Inscreva-se para a Especialização em Gestão de Negócios – Porto Alegre

Estão abertas as inscrições para a Especialização em Gestão de Negócios, que será realizada em Porto Alegre, integrando o Programa Avançado de Capacitação do Transporte, coordenado pelo Instituto de Transporte e Logística (ITL) e promovido pelo SEST SENAT. A especialização é gratuita e destinada a gestores e executivos de empresas de transporte associadas ao Sistema Transporte. A iniciativa atende a uma das demandas da Fetransul junto ao Sistema Transporte, com o objetivo de fortalecer a capacitação, a profissionalização e a competitividade do setor. As inscrições estão abertas também para São Paulo (SP), Belo Horizonte (MG), Salvador (BA) e Rio de Janeiro (RJ). INSCREVA-SE AQUI! Sobre o curso: A Especialização em Gestão de Negócios é uma pós-graduação lato sensu, ministrada pela Fundação Dom Cabral (FDC), referência nacional e internacional em educação executiva. O curso tem como foco capacitar gestores e executivos de empresas de transporte e logística nas mais modernas técnicas de gestão, desenvolvendo competências estratégicas para tornar o setor cada vez mais competitivo. O currículo foi desenvolvido com base em uma abordagem prática e alinhada à realidade do mundo dos negócios, avaliando práticas de gestão aplicadas ao setor de transportes. O programa equilibra teoria e prática, estimulando uma visão empreendedora, criativa e estratégica nos participantes. Objetivo: Capacitar gestores e executivos das empresas de transporte e logística nas mais modernas técnicas de gestão de negócios, desenvolvendo as competências necessárias para tornar o setor mais competitivo. O curso trabalha a visão sistêmica nas organizações, identificando aspectos fundamentais para o desenvolvimento de equipes de alta performance operacional. A ideia é desenvolver uma visão crítica e analítica, embasada em técnicas tradicionais e inovadoras que são fundamentadas e trabalhadas por professores com experiência prática em importantes instituições. Público-alvo: A especialização é destinada exclusivamente a profissionais de empresas de transporte dos modais: Os participantes devem ser filiados às federações e/ou associações que integram o Sistema Transporte. Com informações do ITL
DNIT alerta para bloqueio parcial na BR-471/RS, em Santa Cruz do Sul, a partir desta quarta-feira (25)

O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) alerta que haverá bloqueio parcial na BR-471/RS, com tráfego em meia pista, do km 142 ao km 146 da rodovia, em frente ao trevo da MOR e BAT, em Santa Cruz do Sul, a partir desta quarta-feira (25) até a sexta-feira (27). Os serviços de fresagem e recomposição serão realizados das 7 às 17 horas. O local onde será realizado o serviço, estará sinalizado ostensivamente, com cones, placas indicativas de obras e demais dispositivos de segurança que sejam necessários, para orientação e segurança dos trabalhadores e usuários da rodovia. O DNIT solicita aos motoristas que redobrem a atenção ao transitar pela rodovia e que respeitem a sinalização local, visando garantir a segurança de todos os usuários. Em caso de chuvas, os serviços poderão ser adiados.
Falta de conservação e buracos são as principais preocupações em rodovias que serão concedidas no RS

O Rio Grande do Sul vive dias de espera e de debates a respeito da concessão dos chamados blocos 1 e 2 de rodovias. Enquanto o bloco 2 já tem edital lançado com o certame marcado para 13 de março, o edital do bloco 1 ainda está em formatação. Pesquisa divulgada ontem aponta que os motoristas gaúchos estão mais preocupados com buracos e falta de conservação, falta de duplicação/faixas estreitas, riscos de acidentes e a falta de serviços e lentidão/congestionamentos. A avaliação foi apresentada pela Federação das Empresas de Logística e Transporte de Cargas no Rio Grande do Sul (Fetransul) e ouviu motoristas de caminhão e de automóveis que utilizam os trechos rodoviários. O levantamento aponta que 67,2% dos usuários estão preocupados com o bloco 1 e 86,6% com o bloco 2. Com relação aos pedágios, 86,6% dos motoristas que utilizam o Bloco 1 e 84,4% no Bloco 2, consideram mais importante oferecer valor compatível com o serviço e proporcionar boa conservação da rodovia. Além disso, os motoristas defendem aumentar a segurança viária/reduzir acidentes e reduzir os deslocamentos. Entre os dias 22 e 28 de janeiro a SSPP Informações de Mercado realizou 450 entrevistas com motoristas de automóveis, camionetes e de caminhões em postos de combustíveis nas cidades de Passo Fundo, Marau, Lajeado e Encantado (Bloco 2 – 56%) e Igrejinha e Parobé (Bloco 1 – 46%). O presidente da Fetransul, Francisco Carlos Gonçalves Cardoso, disse que o levantamento feito com usuários dos Blocos 1 e 2 demonstra que a principal expectativa do transportador está relacionada à conservação da rodovia, redução do tempo de deslocamento, segurança viária e compatibilidade entre tarifa e benefício entregue. “A pesquisa confirma que o transportador aceita pagar quando há retorno operacional mensurável. Com mais segurança e menor tempo de viagem é possível reduzir custos operacionais e contribuir com o meio ambiente”, destaca. Cardoso diz que a entidade é favorável a investimentos tanto do poder público quanto do setor privado em rodovias do Rio Grande do Sul. Sobre o modelo mais justo de cobrança de pedágio, os entrevistados do Bloco 2 disseram que não acham justo pagar (29,1%), diferente do Bloco 1 com 42,9%. Os outros 70,9% do Bloco 2 e 57,1% do Bloco 1 concordam com uma tarifa reduzida ou proporcional ao trecho rodado. Para Cardoso, o modelo de tarifas dos pedágios precisa ser compatível com a realidade produtiva do Rio Grande do Sul, onde o transporte rodoviário é estrutural para a economia. “Os dados mostram que o modelo do Bloco 1 precisa ser aperfeiçoado para ganhar legitimidade social. A maioria não pede cancelamento. Pede correção econômica do modelo tarifário”, acrescenta. De acordo com o presidente da Fetransul, o usuário diz que não quer pagar, mas ao mesmo tempo deixa claro: se a estrada melhorar, se reduzir acidentes e tempo de viagem, ele aceita. “Isso mostra que o debate precisa sair do pedágio e ir para o resultado entregue”, comenta. Presente na apresentação da pesquisa na Fetransul, o secretário de Comunicação do governo estadual, Caio Tomazeli, recebeu do presidente Francisco Cardoso os resultados da pesquisa realizada junto a motoristas de caminhão, camionete e motoristas de automóveis que utilizam os trechos a serem concedidos nos Blocos 1 e 2 das rodovias estaduais. O documento será entregue ao governador Eduardo Leite e ao secretário da Reconstrução Gaúcha, Pedro Capeluppi. Tomazeli disse que existem dois caminhos para melhorar a logística do Rio Grande do Sul. O primeiro, segundo ele, são os investimentos realizados pelo governo estadual dentro da capacidade orçamentária do Executivo. A segunda, é fazendo Parcerias Público-privadas e concessões que é o modelo apresentado na pesquisa. “Os números mostram que a iniciativa do governo do Estado está indo de encontro ao que a sociedade gaúcha deseja”, acrescenta. Os trechos a serem concedidos No total, o Bloco 1 envolve 27 municípios que representam 34% da população do Rio Grande do Sul. As cidades abrangidas são: Alvorada, Araricá, Balneário Pinhal, Cachoeirinha, Campo Bom, Canela, Canoas, Capivari do Sul, Esteio, Gramado, Gravataí, Igrejinha, Nova Hartz, Nova Petrópolis, Novo Hamburgo, Palmares do Sul, Parobé, Porto Alegre, Rolante, Santo Antônio da Patrulha, São Francisco de Paula, São Leopoldo, Sapiranga, Sapucaia do Sul, Taquara, Três Coroas e Viamão. O chamado Bloco 2 abrange 32 municípios gaúchos (17,5% da população), tem um total de 414,91 quilômetros de extensão, e é composto por sete estradas (ERS-128, ERS-129, ERS-130, ERS-135, ERS-324, RSC-453 e BR-470). Fonte: JC / Cláudio Isaías – Fotos: TÂNIA MEINERZ/JC
Pesquisa aponta condições das rodovias estaduais do Vale do Taquari como principal preocupação de motoristas

Valor do pedágio também aparece como uma das principais reclamações dos usuários Uma pesquisa realizada pela Federação das Empresas de Logística e Transporte de Cargas no Rio Grande do Sul (Fetransul) indicou que a principal preocupação dos motoristas que utilizam as rodovias estaduais do Vale do Taquari são as condições das estradas. Divulgado nesta segunda-feira (23), o estudo foi realizado entre os dias 23 e 26 de janeiro e ouviu 450 motoristas que transitam nos blocos 1 e 2 das rodovias estaduais do Estado. Na região, 252 entrevistas foram realizadas em postos de combustíveis de Lajeado e Encantado. Desse total, 43,2%, ou seja, 108 motoristas, apontaram os buracos e a falta de conservação das rodovias como o principal problema da malha viária estadual na região. Outras cinco opções foram disponibilizadas aos participantes: a falta de duplicação, que ficou com 23,9%; o valor do pedágio (14,5%); o risco de acidentes (9%); a falta de serviços, como ambulâncias, guinchos e outros apoios aos usuários (5,8%); e o congestionamento (3,6%). Veja pesquisa completa O mesmo tópico apontado como principal preocupação dos motoristas também lidera as respostas à pergunta sobre o que faz com que os pedágios sejam justos, com 32,7% das