Implementos rodoviários têm alta de 35,2% nas vendas em agosto

Alta das vendas de implementos rodoviários em agosto indica tendência que está se consolidando, segundo a Anfir, que representa as empresas do setor. A venda de implementos rodoviários no Brasil cresceu 35,2% em agosto. Ou seja, foram 14.761 unidades emplacadas, ante as 10.911 registradas em julho. Porém, na comparação com o mesmo mês de 2021, quando a venda de implementos rodoviários somou 15.357 unidades, o resultado foi 3,9% menor. Além disso, ao comparar o acumulado dos oito meses de 2022 com o mesmo período do ano passado, o resultado é 3,34% negativo. De janeiro a agosto, foram emplacadas 103.724 unidades, ante 107.303 registradas de janeiro a agosto de 2021. Os dados são da Anfir, associação que reúne as fabricantes de implementos rodoviários no Brasil. Média mensal em crescimento Apesar do resultado negativo na comparação mensal e no acumulado do ano, a média mensal de emplacamentos está crescendo. De acordo com a Anfir, no primeiro bimestre a média mensal foi de 11.482 emplacamentos. A partir daí, passou a ser de 12.965 unidades. Conforme o presidente da Anfir, José Carlos Spricigo, a curva positiva indica que o mercado está reagindo. Segundo ele, isso reflete o bom desempenho de alguns setores da economia. Por exemplo, agronegócio, construção civil, mineração e varejo. Boas expectativas Como resultado, o presidente da Anfir diz que em 2022 a indústria de implementos rodoviários deve entregar 165 mil unidades. Além disso, as vendas do setor devem continuar aquecidas em 2023. “Há sinais de queda de juros e a inflação está voltando à meta prevista?, diz Spricigo. Queda na comparação anual Seja como for, os reboques e semirreboques puxaram a queda na comparação do acumulado de 2022 com o de 2021. Assim, de janeiro a agosto, foram 55.319 vendas desse tipo de implemento rodoviário. Ou seja, houve queda de 9,97% ante os 61.445 emplacamentos do ano anterior. Por outro lado, as vendas de carrocerias sobre chassi tiveram bom desempenho. De acordo com a Anfir, de janeiro a agosto os emplacamentos somaram 2.990 unidades. Portanto, houve alta de 8,89% ante as 2.650 vendas feitas no mesmo período do ano passado. Fonte: NTC / Foto: Randon/Divulgação

IPCA do transporte e do diesel apresentam nova queda em agosto

Inflação do transporte acumulada em 12 meses voltou a um dígito (7,62%) depois de passar 16 meses em patamar de duas casas decimais A inflação acumulada em 12 meses para o transporte (7,62%) retorna, em agosto, a um patamar menor que o registrado em março de 2021 (8,58%). A queda ocorre depois do índice para o setor passar 16 meses na casa dos dois dígitos decimais, tendo chegado a 21,97% em novembro/2021. Essa diminuição pode ser explicada, principalmente, pela redução dos preços dos combustíveis. A avaliação é da Confederação Nacional do Transporte e está detalhada no Radar CNT do Transporte – IPCA Agosto 2022, publicado nesta segunda-feira, 12. O documento tem por base o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) divulgado hoje pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Os combustíveis fecharam agosto com taxa de -10,82%, tendo o diesel reduzido 3,76%. Com isso, a inflação acumulada em 12 meses para o diesel passou de 61,98% em julho para 53,16% em agosto. Um dos fatores que pode ter influenciado a mudança no preço do diesel é a tendência de queda na cotação internacional do barril de petróleo. Outro importante componente que gerou influência direta no diesel foi a política de desonerações de combustíveis adota pelo governo federal. Saiba mais: Radar CNT do Transporte – IPCA Agosto 2022 Fonte: CNT

