FETRANSUL sediará o IV Encontro Técnico Regional do Programa Despoluir – Região Sul

Nos dias 30 e 31 de outubro, a Unidade do SEST SENAT de Novo Hamburgo (RS) será palco do IV Encontro Técnico Regional do Programa Despoluir – Região Sul. O evento tem como objetivo capacitar os técnicos que atuam em campo, promovendo trocas de experiências, esclarecimento de dúvidas e a atualização de conhecimentos voltados às práticas e procedimentos do Programa Ambiental do Transporte – Despoluir. A iniciativa é uma realização da CNT, SEST SENAT, em parceria com a FETRANSUL, que será anfitriã do encontro e receberá as equipes das Federações que compõem a Região Sul: FETRANCESC (Santa Catarina) e FETRANSPAR (Paraná). Francisco Cardoso, presidente da FETRANSUL, destaca a importância do Programa Despoluir, que incentiva as empresas do setor a adotarem práticas ambientalmente responsáveis. O presidente reforça que a Federação tem atuado de forma integrada com o Sistema Transporte, buscando fortalecer as ações voltadas à sustentabilidade. Neste ano, a entidade promoveu o Painel “Caminhos para um Transporte Sustentável”, que reuniu especialistas para debater as novas tecnologias da indústria de caminhões e o avanço dos combustíveis renováveis e alternativos. SOBRE O DESPOLUIR: O Despoluir é o maior programa ambiental da iniciativa privada do Brasil. Promovido pela CNT e pelo SEST SENAT. As ações do programa reduzem custos, aumentam a eficiência operacional, geram novas oportunidades de negócios e, principalmente, melhoram as condições de saúde dos profissionais da área. Uma das ações do Despoluir de maior destaque é a Avaliação Veicular Ambiental. Com o propósito de melhorar a qualidade do ar, cuidar da saúde dos trabalhadores e estimular o uso racional de combustíveis, essa linha de ação já atendeu cerca de 27 mil transportadores e realizou mais de 5​ milhões de avaliações veiculares. Saiba mais sobre o programa: https://despoluir.org.br/

COP 30: transporte brasileiro terá protagonismo com painéis nas áreas oficiais

Setor participará da conferência climática em Belém com quatro debates aprovados pelo Ministério do Meio Ambiente e espaço próprio de 4 mil m² para apresentar soluções de descarbonização O setor de transporte terá presença ampliada na COP30, que será realizada em novembro, em Belém (PA). Além da Estação do Desenvolvimento – espaço próprio de 4 mil m² com dois palcos, 13 estandes e capacidade para receber até 12 mil pessoas durante os 12 dias do evento – o Sistema Transporte, que reúne a Confederação Nacional do Transporte (CNT), o SEST SENAT e o Instituto de Transporte e Logística (ITL), foi incluído na programação oficial da conferência climática. Quatro painéis propostos pela entidade foram aprovados pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), sendo três na Blue Zone e um na Green Zone, áreas destinadas a discussões oficiais entre governos, empresas e sociedade civil. Os temas vão da adaptação da infraestrutura aos impactos climáticos até mecanismos de financiamento verde. Entre os destaques estão: “Infraestrutura Resiliente e Adaptação Climática no Transporte”, “Pactos Multiníveis e Descarbonização do Transporte”, “Múltiplas Soluções para a Descarbonização do Transporte” e “Financiamento Verde e Políticas Econômicas para o Transporte Sustentável”. Segundo Vander Costa, presidente da Confederação Nacional do Transporte (CNT), a participação reforça a relevância do setor no debate climático global. “A presença ativa do Sistema Transporte na COP30 é resultado de um trabalho contínuo que fazemos desde a COP27 para colocar o transporte no foco do debate, pois sabemos do potencial do setor para acelerar a transição energética no país”, afirmou. O Sistema Transporte já lidera iniciativas como o Programa Despoluir, voltado para redução de emissões da frota, que completou 18 anos em 2025. A entidade defende soluções integradas que envolvem renovação de frota, uso de biocombustíveis, eletrificação, desenvolvimento de novas tecnologias e programas de capacitação para motoristas e gestores. Para a instituição, a transversalidade do transporte – fundamental para o agronegócio, a indústria e o comércio – coloca o setor no centro das estratégias de transição energética e desenvolvimento sustentável do Brasil. Agenda dos painéis do Sistema Transporte na COP30

Rio Verde recebe a última edição de 2025 do Seminário Itinerante da NTC&Logística, consolidando o ciclo de encontros pelo país