respostas. Oferecer valor compatível com o benefício aparece com 29,9%; aumentar a segurança viária, com 17,2%; a existência de rotas alternativas sem pedágio, com 7,5%; reduzir o tempo de deslocamento, com 5,2%; e nenhuma das condições torna o pedágio justo, com 7,5%, complementam a lista de respostas. Conforme leitura da Fetransul, o resultado atesta que os motoristas não se negam a realizar o pagamento de tarifas de pedágio, desde que as condições da malha viária estejam adequadas. A entidade ainda pondera que o modelo tarifário precisa ser compatível com a realidade produtiva do Rio Grande do Sul, onde o transporte rodoviário é estrutural para a economia. Fonte: independente.com.br / Vinicius Mallmann – Foto: ILUSTRATIVA / Freepik
Obras superam tarifa como preocupação no Bloco 2

Levantamento da Fetransul aponta que 86,6% dos caminhoneiros aceitam pagar pedágio desde que a estrada seja melhor O debate sobre concessões rodoviárias ganha estatísticas para ajudar na decisão. Pesquisa apresentada ontem, 23, pela Federação das Empresas de Transporte de Cargas e Logística (Fetransul) indica que os motoristas têm mais preocupação com a qualidade da estrada do que com o pedágio. No Bloco 2, 86,6% dos caminhoneiros apontam como prioridade a manutenção e duplicação. Apenas 13,4% desse grupo indicam o custo da tarifa como preocupação. Entre todos os entrevistados do Bloco 2, 43,2% citam a precariedade das estradas como o maior problema. Quando questionados sobre o que torna um pedágio justo, 84,4% dos entrevistados do Bloco 2 afirmaram que a tarifa deve estar vinculada a conservação, segurança viária e redução do tempo de deslocamento. A rejeição absoluta ao modelo do Estado mostra que 21,5% dos usuários do Bloco 2 defendem o cancelamento total da concessão. A maioria sustenta a necessidade de revisão econômica, com ajustes de tarifa e metas claras. “O transportador aceita pagar quando há retorno operacional mensurável. Com mais segurança e menor tempo de viagem, é possível reduzir custos, melhorar a eficiência logística e contribuir para uma economia mais sustentável. O debate precisa sair do valor do pedágio e avançar para o resultado efetivamente entregue à sociedade”, afirma o presidente da Fetransul, Francisco Cardoso. A pesquisa ouviu 450 usuários entre 22 e 28 de janeiro, com aplicação presencial em postos de combustíveis de Passo Fundo, Marau, Lajeado e Encantado (Bloco 2) e Igrejinha e Parobé (Bloco 1). A amostra foi composta por 70% de motoristas de automóveis e 30% de caminhões. Modelo proporcional No Bloco 2, quase 71% dos entrevistados defendem tarifa reduzida ou proporcional ao trecho percorrido. A faixa considerada mais adequada para custear infraestrutura varia entre R$ 5 e R$ 12 para 48,4% dos usuários. No Bloco 2, 66,3% entendem ser justo contribuir financeiramente, desde que os recursos estejam vinculados a melhorias efetivas. O leilão do Bloco 2 está previsto para 13 de março, na B3. O contrato terá prazo de 30 anos e prevê 24 pórticos de pedágio no modelo free flow ao longo de 409 quilômetros, abrangendo rodovias como ERS, 128, 129, 130 e RSC-453. Ofício ao Piratini A Fetransul entregou ao secretário de Comunicação do Estado, Caio Tomazelli, um documento técnico com questionamentos e solicitações de informações sobre os projetos de concessão dos Blocos 1 e 2 de rodovias estaduais. O ofício formaliza o compartilhamento dos resultados da pesquisa, como referência sobre a percepção dos usuários sobre qualidade da infraestrutura, segurança viária, modelo de cobrança e impactos logísticos e econômicos, indicando a necessidade de que os projetos apresentem, de forma clara, o retorno efetivo ao usuário e à sociedade. No documento, a Fetransul solicita que o governo estadual disponibilize estimativas técnicas consolidadas sobre aspectos considerados centrais para a avaliação das concessões. Outro ponto é a necessidade de informações detalhadas sobre os Pontos de Parada e Descanso para caminhoneiros, incluindo quantidade, localização, cronograma de implantação e capacidade de atendimento aos motoristas profissionais. A Fetransul sustenta que a existência dessa estrutura é fundamental para o cumprimento da legislação, para a segurança jurídica das empresas e para a ampliação da segurança viária. Questionamentos técnicos Além da pesquisa, a Fetransul entregou ao governo estadual ofício com solicitações técnicas. A entidade pede estimativas consolidadas sobre: Detalhes da pesquisa Metodologia Principais preocupações Tarifa Modelo preferido Disposição a pagar Fonte: Grupo A Hora / Por Filipe Faleiro
Fetransul aponta: pedágio justo depende de retorno em segurança e tempo de viagem

