NTC&logística divulga pesquisa do roubo de cargas 2021

Resultado representa o primeiro aumento no índice desde 2017 e reforça a importância da atuação dos transportadores com o poder público A Associação Nacional de Transporte de Cargas e Logística (NTC&Logística) divulgou, na última quinta-feira (14), a pesquisa com o panorama nacional sobre o roubo de cargas no Brasil em 2021. De acordo com os dados produzidos pela assessoria de segurança da entidade, o número total de registros cresceu 1,7%, passando de 14.150, em 2020, para 14.400, no ano passado. O Sudeste registrou a maioria dos casos, com 82% das ocorrências, seguido do Sul (6,82%), do Nordeste (5,44%), do Centro-Oeste (3,66%) e do Norte (1,42%). Somados os valores em milhões de cada uma dessas regiões, foram aproximadamente R$ 1.270 bilhões perdidos em cargas roubadas no país. Segundo o presidente da NTC&Logística, Francisco Pelucio, “desde 2017, quando registramos a maior quantidade de roubos nos últimos anos, os dados começaram a cair ano após ano. Mesmo assim, sempre deixamos claro à sociedade como um todo que o problema ainda impacta bastante os custos das transportadoras, afinal ainda há milhares de ocorrências acontecendo. Por isso, trabalhamos em conjunto com as autoridades de segurança pública e o governo federal para diminuir ano a ano esses números”. A pesquisa aponta que as mercadorias mais visadas pelas quadrilhas e pelos grupos criminosos são os alimentos, os combustíveis, os produtos farmacêuticos, as autopeças, os materiais do setor de têxteis e de confecção, os cigarros, os eletroeletrônicos, as bebidas e os defensivos agrícolas. O vice-presidente de segurança da NTC&Logística, Roberto Mira, explica que “desde a aprovação da Lei Complementar nº 121/06, de 2006, contamos com o Sistema Nacional para o combate ao roubo e ao furto de cargas. Levamos 25 anos, desde a primeira redação do texto, em 1997, para consegui-la. Graças a ela, temos bem mais recursos humanos e tecnológicos à nossa disposição para coletar dados, identificar as razões por trás das ocorrências e propor soluções integradas ao Poder Executivo e às polícias nacionais e estaduais. Dessa forma, apesar de termos muito trabalho a fazer, estamos em uma situação privilegiada na história para lidar com esse desafio”. Na visão do vice-presidente, o crescimento do número aconteceu, em boa parte, devido ao retorno da atividade econômica, prejudicada por conta da pandemia. “A volta das atividades inevitavelmente aumentaria o fluxo de mercadorias nas rodovias e, por consequência, dos roubos e dos furtos de carga. Sobretudo com a inflação elevada, por causa de fatores internos e externos, certos produtos ficaram muito valiosos e atrativos para os grupos organizados”, afirma Mira. Ele completa dizendo que a resposta para os problemas atuais é a mesma dos anos anteriores: o fortalecimento da ação dos órgãos de segurança pública e do relacionamento deles com as empresas do setor e de suas entidades representativas. “Os sistemas de rastreamento e de verificação de qualidade do transporte também foram essenciais para administrarmos essas interferências. Os nossos empresários demonstram um grande interesse pelo que há de moderno, razão pela qual as áreas de gerenciamento de risco nas transportadoras estão cada vez mais bem equipadas e preparadas. Para continuarmos a diminuir os números, precisamos manter esse cenário e continuar apostando nesse sentido”, finaliza. Confira aqui a pesquisa Fonte: NTC&Logística
Euro 6 é tema de palestra realizada pelo Sindicar
O Sindicar – Sindicato das Empresas de Transporte de Cargas de Carazinho e Região, ofereceu aos seus associados uma palestra sobre o EURO 6, ministrada por Julio C. Lodetti do grupo Volvo no dia 12 de abril na cidade de Carazinho. Conforme a Resolução nº 490, de 16 de novembro de 2018, o sistema Euro 6 é definido como um conjunto de normas que regulamentam a emissão de poluentes para motores diesel.Em relação à tecnologia, são poucos avanços com a implementação do novo sistema. No entanto, o esperado é que ocorra a união entre as tecnologias já existentes para que surjam melhores resultados. Lembrando que os veículos que funcionam a gás natural e biodiesel também devem seguir as normas de eficiência e reduções. Então, é necessário que as empresas que fabricam veículos como caminhões e ônibus, possam garantir que as reduções de poluentes e emissões sejam obedecidas a cada fase. Fonte: Sindicar
