ANTT aprova redução dos valores da tabela frete

Variação negativa nos valores ocorre após retração acumulada no preço do Diesel S10 de -5,61% A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) publicou no Diário Oficial da União (DOU) desta terça-feira (4/10) a atualização da tabela do piso mínimo do frete do transporte rodoviário de carga. A Portaria Suroc Nº 219 proporciona uma redução média nos valores de -2,89% a -3,68, dependendo do tipo de carregamento. O reajuste considera o preço final do Diesel S10 nas bombas, uma vez que a Lei 14.445/2022 determina que a tabela seja reajustada sempre que ocorrer oscilação no valor do combustível superior a 5%, seja para baixo ou para cima. Para o reajuste, a Agência analisou a tabela de índice de preços divulgada pela Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Segundo levantamento, entre 28 de setembro e 1ª de outubro, o preço médio do Diesel S10 ao consumidor ficou em R$6,73 por litro, o que resultou em um percentual de variação acumulado, desde a publicação da Portaria Suroc nº 214, de 22 de agosto, de -5,61% – quando ocorreu o último reajuste na tabela frete. Para saber tudo sobre a Política Nacional dos Pisos Mínimos de Frete (PNPM), clique aqui. Com o atingimento do gatilho, os reajustes médios tabela frete foram os seguintes, de acordo com o tipo de operação: Tabela A – transporte rodoviário de carga de lotação: -2,89%Tabela B – veículo automotor de cargas : -3,21%Tabela C – transporte rodoviário de carga lotação de alto desempenho: -3,37%Tabela D – veículo de cargas de alto desempenho: -3,68% Os novos valores mínimos do frete rodoviário conforme tipo de carga podem ser consultados neste link.  Histórico Pela legislação, a Agência tem de reajustar a tabela do frete a cada seis meses ou quando a variação do preço do diesel for igual ou superior a 5%,  quando é acionado o mecanismo de gatilho. O último reajuste da tabela pelo mecanismo do gatilho tinha ocorrido em 23 de agosto. A Lei 14.445/2022 que institui a Política Nacional de Pisos Mínimos do Transporte Rodoviário de Cargas (PNPM-TRC), determina que compete à ANTT publicar norma com os pisos mínimos referentes ao quilômetro rodado na realização de fretes, por eixo carregado, consideradas as distâncias e as especificidades das cargas. Fonte: ANTT

