Rede Alumni do Transporte confirma palestrantes da segunda edição do evento em Brasília

Michelle Schneider e Gil Giardelli vão abordar temas sobre futuro, inovação e inteligência artificial no encontro que reúne ex-alunos do ITL; inscrições para o Prêmio Inova vão até 11 de maio A segunda edição da Rede Alumni do Transporte, que será realizada no dia 4 de junho, na sede do Sistema Transporte, em Brasília (DF), já tem seus palestrantes confirmados. Michelle Schneider, futurista e referência internacional em inovação, e Gil Giardelli, especialista em economia digital e inteligência artificial, serão os nomes de destaque do evento. Voltado a alunos e ex-alunos do ITL (Instituto de Transporte e Logística), empresários e acadêmicos, o encontro promove o networking e valoriza os impactos dos projetos desenvolvidos nas empresas de transporte. Michelle Schneider abrirá a programação com a palestra “Liderar para o futuro”. Com mais de duas décadas de atuação em empresas como Google, LinkedIn e TikTok, a palestrante é professora da Singularity University e conhecida pelas apresentações no TEDx. No encerramento, Gil Giardelli trará o tema “Inteligência artificial para negócios”. O especialista é autor, professor e um dos nomes mais reconhecidos do país em transformação digital e economia criativa. O evento é também uma oportunidade de troca de experiências entre participantes e vencedores da edição anterior. Prêmio Inova Transporte 2025 Outro destaque da programação é a entrega do Prêmio Inova Transporte. A iniciativa reconhece os cinco melhores trabalhos de conclusão de curso (um por modal). Entre eles, o projeto que se sobressair receberá o título Transporte de Excelência – Melhor Projeto da Edição 2025, além de uma premiação em dinheiro e inscrições para o SEST SENAT Summit 2025. As inscrições para o Prêmio Inova Transporte estão abertas até 11 de maio. Podem concorrer os ex-alunos do ITL com trabalhos aprovados até dezembro de 2024. O edital completo e o formulário de inscrição estão disponíveis no site da Rede Alumni do Transporte. Por Agência CNT Transporte Atual
CNT e Embrapa discutem possibilidade de cooperação para estudos sobre energias alternativas no transporte

Encontro sinaliza o interesse mútuo em explorar cooperação técnica para desenvolver soluções que promovam a descarbonização do setor A CNT (Confederação Nacional do Transporte) reuniu-se, nessa terça-feira (8), com representantes da Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária) para discutir oportunidades de cooperação em estudos voltados à transição energética no setor de transporte. O encontro foi realizado na sede da Embrapa, em Brasília (DF), e teve como foco a busca por soluções sustentáveis que substituam os combustíveis fósseis por fontes renováveis, contribuindo para a descarbonização da matriz energética nacional. Durante a visita, a equipe da CNT conheceu a infraestrutura da Embrapa dedicada à pesquisa, ao desenvolvimento e à inovação. Também apresentou os principais projetos da Confederação voltados à sustentabilidade, com destaque para a série de estudos “CNT Energia no Transporte”, que analisa a viabilidade e os impactos do uso de diferentes fontes energéticas no setor transportador. A reunião reforçou o interesse mútuo em estabelecer parcerias para o desenvolvimento de estudos técnicos e ações que incentivem o uso de energias renováveis, como o diesel verde. A iniciativa está alinhada com a estratégia da CNT de apoiar soluções concretas para a transição energética no Brasil. Participaram do encontro: Erica Marcos, gerente executiva ambiental da CNT; Raflem Santos, analista ambiental da CNT; Juliana Evangelista, chefe de Transferência de Tecnologia da Embrapa; Bruno Laviola, chefe de Pesquisa e Desenvolvimento; Marcos Pena, analista em Gestão Estratégica em PD&I; Rossano Gambetta e Itânia Soares, pesquisadores de biocombustíveis; e Cristiane Vasconcelos, analista de comunicação da Embrapa. Por Agência CNT Transporte Atual
CNT avança em tratativas com a Embaixada do Peru para inclusão de trecho da Estrada do Pacífico na Pesquisa CNT de Rodovias

