ANP volta a divulgar pesquisa de preços e registra queda no litro da gasolina no RS

Levantamento não foi divulgado durante duas semanas por causa de tentativa de ataque hacker A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) voltou a publicar pesquisa semanal sobre o preço dos combustíveis no Brasil. Os sistemas da ANP ficaram fora do ar durante duas semanas em razão de uma tentativa de ataque hacker. Conforme o levantamento da agência, o preço médio do litro da gasolina no Rio Grande do Sul passou de R$ 5,37 para R$ 5,25 na semana que encerra neste sábado (20). A redução é 2,2%. Bagé, na Campanha, tem o preço mais alto da gasolina: R$ 6,07 foi o custo mais baixo na bomba e, R$ 6,26 o mais elevado. Já o valor médio do diesel no Estado caiu R$ 0,17, passando de R$ 7,09, no intervalo entre 7 e 13 de agosto, para R$ 6,92, na semana entre 14 e 20 de agosto. Na comparação entre os Estados, o Acre tem a gasolina mais cara do país, com valor médio do litro a R$ 5,89, enquanto o Amapá tem o menor custo, R$ 4,97. O preço de venda da gasolina para as distribuidoras de combustível reduziu em R$ 0,18, por determinação da Petrobras, na última segunda-feira (15), acompanhando variação internacional do valor. Foi a terceira queda consecutiva no custo do combustível nas distribuidoras. Fonte: GZH / Samantha Klein RBS Brasília
Vendas de pneus aumentam 7% em julho
Mesmo apresentando alta, o volume não foi o suficiente para reverter a baixa acumulada do ano. As vendas totais de pneus tiveram alta de 7% em julho na comparação com o mês anterior. Mesmo com a alta, os números não reverteram a baixa de 0,3% acumulada em 2022 na comparação com o mesmo período de 2021. A alta do mês deve-se ao aumento de 12,7% nas vendas de pneus de passeio e 9,8% para comerciais leves. No caso dos pneus de carga, a queda em comparação com o mês anterior foi de 1%, apesar do aumento de 4% nas vendas para montadoras. As vendas totais de julho deste ano foram 10,4% menores do que julho de 2021, em função da queda de 16,9% nas vendas para reposição. No acumulado do ano, as vendas de pneus de carga estão 4,5% abaixo na comparação com o mesmo período de 2021, principalmente em decorrência da queda de 6,6% nas vendas para reposição. Os dados são parte do levantamento da Associação Nacional da Indústria de Pneumáticos. Fonte e Foto: Divulgação/Frota&CIA
Varejo e indústria veem 2° semestre mais favorável
As principais varejistas brasileiras listadas em bolsa esperam uma recuperação nas vendas nesta segunda metade do ano, diante de uma série de eventos favoráveis — de Copa do Mundo ao Natal — e perspectivas de melhora no cenário de juros e inflação, panorama também visto pela indústria eletroeletrônica que abastece o setor. Porém, os empresários de três das maiores redes de varejo do país — Americanas, Via e Magazine Luiza — foram cuidadosos ao definir a magnitude dessas expectativas, falando em otimismo “cauteloso” e semestre “mais favorável” a analistas e jornalistas no final da semana passada. Para além da Copa, e do Natal, executivos ainda mencionaram a Black Friday, em novembro, o recente lançamento da tecnologia 5G, que deve ajudar na venda de celulares, e o aumento do programa Auxílio Brasil para R$ 600. “Estamos muito confiantes com o segundo semestre deste ano, lembrando que há eventos muito importantes para os próximos meses”, disse Marcio Cruz, que comanda a área digital da Americanas, a analistas na última sexta-feira (12). O otimismo aparece depois que as taxas de juros em seu mais alto pico no Brasil desde 2017 e o maior avanço da inflação em 12 meses em quase duas décadas pressionaram as vendas das varejistas no primeiro semestre. A receita líquida da Via, dona das bandeiras Ponto e Casas Bahia, caiu 2,5% no primeiro semestre, enquanto a do Magazine Luiza ficou praticamente estável e da Americanas subiu 16,6%. No mesmo período de 2021, as três conseguiram aumento de vendas de 32,7%, 59,8% e 37,9%, respectivamente. Cruz