ITL tem cursos exclusivos de gestão e inovação com inscrições abertas para quem quer se destacar no mercado

Gestores do setor de transporte têm oportunidade única para aprimorar habilidades com formações de alto nível e impulsionar a carreira O ITL (Instituto de Transporte e Logística) está com inscrições abertas para três cursos voltados à capacitação de gestores do setor de transporte e logística. As vagas são para as especializações em Gestão de Negócios e em Gestão de Finanças, além da Certificação Internacional em Inovação para o Transporte. Os cursos têm os objetivos de preparar os profissionais para enfrentar os desafios do mercado, desenvolver competências estratégicas e contribuir para o fortalecimento da competitividade das empresas do setor. Especialização em Gestão de Negócios A Especialização em Gestão de Negócios está com inscrições abertas para novas turmas em São Paulo (até 16 de fevereiro) e em Campinas (até 6 de abril). O curso integra o Programa Avançado de Capacitação do Transporte e é direcionado a gestores de empresas de transporte associadas ao Sistema Transporte, oferecendo uma formação estratégica para aprimorar a gestão e a competitividade no setor. O currículo do curso abrange temas como liderança adaptativa, gestão estratégica de cadeia de suprimentos, ESG aplicado aos negócios, inteligência artificial e inovação, com o objetivo de preparar os alunos para liderarem com visão e agilidade. Com uma carga horária de 370 horas, sendo 80% presencial e 20% a distância, a especialização busca equilibrar teoria e prática, proporcionando uma visão empreendedora e inovadora para os profissionais do setor. A duração é de, aproximadamente, 14 meses. Saiba mais e inscreva-se. Certificação Internacional em Inovação para o Transporte Em parceria com a Nova School of Business & Economics, o ITL e o SEST SENAT (Serviço Social do Transporte e Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte) oferecem a Certificação Internacional em Inovação para o Transporte. Trata-se de um curso inédito, com aulas em São Paulo, que está com inscrições abertas até 9 de março. O programa foi desenvolvido para capacitar executivos e gerentes do setor de transporte rodoviário de cargas e de passageiros nas mais modernas técnicas de inovação, desenvolvendo as competências necessárias para tornar o setor mais competitivo, além de aprimorar o sistema de transporte rodoviário de cargas e de passageiros. Com carga horária de 225 horas, a capacitação inclui módulos presenciais em São Paulo e um módulo internacional em Portugal, no campus da Nova SBE. O curso tem duração aproximada de seis meses. Saiba mais e inscreva-se. Especialização em Gestão de Finanças A Especialização em Gestão de Finanças, ministrada pelo Ibmec Educacional, é uma pós-graduação lato sensu voltada a gestores financeiros de empresas de transporte. As inscrições estão abertas até 26 de março. O programa tem como objetivo aprimorar a capacidade de gestão financeira das empresas de transporte, preparando os gestores financeiros para desafios cada vez mais complexos. Para isso, conta com conteúdo aderente ao contexto e às demandas que são impostas à gestão financeira das empresas do setor. O curso faz parte do Programa Avançado de Capacitação do Transporte, coordenado pelo ITL e promovido pelo SEST SENAT, e tem carga horária total de 370 horas, divididas entre 80% de aulas presenciais e 20% a distância. A duração da pós-graduação é de 16 meses. Saiba mais e inscreva-se. Por Agência CNT Transporte Atual
Com informações da CNT, Antaq lança ferramenta inédita sobre emissões do setor aquaviário

O projeto representa um avanço significativo para a sustentabilidade e o desenvolvimento no transporte aquaviário O presidente do Sistema Transporte, Vander Costa, participou, nessa quarta-feira (5), do lançamento da primeira etapa do Inventário de Emissão de Gases de Efeito Estufa do Setor Aquaviário Brasileiro, promovido pela Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq). O projeto – elaborado em parceria com a CNT (Confederação Nacional do Transporte) – representa um avanço significativo para a sustentabilidade e o desenvolvimento do setor. Com base em dados levantados pela CNT, o Inventário revelou que as emissões de gases de efeito estufa no transporte aquaviário caíram 7,68% entre 2021 e 2023. A ferramenta mapeou e quantificou as emissões geradas pelas operações de cabotagem e navegação interior, fornecendo informações essenciais para a formulação de políticas públicas e estratégias de descarbonização no setor. “Essa iniciativa será fundamental para orientar o governo, as políticas públicas e o setor empresarial na adoção de medidas eficazes para a redução de emissões. Com dados transparentes e alinhados aos compromissos globais de descarbonização, o Inventário representa um passo importante para a sustentabilidade do transporte. O trabalho da CNT começa pelo setor aquaviário, mas será ampliado para os demais modais, reforçando nosso compromisso com a transição energética”, destacou Vander Costa. Durante o evento, a CNT assinou um acordo de cooperação técnica com a Antaq, reforçando seu compromisso com a continuidade da iniciativa. Além disso, a Antaq firmou um protocolo de intenções com a CNI (Confederação Nacional da Indústria) e a ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), que também contribuirão para o desenvolvimento das próximas fases do Inventário. A agência estabeleceu ainda uma parceria com a Eletrobras, com o objetivo de avaliar e propor soluções em energia renovável para portos públicos e privados, fortalecendo a agenda de sustentabilidade no setor. Inovação O diretor-geral da Antaq, Ricardo Nery, destacou que a iniciativa é pioneira no cenário global e ressaltou a importância da parceria com o Sistema Transporte para as próximas fases do projeto. “Em conjunto com as empresas, que serão ouvidas ativamente, consolidaremos um mapeamento inédito, focado na sustentabilidade e na adoção de boas práticas ambientais. Com base nos dados de emissões, o país poderá se orientar melhor na transição energética, e a Antaq terá subsídios para aprimorar sua regulação”, afirmou. Representando o ministro de Portos e Aeroportos, Sílvio Costa Filho, a secretária executiva Mariana Pescatori reforçou a proposta da CNT de direcionar o transporte de longas distâncias para modais mais sustentáveis, incentivando a multimodalidade. “A política de sustentabilidade surge como resposta às demandas do setor, que busca diretrizes claras sobre os caminhos a seguir”, explicou. Para facilitar a análise e a comparação de dados, foi desenvolvido um painel interativo do Inventário, que permite visualizações detalhadas e análises mais precisas das emissões. Paralelamente, foi lançado um guia de descarbonização do setor aquaviário, uma publicação que reúne informações e conceitos alinhados com as melhores práticas de sustentabilidade, visando uniformizar o conhecimento entre os agentes envolvidos no setor. O transporte aquaviário desempenha um papel estratégico no contexto das mudanças climáticas globais. Considerado um dos modais mais limpos, o transporte fluvial e marítimo de cargas emite menos CO2 (dióxido de carbono) por tonelada-quilômetro útil em comparação com outras formas de transporte. Na prática, o setor aquaviário, que inclui navegação interior e marítima, responde por apenas 1,2% das emissões líquidas de CO2 no Brasil. A transição para um modelo de baixo carbono representa uma oportunidade única para o país se consolidar como líder global em descarbonização e na promoção de uma economia sustentável. A iniciativa busca incentivar terminais portuários, prestadores de serviços e demais participantes da cadeia produtiva do setor a desenvolverem seus próprios inventários, contribuindo para um futuro mais verde e eficiente. Despoluir A CNT e o SEST SENAT desenvolvem, há 17 anos, ações para a redução de emissões e poluentes por meio do Programa Despoluir, iniciativa que já atendeu a mais de 27 mil empresas do setor em todo o Brasil, com avaliações veiculares ambientais e da qualidade do diesel. O Programa é reconhecido pelas Nações Unidas como uma iniciativa de boas práticas do setor e soma-se a outros estudos da CNT que abordam desafios e soluções para a sustentabilidade e redução de emissões no transporte. Por Agência CNT Transporte Atual
Comunicado: aumentos de custos em janeiro impactam o frete do TRC

Diante dos recentes aumentos anunciados e já aplicados neste início de ano, e dos impactos diretos que eles têm sobre os custos operacionais do Transporte RODOVIáRIO de Cargas, torna-se imprescindível a necessidade de reajuste imediato nas tarifas de frete. A decisão empresarial de reajuste precisa levar em consideração os fatores a seguir: 1. Oneração gradativa da folha de pagamento, desde 01/01/2025 As recentes mudanças na legislação impactaram os custos trabalhistas das empresas de transporte, resultando em um acréscimo estimado de 1,5% em média. 2. Alta da taxa de juros A Taxa Selic está hoje em 13,25%, percentual fixado na última reunião do Copom, em 29 de janeiro de 2025, sendo o quarto aumento consecutivo e com tendência de alta. Esse custo financeiro onera diretamente as empresas, devendo ser repassado aos clientes, sobre os fretes a receber, de acordo com os prazos negociados. 3. Aumento da tributação sobre o diesel Em outubro de 2024, o Conselho Nacional de POLíTICA Fazendária (CONFAZ) definiu um reajuste no valor do ICMS sobre o diesel, elevando o custo do combustível em R$ 0,06 por litro, com vigência a partir de 1º de fevereiro de 2025. 4. Reajuste no preço do diesel pela Petrobras Conforme anunciado em 31 de janeiro de 2025, a Petrobras aumentou o preço do diesel para as distribuidoras em R$ 0,22 por litro, um reajuste de 6,29%, a partir de 1º de fevereiro de 2025. Considerando que o diesel representa, aproximadamente, 35% dos custos do Transporte Rodoviário de Cargas, este aumento gera um impacto significativo na formação do preço do frete (em torno de 2,2%). Diante desse cenário, e considerando que o setor trabalha com margens reduzidas de rentabilidade, a NTC&Logística reforça a importância de observar todos os fatores elencados, com o repasse imediato no cálculo do frete, de modo a evitar que a atual defasagem verificada nas pesquisas do Departamento de Custos Operacionais e Pesquisas Técnicas e Econômicas – DECOPE se agrave ainda mais. A NTC&Logística permanece à disposição para esclarecimentos adicionais. São Paulo, 3 de fevereiro de 2025. Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística NTC&LOGÍSTICA Fonte: NTC&Logística
Municipalidades do Vale do Taquari se mobilizam para debater concessão de rodovias da região

Num encontro promovido nesta terça, 04 de fevereiro, na Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Arroio do Meio (Acisam), o Grupo Técnico de Pedágio, organizado pelas entidades empresariais da Região, do qual a Fetransul faz parte, esteve reunido com os prefeitos de oito cidades do Vale. O objetivo do encontro foi nivelar informações sobre os estudos de concessões das rodovias do bloco 2, assim como promover o engajamento das prefeituras no debate desta pauta. A maioria dos prefeitos(as) são novos, e recém empossados, e este assunto não estava no escopo deles. Paulo Ziegler, diretor de Infraestrutura da Fetransul, fez uma exposição técnica, embasando os aspectos econômicos do projeto. Destacou que a tarifa base para a licitação, indicada de R$ 0,23/km para pistas simples, é muito elevada, e destoa de todas as demais experiências gaúchas e nacionais de privatização de rodovias. Alertou também, que a intenção de se implantar um sistema de cobrança por free flow (arcos automáticos) pode estar precificando um risco elevado de inadimplência. Em síntese, Ziegler alertou que a tarifa base proposta pelo estudo ameaça o custo logístico do Vale do Taquari. Ao final, informou que o Grupo Técnico adotou por parâmetro para uma tarifa justa, que equilibre custo x benefício, deve situar-se em R$ 0,14/km. Conforme a presidente do Codevat, Cíntia Agostini, existe consenso no valor da tarifa em R$ 0,14 para cada quilômetro em pista simples. A reunião definiu que cada município vai analisar o projeto e elencar as melhorias que são necessárias. Na sequência haverá uma reunião regional e, em 17 de fevereiro as propostas serão apresentadas ao secretário da Reconstrução, Pedro Capeluppi, que estará na Univates, no dia 17 de fevereiro. As prefeituras também vão pleitear um prazo mais longo para analisar o projeto
Fetransul é mencionada no Jornal do Almoço em matéria sobre o aumento do diesel

No Jornal do Almoço do dia 3 de fevereiro, a economista Giane Guerra mencionou a Fetransul em sua análise sobre o aumento do diesel e os impactos na logística. Na matéria publicada ontem na Gaúcha ZH, a colunista fez referência à Fetransul, citando o presidente Francisco Cardoso e o diretor Diego Tomasi. “Há represamento de outros aumentos e impactos em pneus, óleos e caminhões. O índice oficial de aumento do setor será informado nesta sexta-feira (07/02), após o evento CONET&Intersindical, que será realizado em Foz do Iguaçu”, afirma o presidente da Fetransul. Confira na íntegra o vídeo: https://bit.ly/3Eyzr1I
“Não precisava ter subido o diesel. Quero ver se baixa agora”, desabafa empresário gaúcho do setor de combustíveis

Neco Argenta reclama que Petrobras podia ter reduzido preços no ano passado, mas não o fez e não foi cobrada por isso Para o presidente do Grupo Argenta, Neco Argenta, a Petrobras não precisava ter subido o diesel agora. Em uma ligação de desabafo, o empresário gaúcho do setor de distribuição e varejo de combustíveis lembra que, ao longo de 2024, a estatal teve janelas para reduzir o preço e não o fez. Dólar e petróleo caíram, mantendo o preço aqui acima do internacional. — Se é paridade de preços com o mercado internacional, tem que acompanhar também na queda. Mas aí os acionistas não reclamam. Agora, o dólar está caindo, quero ver se o diesel vai baixar. Podia ter se esperado um pouco mais. Não precisava subir agora — disse. Como a coluna destacou ontem, o reajuste de R$ 0,19 na refinaria somou-se à elevação de R$ 0,06 do ICMS, o que resultou em um aumento de 4,55% do litro do combustível, que tem impacto em cascata na inflação por ser usado, por exemplo, no transporte de cargas e em usinas termelétricas. Os consumidores de diesel, como as transportadoras, reagiram de imediato. — É o desabafo de quem empreende em um setor volátil assim, de quem não dorme à noite pensando na decisão que tem que tomar no dia seguinte. Tenho estoque ou não? E o capital de giro? Quem está em Brasília tem que sentar aqui nesta cadeira. O preço subiu forte assim, diminui o consumo, aumenta o frente, tem inflação e aumenta a inadimplência — seguiu o empresário. Desde que mudou a política de preços da Petrobras, o setor de combustíveis tem cobrado previsibilidade e transparência. Antes, adotava-se a paridade em relação ao mercado internacional com alterações frequentes nos valores nas refinarias da estatal. A Argenta é uma empresa com sede em Flores da Cunha, na serra gaúcha, com atuação em diversos segmentos. É mais conhecida por ser a proprietária da rede SIM, de postos de combustíveis. Fonte: GZH / Giane Guerra – Foto: Neimar De Cesero / Agencia RBS
Alta do diesel eleva fretes e deixa o combustível ainda mais caro do que a gasolina

Houve reajuste de preços pela Petrobras e elevação do ICMS. Uma alta de R$ 0,25 impactará o preço do diesel, combustível mais usado no transporte de cargas no Brasil. Parte do aumento, R$ 0,06, se deve ao reajuste anual do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). O restante, R$ 0,19, é resultado da elevação de R$ 0,22 anunciada pela Petrobras para as refinarias para reduzir a defasagem em relação ao mercado internacional. Ambos entraram em vigor no último sábado. O aumento é forte, de 4,55%, o equivalente à inflação de um ano inteiro, alerta o presidente da Federação das Empresas de Logística e Transporte de Cargas no Rio Grande do Sul, Fetransul, Francisco Cardoso. O diretor Diego Tomasi estima um impacto de 10% nos fretes, lembrando que é uma média, pois não há tabelamento e as negociações são caso a caso. Efeito cascata Pela sua relevância no transporte de cargas, há um efeito em cascata do diesel nos preços, especialmente dos alimentos. Outro ponto de atenção é que o combustível é usado em usinas termelétricas, o que pode desembocar em alta da energia. Pela ferramenta LCA 4intelligence, o reajuste deve chegar no varejo com impacto de 0,22 ponto percentual no Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que é a inflação oficial do país. Este aumento vem no mesmo momento em que o presidente Lula tem buscado alternativas para segurar o preço da comida, puxado pelo dólar. A popularidade do seu governo tem sofrido com a inflação dos alimentos. Além disso, caminhoneiros instatisfeitos com a alta do diesel se reunirão no dia 8 para construir um documento que será entregue a Lula. Nas bombas O diesel comum está custando em média R$ 6,08 nos postos de combustível do Rio Grande do Sul, segundo a última pesquisa da Agência Nacional do Petróleo (ANP). Repassado totalmente, o aumento do final de semana elevaria o litro a R$ 6,33, ainda mais longe do preço da gasolina, que estava em R$ 6,03 e, com o seu aumento de R$ 0,10 no ICMS, iria a R$ 6,13. No motor Embora o litro deste combustível renda mais do que o da gasolina no motor, automóveis a diesel deixaram de valer a pena nos últimos anos, alerta o engenheiro mecânico Anderson de Paulo. Isso porque, além desta diferença de preço que se amplia, estes veículos são mais caros e exigem mais manutenção. — Porém, quando se exige força do veículo, como no agronegócio, caminhonetes a diesel ainda são recomendadas. Elas têm mais “torque” — pondera – Picapes médias têm ganhado espaço como uma alternativa racional, com motores flex (gasolina e etanol) e custos menores. Ainda de origem fóssil, mas menos poluidor, o gás natural veicular (GNV) tem sido opção para substituir o diesel. Em relação a elétricos, a expectativa é de que o avanço da tecnologia reduza tamanho e preço das baterias. Fonte: GZH – Giane Guerra Foto: Divulgação Uol
NOTA OFICIAL DA FETRANSUL

Aumento do Diesel Agrava Custos e Impacta a Economia Gaúcha A FETRANSUL manifesta preocupação com o aumento de 4,55% no preço do diesel, resultado do reajuste de R$ 0,19/litro da Petrobras e do acréscimo de R$ 0,06/litro no ICMS. O diesel é o maior custo operacional do transporte rodoviário, e esse aumento pressionará o preço dos fretes, impactando diretamente a economia gaúcha, já fragilizada pela inflação e pelos desafios da reconstrução após as enchentes. Esse reajuste compromete a competitividade do setor produtivo, encarece insumos e bens essenciais e dificulta a retomada econômica do estado. A FETRANSUL reforça a necessidade de previsibilidade nos custos logísticos e de um debate mais amplo sobre a tributação dos combustíveis. Federação das Empresas de Logística e de Transporte de Cargas no Rio Grande do Sul – FETRANSUL