SEST SENAT realiza exame de bioimpedância com tecnologia de ponta
A bioimpedância é uma das formas de mensurar a composição corporal e é importante para avaliar o percentual de gordura e riscos de doenças Visando a um cuidado mais completo da saúde da população, em especial a dos trabalhadores do transporte, todas as unidades do SEST SENAT passaram a realizar o exame de bioimpedância. Com equipamentos modernos, a avaliação permite identificar o percentual de gordura por região do corpo (membros e tronco), a quantidade de gordura visceral e os riscos de doenças cardiovasculares. O exame pode ser feito de forma independente da consulta com um nutricionista. No entanto, vale lembrar que a avaliação nutricional é de suma importância para que o paciente consiga avaliar os resultados de forma correta, além de adaptar sua rotina a fim de melhorar os dados obtidos no exame. Tanto a bioimpedância quanto a consulta com o nutricionista são gratuitas para os trabalhadores do transporte. Dependentes e a comunidade em geral pagam um valor abaixo do preço praticado pelo mercado. O exame de bioimpedância é uma das formas de mensurar a composição corporal, indicando, de forma precisa, a quantidade de gordura, músculos, ossos e água no organismo. O que difere o exame de bioimpedância das outras soluções é que os aparelhos do SEST SENAT têm nível profissional. Por isso, permitem um diagnóstico mais preciso e de forma bem mais rápida com relação à quantidade de componentes corporais. Entre em contato com a unidade do SEST SENAT mais próxima e marque um horário para a realização do exame. Fonte: SEST SENAT
Serviços de transporte apresentam tendência de crescimento em 2022

A análise faz parte do Radar CNT do Transporte sobre a Pesquisa Mensal de Serviços deste mês A Confederação Nacional do Transporte publicou, nesta quinta-feira, 14, nova edição do Radar CNT do Transporte. A análise da CNT sobre a Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), divulgada pelo IBGE esta semana, aponta uma tendência de crescimento do setor em 2022. No acumulado dos meses de janeiro e fevereiro, em relação ao mesmo período do ano anterior, o transporte cresceu 14,5%, enquanto o índice geral subiu 8,4%. Em uma comparação mensal, esta é a quarta divulgação do índice em que o setor de serviços de transporte supera o mês imediatamente anterior. Acesse: Radar CNT do Transporte – PMS/abril 2022 Fonte: Agência CNT Transporte Atual
Rodovia Ayrton Senna, em SP, iniciará testes do sistema Free flow de pedágio
A Rodovia Ayrton Senna (SP-070) foi a escolhida para testar o sistema de pedágio free flow, ou fluxo livre em português, na região metropolitana de São Paulo. Quando começar a funcionar, a tecnologia vai permitir que o motorista pague o pedágio proporcionalmente aos quilômetros rodados. Além disso, o novo modelo permite que o veículo não precise mais parar nos pontos de cobrança, o que deve agilizar o trânsito. Com esse novo sistema, devem ser retirados os pontos de cobrança com barreiras físicas que vemos nas estradas para a instalação de pórticos. Através desses pórticos o serviço seria automático, identificando os carros que passarem e efetuando a cobrança de tarifa proporcional ao trajeto percorrido. “Este projeto-piloto é o pontapé inicial para implantarmos o free flow no estado de SP, uma forma de termos justiça tarifária nas rodovias, já que os motoristas pagam pela distância percorrida”, diz o secretário de Logística e Transportes, João Octaviano Machado Neto, que, em 2020, criou o Laboratório de Rodovias Inteligentes, com o objetivo de levar mais tecnologia às estradas paulistas. Os pórticos serão posicionados em diferentes pontos da rodovia, equipados com câmeras especiais, sensores e antenas capazes de operar mesmo em condições adversas de visibilidade. Fomte: FROTA&Cia
Como funcionam as multas por videomonitoramento – esclarecimentos