Evento reuniu empresários, lideranças e especialistas, com palestras e debates sobre temas estratégicos para o Transporte Rodoviário de Cargas A cidade de Rio Verde (GO) sediou, nesta quinta-feira, 2 de outubro de 2025, a quinta e última edição de 2025 do Seminário Itinerante da NTC&Logística, realizada na Unidade do SEST SENAT. O encontro encerrou um ciclo que passou por Campinas (SP), Toledo (PR), Espírito Santo (ES) e Rio de Janeiro (RJ), consolidando a presença da entidade em diferentes regiões do Brasil. A abertura foi conduzida pelo assessor de Comunicação e Imprensa da NTC&Logística, Rodrigo Bernardino, que destacou os mais de 20 anos de história do projeto e sua relevância para o setor. Ele ressaltou o Seminário Itinerante como instrumento de proximidade com os empresários e executivos do transporte, promovendo capacitação e troca de experiências. Rodrigo também registrou o apoio da FENATAC – Federação Interestadual das Empresas de Transporte de Cargas & Logística; do SETCESG – Sindicato das Empresas de Transporte de Cargas e Encomendas e Logística do Sudoeste Goiano e do Núcleo da COMJOVEM Centro-Oeste, além da COMJOVEM Nacional, dos patrocinadores e apoiadores institucionais. Na abertura, o diretor do SEST SENAT de Rio Verde, Gustavo Rocha, afirmou: “É uma grande alegria sediar o Seminário Itinerante da NTC&Logística e da COMJOVEM. O SEST SENAT tem como missão apoiar o Transporte Rodoviário de Cargas e oferecer serviços de qualidade aos colaboradores das empresas, e este evento reforça ainda mais o nosso compromisso com o setor”. O coordenador do Núcleo da COMJOVEM Centro-Oeste, Rafael Murer, salientou a importância da juventude empresarial no setor. “É fundamental que os jovens empresários participem das entidades e dos núcleos, fortalecendo o trabalho conjunto. Projetos como este demonstram a força da COMJOVEM e o quanto podemos contribuir para o desenvolvimento do Transporte Rodoviário de Cargas”, disse. A vice-coordenadora nacional da COMJOVEM, Jéssica Caballero Lopes, lembrou o espírito de união proporcionado pelo encontro. “Reunir pessoas é sempre muito importante, e aqui, em Rio Verde, fomos recebidos com muito entusiasmo. Este Seminário confirma o quanto a COMJOVEM é capaz de gerar conexões e contribuir para o setor”, pontuou. O presidente do SETCESG, Zaldo Calisto de Lima, falou da relevância da participação da entidade. “O SETCESG tem um papel fundamental para a região, e é motivo de satisfação apoiar o Seminário Itinerante. Este evento mostra a força do nosso setor e contribui para que possamos continuar avançando em nossas pautas”, declarou. Ao lado de Zaldo Calisto, o advogado Dr. Rafael Abraão, do escritório Araújo Abraão Advogados Associados, assinalou iniciativas voltadas para a defesa empresarial. “Estamos desenvolvendo projetos importantes, especialmente no que se refere ao aproveitamento dos créditos de ICMS para as empresas de transporte de cargas do estado de Goiás. Agora as transportadoras podem usufruir do creditamento não apenas para combustível, mas também para lubrificantes, pneumáticos e autopeças, que representam alguns dos principais custos do setor. Esse trabalho, realizado em conjunto com o sindicato e com a FENATAC, já foi transitado e julgado, permitindo às empresas recuperar valores de até nove anos e, ao mesmo tempo, reduzir o custo mensal do ICMS. É uma conquista expressiva e reforça a importância de se associar ao sindicato. As empresas de Goiás que tiverem dúvidas podem procurar diretamente o sindicato para mais informações”, afirmou. Representando o presidente da FENATAC, Paulo Afonso Lustosa, o vice-presidente da federação e vice-presidente extraordinário de Agronegócio da NTC&Logística, Hélio Camilo Marra, enfatizou a força regional. “O estado de Goiás e, especialmente, Rio Verde têm grande importância para o Transporte Rodoviário de Cargas. É fundamental que o empresariado esteja unido para que possamos enfrentar desafios e transformar ideias em resultados concretos”, afirmou. O vice-coordenador nacional da COMJOVEM, Hudson Rabelo, ratificou: “É uma honra estarmos aqui, em Rio Verde, uma cidade com forte presença no setor de logística e transportes. Em nome da NTC&Logística e da COMJOVEM Nacional, agradeço a presença de cada empresário, profissional e parceiro institucional que se uniu a nós nesta jornada”, disse. Na parte inicial da programação, Hudson Rabelo e Jéssica Caballero Lopes conduziram uma apresentação sobre o trabalho da NTC&Logística e as frentes de atuação da entidade – atividades, bandeiras, eventos e resultados obtidos ao longo dos anos. Também apresentaram números consolidados da COMJOVEM desde 2014, ressaltando a evolução da Comissão e sua importância para o fortalecimento do setor e da participação dos jovens empresários. Na sequência, o assessor jurídico da NTC&Logística, Dr. Narciso Figueirôa Junior, apresentou a Pesquisa NTC 2025 e tratou de temas como Negociações Coletivas, propostas de alterações legislativas e a Lei do Motorista, com a exposição de dados atualizados e reflexões sobre os desafios enfrentados pelo setor no campo jurídico e trabalhista. Após o intervalo de networking, os participantes acompanharam o NTC Talks, momento dedicado aos patrocinadores. A atividade foi conduzida por Rodrigo Bernardino, que recebeu no palco Vanderlei de Felicio Junior, gerente comercial da Autotrac, e Rodolpho Neves, sócio proprietário da Intertrac. Eles falaram sobre inovações da empresa, como a integração da tecnologia Starlink, a evolução da SmartCamera NG e o uso de inteligência artificial nas soluções de monitoramento e rastreamento. Encerrando a programação, o assessor de Comunicação da FENATAC, Humberto Junqueira, apresentou palestra sobre o Cenário Político, abordando os impactos das discussões atuais e o papel das entidades representativas para o fortalecimento do Transporte Rodoviário de Cargas. No encerramento, a vice-coordenadora nacional da COMJOVEM, Jéssica Caballero Lopes, agradeceu a participação de todos e ratificou a importância da contribuição das entidades anfitriãs e de todos os presentes. A NTC&Logística destacou, ainda, o papel fundamental dos patrocinadores – Autotrac, Fenatran – Salão Internacional do Transporte Rodoviário de Cargas e Transpocred; o apoio da ANFIR – Associação Nacional dos Fabricantes de Implementos Rodoviários; o apoio institucional do Sistema Transporte (CNT – Confederação Nacional do Transporte; SEST SENAT – Serviço Social do Transporte e Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte, e ITL – Instituto de Transpirte e Logística) e da FuMTran – Fundação Memória do Transporte, e o apoio logístico da Braspress, que tornaram possível mais uma edição de sucesso do Seminário Itinerante em 2025. Fonte: NTC&Logística 

