Recuperação da RSC 471

Recentemente circulou nas redes sociais um vídeo que mostrava um trecho da RSC 471 (nas imediações de Encruzilhada do Sul) em condições muito precárias. O problema ganhou espaço no Conselho Rodoviário do DAER, do qual a Fetransul faz parte. Foram cobradas informações sobre providências. Ontem, 29 de outubro, os membros do Conselho Rodoviário receberam como resposta o vídeo abaixo, em que o Secretário de Logística e Transportes, Juvir Costella, assegura ao deputado estadual Edivilson Brum que ainda em novembro serão iniciados os reparos desta rodovia.https://www.instagram.com/reel/DBuBTg4tUfq/?igsh=Mm9teXJpMnZmY25k
Os pedágios e a infraestrutura rodoviária no Brasil

O Jornal do Comércio publicou, no caderno Opinião, um editorial que aborda a infraestrutura rodoviária no Brasil. A Pesquisa da Fetransul sobre a satisfação dos usuários do Polo Rodoviário de Pelotas foi mencionada. Confira Abaixo: A experiência brasileira mostra que rodovias concedidas à iniciativa privada possuem melhores infraestrutura, manutenção e segurança. Por outro lado, populações de regiões onde há praças de pedágio, principalmente as instaladas entre cidades próximas, questionam os impactos negativos que a cobrança pode causar às economias locais e o fardo financeiro, especialmente para quem precisa se deslocar diariamente para trabalhar e estudar. O ônus a esses cidadão não pode ser desconsiderado. Contudo, é preciso levar em conta que, em um País que utiliza majoritariamente o modal rodoviário, investimentos nessas infraestruturas são mais do que necessários. Infelizmente, os governos estaduais e federais, os principais responsáveis, não investem o necessário. Um estudo encomendado pela Logística Brasil mostra que os aportes têm ficado abaixo do necessário há pelo menos 24 anos. No período, o Brasil não comprometeu nem 1% do Produto Interno Bruto (PIB) no setor, quando seria preciso 2,26% do PIB para cobrir apenas a manutenção. Em um País onde 65% do transporte de cargas é realizado pelo modal rodoviário, a alternativa dos pedágios se mostra a melhor, pois garante o investimento e a manutenção necessárias em trechos estratégicos para o desenvolvimento da infraestrutura. O Rio Grande do Sul tem ao menos 30 praças de pedágios, com tarifas que variam, para carros de passeio, de R$ 5,00, na região Central do Estado, a R$ 19,60 na Região Sul. Essa tarifa mais alta, considerada uma das mais caras do Brasil, é cobrada nas cinco praças localizadas nas BRs 116 e 392. Esta última essencial para escoar a produção industrial e agrícola do RS, pois é a principal ligação com o Porto de Rio Grande. Há unanimidade entre empresários da Região Sul de que o preço elevado do pedágio é um dos entraves ao desenvolvimento, sobretudo pelos custos adicionais ao embarque de cargas. Entre os usuários do Polo Rodoviário de Pelotas, uma pesquisa da Federação das Empresas de Logística e Transporte de Cargas no RS apontou que 89% dos entrevistados acreditam que uma nova licitação com outra empresa reduziria as tarifas e aumentaria os investimentos na região. O contrato de concessão termina em 2026, e a empresa Ecosul chegou a propor uma prorrogação, o que foi negado em uma decisão acertada da Agência Nacional de Transportes Terrestres. Agora, é importante uma organização de entidades privadas e poder público para que a próxima concessão seja bem encaminhada. Fonte: JC
Diretor da Fetransul participa de agenda com o vice-governador do RS

No dia 29 de outubro (terça-feira), Diego Tomasi, Diretor da Fetransul, representou a Federação durante a reunião com o vice-governador, Gabriel Souza e demais lideranças políticas e empresariais do Estado. Foram debatidos os temas relacionados a infraestrutura nas rodovias, ERS 129 entre Colinas e Roca Sales, ERS 130 (ponte entre Arroio do Meio e Lajeado) e ERS 332. Na oportunidade, Tomasi, em nome da Fetransul, solicitou apoio para a construção do anel viário do Vale do Taquari contornando a BR 386 com a finalidade de facilitar o fluxo de caminhões e de cargas na rodovia. O diretor também reforçou a importância da agilidade para a recuperação da ponte sobre a RS 130 entre Lajeado a Arroio do Meio. Juvir Costella, Secretário de Logística e Transportes, Ernani Polo, Secretário de Desenvolvimento Econômico, Ronaldo Santini, Secretário de Turismo, Pedro Capeluppi, Secretário da Reconstrução Gaúcha, Luciano Faustino Diretor-geral do Daer entre outras lideranças conduziram a reunião. A Fetransul em conjunto com seus sindicatos filiados está empenhada em solucionar as demandas do setor de transportes junto às entidades e órgãos competentes.
