Câmara aprova acordo internacional sobre transporte de cargas

Texto ainda será analisado pelo Senado A Câmara dos Deputados aprovou, nesta quinta-feira (9), o Projeto de Decreto Legislativo (PDL) 655/25, que contém a Convenção Aduaneira sobre o Transporte Internacional de Mercadorias ao Abrigo das Cadernetas TIR. O texto, relatado pelo deputado Alex Manente (Cidadania-SP), seguirá para análise do Senado. O Brasil mantém acordos internacionais com diversos países e entidades, e, pela Constituição, esses instrumentos devem ser aprovados pelo Congresso Nacional. TIR (Transportes Internacionais Rodoviários) é um sistema de trânsito de cargas baseado em convenção da Organização das Nações Unidas (assinada em 1949 e atualizada em 1975), implementado em âmbito global como parceria público-privada. O acordo abrange quase 80 países. Os titulares de Cadernetas TIR são os transportadores que podem desenvolver as atividades sob regime aduaneiro que facilita, a veículos com determinados selos alfandegários, a circulação entre os diferentes países. O benefício exige aprovação de veículos e contêineres, sistema de garantia internacional, o uso de Cadernetas TIR, o reconhecimento recíproco dos controles aduaneiros e o acesso controlado ao sistema TIR. Fonte: Agência Câmara de Notícias
Sistema Transporte fortalece presença do setor na COP30 com participação confirmada nas Blue e Green Zones

A instituição promoverá quatro painéis na área oficial da ONU durante a Conferência do Clima, em Belém O Sistema Transporte tem participação confirmada na programação da área oficial da COP30, em Belém (PA), que acontece em novembro. A Entidade promoverá quatro painéis – três na Blue Zone e um na Green Zone – selecionados pelo MMA (Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima) e divulgados pelo órgão federal. Os temas dos painéis contemplam eixos importantes para o debate sobre descarbonização do setor e aceleração da transição energética no país: “Infraestrutura Resiliente e Adaptação Climática no Transporte”, “Pactos Multiníveis e Descarbonização do Transporte”, “Múltiplas Soluções para a Descarbonização do Transporte” – apresentados no pavilhão Azul; e o painel “Financiamento Verde e Políticas Econômicas para o Transporte Sustentável”, que integra a programação do pavilhão Verde. “A presença ativa do Sistema Transporte na COP30 é resultado de um trabalho contínuo que fazemos desde a COP27, para colocar o transporte no foco do debate, pois sabemos do potencial do setor para a aceleração da transição energética no país”, pontua Vander Costa, presidente do Sistema Transporte. A Instituição tem uma longa trajetória em iniciativas que promovem práticas sustentáveis, com programas como o Despoluir, que completou 18 anos em 2025. “Os painéis que apresentaremos na área oficial representam uma oportunidade valiosa para amplificar nossas propostas e somar forças a integrantes de governos e das empresas para o desenvolvimento sustentável”, completa o executivo. Com sólida participação nas Blue e Green Zones, o Sistema Transporte reafirma o setor como parte essencial da solução na descarbonização e com capacidade para impulsionar a inovação, atrair investimentos e promover uma transição energética justa e eficaz alinhada às metas climáticas globais. Setor que movimenta o Brasil A transversalidade do setor, cujas atividades interagem com toda a cadeia produtiva e das quais dependem a agricultura, a indústria e o comércio, o posiciona como um vetor fundamental para a transição energética e para o desenvolvimento sustentável no Brasil, trazendo também desafios, como a redução das emissões de GEE (gases de efeito estufa) em todos os modais — rodoviário, ferroviário, aquaviário e aéreo. Entre as soluções, o Sistema Transporte defende iniciativas integradas que compreendam mudanças estruturais, como a multimodalidade e a renovação da frota; inovações com o desenvolvimento de novas tecnologias e biocombustíveis; além do fomento da transformação comportamental por meio de conscientização e capacitação dos profissionais do setor – desde motoristas até a alta gestão das empresas. Dessa forma, o Sistema Transporte chega à COP30 como um importante articulador e mobilizador multissetorial capaz de contribuir ativamente para a transição energética e a descarbonização no Brasil. A seguir, confira os painéis do Sistema Transporte na área oficial da COP30: “Infraestrutura Resiliente e Adaptação Climática” 10/11 – Pavilhão Azul | Eixo 2 – Adaptação aos efeitos da emergência climática O painel propõe o debate sobre como preparar rodovias, portos, ferrovias e hidrovias para o enfrentamento dos impactos em eventos climáticos extremos, como enchentes, secas e deslizamentos, garantindo a segurança da população, a continuidade operacional e da logística nacional. Serão apresentadas experiências de medidas de adaptação já em curso, como a inclusão de cláusulas de sustentabilidade em contratos de concessão, a implementação de infraestruturas resilientes, além de aprendizados recentes a partir de situações que causaram impactos severos no Brasil. O objetivo é avaliar estratégias