O Portal do Trânsito fez um levantamento e responde às principais dúvidas sobre como funcionam as multas por videomonitoramento. O uso de câmeras de videomonitoramento para flagrar infrações de trânsito já está regulamentado pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran) desde 2015. Há algum tempo, porém, o tema estava sendo discutido na Justiça e a decisão sobre quais infrações poderiam ser autuadas por videomonitoramento teve um capítulo final em fevereiro de 2022. A Advocacia-Geral da União (AGU) conseguiu reverter, no Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF5), sentença que havia declarado a inconstitucionalidade da norma que proibia o uso de câmeras de videomonitoramento na fiscalização de infrações cometidas no interior dos veículos nas vias urbanas, além de outras como avanço de sinal e excesso de velocidade. Nesse sentido, recentemente, o Contran publicou a Res.909/22 e consolidou as normas de fiscalização de trânsito por intermédio de vídeo monitoramento. E, além disso, definiu as regras e como funcionam as multas por videomonitoramento. O Portal do Trânsito fez um levantamento e responde às principais dúvidas sobre como funcionam as multas por videomonitoramento. Quais as infrações que podem ser flagradas por câmeras? Conforme a norma, é possível flagrar por videomonitoramento infrações por descumprimento de qualquer uma das normas gerais de circulação e conduta que tenham sido detectadas “online”. Qualquer pessoa pode registrar multas por videomonitoramento? Não. Somente a autoridade ou o agente da autoridade de trânsito, exercendo a fiscalização remota podem flagrar essas situações por meio de sistemas de vídeo monitoramento. Qualquer via poderá ter câmeras de vídeo monitoramento? Não, apenas será possível realizar a fiscalização de trânsito mediante sistema de videomonitoramento em vias que estejam com a devida sinalização para esse fim. Big Brother do trânsito Para Celso Alves Mariano, que é especialista em trânsito e diretor do Portal, muitos cidadãos encaram a situação como um Big Brother do trânsito e citam o uso das câmeras como uma possível invasão de privacidade. “Daqui para frente, tudo o que você fizer na condução do veículo estará sendo observado de forma muito apurada por um agente de trânsito. Mas calma, isso não vai acontecer assim, de qualquer jeito. Os equipamentos têm que ser devidamente homologados. Bem como, a via deve estar devidamente sinalizada, avisando seus usuários sobre a fiscalização por videomonitoramento. Do outro lado da câmera tem que estar um agente de trânsito. E, além disso, tudo deve acontecer ao vivo. Aí sim teremos, com a utilização da mais moderna tecnologia, os olhos dos agentes de trânsito tão perto da gente quanto o equipamento permita”, explica. Ainda de acordo com o especialista, a resistência vem de muitos lados, mas para ele, não se trata exatamente de um raio x ou de um sensor infravermelho que vai tornar o veículo transparente. Só que agora, infrações como a falta do cinto de segurança e o uso do celular na direção vão ficar muito mais a vista do olho da fiscalização. “Encare assim se o agente de trânsito estivesse usando um binóculos, ele poderia ver mais detalhes do que veria apenas com seus olhos. Bem, se nós admitimos que um agente de trânsito possa usar óculos para enxergar melhor e que um policial rodoviário poderia se valer do uso de binóculos, basta substituir estes equipamentos simples por câmeras de vídeo e monitores. Então nós temos os agentes de trânsito com um olhar turbinado. Isso é o vídeo monitoramento”, conclui. Fonte: Portal do Trânsito
INOVARH recebe Instituto Caldeira para discutir formação profissional
Tema foi aprendizagem para o futuro do transporte de cargas O INOVARH recebeu, nesta quinta-feira (14) o head do Campus Caldeira, Felipe Amaral. Ele falou sobre o desenvolvimento de profissionais do futuro para o segmento do transporte. Amaral também fez uma apresentação do Instituto Caldeira e como o hub pode ajudar a desenvolver uma trilha educacional que contribua com essa formação. Thais Bandeira, da diretoria da Fetransul, falou da intenção de se tornar um braço de renovação do setor. “Para isso estamos conectando, juntamente com o Instituto Caldeira, projetos que vão impulsionar para que, lá na frente, tenhamos profissionais qualificados para o futuro do transporte. Essa cooperação, junto com o SETCERGS, é o que vai fazer a gente inovar.” Os participantes, representantes dos departamentos de Recursos Humanos e da diretoria de diversas transportadoras, foram instigados a fazer um exercício e pensar nas demandas mais importantes para as empresas no momento, a fim de criar uma trilha educacional que conduza ao futuro do transporte. “Transformamos nosso encontro do mês de abril neste momento de construção de ideias”, disse a coordenadora do INOVAR, Tais Lorenz. “Temos dificuldades para buscar mão de obra qualificada para o setor. Então, esse trabalho é extremamente importante. Para nós, ser convidado para participar com o Instituto Caldeira, o sistema Fetransul e o SEST SENAT desse projeto é muito bom”, concluiu. Fonte: SETCERGS
