CNPE ratifica entrada do novo modelo de comercialização de biodiesel a partir de janeiro de 2022
CNPE ratifica entrada do novo modelo de comercialização de biodiesel a partir de janeiro de 2022 Novo modelo de comercialização prevê o fim dos leilões públicos, propiciando maior liberdade aos agentes e menor intervenção estatal, mais aderente ao novo desenho do mercado de combustíveis. O Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) ratificou, em reunião realizada nesta quarta-feira (20/10), a entrada em funcionamento do novo modelo de comercialização do biodiesel, a partir de 1º de janeiro de 2022, sem novos leilões públicos, conforme estabelecido na Resolução CNPE n° 14, de 9 de dezembro de 2020 O novo cenário do downstream, com desinvestimentos do agente dominante do segmento de refino e o ingresso de novos atores no elo primário de suprimento de derivados de petróleo, leva a necessidade de um novo modelo de comercialização de biodiesel, sem a participação do refinador de petróleo como intermediário da operação de venda do biocombustível do produtor para o distribuidor. Esse novo modelo propiciará maior liberdade para os agentes e menor intervenção estatal, mais aderente ao novo desenho do mercado de combustíveis. Nesse sentido, em fevereiro de 2020, a iniciativa Abastece Brasil iniciou os trabalhos sobre a comercialização de biodiesel, por meio do subcomitê do Novo Cenário Downstream, cujos estudos foram consubstanciados em relatório aprovado pelo Comitê Técnico Integrado para o Desenvolvimento do Mercado de Combustíveis, demais Derivados de Petróleo e Biocombustíveis (CT-CB) em setembro de 2020 e submetido ao Conselho Nacional de Política Energética (CNPE). Em dezembro de 2020, o CNPE aprovou diretrizes para o novo modelo de comercialização, materializadas em sua Resolução nº 14/2020, estabelecendo também que todo biodiesel necessário para atendimento da demanda seja contratado sem a utilização dos leilões públicos. A Resolução do CNPE determinou ainda que a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) promoverá a regulação do novo modelo de comercialização de biodiesel, de forma a garantir o atendimento ao percentual obrigatório. Com vistas à implementação das diretrizes emanadas pelo CNPE, a ANP aprovou, no dia 29 de abril de 2021, a proposta de funcionamento desse novo modelo, conforme a Resolução de Diretoria Colegiada nº 248/2021. Os estudos que consubstanciam o novo modelo de comercialização foram consolidados na Nota Técnica nº 10/2021/ANP, na qual a opção regulatória foi pela contratação direta entre ofertantes (produtores) e demandantes (distribuidores). Na sequência, a ANP deu início à Consulta Pública n° 12/2021, que ficou aberta no período de 14 de agosto de 2021 a 28 de setembro de 2021. Já a Audiência Pública ocorreu no dia 8 de outubro de 2021. Todas as ações e cronograma de trabalho estabelecidos conferem previsibilidade e segurança regulatória e jurídica para a entrada em vigor do novo modelo de comercialização de biodiesel em 01/01/2022. Quanto às questões tributárias estaduais, ainda em maio de 2020, o Ministério de Minas e Energia (MME) iniciou tratativas junto ao Conselho Nacional de Política Fazendária (CONFAZ) sobre eventual acúmulo de créditos apontado pelo setor produtivo. Desde então, o MME vem subsidiando e realizando reuniões técnicas para que o órgão adote as medidas que entender necessárias para mitigar possíveis impactos do novo arranjo tributário sem a participação do refinador de petróleo como intermediário na comercialização de biodiesel. Em que pese ser desejável os aperfeiçoamentos tributários, esses não são impeditivos para a entrada em vigor do novo modelo de comercialização de biodiesel, que trará muitos benefícios advindos de um mercado mais aberto e mais competitivo. Na reunião desta quarta-feira do CNPE, foi debatida a possibilidade de postergação dos leilões de biodiesel, sendo ratificado pelo Conselho o estabelecido pela Resolução CNPE n° 14, de 9 de dezembro de 2020. Ou seja, a entrada em funcionamento do novo modelo de comercialização em 01/01/2022, sem novos leilões públicos. Certamente, a entrada em vigor do novo modelo de comercialização beneficiará toda a cadeia do biodiesel e também os consumidores brasileiros. Dessa forma, produtores de biodiesel e distribuidores de combustíveis devem iniciar imediatamente as tratativas, de modo a estabelecer contratos de venda e compra do biocombustível, uma vez que a demanda pelo produto, a partir do início do próximo ano, já deverá ser atendida por esses contratos. Fonte: Governo Federal – Foto: Bruno Spada/MME