para adaptar a infraestrutura de transporte às mudanças climáticas a partir de políticas nacionais, planos regionais e inovações do setor privado, como infraestrutura verde, sistemas de alerta, digital twins e investimentos, além de discutir sobre a Portaria MT nº 622/2024, do Ministério dos Transportes, que destina recursos de concessões rodoviárias à adaptação. Financiamento Verde e Políticas Econômicas para o Transporte Sustentável 14/11 – Pavilhão Verde | Eixo 3 – Financiamento climático O painel propõe o debate sobre como o Brasil pode promover o desenvolvimento sustentável do setor por meio de políticas fiscais, tributárias, creditícias, regulatórias e financeiras que incentivem investimentos públicos e privados em iniciativas sustentáveis, considerando meios de acesso das empresas de transporte a linhas de financiamento, crédito, debêntures, green bonds, títulos verdes soberanos, entre outros. O objetivo é identificar caminhos para fortalecer o arcabouço de financiamento climático no transporte, alinhados à NDC (Contribuição Nacionalmente Determinada) do Brasil, à Taxonomia Sustentável e ao Plano Clima, com foco em escalabilidade, inclusão e cooperação entre governos, bancos de desenvolvimento e setor privado. O painel também buscará destacar como os instrumentos financeiros internacionais podem ser acessados por empresas do setor. Pactos Multiníveis para a Descarbonização do Transporte 14/11 – Pavilhão Azul | Eixo 4 – Governança climática participativa e multinível O painel discutirá como diferentes arranjos e estratégias institucionais podem cocriar compromissos de descarbonização junto aos setores público e privado, fortalecendo a governança climática participativa no transporte. Serão debatidas experiências nacionais de pactos climáticos, a integração com o Plano Clima, Taxonomia Sustentável e a NDC brasileira, além dos desafios para garantir transparência, monitoramento e inclusão de todos os atores. A atividade visa mostrar como iniciativas multilaterais (Programa Despoluir, Hub de Biocombustíveis e Elétricos e Coalizão do Transporte pela Descarbonização, Aliança pelo Transporte Sustentável Resiliente e Integrado na Amazônia), além de estudos e diagnósticos setoriais (Inventário de Emissões e Pesquisa de Perfil Empresarial), podem estruturar, em alinhamento com as metas nacionais e globais, compromissos conjuntos de descarbonização do transporte e transformar esses pactos em ações que fortaleçam a resiliência, a competitividade e a justiça climática no setor. Múltiplas Soluções para a Descarbonização do Transporte 15/11 – Pavilhão Azul | Eixo 1 – Mitigação de emissões de GEE O painel apresentará as diversas possibilidades de soluções para reduzir as emissões do setor de transporte, destacando projetos já em curso e novas tecnologias para diferentes modais. Serão discutidos desafios e experiências na adoção de combustíveis alternativos, como o SAF, o diesel verde, o biometano e o etanol, além do hidrogênio de baixo carbono e da eletrificação, ressaltando o papel do Brasil como líder global em biocombustíveis e inovação logística. Será uma oportunidade para aprofundar o debate sobre o papel dessas tecnologias para acelerar a redução de emissões em alinhamento às metas da NDC do Brasil e à Lei nº 14.993/2024 (Combustível
3º Fórum Varanda da Amazônia: Sistema Transporte e o legado da COP30 em foco

Diretora adjunta do ITL, Eliana Costa, apresentou as pautas do setor e como ele é interlocutor estratégico da transição energética no Brasil Belém (PA) foi palco, nos dias 7 e 8 de outubro, de um encontro estratégico para o futuro da região: a terceira edição do Fórum Varanda da Amazônia. Idealizado pela cantora Fafá de Belém, o evento reuniu mais de 50 especialistas, gestores públicos, artistas e acadêmicos para discutir caminhos que conciliem preservação ambiental, inclusão social e desenvolvimento econômico sustentável na Amazônia. O Sistema Transporte foi representado pela diretora adjunta do ITL (Instituto de Transporte e Logística), Eliana Costa, que participou da plenária de encerramento com o tema “Belém e Amazônia Pós-COP30: Como Transformar Visibilidade em Ação”. O painel, moderado pela jornalista Cristina Serra, contou também com a presença de André Facó (Águas do Pará), Lavinia de Hollanda (Copa Energia), Marcello Brito (Consórcio Amazônia Legal) e José Alves (Banco do Brasil). O debate propôs refletir sobre como transformar a visibilidade de um evento histórico como a COP30 em avanços reais para o território e as suas populações, fortalecendo o orgulho amazônico e garantindo um novo posicionamento global para a região. Sistema Transporte em destaque Em sua fala, Eliana Costa ressaltou que a COP30 representa uma oportunidade única para o setor de transporte ir além da adaptação e assumir protagonismo na transição para uma economia de baixo carbono. Segundo ela, o evento em Belém pode consolidar um legado de avanços reais para a Amazônia e o Brasil, com o transporte atuando como agente central na descarbonização. “É uma oportunidade única de nós, como Sistema, mostrarmos nosso trabalho, que vem sendo feito