SEST SENAT Summit: na era da inteligência artificial, o diferencial está no que é humano

Palestra e experiências de empresas de transporte mostraram que habilidades humanas são diferenciais competitivos no processo de transformação digital. A verdadeira vantagem competitiva diante da inteligência artificial está no que é exclusivamente humano: imaginação, pensamento crítico e humor. Esse foi o ponto central da palestra “Os impactos da transformação digital e da IA generativa na cultura organizacional e na experiência de colaboradores e clientes”, ministrada por Paula Marques, diretora de Business Transformation na Nova SBE Executive Education. O evento ocorreu nesta quarta-feira (13), em São Paulo, durante o segundo dia do SEST SENAT Summit. Segundo a palestrante, a tecnologia sempre transformou a humanidade – e foi, ao mesmo tempo, moldada por ela – desde a invenção da roda até a chegada da inteligência artificial. O desafio agora é compreender como essas ferramentas redefinem nossa identidade e a forma como trabalhamos. Paula lembrou que, no passado, as organizações eram estruturadas em rígidas hierarquias, nas quais o conhecimento e as decisões ficavam concentrados no topo. A transformação digital, porém, horizontalizou o acesso à informação, descentralizou a tomada de decisões e abriu espaço para a diversidade de pensamento e para a segurança psicológica. “Hoje não temos medo de dizer que não entendemos ou de compartilhar erros, e isso acelera inovação e aprendizado”, afirmou. Ela também destacou a mudança na forma de encarar o trabalho: antes, o cargo definia a pessoa; agora, o que importa é seu portfólio de habilidades. Empresas como a Delta Airlines e o porto italiano de Gioia Tauro já mapeiam competências para aproveitar melhor os talentos e organizar o trabalho com mais eficiência. Para Paula, líderes devem deixar de focar apenas em corrigir fraquezas e passar a ampliar os pontos fortes e as paixões de seus times. A palestrante alertou que nem tudo deve ser automatizado. Muitas soluções digitais fracassam por tentar substituir processos que exigem presença humana. Nesse sentido, apontou que a imaginação – a capacidade de criar futuros possíveis –, o pensamento crítico, que ajuda a decidir o que automatizar, e o humor, que acelera o aprendizado e humaniza relações, são ativos essenciais na era da IA. “Não se trata de competir com as máquinas no que elas já fazem melhor, mas de usar a tecnologia para ampliar o que nos torna únicos”, concluiu. Casos de sucesso no transporte “Como grandes empresas do transporte estão avançando na transformação digital e no uso da IA nos seus negócios” foi o tema de um painel que reuniu, também no segundo dia do evento, quatro líderes do setor para apresentar experiências de inovação. Mediado pela diretora executiva nacional do SEST SENAT, Nicole Goulart, o debate mostrou soluções que podem inspirar outras empresas. “Aprendemos muito com o que vemos fora do Brasil, mas aqui temos muito a aprender com o que se faz no nosso país. Por isso convidamos empresários para dividir conosco essas experiências de sucesso em transformação digital”, destacou Nicole na abertura. O CEO do Grupo JSL, Ramon Alcaraz, apresentou o “JSL Digital”, plataforma voltada para aumentar eficiência, conectividade e visibilidade na cadeia logística. Usando inteligência artificial, a solução otimiza desde a contratação e rastreamento até a comprovação de entrega e pagamento, reduzindo deslocamentos ociosos. O projeto, em fase de implementação, será expandido para operações de empresas adquiridas pela JSL. “O que queremos oferecer ao mercado é eficiência operacional, com redução de custos, escalabilidade, visibilidade em tempo real e inteligência de dados. Entendemos que a digitalização vai ser o grande salto para o futuro, e o nosso projeto é um passo para isso”, afirmou. Alexei Korb, CTIO do Grupo Unidas, apresentou o “Iris”, programa de transformação digital criado em 2022, após a fusão entre Ouro Verde e Unidas. Composto por 14 projetos para substituir, eliminar ou integrar sistemas, o programa deve concluir as duas últimas iniciativas ainda este ano. “Estamos criando o futuro da companhia, preparando para inovação e adaptação ágil aos novos tempos do mercado. A transformação digital é uma transformação de negócios e cultural, pois mexe com toda a forma de pensar da companhia”, disse Korb. Representando o Mercado Livre, Frederico Rezeck, diretor sênior de Transporte, explicou como é operar logística em uma empresa “nascida digital”. O modelo combina dados e IA para promover melhorias contínuas e fortalecer a cultura de inovação, com equipes multidisciplinares que integram tecnologia, produto, transporte regional e operações. A companhia trabalha com roadmaps anuais e sprints trimestrais para manter a agilidade. “Operar a logística em uma empresa nascida digital significa ter processos, sistemas e culturas diferentes de empresas que migram para o digital. A gente encara a tecnologia não como ferramenta, mas como um motor que impulsiona nossa companhia”, afirmou. Por fim, o CEO do Grupo JCA, Gustavo Rodrigues, apresentou o uso de inteligência artificial no apoio à precificação em contexto de tarifa desregulamentada. Batizado de “Wilson”, inspirado na bola de vôlei do filme Náufrago, o algoritmo começou a ser desenvolvido em 2019 e já mostra resultados: no primeiro semestre de 2025, as rotas precificadas exclusivamente pela IA tiveram desempenho 20% superior às definidas com intervenção humana. “Passamos por uma jornada de dois anos aprendendo, compartilhando nossas dúvidas e avanços. Se nós tivéssemos trazido apenas a tecnologia, os resultados não seriam os mesmos”, ressaltou. Leia também  SEST SENAT Summit: quando mentalidade, IA e cultura se unem para reinventar o transporte SEST SENAT Summit: fator humano e segurança definem a nova era digital do transporte SEST SENAT Summit: como a IA generativa vai remodelar empresas e o transporte Fonte: Agência CNT Transporte Atual

