Fetransul projeta pedágio mais justo com fim da concessão dos trechos das BRs 116 e 392

A partir desta quarta-feira (4), trechos das rodovias BR-116 e BR-392 no Sul do Rio Grande do Sul passam a ser administrados pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), marcando o fim definitivo do contrato de concessão com a Ecovias Sul e a suspensão temporária da cobrança de pedágios. O término desse ciclo encerra um histórico de embates entre a concessionária e os usuários da via, cenário no qual a Federação das Empresas de Logística e Transporte de Cargas do RS (Fetransul) assumiu uma postura combativa contra a permanência da empresa. Para a Fetransul, a saída da Ecovias Sul é vista como uma vitória. Segundo Paulo Ziegler, diretor de infraestrutura da entidade, a federação trabalhou ativamente junto ao governo federal e ao DNIT para garantir que a transição ocorresse sem qualquer prorrogação de contrato, mesmo que de forma provisória. Segundo ele, a concessionária mantinha um histórico problemático com os transportadores de carga, caracterizado pela falta de diálogo e pelo uso constante de interditos proibitórios na Justiça para impedir protestos da categoria. “Nossa posição sempre foi contra a permanência da Ecovias, os motivos são muitos. Diversos transportadores de carga tiveram chamados interditos proibitórios obtidos na justiça pela Ecovias no período em que ela teve a concessão e que houve protestos e intenções de expressar situação com eles, que nunca se dispuseram a dialogar”, ponderou A tarifa cobrada pela Ecovias Sul, no valor de R$ 22,20, chamava a atenção por ser uma das mais caras do país em rodovias federais. A Fetransul aponta que, com a proximidade do fim do contrato e a demora do governo para o lançamento de um novo edital, a empresa mudou subitamente de postura e tentou se apresentar como a “solução provisória” em uma tentativa de se manter na administração das rodovias. Com o fim da cobrança de pedágio nos trechos, existe uma preocupação sobre como será financiada a manutenção dos serviços nas vias, como socorro médico imediato e atendimentos mecânicos, antes garantidos pela Ecovias Sul. Ziegler, contudo, minimiza o impacto dessa mudança e classifica o temor como uma “narrativa”. Durante este período sem concessão, o atendimento a acidentes com vítimas seguirá a regra adotada no restante do estado, sendo realizado pelo SAMU do município mais próximo ou pelo Corpo de Bombeiros. Já os problemas mecânicos deverão ser cobertos por seguros particulares dos motoristas ou contratação de socorro privado. “No Rio Grande do Sul, nós temos 5.700 km de rodovias federais comandadas pelo Dnit e a maioria delas se encontra ou bem conservada ou razoavelmente conservada e em nenhuma delas você tem ambulância e guincho. Isso é assim em todo lugar. Por que não poderia ser assim lá para Pelotas enquanto não se resolve a concessão?”, destacou. Além disso, Ziegler demonstrou otimismo com o novo leilão e uma possível redução de tarifas. Segundo ele, a Fetransul enxerga o futuro dessas rodovias com bastante otimismo, considerando que o antigo contrato, assinado entre 1998 e 2000, já era tido como “anacrônico”. Ziegler afirma que já teve acesso aos estudos completos sobre a nova concessão e confia que o novo modelo será bem mais moderno e estruturado. Uma análise preliminar dos estudos do governo indica que a tarifa de referência para o próximo leilão deve cair drasticamente, girando em torno de R$ 0,10 por quilômetro em pista simples e R$ 0,13 em trechos duplicados – o que, segundo ele, são valores equilibrados, compatíveis com o mercado. “Estamos falando de uma concessão anacrônica, de um modelo que já nem existe mais. O Ministério dos Transportes e a ANTT aperfeiçoaram muito o modelo de concessões, que hoje são bem estruturadas do ponto de vista dos projetos e dos preços. Pode ser que o vencedor do leilão ofereça um desconto ainda melhor, mas os estudos mostram um valor um pouquinho abaixo do que se cobra hoje e que consideramos uma tarifa equilibrada. Como os compromissos de investimento não são da mesma grandeza de outras vias, isso explica por que é um pouco mais barato e nos faz confiar numa boa solução”, ponderou. Fonte: Jornal do Comércio – Foto: TÂNIA MEINERZ/JC
Líderes de entidades reconhecem importância do Marcas