CNT avalia que proposta orçamentária para 2025 reduzirá investimentos em infraestruturas de transporte

O orçamento dos ministérios dos Transportes e de Portos e Aeroportos foi diminuído pela metade O PLOA (Projeto de Lei Orçamentária Anual) 2025, enviado pelo governo federal para a apreciação do Congresso Nacional em agosto deste ano, foi analisado na nova edição da Série Especial de Economia – Investimentos em Transporte, que a CNT (Confederação Nacional do Transporte) acaba de lançar. Publicada nessa segunda-feira (28), a análise mostra que, do orçamento total de R$ 5,87 trilhões previstos para 2025, apenas 0,3% (R$ 17,40 bilhões) está reservado para investimentos em infraestruturas de transporte. Em relação aos recursos direcionados para os ministérios dos Transportes e de Portos e Aeroportos, houve uma redução de quase metade do valor do PLOA 2025 (R$ 34,91 bilhões) em comparação com o PLOA 2024 (R$ 65,64 bilhões). O menor volume de recursos direcionados aos Ministérios se refletiu em redução dos investimentos previstos para o ano que vem (R$ 15,73 bilhões, frente a R$ 17,33 bilhões no PLOA 2024). A alocação de recursos de investimentos presentes no PLOA 2025, por modo de transporte, está direcionada, em sua maior parte, para o rodoviário: R$ 13,49 bilhões (88,2%). Vale ressaltar que essa modalidade é responsável pelo deslocamento de 65% das cargas e de 95% dos passageiros no país. Em segundo e terceiro lugares, em termos de investimentos previstos, estão o ferroviário, R$ 1,14 bilhão (3,9%), e o aquaviário, R$ 282,18 milhões (2,0%). O planejamento orçamentário destina ao modo aéreo R$ 140,20 milhões (1,0%). Para as empresas estatais, a proposta é de R$ 1,67 bilhão de investimento no orçamento de 2025, sendo R$ 451,77 milhões para o aéreo, por meio da Infraero, e R$ 1,22 bilhão (72,9%) ao aquaviário, por meio da Companhia Docas. No modo aquaviário, esse valor é menor do que o proposto no PLOA 2024, de R$ 1,33 bilhão, e o aprovado na LOA 2024, de R$ 1,31 bilhão. Essa redução se deu para a Autoridade Portuária de Santos S.A., a Companhia Docas do Pará e a Companhia Docas do Rio de Janeiro. Na avaliação da CNT, é preocupante essa redução de orçamento para investimento em infraestruturas de transporte, em todos os modos. “É preciso ampliar as dotações orçamentárias para que os investimentos públicos possam garantir a qualidade das infraestruturas de transporte no país. Essa é uma condição essencial para se ampliar a eficiência dos serviços prestados pelos transportadores”, afirma o diretor executivo da CNT, Bruno Batista. Trabalho da CNT O Brasil está entre as dez maiores economias do mundo, e as atividades de transporte e logística são fundamentais para todos os setores econômicos. Por isso, a Confederação Nacional do Transporte se dedica a produzir conhecimento técnico que apoie a gestão dos negócios e impulsione o desenvolvimento da atividade transportadora e da economia nacional. “Nos últimos 20 anos, a CNT realizou mais de 500 estudos e pesquisas que não apenas evidenciam os principais desafios do setor, mas também oferecem propostas de soluções para os formuladores de políticas públicas e ferramentas que podem ser aproveitadas pelas empresas na gestão de seus negócios,” ressaltou Bruno Batista. Por Agência CNT Transporte Atual
Participe do 3º Fórum de Mulheres no Transporte e Logística, na Fenatran 2024

No dia 7 de novembro, às 13h30, as lideranças femininas do setor estarão reunidas na Fenatran para falar da participação da mulher no transporte A data está marcada e os principais movimentos de apoio às mulheres no transporte de cargas já programaram uma tarde cheia de conteúdo e informação, que destacará o protagonismo das mulheres no Transporte RODOVIáRIO de Cargas, um setor tradicionalmente masculino. O Fórum foi um sucesso na última edição da Fenatran, em 2022, e teve lotação máxima. Dessa vez, já pensando em um público ainda maior, os organizadores reservaram um auditório com ampla capacidade e com acessibilidade. “A expectativa é novamente trazer um público grande e