ANTT estabelece tipos, espécies e carroceria de veículos aceitos no RNTRC

A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) publicou na última sexta-feira (09), no Diário Oficial da União, duas portarias que trazem alterações para os transportadores de cargas realizarem sua inscrição no Registro Nacional de Transportadores Rodoviários de Cargas (RNTRC). A primeira Portaria, que recebeu o número 216, traz a tabela com as carrocerias e tipos de veículos aceitos para o cadastro no RNTRC, independentemente do tipo de transportador. Clique aqui para acessar o documento. A outra Portaria, de número 218, diz que as Empresas de Transporte de Cargas (ETC) e as Cooperativas de Transporte de Cargas (CTC) terão que ter suas atividades econômicas com um dos doze CNAE (Classificação Nacional de Atividades Econômicas) exigidos, que podem ser verificados no documento, clicando aqui. A ANTT verificará na base de dados da Receita Federal do Brasil (RFB) do Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica – CNPJ, se a empresa ou cooperativa apresenta um dos Códigos CNAE previstos na portaria. Fonte: Setcergs

CONEXÃO EMPRESAS X MOTORISTAS

Projeto MVP Motorista de Futuro é lançado durante o 3º Encontro do TRC Gaúcho A Campanha Motorista de Futuro que tem como objetivo principal a atração de novos motoristas profissionais para o transporte rodoviário de cargas, lançou no dia 03 de setembro em Bento Gonçalves, durante o 3º Encontro do TRC Gaúcho, o Sistema de Gestão que faz a conexão entre EMPRESAS interessadas na contratação de motoristas profissionais, e MOTORISTAS que desejam ser contratados ou que gostariam de se tornar motoristas do setor de transportes. O App faz parte de um dos projetos realizados pela equipe do HUB TECH Sistema Fetransul junto ao Instituto Caldeira, onde o HUB está localizado. O Software é um modelo MVP e está sendo testado com o objetivo aperfeiçoar, portanto sugestões poderão ser encaminhadas para o e-mail hubtechcaldeira@fetransul.com.br. Estão sendo estudadas, possibilidades de conexões com sistemas do SEST SENAT que tem como intuito, tornar o projeto dinâmico e integrado. O sistema possui três possibilidades de participação, sendo estas: Sou Motorista, Sou Empresa e Seja um futuro Motorista. Abaixo a descrição de cada uma delas: Sou Motorista – O cadastro possui foco para os motoristas que já possuem CNH e estão a procura de oportunidade de contratação como motorista profissional no setor de transporte rodoviário de cargas. Basta preencher o formulário e os dados ficarão disponíveis no sistema para as empresas cadastradas com possibilidade de contatação com o profissional. Sou Empresa – A empresa deve fazer parte do quadro de associados de um dos sindicatos filiados ao Sistema Fetransul. Mediante preenchimento do formulário e cadastro efetuado, será liberado o acesso ao banco de dados disponibilizado pela federação. Seja um futuro Motorista – O espaço édestinado quem não possui CNH, ou para quem possui apenas habilitação na categoria B. É importante destacar, que a federação não garante a contratação dos motoristas cadastrados. O Sistema é apenas um facilitador e promove a conexão entre EMPRESAS x MOTORISTAS. Clique e acesse o nosso Software de Gestão: https://app.fetransul.com.br/