Balança comercial registra superávit de US$ 3,99 bi em setembro

Queda do preço do minério de ferro faz saldo cair 9,3% A queda do preço internacional do ferro e o encarecimento de fertilizantes e petróleo fizeram o superávit da balança comercial encolher em setembro. No mês passado, o país exportou US$ 3,993 bilhões a mais do que importou – queda de 9,3% em relação ao registrado em setembro do ano passado (US$ 4,401 bilhões), segundo o Ministério da Economia. De janeiro a setembro deste ano, a balança comercial acumula superávit de US$ 47,869 bilhões. Isso representa 15,6% a menos que o registrado nos mesmos meses do ano passado. Apesar do recuo, o saldo é o segundo melhor da história para o período, perdendo apenas para os nove primeiros meses de 2021, quando o superávit tinha fechado em US$ 56,44 bilhões No mês passado, o Brasil vendeu US$ 28,95 bilhões para o exterior e comprou US$ 24,957 bilhões. Tanto as importações como as exportações bateram recorde em setembro, desde o início da série histórica, em 1989. As exportações subiram 18,8% em relação a setembro do ano passado, pelo critério da média diária. As importações, no entanto, aumentaram em ritmo maior: 24,9% na mesma comparação. No caso das exportações, o recorde deve-se mais ao aumento dos embarques que dos preços internacionais das mercadorias do que do volume comercializado. No mês passado, o volume de mercadorias exportadas subiu em média 12,6% na comparação com setembro do ano passado, enquanto os preços médios aumentaram 6%. A valorização dos preços poderia ser maior não fosse a queda do minério de ferro, cuja cotação caiu 32% na mesma comparação, e por produtos semiacabados de ferro ou de aço, cujo preço recuou 42,7%. Nas importações, a quantidade comprada subiu 8,5%, refletindo a recuperação da economia, mas os preços médios aumentaram em ritmo mais intenso: 18,6%. A alta dos preços foi puxada principalmente por adubos, fertilizantes, petróleo, gás natural, carvão mineral e trigo, itens que ficaram mais caros após o início da guerra entre Rússia e Ucrânia. Setores No setor agropecuário, o aumento nos preços internacionais pesou mais nas exportações. O volume de mercadorias embarcadas subiu 17,3% em setembro na comparação com o mesmo mês de 2021, enquanto o preço médio subiu 26,1%. Na indústria de transformação, a quantidade exportada subiu 11,9%, com o preço médio aumentando 9,7%. Na indústria extrativa, que engloba a exportação de minérios e de petróleo, a quantidade exportada subiu 10,5%, mas os preços médios recuaram 13,2% em relação a setembro do ano passado. Embora o preço médio do petróleo bruto tenha subido 22,1% nessa comparação, o preço do minério de ferro caiu 37,5%, puxado pelos lockdowns (confinamentos) na China, que reduziram a demanda internacional. Os produtos com maior destaque nas exportações agropecuárias foram milho não moído, exceto milho doce (+260%), café não torrado (+42,6%) e soja (+6,4%) na agropecuária. O destaque negativo foram animais vivos, exceto pescados ou crustáceos, cujas exportações caíram 56,9% de setembro do ano passado a setembro deste ano. Na indústria extrativa, os maiores crescimentos foram registrados nas exportações de outros minerais brutos (+77,7%), outros minérios e concentrados de metais de base (+191,6%) e petróleo bruto (+40,9%). Na indústria de transformação, as maiores altas ocorreram nos açúcares e melaços (+44,7%), farelos de soja, farinhas de carnes e de outros animais (+71,8%) e celulose (+68,9%). Quanto às importações, os maiores aumentos foram registrados nos seguintes produtos: cevada não moída (+5.632,8%), trigo e centeio não moídos (+32,0%) e frutas e nozes (+21,5%), na agropecuária; petróleo bruto (+192,7%), na indústria extrativa; e combustíveis (+142,9%), controladores de pragas agrícolas (+75,1%) e compostos organo-inorgânicos (+65,4%), na indústria de transformação. Em relação aos adubos e aos fertilizantes, o crescimento nas importações decorre inteiramente do preço, que subiu 47,4% em setembro na comparação com o mesmo mês do ano passado. O volume importado caiu 22,6% por causa da guerra entre Rússia e Ucrânia. Estimativa A equipe econômica reduziu significativamente a projeção de superávit comercial para 2022. Em julho, o governo projetava saldo positivo de US$ 81,5 bilhões. A estimativa atualizada hoje (3) prevê superávit de US$ 55,4 bilhões. Apesar da queda na estimativa, esse valor garantiria o segundo maior superávit comercial da série histórica. O saldo seria menor apenas que o superávit de US$ 61,407 bilhões observados no ano passado. As estimativas oficiais são atualizadas a cada três meses. As previsões estão mais pessimistas que as do mercado financeiro. O boletim Focus, pesquisa com analistas de mercado divulgada toda semana pelo Banco Central, projeta superávit de US$ 61,5 bilhões neste ano. Edição: Maria Claudia Por Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil – Brasília