qualificado, que realmente se interesse pela pauta da equidade de gênero. Entendemos que, quanto mais pessoas estiverem ligadas aos movimentos, mais êxito teremos no avanço desta pauta”, compartilha Ana Jarrouge, presidente executiva do SETCESP e idealizadora do movimento Vez & Voz. A programação do Fórum incluirá a divulgação de dados estatísticos sobre a evolução da presença feminina no setor de Transporte Rodoviário de Cargas apurados pelo IPTC (Instituto Paulista do Transporte de Carga). O Vez & Voz também preparou um painel que debaterá sobre Políticas Públicas para fomentar a participação feminina no setor. Ele terá a participação de Eliana Costa, diretora adjunta do ITL (Instituto de Transporte e Logística); Daniele Olivares Corrêa, procuradora do Trabalho; José Aires Amaral Filho, superintendente de Serviços de Transporte Rodoviário e Multimodal de Cargas da ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres), e Paula Montagner, subsecretária de Estatísticas e Estudos do Trabalho do Ministério do Trabalho e Emprego. “Ações como auxílio para mulheres tirarem a primeira CNH, ou mesmo conseguirem fazer a mudança de categoria, são um exemplo de POLíTICA pública, que seria eficiente. Mais um ponto é com relação à qualificação, para que cada vez mais mulheres estejam preparadas para atuar no setor, nas mais diversas funções, e isso podemos conseguir com bolsas de estudo, auxílios e escolinhas de motoristas, inclusive envolvendo nosso Sistema ‘S’ ”, comenta Ana. Outro painel que ocorrerá é o de Boas Práticas das empresas de transporte, para atrair e reter talentos femininos, promovido pelo Movimento ‘A Voz Delas’, da Mercedes-Benz Brasil. Neste segundo painel, a mediação ficará por conta de Vanessa Mariano, caminhoneira e influenciadora, e terá a participação de Franciele Tuni, coordenadora de Operações Mercosul na Cordenonsi; de Joyce Bessa, head de gestão estratégica e pessoas na Transjordano, e Thais Almeida, diretora Comercial e Administrativa na Tquim. “As empresas devem olhar para o crescimento profissional daquelas que já atuam no setor, dando-lhes oportunidades para assumirem novas posições. Ainda, é preciso ter ações específicas no sentido de propiciar crescimento das lideranças femininas e, para isso, se atentar a questões como maternidade e flexibilidade de jornada”, comenta Jarrouge. O encerramento será com o Movimento Rota Feminina, que promoverá a palestra ‘Transformação digital e o protagonismo feminino: impulsionando a inovação e a colaboração no transporte e logística’. Toda a programação do evento reforça a essência e parceria entre movimentos de apoio às mulheres. “Estamos avançando, mas é fato que ainda temos um longo caminho a percorrer. É preciso continuar a tratar esta pauta de forma contínua e consistente. Seguir realizando ações dentro dos Movimentos, até que o índice de equidade nos demonstre que estamos em um cenário adequado, o que ainda não é a realidade”, considera a presidente do SETCESP. Fique por dentro! Participe do 3º Fórum de Mulheres no Transporte e Logística: 7 de novembro, às 13h30. No Espaço de Conteúdo da Fenatran. Clique e se credencie agora mesmo pelo site. Fonte: SETCESP (25/10/2024)
Francisco Cardoso concede entrevista à RBS Notícias

A matéria realizada pela RBS Notícias, aborda os impactos de infraestrutura em decorrência da enchente que atingiu o Rio Grande do Sul no mês de maio, em especial a ponte sobre o Rio Taquari, na BR-386, que liga os municípios de Lajeado a Estrela. A infraestrutura que ficou submersa durante a enchente está em obras, o que tem causado congestionamento e tempo longo de espera aos usuários que trafegam pela rodovia. O presidente da Fetransul, Francisco Cardoso, destaca que é preciso ouvir a comunidade e o setor empresarial. “Existe um longo caminho a ser percorrido, podendo demorar até 2 anos’, afirma. A matéria apresenta a fala de usuários das rodovias, motoristas, empresários e moradores da comunidade. Valmor Scapini, fala sobre o aumento do custo logístico que entre os impactos, aumenta a manutenção do veículo e o consumo de óleo diesel. A matéria também apresenta depoimentos de motoristas, empresários e moradores da comunidade. Valmor Scapini, empresário do setor mencionou o aumento do custo logístico, que, entre outros impactos, eleva despesas com manutenção dos veículos e o consumo de óleo diesel. Confira na íntegra a matéria completa: https://globoplay.globo.com/v/13044205