Motoristas aceitam pagar quando há retorno em conservação, segurança e redução de tempo de viagem A Federação das Empresas de Transporte de Cargas e Logística no Rio Grande do Sul (Fetransul) divulgou os resultados de uma pesquisa inédita sobre a percepção dos usuários em relação aos pedágios nos blocos 1 e 2 de concessões rodoviárias do Estado. O levantamento foi realizado entre 22 e 28 de janeiro de 2026, com 450 entrevistas presenciais em postos de combustíveis de Passo Fundo, Marau, Lajeado, Encantado, Igrejinha e Parobé. A amostra contemplou 70% motoristas de veículos leves e 30% caminhoneiros, garantindo diversidade de perfis e representatividade territorial. Conservação e segurança acima da tarifa Os dados revelam que a maior preocupação dos motoristas não está no valor da tarifa, mas na falta de conservação das rodovias, buracos, ausência de duplicação, faixas estreitas, riscos de acidentes e congestionamentos. No bloco 1, 67,2% dos caminhoneiros apontaram esses fatores como prioritários; no bloco 2, o índice chegou a 86,6%. O preço do pedágio foi citado como preocupação principal por apenas 23,7% no bloco 1 e 13,4% no bloco 2. O que torna o pedágio justo Para 86,6% no bloco 1 e 84,4% no bloco 2, um pedágio só é considerado adequado quando oferece valor compatível com o serviço, boa conservação da rodovia, maior segurança viária e redução do tempo de deslocamento. Apenas cerca de 15% destacaram a existência de rotas alternativas sem cobrança como fator essencial. Cobrança proporcional ganha apoio A maioria dos usuários aceita pagar pedágio desde que haja proporcionalidade ao trecho rodado. No bloco 2, 70,9% concordaram com esse modelo; no bloco 1, o índice foi de 57,1%. Já a rejeição total ao pagamento foi maior no bloco 1 (42,9%) do que no bloco 2 (29,1%). Aceitação cresce quando há melhorias visíveis Outro dado relevante é que 44,2% dos motoristas do bloco 2 e 16,4% do bloco 1 afirmaram estar dispostos a pagar quando percebem contrapartida clara em manutenção e melhorias. No entanto, 77,6% no bloco 1 e 50% no bloco 2 ainda rejeitam a cobrança, reflexo da percepção histórica negativa sobre modelos anteriores de concessão. Divisão sobre custeio da infraestrutura Ao pensar em uma viagem de 100 km em rodovia pedagiada, 49% dos usuários do bloco 1 e 66,3% do bloco 2 afirmaram que é justo custear investimentos em infraestrutura e ampliação da malha rodoviária. Já 51% no bloco 1 e 33,7% no bloco 2 rejeitam a cobrança, evidenciando a divisão de opiniões. Projetos de concessão: revisão, não cancelamento Sobre os projetos em curso no RS, apenas cerca de 31,5% no bloco 1 e 24,7% no bloco 2 recusam totalmente as iniciativas. A maioria defende revisão das tarifas para adequação econômica, sem rejeitar a necessidade de investimentos. Isso mostra que os usuários não pedem cancelamento, mas correção do modelo tarifário para que seja compatível com a realidade produtiva gaúcha. Considerações da Fetransul Para o presidente da Fetransul, Francisco Cardoso, os resultados confirmam que o transportador aceita pagar quando há retorno operacional mensurável. “Com mais segurança e menor tempo de viagem é possível reduzir custos, aumentar a eficiência e contribuir com o meio ambiente. O usuário deixa claro: não quer pagar por um pedágio sem contrapartida, mas aceita quando percebe melhoria real”, destacou. Cardoso reforça que o debate precisa sair da tarifa e avançar para o resultado entregue. “O modelo do bloco 1 precisa ser aperfeiçoado para ganhar legitimidade social. Não é apenas uma posição da Fetransul, mas uma demanda expressa dos próprios usuários. O que se pede não é cancelamento, mas correção econômica e técnica do modelo”, afirmou. Impacto econômico e histórico das concessões A pesquisa também reforça que tarifas mal calibradas podem encarecer o custo logístico gaúcho, afetando diretamente setores como o agronegócio e a indústria. A rejeição maior no bloco 1 reflete experiências anteriores de concessões consideradas caras e pouco transparentes, o que explica a resistência mais elevada. Já no bloco 2, a percepção é menos negativa, indicando que ajustes no modelo podem ampliar a aceitação social e econômica. (por Gisele Flores – gisele@pampa.com.br) Redação Rádio Pampa
Fetransul: 85% dos motoristas aceita pedágios em concessões de rodovias estaduais, desde que haja resultados reais