Minfra revisa pesos e dimensões – participe
O Ministério da Infraestrutura, por meio da plataforma Participa + Brasil, disponibilizou a Minuta de Resolução, que consolida as normas sobre os limites de peso e dimensões de veículos e combinações de veículos, inscrições de capacidades em veículos de tração, de carga e de transporte coletivo de passageiros. O texto proposto consolida 26 Resoluções do CONTRAN que tratam do tema e contempla propostas referentes a diversos temas da Agenda Regulatória da SENATRAN para o biênio 2021-2022, a saber: Revisão dos normativos sobre transporte de cargas pesadas e excepcionais e incorporação de novas combinações veiculares de carga (CVC); Revisão dos procedimentos de concessão de autorização especial de trânsito (AET); Revisão da regulamentação de pesagem de veículos; Estudo sobre 4º eixo em semirreboques; Revisão do normativo sobre placas de sinalização especial de advertência traseira em veículos de carga As contribuições podem ser enviadas de 20/10/2021 e se encerram em 22/11/2021 e depende de inscrição no Portal GOV (https://www.gov.br/pt-br) Clique aqui e acesse a minuta na íntegra. Fonte: Governo Federal
Presidente do Sistema Fetransul fala sobre o reajuste do frete para Gaúcha ZH

Afrânio Kieling conversou com a colunista de Economia Marta Sfredo nesta terca-feira, 19. Leia a reportagem abaixo: Depois de maio de 2018, quando a parada dos caminhoneiros teve apoio explícito ou disfarçado de algumas transportadoras, sempre que se fala em paralisação da categoria, surge a dúvida: é greve ou é locaute – quando são as empresas que “cruzam os braços”? Questionada por leitores qualificados, a coluna foi perguntar à Federação das Empresas de Logística e Transporte de Cargas no Estado (Fetransul), que representa cerca de 20 mil empresas do segmento. – Essas entidades que estão falando em greve são dos autônomos, não tem nada a ver com entidades empresariais. São quase sempre os mesmos. As empresas não apoiam, não concordam e não aceitam – foi a resposta de Afrânio Kieling, presidente da Fetransul, “taxativa”, como ele mesmo caracterizou. Para lembrar, a coluna comparou a ameaça de parada a partir de 1º de novembro, se não houver mudança na política de preços da Petrobras e reajuste do frete a um pedido de resgate usando o país como refém. Embora não apoie a paralisação, a federação se alinha a uma das reivindicações: o reajuste da tabela de frete, diante do “absurdo” reajuste do diesel. Kieling pondera: A classe está sofrendo demais, o aumento do combustível já está em quase 41%, pelos levantamentos mais recentes. A grande maioria quer produzir, trabalhar, mas as altas no diesel, nos pneus, têm sido muito difíceis para o setor. As empresas sentem muito e têm muita dificuldade para se manter abertas e manter os empregos. Por isso, somos a favor do reajuste das tarifas. Estamos sufocados, mas isso não quer dizer que vamos parar. Conforme dados do setor, a defasagem do valor do frete para transportes rodoviários de cargas no Brasil fechou o primeiro semestre em 18,7%, quase 5 pontos percentuais acima do que já estava no final de 2020. O cálculo considera todas as pressões de custo, não apenas o diesel, mas não inclui o reajuste mais recente, de pesados 8,9%, que aditivou a tensão entre governo, Petrobras e caminhoneiros. Embora aponte “politicagem” na mobilização dos caminheiros, Kieling afirma que o problema da defasagem é “verdadeiro” e, portanto, será preciso repassar: – Tanto empresas quanto autônomos estão sofrendo. Precisamos repassar aos embarcadores (empresas que