Micro e pequenas empresas criaram mais de 70% dos empregos de agosto

Do saldo de 278,6 mil contratações, 199,6 mil vagas são das MPEs No mês de agosto, as micro e pequenas empresas (MPE) foram responsáveis por mais de 70% do total de empregos criados no país, mostra levantamento do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) com base em dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). Do saldo de 278,6 mil contratações no período, 199,6 mil vagas formais foram criadas por essas empresas. “São o segmento com melhores condições para responder ao desafio da criação de empregos no país. Agosto foi o oitavo mês consecutivo que os pequenos negócios apresentaram saldo positivo”, apontou o presidente do Sebrae, Carlos Melles. Ele destacou que a média mensal de empregos gerados pelos pequenos negócios, desde o início do ano, é superior a 160 mil.  No acumulado do ano, o país gerou 1,8 milhão de empregos, sendo as micro e pequenas empresas responsáveis por 1,3 milhão (71,7%). As médias e grandes, por sua vez, criaram 400 mil postos de trabalho, o que corresponde a 21,5% do total. De acordo com o levantamento, o setor de serviços das micro e pequenas empresas concentra a maior parte das contratações. Foram 96,2 mil em agosto, o que representa 35%. Os setores de comércio e construção civil ocupam a segunda e terceira posição, respectivamente, na criação de postos de trabalho entre as MPEs. Melles explica que essa proporção entre os tipos de negócios e as vagas disponíveis se repete. “Em 2021, os pequenos negócios foram responsáveis por oito a cada dez novas vagas de emprego. Neste ano, estamos mantendo uma média mensal de mais de 70%”, relembrou. Ele destacou ainda que no primeiro ano da pandemia o país teve um saldo total negativo de 191.455 contratações, mas entre as micro e pequenas empresas o saldo foi positivo. “[Foram] mais de 56 mil empregos. O resultado ruim é atribuído às médias e grandes, que foram responsáveis por -274.220 postos de trabalho.” Para o presidente do Sebrae, essa tendência de mais contratações em MPEs deve se manter. Melles acredita que novos créditos disponíveis pelo Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe) podem aliviar as contas desse segmento. “Permitindo que as micro e pequenas respirem um pouco melhor e façam os investimentos necessários para aumentar a sua produtividade e, consequentemente, continuarem sendo as principais responsáveis pela geração de empregos no país”, avalia. Fonte: Agência Brasil / Foto: Marcelo Camargo – Agencia Brasil

Últimos dias para se inscrever no seminário itinerante da COMJOVEM em Curitiba

Na próxima sexta-feira, dia 7 de outubro, acontecerá a quinta edição do Seminário Itinerante da COMJOVEM, desta vez na cidade de Curitiba, capital do Paraná. O evento é uma realização da NTC&Logística por meio do Núcleo local, tendo como entidades anfitriãs o SETCEPAR e a FETRANSPAR, com o patrocínio da Apisul, Autotrac, IVECO, Mercedes-Benz e Volkswagen Caminhões e Ônibus, apoio logístico da Braspress, e o apoio institucional da CNT/SEST SENAT/ITL e da FUMTRAN. As inscrições já estão abertas e você poderá participar do evento que tem como objetivo promover encontros, networking, informações técnicas e muito aprendizado para as empresas da cidade e toda a região. O evento contará com a participação de grandes nomes no cenário empresarial e judiciário para tratar de questões importantes para o segmento transportador. A NTC&Logística juntamente com o SETCEPAR está preparando uma programação imperdível para você. Confira. PROGRAMAÇÃO PRELIMINAR 14h00 – Abertura André de Simone – Coordenador Nacional da COMJOVEM Geovani Serafim – Vice-coordenador Nacional da COMJOVEM Valeria Melnik – Coordenadora do Núcleo da COMJOVEM Curitiba Francisco Pelucio – Presidente da NTC&Logística Afonso Akioshi Shiozaki – Presidente da Fetranspar Marcos Egídio Battistella – Presidente do Setcepar 14h30 – Momentos Parceiros NTC 14h40 – Apresentação COMJOVEM 14h50 – Comunicados especiais / Ação Social COMJOVEM Curitiba 15h00 – Palestra: “Governança Corporativa – Agilidade, Transparência e autonomia às atividades” Palestrante: Cristiano Roveda – Advogado e sócio fundador – Roveda & Marcelino Sociedade de Advogados 16h15 – Coffee Break 16h45 – Mesa Redonda: “Conexão Jovem no TRC & Escola de Motoristas” Palestrantes: Valéria Melnik, Marcos Batistella, Camila Rangel, Vagner Teixeira (Tic Transportes) 17h45 – Palestra: Soluções Trabalhistas para a Retomada Palestrante: Marlos Augusto Melek – Juiz Federal 18h45 – Encerramento Faça já sua inscrição: https://www.portalntc.org.br/eventos/seminario-itinerante-comjovem-curitiba/ Fonte: NTC