Pesquisa da entidade ouviu 450 motoristas em vias integrantes dos blocos 1 e 2 das futuras parceirizações do governo estadual Por volta de 31,5% de motoristas no Bloco 1 e 24,7% no Bloco 2 das concessões de rodovias estaduais no Rio Grande do Sul rejeitam estes projetos em curso e querem que eles sejam cancelados pelo governo do Estado, segundo uma pesquisa divulgada nesta segunda-feira pela Federação das Empresas de Logística e Transporte de Cargas no Rio Grande do Sul (Fetransul). Os números foram considerados satisfatórios pela entidade. O levantamento foi realizado de maneira quantitativa entre 22 e 28 de janeiro, com 450 motoristas, sendo 70% de automóveis e camionetes, e ainda 30% de caminhões, em postos de combustíveis dos municípios de Igrejinha e Parobé, correspondentes ao Bloco 1; Passo Fundo, Marau, Lajeado e Encantado, em rodovias do Bloco 2. Em conjunto, as duas preveem ultrapassar R$ 12 bilhões em concessões para a iniciativa privada por 30 anos. A pesquisa também apontou que 86,6% dos motoristas no Bloco 1 e 84,4% no Bloco 2 acham justa a cobrança de pedágios nas futuras parceirizações, desde que ela entregue resultados reais na prática, como boas condições de asfalto e viagens mais rápidas. 67,2% dos ouvidos no Bloco 1 e 86,6% no Bloco 2 dizem que sua maior preocupação nas rodovias é a infraestrutura, como excesso de buracos, falta de conservação, lentidão e risco de acidentes. O Bloco 1, com R$ 6,41 bilhões previstos, contempla 412,6 quilômetros de estradas localizadas nas regiões Metropolitana, Litoral Norte e Serra, com trechos das ERSs 020, 040, 115, 118, 235, 239, 466 e 474, além da nova ERS 010. Já o Bloco 2 tem 409 quilômetros de extensão em trechos das ERSs 128, 129, 130, 135, 324 e RSC 453. Em ambos os blocos, o sistema de cobrança de pedágio será o free flow. Ofício ao governador A apresentação, na sede da Fetransul, foi conduzida pelo presidente da entidade, Francisco Cardoso, e contou inclusive com a participação do secretário Estadual de Comunicação, Caio Tomazeli, que recebeu um ofício da entidade, direcionada ao governador Eduardo Leite, com questionamentos sobre a viabilidade e custos em combustível e tempo do novo projeto de concessões, além da presença de pontos de parada aos profissionais da estrada. O valor do pedágio em si é considerada uma preocupação menor. A maioria dos motoristas, sendo 57,1% no Bloco 1 e 70,9% no Bloco 2, aceita pagar os pedágios, porém em outro formato, como tarifas menores para trechos curtos ou cobrança proporcional aos quilômetros rodados. Se a minoria dos entrevistados rejeita as concessões, a maioria opinou por exigir que os projetos sejam revistos economicamente para redução das tarifas e não encarecimento do custo do frete. “A última Pesquisa CNT de Rodovias, realizada ano passado, avaliou nossas estradas estaduais 90% como regular, ruim ou péssimo. E quando ela é péssima, dobra nosso custo operacional. Hoje, no nível de qualidade que está, aumenta nosso custo em 37%. E como 85% da nossa produção econômica é transportada pela via rodoviária, é muito importante que tenhamos investimentos em rodovias, porque assim, seremos mais competitivos, reduzindo custos e acidentes”, comentou Cardoso. “Esta contribuição é importantíssima, e estas questões serão levadas às áreas técnicas. Estou aqui com a mensagem de que o governo está ouvindo todos os agentes interessados, que trabalham e dependem das estradas”, complementou Tomazeli. Fonte: Correio do Povo – Foto : Felipe Faleiro / Especial / CP
Governo e oposição fazem leituras diferentes de pesquisa sobre pedágios

Estudo realizado pela Fetransul constatou que maioria aceita as concessões, desde que preço seja justo No mesmo dia em que a CPI dos Pedágios aprovou o convite ao governador Eduardo Leite para depor, governo e oposição comemoraram o resultado de uma mesma pesquisa sobre a visão do usuário em relação às concessões dos blocos 1, 2, e 3. Enquanto o governo comemora o que considera aprovação dos usuários de rodovias à proposta de concessão ao setor privado, a oposição recorta outro trecho. É o que mostra a rejeição aos valores propostos como limite no edital do Bloco 2 e nos previstos na proposta inicial do Bloco 1. A pesquisa foi feita pela Federação das Empresas de Transporte de Cargas e Logística no Rio Grande do Sul (Fetransul), que apresentou os resultados nesta segunda-feira (23). O levantamento mostra que a principal preocupação dos motoristas de caminhão não está associada diretamente ao valor do pedágio, mas às condições de tráfego. No Bloco 1, 67,2% dos caminhoneiros apontaram como preocupação maior os buracos e falta de conservação, ausência de duplicação ou faixas estreitas, riscos de acidentes, falta de serviços e lentidão. No Bloco 2, esse percentual sobe para 86,6%, indicando percepção ainda mais crítica sobre a infraestrutura disponível. Em contraste, o