contratam frete), se não as empresas não conseguem sobreviver. Levar a movimento de greve é um ato muito extremo. Precisamos negociar, conversar. Para reajustar o preço nas refinarias, a Petrobras adota um cálculo chamado Paridade de Preços de Importação, adotado em 2016, no governo Temer. A intenção é evitar que a estatal acumule prejuízo com por não repassar aumentos de produtos que compra do Exterior, tanto petróleo cru quanto derivados, como a gasolina. A fórmula inclui quatro elementos: variação internacional do barril do petróleo — com base no tipo brent, que tem preço definido na bolsa de Londres —, cotação do dólar em reais, custos de transporte e uma margem definida pela companhia, que funciona como um seguro contra perdas. FONTE: Marta Sfredo, colunista de Economia de Zero Hora e GZH
Daer desenvolve sistema on-line para agilizar autorizações especiais de trânsito
Com testes em fase avançada, processo informatizado deve entrar em vigor no começo de 2022 Os veículos que transportam cargas especiais ou de grandes dimensões terão o trânsito em rodovias autorizado com 75 por cento mais rapidez a partir de 2022. O Departamento Autônomo de Estradas de Rodagem (Daer) – vinculado à Secretaria de Logística e Transportes – está finalizando os testes do sistema que informatizará a emissão da licença. O processo será inteiramente on-line, sem que o transportador precise se deslocar até o Daer para encaminhar a documentação. A estimativa é que a autorização especial de trânsito (AET), hoje emitida no prazo de um mês, fique pronta em apenas uma semana. “É mais um passo que estamos dando para a desburocratização do serviço público e a adequação da rotina do Estado às facilidades proporcionadas pela tecnologia”, salienta o secretário de Logística e Transportes, Juvir Costella. “Com esse novo sistema, agilizaremos as atividades do setor de transportes de cargas, tão importante para a economia do Rio Grande do Sul.” De acordo com o diretor-geral do Daer, Luciano Faustino, a expectativa é de que a emissão digital de AETs entre em vigor no primeiro trimestre. “Ao transformarmos processos físicos em digitais, estimularemos o trabalho de empresas e profissionais autônomos que necessitam de autorização para deslocar seus veículos pelas rodovias gaúchas, entre eles caminhões com cargas-vivas, especiais e de grandes dimensões”, afirma o dirigente. Por ano, o Daer expede mais de nove mil AETs – que autorizam a circulação em trechos específicos de rodovias por um período limitado. “O sistema será capaz de evitar erros iniciais e, dessa forma, os profissionais da autarquia receberão as informações completas, evitando a necessidade de solicitar revisões e complementações”, ressalta o diretor de Operação Rodoviária do departamento, Sandro Wagner dos Santos. “Além disso, os servidores que atuam no interior do estado não necessitarão mais realizar essas atividades, uma vez que serão on-line, e estarão liberados para executar outras tarefas”, acrescenta o diretor. O projeto está sendo desenvolvido pelas superintendências de Transportes de Carga (STC) e de Tecnologia da Informação (STI) do Daer, sem ônus para o Estado. As melhorias começaram a ser testadas pelo público interno em setembro e, neste mês, por engenheiros mecânicos que encaminham a documentação para a autarquia. “Já recebemos os primeiros feedbacks, e em dezembro, quando encerra esta etapa, serão implantadas as sugestões que irão qualificar o processo”, explica a superintendente da STC, Diná Fernandes. “Uma vez implantado o sistema, os requerentes irão solicitar e imprimir a AET aprovada, com validação por QR code. Esse código comprovará a regularização dos veículos e será exibido aos fiscais durante as abordagens”, finaliza a engenheira civil. Fonte: DAER – Texto: Liana Ramos Carvalho
CNT publica Transporte em Foco sobre sinalização rodoviária