1º Congresso Técnico de Logística terá como foco o desenvolvimento dos vales

Evento será realizado dia 11 de outubro, no Porto de Estrela O 1º Congresso Técnico de Logística dos Vales vem tomando uma grande proporção em termos de programação e oportunidades. Promovido pelo Sindicato das Empresas de Transportes de Carga e Logística do Rio Grande do Sul (SETCERGS) e pela Empresa Pública de Logística Estrela (E-Log), o Congresso irá reunir profissionais e empresas do ramo da Logística, evidenciando múltiplos olhares sobre este setor. A ideia surgiu do grupo de transportadores associados ao SETCERGS que são da região. “As empresas de transporte são muito importantes para a economia dos Vales. Atualmente, elas empregam aproximadamente 5 mil pessoas”, informa o vice-presidente de Transportes da entidade, Diego Tomasi.  “É um setor bastante pujante, por isso é importante debater os assuntos ligados à logística. A gente pensou em valorizar e trazer soluções para este setor, e por isso a realização do Congresso.” Na quinta-feira, dia 22, foi realizada uma reunião na sede da E-Log para adequar os últimos detalhes deste evento, marcado para o dia 11 de outubro, no Porto de Estrela. Conforme a diretora administrativa da E-Log, Renata Cherini, os objetivos foram ajustar detalhes e fechar o quadro de painelistas, entre outros. Estiveram representados a diretoria do SETCERGS e empresários locais do ramo da logística, além da equipe de organização e divulgação do evento.  Renata explicou a escolha do nome “1º Congresso Logístico dos Vales”. “Esta é uma parceria importante, firmada desde a idealização do Congresso, já que a discussão sobre logística, multimodalidade e desenvolvimento é do interesse de toda a região dos vales (do Taquari e do Rio Pardo). E o envolvimento da Câmara da Indústria e Comércio vem neste sentido, inclusive porque a gente sabe que a logística está presente dentro das indústrias, no comércio, enfim, em muitos campos.”  Para o presidente da CIC Vale do Taquari, Ivandro Carlos Rosa, o apoio ao Congresso de Logística representa a busca de ações para fomentar a economia da região. “É uma forma de contribuir com soluções para esse novo momento desafiador que as empresas estão enfrentando, com altos custos de insumos. A logística é estratégica, determinante para a viabilidade de muitos negócios instalados na região ou que eventualmente queiram vir a se instalar aqui”, justifica Rosa, que será o mediador do primeiro painel do Congresso, abordando os modais rodoviário, ferroviário e hidroviário.  O Congresso  Com início às 8h30min com recepção e credenciamento, o 1º Congresso de Logística dos Vales terá sua abertura oficial às 9h30min e, na sequência, o primeiro painel. Será um dia dedicado ao debate e ao networking. A programação contempla ainda momentos de integração, e o público inscrito poderá conferir os estandes das empresas com exposição de produtos e serviços.  A participação no evento não tem custos, porém é necessário que o público faça um credenciamento prévio pelo site do Sympla, em https://www.sympla.com.br/evento/1-congresso-de-logistica-dos-vales/1717647 até o dia 5 de outubro. Uma novidade, é a abertura de vagas para estudantes de cursos que englobam a área da logística. As vagas são limitadas. Os nomes dos painelistas serão divulgados nos próximos dias. A organização do evento reforça que são nomes relevantes dentro do assunto, contribuindo com o conhecimento e a prospecção de futuro da logística na região.  Confira a programação do Congresso: 8h30min: Recepção e credenciamento; 8h30min: Welcome Coffee – integração e networking; 9h30min: Abertura oficial do evento; 10h: Painel 01 – O Futuro da Logística; 12h: Intervalo para almoço e networking. Restaurante no local do evento. 14h: Painel 02 – Inovações no setor de logística; 15h30: Intervalo para integração e networking; 16h: Painel 03 – Gestão de empresas familiares; 18h: Happy Hour. As empresas que estão conosco e acreditam nesta ideia: Dipesul Volvo Mondial Rhodoss Delta Global Truckpag Truck Control Brasdiesel/Scania Transpocred Wallerius Seguros CTA Smart Transoft Atual Pneus 1º Congresso Técnico de Logística dos Vales: Quando: 11 de outubro, das 8h às 18h. Onde: Porto Fluvial de Estrela, Rua Augusto Frederico Markus, Estrela, RS. Inscrições: clique aqui. Fonte: SETCERGS