disse que as vendas da Americanas até esta metade do terceiro trimestre seguem crescendo de forma “consistente” nas lojas físicas, puxadas por produtos de valor médio mais baixo, mas a demanda online por produtos próprios, como eletrodomésticos, “segue tímida”. Na Via, o presidente-executivo da companhia, Roberto Fulcherberguer, afirmou que as vendas seguem na “mesma batida” vista no segundo trimestre, e que o terceiro trimestre ainda deve “ser mais desafiador”. A avaliação é que os fatores favoráveis às vendas estão mais concentradas no quarto trimestre, incrementados ainda por efeitos maiores relacionados a uma expectativa de alívio na inflação e estabilidade nos juros. “As vendas de categorias mais tradicionais de produtos (como móveis, eletrodomésticos e celulares) tendem a refletir a evolução desses indicadores, principalmente inflação e taxa de juros”, disse o diretor financeiro do Magazine Luiza, Roberto Bellissimo. “Estamos vendo um aumento na demanda entre 30% e 40% por aparelhos 5G (nas cidades em que a tecnologia já foi implementada)”, afirmou Fabrício Bittar, vice-presidente de operações do Magazine Luiza, observando que esses aparelhos tem preço médio acima de R$ 2 mil. Indústria também na expectativa Os fabricantes no primeiro semestre foram afetados por menor demanda e questões globais como alta de preços de insumos por conta do frete marítimo e dos gargalos na cadeia de suprimentos, mas o “segundo semestre deve ser melhor”, disse o presidente-executivo da Associação Nacional dos Fabricantes de Produtos Eletroeletrônicos (Eletros), Jorge Nascimento. “Neste ano ainda tem um evento importante que é a Copa do Mundo quando tradicionalmente há um consumo maior de televisores, produtos de áudio e vídeo e refrigeradores”, afirmou ele. A associação engloba empresas como Philco, LG, Panasonic, Samsung e Whirlpool. Nos dados até maio, a indústria brasileira amargou queda de 24% nas entregas de produtos ao varejo em comparação a 2021, segundo a Eletros. “Estamos em um momento de crise com retração do consumo e precisamos que o cliente volte a consumir”, disse Nascimento. Na Abinee (Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica), a expectativa é de “otimismo moderado”. A entidade, que tem como associadas companhias como Siemens, Apple, Dell e Motorola, projeta alta de 9% no faturamento do setor em reais em 2022, contra avanço de 22% em 2021. Se do lado da oferta o custo do frete, a alta de insumos como aço e plástico e a crise de semicondutores atrapalharam a indústria na primeira metade do ano, na demanda, os altos patamares de estoques acumulados pelos varejistas em trimestres anteriores também serviram para reduzir as encomendas. Humberto Barbato, presidente-executivo da Abinee, disse que “parece que as varejistas estão conseguindo desovar os estoques”. A avaliação é reiterada pelas companhias. “Não achamos que os estoques estão elevados, acreditamos que no segundo semestre a perspectiva de venda é melhor… para o que a gente acredita que é possível fazer de crescimento, os estoques já estão normalizados”, disse Frederico Trajano, presidente do Magazine Luiza. O mercado acionário tem mostrado animação com o setor e as ações das três varejistas – Magazine Luiza, Via e Americanas – têm reduzido perdas acumuladas no ano, conforme novos dados macroeconômicos positivos são divulgados. As três tiveram as maiores quedas dentre as ações do Ibovespa em 2021. Só em agosto, até o dia (17), as ações do Magazine Luiza lideram os ganhos do Ibovespa, com alta ao redor de 60%. Ainda assim, os papéis caem cerca de 43% no ano. A Via avança aproximadamente 45% no mês e tem queda de quase 34% no ano, enquanto Americanas tem valorização de 3% em agosto e recuo de 53% em 2022. Fonte: Reuters/Forbes
Colapso na Argentina e restrições na união europeia deixam o agro em alerta no Brasil