ao longo de anos para melhorar, porque nós somos o transporte, nós somos um setor essencial ao país e nós transportamos desenvolvimento”, destacou. Debates estratégicos Durante o painel, André Facó, diretor-presidente da Águas do Pará, concessionária responsável pelos serviços de água, coleta e tratamento de esgoto no estado, destacou que a COP vai além das discussões e deve deixar legados de longo prazo. “Temos que tirar da invisibilidade o que é essencial. Aqui, no Pará, temos, por exemplo, dois milhões de paraenses que não têm acesso à água potável”, enfatizou. O líder da ação estratégica COP30 no Banco do Brasil, José Alves, complementou lembrando que o país já possui muitas soluções a apresentar ao mundo. “Possuímos muitas soluções completas, mas, primeiramente, precisamos conhecer e trazer para o centro das discussões as comunidades originárias, por exemplo. Elas têm muito o que nos ensinar e conhecem muito bem as reais necessidades locais.” Para Lavínia Hollanda, diretora da Copa Energia, o legado da COP30 é claro. “É um chamado à ação coletivo, com parcerias e cooperação entre todos os setores, público e privado. Porém, precisamos entender qual a realidade dessa região, a região Norte, que tanto se fala agora, mas pouco se conhece”, concluiu. Legado do transporte Ao encerrar sua participação, Eliana Costa reforçou a mensagem central do Sistema Transporte. O setor se consolida como interlocutor estratégico da transição energética no Brasil, promovendo soluções concretas de descarbonização e contribuindo para a formulação de políticas públicas que acelerem esse processo. “A COP30 é vista não apenas como um evento, mas como uma chance para consolidar um legado de conhecimento, parcerias e ações concretas. Esse legado será construído a partir de ações focadas em conhecimento, como fazemos com os nossos cursos em todo o Brasil. Se prepararmos a comunidade de Belém, para trazer e deixar esse legado de forma efetiva, essas pessoas têm que estar qualificadas.” Por Agência CNT Transporte Atual
CNT destaca papel da qualificação e da prevenção na transição justa para o trabalho decente

A participação ocorreu durante o “Seminário Pré-COP30: promovendo trabalho decente e transição justa”, realizado em Brasília pelo MTE A CNT apresentou, nessa quarta-feira (8), as contribuições do Sistema Transporte para enfrentar os impactos das mudanças climáticas sobre os trabalhadores, com foco na prevenção, qualificação profissional e promoção de empregos verdes. A participação ocorreu durante o “Seminário Pré-COP30: promovendo trabalho decente e transição justa”, realizado em Brasília pelo MTE (Ministério do Trabalho e Emprego) em parceria com a OIT (Organização Internacional do Trabalho). O evento reuniu representantes do setor produtivo, do governo, de centrais sindicais e de organismos internacionais com o objetivo de debater políticas públicas voltadas à transição justa e ao fortalecimento do trabalho decente diante das mudanças climáticas. Durante o painel “Proteção Social, Estresse Térmico e Saúde e Segurança do Trabalho”, o gerente executivo de Relações Trabalhistas e Sindicais da CNT, Frederico Melo, fez um alerta sobre os riscos da exposição prolongada ao calor extremo, especialmente para os profissionais do transporte. “Pagar pelo perigo não reduz o perigo. Pagar pela insalubridade não afasta os trabalhadores dos agentes nocivos”, afirmou ao avaliar a prática de compensações financeiras sem a implementação de medidas efetivas de proteção. Melo ressaltou que o Brasil tem uma das regulamentações mais avançadas do G20 sobre exposição ao calor – a exemplo do Anexo 3 da NR-9 (Norma Regulamentadora nº 9) – e defendeu que esse marco seja valorizado e continuamente aprimorado. Ele lembrou que o setor de transporte, que reúne cerca de 190 mil empresas e emprega 2,8 milhões de trabalhadores, está diretamente exposto aos efeitos do estresse térmico e depende de políticas públicas que incentivem a adaptação tecnológica e a prevenção. Descarbonização e qualificação como pilares da transição Outros pontos abordados foram a descarbonização da frota rodoviária e o reequilíbrio da matriz de transporte. O gerente destacou que, embora o novo PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) tenha destinado R$ 10 bilhões para a compra de ônibus elétricos, o custo elevado e a falta de infraestrutura ainda representam obstáculos à expansão do modelo. Melo defendeu o uso de alternativas como o diesel verde e o biometano, que reduzem o impacto ambiental sem exigir grandes adaptações na infraestrutura. A qualificação e requalificação profissional também foram tratadas como prioridades. O Sistema Transporte, por meio do SEST SENAT (Serviço Social do Transporte e Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte) e do ITL (Instituto de Transporte e Logística), já oferece cursos voltados à saúde e à segurança do trabalhador, além de capacitações técnicas para gestores a fim de promover o trabalho decente. “A transição justa não é apenas sobre tecnologia. Ela é, antes de tudo, sobre pessoas”, reforçou Melo. Participação institucional O evento