Ecosul não terá concessão prorrogada; novos estudos ficam prontos até final do ano

O contrato de concessão da Ecosul para administrar o Polo Rodoviário de Pelotas não será prorrogado, conforme informou a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) nesta sexta-feira (25). De acordo com uma nota enviada pelo órgão à reportagem, o “projeto citado não foi considerado apto para a repactuação”. O prazo de concessão dos trechos das BR-392 e BR-116 termina em março de 2026. Atualmente, o pedágio nas praças dessas rodovias é considerado um dos mais caros do Brasil, custando R$ 19,60 para veículos leves. A ANTT também informou que os estudos para a relicitação do trecho estão sendo conduzidos pela Infra S.A. O órgão aguarda a aprovação desses estudos pelo Ministério dos Transportes para dar prosseguimento ao projeto, com a realização da etapa de audiência pública. Questionada sobre o motivo que impediu a prorrogação do contrato, a ANTT afirmou, por meio de sua assessoria, que “não pode repassar esses detalhes, pois todos os termos em análise na SecexConsenso (TCU) são confidenciais.”A Infra S.A. confirmou que está na fase final de elaboração dos estudos para a nova concessão do polo Rodoviário de Pelotas, no Rio Grande do Sul. “O trabalho é desenvolvido dentro das diretrizes estabelecidas pela nova Política de Concessões do Ministério dos Transportes e será submetido para aprovação da pasta até o final deste ano.” A reportagem entrou em contato com a Ecosul, que informou não ter sido comunicada oficialmente da decisão. “Independentemente do desfecho das discussões sobre o futuro do Polo Rodoviário de Pelotas, a Ecosul reforça seu compromisso de seguir operando a rodovia e prestando todos os serviços de atendimento aos usuários, dentro dos padrões de qualidade e segurança, até o término do contrato de concessão, em março de 2026”, declarou a empresa em nota. Recentemente, uma pesquisa realizada pela Fetransul (Federação das Empresas de Logística e Transporte de Cargas no Rio Grande do Sul) apontou que 89% dos usuários entrevistados do Polo Rodoviário de Pelotas acreditam que uma nova licitação com outra empresa reduziria as tarifas e aumentaria os investimentos na região. Em contrapartida, a Ecosul afirmou que, em uma pesquisa feita pelo Instituto de Opinião Pública (IPO), 72,6% dos entrevistados apoiavam a proposta de prorrogação da concessão com um novo modelo de contrato com a empresa. A Ecosul administra as rodovias desde 1998. A assessoria da empresa informou ainda que o próximo reajuste do pedágio está previsto para 1º de janeiro, mas o valor ainda será calculado pela ANTT. Entenda A Ecosul pleiteava junto ao Ministério dos Transportes uma prorrogação de sua gestão por até quinze anos, propondo, como contrapartida, investimentos em infraestrutura e uma redução no valor da tarifa de pedágio para R$ 11. A empresa administra cinco praças de pedágio nos trechos da BR-116 e BR-392, no sul do Rio Grande do Sul. A proposta incluía também novas obras na BR-392 e na ponte sobre o Canal São Gonçalo, entre Pelotas e Rio Grande. O ministério chegou a demonstrar abertura para estender o contrato de concessão sob novos moldes. Fonte: JC Bárbara Lima – Repórter / Foto: EVANDRO OLIVEIRA/JC Assista abaixo parte do Programa Gaúcha Atualidade de 25/10, sobre Pedágios Ecosul, com destaque para atuação da Fetransul (4min30s)
ADVB/RS anuncia vencedores do TOP de Marketing em evento no Bourbon Country