SEST SENAT Summit: quando mentalidade, IA e cultura se unem para reinventar o transporte

No encerramento do primeiro dia do SEST SENAT Summit, especialistas mostram que a verdadeira inovação nasce da combinação entre mentalidade de crescimento, criatividade e colaboração. O setor de transporte e logística vive uma transformação profunda, impulsionada pela inteligência artificial, por novas formas de pensar e pela urgência de repensar o que significa inovar. O que conecta todas essas reflexões é uma pergunta central: como preparar empresas e pessoas para um futuro que já começou, mas ainda não é visível para todos? O diretor executivo da Stockholm School of Entrepreneurship, Rasmus Rahm, lança uma provocação incômoda: “Por que algumas pessoas conseguem transformar ideias em realidade, e outras não?” Segundo ele, a resposta não está no talento, mas, sim, na mentalidade. Inspirado pelas pesquisas da psicóloga Carol Dweck, Rahm encerrou o primeiro dia do SEST SENAT Summit 2025 mostrando que a diferença entre quem inova e quem se paralisa está na crença de que habilidades podem ser desenvolvidas. “Crianças que falham, mas dizem ‘não sei como, mas quero aprender’, têm o mindset certo. Empresas que punem o erro matam a inovação”, afirmou. Para Rahm, o empreendedorismo não é um cargo nem um projeto isolado, mas, sim, um método de criação de valor. É um processo em que indivíduos interagem com oportunidades que, muitas vezes, ainda não existem. “Oportunidades não estão lá fora, prontas para serem encontradas. Elas surgem da percepção, da criatividade e da coragem de enxergar o invisível”, explicou. O equilíbrio que quase ninguém consegue Essa ideia de explorar o novo foi reforçada por Mauricio Bueno, cofundador da Weme, que provocou o público ao mostrar uma caixa de papelão transformada em robô por seus filhos. “Por que nós, adultos, não pensamos assim? Porque o novo é desconfortável”, disse. Para ele, um dos maiores desafios das empresas é equilibrar exploration (busca por ideias novas) e exploitation (otimização do que já existe). Hoje, o que vivemos já não é mais “transformação digital”, mas, sim, evolução digital, e em um ritmo sem precedentes. Enquanto a Netflix levou 3,5 anos para atingir 1 milhão de usuários, o ChatGPT alcançou esse número em apenas cinco dias. “A adoção de tecnologia nunca foi tão rápida”, alertou. Bueno observou que as empresas que usam a IA (inteligência artificial) costumam estar em três estágios: uso incremental, que é a melhoria de processos com automação; desenvolvimento de novos produtos e experiências, como a personalização baseada em dados; e criação de novos modelos de negócios, como um banco 100% no WhatsApp para empresas. Apesar dos ganhos – aumento de 63% na receita e redução de 44% nos custos –, 80% dos projetos de IA falham. “Isso ocorre porque não entregam valor real. Tecnologia por tecnologia não funciona. O design, aqui, é tudo: não é a tela do app, é a solução para um problema real”, concluiu. A maturidade digital das cadeias de suprimento Se Rahm e Bueno falaram do “como” inovar, Ana Blanco, CEO da Accenture no Brasil, trouxe o diagnóstico de onde estamos e para onde precisamos avançar. Em uma pesquisa com 50 empresas brasileiras, a Accenture mapeou quatro estágios de maturidade digital nas cadeias de suprimento: A maioria das empresas ainda está no estágio “Agora”, mas há surpresas: setores como bens de consumo, tradicionalmente vistos como mais avançados, estão atrás de serviços públicos, como fornecimento de água e energia, em que a criticidade exige maior maturidade digital. Já a América Latina, de forma geral, segue atrás do restante do mundo. As empresas mais avançadas investem até 7% da receita em digitalização e automação. E já utilizam a IA em áreas como compras inteligentes, com predição de custos e gestão de riscos, e logística ágil, com otimização contínua da malha logística por IA. O ponto de encontro: cultura, criatividade e colaboração A tecnologia, sozinha, não transforma nada. O que realmente muda o jogo é a cultura. Esta é a verdade que atravessa todas as transformações do século 21: investir em IA, automação ou plataformas digitais não garante inovação. O fator decisivo é o ambiente em que essas tecnologias são aplicadas. Nesse sentido, a IA não deve ser vista como ameaça, mas, sim, como aliada, não para substituir, mas, sim, para liberar as pessoas para o que elas fazem de melhor: imaginar, criar, cocriar. “Se você quer inovar, não basta ter um plano de negócio”, disse Rahm. “Você precisa de um método. E esse método começa com a coragem de articular uma ideia, mesmo quando ela ainda é invisível.” O recado final de Rahm é claro: o futuro não será escrito por quem tem o melhor plano, mas, sim, por quem tem a melhor mentalidade. Leia também  SEST SENAT Summit: fator humano e segurança definem a nova era digital do transporte SEST SENAT Summit: como a IA generativa vai remodelar empresas e o transporte  Fonte: Agência CNT Transporte Atual

SEST SENAT Summit: fator humano e segurança definem a nova era digital do transporte