Indústria cresce 2,2% no segundo trimestre e puxa alta do PIB

Economia brasileira avançou 1,2%, segundo o IBGE. Resultados foram além das expectativas, aponta Confederação Nacional da Indústria (CNI) O Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil cresceu 1,2% no segundo trimestre de 2022, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A alta foi puxada principalmente pelo desempenho da indústria, que cresceu 2,2%, o melhor resultado entre todos os setores da economia. Mário Sérgio Telles, gerente executivo de Economia da Confederação Nacional da Indústria (CNI), diz que o resultado do PIB brasileiro e do setor industrial foram surpreendentes.  “Nas duas situações, os resultados vieram muito positivos e até um pouco acima da projeção da CNI. Temos tido um movimento do mercado de trabalho com mais pessoas trabalhando e com aumento da massa de salários real que tem impactado muito positivamente o consumo. O consumo cresceu e a produção industrial e o PIB foram muito influenciados por isso”, avalia. O consumo das famílias cresceu 2,6%. Os brasileiros gastaram mais, porque a massa salarial real também subiu. Além disso, o IBGE aponta que houve maior acesso ao crédito, saque extraordinário do FGTS e antecipação do décimo terceiro salário para aposentados e pensionistas. Todos os segmentos da indústria cresceram entre o primeiro e o segundo trimestres do ano. Segundo o IBGE, o avanço do setor foi puxado pelo desempenho positivo de 3,1% da atividade de eletricidade e gás, água, esgoto e atividades de gestão de resíduos. Os segmentos da construção (2,7%), indústrias extrativas (2,2%) e indústrias de transformação (1,7%) também se destacaram. A alta desse último veio após três trimestres de queda. A melhora dos ramos de coque e derivados de petróleo; couros e calçados; produtos químicos, papel e celulose e bebidas influenciaram o resultado. Segundo a CNI, a previsão de queda de 1,5% da indústria de transformação em 2022 divulgada em junho será revista para uma desaceleração “muito mais moderada” ou até mesmo crescimento. O PIB da indústria, antes de 0,2%, também vai subir na próxima projeção. Mais investimentos e acesso a insumos Na visão de Telles, outros dois fatores impulsionaram a indústria e, consequentemente, a economia brasileira no segundo trimestre. O primeiro deles foi a alta dos investimentos, que subiram 4,8%. “Ao mesmo tempo em que nós temos aumento do consumo da população brasileira e o aumento dos investimentos, temos identificado uma redução da quantidade  de produtos importados. Isso significa que, com mais consumo e investimentos e menos importações, a indústria nacional é que está abastecendo significativamente esse aumento de demanda”, comemora. Outro elemento importante para a recuperação da indústria foi a melhora do acesso às matérias-primas, problema que os empresários do setor elencaram como um dos maiores obstáculos para a produção. “Temos tido uma melhora significativa na questão dos insumos. A indústria estava sendo bastante prejudicada pela dificuldade de acesso a insumos e isso tem se normalizado até num ritmo mais rápido do que esperávamos”, explica. Telles diz que, além do crescimento da indústria ser positivo em si mesmo, traz benefício para todos os setores da economia e para o PIB em geral, porque a indústria  é o setor que mais demanda e mais gera atividades nos demais. “Cada R$ 1 a mais produzido na indústria gera um aumento de R$ 2,43 nos outros setores”, pontua. Esse rendimento é R$ 1,75 na agricultura e R$ 1,49 no setor de serviços por real. Fonte e Foto: Brasil 61

Rodovia no extremo-sul do Rio Grande do Sul chega a 60 quilômetros recuperados pelo MInfra

Revitalização de 15 quilômetros da BR-472/RS facilita o acesso e a saída do Brasil por viajantes dos países do Mercosul O Ministério da Infraestrutura, por meio do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), entregou nesta terça-feira (6) 15 quilômetros de pistas recuperadas na BR-472/RS, em Itaqui, cidade gaúcha localizada próxima à fronteira do Brasil com a Argentina. No total, já são 60,6 quilômetros de pistas recuperadas na rodovia, umaa das principais entradas rodoviárias para viajantes dos países do Mercosul ao Brasil. Entre os serviços previstos no contrato de restauração e manutenção (Crema) até 2025, estão a recuperação e restauração das pistas e dos acostamentos, melhoramentos de acessos, da drenagem, da sinalização e das obras de arte especiais (pontes e viadutos). O contrato ainda prevê ações de conservação e manutenção rotineiras como limpeza da pista, roçada e poda. Assessoria Especial de ComunicaçãoMinistério da Infraestrutura Fonte: gov.br