Colaboração abre caminho para análise técnica da via que liga o Brasil ao Oceano Pacífico A CNT (Confederação Nacional do Transporte) deu um passo importante para ampliar a análise da malha rodoviária sul-americana ao avançar nas tratativas com a Embaixada do Peru para a inclusão de um trecho da Estrada do Pacífico na Pesquisa CNT de Rodovias. A via é estratégica por conectar o Brasil ao Oceano Pacífico, facilitando o escoamento de cargas com destino ao mercado asiático. O tema foi debatido em reunião realizada nessa terça-feira (15), entre representantes da CNT e da Embaixada do Peru no Brasil. O encontro teve como foco o alinhamento técnico necessário para a eventual inclusão da rodovia peruana na Pesquisa, considerando as diferenças legais e de sinalização de trânsito entre os dois países. Durante a reunião, ficou acordado que a CNT formalizará um pedido ao Ministério dos Transportes do Peru para a obtenção de informações detalhadas sobre a legislação de trânsito local. Com esses dados em mãos, a Confederação avaliará quais parâmetros da metodologia brasileira podem ser aplicados ao trecho peruano e quais ajustes serão necessários. “Nossa expectativa é recebermos todas as informações regulatórias para analisarmos o que da metodologia brasileira poderá ser mantido e o que precisará ser adaptado à realidade peruana”, explica a diretora executiva interina da CNT, Fernanda Rezende. A iniciativa reforça o compromisso da CNT com a integração logística da América do Sul e a compreensão mais ampla dos corredores internacionais de transporte. “Ao considerarmos a inclusão da Estrada do Pacífico na nossa Pesquisa, estamos olhando para além das fronteiras, buscando contribuir para a melhoria da infraestrutura e da competitividade do transporte nos dois países”, destaca Fernanda. Participaram da reunião a conselheira Maria Sol Delgado Ayca e o primeiro-secretário da Embaixada do Peru, Sebastián García Marengo. Pela CNT, também esteve presente o assistente técnico Jader Vaz. Pesquisa CNT de Rodovias A Pesquisa CNT de Rodovias classifica as rodovias brasileiras, considerando as situações viárias por tipo de gestão, se são públicas ou concedidas, por estado e por regiões geográficas, bem como por corredores rodoviários e por tipos de rodovias – federais ou estaduais. O levantamento pode ser utilizado para subsidiar estudos e políticas setoriais de transporte, além de projetos privados e programas governamentais. Também pode ser usado como base para atividades de ensino e pesquisa que contribuam com ações voltadas ao desenvolvimento do setor transportador brasileiro. Por Agência CNT Transporte Atual
Sistema Transporte apresenta iniciativa pela descarbonização do setor ao ministro de Portos e Aeroportos

Entidade busca engajar governo e setor privado na Coalizão do Transporte pela Descarbonização, que traça estratégias para um transporte mais limpo e eficiente até 2050 O Sistema Transporte realizou, nesta semana, uma audiência com o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, na sede do Ministério, para apresentar oficialmente a Coalizão do Transporte pela Descarbonização – uma iniciativa estratégica voltada à transição energética no setor de transporte. Durante o encontro, o presidente do Sistema Transporte, Vander Costa, entregou o convite para o evento de lançamento do documento de posicionamento da Coalizão, que será realizado no dia 12 de maio, na sede da CNT (Confederação Nacional do Transporte), em Brasília (DF). Reunindo mais de 50 entidades e empresas, a Coalizão tem como objetivo impulsionar soluções práticas e integradas para reduzir as emissões de gases de efeito estufa no transporte, contribuindo diretamente para o cumprimento das metas climáticas brasileiras até 2050. A iniciativa é liderada pela CNT em parceria com o CEBDS (Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável), o Grupo CCR e o Insper. O documento elaborado pela Coalizão propõe uma abordagem ampla e colaborativa, com foco em investimentos em infraestrutura moderna, renovação de frotas, incentivo ao transporte coletivo, uso de biocombustíveis e aceleração da eletrificação dos modais. A análise considera as especificidades regionais do Brasil e aponta caminhos para um transporte mais eficiente, limpo e inclusivo. “A transição energética no transporte exige uma abordagem multifacetada, que respeite as realidades locais e assegure a viabilidade técnica de cada solução. No caso dos biocombustíveis, por exemplo, é essencial que qualquer percentual de adoção seja precedido por testes rigorosos, garantindo segurança e compatibilidade com as condições de operação”, afirmou Vander Costa. Além de fortalecer a agenda da COP30 – que será realizada em Belém (PA), em novembro de 2025 –, a Coalizão pretende se consolidar como um espaço permanente de articulação entre o poder público, o setor empresarial e a sociedade civil. Para a CNT, a iniciativa representa um marco na construção de um futuro mais sustentável para a mobilidade e a logística no Brasil. Também estiveram presentes na audiência a chefe da Assessoria Internacional do MPOR (Ministério de Portos e Aeroportos), Natasha Martins Miranda; o secretário nacional de Aviação Civil, Tomé Barros Monteiro Franca; o vice-presidente do Grupo CCR, Pedro Sutter; a diretora do CEBDS, Daniela Mignani; o diretor adjunto nacional do SEST SENAT, Vinicius Ladeira; o diretor de Relações Institucionais do Grupo CCR, Gustavo Barreto; o diretor do Boston Consulting Group, Bruno Vasconcelos; e a gerente executiva de Relações com o Poder Executivo, da CNT, Danielle Bernardes. Por Agência CNT Transporte Atual
A partir do dia 23 de abril transportadores precisarão ter cadastro Ativo no RNTRC para receber vale-pedágio

Medida da ANTT pode impedir operação de quem estiver com dados irregulares no sistema A partir do próximo dia 23 de abril, os transportadores de cargas só poderão receber o vale-pedágio obrigatório se estiverem com seu cadastro do Registro Nacional de Transportadores Rodoviários de Cargas (RNTRC) com situação Ativa e Regular. A determinação é da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), por meio do OFÍCIO CIRCULAR_SEI Nº 327/2025/GERAR/SUROC/DIR-ANTT. De acordo com a agência, as empresas Fornecedoras de Vale-Pedágio Obrigatório (FVPO) terão que fazer a conferência das informações dos veículos utilizados para o transporte de cargas antes da viagem, e o pagamento só será feito se tudo estiver certo com o registro no RNTRC. Com isso, se o transportador estiver com o cadastro com problemas, não poderá receber o pagamento do vale-pedágio obrigatório, inviabilizando as operações de transporte de carga. O prazo inicial para essa exigência era 30 de janeiro de 2025, mas as empresas Fornecedoras de Vale-Pedágio Obrigatório solicitaram à ANTT a prorrogação do prazo, que foi estendido até 23 de abril. É imprescindível que os transportadores verifiquem e regularizem os cadastros do RNTRC, se necessário, antes do prazo estabelecido pela ANTT. A consulta pode ser realizada pelo link: As novas regras da ANTT para o vale-pedágio obrigatório também estabelecem que os valores referentes ao pedágio sejam pagos por meio das TAGs eletrônicas, que permitem o pagamento das tarifas de pedágio de forma automática nas praças de pedágio e também em áreas com o Free Flow. Essa determinação bloqueia o uso de qualquer outra modalidade de pagamento do Vale-Pedágio Obrigatório, como dinheiro ou cartões de débito e crédito. A obrigação do pagamento dos valores do pedágio segue sendo uma obrigação do contratante do frete, seja o embarcador ou a transportadora nos casos de subcontratação do autônomo. Segundo a ANTT, o contratante também deve fornecer a TAG a ser utilizada pelo caminhoneiro, sem custos. Com o prazo para regularização do RNTRC chegando ao fim no próximo dia 23 de abril, há risco de um apagão logístico no país. O número de cadastros com irregularidades é alto, por diversos motivos, como informações desatualizadas, falta de comprovação dos veículos vinculados à frota, falta de renovação e outras pendências fiscais junto à ANTT. Com o impedimento do pagamento do vale-pedágio, esses transportadores não poderão carregar, o que poderá impactar o setor de transporte rodoviário significativamente. Realizando a consulta cadastral, pelo link informado anteriormente, o transportador poderá ver as pendências e realizar a regularização rapidamente. Isso pode ser feito diretamente no site da ANTT, por meio de sua conta GOV.BR no site rntrcdigital.antt.gov.br, ou também em sindicatos e empresas credenciadas. Fonte: Blog do Caminhoneiro
Ocorrências com produtos perigosos sobem 19,8% em São Paulo e acendem alerta no setor de transporte

Levantamento da ABTLP mostra alta nas ocorrências em 2024, com média de três registros por dia e impactos ambientais relevantes O transporte RODOVIáRIO de produtos perigosos no estado de São Paulo registrou 1.033 ocorrências em 2024, o que representa um aumento de 19,8% em relação aos anos anteriores. Os dados constam no Relatório Anual de Ocorrências da Associação Brasileira de Transporte e Logística de Produtos Perigosos (ABTLP), divulgado nesta semana. O documento reúne informações sobre acidentes e incidentes com cargas químicas, inflamáveis e outros materiais classificados como perigosos. Do total, foram contabilizados 490 acidentes e 543 incidentes, com uma média de quase três registros por dia. Julho foi o mês com mais ocorrências (103) e outubro, o de menor volume (65). O pico de registros se concentrou no período entre 14h e 16 horas. Apesar do aumento expressivo nas ocorrências, o número de vítimas fatais caiu significativamente: foram 20 mortes em 2024, ante 30 nos dois anos anteriores e 34 em 2021 — uma redução de 33%. Ainda assim, o total de vítimas, somando mortos e feridos, chegou a 1.094 pessoas. “Mesmo com a elevação no número de registros, a queda nas fatalidades mostra que as medidas de segurança e resposta a emergências estão evoluindo. Ainda assim, cada ocorrência deve ser tratada como base para prevenção mais eficiente”, afirma Oswaldo Caixeta, presidente da ABTLP. O levantamento é baseado em dados do Comando de Policiamento Rodoviário, da Agência de Transporte do Estado de São Paulo (ARTESP), da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (CETESB) e do serviço PRO-QUÍMICA. Raposo Tavares e Castello Branco As rodovias Raposo Tavares, Washington Luís e Presidente Castello Branco lideram os índices de ocorrências, e o transporte a granel foi o tipo de carga mais envolvido, com 855 registros. Entre as substâncias, combustíveis como óleo diesel, etanol, GLP e gasolina foram os mais presentes nos casos registrados. Em relação ao impacto ambiental, dos 141 vazamentos computados, 108 provocaram contaminação do solo e do ar, acendendo um sinal de alerta sobre os riscos ambientais ainda existentes na atividade. “A meta não é apenas reduzir o número de ocorrências, mas garantir que o transporte de produtos perigosos seja um modelo de segurança e responsabilidade”, reforça Caixeta. As informações do relatório são utilizadas pela Comissão de Estudos e Prevenção de Acidentes no Transporte Rodoviário de Produtos Perigosos, que atua na formulação de políticas públicas e diretrizes operacionais para o setor. Fonte: Transporte Moderno
Tarifas impostas pelo governo norte-americano são destaque em publicação da CNT

Segundo a análise, as novas tarifas comerciais devem reorganizar o mercado mundial de bens e podem elevar os custos de transporte e logística. Entre os produtos brasileiros, ferro fundido e aço foram os mais afetados Lançado nesta quarta-feira (16), o Boletim de Conjuntura Econômica de abril, da CNT (Confederação Nacional do Transporte), destaca aspectos da política anunciada pelo governo norte-americano desde o dia 2 de abril. A princípio, o chamado “tarifaço” alcançou diversos países. Posteriormente, houve um recuo da medida, no qual as alíquotas foram fixadas uniformemente (10%) por um prazo de 90 dias, à exceção da China. Ao ingressarem no mercado americano, os produtos do país asiático serão tarifados em 145%. Os EUA são o principal destino das exportações brasileiras em diversos setores, portanto é esperado um impacto na balança comercial do Brasil. Segundo a CNT, ferro fundido e aço (que já recebiam tarifa de 25%) devem ser as commodities mais afetadas. Para se ter uma ideia, em 2024, os EUA responderam por 86,1% das exportações de ferro fundido e por 79,2% das exportações de produtos semimanufaturados de ferro ou aço. Os EUA também são os principais consumidores de aeronaves e outros veículos aéreos brasileiros – eles são compradores de 63,2% das unidades exportadas. “As medidas anunciadas apontam um cenário desafiador para o setor de transporte e logística no mundo. As tarifas adicionais devem gerar uma reorganização do comércio mundial de mercadorias, com impactos sobre as operações de transporte e logística. O setor transportador precisará adotar medidas com ganhos de produtividade e soluções logísticas inovadoras para manter a competitividade em um possível cenário de mercado externo mais restritivo”, aponta Fernanda Schwantes, gerente executiva de Economia da CNT. O Boletim de Conjuntura Econômica aborda, ainda, o plano de ação dos EUA para revitalizar sua indústria de construção naval. A produção norte-americana de navios representa, hoje, menos de 1,0% da produção mundial, ao passo que a chinesa responde por cerca de 50,0%. Diante desse cenário, foi editado o decreto “Restaurando o Domínio Marítimo da América”, que envolve ações coordenadas das secretarias de Estado, Defesa e Comércio, entre outras, para a criação de um fundo de financiamento, ações de capacitação e retenção da mão de obra para o setor e tarifas e taxas portuárias para navios produzidos na China ou de empresas chinesas. Efeitos sobre o câmbio As tarifas impostas pelo presidente dos EUA, Donald Trump, contribuíram para a volatilidade do câmbio, conforme demonstra a publicação. Desde dezembro de 2024, o Banco Central vem adotando intervenções expressivas para tentar frear a valorização do dólar. Em janeiro de 2025, a moeda norte-americana atingiu o valor recorde de R$ 6,21. Após um curto período de arrefecimento, o dólar voltou a se valorizar sobre o real, impelido pelo temor de uma eventual guerra comercial. “As negociações entre EUA e China estão no centro das atenções dos investidores. O cenário externo incerto tem aumentado a volatilidade, afetando diretamente os negócios no Brasil, especialmente num contexto em que o setor produtivo busca maior previsibilidade. A forte desvalorização da moeda chinesa, em meio ao acirramento das tensões, também tem pressionado o real, dada a relevância da China como principal parceiro comercial do Brasil”, analisa Fernanda Schwantes. Indicadores relevantes Como de costume, o Boletim de Conjuntura Econômica traz indicadores econômicos de interesse dos transportadores. Entre eles, destaca a inflação. Em março de 2025, o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) aumentou 0,56%. No acumulado em 12 meses, o índice alcançou 5,48%, permanecendo, pelo sexto mês consecutivo, acima do limite superior da meta de inflação definida pelo Conselho Monetário Nacional para 2025, fixada em 4,50%. No ano (janeiro a março), o IPCA acumula alta de 2,04%. No mesmo período, a inflação do grupo Transportes cresceu 0,46%, representando uma desaceleração de 0,14 p.p. em relação a fevereiro. O resultado foi impulsionado, principalmente, pela alta no preço das passagens aéreas, que registraram a maior variação positiva do grupo, com avanço de 6,91% e dos combustíveis (0,46%). Em contrapartida, houve recuos para ônibus interestadual (-2,13%) e metrô (-1,68%). No acumulado dos últimos 12 meses, a inflação do grupo atingiu 6,05%. A publicação traz, ainda, dados relativos à Pesquisa Mensal de Serviços e os números da atividade econômica (IBC-Br). Para acessá-los na íntegra, clique aqui e baixe o documento. Por Agência CNT Transporte Atual
Últimos dias para se inscrever no curso executivo Sucessão nas Empresas Familiares do Transporte

Capacitação acontece em Belo Horizonte (MG) e segue com inscrições abertas até o dia 23 de abril As inscrições para o novo curso executivo Sucessão nas Empresas Familiares do Transporte se encerram na próxima quarta-feira (23/4). A capacitação, que será realizada em Belo Horizonte (MG), visa aproximar as diferentes gerações familiares para alinhar visões complementares. As famílias empresárias serão apoiadas no processo de sucessão e análise do modelo de governança, visando contribuir para a perenidade de seus negócios. A formação, ministrada pela FDC (Fundação Dom Cabral), tem uma metodologia dinâmica e prática que incentiva a troca de experiências, proporcionando uma visão estratégica e estruturada para o futuro dos negócios. O curso aborda estratégias para um planejamento sucessório eficaz, promovendo a clareza na transição de liderança e minimizando riscos. Além disso, os participantes terão acesso a conhecimentos essenciais sobre governança corporativa, estruturação de conselhos de administração e gestão de conflitos de interesses, fortalecendo a tomada de decisão e a transparência nas empresas familiares do setor de transporte. O curso tem carga horária total de 180 horas, divididas entre 138 horas de aulas presenciais e 42 horas a distância. Critérios para inscrição Para participar da qualificação coordenada pelo ITL, não é obrigatório que sucessor e sucedido façam a inscrição conjuntamente. Veja aqui os critérios de inscrição para o curso: Saiba mais e inscreva-se. Por Agência CNT Transporte Atual