Documento com pleitos do setor é entregue a Cláudia Jardim, vice de Onyx Lorenzoni, candidato ao Governo do Estado

O diretor executivo do Sistema Fetransul, Gilberto Rodrigues e o diretor de logística e infraestrutura, Paulo Ziegler oficializaram na manhã de hoje (30) a entrega dos pleitos do setor de transportes a Cláudia Jardim, vice de Onyx Lorenzoni, candidato ao Governo do Estado. O documento expõe os temas de interesse do setor nas áreas tributária, infraestrutura, concessões de rodovias, AETs, custo das CNHs.

Brasil gera 278,6 mil empregos formais em agosto, diz Caged

Acumulado do ano chega a 1,8 milhão de novas vagas O Brasil criou, em agosto deste ano, mais de 278 mil novos postos formais de emprego. O resultado foi positivo em todas as unidades da federação e em todos os setores econômicos. Com isso, agosto foi o terceiro melhor mês do ano em relação ao número de vagas criadas, melhor que julho, quando 221 mil novas vagas surgiram no país, mas, inferior a agosto de 2021, quanto o Brasil registrou 378 mil novas vagas de trabalho. Os dados são do Caged, o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados, divulgado nesta quinta-feira pelo Ministério do Trabalho e Previdência. O destaque de agosto foi o setor de serviços, responsável por criar 50% dos empregos com carteira assinada. Em seguida, vem o setor industrial, que aumentou em 52 mil o número de postos de trabalho, seguido pelo comércio, que criou 41 mil vagas de com carteira assinada, como destacou Felipe Pateo, subsecretário de estudos e estatísticas do trabalho. No acumulado do ano, de janeiro a agosto, o Brasil aumentou em 4,5% o número de empregos formais. No total, existem mais de 42 milhões de trabalhadores com carteira assinada no país. Entre as regiões brasileiras, o Nordeste e o Norte foram as que apresentaram o melhor desempenho relativo, com destaque para os estados do Amapá, Roraima, Rio Grande do Norte, Alagoas, Paraíba e Pernambuco. Já o salário médio do trabalhador brasileiro no momento da contratação, em agosto, foi de MIL, NOVECENTOS E QUARENTA E NOVE REAIS, um e meio por cento superior ao valor de julho deste ano, e praticamente o mesmo valor de agosto do ano passado.   Fonte: Agência Brasil / Edição: Nádia Faggiani / Guilherme Strozi / Por Lucas Pordeus Leon – Repórter da Rádio Nacional – Brasília