Na ANTT, Sistema Transporte defende parceria público-privada para fortalecer a logística nacional

Entidade teve participação ativa durante o 1º Encontro Nacional do Transporte Rodoviário de Cargas (TRC), promovido pela ANTT O presidente do Sistema Transporte, Vander Costa, defendeu a importância estratégica da infraestrutura rodoviária e a necessidade de maior clareza regulatória para o transporte durante a abertura do 1º Encontro Nacional do Transporte Rodoviário de Cargas (TRC), realizado nessa quinta-feira (2), na sede da agência reguladora, em Brasília. Diante de autoridades, empresários e representantes setoriais de todo o país, Vander Costa destacou que o modal rodoviário segue sendo a alternativa mais viável para o escoamento da produção nacional no curto prazo. Embora a multimodalidade seja uma meta a ser perseguida, o presidente ressaltou que a velocidade de implantação de ferrovias e hidrovias ainda não acompanha a urgência do país. “O modal rodoviário é a alternativa mais viável para garantir o escoamento da produção no curto prazo. Nos últimos anos, tivemos grandes avanços em investimentos, mas, em regiões menos atrativas economicamente, são necessários os aportes públicos para desenvolver melhor a região. Só assim poderemos, no futuro, viabilizar novas concessões e manter o país competitivo”, afirmou. Outro ponto central de sua fala foi a definição do piso mínimo do frete, tema que aguarda julgamento no STF (Supremo Tribunal Federal). Vander Costa defendeu que a Corte dê uma resposta definitiva para trazer segurança ao setor. “O melhor caminho é que o STF decida de forma definitiva. Se a tabela for considerada constitucional, teremos clareza para seguir em frente”, destacou. Ao longo do encontro, dirigentes da CNT e do SEST SENAT (Serviço Social do Transporte e Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte) também participaram de painéis que abordaram infraestrutura, fiscalização, formação de motoristas e descarbonização. A presença ativa reforçou o compromisso do Sistema Transporte em atuar como parceiro do poder público na construção de um ambiente regulatório mais estável e de políticas que assegurem competitividade e sustentabilidade ao TRC. Escassez de motoristas No painel sobre déficit de mão de obra no transporte, a gerente executiva de Desenvolvimento Profissional do SEST SENAT, Roberta Diniz, apresentou dados que evidenciam a gravidade do cenário. O envelhecimento da força de trabalho, a baixa entrada de jovens e a crescente demanda projetada para os próximos anos exigem respostas urgentes. “Se o setor cresce e não temos mão de obra suficiente, o risco é de aumento de custos, atrasos logísticos e até de comprometimento no abastecimento de bens essenciais”, alertou. Roberta destacou que o SEST SENAT atua em três frentes estratégicas: atração, capacitação e valorização. Entre os projetos em andamento, estão o Mais Motoristas, que já ofertou mais de 55 mil vagas e prevê abrir outras 40 mil em 2025, e a Escola de Motoristas Profissionais, que recebeu investimentos de R$ 26 milhões neste ano, para a renovação e ampliação da frota de veículos utilizados nas aulas práticas. Ela também apresentou o Motorista Série A, programa de reconhecimento e valorização profissional que já reúne mais de 8 mil motoristas inscritos, oferecendo premiações, ações de saúde e iniciativas de bem-estar. Fiscalização e segurança jurídica No debate sobre fiscalização e piso mínimo do frete, a gerente executiva governamental da CNT, Danielle Bernardes, reforçou a necessidade de maior transparência e comunicação entre reguladores e empresas. “O setor cumpre a lei, mas precisa de clareza sobre como ela será aplicada. Nossa proposta é que a fiscalização seja inicialmente educativa, com mais eventos e orientações que evitem autuações decorrentes de simples divergências de sistemas”, destacou. Segundo Danielle, a CNT está mobilizada em todas as regiões do país, para orientar transportadores e difundir boas práticas. “Queremos segurança jurídica e regulatória para que as empresas possam operar com tranquilidade. Esse diálogo aberto com a ANTT é um passo fundamental para avançarmos”, afirmou. Sustentabilidade e renovação da frota Encerrando a participação do Sistema Transporte, a gerente executiva ambiental da CNT, Erica Marcos, defendeu medidas concretas para reduzir emissões e apoiar o Brasil no cumprimento de suas metas climáticas. Ela ressaltou que a multimodalidade e a renovação da frota são caminhos estratégicos. “Cerca de 12% dos caminhões em circulação no país têm mais de 35 anos. A substituição gradual desses veículos antigos por modelos modernos pode gerar até 85% de melhoria na qualidade do ar, com impacto direto na saúde da população e na eficiência do transporte”, explicou. Erica também relacionou a qualidade das rodovias ao consumo de combustível e às emissões. Estudos da CNT mostram que 67% do pavimento avaliado apresentam problemas que elevam custos logísticos e geram desperdício energético. “Com investimentos em pavimentação e renovação de frota, o país não só avança em sustentabilidade, como também em competitividade econômica”, concluiu. Por Agência CNT Transporte Atual