O alerta foi feito por lideranças, analistas e produtores rurais durante Painel Agro realizado durante a Agroleite 2022 De questões tributárias na Argentina a ambientais na União Europeia, as políticas públicas têm impactado a segurança alimentar. O alerta foi feito por lideranças, analista e produtores rurais no Painel Agro realizado durante a Agroleite 2022, feira de tecnologia agrícola e pecuária realizada pela Cooperativa Castrolanda, em Castro, no Paraná. Ponto comum nas apresentações e no debate que se estabeleceu entre produtores e analistas do Brasil, Argentina e Espanha está o efeito colateral do regulatório não apenas na oferta de alimentos como no impacto econômico social das economias locais. Ao se referir à forte interferência do Estado na atividade agrícola e pecuária, Pedro Vigneau, presidente da Associação Argentina de Plantio Direto (Aapresid) e da Associação de Milho e Sorgo da Argentina (Maizar), disse que o produtor argentino está “sobrevivendo”. Argentina Produtor rural e professor na Universidade de Belgrano, Vigneau destacou que a política pública do governo argentino afeta negativamente o desenvolvimento e renda não apenas do agronegócio, mas de toda a economia, a considerar a importante participação do setor na geração de riquezas na Argentina. Como exemplo, o país está entre os principais produtores e exportadores globais de soja. E lidera a exportação de farelo de soja no mundo. A liderança argentina mostrou com números como o regime de tributação tem tirado muito produtores da atividade. Conforme dados apresentados por Vigneau, em média 64,9% da renda obtida no setor agropecuário fica com o estado. Percentual esse, relativo a mais de 150 diferentes tributos, que segundo ele compromete a disposição e limita a capacidade de investimento em área e tecnologia. Entre os principais países produtores de soja, a Argentina teria a pior relação entre renda e volume. De acordo com Vigneau, o produtor argentino recebe US$ 114/tonelada de soja, enquanto a média em países como Brasil, Estados Unidos Paraguai e Uruguai fica em torno de US$ 500. União Europeia Na União Europeia, a situação relatada por Pedro Gallardo, que participou do painel direto da Espanha, as severas restrições ambientais estão levando à redução na área agrícola e pecuária, com consequentemente recuo em área e oferta de proteínas animal e vegetal. Disse que a Europa segue um caminho contrário à tendência de aumento da população mundial, que já demanda e vai demandar cada vez mais alimentos. A preocupação com clima, água e disponibilidade de terras para cultivo tem agora mais um agravante, destaca Gallardo ao trazer para discussão o “Green Deal”, uma espécie de pacto verde que está sendo debatido na União Europeia. Entre outras restrições e imposições, o acordo prevê a redução em 50% no uso de produtos fitossanitários; que 10% das terras agrícolas se convertam em atividades não produtivas; e 25% de toda a extensão ocupada pela atividade agropecuária seja ‘ecológica’ou destinada como áreas de conservação. Eugênio Stefanelo, ex-presidente da Conab e ex-secretário da Agricultura do Paraná, lembrou no painel que a situação vivida na Europa é semelhante ao que aconteceu no Brasil em relação ao Código Florestal, que destinou como áreas de reserva legal de 20% a 80% da superfície das propriedades rurais. A diferença é que no Brasil, apesar do rigor da lei ambiental, é que extensão territorial permite ampliar área, produção e produtividade e ao mesmo tempo garantir a preservação, explica Stefanelo ao salientar que nos países europeus não há mais área para ampliar a atividade agrícola. Miguel Daoud, analista político econômico, que também participou do debate, ressaltou que a situação no contexto global é “gravíssima” e que o setor precisa estar alerta e mobilizado, sob pena de comprometer o abastecimento alimentar no planeta. Na opinião de Daoud, o Brasil precisa aprender com os problemas da Europa e Argentina para não incorrer no mesmo erro. Ele reforçou que o desempenho do agro no Brasil, a considerar a participação do setor no PIB nacional, tem efeito colateral em toda a economia do país. Fonte: Canal Rural