também abordou a inclusão de migrantes e grupos vulneráveis na nova economia. Com cerca de 1,5 milhão de migrantes no Brasil e apenas 230 mil em empregos formais, os chamados empregos verdes foram apontados como oportunidade de integração e dignidade. Ao final do Seminário, os participantes ressaltaram que o enfrentamento das mudanças climáticas exige diálogo, técnica e solidariedade entre os diversos setores da sociedade. A CNT destacou que o Sistema Transporte estará presente na COP30, por meio da da Estação do Desenvolvimento – espaço temático que será instalado em Belém (PA), durante a Conferência, voltado à apresentação de iniciativas para uma transição justa. A Estação funcionará como ambiente de articulação entre governo, setor produtivo, trabalhadores e sociedade civil, reunindo experiências, tecnologias e políticas públicas que promovam trabalho decente, proteção social e geração de empregos verdes em resposta à crise climática. A programação do Seminário Pré-COP30 contou com quatro painéis temáticos ao longo do dia, abordando transição justa, proteção social, saúde e segurança no trabalho, formação profissional e criação de empregos verdes. A abertura oficial teve a presença do ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho; do diretor da OIT Brasil, Vinícius Carvalho Pinheiro; da diretora executiva da COP30, Ana Toni; do campeão climático de alto nível da COP30, Dan Ioschpe; e do enviado especial da Presidência da COP30 para os sindicatos, Clemente Ganz Lúcio. Veja aqui como foi o Seminário. Por Agência CNT Transporte Atual
Sistema Transporte destaca ações de qualificação de mão de obra na logística na Semana ESG da Abralog

Iniciativas do SEST SENAT e do ITL ampliam a qualificação e fortalecem a empregabilidade no transporte A falta de motoristas qualificados e a necessidade de ampliar a inclusão no setor de transporte foram temas centrais da participação do Sistema Transporte na 3ª Semana ESG da Abralog (Associação Brasileira de Logística), realizada nos dias 7 e 8 de outubro, em São Paulo (SP). Durante o painel “Escassez de Mão de Obra na Logística – Quem Vai Movimentar o Futuro?”, a diretora adjunta do ITL (Instituto de Transporte e Logística), Eliana Costa, apresentou dados que evidenciam o desafio do setor: mais de 56 mil vagas abertas para motoristas profissionais em todo o país. Ela destacou que o Sistema Transporte, por meio do SEST SENAT, atua de forma decisiva para enfrentar esse cenário, com programas voltados à formação, valorização e permanência dos trabalhadores no transporte. Entre as iniciativas, o Mais Motoristas se destaca por facilitar a mudança de categoria da CNH, tendo entregado mais de 12 mil habilitações no último edital. Eliana ressaltou também o avanço da participação feminina, com 5.300 mulheres inscritas, demonstrando um movimento crescente de inclusão no setor. O programa está em nova fase, voltada a pessoas jurídicas, com 42 mil vagas solicitadas e 14 mil já disponibilizadas nas duas primeiras chamadas, em um investimento de cerca de R$ 50 milhões. Ela citou ainda outras ações estratégicas, como a Escola de Motoristas Profissionais, voltada à capacitação de condutores já habilitados, o Programa Motorista Série A, que valoriza os mais experientes, e o Emprega Transporte, que gera oportunidades e promove qualificação em todo o país. Dentro desse programa, as Feiras de Empregabilidade têm se destacado como ponto de conexão entre empresas e profissionais – neste ano, 24 edições reuniram 441 empresas, mais de 12 mil inscritos e 8 mil vagas de emprego. “Transportamos diariamente cerca de oito milhões de pessoas entre cidades. Essa operação exige mão de obra qualificada em todos os modais, e essa qualificação ainda é um grande desafio”, afirmou Eliana. Ela também apresentou o Programa Avançado de Capacitação do Transporte, coordenado pelo ITL e promovido pelo SEST SENAT, que busca aumentar a competitividade do setor e oferecer formação de alta performance acadêmica e profissional. O painel contou ainda com a participação de Andréa Simões (Log-In), Ramon Alcaraz (JSL) e Rogério Rodrigues (Martin Brower), sob mediação de Alessandro Dessimoni (Abralog). Transição energética Outro momento de destaque do evento foi o painel “O Custo de Não Mudar – Lições da Transição Energética na Logística”, que contou com a participação da analista de ESG do SEST SENAT Larissa Machado. O debate discutiu os impactos da inação, os desafios regulatórios e a pressão do mercado para a adoção de práticas sustentáveis, além de abordar o papel da inovação e da tecnologia e os caminhos colaborativos para viabilizar a transição energética no transporte. “O Sistema Transporte vem atuando para posicionar o setor como protagonista da transição para uma economia de baixo carbono e busca contribuir, tecnicamente e institucionalmente, para que as políticas públicas e os normativos brasileiros incentivem a transição e não criem barreiras ao setor”, afirmou Larissa. Também participaram do painel Vanessa Reiter Pilz (Reiter Log), Rodrigo Brito (Mercado Livre) e Beto Zampini (Imediato Nexway), sob a moderação de Pedro Moreira, presidente da Abralog. Sobre o evento Em sua terceira edição, a Semana ESG da Abralog (Associação Brasileira de Logística) é um dos principais fóruns nacionais sobre sustentabilidade, inovação e responsabilidade social na logística. Realizada sob o tema “Logística pela Vida: conectando clima, inovação e desenvolvimento sustentável”, a iniciativa reuniu especialistas, executivos e lideranças do setor para discutir os desafios e oportunidades da transição para uma economia mais sustentável. A programação incluiu painéis temáticos, palestras magnas, apresentações de cases e visitas técnicas a empresas reconhecidas por boas práticas de ESG, como Suzano, Ypê e Ambev. Por Agência CNT Transporte Atual