Cresce interesse de montadoras pelo negócio de locação de veículos pesados

Praticado em larga escala na Europa e América do Norte, o negócio de aluguel de caminhões e de veículos pesados apresenta sinais de avanço no Brasil. A proposta de levar facilidades ao transportador, a começar pelo não investimento em ativos e a despreocupação com quesitos como renovação da frota, manutenção e revenda dos caminhões usados, entre vários  outros compromissos que fazem parte da rotina de quem transporta  se apresenta como uma atividade  com potencial de crescimento no setor de transporte.  A primeira montadora  no País a ingressar na atividade foi a Volkswagen Caminhões e Ônibus em parceria com o banco da marca, no final de agosto desse ano . O VW Truck Rental começou com contratos de aluguel de 36 e 60 meses e com a possibilidade de maiores prazos de locação. O programa começou com 100 caminhões disponibilizados de imediato de modelos Delivery 11.180, Constellation 7.190, 24.280, estendendo opções por cavalos mecânicos Constellation e o Meteor e 28.420. Durante coletiva concedida a jornalistas brasileiros na IAA Transportation, o CEO da Iveco na América Latina, Márcio Querichelli, disse já pensa em um modelo de locação de caminhões e vans para o Brasil. De acordo com o executivo, a ideia é de ter um produto pelo qual o cliente pagará somente o que usar, como já funciona na Europa. A Scania, por sua vez, também estuda oferecer esse serviço no País, conforme disse Silvio Munhoz, diretor da divisão comercial da montadora no Brasil. Na Europa a Scania disponibiliza há décadas o serviço Scania Rental aos transportadores, com suporte da rede para reparo e manutenção do veículo alugado. A montadora sueca iniciou a atividade na Europa em 2013 sendo uma das características do serviço o contrato terminar quando o cliente desejar, sem avisos ou penalizações. Disponibilizado 24 horas e 365 dias por ano, a montadora informou que tratava-se do único serviço da indústria de caminhões no continente naquela ocasião, inclusive com pedido online. Iveco, Scania e Volvo Nesta quarta-feira, 8 de setembro, foi a vez da Volvo anunciar o lançamento de uma locadora de caminhões, ônibus e máquinas para construção, enquanto Iveco e Scania também já manifestaram interesse em ter esse serviço em seus portfólios de produtos, a exemplo que já acontecem em outros países. A montadora atuará com planos sob medida para atender as necessidades específicas de cada cliente e segmento, seja por km rodado, hora trabalhada ou assinatura, evoluindo no conceito de veículo ou equipamento como serviço. Os prazos variam de 24 a 60 meses. O diretor de desenvolvimento de mercado da Volvo Financial Services no Brasil, José Olimpio Francisco, disse que a entrada da marca no segmento de locação visa atender uma nova demanda. “Observamos uma tendência de locação de bens no transporte de cargas e logística, em setores da indústria, agronegócio, mineração, construção e florestal. Em muitos casos, esse transporte é feito por prestadores de serviços, que preferem a locação por conta dos contratos com prazos definidos”, afirmou o executivo. O presidente da Volvo Financial Services na América do Sul, Carlos Ribeiro, reforçou que a locação amplia as oportunidades de crescimento para transportadores e embarcadores, uma vez que não há necessidade de investimento em ativos. O locatário assume apenas as parcelas mensais, alocando estes pagamentos como despesa em seu balanço. O serviço de locação da Volvo já começou a ser disponibilizado por algumas concessionárias de caminhões e ônibus da marca e distribuidores Volvo Equipamentos. De acordo com José Olimpio, o transportador terá à disposição um pacote completo de serviços, incluindo seguro, manutenção etc.  Lembrou ainda que o crescimento do serviço será gradativamente expandido no País. “É mais uma opção que chega ao mercado com a credibilidade da nossa marca e a flexibilidade para atender empresas e segmentos com soluções sob medida, de acordo com cada necessidade. ”, finalizou  Serviço é oferecido há sete anos pela Vamos No segundo semestre de 2010, a JSL anunciou ao mercado a disponibilidade de um serviço de aluguel de caminhões com investimento de R$ 7,5 milhões para atender pessoas físicas e jurídicas. A proposta inicial era de oferecer o serviço a empresas que precisassem substituir veículos em revisão ou para atender aumento de demanda. Em janeiro de 2012, a empresa inaugurou a primeira loja em São Bernardo do Campo, no ABC paulista, com contratos diários, semanais, mensais e períodos maiores. Já Em 2015, o então Grupo JSL, hoje Simpar, criou a Vamos para centralizar e expandir os negócios de locação, concessionárias e lojas de veículos seminovos e veículos pesados. Fonte: Transporte Mundial

