O transporte rodoviário de cargas é um setor essencial para a economia e protagonista na transição energética. Diversas alternativas estão sendo adotadas para reduzir as emissões, como o Diesel Verde (HVO), o biometano, o GNV e a eletrificação para curtas distâncias, além da renovação da frota com motores Euro VI, que reduzem em até 96% as emissões de material particulado.
O biodiesel também faz parte desse processo, mas sua ampliação exige cautela. A CNT, a Fecombustíveis e outras entidades assinaram uma nota conjunta alertando que o aumento para 25% de biodiesel no diesel (B25) deve ser precedido de testes mecânicos rigorosos. Isso porque misturas elevadas podem comprometer a eficiência dos veículos, aumentando custos de manutenção e consumo de combustível.
A FETRANSUL defende a descarbonização, mas com segurança e planejamento. A transição para combustíveis mais limpos deve ser feita com responsabilidade, garantindo que as soluções adotadas sejam viáveis tanto ambiental quanto economicamente para o setor.