FETRANSUL participa do 1º Encontro Nacional do Transporte Rodoviário de Cargas promovido pela ANTT

A FETRANSUL esteve representada pelo vice-presidente Paulo Ossani e pelo diretor Diego Tomasi, no 1º Encontro Nacional do Transporte Rodoviário de Cargas (TRC), realizado nesta quinta-feira (2), em Brasília, pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). O evento reuniu representantes do setor, entidades e autoridades públicas com o objetivo de fortalecer o diálogo entre a Agência e os transportadores e estimular a construção conjunta de soluções para o futuro do transporte. A abertura oficial foi conduzida pelo diretor da ANTT, Amaral Filho, com a presença do presidente da CNT, Vander Costa, e da Secretária Nacional de Transporte Rodoviário, Viviane Esse, que ressaltaram a importância do diálogo e da cooperação entre instituições públicas e privadas. O encontro presencial e híbrido, contou com quatro importantes painéis: Painel 1 – Movimentação de Cargas Moderado pelo diretor da ANTT Amaral Filho, o painel trouxe a participação de Rodrigo Branchini, Coordenador de Gestão de Dados e Acompanhamento de Mercado da SUROC/ANTT, que apresentou o perfil do transporte rodoviário de cargas no país. Painel 2 – Escassez de Motoristas Com moderação de Iana Araujo Rodrigues, Gerente de Regulação e Governança do Transporte Rodoviário e Multimodal de Cargas da ANTT, o debate reuniu, Roberta Diniz, Gerente Executiva de Desenvolvimento Profissional do SEST SENAT e Juliana Araújo, Coordenadora de Projetos de Transporte e Logística da ANTT, que abordaram os desafios de atração e capacitação de profissionais para suprir a crescente demanda do setor bem como o trabalho que vem sendo desenvolvido pelo sistema transporte. Painel 3 – Fiscalização Sob moderação de Gizelle Coelho Netto, superintendente da SUROC/ANTT, o painel contou com a participação de Hugo Leonardo Rodrigues, Superintendente da SUFIS/ANTT, Geraldo Luiz Anselmo, Fiscal de Transportes Terrestres da SUFIS/ANTT, Alan Medeiros, Assessor Parlamentar e Relações Institucionais da CNTA, Danielle Bernardes, Gerente Executiva Governamental da CNT, Evaldo Moreira Matos, Coordenador Nacional do Ramo Transporte – OCB e Gil Menezes, Assessora Jurídica da NTC&Logística. O debate destacou a necessidade de modernização dos processos de fiscalização para assegurar segurança, competitividade e conformidade legal. Painel 4 – Descarbonização Encerrando os debates, o painel foi moderado por Wagner da Silva Dias, Assessor do Gabinete da SUROC/ANTT e reuniu Claude Soares Ribeiro Araújo, Superintendente de Sustentabilidade da SUSPI/ANTT, Felipe Ricardo da Costa Freitas, Gerente de Desenvolvimento do DT-E na INFRA S/A, Erica Vieira Marcos, Gerente Executiva Ambiental da CNT, e Cloves Benevides, Subsecretário de Sustentabilidade do Ministério dos Transportes. O tema central foi a transição para um transporte mais sustentável, com ênfase em inovação, políticas públicas e responsabilidade ambiental. Assista à gravação do evento: https://www.youtube.com/watch?v=b5bSjylSP2I