Sistema Transporte amplia articulação internacional para a COP30

Reunião com o Ministério dos Transportes, Slocat e UIC reforça a articulação internacional rumo à COP30, com foco na transição energética e na descarbonização do setor Como parte da preparação para a COP30 – a Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, que será realizada em novembro de 2025, em Belém (PA) –, representantes do Sistema Transporte participaram, nessa segunda-feira (14), de uma reunião com lideranças do Ministério dos Transportes e das organizações internacionais Slocat (Partnership on Sustainable, Low Carbon Transport), UIC (União Internacional de Ferrovias) e do Climate and Sustainability Global Status Report. O encontro teve como objetivo alinhar ações para o calendário pré-COP e consolidar uma estratégia internacional integrada para o setor transportador, com foco em ampliar a presença do tema transporte na Blue Zone da conferência – espaço oficial de negociações climáticas. Durante a reunião, a equipe da CNT apresentou os principais projetos e estratégias do Sistema Transporte voltados à transição energética e à descarbonização da mobilidade. Entre os destaques, esteve o projeto Estação do Desenvolvimento – Transporte, Infraestrutura e Sustentabilidade, que será instalado em Belém, durante a Conferência, para promover debates e apresentar soluções sustentáveis para o setor. A secretária-geral da Slocat, Maruxa Cardama, destacou o interesse em ampliar a cooperação com o setor transportador brasileiro, especialmente por meio da troca de experiências e da atuação conjunta em iniciativas climáticas. Já a assessora sênior da UIC, Joo Hyun Ha, ressaltou a importância da articulação internacional para o avanço de uma mobilidade ferroviária mais sustentável. Pela CNT, participaram do encontro João Guilherme Abrahão, gerente executivo de Governança e Gestão Estratégica; Maria Carolina Noronha, assessora governamental; e Thiago Thichetti, coordenador técnico. O Ministério dos Transportes foi representado pelo subsecretário de Sustentabilidade, Cloves Benevides, e por Fani Mamede, chefe substituta da Assessoria de Participação Social e Diversidade. As instituições também discutiram a realização de eventos conjuntos durante a COP30, com o objetivo de ampliar a visibilidade internacional das ações do setor transportador rumo à sustentabilidade, além da viabilidade de instalação de um espaço temático permanente na Blue Zone da conferência. Por Agência CNT Transporte Atual
Comunicado Oficial – RNTRC

Tem circulado a informação de que, a partir de 24 de abril de 2025, a Agência Nacional de Transportes Terrestres – ANTT exigirá do transportador estar em dia junto ao RNTRC (Registro Nacional de Transportadores Rodoviários de Cargas) para o recebimento do Vale-Pedágio Obrigatório (VPO) junto às Fornecedoras de Vale-Pedágio Obrigatório (FVPO) homologadas. Importante destacar que essa exigência não é uma novidade, já que a Lei nº 11.442, de 5 de janeiro de 2007, que dispõe sobre o transporte RODOVIáRIO de cargas por conta de terceiros e mediante remuneração, estabelece que o exercício da atividade depende de prévia inscrição no RNTRC da ANTT. O prazo acima concedido teve como objetivo permitir que as FVPO ajustassem seus sistemas e alinhamentos operacionais junto aos seus clientes, transportadores ou embarcadores, de modo a garantir a conformidade com a nova Resolução nº 6.024/2023, que regulamenta a comprovação antecipada do Vale-Pedágio Obrigatório. Em face dessa adequação, cabe às empresas transportadoras alinhar seus sistemas ao novo layout do Manifesto Eletrônico de Documentos Fiscais (MDF-e), previsto no Manual de Orientação ao Contribuinte – MOC. Portanto, a partir de 24/04/2025: § Será exigido que o Vale-Pedágio esteja comprovadamente antecipado por meio de TAG homologada, conforme prevê a Resolução 6.024/2023; § Transportadores com RNTRC vencido ou irregular estarão sujeitos a penalidades e impedimentos nas operações; § Embarcadores e contratantes devem assegurar o cumprimento das obrigações legais, sob risco de autuações. A NTC&Logística reforça seu compromisso com o transporte de cargas e conta com a colaboração de todos os envolvidos na cadeia logística para garantir o cumprimento das normas e o fortalecimento do setor. Fonte: NTC&Logística