valor do pedágio aparece com menor relevância entre as preocupações centrais. Apenas 23,7% dos caminhoneiros no Bloco 1 e 13,4% no Bloco 2 indicaram o custo da tarifa como um dos aspectos que mais preocupam no uso das rodovias, reforçando que a expectativa do usuário está concentrada na entrega de condições seguras e eficientes de circulação. Questionados sobre o que torna um pedágio justo e adequado, a ampla maioria dos entrevistados destacou a relação entre tarifa e serviço prestado. No Bloco 1, 86,6% consideram essencial oferecer valor compatível com o benefício entregue, garantir boa conservação da rodovia, aumentar a segurança viária e reduzir o tempo de deslocamento. No Bloco 2, essa percepção é compartilhada por 84,4% dos respondentes. É nesse ponto que a oposição se apega para dizer que a relação entre tarifa e serviços oferecidos não é justa. No Bloco 2, 70,9% dos entrevistados concordam com a adoção de tarifa reduzida ou proporcional ao trecho percorrido, enquanto no Bloco 1 esse índice é de 57,1%. Em sentido oposto, 42,9% dos usuários do Bloco 1 afirmam não considerar justo pagar pedágio, percentual que cai para 29,1% no Bloco 2. Quando questionados sobre valores adequados para custear investimentos em infraestrutura e ampliação da malha rodoviária, 49% dos usuários do Bloco 1 e 66,3% do Bloco 2 entendem ser justo contribuir financeiramente, desde que os recursos estejam vinculados a melhorias efetivas. A análise dos projetos em curso mostra que apenas cerca de 31,5% no Bloco 1 e 24,7% no Bloco 2 defendem o cancelamento total das concessões, enquanto a maioria aponta a necessidade de revisão e correção econômica dos modelos propostos. Ampliar debate Ao apresentar os resultados, o presidente da Fetransul, Francisco Cardoso, destacou que os dados expressam uma demanda objetiva dos usuários: — A pesquisa demonstra que o transportador aceita pagar quando há retorno operacional mensurável. Com mais segurança e menor tempo de viagem, é possível reduzir custos, melhorar a eficiência logística e contribuir para uma economia mais sustentável. O debate precisa sair do valor do pedágio e avançar para o resultado efetivamente entregue à sociedade. O levantamento foi realizado por meio de entrevistas pessoais e individuais, conduzidas por equipe de campo especialmente contratada e treinada para esse fim. Ao todo, foram aplicadas 450 entrevistas, compondo uma amostra formada por 70% de motoristas de automóveis e camionetes e 30% de motoristas de caminhões, refletindo a diversidade de usuários das rodovias analisadas. A coleta de dados ocorreu em postos de combustíveis localizados em municípios estratégicos dos dois blocos em estudo. Fonte: GZH / Rosane de Oliveira – Foto: Porthus Junior / Agencia RBS
Pesquisa revela opinião de motoristas sobre projetos de concessão das rodovias dos blocos 1 e 2 no RS

Estudo questionou 450 usuários das estradas que o governo pretende leiloar, ainda em 2026 As atuais propostas do governo do Estado para conceder à iniciativa privada rodovias que são administradas pela Empresa Gaúcha de Rodovias (EGR) provocam opiniões diferentes entre usuários das estradas do bloco 1 e do bloco 2. O levantamento foi contratado pela Federação das Empresas de Transporte de Cargas e Logística no Rio Grande do Sul (Fetransul) e apresentado nesta segunda-feira (23). No primeiro pacote de rodovias, com estradas da Região Metropolitana, Serra e Litoral, o projeto é considerado impróprio por 37,8% dos motoristas ouvidos. Já no segundo bloco, que engloba parte da Serra, Norte e Vale do Taquari, a posição contrária é de 21,5% dos entrevistados. No bloco 1, 24,1% defendem a revisão dos projetos, enquanto outros 24,1% acreditam que a concessão vai encarecer os custos logísticos. Para 12,4%, os projetos são convenientes, mas as tarifas são altas. No bloco 2, 27% querem uma adequação econômica do plano e 20,6% temem alta nos custos. Outros 21,3% consideram que o projeto é conveniente, mas tem tarifas altas. A parcela que considera o projeto necessário, não importando o valor da tarifa, é de 0,3% no bloco 1 e de 6,1% no bloco 2. Respectivamente, 1,3% e 3,5% dos motoristas entrevistados avaliam que a concessão é adequada à realidade. Pesquisa: concessão de rodovias Pergunta: Considerando essas tarifas, qual sua opinião sobre os projetos de concessões rodoviárias em curso pelo Governo do RS? Fetransul Foram realizadas 450 entrevistas, sendo que 70% da amostra são motoristas de automóveis e camionetes e os 30% restantes de caminhão. As abordagens foram feitas em postos de combustíveis situados em localizações estratégicas, considerando os trechos