“Os caminhos do Transporte Rodoviário no Brasil” é tema do último Summit da Rota Digital FENATRAN 2.2
Os presidentes e executivos das principais entidades e grandes empresas do setor de transporte de cargas do Brasil estarão reunidos durante a Rota Digital Fenatran 2.2, amanhã dia 23 de agosto. Eles vão debater sobre os desafios e as oportunidades do mercado e alinhar também as expectativas para a Fenatran deste ano, a maior feira de transporte rodoviário de cargas e logística na América Latina. O encontro poderá ser assistido pela plataforma da Rota Digital Fenatran 2.2, que já está disponível e traz ainda conteúdo para acesso on demand e interação entre os inscritos. O summit terá início a partir das 14h, quando o diretor-executivo de portfólio da RX, Luiz Bellini, e Ana Paula Pinto, gerente da Fenatran, apresentarão a nova estrutura e status da Fenatran, que ganhou neste ano uma área 20% superior àquela da edição de 2019 e já conta praticamente com todo o espaço de exposição de 100 mil m² ocupado no São Paulo Expo. A 23ª edição da Fenatran será realizada de 07 a 11 de novembro e já tem presença confirmada de mais de 500 marcas, um número também 20% superior à última edição da feira, em 2019. A programação da Rota Digital Fenatran 2.2, no dia 23 de agosto, seguirá com as palavras iniciais dos presidentes das associações parceiras da Fenatran: NTC (Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística), Francisco Pelucio, Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores), Márcio de Lima Leite, e Anfir (Associação Nacional Fabricantes de Implementos Rodoviários), José Spricigo. Já a partir das 14h30, o summit terá a presença especial de executivos das montadoras de caminhões para discutirem o tema “Expectativas e Tendências para a Fenatran: o que esperam as montadoras?”. Vão movimentar essa rodada de discussão Luis Antonio Gambim, Diretor Comercial da DAF; Ricardo Barion, Diretor Comercial da Iveco; Jaqueline Neves, Gerente Sênior de Vendas Caminhões da Mercedes-Benz; Silvio Munhoz, Diretor de Vendas de Soluções da Scania; Clovis Lopes, Gerente Comercial da Volvo, e Sergio Pugliese, Diretor de Vendas de Caminhões da VWCO. Logo após, às 16h20, tem início a rodada sobre “Os Caminhos do Transporte Rodoviário de Cargas”, que será dividida em duas visões: Entidades e Transportadoras. O primeiro painel contará com a participação especial dos presidentes das principais entidades do setor: Márcio de Lima Leite, presidente da Anfavea; José Carlos Spricigo, presidente da Anfir; Cláudio Sahad, presidente do Sindipeças, e José Maurício Andreta Júnior, presidente da Fenabrave. Na sequência, a partir das 17h30, virão os Transportadores, representados também pelos presidentes de grandes empresas do setor, como Sérgio Mário Gabardo, CEO da Transgabardo; Marcelo Patrus, CEO da Patrus; João Bessa, CEO da Transjordano; Sérgio Pedrosa, CEO da Transpedrosa; e Francisco Peluccio, presidente da NTC&Logística. “Estamos todos na expectativa da realização da feira em novembro e este último summit da Rota Digital Fenatran deste ano funcionará como um aquecimento para o nosso grande encontro no São Paulo Expo. Vamos trazer, mais uma vez, conteúdo de relevância para o setor e conectar a comunidade Fenatran neste momento tão especial pré-feira”, afirma Ana Paula Pinto, gerente da Fenatran. A inscrição gratuita para assistir ao summit “Os Caminhos do Transporte Rodoviário no Brasil”, parte da Rota Digital Fenatran 2.2, pode ser feita através do site http://www.fenatran.com.br. Fonte: RX
Projeto autoriza transportador-revendedor a realizar mistura de diesel ao biodiesel
