio desta grande caminhada que é o transporte rodoviário de produtos perigosos”, finaliza o coronel Tardochi. A equipe da ABTLP é responsável pela compilação dos dados, apresentação dos gráficos e finalização do relatório. “Esse levantamento é importante para o setor e para as empresas porque tem o intuito de prevenir”, ressalta o presidente da ABTLP, José Maria Gomes. Confira o relatório completo do levantamento estatístico em: https://drive.google.com/file/d/1ssSpY1s5eV0VdQwolkePwTlg-W6zwBYE/view. Fonte: ABTLP

Vice-presidente do Sistema Fetransul concede entrevista ao programa Bom Dia Rio Grande

Fernando Marini, vice-presidente do Sistema Fetransul concede entrevista ao programa Bom Dia Rio Grande e fala sobre o aumento do óleo diesel e as consequências para o transporte rodoviário de cargas.Marini destacou que o óleo diesel aumentou mais de 80% nos últimos 12 meses. Caminhões e implementos rodoviários também sofreram um aumento significativo. Confira a entrevista na íntegra: https://g1.globo.com/rs/rio-grande-do-sul/playlist/bom-dia-rio-grande-videos.ghtml#video-9905738-id

Conversão de rodotrens em super rodotrens não será permitida

Resolução do CONTRAN que autoriza a volta de super rodotrens proíbe modificações e transformações em implementos que já se encontram em circulação A partir da próxima sexta-feira, 1º de outubro, as rodovias brasileiras passarão a contar novamente com a circulação de verdadeiros gigantes. Trata-se dos super rodotrens, combinações de veículo de carga (CVC) de 11 eixos e 91 toneladas de PBTC (Peso Bruto Total Combinado). O retorno da configuração é assegurado pela Resolução nº 872, publicada pelo Conselho Nacional de Trânsito (CONTRAN), no dia 20 de setembro. Conforme vem sendo mostrado nas reportagens especiais do Portal Caminhões e Carretas, a volta dos super rodotrens aos transporte rodoviário de cargas brasileiro será marcado por uma série de exigências e regras, afim de garantir de fato a segurança viária. Dentre os novos requisitos estabelecidos pelo órgão subordinado ao Ministério da Infraestrutura, destaca-se a proibição da conversão de rodotrens em super rodotrens. A impossibilidade de inclusão de eixos, alongamento das carrocerias e de realização de qualquer outro tipo de modificação nos rodotrens que já se encontram em circulação é confirmada pelos parágrafos § 2° e § 3° do Art 3º da Resolução nº 872. De acordo com o parágrafo § 2°, só poderão ser combinados reboques e semirreboques especialmente construídos para utilização como super rodotrens, ou seja, somente equipamentos originais de fábrica. Para isso, os reboques e semirreboques que fazem parte da CVC de 91 toneladas deverão ser homologados pelo órgão máximo executivo de trânsito da União com códigos específicos na tabela de marca/modelo do RENAVAM concedido por meio do Certificado de Adequação a Legislação de Trânsito (CAT). Já o parágrafo § 3° determina que o CAT contenha a informação de que cada reboque e semirreboque está apto para circular de forma combinada e com PBTC superior a 74 toneladas e inferior ou igual a 91 toneladas. Com essas determinações, além de definir parâmetros de segurança, a nova Resolução do CONTRAN coíbe uma série de práticas semelhantes que ocorreram no passado com outros tipos de implementos, como no caso da conversão de bitrens de 7 eixos em combinações de veículos de carga (bitrens de 9 eixos e rodotrens) com apenas 19,80 metros. Confira na íntegra a Resolução nº 872: CLIQUE AQUI Fonte: NTC&Logística