abrangidos pelos blocos. Ao analisar as respostas dos caminhoneiros, o presidente da Fetransul, Francisco Cardoso, avaliou que o debate precisa sair do valor do pedágio e avançar para o resultado que efetivamente será entregue à sociedade. — A pesquisa demonstra que o transportador aceita pagar quando há retorno operacional mensurável. Com mais segurança e menor tempo de viagem, é possível reduzir custos, melhorar a eficiência logística e contribuir para uma economia mais sustentável — aponta Cardoso. Ambos os projetos de concessão ainda seguem abertos para discussão. O debate sobre o tema, a fim de encontrar a melhor solução para as rodovias estaduais, tem sido estimulado tanto pela sociedade civil organizada, com fórum organizado por federações e sindicatos empresariais, quanto pela Assembleia Legislativa, por meio da CPI dos Pedágios. Mais dados A pesquisa também mostrou que, para considerar justa a existência de cobrança de tarifas, 47,6% dos motoristas do bloco 1 e 62,6% do bloco 2 acham importante que a administradora proporcione uma boa conservação da rodovia, com asfalto e sinalização de qualidade, e que ofereça um valor compatível com o benefício ofertado. Apenas 9,1% dos entrevistados no bloco 1 e 7,5% no bloco 2 acreditam que não existe condição que torne o pedágio justo. Sobre os aspectos das rodovias que preocupam os motoristas, o estudo revelou um perfil diferente entre os usuários das rodovias do bloco 1 e 2. Para os que trafegam nas estradas estaduais da região metropolitana de Porto Alegre, o valor dos pedágios que já existem é uma preocupação para 25,9% e a falta de conservação e duplicação de pista é de 45,6%. Já para os condutores dos trechos do bloco 2, o receio sobre tarifas cai 14,5% e, em relação às condições da pista, sobe para 67,1%. Essa diferença sobre as preocupações, conforme a Fetransul, mostra que na região do bloco 2 existe uma percepção mais crítica em relação à infraestrutura disponível. Além disso, as respostas também apontam que a expectativa do usuário está concentrada na entrega de condições seguras e eficientes de circulação. Veja os blocos que devem ser concedidos: Bloco 1 de concessões rodoviárias do RS Confira os detalhes do bloco 1 de rodovias estaduais do RS a ser concedida à iniciativa privada, o que inclui estradas da Serra Gaúcha, Vales dos Sinos e Paranhana, Região Metropolitana e Litoral Norte do Estado. Fonte: Governo do RS Bloco 2 de concessões rodoviárias do RS Confira os detalhes do bloco 2 de rodovias estaduais do RS a ser concedida à iniciativa privada, o que inclui estradas da Serra Gaúcha, Vale do Taquari e norte do Estado. Fonte: Governo do RS Fonte: GZH – Beatriz Coan / Foto: Airton Lemos / Agência RBS
Usuários apontam conservação e segurança como foco em pesquisa da Fetransul sobre pedágios nos Blocos 1 e 2

A Federação das Empresas de Logística e de Transporte de Cargas no Rio Grande do Sul, apresentou nesta segunda-feira, 23, os resultados de uma pesquisa quantitativa com usuários das rodovias incluídas nos Blocos 1 e 2 de concessões estaduais. A divulgação ocorreu na sede da entidade, em encontro direcionado à imprensa e a representantes interessados no debate sobre infraestrutura rodoviária no Estado. O levantamento mostra que a principal preocupação dos motoristas de caminhão não está associada diretamente ao valor do pedágio, mas às condições de tráfego. No Bloco 1, 67,2% dos caminhoneiros apontaram como fatores prioritários buracos e falta de conservação, ausência de duplicação ou faixas estreitas, riscos de acidentes, falta de serviços e lentidão. No Bloco 2, esse percentual sobe para 86,6%, indicando percepção ainda mais crítica sobre a infraestrutura disponível. Em contraste, o valor do pedágio aparece com menor relevância entre as preocupações centrais. Apenas 23,7% dos caminhoneiros no Bloco 1 e 13,4% no Bloco 2 indicaram o custo da tarifa como um dos aspectos que mais preocupam no uso das rodovias, reforçando que a expectativa do usuário está concentrada na entrega de condições seguras e eficientes de circulação. Critério de Justiça Questionados sobre o que torna um pedágio justo e adequado, a ampla maioria dos entrevistados destacou a relação entre tarifa e serviço prestado. No Bloco 1, 86,6% consideram essencial oferecer valor compatível com o benefício entregue, garantir boa conservação da rodovia, aumentar a segurança viária e reduzir o tempo de deslocamento. No Bloco 2, essa percepção é compartilhada por 84,4% dos respondentes. Já a existência de rota alternativa sem pedágio ou a rejeição total ao pagamento aparece de forma minoritária. Apenas 13,5% no Bloco 1 e 15,7% no