ITL inicia nova turma de curso em Governança, Compliance e Gestão de Riscos com aula magna de ministro do TCU

Capacitação integra o Programa Avançado do Transporte do ITL e SEST SENAT em parceria com o IGCP, com conteúdo focado em transporte e infraestrutura O ITL (Instituto de Transporte e Logística) deu início nesta quarta-feira (1º), em sua sede em Brasília (DF), à nova turma do curso executivo Governança, Compliance e Gestão de Riscos com Ênfase no Transporte e Infraestrutura. O evento contou com a presença do ministro do TCU (Tribunal de Contas da União), Augusto Nardes, que ministrou aula magna, além de representantes do Sistema Transporte, do IGCP (Instituto Latino-Americano de Governança e Compliance Público) e de empresas do setor. Em sua palestra de abertura para empresários, gestores e representantes de empresas do setor transportador, o ministro Augusto Nardes destacou que a governança é um dos maiores desafios do Brasil e que seu fortalecimento é decisivo para a sustentabilidade das instituições. “A confiança passa pela governança. Ela é a base de tudo. Por isso escrevi o livro Governança e Esperança. Não podemos perder a esperança, mesmo diante das dificuldades do país. É preciso avaliar riscos com responsabilidade e priorizar a inovação. Governança significa planejamento, transparência e responsabilidade com as futuras gerações”, afirmou Nardes. Entre os temas abordados, o ministro Augusto Nardes enfatizou que a responsabilidade fiscal é a base da boa governança, lembrando que a forma como os recursos públicos são administrados hoje tem impacto direto no futuro do país. Ele acrescentou que a inovação precisa caminhar junto com a governança, especialmente em um cenário global marcado por mudanças rápidas. “Se quisermos gerar empregos e oportunidades, precisamos priorizar a inovação. A boa governança garante confiança e abre espaço para o desenvolvimento sustentável”, afirmou. O ministro também fez comparações internacionais, citando exemplos de países como Suíça, Japão e Alemanha, que se tornaram referências em governança pública e privada, e ressaltou que o TCU atua não apenas na conformidade, mas também na avaliação da operacionalidade das instituições. O diretor executivo do ITL, João Victor Mendes, ressaltou que o curso foi pensado para preparar lideranças empresariais para um cenário de constantes mudanças e crescente exigência de transparência, destacando que o transporte precisa estar preparado para esse cenário de constante mudança, com responsabilidade e visão estratégica. “Nós vivemos um tempo em que transparência e integridade se tornaram inadiáveis. Este curso é uma oportunidade de elevar o setor com robustez e integridade, em todos os níveis de gestão, do estratégico ao operacional. Queremos que os participantes saiam ainda mais capacitados. e, acima de tudo, melhores como pessoas”, destacou. Representando a CNT (Confederação Nacional do Transporte), a diretora executiva Fernanda Rezende lembrou que a entidade atua de forma integrada em duas frentes: as relações institucionais junto aos poderes públicos e a produção de estudos e pesquisas que apoiam a tomada de decisão do setor. “Tratar de governança nas empresas às vezes pode ser um tema delicado, mas é sempre essencial. A pauta ESG ganha cada vez mais relevância, porque as empresas que não se adaptarem terão dificuldades para acessar crédito, fechar contratos e se manter competitivas. O curso ajuda a indicar os melhores caminhos para fortalecer a governança no transporte”, pontuou. O coordenador executivo do curso, José Luis Vidal, explicou que a capacitação busca despertar nos participantes uma visão sistêmica da gestão. “Meu objetivo é trazer a semente dos processos. Muitas vezes, as empresas agem de forma reativa diante de eventos inesperados. A proposta é criar uma linguagem que leve ao pensamento do todo, e não apenas das partes, estimulando ações estruturadas e sustentáveis”, afirmou. Já o gerente executivo de compliance do SEST SENAT, João Varga, enfatizou a importância de os profissionais absorverem ao máximo o conteúdo do programa. “O curso trata de sistemas de risco, normas ISO e da história do compliance, mostrando como essas práticas são fundamentais para a sustentabilidade das empresas. É uma oportunidade de aprimorar processos e fortalecer a cultura da integridade”, destacou. O diretor de novos negócios do IGCP, Henrique Farinon, reforçou que a governança é a sustentação das instituições e que o curso foi estruturado com as melhores práticas internacionais de gestão de riscos e compliance. Sobre o curso O curso executivo Governança, Compliance e Gestão de Riscos com Ênfase no Transporte e Infraestrutura tem duração de seis meses, com carga horária de 200 horas (160 presenciais e 40 online). A formação integra o Programa Avançado de Capacitação do Transporte, coordenado pelo ITL e promovido pelo SEST SENAT, em parceria com o IGCP. A iniciativa é gratuita para profissionais de empresas vinculadas ao Sistema Transporte e voltada a diretores, gerentes, consultores e colaboradores das áreas de logística, governança, compliance, jurídico, recursos humanos e licitação. O objetivo é oferecer subsídios práticos e conceituais para que gestores adotem padrões elevados de governança e desenvolvam modelos de gestão de riscos aplicados ao transporte e à infraestrutura. Por Agência CNT Transporte Atual