1º Encontro NTC Farma reúne lideranças do transporte e do setor farmacêutico para debater desafios e perspectivas do segmento

Encontro promovido pela NTC&Logística discutiu legislação, regulamentação, cadeia de suprimentos e tendências do transporte de produtos farmacêuticos no Brasil A Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística (NTC&Logística) promoveu, no dia 7 de outubro de 2025, na subsede da entidade, em São Paulo, o 1º Encontro NTC Farma. O evento reuniu empresários do Transporte Rodoviário de Cargas, lideranças do setor farmacêutico, operadores logísticos, distribuidores e representantes de entidades setoriais para debater os principais temas, desafios e perspectivas do segmento. Na abertura, Antonio Luiz Leite, vice-presidente da NTC&Logística, representando o presidente Eduardo Rebuzzi, destacou a importância estratégica do Encontro e valorizou o papel das empresas que atuam no transporte de produtos farmacêuticos. “O trabalho desenvolvido pelas transportadoras que atuam nesse segmento é de extrema relevância para o país. Reunir representantes de diferentes elos da cadeia de transporte farmacêutico para discutir o futuro, compartilhar experiências e tratar de questões centrais dessa atividade é fundamental. A NTC&Logística entende a importância dessas discussões e trabalha para fortalecer cada vez mais esse diálogo”, afirmou. Em seguida, Gylson Ribeiro, vice-presidente extraordinário para o Transporte de Produtos Farmacêuticos da NTC&Logística, reforçou o papel articulador da entidade e destacou os apoios recebidos para a realização do Encontro. “Este evento só foi possível graças à participação ativa de todos os presentes, aos incentivadores, patrocinadores e entidades que apoiaram a iniciativa. Agradeço também à presidência da NTC&Logística por contribuir para que esse projeto se tornasse realidade. Ter, aqui, líderes empresariais, representantes de entidades, empresas do setor farmacêutico e de transporte discutindo temas estratégicos é uma oportunidade valiosa para construirmos soluções conjuntas e fortalecermos esse segmento”, ressaltou. A programação contou com a palestra de Kleber Fernandes, diretor da Gestão Técnica Brasil & Colômbia da AGV, que abordou a trilha da legislação da logística farmacêutica no Brasil, registrando evoluções recentes, atualizações regulatórias e tendências de inovação para o transporte de cargas farmacêuticas. No primeiro painel, que teve como tema “Atores da cadeia de suprimentos de produtos farmacêuticos: visão do cenário atual”, os debatedores analisaram os principais desafios enfrentados pelos diferentes elos da cadeia logística e regulatória, ressaltando a importância da integração entre indústria, distribuidores e operadores logísticos para garantir eficiência, qualidade e segurança nas operações. Participaram Rosana Mastellaro, do Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos (SINDUSFARMA); Luciana Shimizu Takara, da Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa (INTERFARMA); Oscar Yazbek Filho, da Associação Brasileira de Atacadistas e Distribuidores de Produtos Farmacêuticos (ABAFARMA), e Marcelo Polacow, do Conselho Regional de Farmácia do Estado de São Paulo (CRF-SP). A moderação foi conduzida por Kleber Fernandes, diretor de Gestão Técnica Brasil & Colômbia da AGV. Na sequência, foi apresentada a plataforma SIT, um sistema de informação técnica voltado exclusivamente ao Transporte Rodoviário de Cargas, desenvolvido em parceria com a NTC&Logística. A ferramenta reúne conteúdos especializados sobre gestão, operação, manutenção, legislação, logística, segurança e tecnologia, centrados em apoiar transportadores, embarcadores e fornecedores em decisões mais seguras e estratégicas. Já no segundo painel, foram debatidas as perspectivas de futuro para o setor, com foco nos impactos regulatórios previstos para os próximos anos, na evolução das exigências sanitárias e logísticas, e no papel da tecnologia e da colaboração entre os agentes da cadeia para o desenvolvimento sustentável do segmento. Participaram Liliane Saadi, do Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos (SINDUSFARMA); Marcella Cunha, da Associação Brasileira de Operadores Logísticos (ABOL); Erika Diago Rufino, da Johnson & Johnson Innovative Medicine, e Professor Lauro Moretto, da Academia de Ciências Farmacêuticas do Brasil. A moderação também ficou a cargo de Kleber Fernandes. O 1º Encontro NTC Farma foi uma realização da NTC&Logística, com o patrocínio da AGV; Ativa Logística e Trans Model; Grupo Polar; RV Imola e apoio institucional do CRF-SP – Conselho Regional de Farmácia do Estado de São Paulo. O evento foi gravado e está disponível, na íntegra, no canal do YouTube da NTC&Logística: https://youtube.com/live/B85NTRFBPlw?feature=share Fonte: NTC&Logística