Bloco 2 indicaram que nenhuma dessas condições tornaria o pedágio justo, evidenciando que a rejeição não é absoluta, mas condicionada à qualidade do serviço ofertado. Modelos e Tarifas A pesquisa também investigou o modelo de cobrança considerado mais justo pelos usuários. No Bloco 2, 70,9% dos entrevistados concordam com a adoção de tarifa reduzida ou proporcional ao trecho percorrido, enquanto no Bloco 1 esse índice é de 57,1%. Em sentido oposto, 42,9% dos usuários do Bloco 1 afirmam não considerar justo pagar pedágio, percentual que cai para 29,1% no Bloco 2. Quando questionados sobre valores adequados para custear investimentos em infraestrutura e ampliação da malha rodoviária, 49% dos usuários do Bloco 1 e 66,3% do Bloco 2 entendem ser justo contribuir financeiramente, desde que os recursos estejam vinculados a melhorias efetivas. A análise dos projetos em curso mostra que apenas cerca de 31,5% no Bloco 1 e 24,7% no Bloco 2 defendem o cancelamento total das concessões, enquanto a maioria aponta a necessidade de revisão e correção econômica dos modelos propostos. Ao apresentar os resultados, o presidente da Fetransul, Francisco Cardoso, destacou que os dados expressam uma demanda objetiva dos usuários: “A pesquisa demonstra que o transportador aceita pagar quando há retorno operacional mensurável. Com mais segurança e menor tempo de viagem, é possível reduzir custos, melhorar a eficiência logística e contribuir para uma economia mais sustentável. O debate precisa sair do valor do pedágio e avançar para o resultado efetivamente entregue à sociedade”. Entenda a metodologia da pesquisa que embasa o debate sobre pedágios A pesquisa apresentada pela Fetransul foi estruturada a partir de metodologia quantitativa, com questionário elaborado pela SSPP Informações de Mercado. O instrumento utilizou perguntas fechadas, de respostas únicas ou múltiplas, com o apoio de cartões contendo todas as alternativas, que também foram lidas pelos entrevistadores. O formato buscou assegurar padronização na coleta e maior precisão na comparação das respostas entre os diferentes perfis de usuários. O levantamento foi realizado por meio de entrevistas pessoais e individuais, conduzidas por equipe de campo especialmente contratada e treinada para esse fim. Ao todo, foram aplicadas 450 entrevistas, compondo uma amostra formada por 70% de motoristas de automóveis e camionetes e 30% de motoristas de caminhões, refletindo a diversidade de usuários das rodovias analisadas. A coleta de dados ocorreu em postos de combustíveis localizados em municípios estratégicos dos dois blocos em estudo. No Bloco 2, que concentrou 56% das entrevistas, as abordagens foram feitas em Passo Fundo, Marau, Lajeado e Encantado. No Bloco 1, responsável por 44% da amostra, os entrevistados foram ouvidos em Igrejinha e Parobé. As rodovias pesquisadas foram a RS-239 e a RS-115, no Bloco 1; e a RS-129 e a RS-324, no Bloco 2. As entrevistas foram realizadas entre os dias 22 e 28 de janeiro de 2026. O contexto da pesquisa está diretamente relacionado ao processo de concessões rodoviárias em curso no Estado. O Governo do Rio Grande do Sul programou o leilão do Bloco 2 para 13 de março de 2026, na B3, com entrega das propostas até 9 de março. A concessão, com prazo de 30 anos, prevê a instalação de 24 pórticos de pedágio no sistema free flow ao longo de 409 quilômetros de rodovias estaduais (RS-128, 129, 130, 135, 324 e 453). O Bloco 1, que abrange trechos da Região Metropolitana, também segue em pauta para futura licitação. Fetransul entrega ao governo ofício com questionamentos técnicos sobre concessões A Federação das Empresas de Logística e Transporte de Cargas no Rio Grande do Sul (Fetransul) entregou ao secretário de Comunicação do Estado, Caio Tomazeli, um documento técnico com questionamentos e solicitações de informações sobre os projetos de concessão dos Blocos 1 e 2 de rodovias estaduais. O ofício foi encaminhado pelo presidente da entidade, Francisco Cardoso, que recebeu do secretário o compromisso de que o conteúdo será repassado ao governador Eduardo Leite. Tomazeli participou da entrevista coletiva realizada na sede da Fetransul como representante do governo estadual. O ofício formaliza o compartilhamento dos resultados da pesquisa realizada pela Fetransul com motoristas de caminhão e de automóveis que utilizam os trechos previstos para concessão. O levantamento analisou a percepção dos usuários sobre qualidade da infraestrutura, segurança viária, modelo de cobrança e impactos logísticos e econômicos, indicando a necessidade de que os projetos apresentem, de forma clara, o retorno efetivo