O informe traz um breve histórico desse importante elemento para orientar e disciplinar o trânsito A Confederação Nacional do Transporte (CNT) lançou o novo informe da série Transporte em Foco. A publicação traz um histórico da sinalização rodoviária no Brasil e no mundo e relata como tudo começou, além de destacar a importância desse componente para orientar e disciplinar o trânsito de veículos e pedestres. Sua padronização – essencial num contexto de deslocamentos complexos, que ultrapassam os limites regionais – tem sido discutida em nível internacional há mais de um século, por governos e especialistas, sempre visando à segurança e à facilitação do tráfego. Esses dispositivos de comunicação estão evoluindo constantemente. A sinalização vem passando por adaptações de cores e formas ao longo dos anos e hoje envolve uma série de códigos universalmente reconhecidos. Fazem parte do grupo de sinais também os semáforos e painéis de mensagens variáveis. Estes últimos informam ao motorista, em tempo real, sobre acidentes, rotas alternativas, congestionamentos e condições climáticas, por exemplo. A origem do hábito de sinalizar as vias remete ao século 2 depois de Cristo, quando os romanos faziam marcos nas estradas para indicar a distância entre as cidades mais importantes à época. Com o advento do automóvel e a expansão da indústria automobilística, entre o final do século 19 e o início do século 20, surgiu a necessidade de regulamentar o tráfego e códigos de trânsito passaram a ser criados. A tentativa era de harmonizar a circulação viária e a relação de condutores de veículos automotores e de tração animal, além de pedestres. A partir daí, as legislações foram evoluindo de forma mais intensa, assim como a busca por padronização, uma vez que o automóvel se apresentou como um meio de transporte capaz de vencer distâncias para além das fronteiras de cada país. Diversas conferências e convenções internacionais foram realizadas até a utilização dos sistemas de sinalização atuais. As modificações propostas por esses eventos foram sendo incorporadas à legislação brasileira, que evoluiu até a publicação do Código de Trânsito Brasileiro (CTB), em 1997, e dos Manuais Brasileiros de Sinalização de Trânsito, a partir de 2007. No início do século 21, o sistema de sinalização brasileiro já se encontrava praticamente consolidado, porém até hoje passa por constantes revisões, sob responsabilidade do Conselho Nacional de Trânsito (Contran). Um aspecto curioso da sinalização é retratado pela história do semáforo. O primeiro modelo surgiu na Inglaterra. Movido a gás, só funcionava por meio de manipulação humana e uma explosão acidental retirou o dispositivo de cena. Hoje existem equipamentos mais tecnológicos, geridos em tempo real por computadores ligados a câmeras e sensores que os fazem funcionar de acordo com o fluxo do trânsito, levando em consideração a hora do dia – são os denominados semáforos inteligentes. A edição do Transporte em Foco sobre sinalização reúne essas e outras particularidades de um dos elementos que buscam informar e orientar os usuários do sistema de trânsito. Além de contribuir para evitar acidentes e para a organização da mobilidade nas cidades e nas rodovias, a sinalização, bem como o respeito a ela, garante um trânsito mais organizado, fluido e seguro para condutores, ciclistas e pedestres. Acesse o Transporte em Foco
Show Case ITL
O ITL (Instituto de Transporte e Logística) em parceria com a AGS (Associação gaúcha de Startups) realizará o evento Show Case no dia 26 de outubro às 17h. Este encontro é uma grande oportunidade para conhecer como evoluíram as conexões entre as empresas e startups após o Connect Now Brasil, para o modal Rodoviário de Passageiros. Serão apresentados três cases de conexão entre empresas e startups, que falarão por 15 minutos cada, compartilhando os aprendizados e dificuldades deste processo. Ao final, haverá um debate com todos os participantes dos cases, juntamente com convidados do ITL e da AGS, para buscar insights e inspirações para aplicações nas organizações e assim promover boas práticas de estímulo à busca de inovações e novas tecnologias para o setor através da aproximação com startups Inscreva-se: https://www.sympla.com.br/show-case-itl__1380284 Programação: 17h: Abertura – ITL/ AGS 17h05: Case 1 – Saritur x Sentimonitor 17h20: Case 2 – Ouro e Prata x Bimachine 17h35: Debate – Todos 18h00: Encerramento Não perca esta oportunidade de trocas e aprendizados promovidos pelo ITL, em parceria com a AGS. Fonte: ITL