Reportagem da ABTI é finalista do Prêmio CNT de Jornalismo

A ABTI é finalista, pelo segundo ano seguido, do tradicional Prêmio CNT de Jornalismo, promovido pela Confederação Nacional do Transporte (CNT), na categoria Comunicação Setorial, voltada a entidades representativas do setor de transporte. A reportagem selecionada para concorrer na final foi “O Mercosul cresce sobre rodas”, veiculada na edição 74 de nossa revista Cenário do Transporte. Escrita pelo jornalista Paulo Ziegler, editor da Cenário, a matéria destaca a importância do modal rodoviário para o Mercosul, além de analisar as razões de sua prevalência e potencialidades no bloco. O texto apontou que o modal rodoviário, em média ponderada do ano de 2023, transportou 61% dos valores de exportação/importação do bloco, incluindo o Chile. Acesse a reportagem completa aqui. O Prêmio CNT de Jornalismo foi criado em 1994 para reconhecer as melhores produções voltadas para o setor de transporte, inserindo a pauta no dia a dia das redações e da população. Esta edição possui 35 trabalhos finalistas – cinco em cada uma das sete categorias. Agora, estes trabalhos serão avaliados por um corpo de jurados formado por jornalistas de renome e um especialista em transporte. O trabalho com a maior nota receberá o Grande Prêmio CNT de Jornalismo. Os ganhadores de cada categoria também são reconhecidos. Os vencedores serão anunciados em novembro.
Planejamento de longo prazo é decisivo para o avanço da infraestrutura, defende CNT em evento da Infra S.A.

Durante celebração dos três anos da empresa pública e dos dez anos do ONTL, entidade reafirma a necessidade de planejamento de longo prazo para o transporte O diretor de Relações Institucionais da CNT (Confederação Nacional do Transporte), Valter Souza, destacou, nesta segunda-feira (6), a importância de o país consolidar um planejamento de longo prazo para o setor de transporte, com base em dados consistentes e em uma visão estratégica de futuro. A declaração foi feita durante o evento que celebrou os três anos da Infra S.A. e os dez anos do ONTL (Observatório Nacional de Transporte e Logística), realizado no auditório do Sistema Transporte, em Brasília (DF). Na abertura, Valter Souza exaltou o papel da Infra S.A. como indutora de políticas estruturantes e ressaltou que o evento simboliza a consolidação de uma nova fase para o transporte brasileiro. “O Brasil precisa de planejamento no transporte. Uma empresa como a Infra S.A., que pensa logística de longo prazo, representa um avanço fundamental. Nosso compromisso, na CNT, é trabalhar para que o planejamento em infraestrutura e logística, assim como o PNL (Plano Nacional de Logística), sejam projetos de Estado, de longo prazo, com continuidade e efetividade”, afirmou Valter Souza. Ao cumprimentar o Observatório Nacional de Transporte e Logística pelos dez anos de atuação, o diretor reforçou a importância dos dados e das estatísticas confiáveis para a formulação de políticas públicas e para a atração de investimentos. “Precisamos ter dados sólidos para planejar bem. Muitas vezes enfrentamos dificuldades por falta de consistência ou de acesso a informações atualizadas. O transporte brasileiro precisa de estatísticas claras, que mostrem onde estamos e para onde queremos ir”, destacou. Valter Souza também mencionou as iniciativas do Sistema Transporte para a COP30, que será realizada neste ano em Belém (PA). Ele anunciou que a CNT está desenvolvendo um inventário de emissões de carbono a ser apresentado durante a conferência, com o objetivo de estabelecer metas concretas para a descarbonização do transporte brasileiro e reforçar o alinhamento da entidade às pautas globais de sustentabilidade. “Não há planejamento sem base concreta. E essa base está nos dados, inclusive ambientais. É por meio de diagnósticos sólidos que poderemos traçar metas realistas e contribuir efetivamente para a transição sustentável do setor”, completou. Presença O evento comemorativo reuniu autoridades, especialistas e representantes de diversas instituições públicas e privadas para discutir o papel do planejamento, da inovação e da inteligência estratégica no futuro da infraestrutura e da logística no Brasil. O diretor-presidente da Infra S.A., Jorge Bastos Moreno, ressaltou o papel estratégico da empresa na modernização da infraestrutura nacional e no fortalecimento da competitividade do país. Segundo ele, em apenas três anos, a instituição consolidou uma atuação voltada tanto para garantir a eficiência da infraestrutura existente quanto para preparar o Brasil para o futuro, com uma rede logística mais integrada. “Nesses três anos, os estudos desenvolvidos pela empresa já resultaram em mais de R$ 3 bilhões em investimentos