ITL promove workshop sobre Inteligência Artificial na logística e mobilidade

Alysson Ribeiro das Neves discutiu a aplicabilidade da IA em concessões rodoviárias, frotas e mobilidade urbana A inteligência artificial, antes considerada uma promessa tecnológica, passou a ocupar papel central nas discussões estratégicas sobre mobilidade e logística. Sob essa ótica, o ITL (Instituto de Tecnologia e Logística), em parceria com o IBMEC, promoveu o Workshop IA Integrada em Logística e Mobilidade: eficiência, segurança, sustentabilidade e compliance, reunindo especialistas e representantes do setor, nessa terça-feira (30). A iniciativa dá continuidade à série de encontros preparatórios para a quinta edição do FIT (Fórum ITL de Inovação do Transporte), que será realizada em 15 de outubro. Na abertura, o diretor executivo do ITL, João Victor Mendes, destacou a urgência de integrar soluções inteligentes às cadeias logísticas nacionais. “Estamos diante de uma revolução silenciosa, mas profunda. A IA não é mais uma promessa; é uma realidade que exige preparo técnico, visão e colaboração entre setores”, afirmou. O workshop contou com a palestra magna de Alysson Ribeiro das Neves, engenheiro com 28 anos de atuação em inovação e inteligência artificial, especialista em Data Science e Machine Learning, com MBA em Gerenciamento de Projetos pela FGV (Fundação Getúlio Vargas). Sua apresentação abordou temas como algoritmos preditivos, gestão inteligente de frotas, mobilidade urbana e segurança viária. Alysson apresentou soluções práticas por meio de estudos de caso que demonstram a aplicação da inteligência artificial em concessões rodoviárias e no transporte público. As experiências mostram como a IA pode ser utilizada para automatizar rotinas operacionais, reduzir custos e melhorar a qualidade dos serviços, com foco na eficiência dos sistemas e na experiência dos usuários. “O uso da inteligência artificial representa uma mudança de paradigma na forma como planejamos, operamos e otimizamos sistemas logísticos e de mobilidade”, afirmou. “Ao integrar IA aos processos, conseguimos ganhos expressivos em eficiência, segurança e sustentabilidade, além de ampliar a capacidade de resposta das operações frente a cenários complexos e dinâmicos.” Outro ponto abordado tratou dos impactos socioeconômicos e ambientais decorrentes do avanço da inteligência artificial, com destaque para sua relação com os ODS (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável) estabelecidos pelas Nações Unidas. Neste contexto, o palestrante falou sobre o consumo energético de grandes servidores, uso intensivo de recursos naturais; como a água, e os desafios relacionados à segurança no trabalho, privacidade e inclusão digital. “A IA também pode contribuir para a eficiência no transporte por meio de logística otimizada e estratégias de fornecimento local, reduzindo deslocamentos desnecessários e promovendo cadeias mais sustentáveis”, destacou o palestrante, fazendo uma correlação com o setor de transporte. Segundo Alysson, o aumento do uso da IA tem impactos ambientais significativos, principalmente devido ao consumo de energia necessário para treinar e operar modelos, especialmente aqueles que envolvem aprendizagem profunda. O palestrante também mencionou iniciativas de TI verde como caminho para mitigar esses efeitos. Inovação no transporte Ao término do encontro, foi realizado sorteio de quatro bolsas integrais para o novo curso de Ciência de Dados do SEST SENAT, voltado para profissionais do setor de transporte. O curso oferece uma formação prática e aplicada, com foco em análise de dados, modelagem estatística e uso de ferramentas de IA para tomada de decisão em ambientes logísticos, contribuindo diretamente para a qualificação técnica e a inovação no setor. Por Agência CNT Transporte Atual

CNT e Ministério dos Transportes reforçam diálogo sobre obras e concessões rodoviárias