Comissão de trabalho, administração e serviço público da câmara dos deputados realiza seminário trabalhista do transporte de cargas
A Comissão de Trabalho, Administração e Serviço Público da Câmara dos Deputados realizará, no próximo dia 25 de outubro de 2021, a partir das 14h, o I Seminário Trabalhista do Transporte de Cargas. O evento terá transmissão ao vivo pelo canal da Câmara dos Deputados no YouTube e também pelo Portal e-Democracia. Com a presença de lideranças nacionais do setor de transporte rodoviário de cargas, como os presidentes da Confederação Nacional do transporte, Vander Costa, e da NTC&Logística, Francisco Pelucio, o seminário tem por objetivo traçar um cenário do ambiente trabalhista no setor do transporte e propor ações para melhorar a segurança jurídica. O evento atende requerimento nº 104/21, do deputado Paulo V. Caleffi e tem o apoio da NTC&Logística. Segundo o presidente da NTC, “Com certeza esse será mais um grande evento para contribuir com pautas relevantes do transporte de cargas”, destacou Pelucio. Para participar acesse: https://edemocracia.camara.leg.br/audiencias/sala/2344 Programação Local: Plenário 12 do Anexo II da Câmara dos Deputados Data: 25/10/2021 – Horário: 14:00 CONVIDADOS Vander Francisco Costa, Presidente da Confederação Nacional do Transporte – CNT Francisco Pelucio, Presidente da NTC & Logística – Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística Marlos Augusto Melek, Juiz do Tribunal Regional do Trabalho da 9ª Região (PR) Thereza Christina Nahas, Juíza do Trabalho do TRT/2ª Região e Professora Raquel Guindani Caleffi, Assessora Jurídica da FETRANSUL – Federação das Empresas de Logística e de Transporte de Cargas no Rio Grande do Sul Narciso Figueirôa Junior, Assessor Jurídico da NTC & Logística – Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística Eduardo Lírio Guterra, Presidente Interino da Confederação Nacional Trabalhadores em Transportes e Logísticas ( CNTTL) Jaime Bueno Aguiar, Presidente da Confederação Nacional Trabalhadores em Transportes Terrestres ( CNTTT) Das 14h20 às 16h00 – 1º Painel Tema: Novas Modalidades de Contratação Presidente da Mesa: Deputado Paulo Vicente Caleffi Palestrante: Marlos Augusto Melek Juiz do Tribunal Regional do Trabalho da 9ª Região (PR) Palestrante: Eduardo Lírio GuterraConfederação Nacional Trabalhadores em Transportes e Logísticas – CNTTL Palestrante: Raquel Guindani Caleffi, Assessora Jurídica da FETRANSUL – Federação das Empresas de Logística e de Transporte de Cargas no Rio Grande do Sul Das 16h00 às 17h30 – 2º Painel Tema: Regulamentação do Teletrabalho Presidente da Mesa: Deputado Paulo Vicente Caleffi, Palestrante: Thereza Christina NahasJuíza do Trabalho do TRT/2ª Região e Professora Palestrante: Jaime Bueno Aguiar Confederação Nacional Trabalhadores em Transportes Terrestres – CNTTT Palestrante: Narciso Figueirôa JuniorAssessor Jurídico da NTC & Logística – Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística Encerramento: Das 17h30 às 18h00 Fonte: NTC&Logistica
Pesquisa CNT de Perfil Empresarial encerra fase de coleta
O levantamento inédito sobre o transporte rodoviário de cargas contou com a participação de representantes do modal A fase de coleta da primeira Pesquisa CNT de Perfil Empresarial foi encerrada na última sexta-feira, dia 08 de outubro. O levantamento, realizado pela Confederação Nacional do Transporte (CNT), ouviu os representantes do transporte rodoviário de cargas (TRC), que responderam a questões relacionadas às características e operação das empresas do segmento. A coleta de dados foi feita por telefone. Agora, a pesquisa entra na fase de análise das respostas para consolidar as informações recolhidas. As conclusões do trabalho serão úteis para as próprias empresas avaliarem seu desempenho em relação ao segmento e para as Federações elaborarem estratégias de atuação junto aos seus associados, além de possibilitar a ampliação das ações e projetos de apoio da Confederação ao desenvolvimento do setor. Informamos, ainda, que nem a CNT ou o Instituto MDA – que operacionalizou a coleta – entrarão em contato com as empresas para solicitar quaisquer dados ou informações referentes a esse trabalho. Fonte: CNT