vinculados a cessões de rodovias e terminais portuários, com 20 leilões bem-sucedidos que trouxeram ganhos diretos ao setor produtivo e à sociedade. Ultrapassamos 70% de execução da Fiol (Ferrovia de Integração Oeste-Leste) e superamos desafios importantes para garantir a continuidade desse projeto”, afirmou. O subsecretário de Sustentabilidade do Ministério dos Transportes, Clóvis Benevides, destacou a relevância da Infra S.A. como um dos pilares do Estado brasileiro na condução de políticas públicas e de projetos estruturantes de infraestrutura. Ele enfatizou a competência técnica e a visão estratégica da equipe da empresa, que têm assegurado avanços concretos em diversas frentes. “A Infra é uma gigante da infraestrutura, com profissionais altamente qualificados e visão de futuro. A empresa avançou de forma exemplar em desafios ambientais, firmando mais de R$ 500 milhões em acordos com comunidades indígenas e quilombolas, o que tem permitido destravar projetos de licenciamento parados há décadas e garantir o equilíbrio entre direitos sociais e desenvolvimento”, afirmou. Também participaram da abertura o diretor-geral da ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres), Guilherme Theo Sampaio; o secretário nacional de Hidrovias e Navegação, Dino Antunes; a secretária nacional de Transporte Rodoviário, Viviane Esse; e a representante do PNUD (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento), Maristela Baioni. Por Agência CNT Transporte Atual
Reforma Tributária: com a aprovação pelo Senado, CNT avalia que projeto avançou

Mudanças garantem maior segurança jurídica e competitividade para o transporte; texto retorna para Câmara dos Deputados O Senado Federal aprovou, no último dia 30 de setembro, o Projeto de Lei Complementar nº 108/2024, que corresponde à segunda etapa da regulamentação da reforma tributária sobre o consumo. Para a CNT (Confederação Nacional do Transporte), o texto representa um avanço importante no processo de implementação da Emenda Constitucional nº 132/2024. A proposta foi aprovada por ampla maioria (51 votos a 10) e agora retorna à Câmara dos Deputados para nova análise. O relator, senador Eduardo Braga (MDB-AM), acolheu mais de 60 das mais de 200 emendas apresentadas em plenário, incorporando alguns ajustes propostos pela CNT e considerados relevantes para o setor transportador. Contudo, alguns temas sensíveis para o setor não foram contemplados no texto aprovado. A CNT avalia que a aprovação incorporou pontos relevantes defendidos pela entidade no processo de discussão da matéria. Entre eles está a definição de que o DTE (Domicílio Tributário Eletrônico) será unificado no âmbito do IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) e obrigatório para todas as pessoas jurídicas inscritas no CNPJ – medida que amplia a eficiência e a segurança na comunicação entre fisco e contribuintes. Outro avanço importante foi o afastamento da aplicação de penalidades em casos de falhas ou erros meramente materiais na entrega de documentos, o que evita punições desproporcionais e dá maior tranquilidade às empresas. Também houve a unificação das penalidades, com a retirada das multas fixadas com base no valor da operação. A partir de agora, essas sanções terão como referência a aplicação da alíquota de referência sobre o valor da operação, o que traz mais proporcionalidade ao sistema e reduz riscos de encargos excessivos. Para a CNT, essas mudanças representam conquistas importantes na busca por um ambiente de negócios mais equilibrado, justo e previsível, que assegure competitividade às empresas de transporte e contribua para o desenvolvimento econômico do país. “A CNT defende que o texto final preserve o equilíbrio do sistema e evite penalidades excessivas, assegurando um ambiente de negócios estável, competitivo e compatível com o papel estratégico das empresas de transporte no desenvolvimento econômico e social do Brasil”, afirmou o diretor de Relações Institucionais da CNT, Valter Souza. Mesmo com avanços importantes, alguns pontos, em especial os que afetam diretamente o setor aquaviário, não foram incorporados pelo relator e precisarão ser revisitados pelo Congresso Nacional. A matéria agora deverá ser apreciada novamente pela Câmara dos Deputados, que poderá apenas aceitar ou rejeitar as alterações promovidas pelos senadores, sem a inclusão de novos trechos de mérito. Após essa deliberação, o texto seguirá para sanção presidencial. Por Agência CNT Transporte Atual
Finalistas do Prêmio CNT de Jornalismo 2025 já estão definidos