Brasil ocupa 54ª posição em ranking de inovação

País avança três níveis, mas investimentos na área caem Levantamento divulgado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) mostra que, mesmo avançando três posições no Índice Global de Inovação (IGI), na comparação com 2021, o Brasil continuou, este ano, registrando queda nos investimentos aplicados nas áreas de inovação. “A posição brasileira está sete casas abaixo da melhor marca atingida, que foi o 47º lugar em 2011”, revela a CNI. Segundo o estudo, fruto de parceria com a Organização Mundial de Propriedade Intelectual, o Brasil ocupa atualmente o 54º lugar em um ranking com 132 países. Na avaliação da entidade, essa melhora na classificação “não significa que o país esteja bem na agenda de inovação, uma vez que os investimentos na área têm caído a cada ano”. O IGI 2022 foi calculado com base na média de dois subíndices: um é relativo a insumos de inovação e avalia “elementos da economia que viabilizam e facilitam o desenvolvimento de atividades inovadoras”. Esse índice abrange pilares relativos a instituições; capital humano; pesquisa; infraestrutura; sofisticação do mercado; e sofisticação empresarial. O outro subíndice refere-se a “produtos de inovação” e tem no “resultado efetivo das atividades inovadoras no interior da economia”. O indicador divide-se em dois pilares: um, relativo a “produtos de conhecimento e tecnologia” e outro a “produtos criativos”. CNI “Embora o Brasil tenha caído no ranking de ‘insumos de inovação’, tendo piorado duas posições (de 56º, em 2021, para 58º em 2022), o país subiu seis posições no ranking de resultados de inovação (59º para 53º), o que explica a melhora no ranking geral”, diz a CNI. Para a diretora de Inovação da entidade, Gianna Sagazio, isso quer dizer que, em termos de investimento em inovação, o Brasil piorou. “Entretanto, é como se os agentes do ecossistema brasileiro tivessem feito mais com menos e obtido melhores resultados em inovação, apesar da queda nos insumos/investimento”. Gianna explica que essa melhora demonstra que, mesmo em meio a “dificuldades estruturais do ecossistema de inovação no Brasil”, as empresas têm se saído melhor do que o esperado, o que atesta a capacidade das empresas brasileiras. “Se houvesse investimentos perenes em inovação, o que não acontece, o Brasil poderia ser uma potência em inovação”, complementa. De acordo com o levantamento, os dez países mais bem colocados no índice são: Suíça, Estados Unidos, Suécia, Reino Unido, Holanda, Coreia do Sul, Singapura, Alemanha, Finlândia e Dinamarca. Fonte: Agência Brasil / Edição: Nádia Franco Foto: Rovena Rosa / Agência Brasil