A empresa parceira do segmento de transportes, Viação Ouro e Prata, recebeu premiações nas categorias Tecnologia e Transporte e Logística. A Fetransul parabeniza a empresa pelo excelente trabalho e atuação no setor. O TOP de Marketing ADVB/RS anunciou seus vencedores na 41ª edição do prêmio, realizada na noite desta quinta-feira (24) no Teatro do Bourbon Country, em Porto Alegre. Reconhecido como o principal evento de marketing e vendas no Sul do Brasil, o evento deste ano contou com a inscrição de 116 cases distribuídos em 30 categorias. A cerimônia contou com uma equipe de 117 jurados, que realizaram mais de 500 avaliações, totalizando 180 horas de trabalho. “O simples fato de estarmos aqui com tantos cases vencedores já é incrível. Um ano de muita dificuldade, em que todos nós fomos obrigados a nos reinventar. As empresas que aqui estão, com certeza, a imensa maioria sofreu grandes dificuldades, o estado como um todo, então todos são grandes vencedores”, afirmou o presidente da ADVB/RS, Rafael Bicca Machado. A CEO da Swan Hotéis, Gabriela Schwan, foi homenageada como Personalidade de Marketing e Vendas de 2024. Com 26 anos de atuação no setor de Turismo, Schwan é referência em gestão de qualidade e inovação no ramo hoteleiro, acumulando diversas certificações no Rio Grande do Sul. “É uma honra receber o Prêmio de Personalidade de Marketing e Vendas da ADVB. É uma entidade muito reconhecida, renomada, e é um prêmio muito valioso porque ele é um prêmio idôneo. […] Nesse momento das enchentes e ainda também um pós-pandemia, principalmente para o estado do Rio Grande do Sul, eu acho que é um presente esse prêmio, não para a Gabriela ou para a Rede Swan Hotéis, mas é um presente para a economia do setor de turismo e eventos. É a primeira personalidade dessa cadeia que recebe o prêmio no estado e no Brasil. Então, hoje eu estou super feliz, principalmente por esse motivo”, declarou a CEO Gabriela Schwan. A honraria principal ficou com a Som da Luz Tecnologias de Inclusão, seguida pela Viação Ouro e Prata, que recebeu a distinção Prata, e pelo Hospital Moinhos de Vento, premiado com o Bronze. A edição de 2024 também trouxe uma novidade: a criação do TOP Inclusão à Diversidade, categoria desenvolvida em parceria com a Conexão Diversa, que premia organizações com práticas exemplares de equidade e inclusão. Confira os vencedores da 41ª edição do TOP de Marketing ADVB/RS: Agências e Consultorias: Sun Business | Branding Agro: Cooperativa Santa Clara Bebidas: Cooperativa Vinícola Aurora Branding: Mercado Brasco Comunicação Integrada: UNISINOS – Universidade do Vale do Rio dos Sinos Construção Civil: Construtora Jobim Cultura – Troféu Eva Sopher: Som da Luz Tecnologias de Inclusão Educação: Univates Endomarketing: Instituto do Câncer Infantil Entidades e Associações: Sindicato Médico do Rio Grande do Sul (Simers) Esportes: 040 Assessoria Esportiva Eventos: Construtora Jobim Financeiro: Unicred Premium Imobiliário: Melnick Arcadia Urbanizadora Indústria: FIBERMEYER Iniciativas em ESG: Granjas 4 Irmãos Inteligência de Mercado: Granjas 4 Irmãos Marketing de Conteúdo: Planeta Atlântida (RBS) Marketing de Influência: HECTOR STUDIOS Marketing Digital: Cooperativa Vinícola Aurora Mídias Sociais: Cooperativa Vinícola Aurora Moda: 2nd Chance Saúde: Instituto do Câncer Infantil Tecnologia: Viação Ouro e Prata Top Atitude Solidária – Troféu Maria Elena Johannpeter: Hospital Moinhos de Vento Top Inclusão à Diversidade: Som da Luz Tecnologias de Inclusão Top Iniciativas Empreendedoras: Casa de Saúde Menino Jesus de Praga Trade Marketing: Casa de Saúde Menino Jesus de Praga Transformação Digital: Universidade La Salle Transporte e Logística: Viação Ouro e Prata Distinção Ouro – Top Inclusão à Diversidade: Som da Luz Tecnologias de Inclusão Distinção Prata – Transporte e Logística: Viação Ouro e Prata Distinção Bronze – Top Atitude Solidária – Troféu Maria Elena Johannpeter: Hospitalar Moinhos de Vento Fonte: Redação Rádio Pampa
Argentina oficializa dissolução da AFIP em meio a protestos

O Governo da Argentina, após anúncio realizado no início da semana, publicou nesta sexta-feira (25/10) o Decreto nº 953/2024, que oficializa a dissolução da Administração Federal de Ingressos Públicos (AFIP), responsável pela arrecadação de impostos no país, e cria sua substituta, a Agência de Receita e Controle Aduaneiro (ARCA). Conforme a norma, todos os “recursos, pessoal, orçamento, compromissos, direitos e obrigações” da AFIP serão transferidos para a nova Agência, que, de acordo com o Governo, faz parte da série de medidas de ajuste fiscal, redução do Estado e eliminação de estruturas ineficientes. Junto desta medida, também foi publicado o Decreto nº 954/2024, que nomeia os diretores da nova Agência, bem como da Direção Geral Impositiva (DGI) e da Direção Geral de Aduanas (DGA), órgãos subordinados à ARCA. Florencia Misrahi, que liderava a AFIP, segue como Diretora Executiva da ARCA. Os outros órgãos sofrem mudanças. A DGI será chefiada por Andrés Vázquez e a DGA terá como diretor José Andrés Velis, que substitui Eduardo Mallea. Velis é um profissional com mais de três décadas de experiência na Direção Geral de Aduanas e o Governo espera que seu perfil contribua no processo de modernização tecnológica e maior controle do comércio exterior. Mobilização será intensificada Os sindicatos que representam funcionários da AFIP mobilizam-se em protesto contra as medidas logo que anunciadas, pois podem levar ao desligamento de cerca de 3.000 funcionários. Decidiu-se primeiramente realizar paradas das 10h às 12h até esta sexta-feira (25), com “apagão informático”. A mobilização deve ser intensificada, segundo novo comunicado do Sindicato Único del Personal Aduanero (SUPARA), que afirmou na segunda (28) e terça-feira (29/10) o horário de apagão dos computadores será das 10 às 14h. No dia 30 de outubro, está planejado parada das atividades durante a jornada hábil de cada setor. A mobilização afetará também o funcionamento da Direção Geral de Aduanas, interrompendo os serviços de emissão de documentos aduaneiros, fiscalização e gestão de licenças, o que vai gerar gargalos nos portos e pontos de entrada. As operações de exportação, importação e transporte dependem em grande parte da fluidez e continuidade destes processos, pelo que o corte de atividades anunciados terão impacto direto na logística e na economia nacional.
Prorrogação do contrato da Ecosul divide opiniões em pesquisas realizadas com usuários

Com concessão até 2026, Ecosul administra Polo Rodoviário de Pelotas em trechos das BR-116 e BR-392 Uma pesquisa realizada pela Fetransul (Federação das Empresas de Logística e Transporte de Cargas no Rio Grande do Sul) aponta que 89% dos usuários do Polo Rodoviário de Pelotas entrevistados acreditam que uma nova licitação com outra empresa reduziria as tarifas e aumentaria os investimentos na região. Atualmente, administrada pela Ecosul, a taxa de pedágio nas rodovias é considerada uma das mais caras do Brasil, no valor de R$ 19,60 para carros de passeio. O contrato de concessão termina em 2026, mas a empresa busca a prorrogação sob novos moldes. Em contrapartida, a Ecosul afirma que, em pesquisa realizada pelo Instituto de Opinião Pública (IPO), 72,6% dos entrevistados concordam com a proposta de prorrogação da concessão com um novo modelo de contrato com a empresa. O levantamento da Fetransul também traz outros dados: 96% dos entrevistados consideram o pedágio caro; 68% avaliam os serviços e a segurança viária da Ecosul como regulares ou ruins; e 62% se declaram insatisfeitos. Além disso, 86% dos pesquisados são da Zona Sul do Estado, e 89% usam as rodovias diariamente ou semanalmente. Segundo o presidente da Fetransul, Francisco Cardoso, o contrato de concessão é muito antigo e, em sua visão, as condições não fazem mais sentido nos dias de hoje. “Não havia necessidade de quase nenhum investimento pelo contrato. Tanto que a maioria das obras de duplicação foi feita pelo governo federal, com recursos do contribuinte”, ponderou. Para ele e para as entidades que representa, é necessário realizar uma nova licitação, permitindo que outras empresas concorram e ofereçam uma administração mais eficiente. Cardoso também destaca a necessidade de uma audiência pública envolvendo entidades e a população da Zona Sul do estado, incluindo produtores rurais e comerciais-industriais. “É preciso redefinir o projeto e incluir outros trechos. O valor do pedágio afeta a competitividade da Zona Sul. As transportadoras não pagam o pedágio, mas isso aumenta o custo para os embarcadores, o que encarece o transporte de carga e afeta o trabalho”, explicou. Metodologia Fetransul A pesquisa foi desenvolvida em duas etapas. Na primeira fase, por meio digital, foram coletadas 3.447 respostas de pessoas vinculadas a entidades empresariais que, devido às suas atividades, utilizam o sistema rodoviário do RS. Entre essas entidades, estão os 13 sindicatos de empresas de transporte e logística do estado, garantindo abrangência estadual à amostra. Na segunda etapa, foi realizada uma pesquisa presencial entre os dias 28/08 e 02/09. As entrevistas ocorreram em postos de abastecimento nas rodovias BR-116 e BR-392, nas cidades de Pelotas, Canguçu e Rio Grande. A amostra incluiu 1.085 questionários, divididos proporcionalmente entre usuários de automóveis e caminhões, de acordo com a média de passagens diárias nas praças de pedágio, por tipo de veículo. A margem de erro da pesquisa é de até 10%, conforme os critérios técnicos de amostragem. Cardoso explicou que, para obter uma amostra representativa dos usuários das rodovias concedidas à Ecosul, “consideramos o VDM das vias (cerca de 30 mil veículos por dia) e determinamos uma margem de acerto de 90%. Para isso, seriam necessárias 748 entrevistas.” Apesar disso, foram feitas 1.085 entrevistas. “O que está em jogo é o fim deste contrato e uma nova licitação. Queríamos saber o que os usuários pensam sobre isso, mas também medimos a satisfação de forma acessória“, afirmou. Ecosul diz que 72,6% dos entrevistados em pesquisa concordam com a proposta para a prorrogação da concessão A prorrogação do contrato também foi tema de uma pesquisa do Instituto de Opinião Pública (IPO), afirmou a Ecosul, concessionária que administra as rodovias. De acordo com o levantamento realizado pelo IPO, 72,6% dos entrevistados concordam com a proposta de prorrogação da concessão com um novo modelo de contrato com a Ecosul apresentado ao governo federal. “Essa proposta prevê a redução imediata da tarifa e importantes obras, entre elas a duplicação da BR-392, do quilômetro zero ao quilômetro 9, a recuperação da Ponte do Canal São Gonçalo, o alteamento e substituição de três pontes na BR-116, o alargamento e adequação de todas as pontes, a construção de um ponto de parada e descanso para caminhoneiros, além de melhorias como a implantação de sistemas de monitoramento por câmeras, descontos para veículos de passeio que sejam usuários frequentes e a modernização dos parâmetros operacionais”, detalhou a empresa. A Ecosul ressalta que as alternativas com um novo contrato preveem a redução imediata da tarifa de pedágio. “Não se trata de uma simples prorrogação do contrato atual, mas de uma repactuação, com redução da tarifa e a obrigação de realizar obras importantes”, esclareceu. À reportagem, a empresa informou ainda que a proposta de extensão da concessão está em análise pelo Ministério dos Transportes, “sem atualizações recentes“. Sobre a pesquisa da Fetransul, a Ecosul afirmou desconhecer a metodologia, mas ressaltou que “a pesquisa recente realizada pelo IPO apontou que 68% dos usuários consideram ótimos ou bons os serviços prestados pela concessionária, e 22,5% os avaliam como regulares.” Metodologia IPO A pesquisa do IPO é quantitativa, probabilística e estratificada por tipo de veículo (passeio e carga), praça de pedágio e tipo de passagem (normal e AVI/via fácil). Os motoristas foram entrevistados nas praças de pedágio e nos postos de combustíveis no entorno do Polo Rodoviário da Ecosul. O levantamento foi realizado entre os dias 17 e 27 de abril de 2024, com um total de 900 entrevistas, sendo 566 com veículos de passeio e 334 com veículos de carga/caminhões. A margem de erro é de 3,0 pontos percentuais, com um intervalo de confiança de 95%. Fonte: JC – Repórter Bárbara Lima Foto: ECOSUL/DIVULGAÇÃO/JC