Workshop Family Business apresentou ferramentas de gestão para famílias empreendedoras
Promovido pelo SEST SENAT e com conteúdo desenvolvido pela HSM, o workshop Family Business reuniu grandes empresários do setor de transporte na sede da CNT, em Brasília, entre 14 e 15 de outubro. No segundo dia do evento, os participantes tiveram a oportunidade de conhecer a fundo as ideias de Josh Baron, um dos fundadores da consultoria BanyanGlobal e coautor do manual da Harvard Business Review sobre empresas familiares. Para Baron, o primeiro passo é reconhecer a insuficiência do modelo tradicional de gestão, que imagina empresas como pirâmides, em que a base é feita de empregados e o CEO ocupa o topo. Entre um e outro, há uma camada de executivos. “Esse modelo ignora a força da propriedade e seus impactos no negócio. Quando se trata de empresas familiares, os donos têm poderes importantes, como o de destruir, sustentar e competir”, raciocinou. O especialista fez, ainda, uma reflexão sobre conflitos em família, na qual concluiu: “Conflito demais é ruim para os negócios, mas ‘conflito de menos’ pode ser tão ou mais nocivo”. “É preciso aprender a ‘colocar o elefante na sala’, ou seja, levantar as questões críticas, para o bem do negócio”, continuou. E fez um comentário detalhado sobre o que chamou de “os cinco direitos básicos de todo proprietário” (veja destaque abaixo). Já o palestrante Luis Augusto Lobão, especialista em governança, instigou os participantes a desenvolverem uma visão de futuro, em que se possa antecipar eventuais crises e oportunidades. “O primeiro pilar da longevidade de uma empresa é construir um futuro viável. Precisamos ter os nossos próprios radares”, disse. Ele ponderou que esse tipo de postura exige, muitas vezes, mudanças profundas na cultura organizacional. “E só é possível alterar a cultura mexendo em três elementos: símbolos, ritos e heróis”, apontou. A presidente do Conselho do Grupo Sabin, Janete Vaz, apresentou o case de sucessão em que ela própria foi protagonista. A liderança do grupo foi disputada entre os três filhos da fundadora e três superintendentes não familiares. No fim das contas, prevaleceu a percepção de que a pessoa mais preparada para a função vinha do corpo técnico “Isso ficou claro quando colocamos no papel, em 20 itens, o que era o ‘jeito Sabin de ser’”, revelou. “Percebi que era importante diminuir para que os outros crescessem, mas o nosso legado é muito forte”, ensinou. Em sua participação, Fernanda Brasil, sócia-diretora da Banyan Global, enfatizou que a melhor forma de aprender é fazendo. Ela se referia aos herdeiros que, muitas vezes, estão pouco familiarizados com o negócio. “Se o desejo do proprietário for inserir os filhos no dia a dia da empresa, é muito importante não os deixar soltos. Eles precisam ter responsabilidades claras e, também, liberdade para tomar decisões. Que eles assumam as consequências de suas decisões”, concluiu. Os cinco direitos do dono do negócio, segundo Josh Baron 1. Desenhar: “O tipo de propriedade pode parecer uma formalidade firmada lá atrás, em um instrumento legal. Você pode nunca ter parado para pensar em como a sua família se constituiu como proprietária do negócio: qual é o escopo dos ativos compartilhados; quem pode ser dono; e quais proprietários têm o controle. No longo prazo, cada uma dessas decisões traz vantagens e desvantagens para a saúde tanto dos negócios quanto das famílias empresárias.” 2. Decidir: “Proprietários têm o direito de tomar a decisão que bem entenderem para tocar o negócio. Eles escolhem se essas decisões serão tomadas diretamente ou delegadas a terceiros. Eles também determinam como as decisões são tomadas – se por voto da maioria, por unanimidade ou por outro método. E eles podem escolher entre tomar decisões à medida em que as situações se apresentam ou decidir com base em políticas previamente definidas.” 