5G: a conectividade e as transformações da indústria e do agronegócio

A tecnologia 5G não vai apenas aumentar a velocidade das conexões e melhorar o acesso à internet, vídeogames, aplicativos de trabalho e compras online. Além do grande impacto na experiência do usuário pessoa física, os avanços serão muito maiores. O 5G trará um grande impacto principalmente em suas aplicações profissionais, como na indústria 4.0, interconectando fábricas que trabalham em rede, muitas vezes em diferentes continentes.  Uma das grandes vantagens na utilização dessa tecnologia no setor industrial, consiste na maior velocidade de transmissão. Esse fato permite que os robôs não precisem guardar dados captados ou produzidos em um HD interno ou externo, podendo ser armazenados na nuvem. Isso permitirá que a indústria tenha milhares de dispositivos conectados, que compartilham entre si, praticamente em tempo real, informações, documentos e arquivos. Essa alta quantidade de máquinas conectadas pode mudar a maneira como a linha de produção interage e produz. A instalação de sensores capazes de monitorar o desperdício de matéria-prima em tempo real, por exemplo, poderá impedir o desperdício de recursos instantaneamente. Qual o papel do 5G na Indústria 4.0? A conectividade entre dispositivos inteligentes que são movidos por inteligência artificial (IA) ou internet das coisas (IoT), otimiza o tempo de resposta a um comando, permitindo a personalização de demandas, alteração de pedidos ou a impressão de características especiais dos robôs, diminuindo perdas. A indústria 4.0, com o 5G, promete ajudar a “prever o futuro”, corrigir erros, fazer manutenção preventiva automática ou evitar que decisões sigam o caminho errado. Assistimos, assim, aos primórdios de uma nova revolução industrial como parte de um processo de transformação digital da sociedade. Realmente histórico! De acordo com pesquisa realizada pela consultoria Omdia, em parceria com a Nokia, a perspectiva é que em 15 anos a partir de sua implementação, o 5G traga ganhos financeiros acima de US$ 1,1 trilhão ao País. Para o agronegócio, a estimativa é de US$ 76 bilhões.  Sabemos muito bem que a evolução tecnológica precisa que a conectividade chegue, por exemplo, às áreas de cultivo. Para buscar melhorar a infraestrutura de telecomunicações no meio rural, a Anatel estabeleceu – entre as regras do leilão do 5G – dois pontos fundamentais: o prazo (dezembro de 2029) para que todos os municípios brasileiros com mais de 30 mil habitantes tenham a tecnologia disponível, e a obrigatoriedade de investimento na cobertura 4G em alguns trechos de rodovias federais, escolas e áreas remotas. A ampliação da conectividade nas áreas rurais começa a render frutos neste momento. Já é possível praticar a agricultura de precisão, que usa imagens via satélite, favorecendo o desempenho de máquinas automatizadas, como colheitadeiras que estimam a produtividade por talhão, e a utilização de drones para monitoramento de pragas e plantas daninhas. O que é necessário para a liberação do 5G em áreas de agronegócio? É preciso enfatizar que ampliar a conectividade, permitindo que tecnologias como o 5G sejam acessíveis aos produtores rurais, não depende apenas de uma política do governo ou de ação exclusiva das operadoras de telecom. É preciso, antes de tudo, que exista uma cooperação entre os setores público e privado.  Para estimular essa ampliação, especialmente entre a população mais vulnerável e em áreas remotas, os recursos destinados ao Fundo de Universalização das Telecomunicações (FUST) devem ser utilizados, de fato. Desde 2001, os 5 fundos setoriais recolheram R$ 226,9 bilhões em valores atualizados. Porém, desse total, apenas 8,3% foram aplicados no setor.  O FUST existe há 21 anos, mas toda a sua arrecadação de R$ 54 bilhões (valores correntes) foi para o Tesouro e não para o fim que foi criado.  Para debater a visão de futuro da indústria brasileira de telecom e sua dimensão estratégica para o desenvolvimento da Indústria e do Agronegócio, no dia 20 de setembro acontecerá o Painel Telebrasil Talks. Com as presenças já confirmadas de executivos de empresas líderes, e de Alexandre Ywata, Secretário Especial de Competitividade e Produtividade do Ministério da Economia e de Carlos Baigorri, Presidente da Anatel, o encontro debaterá a transformação digital dos setores produtivos e os desafios para a expansão da conectividade por todo o território brasileiro. Fonte: Techmundo / Foto: Getty Images