Avanço tecnológico reduz tempo de inovação, mas reforça a importância do equilíbrio entre cibersegurança e o papel das pessoas na tomada de decisões A transformação digital no setor de transporte está avançando em um ritmo sem precedentes. Se antes as inovações levavam décadas para se consolidarem, hoje o ciclo médio caiu para dez anos, e a tendência é reduzir ainda mais, para cinco ou até três anos. Essa velocidade impõe a necessidade urgente de compreender e garantir o uso seguro das novas tecnologias. A avaliação foi feita pelo diretor de Tecnologia da CyberArk Latam, Claudio Neiva, durante a palestra “Cibersegurança na era da transformação digital e da IA no transporte”, realizada nessa terça-feira (12), no primeiro dia do SEST SENAT Summit 2025, em São Paulo (SP). Segundo Neiva, a segurança da informação deixou de ser um assunto restrito à área técnica para se tornar uma questão estratégica, capaz de impactar diretamente a sustentabilidade dos negócios. Um incidente pode gerar perdas financeiras relevantes e até responsabilização criminal. O especialista lembrou que, a partir de 2014, com a popularização da computação em nuvem, as empresas passaram a prototipar e testar soluções tecnológicas em ritmo acelerado. A IoT (Internet das Coisas), antes considerada um conceito distante, já está integrada a áreas como veículos autônomos e sistemas de monitoramento no transporte, que produzem grandes volumes de dados e abrem novas oportunidades de negócios. Nesse cenário, a IA (inteligência artificial) tem papel central, processando informações e apoiando decisões estratégicas. Apesar disso, ressaltou Neiva, a IA não substitui o fator humano, especialmente diante de “decisões ambíguas”, situações que não têm resposta única ou puramente baseada em dados e que exigem julgamentos complexos envolvendo ética, contexto social e valores humanos. Ele também alertou para o uso malicioso da tecnologia. Cibercriminosos, mesmo sem conhecimento técnico avançado, já utilizam a IA para executar ataques cada vez mais sofisticados. “O aumento da complexidade tecnológica cria uma grande superfície de ataque, ampliando os pontos vulneráveis que podem ser explorados, o que torna imprescindível que as empresas adotem estratégias para garantir a segurança e, sobretudo, a resiliência.” Segundo ele, a segurança absoluta não existe, mas é essencial estar preparado para detectar, responder e se recuperar rapidamente de incidentes, reduzindo ao máximo seus impactos. Para isso, as organizações precisam alinhar-se a regulamentações, como a LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais), e investir tanto em governança e cultura organizacional quanto no uso estratégico das tecnologias. Ele ressaltou que o modelo tradicional de confiança, baseado na localização física e na hierarquia corporativa, tornou-se insuficiente no ambiente digital. Hoje, vigora o conceito de “confiança zero” (zero trust), no qual a identidade digital de cada dispositivo, usuário ou sistema é o elemento central. Nesse modelo, todo acesso a dados deve ser rigorosamente controlado e limitado ao mínimo necessário para a execução de cada função. O palestrante citou exemplos já presentes no setor de transporte, como o uso intensivo de dispositivos com GPS, veículos elétricos conectados por 5G e drones. No entanto, observou que a ausência de regulamentação específica no Brasil ainda freia a adoção de inovações, como táxis aéreos, comuns na China, ou frotas totalmente autônomas. Neiva concluiu que a segurança da informação deve ser incorporada desde a concepção de qualquer processo inovador, protegendo todo o ecossistema, inclusive a cadeia de suprimentos, e garantindo que o transporte evolua de forma sustentável, confiável e segura. Neurociência e inteligência artificial A tomada de decisão é um processo profundamente emocional, e entender essa dimensão é essencial para integrar a inteligência artificial de forma humana e eficaz. Essa foi a mensagem central da palestra “Como usar a neurociência e a IA na tomada de decisão”, ministrada pela neurocientista e CEO da Ilumne, Carla Tieppo, na qual ela abordou os desafios que a tecnologia e as tensões do mundo atual impõem ao cérebro humano e às nossas escolhas diárias. A partir do conceito de “superciclo tecnológico”, definido por Amy Webb, que combina biotecnologia, computação quântica, inteligência artificial, robótica e Internet das Coisas, Carla Tieppo destacou que perdemos o monopólio da inteligência e do desempenho. Hoje, humanos e máquinas competem nesse quesito em um cenário complexo de tensões globais, como crises econômicas, mudanças climáticas, disputas geopolíticas e dilemas pessoais, como a pressão pelo desempenho constante e a incerteza do futuro. Nesse contexto, a palestrante chamou a atenção para a síndrome BANI (sigla em inglês para Fragilidade, Ansiedade, Não Linearidade e Incompreensibilidade), que define a sociedade atual, na qual o cérebro humano é o mesmo há 50 mil anos, portanto encontra dificuldades para lidar com a velocidade e complexidade dos desafios modernos. “O nosso cérebro funciona com predição e redundância, mas, sob pressão contínua, perde a capacidade criativa que o mundo atual exige.” Reforçando essa ideia, a neurocientista apresentou o experimento “Iowa Gambling Task”, que revela como as emoções guiam nossas decisões. Por isso, a qualidade dessa tomada de decisão está diretamente ligada ao equilíbrio emocional do indivíduo. Outro ponto relevante da palestra foi a discussão sobre a “síndrome da solidão” e a dificuldade crescente de convívio social, que afetam negativamente o ambiente de trabalho e o potencial coletivo. Ela alertou que a competição individualista em busca de ganhos rápidos pode minar a colaboração e a inovação, desafios que só serão superados com ambientes que despertam novamente o desejo humano de se conectar e criar juntos. Por fim, Carla Tieppo defendeu a necessidade de um “superciclo humano” em que a criatividade, curiosidade, adaptabilidade e flexibilidade cognitiva serão as principais forças para agregar valor. Essas são algumas capacidades que a IA, que não tem dores nem desejos humanos, não pode substituir. Além da inteligência artificial, a racionalidade humana deve saber levar as emoções para onde elas fazem a diferença, preservando o que há de mais humano na tomada de decisões. “No fim, o que importa é que nossa racionalidade leve as emoções aonde elas precisam”, concluiu. Veja tambémSEST SENAT Summit: como a IA generativa vai remodelar empresas e o transporte Fonte: Agência CNT Transporte Atual