Empresas deverão seguir requisitos mínimos de segurança e capacidade operacional O Projeto de Lei 2044/22 autoriza empresas que atuam como Transportador-Revendedor-Retalhista (TRR) a realizar a mistura e o controle de qualidade de biocombustíveis, podendo adquirir produtos necessários para a operação. O texto tramita na Câmara dos Deputados. O TRR é a empresa autorizada pela Agência Nacional do Petróleo (ANP) a adquirir combustível a granel, geralmente diesel e lubrificantes, para depois revender em quantidades menores a empresas e consumidores. Atualmente, no entanto, não é permitido ao TRR manusear a composição dos combustíveis. Segundo o texto, mediante autorização específica a ser concedida pela ANP, conforme requisitos mínimos de segurança e capacidade operacional, o TRR poderá adquirir combustíveis para a mistura de agentes produtores, empresas comercializadoras, distribuidoras e importadoras. “A autorização para que o Transportador-Revendedor-Retalhista possa realizar a atividade de mistura obrigatória de biocombustíveis é essencial para assegurar maior competitividade a esses agentes, que realizam uma atividade essencial na cadeia de suprimento de combustíveis”, destaca o autor, deputado Herculano Passos (Republicanos-SP). “A lei não dispensará a observância de critérios de segurança operacional, tendo em vista que eventuais vazamentos de combustíveis podem provocar danos ambientais e à saúde da população, além de elevar o risco de acidentes graves”, acrescentou. A atual resolução do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) estabelece que o teor de mistura obrigatória do biodiesel no óleo diesel fóssil é de 10% para o ano de 2022. TramitaçãoO projeto será analisado, em caráter conclusivo, pelas comissões de Defesa do Consumidor; de Minas e Energia; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Reportagem – Murilo SouzaEdição – Roberto Seabra Fonte: Agência Câmara de Notícias
Inscreva-se para o 2º Fórum ITL de Inovação do Transporte
Estão abertas as inscrições para o 2º Fórum ITL de Inovação do Transporte – Fontes Alternativas de Energia no Transporte, que ocorrerá em 5 de outubro, das 8h30 às 16h45. O fórum será realizado na sede do Sistema CNT, em Brasília, com transmissão online pelo canal da CNT no YouTube. Entre os palestrantes, haverá especialistas renomados e representantes dos poderes Executivo e Legislativo. Cada vez mais relevante, a sigla ESG (Environmental, Social and Governance) vem consolidando o valor financeiro atribuído a práticas sustentáveis. Por isso, além de serem uma necessidade diante das mudanças climáticas, as boas práticas socioambientais representam um diferencial competitivo. Diante desse cenário, o fórum tem como objetivo discutir, compartilhar conhecimentos, fomentar e facilitar o acesso a fontes alternativas de energia no transporte. O evento é uma iniciativa do ITL (Instituto de Transporte Logística). Veja a programação completa e inscreva-se: https://forum.itl.org.br/ Nessa edição, serão abordados assuntos como a política de Estado destinada à diversificação das fontes de energia para o transporte; a experiência das entidades nacionais e internacionais na implementação dessa agenda; as tecnologias disponibilizadas pelas empresas que oferecem fontes alternativas de energia para o transporte; e as dificuldades e as vantagens observadas pelas empresas de transporte que iniciaram a migração da matriz de energia de suas frotas e o acesso a recursos para financiamento da incorporação de novas tecnologias energéticas. Para a participação presencial, é necessário apresentar certificado de vacinação completo contra a covid-19 (com 15 dias contados do recebimento da segunda dose ou dose única) ou de teste RT-PCR, com resultado negativo/não reagente, realizado em até 72 horas anteriores ao evento. Despoluir Ao longo de 15 anos, o Despoluir, um projeto realizado pela CNT e pelo SEST SENAT, acumula diversos resultados positivos que o tornam o maior programa ambiental da iniciativa privada do Brasil. Por isso, o programa também será debatido durante o 2º Fórum ITL de Inovação do Transporte. Fonte: ITL
Faltam poucos dias para o 3º Encontro do TRC Gaúcho em Bento Gonçalves