Promulgada lei que facilita reajustes da tabela do frete rodoviário de cargas

Aumentos serão permitidos quando o preço do diesel no mercado nacional variar mais de 5% O presidente do Congresso Nacional, senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG), promulgou a Lei 14.445/22, que reduz o percentual de gatilho e permite acelerar o reajuste do preço do frete rodoviário de cargas. A norma foi publicada no Diário Oficial da União desta segunda-feira (5). A lei é resultante da Medida Provisória 1117/22, aprovada pela Câmara dos Deputados e pelo Senado Federal no fim de agosto. Na Câmara, o texto foi relatado pelo deputado Cezinha de Madureira (PSD-SP). Com a nova lei, a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) pode atualizar os valores mínimos do frete rodoviário de cargas sempre que houver oscilação superior a 5% no preço do óleo diesel no mercado nacional, para mais ou para menos. Antes da medida, o reajuste da tabela do frete ocorria apenas quando houvesse elevação de 10%, ou a cada seis meses. O último reajuste da tabela dos pisos mínimos de frete ocorreu em julho, com um aumento médio de 0,87% a 1,96%, de acordo com o tipo de operação. A Política Nacional de Pisos Mínimos do Transporte Rodoviário de Cargas (PNPM-TRC) foi criada pelo governo federal em resposta à manifestação dos caminhoneiros, em maio de 2018. Os pisos se referem ao quilômetro rodado, por eixo carregado, consideradas as distâncias e as especificidades das cargas. Reportagem – Noéli NobreEdição – Natalia Doederlein Fonte: Agência Câmara de Notícias

INOVARH discute novas gerações no mercado de trabalho

É hora de reservar o seu lugar! No próximo dia 15 de setembro (quinta-feira), você tem um super encontro com o INOVARH, às 14h, no SETCERGS.  O tema desta desta vez é: “A dinâmica das novas gerações no mercado de trabalho”. Vamos debater como as empresas têm se preparado para acolher os jovens e zelar pela perpetuidade dos negócios. A palestrante é Sirley Carvalho, Founder da Merhcado Gestão de Carreira, psicanalista, Mestre em Psicologia Social e Organizacional, embaixadora da Rede Cidadã Regional Sul e Diretora de Responsabilidade Social da ABRH/RS. Clique aqui e faça já sua inscrição gratuita:  INOVARH Quando: 15/09 Onde: sede do SETCERGS, na Av. São Pedro, 1420, Porto Alegre. Inscrições pelo Sympla, https://www.sympla.com.br/inovarh—a-dinamica-das-novas-geracoes-no-mercado-de-trabalho__1711132 

Última semana de inscrições para o curso de Especialização em Logística e Supply Chain Management 4.0

Garanta sua vaga e especialize-se! A Especialização em Logística e Supply Chain Management 4.0 é uma pós-graduação lato sensu ministrada pelo Ibmec Educacional. Tem como objetivo desenvolver competências e técnicas orientadas à eficiência nas operações logísticas, aumento da produtividade, redução de riscos, apoio à decisão e identificação de oportunidades de novos negócios. Capacitação gratuita para gestores do setor transportador. Inscrições prorrogadas até o dia 11/9. Inscreva-se agora através do link: https://www.itl.org.br/especializao-em-logstica-supply-chain-management Fonte: ITL