Ministro dos Transportes confirma Guilherme Sampaio como indicado para novo diretor-geral da ANTT

O ministro dos Transportes, Renan Filho, confirmou nesta segunda-feira (9) que indicou para a diretoria-geral da ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) o atual diretor da agência, Guilherme Sampaio. Ele ocupará a vaga com a saída de Rafael Vitale em fevereiro. Em uma publicação do X (antigo Twitter), o ministro afirmou que Sampaio é “experiente e comprometido” e que se o nome for aceito pelo presidente e acatado pelo Senado “dará grande contribuição ao país”. Renan tentou na semana passada fazer do secretário de Trânsito do ministério, Adrualdo Catão, o novo diretor-geral da agência. Mas o nome de Sampaio, apoiado pelo senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG) e outros parlamentares, acabou prevalecendo para a vaga. Catão deverá ser indicado para uma vaga de diretor da agência com a saída de Luciano Lourenço. Há ainda uma terceira vaga que se abrirá com a saída de Sampaio do cargo de diretor, mas que será preenchida por apenas um ano. Os mandatos de diretor da ANTT têm tempo fixo e o de Sampaio termina em fevereiro de 2026.    Também está praticamente confirmado o nome do atual secretário-geral da presidência do TCU (Tribunal de Contas da União), Frederico Carvalho Dias, para ser o novo diretor-geral da ANTAQ (Agência Nacional de Transportes Aquaviários), com a saída de Eduardo Nery também em fevereiro. Graduado em Direito e em Engenharia Civil, Dias tem pós-graduação em Controle da Regulação de Infraestrutura. Antes de iniciar a carreira de auditor externo no TCU, ele era analista da CGU (Controladoria-Geral da União).  Na ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil) é que houve a principal mudança em relação ao que vinha sendo negociado entre o governo e os parlamentares. O nome de Tiago Pereira, que é diretor da agência e atua como substituto do diretor-presidente desde o ano passado, tinha apoio no governo, mas não teve apoio entre os senadores. Com isso, o ministro Silvio Costa Filho articulou um novo nome com apoio do futuro presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), Tiago Feirstein, atualmente diretor comercial da estatal de aeroportos Infraero, para comandar a agência.  A agência tem uma diretoria vaga desde agosto do ano passado e terá uma segunda vaga em março deste ano. Mas Pereira ainda tem mandato até março de 2026. Com isso, ficam duas vagas para três concorrentes. São eles Leandro Monteiro, que é da carreira de aviação civil e está cedido ao Senado; o tenente-brigadeiro Rui Mesquita, que trabalhou na Presidência da República; e Mathias Nogueira Moreira, atual presidente do conselho da Infra S.A., estatal do Ministério dos Transportes. Fonte: Agência Infra / Foto: Dimmi Amora, da Agência iNFRA

Transportadores do Rio Grande do Sul estão à espera de dias melhores para a economia e os seus negócios

A expectativa consta no Índice CNT de Confiança do Transportador, divulgado nesta terça-feira (3) pela Confederação Nacional do Transporte O modo como os empresários do transporte rodoviário de cargas (TRC) do estado do Rio Grande do Sul avaliam as condições atuais da economia e dos seus negócios, bem como suas perspectivas para os próximos seis meses, aponta para uma expectativa de dias melhores. É o que revela a sondagem do Índice CNT de Confiança do Transportador gaúcho, divulgada nesta terça-feira (3) pela CNT (Confederação Nacional do Transporte). A coleta de informações contou com o apoio da Fetransul (Federação das Empresas de Logística e Transporte de Cargas no Rio Grande do Sul) e ocorreu entre os dias 5 e 25 de novembro. A análise dos dados colhidos mostra que, apesar da leve melhora na avaliação dos empresários, o nível de confiança é baixo: em uma escala de 0% a 100%, o índice geral alcançou 47,9% no último semestre de 2024, frente a 45,5% no mesmo período de 2023. O Índice de Condições Atuais aumentou mais do que o indicador que avalia a visão dos empresários para o futuro, retratado pelo Índice de Expectativas. O primeiro passou de 36,5%, em outubro de 2023, para 39,2% em novembro de 2024, enquanto o segundo aumentou de 50,0% para 52,2%. Entre os fatores apontados pelos empresários para a reduzida confiança nas condições atuais, destacam-se a possibilidade de aumento da tributação sobre o setor, a taxa de juros elevada e problemas na infraestrutura rodoviária em função das enchentes que ocorreram em maio no estado. “Em relação à leve melhora nas perspectivas para o futuro, os empresários ressaltaram que tem adotado iniciativas nas empresas para fortalecer a competitividade e garantir a continuidade dos negócios, especialmente após o desastre climático de maio”, ressalta a gerente executiva de Economia da CNT, Fernanda Schwantes. O presidente da Fetransul, Francisco Cardoso, destaca a importância deste levantamento: “A realização de pesquisas para medir a confiança de nossos transportadores é essencial, pois fornece dados cruciais que embasam argumentos sólidos nas tratativas com os Três Poderes na busca de soluções para as demandas do setor de transporte. A Fetransul continuará empenhada, juntamente à CNT, no levantamento de dados sobre a confiança dos transportadores gaúchos”.  Acesse aqui o relatório na íntegra. Por Agência CNT Transporte Atual