Encontro em Brasília tratou de concessões, obras públicas e novas políticas para ampliar conectividade e segurança nas rodovias A CNT (Confederação Nacional do Transporte) e o Ministério dos Transportes reafirmaram, nesta quarta-feira (1º), a importância do diálogo institucional para o avanço de projetos estratégicos da infraestrutura rodoviária brasileira. Em reunião realizada no edifício-sede do Sistema Transporte, em Brasília, foram discutidos os leilões de concessões, obras públicas em andamento e políticas voltadas à modernização da malha rodoviária, com benefício direto para as empresas do setor. A secretária nacional de Transporte Rodoviário, Viviane Esse, informou que o ministério prevê a realização de 15 leilões de rodovias, dos quais 13 devem ser concluídos. Somente neste ano, oito já foram efetivados e cinco ainda estão previstos. Segundo ela, a CNT será atualizada sobre cada avanço, garantindo transparência e previsibilidade ao setor. Viviane também apresentou um panorama dos projetos de melhoria viária em execução, incluindo construção de pontes e manutenção de rodovias em trechos estratégicos. Durante o encontro, o diretor de Relações Institucionais da CNT, Valter Souza, ressaltou a importância de transformar o Plano Integrado de Transporte em uma política de Estado. Ele destacou que, embora já exista uma estrutura composta pelo PNL (Plano Nacional de Logística), planos setoriais e o plano geral de outorgas, é fundamental que sua execução não seja interrompida a cada mudança de governo. “Esses projetos exigem tempo de maturação superior a um mandato. Por isso, defendemos que seja um plano de Estado, independente de partidos políticos”, afirmou Valter Souza. Viviane Esse também destacou duas iniciativas em desenvolvimento pela secretaria: o projeto de conectividade nas rodovias, que inclui a instalação de internet Wi-Fi em toda a malha concedida; e o programa de segurança dos ativos, que deverá ampliar a rastreabilidade e reduzir custos de apólices de seguro para transportadoras e seguradoras. O encontro reforçou a parceria entre a CNT e o Ministério dos Transportes, que mantêm diálogo constante para atualizar as empresas do setor sobre os avanços na área rodoviária. Pela CNT, também participaram da reunião Danielle Bernardes, gerente executiva governamental, e Maria Carolina Noronha, assessora governamental. Representando o Ministério dos Transportes, estiveram presentes, ao lado da secretária, Allan Magalhães Machado, diretor de Obras Públicas; Fernanda de Godoy Penteado, diretora do Departamento de Outorgas Rodoviárias; e Rogério Lezino, gerente de Projeto. Por Agência CNT Transporte Atual

Modificada, regulamentação da reforma tributária volta à Câmara

O Plenário do Senado aprovou, nesta terça-feira (30),  o texto alternativo ao projeto de lei complementar (PLP 108/2024) que regulamenta a segunda parte da reforma tributária sobre consumo e outros pontos da Emenda Constitucional 132. O substitutivo do senador Eduardo Braga (MDB-AM) foi aprovado por 51 votos a favor, 10 contrários e 1 abstenção. Modificado, o projeto volta à Câmara dos Deputados. O texto aprovado regulamenta a governança, a fiscalização e as regras para o funcionamento do novo sistema tributário, criando o Comitê Gestor do  Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) que vai substituir o principal imposto estadual, o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), e o  Imposto Sobre Serviços (ISS) municipal. O Comitê Gestor será responsável pela arrecadação e distribuição do novo imposto, que será dividido entre estados e municípios. A reforma tributária também criou a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS),  na esfera federal. Apesar do elevado número de emendas analisadas na Comissão de Constituição e Justiça ( CCJ), 519 mudanças, o relator precisou dar parecer a cerca de 200 novos pedidos apresentados em Plenário ao seu subtitutivo do PLP 108/2024.  Braga acatou total ou parcialmente quase 65 das modificações solicitadas. Por conta de todas essas modificações, a Câmara terá que analisar o texto aprovado pelo Senado. Para Braga, a regulamentação da reforma tributária é necessária para a retomada do crescimento econômico e a geração de emprego e renda.  — O Senado, hoje, está diante da oportunidade de poder marcar historicamente o encerramento de um passo importante da reforma tributária para bens de consumo e serviços (…) Esta é a primeira reforma que o Brasil faz em regime democrático. Portanto, podemos dizer que esta reforma pertence a todos — ressaltou Braga. O relator destacou que uma das modificações mais importantes da reforma é mudar a tributação da origem para o destino do produto. Mudanças Algumas das principais emendas de Plenário acatadas pelo relator buscam atender demandas de estados e municípios. Entre elas, está a atualização do cálculo da alíquota de referência do IBS, que usará dados de 2024 a 2026 — em vez do período de 2012 a 2021, como previa a versão que foi aprovada inicialmente na CCJ.  A calibragem do IBS será feita gradualmente entre 2029 e 2032, com o objetivo de evitar impactos bruscos nas finanças públicas, segundo Braga. Também deverá ser criada, para que haja mais segurança jurídica, a Câmara Nacional de Integração do Contencioso Administrativo, voltada à harmonização da jurisprudência fiscal envolvendo os novos tributos (IBS e CBS).  Braga incluiu, a pedido do senador Nelsinho Trad (PSD-MS), redução de alíquotas para os institutos de ciência, tecnologia e inovação sem fins lucrativos e suas fundações de apoio. Também foi incluído o aumento do teto, de R$ 70 mil para R$ 100 mil, para isenção de imposto no caso de veículos comprados por pessoas com deficiência, emenda apresentada pela senadora Mara Gabrilli (PSD-SP). Para o líder do governo em exercício, senador Rogério Carvalho (PT-SE), o Brasil terá um dos sistemas tributários mais modernos do mundo, ao contrário do que ocorre atualmente. O senador Efraim Filho (União-PB) disse que o atual modelo tributário brasileiro “está esgotado”. — É um sistema arcaico, obsoleto, ultrapassado, que nos joga nas últimas posições no ranking Doing Business, como um dos piores ambientes para se fazer negócio no mundo. Mesmo assim, o empreendedor brasileiro, que é um herói da resistência, não sucumbe a esse manicômio tributário, a esse caos emaranhado de leis e sobrevive. Era missão nossa entregar um modelo mais simples, menos burocrático e que facilita a vida de quem produz — disse Efraim. Distribuição do IBS Serão divididos entre os estados e os municípios o valor arrecadado com o IBS e os rendimentos de aplicações financeiras, juros e multas de mora. A divisão do ICMS seguirá os índices vigentes até 2032. Como o IBS só começa a valer de forma plena a partir de 2033, até lá o ICMS e o ISS continuam sendo cobrados normalmente. Em 2032, o que cada estado receber de ICMS servirá de referência para definir quanto ele vai receber do IBS a partir de 2033. Braga estendeu até 2096 o prazo de vigência do seguro-receita, um mecanismo para compensar perdas de arrecadação para estados e municípios com a reforma tributária. O Fundo de Combate à Pobreza só começará a receber recursos do IBS em 2033. Plataformas digitais As plataformas digitais (market places e similares) poderão ser responsabilizadas se não fornecerem ao Fisco ou ao prestador de serviço de pagamento as informações mínimas sobre as operações. O mesmo vale se o fornecedor não emitir documento fiscal eletrônico. Também está prevista a possibilidade de a plataforma atuar como substituta tributária, com o consentimento do fornecedor, quando ele não emitir a nota fiscal. Nesse caso, caberá à plataforma emitir o documento e recolher o imposto. Se a nota fiscal não for emitida em até 30 dias, a plataforma será obrigada a emitir e a recolher os tributos devidos. A responsabilidade será solidária. Imposto seletivo O chamado Imposto Seletivo foi criado pela reforma tributária para atingir produtos que fazem mal à saúde, como bebidas açucaradas, cigarros e bebidas alcoólicas. Braga acatou emenda do senador Izalci Lucas (PL-DF) para limitar a 2% a alíquota máxima sobre esses produtos. O teto não consta do texto aprovado pelos deputados federais. O tributo será introduzido de forma gradual de 2029 a 2033. Alguns senadores criticaram o limite de 2% de Imposto Seletivo para as bebidas açucaradas, como os refrigerantes. O senador Humberto Costa (PT-PE) disse que esse tipo de imposto é usado em muitos países desenvolvidos por acarretar aumento de arrecadação aliada à promoção da saúde pública. Com imposto mais alto, disse o senador, haveria redução do consumo de produtos que contribuem para obesidade, pressão alta e outros problemas crônicos de saúde. — Muitos desses produtos, especialmente as bebidas açucaradas, são causas importantes de doenças graves, doenças crônicas e que têm um elevadíssimo custo no seu tratamento para o serviço público de saúde, para o Sistema Único de Saúde — afirmou Humberto, que