A relevância do Marcas de Quem Decide para a economia gaúcha também foi enaltecida por líderes de entidades empresariais do Rio Grande do Sul, que reconheceram a importância do evento, promovido há 28 edições pelo Jornal do Comércio, para o mercado do Rio Grande do Sul. “O Marcas é uma premiação bastante relevante e importante para o setor da construção civil. Ele reconhece não só as marcas preferidas como as mais lembradas e isso é um grande guia orientador tanto para o mercado consumidor quanto institucional. O Jornal do Comércio vem trabalhando de maneira muito séria baseada em pesquisas estruturadas. É uma grande biblioteca viva que o jornal vai levando ao longo das décadas”. Claudio Teitelbaum, presidente do Sindsucon/RS “O Marcas é uma premiação consagrada e com muita credibilidade. Então, participar do Marcas de Quem Decide e ser reconhecido pelo Marcas é a demonstração de que o mercado reconhece um trabalho feito com profissionalismo e qualidade. Portanto, é muito relevante, é muito importante essa premiação. Meus parabéns ao Giovanni Tumelero e à toda diretoria do Jornal do Comércio pela realização de mais um Marcas de Quem Decide”. Leonardo Lamachia, presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB/RS) “O Marcas de Quem Decide é uma premiação que tem uma credibilidade extraordinária no Rio Grande do Sul. O evento realizado há 28 anos tornou-se um selo da nossa cidade e para nós é motivo de muito orgulho. O Marcas é um símbolo de prestígio e orgulho para o setor profissional no Rio Grande do Sul”. Claudio Lamachia, ex-presidente da OAB/Rs e integrante vitalício da OAB nacional “O Marcas de Quem Decide é uma oportunidade de valorizar não só as marcas, mas as empresas e todos aqueles segmentos que constroem e dão pujança à economia do Rio Grande do Sul. A premiação é fundamental para valorizar as empresas e os diversos setores que impulsionam o desenvolvimento do Rio Grande do Sul.” Francisco Cardoso, presidente da Federação das Empresas de Logística e Transporte do Rio Grande do Sul (Fetransul)-foto “O Marcas de Quem Decide é importante porque permite conhecer as principais empresas e as principais marcas que se destacam no cenário do Rio Grande do Sul. O Marcas serve inclusive de referência para a formulação de políticas públicas, inclusive de investimentos em pesquisa. É super importante o trabalho que o Jornal do Comércio realiza porque contribui para o desenvolvimento econômico, social e ambiental”. Diretor-presidente da Fapergs, Odir Dellagostin Fonte: Jornal do Comércio Foto: ROSI BONINSEGNA/ ESPECIAL/JC
Jornal do Comércio distingue as grandes marcas do RS

O Jornal do Comércio promoveu ontem, 03 de março, no Salão de Atos da PUC, em Porto Alegre, a entrega dos certificados da pesquisa Marcas de quem Decide. O evento marca o calendário de eventos corporativos do RS, pois concentra as organizações empresariais mais reconhecidas no mercado do RS. O presidente da Fetransul, Francisco Cardoso, foi um dos dirigentes de entidades empresariais convidados para realizar a entrega de certificados para parte dos segmentos de atividade econômica pesquisados pelo veículo de comunicação. Cardoso assinala que a iniciativa do Jornal do Comércio traz destaque a um aspecto central da força econômica das organizações empresariais gaúchas, constituindo-se numa oportunidade de valorizar empreendimentos que apostam no mercado e investem no RS.
FETRANSUL destaca participação na Reunião da Câmara Técnica de Assuntos Trabalhistas da NTC&Logística

A FETRANSUL marcou presença, no dia 26 de fevereiro, na reunião da Câmara Técnica de Assuntos Trabalhistas da NTC&Logística (CAT NTC), realizada no Centro de Convenções do Hotel Royal Tulip, em Brasília/DF. O encontro reuniu representantes de entidades de todo o país para debater temas estratégicos relacionados às relações de trabalho no setor de transporte rodoviário de cargas. Representaram a entidade a Dra. Raquel Caleffi, assessora jurídica da FETRANSUL, e Moisés Santos, presidente do Sindicar e presidente do Conselho da FETRANSUL, reforçando o compromisso institucional com o acompanhamento técnico e político das pautas trabalhistas que impactam diretamente as empresas transportadoras. Principais pautas debatidas A participação da FETRANSUL reforça sua atuação ativa e estratégica nos debates nacionais, assegurando que as demandas e especificidades do setor no Rio Grande do Sul sejam consideradas nas discussões. A entidade segue atenta e engajada na construção de um ambiente regulatório mais seguro, equilibrado e eficiente para o transporte rodoviário de cargas, reafirmando seu papel de liderança e representação institucional.