Entidades unidas em prol da responsabilidade social

Sistema Fetransul, ComJovem Porto Alegre e Núcleo de Ação Social do Setcergs com o apoio do SEST SENAT, realizaram no dia 22 de julho (sábado) a doação de alimentos e produtos de limpeza ao Lar da Dona Nilza que abriga crianças e adolescentes. A Campanha fez parte da comemoração aos 32 anos do Sistema Fetransul. A doação ocorreu na unidade de Porto Alegre durante a Mobilização SEST SENAT de Portas Abertas.

Sistema Fetransul, ComJovem e NAS estarão presentes na Mobilização Nacional SEST SENAT de Portas Abertas

Você é nosso convidado! O Sistema Fetransul estará presente amanhã (22 de julho) das 9h às 15h na unidade do SEST SENAT em Porto Alegre. O evento será voltado a todos os trabalhadores do transporte. Na oportunidade, será feita a doação dos alimentos e materiais de limpeza arrecadados durante a Campanha Solidária que marcou os 32 anos da federação. A ação conta com o importante apoio da COMJOVEM e Núcleo de Ação Social do Setcergs.Participe!

Decisão que julgou pontos inconstitucionais da Lei do motorista deve impactar o transporte rodoviário

Para a CNT, decisão do STF poderá impactar o custo do frete e do transporte coletivo, encarecendo as operações No último dia 30 de junho, o STF (Supremo Tribunal Federal) finalizou o julgamento da ADI 5322 e declarou inconstitucionais trechos da chamada Lei dos Motoristas. Os ministros julgaram ação que questionou a Lei nº 13.103 de 2015. A CNT (Confederação Nacional do Transporte) alerta as empresas do transporte rodoviário acerca eventuais impactos gerados pela decisão. A declaração de inconstitucionalidade, que teve a ata de julgamento publicada no último dia 12, repercute nos seguintes temas: tempo de espera; indenização do tempo de espera em 30% do salário-hora normal; cumulatividade e fracionamento dos descansos semanais remunerados em viagens de longas distâncias; fracionamento do intervalo interjornada de 11 horas; e repouso com o veículo em movimento no caso de viagens em dupla de motoristas. Para o presidente da CNT, Vander Costa, a inconstitucionalidade desses dispositivos modifica a atividade do transporte rodoviário e traz consequências para as empresas. “A decisão poderá causar impactos no custo do frete e no transporte coletivo. É interessante que os transportadores que tiverem impactos devem requerer revisões de contrato”, declara. Entenda os impactos dessas mudanças: Tempo de espera x trabalho efetivo O tempo de espera passa a entrar na contagem da jornada de trabalho e das horas extras. Com isso, segundo a CNT, poderá ocorrer o aumento de custos operacionais para as empresas de transporte. A CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) estabelecia que o tempo de espera do motorista ocorria enquanto esse aguardava as operações de carga e descarga ou em filas para fiscalização de mercadorias. Esse período não era computado na jornada de trabalho, mas o motorista era indenizado em 30% do valor da hora normal.  Com a decisão, as empresas perderam a possibilidade de controlar o tempo efetivo de trabalho e a flexibilidade na execução dos serviços. O trabalhador era remunerado com o pagamento de um valor pelo tempo de espera (parado ou descansando) como verba indenizatória  Fracionamento de períodos de descanso O STF declarou inconstitucional dividir o período de descanso dos motoristas, e a coincidência do descanso com a parada obrigatória na condução do veículo. O intervalo deverá ser de 11 horas seguidas dentro das 24 horas de trabalho. Além disso, a cada seis dias, o motorista deverá usufruir do seu descanso semanal que podia chegar a 35 horas. O acúmulo do descanso semanal remunerado permitia aos motoristas de viagens de longa distância usufruir do seu descanso semanal prolongado quando retornassem à sua base – aspecto essencial para que pudessem estar junto aos seus familiares. Até então, eles podiam acumular até três descansos semanais.  Repouso com veículo em movimento Nas viagens de longas distâncias em que o empregador contratar dois motoristas, o Supremo declarou inconstitucional contabilizar o tempo de descanso de um dos profissionais com o caminhão em movimento, com repouso mínimo de seis horas em alojamento ou na cabine leito com o veículo estacionado, a cada 72 horas. Na avaliação da CNT, a viagem em dupla descansando no mesmo veículo deixa de ser atrativa. O tempo em que um motorista está dirigindo e o está outro dormindo na cama da cabine ou descansando é considerado como jornada de trabalho. Isto significa que, se o caminhão trafegar por 12 horas, mesmo que cada motorista dirija por apenas 6 horas, serão computadas 12 horas de trabalho para cada profissional. Oferta de mão de obra Pode haver impacto da decisão também na oferta de mão de obra no segmento. A imposição de condições de trabalho mais restritivas – como a obrigatoriedade de longas paradas e a impossibilidade de revezamento entre motoristas – torna a função menos atrativa para novos candidatos. O setor já tem dificuldade de encontrar motoristas, tanto que o SEST SENAT custeia a carteira de motorista D e E para profissionais de outras áreas do transporte que querem migrar de atividade. Diante dessas mudanças, o presidente da CNT chama atenção para a necessidade de reorganização operacional, realinhamento de custos e renegociação de contratos. “O Sistema Transporte continuará trabalhando ativamente, junto ao STF, para minimizar os impactos da decisão no setor”, afirma. Para auxiliar integrantes do Sistema Transporte a compreender melhor o assunto, a CNT produziu um material especial. Não deixe de conferir para avaliar como a decisão pode impactar nas empresas. Clique aqui para baixar o Especial CNT – ADI 5322 – Impactos ao setor produtivo:  decisão do STF traz mudanças às empresas de transporte Fonte: CNT