Comissão aprova ingresso mais fácil de jovens motoristas nas categorias C e D

Projeto de lei segue em análise na Câmara dos Deputados A Comissão de Viação e Transportes da Câmara dos Deputados aprovou a criação de duas novas subcategorias de habilitação, C1 e D1, para facilitar o ingresso de jovens motoristas profissionais nas categorias C (caminhões pequenos, vans de carga e picapes) e D (microônibus e vans de passageiros). A proposta permite que os candidatos obtenham a primeira habilitação nessas subcategorias e conquistem a licença definitiva após cumprirem os requisitos previstos no Código de Trânsito Brasileiro, sem precisar fazer a mudança formal de categoria. Pelo texto aprovado, para se obter a categoria C, será necessário ter pelo menos um ano de habilitação na categoria B ou na subcategoria C1, e não ter mais de uma infração gravíssima em 12 meses. Para a categoria D, o tempo exigido será de dois anos na categoria B ou na subcategoria D1. O texto aprovado foi o substitutivo do relator, deputado Hugo Leal (PSD-RJ), ao Projeto de Lei 3666/24, do deputado Toninho Wandscheer (PP-PR), que criava a figura do “aprendiz” para as categorias C, D e E (veículos das categorias C ou D acrescidos de reboque ou semirreboque). Leal retirou o termo “aprendiz” para evitar conflitos com a legislação trabalhista e permitiu que aulas e exames possam ser feitos em veículos da categoria pretendida. Por fim, o texto aprovado autoriza motoristas com habilitação nas subcategorias C1 e D1 a dirigir conjuntos veiculares, desde que o veículo principal seja da categoria habilitada e o reboque pese até 6 mil kg e tenha no máximo 8 lugares. Próximas etapasA proposta será ainda analisada, em caráter conclusivo, pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Reportagem – Murilo SouzaEdição – Marcelo Oliveira Fonte: Agência Câmara de Notícias – Foto: Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados