SEST SENAT recebe certificado por atuação no Movimento A Voz Delas

Reconhecimento destaca ações de promoção à equidade de gênero e valorização das mulheres no setor de transporte entre junho de 2024 e maio de 2025 O SEST SENAT foi reconhecido como “Parceiro Certificado” do Movimento A Voz Delas, pelo engajamento com iniciativas que fortalecem a participação e o protagonismo feminino no setor transportador. A certificação celebra as ações desenvolvidas entre junho de 2024 e maio de 2025, realizadas em conjunto com o projeto liderado pela Mercedes-Benz. Entre as ações desenvolvidas estão a oferta de cursos e palestras gratuitas com certificação, focados em áreas relevantes para o setor, além de atividades de saúde, esporte, lazer e cultura, disponíveis nas Unidades da instituição em todo o país. O movimento, que tem como foco a transformação da realidade das mulheres no transporte, avalia e reconhece empresas que desenvolvem práticas efetivas de promoção à equidade de gênero. Para a diretora executiva nacional do SEST SENAT, Nicole Goulart, o reconhecimento é resultado de um trabalho contínuo para tornar o ambiente de trabalho mais justo para as mulheres que atuam no transporte de cargas e passageiros. “Essas iniciativas contribuem para a valorização da força de trabalho feminina e, além disso, para a construção de um setor mais diverso, mais representativo, afirmou a diretora. A projeção para os próximos anos é de expansão dessas iniciativas, além de fortalecer o trabalho entre as instituições e consolidar práticas que inspirem outras organizações do setor. O certificado, portanto, representa um propósito do SEST SENAT com a responsabilidade social e com a construção de um setor mais justo e igualitário. Por Agência CNT Transporte Atual
Confiança dos transportadores rodoviários de cargas do RS e de SP nas condições econômicas e dos negócios alcança o menor nível desde 2023

Pesquisa revela pessimismo crescente entre empresários do setor, com destaque para a preocupação com juros altos, carga tributária e falta de previsibilidade A CNT (Confederação Nacional do Transporte) divulgou os resultados mais recentes do Índice CNT de Confiança do Transportador Rodoviário de Cargas, que avalia a percepção dos empresários do setor quanto à situação atual da economia e dos seus negócios e às expectativas para os próximos seis meses. Consolidada como ferramenta estratégica, a pesquisa subsidia estudos técnicos e ações de representação da Entidade, além de apoiar a tomada de decisão dos transportadores, fornecedores e clientes do segmento. Rio Grande do Sul No segundo trimestre de 2025, o índice de confiança dos transportadores rodoviários gaúchos alcançou 41,4%, registrando queda de 6,5 pontos percentuais em relação ao quarto trimestre de 2024. O indicador de condições atuais caiu para 32,3%, uma retração de 6,9 pontos frente ao último trimestre de 2024. A sondagem, realizada em parceria com a Fetransul (Federação das Empresas de Logística e Transporte de Cargas no Rio Grande do Sul), ouviu 143 empresários de todos os portes. Entre os principais fatores apontados para o pessimismo, estão a elevada taxa de juros, a carga tributária excessiva e a ausência de políticas públicas específicas para o setor. Apesar do cenário desfavorável, os empresários demonstraram otimismo em relação à gestão interna de seus negócios, destacando investimentos em planejamento, eficiência operacional e ações para mitigar riscos. Confira a íntegra do estudo clicando aqui. São Paulo Em São Paulo, a quarta edição da sondagem mostra que a confiança também recuou. O índice geral passou de 51,9% no segundo trimestre de 2024 para 51,1% no quarto trimestre de 2024 e para 45,9% no segundo trimestre de 2025. A queda mais acentuada ocorreu na percepção das condições atuais, que caiu 9,1 pontos entre o último trimestre de 2024 e o segundo de 2025, chegando a 37,2%. O índice de expectativas para os próximos seis meses ficou em 50,2%, com recuos tanto em relação ao quarto trimestre de 2024 (53,5%) quanto ao mesmo período do ano passado (56,9%). Realizada com o apoio da Fetcesp (Federação das Empresas do Transporte de Cargas de São Paulo), a pesquisa ouviu 255 empresários entre 20 de maio e 6 de junho. Entre os fatores que explicam o pessimismo, estão a dificuldade de acesso a crédito, a retração no consumo, o aumento dos impostos e o crescimento das despesas públicas. Confira a íntegra do estudo clicando aqui. Rio de Janeiro O Rio de Janeiro participou, pela primeira vez, da sondagem, com 158 empresários consultados com o apoio da Fetranscarga (Federação do Transporte de Cargas do Estado do Rio de Janeiro). O índice geral de confiança foi de 48,6%, refletindo desconfiança em relação ao ambiente econômico. O indicador de condições atuais ficou em 41,8%. Entre os fatores que influenciaram essa percepção, estão a inflação persistente, os juros elevados, o aumento de tributos e a insegurança nas estradas e áreas urbanas. Já o índice de expectativas chegou a 51,9%. Apesar dos desafios, os empresários indicaram melhorias internas com foco em tecnologia, eficiência operacional e qualificação de equipes. Confira a íntegra do estudo clicando aqui. *As opiniões expressas nessas publicações são de responsabilidade dos empresários do transporte e não refletem, necessariamente, o posicionamento da Confederação Nacional do Transporte. Por Agência CNT Transporte Atual
Pacto Global, da ONU, é o primeiro parceiro confirmado da Estação do Desenvolvimento na COP30

A parceria reforça o compromisso do Sistema Transporte em posicionar o setor produtivo como um protagonista na transição para uma economia mais sustentável A COP30, a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (Conferência das Partes), que será realizada em novembro, em Belém (PA), ganha um reforço estratégico na agenda do setor empresarial e de transporte. O Pacto Global, maior iniciativa de sustentabilidade corporativa do mundo, é o primeiro parceiro institucional confirmado na Estação do Desenvolvimento – Transporte, Infraestrutura e Sustentabilidade –, espaço que será instalado pelo Sistema Transporte (CNT, SEST SENAT e ITL) durante a Conferência, para promover debates e articulações para um futuro mais sustentável. A parceria com o Pacto Global reforça o compromisso da Estação do Desenvolvimento em posicionar o setor produtivo como um protagonista na transição para uma economia mais sustentável. Além de ser um ponto de encontro para networking, o espaço reúne representantes de diversos setores, empresas, autoridades e especialistas que atuam na mitigação dos impactos ambientais. A participação do Pacto Global fortalece as relações institucionais para compartilhar conhecimento e impulsionar ações conjuntas. “A presença do Pacto Global na Estação do Desenvolvimento fortalece o comprometimento com um futuro mais verde ao demonstrar que o setor de transporte reconhece seu papel importante como redutor do impacto ambiental e está engajado em parcerias importantes para buscar soluções efetivas em prol da descarbonização e da adoção de práticas sustentáveis”, afirma Vinicius Ladeira, diretor adjunto nacional do SEST SENAT. Com essa confirmação, a Estação do Desenvolvimento já desponta como um dos principais polos de diálogo na COP30, sendo um espaço complementar às Blue e Green Zones da ONU (Organização das Nações Unidas) como palco para agendas fundamentais sobre a descarbonização, transição energética e inovação em sustentabilidade. Para saber como ser um parceiro ou ter mais informações sobre o projeto, acesse: https://cop30.sistematransporte.org.br/ Sobre o Pacto Global O Pacto Global, programa da ONU, reúne empresas e organizações comprometidas com princípios ambientais, sociais e de governança. No contexto do transporte, o Pacto desempenha um papel fundamental ao estimular práticas que reduzam emissões de carbono, promovam a eficiência energética e impulsionem a adoção de tecnologias limpas, fomentando modelos alinhados aos desafios globais das mudanças climáticas. Na semana passada, o Pacto promoveu a quinta e última clínica do Hub de Biocombustíveis e Elétricos, iniciativa que conta com a participação e o apoio do Sistema Transporte. O encontro reuniu representantes de diversas instituições para discutir o financiamento de soluções energéticas de baixo carbono voltadas ao setor de transporte. No ano passado, durante a abertura do SEST SENAT Summit, o Sistema fez a adesão ao Programa de Multiplicadores do Pacto Global da ONU. Desde então, passou a apoiar oficialmente os Dez Princípios do Pacto e, ainda, a promover os ODS (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável) perante as empresas do transporte. Para aderir à Rede Brasil de associados, acesse o site e siga as orientações. Por Agência CNT Transporte Atual
Encontro do TRC será realizado em Santa Rosa e Carazinho

A FETRANSUL, o SINTRALOG e o SINDICAR, com o apoio do SEST SENAT, promovem mais uma edição do Encontro do Transporte Rodoviário de Cargas (TRC), que reúne empresários, lideranças e entidades do setor. Será uma excelente oportunidade para networking, troca de experiências e debates sobre os desafios e as oportunidades do transporte rodoviário de cargas. 08 DE JULHO — SANTA ROSALocal: Auditório do SEST SENAT — 16hInscrições: https://forms.gle/G4tSk5RjK1QbZaCH7 09 DE JULHO — CARAZINHOLocal: Auditório do SEST SENAT — 16hInscrições: https://forms.gle/aHzav7ftgFXxeAe68 A participação é gratuita. Te esperamos!
Otimização dos serviços públicos é defendida pela CNT durante o GT da Reforma Administrativa na Câmara

Setores estratégicos, como transporte, comércio e instituições financeiras, apresentam suas propostas para a reforma Na sessão dessa terça-feira (17) do Grupo de Trabalho da Reforma Administrativa, na Câmara dos Deputados, a CNT (Confederação Nacional do Transporte) defendeu que a modernização do Estado vá além da redução de custos e promova, de fato, a melhoria da qualidade dos serviços públicos. A Entidade foi representada pelo advogado Julio Firmino. Em sua manifestação, Firmino destacou que a logística e toda a cadeia de serviços de transporte são fundamentais para a eficiência da administração pública. “A nossa colaboração tem foco na otimização. Não se trata apenas de cortar gastos, mas, também, de garantir que os recursos sejam bem aplicados e que os serviços públicos cheguem com mais qualidade à população”, afirmou. Ele ressaltou que, por estar presente em todas as esferas do setor de transporte — da formulação de políticas até as operações que impactam diretamente os cidadãos –, a CNT tem condições de contribuir, de forma efetiva, para um Estado mais eficiente. “O transporte tem relação direta com a reforma administrativa. A logística dos serviços públicos, nos municípios, nos estados e no governo federal, passa obrigatoriamente pelo transporte”, completou. Firmino também alertou para a necessidade de desburocratizar processos, especialmente em setores sensíveis, como a saúde, em que um transporte mais ágil de insumos, por exemplo, faz a diferença no atendimento à população. Ele ainda destacou que a reforma deve fortalecer as agências reguladoras, essenciais para assegurar segurança jurídica, qualidade dos serviços e eficiência na prestação pública. O Grupo de Trabalho da Reforma Administrativa segue promovendo audiências públicas para ouvir representantes de diversos setores. Além da CNT, participaram da sessão dessa terça-feira (17) João Batista Diniz Júnior (Cebrasse), André Luiz Sacconato (CNC), Rodrigo Maia (CNF/Fin) e Juan Carlos Arruda (Ranking dos Políticos). Por Agência CNT Transporte Atual
CNT inicia Sondagem de Resiliência Climática do Setor de Transporte

A Confederação convida o setor a contribuir para a iniciativa que busca fortalecer a resiliência do transporte brasileiro frente às mudanças climáticas A CNT (Confederação Nacional do Transporte) inicia, nesta quarta-feira (18), a Sondagem de Resiliência Climática do Setor de Transporte, com o objetivo de entender os impactos das mudanças climáticas no setor e a forma de atuação das empresas diante dos desafios impostos por ocorrências de desastres naturais. A coleta de dados será realizada até o dia 17 de julho. Para o transporte, a resiliência significa a capacidade de se antecipar, se adaptar e superar adversidades causadas por eventos naturais severos. A participação das empresas de todas as modalidades de transporte é essencial para que a CNT possa propor soluções concretas e auxiliar no desenvolvimento de políticas mais eficazes de enfrentamento às vulnerabilidades ambientais. A Sondagem busca identificar práticas, dificuldades e estratégias que podem ser adotadas diante dos desafios climáticos. O questionário leva cerca de oito minutos para ser respondido, e todas as informações fornecidas serão mantidas em sigilo. Os dados serão analisados exclusivamente pela CNT e divulgados de forma agregada, sem qualquer identificação individual dos participantes. A Confederação convida todas as empresas do setor a contribuírem para essa iniciativa estratégica. Para participar, acesse o questionário: cnt.org.br/resiliencia_climatica Por Agência CNT Transporte Atual
MANIFESTAÇÃO PÚBLICA

Porto Alegre, 18 de junho de 2025. A FETRANSUL manifesta sua preocupação com os efeitos da recente tributação sobre operações financeiras essenciais à atividade empresarial, especialmente as que envolvem risco sacado e captação de capital de giro. Mesmo após o recuo parcial promovido pelo Decreto nº 12.499/2025, as transportadoras continuam enfrentando dificuldades de acesso ao crédito, em razão da tributação remanescente e da insegurança jurídica associada à natureza dessas operações. No caso do risco sacado, a tributação pelo IOF reforçou interpretações que tratam a operação como um financiamento bancário — e não como cessão de recebíveis — gerando reclassificações contábeis, impactos em ratings e rompimento de cláusulas contratuais com instituições financeiras. Isso levou muitos embarcadores a abandonarem o uso dessa ferramenta, comprometendo o fluxo financeiro de fornecedores logísticos. Já no caso do capital de giro tradicional, a incidência do IOF em patamares elevados tem encarecido o custo do crédito para empresas de transporte, justamente num momento de necessidade de liquidez e estabilidade operacional. A medida desestimula investimentos e agrava o desequilíbrio econômico entre contratantes e prestadores de serviço. A FETRANSUL defende, portanto: O transporte não pode ser sufocado por distorções tributárias em instrumentos que deveriam viabilizar eficiência, previsibilidade e desenvolvimento econômico. ACESSE AQUI A NOTA TÉNCICA da FETRANSUL
SEST SENAT lança Relatório de Sustentabilidade e destaca valor das práticas ESG

Documento mostra como uma governança sólida, alinhada a ações sociais e ambientais, fortalece os negócios e serve de referência para empresas do transporte no Brasil O SEST SENAT lança, nesta terça-feira (17), seu primeiro Relatório de Sustentabilidade, documento que não apenas apresenta suas práticas e seus resultados nas frentes ambiental, social e de governança (ESG), mas também se posiciona como um instrumento de sensibilização e referência para empresas do setor de transporte que buscam incorporar esses princípios de forma estruturada e estratégica. A Instituição, que, há décadas, se destaca por sua atuação social, amplia seu compromisso, evidenciando que a sustentabilidade vai além do discurso e passa a ser tratada como política institucional. O Relatório consolida indicadores, ambições e avanços, especialmente no fortalecimento da governança, que, há anos, já é uma prática estruturada no SEST SENAT. “Nosso modelo de governança é robusto, transparente e orientado por princípios éticos, de integridade e de responsabilidade socioambiental. Ao lançarmos esse Relatório, reforçamos para o setor de transporte que os pilares ESG são uma exigência do mercado e uma oportunidade real de gerar valor às organizações”, afirma Nicole Goulart, diretora executiva nacional do SEST SENAT. O documento também pode gerar uma reflexão no setor sobre o papel das empresas no desenvolvimento sustentável, mostrando que produtos, serviços e ações orientadas pelos princípios ESG agregam valores econômico, social e ambiental, além de fortalecerem a competitividade no longo prazo. “O SEST SENAT quer ser não apenas um exemplo, mas também um agente de transformação. Esse Relatório é uma ferramenta que demonstra que sustentabilidade e governança não são conceitos abstratos, mas, sim, são práticas aplicáveis, mensuráveis e que trazem resultados concretos para as organizações, para o setor e para o país”, reforça Goulart. Principais destaques do Relatório Acesse aqui o documento. Por Agência CNT Transporte Atual
Freeway e mais quatro rodovias do RS precisarão aceitar pagamento de pedágio por Pix

Se não cumprirem determinação, concessionárias serão multadas Os usuários de rodovias concedidas à iniciativa privada no Brasil começarão a pagar pedágio com Pix. A determinação da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) foi publicada no Diário Oficial da União e vale de forma imediata. No Rio Grande do Sul, a decisão atende ao pagamento de tarifa na freeway, BR-386 e BR-101, que são rodovias administradas pela CCR Via Sul, além da BR-116 e da BR-392, de responsabilidade da Ecovias Sul. Adicionalmente a esta modalidade, as empresas deverão seguir aceitando dinheiro em espécie, cartões de débito e crédito e dispositivos de cobrança automática (Tag). Caso necessitem viabilizar sinal de internet, nas praças de pedágio, as concessionárias precisarão apresentar um plano de ação, com cronograma otimizado e factível, no prazo limite de cinco dias. Se a determinação não for atendida, será configurado descumprimento contratual e resultará em aplicação de penalidade, nos termos dos contratos de concessão e dos regulamentos vigentes. “A medida, que entra em vigor imediatamente, é um passo importante para garantir mais comodidade, inclusão e segurança aos usuários das rodovias”, diz comunicado da agência. Ainda segundo a ANTT, a expectativa é que a medida contribua para reduzir filas e agilizar o atendimento nas rodovias. A nova regra segue política pública definida pelo Ministério dos Transportes por meio de portaria publicada em março de 2024. CCR ViaSul A CCR ViaSul – responsável pela cobrança de pedágio na freeway, na BR-386 e na BR-101 -, não confirma se irá atender à determinação. Comunica apenas que o assunto está em “tratativa” com a ANTT e que a empresa “está em avaliações sobre a viabilidade da implantação”. Nota da concessionária A CCR ViaSul informa que, em relação à aceitação da modalidade de pagamento PIX nas praças de pedágio, o assunto está em tratativa junto ao órgão regulador Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), uma vez que, quando da assinatura do contrato de concessão, não havia tal previsão. Em tempo, diante da relevância e crescente popularização do PIX, a concessionária está em avaliações sobre a viabilidade da implantação, a qual se encontra em fase inicial de estudos preliminares. Ecovias Sul A Ecovias Sul – responsável pela cobrança de pedágio na BR-116 e na BR-392, no sul do Estado -, informa que “tem se adaptado para a disponibilização do Pix”. A empresa relata que irá apresentar um plano de ação à ANTT em até cinco dias para a viabilização do pagamento nesta modalidade em todas suas praças de pedágio, “levando em conta importantes aspectos como conectividade, segurança e comodidade aos usuários”. Nota da concessionária Em atendimento à Decisão SUROD nº 633/25 da ANTT, publicada no Diário Oficial da União em 16 de junho de 2025, informamos que a Ecovias Sul aceita os diversificados meios de pagamento previstos na norma e tem se adaptado para a disponibilização do Pix. Será apresentado à ANTT, em até cinco dias, conforme o prazo estabelecido, o plano de ação e o cronograma para a viabilização do pagamento por Pix em todas as praças de pedágio, levando em conta importantes aspectos como conectividade, segurança e comodidade aos usuários. Fonte: GZH / Jocimar Farina – Foto: Lauro Alves / Agencia RBS
IV Seminário Trabalhista do TRC discute Reforma Sindical e os desafios da Jornada do Motorista

No dia 11 de junho, aconteceu o IV Seminário Trabalhista do Transporte Rodoviário de Cargas na Câmara dos Deputados, em Brasília, que reuniu autoridades, personalidades jurídicas, lideranças, representantes empresariais e de trabalhadores do setor de transporte, bem como do setor produtivo nacional. O encontro é uma realização da Comissão de Trabalho da Câmara dos Deputados, com o apoio da NTC&Logística – Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística, e o apoio institucional do Sistema Transporte (CNT – Confederação Nacional do Transporte, SEST SENAT – Serviço Social do Transporte e Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte, e ITL – Instituto de Transporte e Logística). A FETRANSUL esteve representada pelo presidente Francisco Cardoso e pela assessora jurídica Dra. Raquel Caleffi. Durante o evento, ocorreram painéis que trataram sobre a Reforma Sindical e a Jornada do Motorista após a ADI 5322. Participaram como palestrantes e debatedores Morgana de Almeida Richa, ministra do Tribunal Superior do Trabalho (TST); Paulo Douglas Almeida de Moraes, procurador do Trabalho; Adilson Rinaldo Boaretto, advogado e assessor jurídico da CNTTT, e Narciso Figueirôa Junior, advogado e assessor jurídico da NTC&Logística. Adilson Rinaldo Boaretto, advogado e assessor jurídico da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Transportes Terrestres – CNTTT, destacou que “a decisão do STF na ADI 5322 foi um marco importante para a jornada de trabalho dos motoristas, mas trouxe impactos indesejados, principalmente para os motoristas que atuam em longas distâncias. Por isso, é necessário buscarmos alternativas que conciliam as diferentes realidades do setor. Essa discussão abriu espaço para tratarmos de temas estruturantes, como infraestrutura, pontos de parada e condições de trabalho”, finalizou. O assessor jurídico da NTC&Logística, Narciso Figueirôa Junior fez uma análise dos principais aspectos jurídicos da decisão do STF na ADI 5322, com destaque para a possibilidade jurídica de serem tratados em negociação coletiva os quatro temas da Lei 13.103/15 declarados inconstitucionais pelo STF, enfatizando que: “Todas as hipóteses de negociação coletiva previstas na Lei 13.103/15 foram declaradas constitucionais pelo STF. Não há nenhuma restrição na decisão dos Embargos de Declaração na ADI 5322 sobre a negociação coletiva dos itens declarados inconstitucionais, e o STF, além de modular os efeitos da decisão de mérito, reiterou o reconhecimento da autonomia das negociações coletivas, sendo que a decisão judicial deve ser interpretada a partir da conjugação de todos os seus elementos e de acordo com o princípio da boa-fé”, concluiu.