Fortes chuvas causam transtornos nas rodovias em SC

As chuvas intensas que atingem Santa Catarina desde a última quinta-feira, 16, têm causado diversos transtornos no trânsito. Nesta sexta-feira, 17, a chuva continua em várias regiões do Estado, resultando em pontos de bloqueio em algumas rodovias. Segundo informações da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e da concessionária Arteris Litoral Sul, é fundamental que os motoristas fiquem atentos aos seguintes trechos:  BR-101 em Palhoça (Morro dos Cavalos) Bloqueio total a partir das 11h desta sexta-feira, por precaução, sentido Sul e Norte devido às chuvas. Não há desvios na região. Sem previsão de liberação. No sentido Sul (Porto Alegre) o bloqueio ocorre no km 228 e no sentido Norte (Curitiba) no Km 236. A Concessionária recomenda que os usuários reprogramem suas viagens evitando ficar em filas, já que a liberação depende da melhoria da situação climática na região. Equipes seguem em monitoração no trecho e quando analisar seguro para o usuário realizará a liberação da rodovia.  As condições de tráfego em todo o trecho administrado pela Arteris Litoral Sul podem ser acompanhadas em tempo real pelo X @Arteris_ALS. Para informações ou solicitações de serviços, basta ligar para 0800 725 1771, que funciona 24 horas por dia. BR-101, Km 181 em Biguaçu Próximo à entrada de Governador Celso Ramos, sentidos Sul e Norte, a rodovia permanece totalmente bloqueada. A PRF orienta a utilização do contorno viário da Grande Florianópolis para desviar deste bloqueio. O acesso ao contorno viário pode ser realizado ao sul do bloqueio pela SC-281 (Ao lado do Continente Shopping), pela BR 282 (KM 19 – Próximo à Santo Amaro da Imperatriz) ou pela BR 101 no KM 219,0. Quem vem do norte pode acessar pelo KM 176,0 da BR 101 (Entre Tijucas e Governador Celso Ramos). Mais informações Diante da previsão de mais chuvas, a recomendação do governo do Estado e prefeituras é que as pessoas só se desloquem em caso de extrema necessidade e que busquem informações nos órgãos oficiais. ***matéria atualizada às 9h35min – 17.01.2025 Fonte: Fetrancesc