Governo do Estado ressalta ônus de não assinar acordo com o consórcio vencedor
Sobre a alternativa de não homologar o contrato com o Consórcio Integrasul, o secretário estadual de Parcerias, Leonardo Busatto, admite que essa opção é possível, se houver um motivo para isso. No entanto, ele argumenta que essa atitude traria ônus quanto à credibilidade do Rio Grande do Sul para fazer negócios, desperdício dos recursos desembolsados na elaboração da licitação e indenização das partes envolvidas. “E o Estado perderia a oportunidade de ter estradas seguras”, aponta. Busatto afirma que os pontos onde serão colocadas as praças de pedágio foram debatidos com as prefeituras. “O fato é que não existe local em que não existirá alguma conturbação”, reflete. O secretário ressalta que a concessão é algo que beneficia o Estado como um todo, com investimentos e melhorias de rodovias. A previsão do governo gaúcho é que a concessão trará investimentos de R$ 3,4 bilhões para o Rio Grande do Sul nos próximos 30 anos. Além das vantagens da melhoria na infraestrutura de acesso rodoviário, os municípios passarão a arrecadar Imposto sobre Serviços (ISS) referente às receitas obtidas pelas praças de pedágio (proporcional aos quilômetros da concessão). A estimativa de ISS a ser pago às cidades envolvidas é de R$ 718 milhões. Busatto estima que o contrato com a concessionária, se não houver uma reversão das expectativas, possa ser assinado até outubro. Já o presidente do Sistema Fetransul (Federação das Empresas de Logística e Transporte de Cargas do Rio Grande do Sul), Afrânio Kieling, é outro crítico à concessão feita pelo governo do Estado, a qual considera como “um horror, uma tragédia”. O dirigente revela que os estudos realizados pelos Sistema Fetransul indicavam que um valor razoável a ser cobrado seria de R$ 0,11 por quilômetro e o leilão acabou contemplando em torno de R$ 0,17 por quilômetros, por trinta anos. Para o empresário, o erro desse processo vem desde a formatação do edital. Além disso, Kieling lamenta que apenas um grupo manifestou interesse nas estradas que serão repassadas pelo governo gaúcho. “Nós queríamos uma disputa. Por que será que as outras empresas não entraram (na concorrência)?”, indaga o dirigente. Ele espera que ainda seja possível evitar que o acordo de concessão seja assinado. “Nós entendemos que o novo governador (Ranolfo Vieira Júnior) pode ter a tranquilidade de refazer, não assinar o contrato, chamar a sociedade civil organizada e debater”, considera Kieling. O presidente do Sistema Fetransul frisa que, se a situação não for revista, o Rio Grande do Sul perderá competitividade logística. O prefeito de Ipê, Cassiano De Zorzi Caon (MDB), concorda que ainda há tempo para discutir o assunto mais detalhadamente. Segundo o dirigente, faltou um diálogo mais claro com os municípios quanto à concessão. Ele considera que a tarifa de pedágio estipulada para o usuário ficou muito elevada. “O valor da praça de Ipê (máximo de R$ 6,89) é além do que a gente esperava e os benefícios e as melhorias parecem que vão ser inferiores ao que havíamos combinado com o Daer e o governo do Estado, então não estamos muito satisfeitos sobre como foi colocada a questão”, aponta Caon. Fonte: JC
Interlink Cargo comemora 30 anos
A Interlink Cargo celebrou 30 anos tendo como foco central destacar a contribuição dos colaboradores ao longo desta trajetória. Foram entregues troféus a todos que participam da empresa em ciclos a partir dos 5 anos de vínculo. Francisco Cardoso destacou que a transportadora desde a sua fundação é focada no transporte internacional no Mercosul, sempre pautando pela qualidade no atendimento aos clientes. O presidente do Sistema Fetransul, Afrânio Kieling, entregou uma placa em homenagem à empresa, assinalando a contribuição da Interlink para o desenvolvimento do transporte rodoviário internacional de cargas.
Sistema Fetransul concede entrevista para imprensa e reforça sobre o fracasso do leilão das rodovias do RS

Na manhã de hoje, Paulo Ziegler, representante da Comissão de Infraestrutura do Sistema Fetransul, concedeu entrevista para as rádios GAÚCHA e A HORA. Confira na íntegra as duas entrevistas.