No dia 03 de setembro, o Sistema Fetransul e o Sindicato das Empresas de Transporte de Cargas e Logística de Bento Gonçalves e região – Sindibento, realizarão o 3º Encontro do TRC Gaúcho no Hotel Laghetto Viverone Estação. O evento terá início às 9h e previsão de encerramento às 17h. Será um dia inteiro de muito bate papo e troca de informações sobre o transporte rodoviário de cargas. Importantes representatividades do setor estarão presentes. Agende essa data e não fique de fora! Inscreva-se: https://bit.ly/3ziWubU
Atividade econômica e serviços registram aumento, em junho, puxado pelo transporte

Os detalhes estão no Radar CNT do Transporte publicado nesta semana pela Confederação O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) registrou aumento de 0,69% em junho deste ano e de 3,09% em relação a junho de 2021, resultado que tem grande contribuição do setor de serviços, do qual o transporte faz parte. O Produto Interno Bruto (PIB) de serviços representa cerca de 70% da soma de todos os bens e serviços produzidos no país. As informações estão no Radar CNT do Transporte – Pesquisa Mensal de Serviços (PMS) e IBC-Br – Junho/2022, lançado esta semana pela Confederação Nacional do Transporte (CNT). O volume de serviços mensurado pela PMS apresentou evolução de 0,70%, em junho, em relação ao mês anterior. O mesmo ocorreu no transporte, cujo crescimento foi de 0,60%. O setor também apresentou aumento, de 13,9% no primeiro semestre de 2022, comparado ao mesmo período de 2021. Na abertura por segmentos do transporte, em junho houve aumento de 2,40% no volume de serviços no terrestre (rodoviário e ferroviário), e no aquaviário, 1,40%. Realidade oposta foi registrada pelo aéreo e pela armazenagem, serviços auxiliares aos transportes e correio – que, no mesmo período, apresentaram diminuição de 9,90% e 2,40%, respectivamente. A redução do volume de serviços do modal aeroviário está relacionada com o aumento dos preços das passagens nos últimos meses. Segundo o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), divulgado pelo IBGE, a inflação acumulada em 12 meses até junho no preço desse item foi de 122,40%. Ainda para este ano, existe a expectativa de novas expansões da atividade econômica e do volume de serviços do transporte. Tal perspectiva tem como base medidas implementadas pelo governo federal, em especial as desonerações sobre combustíveis e energia. Caso não ocorram alterações, é esperada uma melhora nos custos de produção, bem como nos de transporte, o que deve se refletir em melhora da atividade econômica. Confira os detalhes no Radar CNT do Transporte – Pesquisa Mensal de Serviços (PMS) e IBC-Br – Junho/2022 Fonte: Agência CNT Transporte Atual
II Congresso Internacional de Inteligência Emocional
Pesquisas apontam que a Inteligência Emocional é uma das principais competências exigidas pelo mercado de trabalho Pesquisas apontam que a Inteligência Emocional é uma das principais competências exigidas pelo mercado de trabalho. Diante disso, cada vez mais é preciso das pessoas e organizações, a capacidade de dar respostas rápidas, às necessidades deste novo cenário. O caminho está no desenvolvimento de ferramentas, que promovam uma cultura de aprendizado contínuo, e o desenvolvimento de novas habilidades como a inteligência emocional. Dentro desta perspectiva, o II Congresso Internacional de Inteligência Emocional contribuirá para a promoção da saúde mental e do bem-estar das pessoas nas organizações. Este é o momento que sua empresa precisava para colocar em foco a saúde mental de seus colaboradores. Afinal, ela é o ponto de conexão entre o equilíbrio e a produtividade, a felicidade e a resiliência e o crescimento. O evento contará com a participação de profissionais reconhecidos no mercado nacional e internacional, garantindo que este seja um momento único de networking e aprendizado! Para mais informações e inscrição, acesse: congressoie.com.br. Associados SETCERGS possuem desconto! Fonte: SETCERGS