Tudo Gira Sobre Rodas

Campanha lançada pelo SETCERGS tem como objetivo dar visibilidade para o setor de transporte de cargas e logística O Sindicato das Empresas de Transportes de Carga e Logística no Estado do Rio Grande do Sul (SETCERGS) lançou a campanha “Tudo Gira Sobre Rodas” para destacar a importância do setor de transporte de cargas e logística. A campanha já está no ar e pode ser vista em mídias digitais, como redes sociais e sites, além de canais tradicionais, incluindo TV, rádio, jornais, revistas e outdoors. Essa iniciativa é um reconhecimento ao trabalho de todas as empresas que fazem parte do setor e impulsionam o Brasil diariamente. Vamos juntos fortalecer e valorizar o transporte rodoviário de cargas! Contamos também com o apoio de nossos associados para ampliar a divulgação em suas redes e fortalecer ainda mais esse movimento. Participe e divulgue a campanha nos canais da sua transportadora. Vamos juntos mostrar que tudo realmente gira sobre rodas!   Materiais disponíveis para fazer nossa campanha girar: Acesse o drive da campanha no botão abaixo e tenha acesso ao conteúdo: Materiais – Tudo Gira Sobre Rodas Fonte: Setcergs

Mês de janeiro marca o início da Gestão 2025-2026 do SETCERGS

O início de janeiro marcou também o começo de um novo ciclo no Sindicato das Empresas de Transportes de Carga e Logística no Estado do Rio Grande do Sul: a nova composição de Diretoria, liderada por Delmar Albarello, assume a gestão do Sindicato para o biênio de 2025-2026. Confira a composição da Diretoria que assume para Biênio 2025-2026 na íntegra: Presidente: Delmar Albarello (Troca Logística)Vice-presidente: Marcelo Dinon (Dinon Transportes)Superintendente de Operações de Transporte e Logística: Rodrigo Michelon (Rodocell Transportes e Logística)Superintendente Institucional: Eduardo Richter (Transportadora Transvr)Superintendente de Gestão e ESG: Leandro Bortoncello (Transportadora Transmiro)Superintendente de Comunicação e Marketing: Gustavo Bernadini (Edini Transportes)Superintendente de Relações de Trabalho: Andressa Scapini (Scala Transportes e Administração) Delmar Albarello, profissional com uma longa trajetória no setor logístico, assume a liderança com o propósito de intensificar o diálogo com entidades públicas e privadas e implementar o novo Estatuto da entidade. “Teremos o compromisso de enfrentar desafios pautados pela ética e transparência. O foco será fortalecer articulações com entes públicos e privados e, sobretudo, ouvir nossos associados. Vamos trabalhar intensamente com o novo Estatuto, garantindo que ele seja uma ferramenta para fortalecer e modernizar o setor. Além disso, vamos focar na valorização e na melhoria da imagem do transporte de cargas, dando continuidade à excelente gestão realizada pelo senhor Sérgio Gabardo”, declarou Albarello. Além de atual presidente do SETCERGS, Delmar Albarello é sócio-fundador da Troca Logística, presidente do Centro Empresarial do Porto Seco e também vice-presidente do Banco de Alimentos de Porto Alegre. Fonte: Setcergs

ANTT realiza sessão pública sobre sistema de livre passagem (free flow) em concessões federais de rodovias

Objetivo é colher sugestões e contribuições para minuta de resolução que regulamenta implementação do sistema Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) realiza, nesta quinta-feira (9/1), às 14h, em Brasília (DF), sessão pública híbrida com objetivo de colher sugestões e contribuições à minuta de resolução que regulamenta implementação do sistema de livre passagem (free flow) em concessões federais de rodovias. Para acompanhar a sessão presencial, não é necessário credenciamento prévio da imprensa. O acesso dos jornalistas será junto dos demais participantes. Também será possível acompanhar o evento por transmissão ao vivo pelo canal da ANTT no YouTube. A sessão pública será realizada de forma híbrida na seguinte data, horário e local: Serviço Sessão presencial de Audiência Pública sobre sistema de livre passagem (free flow) em concessões federais de rodovias Assessoria Especial de Comunicação – AESCOM ANTT