Os 35 trabalhos finalistas serão avaliados por um corpo de jurados formado por jornalistas de renome e um especialista em transporte; as matérias concorrem ao Grande Prêmio (R$ 60 mil) e às premiações por categoria (R$ 35 mil cada) Em sua 32ª edição, o Prêmio CNT de Jornalismo – uma das principais premiações da imprensa nacional brasileira – já tem os seus 35 trabalhos finalistas – cinco em cada uma das sete categorias. Para chegar a esse resultado, as reportagens e fotografias inscritas foram validadas pela Comissão Organizadora e avaliadas por um grupo fixo de pré-selecionadores, formado por cinco jornalistas com atuação acadêmica. Essa avaliação seguiu os seguintes critérios: relevância para o setor de transporte, para o transportador e para a sociedade; qualidade editorial; criatividade/originalidade; e atualidade dos temas. Os vencedores serão conhecidos na primeira semana de novembro. Com o tema “Jornalismo que abre novas rotas”, a edição deste ano busca reconhecer os profissionais que exploram caminhos alternativos na comunicação, dando visibilidade aos desafios e avanços do transporte em meio às transformações tecnológicas e sustentáveis. CONHEÇA OS FINALISTAS Áudio (para matérias de rádio e podcasts) • Na estrada: a vida por trás do volante Rádio BandNews FM Curitiba — Lorena Malucelli Pelanda • Na rota da mudança: qual o futuro do transporte no Brasil? Rádio Itatiaia — Amanda Carvalho • No meio do caminho Rádio BandNews BH — Thayane Keila Ribeiro • O corre delas: uma cidade para as mulheres Rádio Verdinha FM 92.5 Fortaleza — Beatriz Irineu Ferreira • Rota IA: um novo tempo nas estradas do Brasil Rádio Senado — Vladimir Spinoza Comunicação Setorial (voltada a entidades representativas do setor de transporte) • A “pegada verde” começa nas garagens NTU (Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos) • De ponto a ponto – 3ª temporada Sindiônibus (Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros do Estado do Ceará) • Na palma da mão NTU (Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos) • O desafio da descarbonização Abrati (Associação Brasileira das Empresas de Transporte Terrestre de Passageiros) • O Mercosul cresce sobre rodas ABTI (Associação Brasileira de Transportadores Internacionais) Fotojornalismo • Impacto da destruição de rodovias e pontes um ano após a enchente no RS Zero Hora — Maria Eduarda Fortes • Tempo perdido O Globo — Domingos Peixoto • Trincheira carioca O Globo — Fabiano Rocha • Um Brasil que desmorona: desabamentos de pontes atrasam o país Metrópoles — Breno Esaki • Vidas à beira do asfalto Metrópoles — Hugo Barreto Meio Ambiente e Transporte • Amazônia à venda? BR-319: narrativas, negócios e poder Revista Cenarium — Marcela Leiros • BR-319, a estrada da discórdia na Amazônia Portal ((o))eco — Marcio Isensee e Sá • Caminhos de plástico Correio Braziliense — Raphael Pati • Macaúba no motor: e se o combustível do futuro já estiver plantado? R7 — Victoria Rocha • Na contramão do clima: fuga de passageiros enfraquece ônibus de Fortaleza e incha vias públicas com transportes individuais Diário do Nordeste — Theyse Viana Santana Multiplataforma (trabalhos que combinam, de forma integrada, pelo menos dois formatos jornalísticos – como texto, vídeo, áudio, infografia, redes sociais, podcast ou outros recursos digitais) • Fora dos trilhos O Globo — Marcos Nunes • Mete marcha: gamificação coloca entregadores do iFood em risco Metrópoles — William Gonçales Cardoso • Sobre duas rodas, uma campanha pela segurança de todos Rádio BandNews FM — Eduardo Frumento • Um Brasil que desmorona Metrópoles — Jade Abreu • Vidas à beira do asfalto: acidentes de trânsito crescem entre indígenas Metrópoles — Maria Eduarda Portela Texto (podem ser publicadas em veículos impressos ou eletrônicos) • Como age a quadrilha que despacha cocaína pelo Pecém há 6 anos Jornal O Povo (CE) — Cláudio Ribeiro • Governador do MA beneficia fazenda da família com estrada custeada com empréstimo do BB Estado de S. Paulo — Gustavo Côrtes • O excesso de velocidade no trânsito e suas consequências para a vida e para o país Estado de Minas — Luiz Ribeiro • Os caminhos que transplantam novas vidas Portal R7 — Augusto Fernandes • Risco urbano engole rodovias federais e avança sobre o pedestre Estado de Minas — Mateus Parreiras Vídeo (TV e plataformas de streaming) • Aeroporto de Guarulhos: desvendando o transporte clandestino TV Globo — Renato Ferezim • Emendas derretem no asfalto TV Globo — Carlos de Lannoy • Máfia dos táxis TV Globo — Felipe Wainer • Mortes, sequelas e sustento perdido: o impacto dos acidentes de moto na conta do SUS e na vida de jovens trabalhadores TV Globo — Monica Marques • O Rio Grande do Sul 1 ano depois da enchente que devastou o estado TV Globo — Carlos Henrique Dias Avaliação final Agora, os trabalhos finalistas serão avaliados por um corpo de jurados formado por jornalistas de renome e um especialista em transporte, são eles: André Basbaum, presidente da EBC (Empresa Brasil de Comunicação); Flávio Ferreira, jornalista investigativo da Folha de S.Paulo; Laurindo Ferreira, diretor de redação na Sistema Jornal do Commercio de Comunicação (PE); Paulo Nassar, diretor-presidente da Aberje (Associação Brasileira de Comunicação Empresarial); e Suzana Kahn Ribeiro, especialista em transporte e diretora-geral da COPPE/UFRJ (Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia, da Universidade Federal do Rio de Janeiro). O trabalho com a maior nota receberá o Grande Prêmio CNT de Jornalismo, no valor de R$ 60 mil. Os ganhadores das demais categorias recebem, cada um, R$ 35 mil. Os vencedores serão conhecidos no início de novembro. Por Agência CNT Transporte Atual