ITL abre inscrições para quatro turmas do curso de LGPD para o Setor de Transporte

O curso passa a ser ministrado pela empresa Martinelli Advogados e será realizado nas cidades de Belo Horizonte (MG) e São Paulo (SP) Estão abertas as inscrições para quatro turmas do curso LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais) para o Setor de Transporte, ministrado em dois níveis de conhecimento: básico e avançado. O curso executivo é destinado a profissionais que atuam em empresas de transporte e logística e que estejam realizando a adequação dos procedimentos internos de suas empresas à LGPD, lei nº 13.709/18. O curso é gratuito para os profissionais de empresas vinculadas ao Sistema Transporte. A qualificação faz parte do Programa Avançado de Capacitação do Transporte, coordenado pelo ITL e promovido pelo SEST SENAT, cujo objetivo é oferecer subsídios para que gestores e executivos do transporte compreendam as mudanças administrativas, tecnológicas e culturais impostas pela LGPD. O programa do curso foi construído pelas instituições do Sistema Transporte com apoio do professor Danilo Doneda, especialista em proteção de dados pessoais que faleceu em dezembro de 2022 e foi um dos coautores do anteprojeto da lei que resultou na LGPD. As novas turmas realizadas em 2023 serão ministradas pela empresa Martinelli Advogados. As turmas são para as cidades de Belo Horizonte (MG), com inscrições abertas até 27 de agosto e com aulas no final de setembro; e de São Paulo (SP), cujas inscrições estão disponíveis até 1º de outubro e as aulas serão no início de novembro.  Em cada uma das capitais, serão realizadas duas turmas — uma de nível básico e outra, avançado. O básico tem três dias de duração e 24 horas-aula, com nove disciplinas, entre elas, proteção de dados pessoais, direitos do titular e transparência, tutela administrativa, segurança de informação, boas práticas, proteção de dados e relações trabalhistas no setor de transporte e implementação da LGPD no setor de Transporte. Já o curso avançado tem 16 horas-aula, divididas em dois dias e oito disciplinas. Este último nível é voltado para alunos que já participaram dos cursos ministrados no ano de 2021, bem como gestores que possuam conhecimento estruturado e trabalhem com proteção de dados. Clique aqui para ver o edital com todas as informações sobre o curso e o processo seletivo e realizar sua inscrição. Fonte: CNT

Bento Gonçalves recebe o programa Motorista de Futuro

A tarde do dia 18 de julho, foi marcada por mais uma turma de jovens alunos que receberam orientações do Programa Motorista de Futuro que tem como objetivo principal a atração e sensibilização dos jovens com a profissão motorista. A ação que é realizada pelo Sistema Fetransul em parceria com o SEST SENAT, já atendeu mais de 700 alunos de escolas públicas na cidade de Porto Alegre. Lajeado já tem data marcada e dia 27 de julho receberá a ação. Como a ação acontece: Os jovens são recepcionados pelas equipes do Sistema Fetransul e SEST SENAT para um bate-papo com os instrutores da unidade. Na tarde de ontem, o Instrutor Evandro Colognese, conduziu o encontro e apresentou informações sobre as atividades do motorista profissional e sua importância na sociedade. Adriano Piacentini, ex-motorista e hoje empresário e diretor da Associação dos Motoristas de Garibaldi, esteve presente e falou sobre a sua experiência e oportunidades que a profissão agregou para a vida pessoal e profissional. Experiência com a prática: Os alunos compartilharam suas opiniões, esclareceram dúvidas e posteriormente foram conduzidos a conhecerem de perto um caminhão de alta tecnologia, disponibilizado pelas empresas parceiras. Os motoristas Adriano de Lara da Práttica Logística e Gilmar Rodrigues Telles da Mérica Transportes, explicaram aos alunos sobre as funcionalidades do veículo. O simulador de direção também foi atração entre os jovens. O equipamento possui tecnologia de ponta a serviço da qualificação profissional para o transporte. A prática no simulador faz parte do treinamento de motoristas de cargas e de passageiros e dá aos alunos experiência para enfrentar desafios reais da profissão. O resultado: A cada ação, recebemos o depoimento de jovens que demostram interesse em ser motorista profissional. Kauã da Silva Gaieski e Maria Eduarda Barbosa Ludwig são alunos da turma de Jovem Aprendiz do SEST SENAT em Bento Gonçalves e concederam depoimento a respeito do Programa: Agradecimento: O Sistema Fetransul reconhece a importante parceria das unidades do SEST SENAT e toda a equipe que não mede esforços para disseminar conhecimento aos jovens. O apoio das empresas também tem sido fundamental com a disponibilidade de um caminhão e motorista em todas as ações. Escolas interessadas em realizar a visita guiada, poderão entrar em contato: E-mail motoristadefuturo@fetransul.com.br Fone (51) 3015.0576 Instagram: @fetransulrs Para saber mais sobre a CAMPANHA MOTORISTA DE FUTURO, acesse: https://www.fetransul.com.br/motoristadefuturo/

Programa Despoluir completa 16 anos e alça voos internacionais na busca pela descarbonização

A iniciativa já proporcionou mais de quatro milhões de aferições e atendeu a cerca de 55 mil empresas de transporte e caminhoneiros autônomos no país O ano de 2023 tem sido exitoso para o transporte no que diz respeito à ampliação das práticas sustentáveis do setor. As ações ambientais do Sistema Transporte ganharam notoriedade com o aumento do protagonismo internacional do Programa Despoluir, empreendimento conjunto da CNT e do SEST SENAT que, neste 18 de julho, completa 16 anos. No mês de maio, o programa foi divulgado no ITF (Fórum Internacional do Transporte, na sigla em inglês), na Alemanha, e mostrou como o Brasil vem pensando alternativas aos combustíveis fósseis. A participação coincidiu com o anúncio, pelo ITF, do país como o mais novo membro do Fórum. Vinculado à OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), o encontro coloca em evidência, em nível mundial, as experiências exitosas do transporte. Recentemente, a CNT esteve também em um encontro online com a Agência de Cooperação e Investimento de Medellín, Colômbia, no qual o Despoluir tratou de boas práticas e discutiu a possibilidade de Brasil e Colômbia estabelecerem cooperação internacional complementar em prol do desenvolvimento sustentável do setor. Pensar em fontes energéticas tem sido um exercício de longa data do Despoluir e um dos focos do Sistema Transporte. A iniciativa tem grande sinergia com a agenda ESG, de boas práticas sociais, ambientais e em governança. O fato de o Despoluir abarcar temas como qualidade do ar e responsabilidade ambiental tem conquistado o engajamento de muitas empresas interessadas em melhorar seus indicadores de sustentabilidade.  Para o Sistema, é necessário envolver o setor nessa discussão, dando ênfase à transição energética que se avizinha. Com esse objetivo em vista, a CNT constantemente disponibiliza estudos técnicos e outros materiais informativos.   “Esse compromisso é importante e se reverte em benefício para o setor. Os ganhos podem ser percebidos desde a redução do consumo do diesel dos veículos — implicando a diminuição de custos — até a melhoria das condições de saúde dos profissionais do transporte”, ressalta o presidente do Sistema Transporte, Vander Costa.  Outros destinos Em 2022, foi a vez de o Despoluir ser divulgado no Egito. A convite do Ministério do Meio Ambiente, a CNT participou da 27ª edição da COP27 (Conferência do Clima), realizada pela ONU (Organização das Nações Unidas) no país. No mesmo ano, os trabalhos técnicos da Confederação no âmbito da sustentabilidade tiveram visibilidade na CIT (Câmara Internacional da Indústria de Transportes), no México. Na ocasião, a entidade expôs um estudo sobre os benefícios e os desafios do biometano como alternativa de energia limpa para o transporte. O material, que faz parte da Série CNT Energia no Transporte, acabou ganhando espaço na PNME (Plataforma Nacional de Mobilidade Elétrica). Coordenado pelo Instituto Clima e Sociedade, o repositório agrega conteúdo de mais de 30 entidades, incluindo órgãos governamentais, agências, indústria, academia e sociedade civil. Publicações orientam o setor A Série CNT Energia no Transporte visa identificar os benefícios e desafios de alternativas limpas, como biometano, eletromobilidade e hidrogênio verde. A energia elétrica e o hidrogênio renovável estão entre as principais alternativas aos combustíveis fósseis e soluções possíveis para mitigar a atual emissão de gases do efeito estufa (GEE), causadores do aquecimento global. Ambos têm despertado o interesse de diferentes setores que buscam investir em tecnologias sustentáveis e em descarbonização. É o caso do transporte. A respeito do biometano, as emissões são menores, em comparação com veículos do ciclo diesel e gás natural. A média geral de redução de emissão é de 64%, com destaque para o percentual de redução dos ônibus, que foi de 75% em relação ao diesel. O investimento em energia limpa vai ao encontro das Contribuições Nacionalmente Determinadas pelo Brasil, em consonância com o Acordo de Paris, no âmbito da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre a Mudança do Clima. Acesse os materiais:  Eletromobilidade – Uma das soluções para alcançar a neutralidade de carbono Hidrogênio renovável – Uma das rotas para descarbonizar o transporte rodoviário Biometano – Uma alternativa limpa para o modal rodoviário Itinerância pela sustentabilidade O Programa Despoluir conta na execução dos serviços com as federações afiliadas, do transporte de cargas e de passageiros, em todo o país. As atividades são gratuitas e oferecidas às empresas do setor que buscam aprimorar a inspeção ambiental em veículos movidos a diesel (Avaliação Veicular Ambiental) e a análise do combustível contido no tanque de armazenamento das empresas de ônibus e caminhões (Avaliação da Qualidade do Diesel). Periodicamente, o conhecimento é compartilhado por meio dos encontros técnicos regionais, nos quais interagem os coordenadores regionais do Programa e as equipes técnicas das federações. Nessas reuniões, a Confederação atualiza o estado da arte em sustentabilidade e boas práticas.  Este ano, já foram realizadas oficinas nas regiões Nordeste e Norte. “A troca de informações entre os técnicos se reflete no atendimento aos nossos clientes. O Despoluir é o melhor programa ambiental (do transporte) do Brasil, porque trabalha diretamente nos veículos, melhorando o desempenho e diminuindo a emissão. Temos de nos aperfeiçoar cada vez mais para contribuir para a questão ambiental”, aponta o empresário Irani Bertolini, presidente da Fetramaz (Federação das Empresas de Logística, Transporte e Agenciamento de Cargas da Amazônia), que foi parceira do evento na região Norte.  No Nordeste, a Federação anfitriã foi a Fetrans (Federação das Empresas de Transportes de Passageiros do Ceará, Piauí e Maranhão). Para o presidente da entidade, Chiquinho Feitosa, o Despoluir atua em uma seara prioritária para o setor. “A sustentabilidade está cada vez mais conectada com a saúde financeira e a possibilidade de longevidade das empresas. Ela está diretamente ligada à economia, à redução de custos e a diferenciais competitivos”, acrescenta. Em agosto, será a vez das regiões Sul e Sudeste sediarem o evento. A programação Centro-Oeste ocorrerá em setembro, mês em que também ocorrerá o encontro nacional do Programa Despoluir. Ao longo desses 16 anos, a iniciativa já proporcionou mais de quatro milhões de avaliações veiculares ambientais e atendeu a cerca de 55 mil empresas de transporte e caminhoneiros autônomos

EcoRioMinas passa a cobrar tarifa de eixos suspensos de veículos com carga

Na segunda quinzena de julho de 2023, a concessionária EcoRioMinas passou a cobrar tarifa pela totalidade dos eixos, suspensos ou não, de todos os veículos comerciais com carga que passem pelas praças de pedágio no trecho concedido. A empresa é responsável pelo sistema rodoviário Rio de Janeiro (RJ)–Governador Valadares (MG). A medida, a ser implementada nas cinco praças de pedágio distribuídas ao longo do trecho, visa coibir as isenções indevidas de eixos suspensos de veículos não vazios e está amparada na lei federal nº 13.103/2015 e na resolução nº 4.898/2015, da ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres).  Para fazer a cobrança, a concessionária fará a conferência de cargas por checagem visual ou por meio de consulta — através da base de dados oficial das Secretarias de Fazenda, Receita, Economia ou Tributação dos Estados e do Distrito Federal — ao MDF-e (Manifesto Eletrônico de Documentos Fiscais),  documento com validade jurídica que traz informações sobre origem, destino e tipo de produtos transportados.  O motorista será tarifado pela totalidade dos eixos do veículo caso passe pela praça de pedágio carregado com a carga visível. Não sendo possível a conferência de forma visual, como nos casos de carrocerias fechadas, será cobrada pela existência de MDF-e em aberto. Os veículos de carga vazios ou sem Manifesto aberto seguirão isentos da tarifa sobre eixos que não tocam o solo, conforme determina a legislação. A verificação do MDF-e é realizada de forma automática, por meio de câmeras inteligentes que fazem a leitura das placas dos veículos e, posteriormente, cruzam com as bases de dados das Secretarias de Fazenda Estaduais. Assim, quando o veículo entrar na pista da cabine, o sistema informará na praça de pedágio se há documento em aberto e, caso positivo, realizará a cobrança integral dos eixos no momento da passagem.   Além de aumentar o risco de acidentes, a prática de circular com os eixos indevidamente suspensos é considerada infração grave e está sujeita à penalidade de multa, conforme previsto no art. 209 do CTB (Código de Trânsito Brasileiro). Fonte: CNT

CNT divulga nova rodada da sondagem sobre o nível de confiança do transportador na economia

O índice de confiança do transportador nas condições atuais caiu no segundo trimestre deste ano, em relação ao anterior A CNT (Confederação Nacional do Transporte) divulgou, nessa terça-feira (18), a nova rodada do Índice de Confiança do Transportador em relação ao ambiente de negócios e à sua atividade empresarial. A sondagem, feita com empresas de transporte rodoviário de cargas do Rio Grande do Sul, mostra que a confiança do segmento nas condições atuais caiu no segundo trimestre do ano, em relação ao primeiro. Já as perspectivas para os próximos seis meses são de leve melhora, apesar de ainda estarem baixas. Do primeiro trimestre deste ano para o segundo, o índice de condições atuais caiu de 38,9% para 36,8%. Por outro lado, o índice de expectativas registrou uma leve ascensão, subiu de 50,9% para 51,1% no mesmo período. Os dados mostram que os transportadores estão mais confiantes no futuro que em sua situação atual. O índice geral de confiança dos empresários, que combina os dois indicadores, saiu de 46,9%, no primeiro trimestre do ano, para 46,3%, no atual.  Os motivos apontados pelos transportadores para essa baixa na confiança das condições atuais incluem a perspectiva de aumento de carga tributária, os juros elevados, a falta de investimentos em infraestrutura, o custo elevado para reposição e manutenção da frota, entre outros fatores. Por sua vez, o ligeiro aumento da confiança em relação às condições do próximo semestre está relacionado às perspectivas de menor variação dos preços dos combustíveis e de redução da taxa de juros, além da melhoria nos próprios negócios e da possibilidade de novas linhas de financiamento. Para o levantamento, a CNT teve o apoio da Fetransul (Federação das Empresas de Logística e Transporte de Cargas no Rio Grande do Sul). A amostra contou com 321 empresários, dentre os quais 174 administram microempresas (até 9 empregados); 56, empresas de pequeno porte (de 10 a 49 empregados); 25, de médio porte (de 50 a 99 empregados); e 66, de grande porte (100 ou mais empregados). A síntese divulgada pela CNT pode ser utilizada pelos empresários como um indicador antecedente da propensão do setor a fazer investimentos na atividade. Para a Confederação, o indicador é um balizador das ações de defesa de interesses do setor junto aos poderes Executivo e Legislativo federal e estaduais. Esse planejamento, tanto por parte das empresas quanto da Confederação, é fundamental, uma vez que a confiança é afetada pela política e pela conjuntura econômica. Os dados gerados servem, ainda, para empresas fornecedoras e consumidoras dos serviços de transporte. Na prática, o ambiente logístico poderá entender o ânimo dos empresários do setor e antecipar as principais tendências em curto prazo. Acesse: Índice CNT de Confiança do Transportador — Rodoviário de Carga (2ª rodada) Fonte: CNT

Confiança do empresário de transportes de cargas do RS diminui no segundo trimestre

Mudanças na Lei do Motorista podem gerar aumento de custos, alertam transportadores A perspectiva de aumento da carga tributária, juros altos, insegurança jurídica e a falta de investimentos em infraestrutura diminuíram a confiança do transportador rodoviário de cargas do Rio Grande do Sul no segundo trimestre. O levantamento, realizado desde março pela Confederação Nacional do Transporte (CNT), mostra que o Índice CNT de Confiança do Transportador ficou em 46,3% na análise mais recente, contra 46,9% no primeiro trimestre. Para calcular o índice, 321 empresas gaúchas foram entrevistadas sobre como avaliam a situação atual e quais as expectativas para os próximos seis meses na economia e na própria empresa em uma iniciativa da CNT com o apoio da Federação das Empresas de Logística e Transporte de Cargas no Rio Grande do Sul (Fetransul). O resultado é calculado a partir das respostas a quatro questões: duas referem-se às condições atuais da empresa e da economia e duas são referentes às expectativas para os próximos seis meses.No segundo trimestre, os transportadores gaúchos estavam mais pessimistas em relação às condições atuais do que no primeiro trimestre, com o índice que avalia esse quesito caindo de 38,9% para 36,8%, uma redução de 2,1 pontos percentuais. Uma das questões que mais preocupa os empresários é a elevação de impostos para o setor de serviços em decorrência da reforma tributária e os impactos sobre o segmento de transporte rodoviário. Afrânio Kieling, presidente da Fetransul e membro do Conselho de Representantes da CNT, considera que a reforma da maneira como foi aprovada vai gerar aumento de custos nas operações. “E por conta da reforma tributária o transportador está um pouco inseguro quanto a fazer investimentos já que ainda não há um sinal do que o governo vai fazer, quais os caminhos e destinos do País, e isso gera um pouco de desconfiança no setor”, avalia. O presidente da Associação Brasileira de Transportadores Internacionais de Carga (ABTI), Francisco Cardoso, diz que, além do aumento de impostos, as empresas já sofrem com a alta taxa de juros, o que afeta os investimentos. “É um setor que demanda muito o investimento em frotas, e os juros altos impactam nas empresas. Estamos na expectativa que a economia possa melhorar no segundo semestre, mas ainda não sentimos na realidade medidas que possam ter a retomada do crescimento”, afirma. O presidente da ABTI reforça a essencialidade do transporte de cargas. “O setor não parou um dia na pandemia, enfrentou desafios – empresas e os motoristas -, para seguir atendendo a indústria, comércio, população e o nosso País. Se nós somos uma atividade considerada essencial na pandemia, devemos também ser considerados uma atividade essencial na reforma tributária, por isso não podemos ser oneradas. Devemos manter a carga tributária que mantemos hoje. Todos desejamos uma reforma tributária que simplifique, mas que não onere”, ressalta. A pesquisa da CNT reflete também a preocupação dos empresários de transportes de cargas sobre a insegurança jurídica. Cardoso cita as alterações feitas pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em relação à Lei do Motorista, com mudanças na jornada de trabalho, descanso e fracionamento de intervalo. “As mudanças vão reduzir significativamente a capacidade de produção das empresas, além de aumentar os custos com horas extras. Estamos aguardando se vai ser retroativo ou não para ver o quanto impacta nas operações de transporte com relação à produtividade e custos, pois isso será repassado ao cliente, indústria, varejo, e consequentemente o consumidor final”, teme Cardoso. Entre as dificuldades enfrentadas pelo setor atualmente, Kieling cita a falta de infraestrutura, como pontos de parada para que os motoristas possam descansar e cumprir a jornada de trabalho e o custo elevado das praças de pedágio. “Os empresários não veem evolução na melhoria da infraestrutura, o que acaba gerando um pouco mais de custos para o setor”, afirma. Em relação às expectativas para os próximos seis meses, o índice que avalia a economia brasileira e a própria atividade das empresas aumentou no segundo trimestre, passando de 50,9% para 51,1%. Entre os pontos citados pelos entrevistados estão a perspectiva de maior estabilidade de preços dos combustíveis em função da alteração na política adotada pela Petrobras e a possibilidade de novas linhas de financiamento para o setor e renegociação de dívidas. Apesar de o governo ter lançado um programa de incentivos fiscais para a venda de carros, ônibus e caminhões no início do ano, o presidente da Fetransul diz que até o momento não há resultados na prática disso para o setor, e que o tema gera ainda uma grande expectativa se vai acontecer ou não. Fonte: Jornal do Comércio / Luciane Medeiros / TÂNIA MEINERZ/JC

Vida longa ao Sistema Fetransul

O Sistema Fetransul celebra hoje, dia 17 de julho, seus 32 anos de atividades. A data enseja a comemoração de uma história construída com dedicação e altruísmo pelas lideranças do Transporte e da Logística do RS. A Federação foi criada para promover a união das entidades sindicais do Transporte de Cargas do RS, e para representar o setor em nível nacional. Tal como os pioneiros do modal rodoviário oito décadas atrás, trilhamos estes 32 anos consagrados pela força empreendedora, inspirados pela inovação, e alicerçados pela nossa nobre missão de promover a integração econômica do Rio Grande do Sul com o Brasil. Este é uma história de sucesso que compartilhamos com todos os operadores logísticos e transportadores de carga do RS.