3. Valorizar. “Proprietários têm o direito de definir sua visão de “sucesso”. Eles podem maximizar o retorno dos acionistas ou sacrificar uma parte em nome de objetivos não financeiros, como a promoção de um meio ambiente mais sustentável. Proprietários também podem estipular qual fatia do lucro anual será reinvestida na empresa e qual será usada para pagar dividendos. E eles podem decidir se mantêm controle total sobre a companhia ou se renunciam a parte dele, trazendo novos sócios ou contraindo dívidas.” 4. Informar: “Proprietários têm o direito a acessar informações sobre seus negócios, entre elas como está o desempenho financeiro e como as ações estão divididas, ou seja, quem possui o quê. Tal acesso, por sua vez, dá aos proprietários o direito de determinar o que deve ser compartilhado, seja com familiares, seja com empregados, seja com a comunidade. Se uma empresa decide abrir o capital, os proprietários têm de renunciar a esse poder em nome da transparência necessária. Quando o negócio é privado, os donos têm a prerrogativa de escolher o quanto de informação estará disponível aos públicos interno e externo.” 5. Transferir: “Por fim, proprietários têm o direito de decidir como e quando deixar de serem proprietários. Eles podem decidir quem será o dono depois deles; de que forma será transferida a propriedade (se por ações ou por participação); o timing da transição. A transferência de direitos tem variados níveis de restrições, a depender de cada país. Nos EUA, por exemplo, os donos podem tranquilamente vender ou doar suas companhias para quem eles quiserem, exceto se as cotas fizerem parte de um fundo – nesse caso, há exigências específicas. Por outro lado, no Brasil, via testamento, pode-se dispor livremente apenas de metade do patrimônio – os outros 50% são repartidos de forma equânime entre o cônjuge e os descendentes diretos.” Fonte: SEST SENAT
Podcast Just In Time é a nova ferramenta de comunicação do SEST SENAT com os empresários
O projeto apresentará entrevistas com CEOs de grandes empresas do setor A partir desta sexta-feira (15), os empresários do setor de transporte passam a contar com mais uma importante ferramenta de comunicação do SEST SENAT. Trata-se do podcast Just in Time que tem como objetivo discutir ideias, estratégias e desafios que podem transformar o transporte brasileiro. Os episódios vão abordar temas como inovação, transformação digital, logística ponta a ponta, entre outros. A diretora executiva nacional do SEST SENAT, Nicole Goulart, bate um papo descontraído sobre temas atuais com CEOs de grandes empresas do setor. No primeiro episódio, o convidado é o vice-presidente de transportes da DHL Supply Chain Brasil, Fábio Miquelin. O podcast estará disponível a partir desta sexta-feira (15/10) no canal do SEST SENAT no YouTube (em vídeo), no canal da Agência CNT no Spotify e no Digital Hub, uma plataforma que oferece conteúdos exclusivos para líderes e executivos do transporte. Digital HUB Além do podcast Just in Time, o SEST SENAT também coloca à disposição dos executivos do setor de transporte o Digital HUB, uma rede de conexões onde é possível ter acesso a conteúdos desenvolvidos pelos grandes nomes da gestão de negócios, especialistas e pesquisadores reconhecidos internacionalmente. A plataforma é leva o selo HSM, instituição referência em educação corporativa no Brasil. O Digital HUB oferece interação e compartilhamento de boas práticas para que os executivos possam trilhar novas experiências e lapidar seus conhecimentos. São vídeos, podcasts, entrevistas e artigos sobre gestão, liderança, tendências, tecnologia, estratégia e negócios. Os conteúdos são divididos em categorias e dentro da plataforma há ainda o Fórum de Experiências, um espaço voltado ao compartilhamento de ideias, práticas e cases. Os interessados em acessar a plataforma devem enviar um e-mail para educacaoexecutiva@sestsenat.org.br Fonte: Agência CNT Transporte Atual