Audiência Pública debate o futuro das rodovias da Zona Sul do RS

Os deputados Marcus Vinícius Almeida e Afonso Hamm promoveram nesta segunda, 09 de dezembro, uma audiência pública na Assembleia Legislativa do RS. O objetivo foi debater o fim da concessão da Ecosul e encaminhar proposições para os estudos que estão sendo feitos para o novo edital. Participaram da reunião a secretária de Transportes Rodoviários do Ministério dos Transportes, Viviane Esse, o ministro do TCU, José Augusto Nardes e o superintende regional do DNIT, Hiratan Pinheiro da Silva. Lideranças da Região Sul, vereadores e prefeitos também compareceram à audiência. Representaram o transporte e a logística, o vice-presidente da Fetransul, Rudimar Puccinely, o diretor de Infraestrutura, Paulo Ziegler, o presidente da Aprocapel, Nelson Vergara e o diretor Arno Tuchennhgen, e ainda o diretor executivo do Setcesul, Renato Leite. Nardes abriu o encontro reafirmando os encaminhamentos feitos pelo Tribunal de Contas para que os estudos da nova concessão sejam feitos em tempo hábil. Sobre o valor de R$ 800 milhões que parecer do TCU entende que foram arrecadados a mais na atual concessão, o ministro informou que ao término do contrato da Ecosul deverá haver um acerto de contas que examinará o assunto. Viviane Esse ratificou que os estudos para a futura concessão estão em curso na Agência Infra. Informou que cinco alternativas estão sendo comparadas, esclarecendo que a meta do Ministério é ter um projeto atraente aos investidores e com tarifas justas aos usuários. Ela informou que o governo deseja conhecer as expectativas da sociedade sobre este projeto, visando contemplar as necessidades da Zona Sul do RS. Hiratan da Silva, do DNIT, informou que as obras de duplicação da BR 116 estão 85% concluídas, porém não há certeza de que serão completadas até 2026. Paulo Ziegler ponderou à secretária do Ministério dos Transportes que a Região Sul teve um atraso econômico de 25 anos decorrente do alto custo logístico imposto pelo valor do pedágio. “Muitas cargas de exportação migraram para portos catarinenses”, exemplificou ele, sustentando que é primordial que o novo pedágio tenha tarifas módicas. Já Rudimar Puccinely propugnou que o novo projeto não deve incluir rodovias com baixo VDM, tais como a BR 101 entre Capivari do Sul e São José do Norte, e tampouco incluir a construção da ponte entre rio Grande e São José do Norte, sob pena de onerar o eixo rodoviário da BR 116/392, que já se encontra duplicado em quase sua totalidade. A audiência pública vai encaminhar documento ao Ministério dos Transportes com proposições consensadas no encontro. A Fetransul entregou ofício aos deputados proponentes, com sugestões sobre os estudos em curso.

Nível de confiança dos transportadores do RS melhora, mostra pesquisa da CNT

A pesquisa contou com o apoio da Fetransul e de seus sindicatos filiados para divulgação junto aos empresários gaúchos. Índice geral, que avalia a situação atual da economia e da própria empresa e quais as expectativas para os próximos seis meses, atingiu 47,9%. A quinta edição do Índice CNT de Confiança do Transportador mostra que os empresários do setor no Rio Grande do Sul estão mais confiantes no ambiente de negócios e nas perspectivas para o futuro, porém o resultado segue abaixo da marca de 50%. O índice geral, que avalia a situação atual da economia e da própria empresa e quais as expectativas para os próximos seis meses, atingiu 47,9%. O resultado ficou acima dos 41,2% da pesquisa anterior e dos 46,9% do primeiro levantamento. Os dados foram divulgados nesta terça-feira (10) pela Confederação Nacional do Transporte (CNT). A coleta de informações ocorreu entre os dias 5 e 25 de novembro com a participação de 194 empresas do Estado com o apoio da Federação das Empresas de Logística e Transporte de Cargas no Rio Grande do Sul (Fetransul). Entre os componentes do Índice geral, o que mede as condições atuais ficou em 39,2% nesta edição, contra 31,9% na quarta pesquisa. Impactam para isso, segundo os entrevistados, o excesso de gastos públicos está contribuindo para a desvalorização do real; a taxa de juros elevada, que dificulta a contratação de financiamentos; problemas na infraestrutura rodoviária em função das chuvas torrenciais que atingiram o Estado no primeiro semestre de 2024 e falta de mão de obra qualificada para a atividade, especialmente motoristas e o custo do pedágio muito alto. Já o Índice de Expectativas veio acima da marca de 50%, com 52,2%, superando os 45,9% da edição anterior. O resultado mostra a maior confiança dos transportadores gaúchos em relação ao futuro. Os empresários destacaram iniciativas que adotaram para fortalecer a competitividade e garantir a continuidade dos negócios, especialmente após o desastre climático de maio no Rio Grande do Sul. Entre as ações mencionadas, os entrevistados ressaltaram a visão empreendedora dos empresários brasileiros, a busca por novos clientes e nichos de mercado em setores emergentes no Brasil, a reestruturação de processos internos e a implementação de tecnologias inovadoras, como parte de seus esforços para se recuperar e crescer em um cenário desafiador. “Em relação à leve melhora nas perspectivas para o futuro, os empresários ressaltaram que têm adotado iniciativas nas empresas para fortalecer a competitividade e garantir a continuidade dos negócios, especialmente após o desastre climático de maio”, ressalta a gerente executiva de Economia da CNT, Fernanda Schwantes. Sobre a tragédia climática que atingiu o Rio Grande do Sul em maio, o presidente da Fetransul, Francisco Cardoso, diz que muitos dos compromissos de investimento do governo federal e estadual foram direcionados para a limpeza e desobstrução de rodovias. Segundo Juvir Costella, secretário de Logística e Transportes do Estado, a recuperação das rodovias afetadas pela enchente pode levar até dois anos. Enquanto isso, a logística continua sendo impactada por custos elevados, devido ao desvio de rotas, o que aumenta o tempo de viagem, o consumo de combustível, pneus, entre outros fatores. “Estamos preocupados e engajados em atender o setor comercial e industrial com agilidade e qualidade no serviço. Compreendemos o desafio dos governos estadual e federal e nos colocamos à disposição para contribuir e trabalhar em conjunto”, afirma o presidente da Fetransul. Cardoso destaca a importância do levantamento. “A realização de pesquisas para medir a confiança de nossos transportadores é essencial, pois fornece dados cruciais que embasam argumentos sólidos nas tratativas com os Três Poderes na busca de soluções para as demandas do setor de transporte. A Fetransul continuará empenhada, juntamente à CNT, no levantamento de dados sobre a confiança dos transportadores gaúchos”, afirma. Índice CNT de Confiança do Transportador A sondagem inédita é realizada desde março de 2023, a partir de um projeto-piloto com empresários do transporte rodoviário de cargas do Rio Grande do Sul. O Índice é calculado a partir das respostas a quatro questões: duas referem-se às condições atuais da empresa e da economia e duas, às expectativas para os próximos seis meses. Além disso, é utilizada uma ponderação das respostas com base na representatividade do porte das empresas do Estado. O índice varia de 0% a 100%. Valores acima de 50% indicam confiança do empresário e, quanto mais acima de 50%, maior e mais disseminada é a confiança. Valores abaixo de 50% indicam falta de confiança do empresário e, quanto mais abaixo de 50%, maior e mais disseminada é a falta de confiança. Participaram da 5ª rodada do Índice CNT de Confiança do Transportador 194 empresas, sendo 79 microempresas (até 9 empregados), 41 empresas de pequeno porte (de 10 a 49 empregados), 22 de médio porte (de 50 a 99 empregados) e 52 de grande porte (100 ou mais empregados). • Margem de erro: 7,0 pontos percentuais. •  Nível de confiança: 95%. •  Forma de coleta: Via questionário eletrônico. •  Período de coleta: 05/11/2024 a 25/11/2024 Fonte: CNT Fonte: JC – Luciane Medeiros / Foto: TÂNIA MEINERZ/JC

Cúpula do Mercosul anuncia fechamento de acordo com a União Europeia

Nesta sexta-feira (6/12), ocorreu a 65ª Cúpula de Chefes de Estado do Mercosul, em Montevidéu, no Uruguai. O principal destaque do encontro foi a conclusão definitiva das negociações do Acordo de Parceria entre o Mercosul e a União Europeia, que se estendiam por mais duas décadas. “À luz do progresso alcançado desde 2023, o Acordo de Parceria entre o MERCOSUL e a União Europeia está agora pronto para revisão legal e tradução. Ambos blocos estão determinados para conduzir tais atividades nos próximos meses, com vistas à futura assinatura do acordo”, diz o comunicado conjunto dos estados partes do bloco. Este constitui o maior acordo comercial já concluído pelo Mercosul e uma das maiores áreas de livre comércio bilaterais do mundo. Juntos, os blocos reúnem cerca de 718 milhões de pessoas e economias que, somadas, alcançam aproximadamente US$ 22 trilhões de dólares. Segundo nota do Governo Federal do Brasil, o acordo “abre oportunidades de comércio e investimentos sem comprometer a capacidade para a implementação de políticas públicas em áreas cruciais como saúde, desenvolvimento industrial e inovação”. Também assegura a preservação de espaço para políticas públicas em compromissos sobre compras governamentais, comércio no setor automotivo e exportação de minerais críticos. Os textos acordados serão divulgados nos próximos dias. Em documento divulgado à imprensa, o governo também estimou, sem detalhar, que o acordo terá um impacto de 2,65% sobre as exportações totais (R$ 52,1 bilhões) e de 2,46% sobre as importações (R$ 42,1 bilhões), também em 2044. Apesar da expectativa o acordo ainda terá que passar por longo processo de implementação após a assinatura dos líderes, passando pela análise e aprovação do texto no Congresso de cada país do Mercosul e pelo Parlamento Europeu e pelo Conselho da União Europeia. Cúpula do Mercosul A reunião dos presidentes do Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai marcou o encerramento da presidência pro tempore do Uruguai e sua transferência para a Argentina. No encontro também foi oficializada a entrada do Panamá no bloco de livre comércio do Mercosul. Este é o primeiro país da América Central a se associar ao bloco, que conta com Chile, Colômbia, Equador, Guiana, Peru, Suriname como associados. Eles participam de atividades e reuniões e contam com preferências comerciais. Fonte: ABTI

Argentina: dólar blue e o dólar oficial prestes a convergir. O que significa?

O dólar informal (blue) na Argentina vale agora praticamente o mesmo que o dólar oficial, depois de ter caído 30% desde os $ 1.500, o seu máximo nominal registado em julho passado. O dólar blue caiu $70 em novembro e no início de dezembro acelerou a baixa, caindo na mesma magnitude, mas em apenas uma semana. Neste quadro, o “spread” com o dólar oficial é praticamente inexistente (3,4% contra o atacadista e 0,5% contra o varejista). Por sua vez, a nota paralela vale o mesmo que o dólar MEP, e não é mais uma das taxas de câmbio mais caras do mercado. Diante disso, especialistas opinam sobre como surgiu esse presente e quais sinais essa convergência das taxas de câmbio proporciona, ainda com o cepo. Para Andrés Reschini da F2 Soluciones Financieras, esta situação é resultado do esquema proposto pelo Governo com superávit fiscal, base monetária fixa e inflação decrescente. “É natural que isso aconteça mas, cuidado que, por outro lado, ainda temos diversas restrições cambiais, que embora estejam se flexibilizando, ainda faltam. O blue está convergindo, mas temos que ver o que acontece com o CCL, pois com o desaparecimento do Imposto PAIS é provável que também siga um caminho semelhante”, disse ao jornal Ámbito. Além dos resultados económico-financeiros obtidos pela administração Caputo, a influência da altura do ano tem impacto nos preços. “O que estou vendo nestes dias para mim é um fenômeno sazonal que sempre se repete na primeira quinzena de dezembro”, disse Gustavo Quintana, da PR Operadores de Cambio, e “isso acontece porque o mercado exige pesos (entre outras coisas, para o bônus e feriados) e que alimenta a oferta de moeda estrangeira, o que faz com que os preços caiam”, acrescentou. “A segunda quinzena pode apresentar um panorama diferente, porque quem recebeu bônus, gratificações, antecipação de férias, pode alimentar a demanda por dólares e consequentemente os preços podem reagir. De qualquer forma, pelo que vemos, o cenário não apresenta tensão cambial e não creio que as mudanças sejam significativas. Temos que esperar, as marés sempre quebram e os mercados corrigem em algum momento”, acrescentou Quintana. Brecha cambial: ainda há desafios? Também em conversa com o jornal, Leonardo Anzalone, diretor do Centro de Estudos Políticos e Econômicos (Cepec), garantiu que “a diferença entre o dólar oficial e o dólar paralelo foi diminuída, mas ao custo do envio de 20% das exportações para o CCL e reforço do cepo”. Segundo Orlando Ferreres, a paridade teórica do dólar deverá ficar em torno de US$ 1.605 em dezembro, 60% acima da oficial. Apesar disso, acrescentou: “O desaparecimento da brecha cambial é uma conquista muito boa a curto prazo, mas a sua sustentabilidade está em dúvida sem mudanças estruturais profundas. A consolidação fiscal, o excedente comercial e uma política cambial consistente são necessários para evitar o ressurgimento sem estas medidas, a redução do hiato poderia ser transitória, expondo mais uma vez a economia argentina a riscos de desvalorização e volatilidade.” Por sua vez, o economista Federico Glustein acrescentou: “Isso provavelmente indica que a qualquer momento superaremos todos os obstáculos de acesso à moeda estrangeira e, além disso, considero também que com uma boa colheita não precisaremos de medidas como o blend do dólar. desafio é o acordo com o FMI”. Refira-se que, neste momento, uma delegação de altos responsáveis ​​da Economia está em Washington para avançar nas negociações de um novo empréstimo para a entidade. Fonte: Ámbito

Pelotas recebe pela primeira vez o Programa Motorista de Futuro

O Motorista de Futuro é realizado pela Fetransul e conta com o SEST SENAT como principal parceiro. Com o objetivo principal de trabalhar a atração e sensibilização dos jovens com a profissão motorista, a ação já atendeu mais de 3mil alunos de escolas públicas e conta com apoio da Transpocred. Na tarde de hoje (6), foi a vez da unidade do SEST SENAT de Pelotas, realizar a visita guiada com alunos da Escola Estadual de Ensino Médio Dr. Amilcar Gigante e com a Turma de Jovem Aprendiz da unidade. O Sindicato das Empresas de Transporte Rodoviário de Cargas do Extremo Sul – SETCESUL, se fez presente através do presidente, Egon Bonow Rutz, do diretor Rudimar Puccinelly e do assessor, Renato Leite. O presidente da Aprocapel, Nelson Ricardo Seus Vergara, também prestigiou o evento. Puccinelly, contribuiu com depoimento sobre a importância dos motoristas profissionais e as oportunidades de crescimento de carreira na profissão. Sobre a ação: Os jovens foram recepcionados para um bate-papo conduzido pela coordenadora do SENAT, Bárbara Pinzon, que apresentou informações sobre as atividades do motorista profissional e sua importância na sociedade, juntamente com os instrutores Vanderlei Arnort Berto e Tais de Castro Moura Silveira. Márcio Slhessarenko, diretor da unidade, fez a abertura do evento e deu as boas-vindas aos jovens. A apoiadora Transpocred através do Progrid, oportunizou uma palestra, conduzida pelo coach, Thiago Pianezzer, que abordou o tema “Iniciando no Mercado de Trabalho” e compartilhou diversas dicas sobre carreira profissional. Os alunos compartilharam suas opiniões, esclareceram dúvidas e posteriormente foram conduzidos a conhecerem de perto um caminhão de alta tecnologia, que nesta ação foi disponibilizado pela Transportadora Hammes. O motorista do veículo explicou aos alunos sobre as funcionalidades e sistemas do cavalinho. Simulador de direção é atração entre os jovens: O equipamento possui tecnologia de ponta a serviço da qualificação profissional para o transporte. A prática no simulador faz parte do treinamento de motoristas de cargas e de passageiros e dá aos alunos experiência para enfrentar desafios reais da profissão. COMO PARTICIPAR: Interessados em saber mais sobre o programa, poderão entrar em contato através do e-mail comunicacao@fetransul.com.br

Fetransul recebe visita do Diretor Alexandre Schmitz

Na manhã de hoje (6), o Diretor da Fetransul, Alexandre Schmitz, acompanhado do empresário Ricardo Schmitz, foi recebido na sede da entidade pelo presidente Francisco Cardoso e pelo diretor executivo Gilberto da Costa Rodrigues. Durante o encontro, Cardoso compartilhou os principais pontos discutidos na Reunião da Sessão II do Transporte Rodoviário de Cargas da CNT, realizada no dia 3 de dezembro, em Brasília, na sede da Confederação. Além disso, as lideranças aproveitaram a oportunidade para debater temas sindicais, demandas do setor e o trabalho da Fetransul em prol do desenvolvimento do TRC Gaúcho.

SEST SENAT inicia capacitação para implementar o programa Rota da Acessibilidade

Iniciativa marca o Dia Nacional da Acessibilidade e reforça o compromisso do Sistema Transporte com a inclusão, acessibilidade e diversidade no setor transportador. O SEST SENAT (Serviço Social do Transporte e Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte) deu início, nesta quinta-feira (5), a uma capacitação de seus colaboradores para embasar a implementação do programa Rota da Acessibilidade e da Política de Acessibilidade, assinada pelo presidente do Sistema Transporte, Vander Costa, em setembro. A iniciativa visa compartilhar conhecimento e experiências e propor ações práticas voltadas a pessoas com mobilidade reduzida, transtornos de neurodesenvolvimento e outras deficiências. Representando o diretor executivo nacional interino do SEST SENAT, Vinicius Ladeira, o gerente executivo de Promoção Social do SEST SENAT, Jean Michel, destacou a importância da data escolhida: o Dia Nacional da Acessibilidade. “Este evento é um passo significativo para ações concretas no Sistema Transporte e no setor transportador como um todo”, afirmou. Ele apresentou ainda os seis eixos principais do Programa: sensibilização e capacitação; infraestrutura e mobiliários; tecnologia e web; tecnologia assistiva; produtos, serviços e eventos acessíveis; e entrada, permanência e desenvolvimento de carreira. O gerente executivo de Governança e Gestão Estratégica da CNT (Confederação Nacional do Transporte), João Guilherme Abrahão, por sua vez, enfatizou a maneira como a representação institucional da CNT trabalha o tema da acessibilidade junto aos três Poderes. “A Política de Acessibilidade e o programa Rota da Acessibilidade reafirmam o compromisso do setor com a acessibilidade e com diversos outros temas relacionados à diversidade e inclusão. Para que essas questões sejam efetivas, é necessário oferecer garantias”, afirmou. Já a diretora executiva adjunta da CNT, Fernanda Rezende, destacou estudos, pesquisas, análises e publicações da Confederação que tratam de questões referentes à acessibilidade no transporte, como a Pesquisa CNT de Mobilidade da População Urbana e a Pesquisa CNT Perfil Empresarial – Transporte Rodoviário Interestadual de Passageiros, ambas lançadas neste ano. “Com esses levantamentos, as empresas de transporte conseguem avançar nesse tema e garantir um transporte mais acessível e inclusivo para que todos tenham o direito de serem atendidos nas mesmas condições”, frisou. Ainda durante a abertura do evento, o diretor executivo do ITL (Instituto de Transporte e Logística), João Victor Mendes, reforçou a importância da acessibilidade como um direito universal, indo além de estruturas físicas. “A acessibilidade vai muito além de rampas e elevadores. Ela simboliza o direito de cada pessoa de participar plenamente da vida social, cultural e econômica, independentemente de suas condições físicas, sensoriais, intelectuais ou emocionais”, afirmou Mendes. O diretor ressaltou que a inclusão deve ser prioridade no planejamento urbano, na educação, na tecnologia e na comunicação, beneficiando toda a população a partir de ambientes mais seguros. Ele também enfatizou o papel do ITL em apoiar iniciativas como a Rota da Acessibilidade e garantir instalações acessíveis em busca de um futuro inclusivo e sustentável, uma vez que essa é uma causa de todos. Capacitação intensiva Ao longo do dia, o evento de capacitação contou com a participação de especialistas e representantes de instituições ligadas às pessoas com deficiência, mobilidade reduzida e transtornos do neurodesenvolvimento. Eles compartilharam perspectivas e conhecimentos fundamentais para o desenvolvimento de boas práticas de acessibilidade e interação inclusiva. O Núcleo ESG da Gerência Executiva de Governança e Estratégia do SEST SENAT abriu a programação com a apresentação “Estratégia ESG para a Cultura e Desenvolvimento Humano”, que reforçou a importância das práticas sustentáveis e inclusivas no setor. Na sequência, a consultora Adriana Barufaldi apresentou o “Plano de Trabalho para a Execução do Programa Rota da Acessibilidade e Implantação da Política de Acessibilidade do Sistema Transporte”, detalhando diretrizes práticas para consolidar a acessibilidade como um pilar estruturante do setor de transporte. Histórias que inspiram O evento também deu voz a pessoas com deficiência que lideram iniciativas transformadoras. A fundadora da empresa Acessibilizei, Luiza Habib, abordou como a acessibilidade impulsiona a inovação; enquanto Gabriel Leandro, do programa Incluo, do Instituto Mano Down, discutiu a necessidade de substituir preconceitos por novos conceitos. Na abertura da tarde, Raquel Moreno, do movimento Caminhoneiros Surdos do Brasil, compartilhou as conquistas e os desafios enfrentados por pessoas com surdocegueira no setor de transporte. Já o presidente do Instituto de Promoção das Pessoas com Deficiência Visual, Fernando Rodrigues, apresentou suas vivências e reflexões sobre como superar barreiras. Tecnologia, saúde e mercado de trabalho A programação incluiu palestras sobre práticas inclusivas em saúde, com Adriana Modesto, da Universidade de Brasília, e sobre o papel da tecnologia na acessibilidade digital, com Victoria Albuquerque, UX Writing da Localiza. Outro destaque foi a apresentação do novo formato da Feira de Empregabilidade, liderada pela Gerência Executiva de Negócios e Serviços Corporativos do SEST SENAT. O evento foi encerrado com a palestra de Adinilson Marins, representante do Conade (Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência) e da Fenapaes (Federação Nacional das Apaes): “Inclusão em Movimento: desconstruindo estigmas e ampliando caminhos no mercado de trabalho”. Política de Acessibilidade do Sistema Transporte A Política de Acessibilidade do Sistema Transporte reúne diretrizes, práticas e medidas para assegurar que todos os produtos, serviços e ambientes físicos e virtuais sejam acessíveis e utilizáveis por todas as pessoas. Isso inclui pessoas com mobilidade reduzida, transtornos de neurodesenvolvimento e outras deficiências. Acesse aqui a íntegra da Política. Rota da Acessibilidade O Programa Rota da Acessibilidade, iniciativa do SEST SENAT, busca promover a inclusão e a acessibilidade, de maneira ampla, tanto para colaboradores quanto para os trabalhadores e clientes do setor de transporte. O objetivo é garantir igualdade de oportunidades e atendimento a legislações, como a Lei de Cotas e o Estatuto da Pessoa com Deficiência. O Programa visa transformar o setor de transporte, historicamente desafiado na empregabilidade de pessoas com deficiência, em um ambiente mais diversificado e inclusivo, corrigindo barreiras de acessibilidade e contribuindo para um mercado de trabalho mais justo e alinhado às exigências legais e sociais. Fonte: CNT

Fetransul presente no 31º Prêmio CNT de Jornalismo

O presidente da Fetransul, Francisco Cardoso e o vice-presidente da Federação e presidente da ABTI, Glademir Zanette, estiveram presentes na cerimônia do Prêmio CNT de Jornalismo de 2024 que aconteceu em Brasília na noite do dia 04 de dezembro. Em sua 31ª edição, o evento é considerado uma das mais importantes premiações da imprensa nacional, dando destaque para conteúdos jornalísticos com abordagem ao setor de transportes. O senador, Luis Carlos Heinze acompanhou o presidente da Fetransul durante o evento. O senador desenvolve importante trabalho para as demandas do setor junto ao Senado. Atualmente, está auxiliando em uma importante demanda da Fetransul e ABTI, nas tratativas para isenção do transporte internacional de cargas em relação aos novos impostos previstos pela reforma tributária (IBS e CBS). A proposta visa manter a isenção tributária a todo o transporte internacional de cargas. Cardoso parabeniza todos os homenageados pelo Prêmio, especialmente à CNT pela iniciativa, que já perdura por mais de 30 anos. Na categoria fotojornalismo, a imagem vencedora, apresentou o registro feito durante a enchente que ocorreu no mês de maio no Rio Grande do Sul e impactou fortemente o povo gaúcho. A foto mostra um avião circundado pelas águas das fortes chuvas que assolaram o Estado. Na ocasião, o aeroporto Salgado Filho, localizado em Porto Alegre (RS), foi completamente inundado, interrompendo as operações. A imagem foi registrada pelo repórter Adriano Henrique Machado, da Reuters. “Ganhar um prêmio de fotografia é uma conquista importante, especialmente quando a fotografia aborda um momento crítico e impactante. A foto do avião em meio às enchentes simboliza a tristeza, a dor, a luta e a resiliência das comunidades afetadas. Ao destacar, também, a gravidade da situação, ela serve como um poderoso testemunho visual que pode sensibilizar o público para a realidade das catástrofes naturais e suas consequências. O Prêmio CNT de Jornalismo é de grande importância para a nossa profissão”, disse o jornalista. Saiba mais sobre o Prêmio e confira quem foram os vencedores: Há 31 anos, o Sistema Transporte investe em outra estratégia de absoluto valor: a necessária conscientização de toda a sociedade. Para isso, o Prêmio CNT de Jornalismo segue firme como uma iniciativa de fundamental relevância para colocar em voga discussões e iniciativas capazes de transformar o transporte e o futuro das próximas gerações. “Acreditamos que uma imprensa livre e atuante é indispensável para indicar os rumos do desenvolvimento do setor transportador e fortalecer os pilares de uma sociedade democrática”, afirmou Vander Costa. O ‘Futuro em Pauta’ foi o conceito escolhido para a edição deste ano. “Essa abordagem destaca a importância do jornalismo em revelar os desafios e as oportunidades do setor, promovendo uma reflexão essencial sobre o impacto de nossas ações no presente e no futuro. Nesse contexto, o jornalismo, ao cumprir seu papel de informar e provocar debates, contribui diretamente para a construção de iniciativas que transcendem o setor e beneficiam as próximas gerações, reforçando seu valor como um instrumento de transformação social”, declarou. Por fim, o presidente do Sistema Transporte lembrou que o Prêmio deste ano marca o encerramento das ações de celebração dos 70 anos de atuação da Confederação Nacional do Transporte, coroando, assim, uma trajetória de compromisso com o desenvolvimento do Brasil e com a valorização do transporte em todas as suas dimensões. “Em nome da CNT, posso assegurar que continuaremos a ser uma voz ativa e influente, defendendo os interesses do setor e promovendo inovações que nos conduzam a um transporte cada vez mais moderno, sustentável e eficiente”, concluiu. O que disseram os homenageados Na cerimônia, um reconhecimento digno de nota foi prestado a um dos principais profissionais da mídia especializados em transporte e infraestrutura do país: Dimmi Amora, da Agência Infra, que já ganhou o Prêmio CNT de Jornalismo em duas oportunidades, foi finalista em outras quatro e também jurado.  “Este Prêmio mostra um pouco a realidade do país por meio do transporte. Buscamos sempre mostrar o retrato do que está acontecendo, o que é muito importante para a sociedade, para a democracia e, também, para a evolução do setor. Mostrar a realidade pode ser um pouco duro às vezes, mas é o que nos faz refletir e caminhar para a frente, e o transporte tem colaborado para isso”, declarou o jornalista após receber a homenagem. Em seguida, os vencedores subiram ao palco, um a um, para receber o maior prêmio de jornalismo do país em termos de premiação e reconhecimento. Eles foram homenageados com um troféu exclusivo criado pelo artista plástico Paulo Mac Dowell, que simboliza a sinergia e a conexão de todo o sistema de transporte brasileiro. Além disso, ganharam premiação em dinheiro e certificado.  Veja o que eles disseram: Grande Prêmio Sob aplausos entusiasmados, o jornalista Chico Regueira, da TV Globo, conquistou o Grande Prêmio com a série de reportagens “O tempo de cada um”, que aborda casos de como o transporte de baixa qualidade contribui para a exclusão social, principalmente, de pessoas negras e pobres.  “É uma alegria e uma honra imensas ter o trabalho reconhecido nesta que é uma das mais importantes premiações do jornalismo brasileiro, com trabalhos de altíssima qualidade. Nossa série de reportagens fala sobre a desigualdade social brasileira. É um tema que faz parte da vida da maior parte dos moradores das grandes e médias cidades e deve estar no debate público, porque a mobilidade é base para a construção de uma sociedade com mais oportunidades para todos”, disse Chico Regueira. Também participaram da série de reportagens o repórter cinematográfico Raphael Nascimento, a editora Eliza Santana e os produtores Jhonny Marvin e Hygor Lemos. Conheça a matéria vencedora do Grande Prêmio. Áudio  A matéria “As histórias de quem levou, por terra, ar e rios, a solidariedade do Brasil ao RS”, vencedora nessa categoria, foi veiculada no podcast Levando Esperança, do portal Metrópoles. Na reportagem, Rafael Campos conta histórias de brasileiros que não hesitaram em ajudar os gaúchos vítimas das inundações que atingiram o Rio Grande do Sul neste ano. Essa foi uma das maiores tragédias climáticas da história do estado. “Vencer