Prêmio CNT de Jornalismo: conheça os finalistas de 2022

Os 30 melhores trabalhos deste ano serão avaliados por um corpo de jurados formado por jornalistas de renome e um especialista; as matérias concorrem ao Grande Prêmio (R$ 60 mil) e às premiações por categoria (R$ 35 mil cada) O Prêmio CNT de Jornalismo2022 já tem os seus 30 trabalhos finalistas. Para chegar a esse resultado, as reportagens e fotografias inscritas foram validadas pela Comissão Organizadora e avaliadas por um grupo de pré-selecionadores, formado por cinco jornalistas com atuação acadêmica. Essa avaliação seguiu os seguintes critérios: relevância para o setor de transporte, para o transportador e para a sociedade; qualidade editorial; criatividade/originalidade; e atualidade dos temas. As pautas abordaram aspectos do transporte, seja ele rodoviário, ferroviário, aquaviário ou aéreo – nos segmentos de passageiros ou cargas.  Os materiais se enquadram nas categorias Áudio (para matérias de rádio e podcasts), Fotojornalismo, Impresso, Internet, Meio Ambiente e Transporte e Vídeo (para reportagens e documentários veiculados na TV e em serviços de streaming). Os finalistas, agora, serão avaliados pelo corpo de jurados do Prêmio, que, neste ano, é composto por: Caio Quero, editor chefe da BBC Brasil; Daniel Rittner, repórter especial do Valor Econômico; Gustavo Uribe, colunista de política da CNN Brasil; Rodrigo Orengo, diretor executivo de jornalismo da Band Brasília; e Luiz Afonso dos Santos Senna, PhD em Transportes e conselheiro-presidente da AGERGS (Agência Estadual de Regulação dos Serviços Públicos Delegados do Rio Grande do Sul). O trabalho com a maior nota receberá o Grande Prêmio CNT de Jornalismo no valor de R$ 60 mil. Os ganhadores das demais categorias recebem, cada um, R$ 35 mil. O resultado final será divulgado no mês de novembro. Os vencedores serão conhecidos no início de novembro. Finalistas Áudio “Desafios do transporte público de Guarapuava” Cléber Gomes, Rádio Cultura FM – Guarapuava (PR) “Maio Amarelo: atenção no RS, aumentam multas por o uso de celular ao volante” Cid Martins, Rádio Gaúcha “Nas Ondas do Asfalto” Juliana Contaifer, Metrópoles “Rotas da exaustão” Tércio Saccol, Vós “Vamos de Bicicleta” Daniel Ito Isaia, Rádio Nacional Fotojornalismo “A ausência de asfalto em 88% das estradas brasileiras isola comunidades inteiras no interior do país” Igo Estrela, Metrópoles “Desculpe o transtorno, estamos sem obras” Flávio Tavares, O Tempo  “Mobilidade Urbana” Rubens Cavallari, Folha de S.Paulo “Uma lancha ou uma barca?” Fabiano Rocha, Jornal Extra “Vida sem paz” Daniel de Cerqueira, O Tempo Impresso “A farra das pavimentações da Codevasf” Flávio Ferreira, Folha de S.Paulo “A Farra do Caminhão de Lixo” Vinícius Valfré, Estado de S. Paulo “A licitação superfaturada de ônibus escolares do FNDE” André Shalders, Estado de S. Paulo “Capitais no Radar” William Cardoso, Folha de S.Paulo “O custo dos combustíveis para os mais pobres e a criatividade para garantir o transporte e a melhoria de vida no sertão” Luiz Ribeiro dos Santos, Estado de Minas Internet “A morte a caminho do sonho” Galtiery Rodrigues, Metrópoles “A morte do BRT” Roberta Soares, Jornal do Commercio Link 1 Link 2 Link 3 Link 4 Link 5 Link 6 Link 7 Link 8 Link 9 Link 10 “Desculpe o transtorno, estamos sem obras” Queila Ariadne, O Tempo “Itapapers: Decolagem e queda anunciada da Itapemirim Transportes Aéreos” Vanessa Lippelt, Congresso em Foco Link 1 Link 2 Link 3 Link 4 Link 5 Link 6 Link 7 Link 8 “O progresso passou e se esqueceu de mim” Mirelle Pinheiro, Metrópoles Meio ambiente e transporte “Autópsia da sucata: para onde vão os carros após a morte?” Pedro Grigori, Correio Braziliense “Caminho Verde” Rone Carvalho, Jornal Diário da Região (SP) “Estrada para a sustentabilidade” Kelly Almeida, Portal R7 “Riqueza enferrujada e poluente” Alexandre de Paula, Portal R7 “Setor de transporte busca tecnologias além do motor elétrico para zerar emissões” Luciana Dyniewicz, Estado de S. Paulo Vídeo “A Máfia no transporte” Chico Regueira, TV Globo “Caminho Até a Escola” Marcelo Souza, Record TV Link 1 Link 2 Link 3 Link 4 Link 5 “Estrada da Riqueza” Mariana Soares, Record TV Link 1 Link 2 Link 3 Link 4 Link 5 “Roubo de carga” Amanda Binato Hermano, Record TV Link 1 Link 2 Link 3 Link 4 “Trânsito que mata” Giselle Barbieri, Record TV Fonte: Agência CNT Transporte Atual